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SÃO CARLOS/SP - O presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE), Derike Contri, prestigiou a XI Feira de Ciências e Tecnologia da Unidade Regional de Ensino de São Carlos, que ocorre nos dias 5 e 6 de dezembro de 2025, no Salão de Eventos da Área 1 do Campus da USP em São Carlos. Também estiveram presentes na abertura a Professora Débora Gonzales Costa Blanco, dirigente Regional de Ensino, o promotor de Justiça do Meio Ambiente, Dr. Flávio Okamoto, representando o Ministério Público, além dos vereadores Gustavo Pozzi e Bruno Zancheta, que representaram a Câmara Municipal, professores e pesquisadores de diversos departamentos e institutos da USP e CIESP.

EIXO CENTRAL: ÁGUA - A feira abrange os municípios de São Carlos, Ibaté, Ribeirão Bonito, Corumbataí, Descalvado, Dourado e Itirapina, em parceria com a Universidade de São Paulo. Neste ano, o tema da feira é “Água: dos rios aos oceanos – mudanças climáticas”, e conta com a participação de 44 escolas, 80  clubes de ciências, aproximadamente 320 alunos e 140 professores e gestores, 92 avaliadores e com expectativa de receber cerca de 2 mil pessoas por dia.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL - O tema da Feira de Ciências e Tecnologia está alinhado ao Programa de Educação Ambiental da Diretoria de Ensino – Região de São Carlos, embasado no artigo 225 da Constituição Federal e na Política Estadual de Educação Ambiental, instituída pela Lei nº 12.780/2007 e regulamentada pelo Decreto nº 63.456/2018, que estabelece a Educação Ambiental como componente essencial e permanente da educação, devendo estar presente em âmbito estadual e municipal, de forma articulada e continuada, em todos os níveis e modalidades dos processos educativos.

O presidente do SAAE, Derike Contri, destacou a importância de ações e ambientes como este para o desenvolvimento dos jovens. “É muito importante para São Carlos ter feiras como essa, que estimulam e desenvolvem o conhecimento científico. No atual contexto de mudanças climáticas, o tema da água tem sido cada vez mais discutido, e é essencial que crianças e jovens já desenvolvam a consciência ambiental e o senso de preservação.”

SÃO CARLOS/SP - A Unidade Regional de Ensino de São Carlos (URE-São Carlos) promoverá a "XI Feira de Ciências e Tecnologia da Diretoria de Ensino - Região de São Carlos" a ser realizada nos dias 5/12 e 6/12, das 9h às 17h, no Salão de Eventos da Área 1 do Campus USP São Carlos.

Com a participação de cerca de quatrocentos estudantes e mais de cem professores, o evento irá apresentar aos visitantes os experimentos e pesquisas realizadas ao longo do ano pelos “Clubes de Ciências” das escolas estaduais da região de São Carlos, cujo tema é "Água: dos rios aos oceanos - mudanças climáticas".

Apoio do Campus USP - São Carlos

O CDCC, uma das instituições parceiras do evento, levará a exposição "São Carlos por suas bacias" que mostra, com maquetes, fotos e mapas, como os rios e córregos que atravessam São Carlos, e as áreas que os alimentam, influenciam nossa vida diária.

Já a atração “Células em Ação: descubra este universo microscópico” será apresentada pelo Espaço Interativo de Ciências (EIC/CIBFar/FAPESP/IFSC), mostrará ao visitante modelos físicos de células animal, vegetal e procariota no formato de quebra-cabeça, permitindo montar e desmontar estruturas ou então visualizá-las por meio de Realidade Aumentada.

Outras atrações relacionadas às pesquisas realizadas por grupos do campus USP São Carlos também estarão presentes, como, por exemplo, o grupo CEPOF (IFSC) que apresentará novas tecnologias e demonstrações científicas do tema “Aplicações da fotônica na saúde”.

O evento é aberto ao público e proporciona uma oportunidade única para a comunidade de São Carlos conhecer projetos inovadores desenvolvidos por estudantes de ensino fundamental e médio de escolas públicas, além de fomentar o interesse pela CIÊNCIA entre os jovens.

Evento realizado na Libraport contou com representantes da Receita Federal, Anvisa, MAPA e entidades do setor, com foco em soluções para modernização do comércio exterior


CAMPINAS/SP - Campinas sediou, na última quarta-feira (26), a quarta edição do COLFAC Transversal, encontro híbrido promovido pela Receita Federal e realizado na sede da Libraport. O evento, que funciona como um fórum ampliado de facilitação do comércio exterior, debateu as principais atualizações nas operações aduaneiras e reuniu representantes da Receita Federal, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e interlocutores do setor privado.

A iniciativa contou com o apoio do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (SINDASP) e a parceria de entidades como ABEPRA, ABRAEC, ABTRA, AER, APRA e EduComex.

O objetivo foi identificar gargalos, compartilhar boas práticas e construir soluções conjuntas para tornar os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro mais eficientes, alinhados à previsibilidade, segurança e conformidade exigidas pelo comércio exterior.

Temas como DUIMP em Zona Secundária, Aspectos subjetivos da Fiscalização na validação da Certificação OEA e o futuro do trânsito aduaneiro foram alguns dos temas que levantaram debates e discussões entre os participantes. Ferramentas tecnológicas e aplicações de inteligência artificial (IA) também ganharam destaque, especialmente na apresentação conduzida pelo auditor fiscal da Receita Federal, Fabrício Betto.

“O futuro do trânsito aduaneiro é uma construção coletiva da sociedade, com a interlocução diária entre órgãos anuentes e empresas do setor. A inclusão da IA já é uma realidade e irá facilitar a fiscalização, o tratamento de dados e auxiliará as empresas com OEA no fluxo mais ágil das cargas”, afirmou Betto.

Para Clayton Rodrigues, gerente de Relações Institucionais e Governança da Libraport, o evento reforça o papel estratégico da empresa como promotora de conhecimento e desenvolvimento no setor. “A Libraport é uma empresa empenhada em promover cada vez mais o conhecimento e a atualização sobre regulações, normativas e mudanças tecnológicas nos processos, para que o fluxo de cargas possa ser mais ágil, eficiente e desburocratizado”, destacou.

EUA - A OpenAI lançou na quinta-feira (20) uma ferramenta de conversa em grupo no ChatGPT. O recurso permite que até 20 pessoas troquem mensagens com a inteligência artificial em um bate-papo só.

A ferramenta está disponível para todos os usuários, incluindo os que não pagam assinatura, depois de passar por testes em Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Taiwan.

Segundo um usuário que teve acesso, a OpenAI repaginou a estratégia de colocar um colega nerd no grupo de trabalho para fazer as tarefas.

No chat em grupo, o ChatGPT nem sempre responde às mensagens dos participantes. É possível mencioná-lo, como funciona a Meta AI no WhatsApp.

A própria IA da OpenAI também analisa os diálogos e pode decidir se pronunciar, dependendo do contexto.

O chatbot também é capaz de reagir às falas dos interlocutores com emojis e interagir com as fotos dos usuários. Ele pode, por exemplo, usar as imagens de perfil dos participantes para fazer memes, caso isso seja pedido.

Os limites diários de interações com o chatbot valem no chat em grupo, mas não contam as mensagens dos outros usuários. Assim como na versão tradicional, a IA pode fazer buscas na internet e analisar documentos.

Para usar o recurso, o usuário deve clicar no ícone de "pessoas", no canto superior direito de qualquer chat. Nessa janela, é possível adicionar alguém com conta no ChatGPT ou enviar um link de compartilhamento. A plataforma, então, cria uma cópia do bate-papo, agora compartilhado.

Para entrar no bate-papo, é preciso aceitar um convite. O chat em grupo pede que os participantes informem nome e apelido e cedam uma foto. O objetivo é identificar os colaboradores, diz a OpenAI.

Cada conversa tem um administrador. Ele pode adicionar ou remover participantes do chat em grupo. Ainda pode silenciar os outros usuários. Outra opção é personalizar o tom de resposta da IA em cada bate-papo.

Os chats em grupo ficam listados na barra lateral à esquerda da página, acima dos bate-papos convencionais. Os usuários podem dar título para cada conversa.

Por questões de privacidade, a personalização do ChatGPT de acordo com o histórico de conversa com o usuário não funciona no chat em grupo. A memória da IA fica restrita ao que foi mencionado naquele bate-papo.

De acordo com a OpenAI, quando um menor de idade entra no chat em grupo, a plataforma aumenta a moderação contra conteúdos sensíveis automaticamente.

 

 

 por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - Um grupo de cientistas liderado pelo docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Igor Polikarpov, identificou uma enzima capaz de desmontar, com alta eficiência, estruturas que tornam a bactéria Staphylococcus aureus mais resistente a tratamentos. O estudo, publicado no “World Journal of Microbiology and Biotechnology”, abre caminho para novas estratégias contra infecções persistentes — especialmente aquelas associadas a cateteres, curativos e outros dispositivos médicos.

A Staphylococcus aureus é uma das bactérias mais comuns em infecções de pele, feridas e pulmões. Sua grande arma é a capacidade de formar biofilmes — uma espécie de “camada” pegajosa que protege as células bacterianas e dificulta a ação de antibióticos. Uma vez instalada, essa barreira pode multiplicar a resistência da bactéria a medicamentos.

No novo trabalho, os pesquisadores analisaram uma enzima chamada KaPgaB, originalmente presente em outra bactéria (Klebsiella aerogenes). Em laboratório, a equipe produziu a enzima e testou sua ação sobre biofilmes de várias cepas de S. aureus, incluindo versões resistentes a antibióticos usados na prática clínica.

Os resultados foram animadores: em alguns casos, a enzima removeu mais de 80% da estrutura do biofilme após apenas quatro horas de ação. Em um dos testes, quando os cientistas aplicaram primeiro outra enzima (como DNase I ou papaina) e em seguida a KaPgaB, a remoção chegou a 97%, quase eliminando toda a camada aderida.

Além de desmontar biofilmes já formados, a KaPgaB mostrou capacidade de impedir que eles se formem. Em uma das cepas avaliadas, a enzima reduziu em até 96% a formação da estrutura protetora.

Outro ponto importante foi a associação com antibióticos. Sozinhos, os medicamentos pouco afetaram as bactérias protegidas pelo biofilme. Mas quando aplicados após a ação da enzima, sua eficácia aumentou de maneira significativa. Em algumas combinações, a quantidade de células vivas caiu pela metade.

Segundo os autores, o desempenho da KaPgaB indica que a enzima pode, no futuro, integrar estratégias terapêuticas para infecções persistentes — seja aplicada em curativos, em dispositivos médicos ou em conjunto com antibióticos. Antes disso, no entanto, ainda são necessários estudos que avaliem a segurança e o comportamento da enzima em ambientes biológicos mais complexos.

Mesmo assim, o avanço reforça uma linha promissora de pesquisa: o uso de enzimas capazes de desarmar as defesas estruturais de bactérias, tornando-as novamente vulneráveis a tratamentos tradicionais. Uma alternativa valiosa em um cenário de resistência crescente e infecções cada vez mais difíceis de tratar.

Quem são os pesquisadores por trás da descoberta

O estudo que identificou a ação potente da enzima KaPgaB contra biofilmes de Staphylococcus aureus reúne um grupo de 12 pesquisadores de diferentes instituições brasileiras, formando uma colaboração científica que envolve três estados.

Além do Prof. Igor Polikarpov, são autores deste estudo os pesquisadores Jéssica Pinheiro Silva, Andrei Nicoli Gebieluca Dabul, Darlan Nakayama, Alejandra Estela Miranda e Pedro Ricardo Vieira Hamann. O grupo é responsável pela parte central do trabalho, incluindo o desenho experimental, a produção da enzima e a redação do artigo.

Da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, participam Vera Lúcia Mores Rall e Mario de Oliveira Neto, que contribuíram com análises complementares e novos métodos aplicados ao estudo.

O trabalho também envolve o Laboratório de Microbiologia Ambiental da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), no Paraná, onde atuam Caroline Rosa Silva, Luís Antônio Esmerino e Marcos Pileggi — responsáveis por modelos microbiológicos e parte das análises laboratoriais.

A equipe se completa com a participação do infectologista Felipe Francisco Tuon, do Departamento de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), que contribuiu com interpretações clínicas e com a discussão do potencial terapêutico da enzima.

O resultado é um esforço multidisciplinar que conecta física, biologia molecular, microbiologia, medicina e saúde pública. Essa diversidade de formações e instituições permitiu que o estudo avançasse em diferentes frentes, desde a engenharia genética da enzima até sua avaliação como ferramenta para combater infecções persistentes.

Agência sn3p design está entre os finalistas do 15º Brasil Design Award (BDA) com uma solução inovadora para exposição de materiais 
 

FRANCA/SP - A agência sn3p design, sediada em Franca, alcançou um importante reconhecimento no cenário nacional ao ser nomeada finalista do 15º Prêmio Brasileiro de Design (BDA – Brasil Design Award), o principal prêmio da área no país. A agência francana concorre na categoria Design de Embalagem – Objetos e Mobiliários com o projeto inovador "Caixa de Amostras Atriani", desenvolvido em parceria com a Artice Papel.
 

O BDA, em sua 15ª edição, tem como objetivo reconhecer empresas e estudantes que investem em soluções relevantes e de alto impacto, utilizando o design como ferramenta de inovação. O resultado da premiação, que inclui votação popular e júri técnico, será anunciado em cerimônia no dia 13 de dezembro de 2025.
 

A Caixa de Amostras foi concebida para servir como uma vitrine elegante e funcional, destinada a arquitetos e compradores, organizando e expondo as matérias-primas utilizadas na fabricação dos móveis Atriani.
 

Inspirada nas linhas contínuas dos ripados presentes no showroom da Atriani em Toronto, a peça se destaca pelo seu design orgânico e mecanismo discreto. O objeto conta com cinco gavetas que giram 360° em torno de um eixo inclinado, permitindo uma abertura contínua e precisa que revela os livros de amostras a cada giro. Além de sua função prática em showrooms e pontos de venda, o projeto é descrito como um elegante objeto de decoração.
 

A equipe responsável pelo desenvolvimento na sn3p design foi composta pelo CEO Rafael Silveira, Rodrigo Neves, que é CEOO, e Daniel Rodrigues na produção e execução. “Estar entre os finalistas do maior prêmio de design do Brasil é uma validação do nosso compromisso em transformar desafios funcionais em soluções estéticas e impactantes,” afirma Rodrigo Neves, CEOO da sn3p design. “A Caixa de Amostras transcende a embalagem tradicional, atuando como um objeto de design que valoriza a matéria-prima e a experiência do usuário”, ressalta. 
 

Votação popular em aberto

Além da avaliação pelo júri técnico, o BDA conta com a categoria Voto Popular, que permite a participação do público na escolha do projeto favorito.
 

Para apoiar a única empresa de Franca a disputar o prêmio nacional, a votação popular está aberta até o dia 24 de novembro. O público pode votar no projeto "Voto Popular – Atriani - Sample Box" através do link:
https://acesso.bdapremiobrasileirodesign.com.br/voto-popular/design-de-embalagem/3673

O programa de computador foi desenvolvido durante uma pesquisa de doutorado na Faculdade de Enfermagem da Unicamp e está disponível para licenciamento
 

CAMPINAS/SP - Pesquisadoras da Faculdade de Enfermagem da Universidade Estadual de Campinas (FEnf Unicamp) desenvolveram uma tecnologia capaz de monitorar o consumo diário de sal com o objetivo de reduzi-lo prevenir doenças desencadeadas pela excessiva ingestão. O aplicativo chamado “Sal na Medida” foi desenvolvido como um aliado à saúde, tendo em vista que o consumo excessivo de sal está associado ao aumento do risco de diversas doenças crônicas não transmissíveis, como as cardiovasculares, osteoporose e o câncer de estômago.
 

A tecnologia foi registrada como um programa de computador no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com o suporte e estratégia da Agência de Inovação Inova Unicamp e pode ser disponibilizada como um aplicativo móvel de celular, compatível com o sistema Android. Com foco na saúde, a invenção se mantém alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) – o de número 3 (Saúde e Bem-estar), devido à prevenção e controle de doenças mediante o acompanhamento da ferramenta.
 

O aplicativo foca na redução do uso do sal durante o preparo das refeições, o que tem sido evidenciado como a principal fonte de consumo do nutriente pela população brasileira. O programa atua a partir dos dados fornecidos pelo usuário, como o número de colheres utilizadas nos preparos do almoço e jantar e quantas pessoas fazem a refeição no domicílio. Assim, é contabilizado o consumo do sal individual, além de disponibilizar informações sobre os riscos do excesso e possíveis substituições por meio do uso de temperos naturais e receitas caseiras. A plataforma atua com o referencial de consumo de 3,5 gramas diárias de sal por pessoa (equivalente a uma colher de chá).
 

As responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia são: a doutora em Ciências da Saúde pela FEnf Unicamp, Milena Sia Perin, cuja pesquisa contou com a orientação da professora Marilia Estevam Cornélio da FEnf e coorientação da professora Maria Cecília Bueno Jayme Gallani da “Universidade Laval” (Quebec, Canadá). Segundo as pesquisadoras, o aplicativo é o único disponível em território nacional com enfoque no acompanhamento e na promoção do consumo saudável de sal, e compete apenas com outro similar fora do país, mas que se restringe ao uso de pessoas com hipertensão arterial.

 

A tecnologia contou com o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e está disponível para o licenciamento de empresas e instituições parceiras, que possam atuar junto de seu desenvolvimento complementar e disponibilizar o aplicativo à população. A ferramenta permite o uso em escala de maneira simples, mediante o download do programa no aparelho celular – o que demanda apenas o investimento em atualizações periódicas para que a tecnologia permaneça ativa nas plataformas digitais.


O “Sal na Medida” também disponibiliza uma adaptação do programa para se tornar compatível com o sistema IOS, além da sua migração para as páginas de computador – acessível no formato web. Como resultado do uso, há um banco de dados estratégicoformado de maneira autônoma pelos usuários.

A análise dos dados permite traçar a projeção de diversos tipos de comportamento alimentar e perfis populacionais, de acordo com diferentes regiões e grupos – o que torna a ferramenta uma aliada na área da saúde. “Essa é uma tecnologia que permite não só tratar uma condição, mas ampliar a sua implementação na área da saúde, sem restrições de atuação e com alcance em escala”, destaca Cornélio.


Tecnologia desenvolvida com base em metodologia inglesa


A tecnologia conta com uma abordagem científica comprovada entre os participantes durante o seu processo de pesquisa, que demonstrou a queda no consumo do sal – de 4,6 g para 3,5 g no final do estudo, além de 67% dos participantes demonstrarem disposição em continuar reduzindo a ingestão de sal. A base para o desenvolvimento do aplicativo é o modelo “Roda da Mudança de Comportamentocriado por pesquisadores no Reino Unido de forma a orientar o planejamento de estratégias mais eficazes para mudanças em intervenções comportamentais.


Os estudos prévios ao desenvolvimento do aplicativo fez com que as pesquisadoras pudessem identificar e elencar os fatores que estimulam o excesso no consumo do sal, como a preferência por comidas mais temperadas, além das adequações para a mudança do comportamento.

Embora já esteja desenvolvida como aplicativo, a tecnologia ainda não está disponível ao público, uma vez que depende do licenciamento por parte de uma empresa ou instituição interessada.


Como licenciar uma tecnologia na Unicamp


A Inova Unicamp disponibiliza no Portfólio de Tecnologias da Unicamp uma vitrine tecnológica. Empresas e instituições públicas ou privadas podem licenciar a propriedade intelectual desenvolvida na Unicamp, com ou sem exclusividade, tais como patentes, cultivares, marcas, programa de computador e know-how. O contato para interessados no licenciamento de tecnologias da Universidade é realizado diretamente com a Agência de Inovação da Unicamp pelo formulário de conexão com empresas.

SÃO CARLOS/SP - Gabriel Maia Brito (19), aluno do segundo ano do Curso de Bacharelado em Física do IFSC/USP, orientado pelo Prof. Dr. Lucas Pascotti Valem (ICMC/USP), conquistou no final de setembro último, no “SIBGRAPI-2025”, realizado em Salvador (BA), o prêmio para o “best-paper” da trilha “Main Track”.

O “SIBGRAPI-2025” é um congresso internacional promovido anualmente pelo Grupo de Interesse Especial em Computação Gráfica e Processamento de Imagens (Cegrapi) da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), e que inclui a Conferência sobre Gráficos, Padrões e Imagens. Organizado pela Universidade SENAI CIMATEC, esta conferência é realizada em conjunto com outros dois grandes eventos: “SBGames 2025 – Simpósio de Jogos Digitais e Entretenimento Digital”, e “SVR 2025 – Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada”.

Gabriel e seu orientador solicitaram à USP uma bolsa do Programa de Novos Docentes para o desenvolvimento de um projeto de GCN AI – uma espécie de IA que faz a classificação de imagens com o uso de grafos -, de forma a que o aluno participasse do evento e pudesse concorrer. Após o desenvolvimento do projeto, o aluno e seu orientador enviaram o artigo para avaliação, tendo o mesmo sido aceito de imediato. Com os apoios do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC/USP), o jovem aluno viajou para Salvador e apresentou o seu trabalho de forma oral. “Foi muito bom. Por causa do avanço da tecnologia, onde é utilizada uma quantidade bastante grande de imagens, existe a necessidade de classificá-las, e foi sobre isso que o meu projeto abordou. Por exemplo, se pegarmos em uma flor, o sistema identifica qual a espécie que essa flor pertence. O nosso projeto utiliza um método diferente, que é o método de grafos. Ele consegue, a partir do grafo, pegar as informações do contexto geral da imagem - não só de comparação de duas imagens -, e aí você consegue obter muito mais informação, com melhores resultados”, pontua Gabriel.

O projeto de Gabriel Maia Brito poderá ser aplicado em inúmeras situações, entre elas a biologia e a medicina. “Por exemplo, na área de medicina, podemos identificar na imagem de um pulmão qualquer tipo de doença e fazer uma classificação para obter um diagnóstico, ou apenas para ver se a pessoa tem ou não um pulmão saudável, etc.. Este projeto pode fazer isso tudo, atendendo a que ele utiliza uma base de dados rotulados menor. Sendo uma IA “semi-supervisionada”, o nosso projeto precisa só de 10% de imagens rotuladas, algo que é extremamente eficaz pois demora menos tempo para “ensinar” a máquina e menos custoso financeiramente”, finaliza o aluno.

Gabriel Maia Brito acredita que seu futuro será seguir a área de computação na área acadêmica e científica, mas só com o tempo irá consolidar essa ideia.

SÃO CARLOS/SP - Representando o prefeito Netto Donato, o vice-prefeito Roselei Françoso abriu oficialmente, na manhã desta quarta-feira (12), o São Carlos Experience 2025, um dos maiores festivais de inovação do Brasil, que acontece até 16 de novembro. Reconhecida como a Capital Nacional da Tecnologia, São Carlos se transforma em um grande centro de convivência e conhecimento, reunindo milhares de pessoas, mais de 200 palestrantes e dezenas de startups em uma programação que conecta ciência, tecnologia, educação, empreendedorismo, cultura e qualidade de vida.

Daniel Moreira, um dos organizadores do evento, destaca que o São Carlos Experience 2025 é a expressão da identidade tecnológica da cidade. Para ele, o festival é uma oportunidade de reconectar a população com o ecossistema de inovação local. A escolha da Praça Coronel Salles como palco principal reforça essa proposta. “Resolvemos ocupar a praça. Trazer as universidades, as empresas, provocar colisões positivas e reverberar coisas boas. É para abrir portas e criar pontes entre quem pesquisa, quem empreende, quem investe e quem quer aprender”.

O secretário de Cidade Inteligente e Transparência, Mateus de Aquino, reforça a importância de ocupar espaços públicos com eventos que projetam São Carlos para o Brasil e o mundo. Ele destaca que o São Carlos Experience 2025 amplia a vitrine da cidade, mostrando sua capacidade de gerar conteúdo ligado a talentos, empreendedorismo e inovação. “São Carlos muda o Estado, muda o país, muda o mundo. E quando agendas e coletivos discutem inovação, conseguimos adaptar boas práticas e personalizar soluções para o poder público”.

Em seu discurso de abertura, o vice-prefeito Roselei Françoso reafirmou o orgulho da cidade por sua vocação tecnológica. Ele destacou a concentração de excelência científica, com universidades de prestígio e um setor produtivo que transforma conhecimento em inovação de forma sustentável. São Carlos abriga instituições como USP, UFSCar, IFSP e Embrapa, e possui um ecossistema vibrante com mais de 230 startups ativas, hubs de inovação como ParqTec, Onovolab e Instituto Inova, além de uma média expressiva de doutores por habitante. A programação completa pode ser conferida em: saocarlosexperience.com

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, divulgou os nomes dos homenageados com o Prêmio Ciência e Tecnologia de São Carlos – edição 2025. A premiação, instituída pela Lei Municipal nº 12.618/2000, reconhece anualmente a contribuição de pesquisadores, professores, estudantes e instituições para o avanço científico e tecnológico no município.

A cerimônia de entrega dos prêmios será realizada no dia 26 de novembro de 2025, às 19h30, na Câmara Municipal de São Carlos, localizada na Rua Sete de Setembro, nº 2078 – Centro.

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, destacou a relevância da premiação para o fortalecimento da cultura científica na cidade. “O Prêmio Ciência e Tecnologia de São Carlos é um reconhecimento ao talento, à dedicação e ao impacto social de quem transforma conhecimento em desenvolvimento. Celebrar esses nomes é também valorizar o papel estratégico da ciência para o futuro da nossa cidade”.

O assessor do prefeito Netto Donato, José Galizia Tundisi, também comentou a importância da iniciativa. “São Carlos tem uma vocação científica que precisa ser constantemente estimulada e reconhecida. Este prêmio é uma ponte entre a excelência acadêmica e o compromisso social, e fortalece o papel da ciência como motor de transformação”.

Os homenageados
Prêmio Sérgio Mascarenhas de Oliveira (Pesquisador Sênior): Dr. Cauê Ribeiro de Oliveira
Prêmio Yvonne Primerano Mascarenhas (Pesquisadora Sênior): Profª Drª Elisabete Frollini
Prêmio Antônio Pereira de Novaes (Pesquisador Júnior): Prof. Dr. Guilherme Yuuki Koga
Prêmio Wanda Aparecida Machado Hoffmann (Pesquisadora Júnior): Profª Drª Gláucia Maria Dalfré
Prêmio Dietrich Schiel (Cientista Emérito): Prof. Dr. Tito José Bonagamba
Prêmio José Galizia Tundisi (Professor de Ciências): Daniel Matheus da Silva
Prêmio Odete Rocha (Professora de Ciências): Ariane Di Tullio
Prêmio Silvio Crestana (Jovem Cientista): Amanda Maria Martins
Prêmio Gilberto Orivaldo Chierice (Clube de Ciências): Escola Estadual Jesuíno de Arruda, com o projeto “Uso consciente da água e tecnologias sustentáveis: projeto colaborativo de captação e reaproveitamento da água da chuva na escola”

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