SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, em parceria com o SEBRAE, promoveu na noite desta quinta-feira (23/04), no Onobolab, mais uma etapa estratégica do programa Crie Audiovisual. O workshop presencial, intitulado "Produção Audiovisual: Como assegurar qualidade em projetos de baixo custo", trouxe a São Carlos os videomakers Leo Longo e Diana Boccara, criadores do aclamado projeto Couple of Things.
O encontro foi direcionado a alunos de cursos como Imagem e Som, profissionais de produtoras locais e entusiastas que buscam ingressar no mercado de videodocumentários e criação de conteúdo. Durante a apresentação, o casal compartilhou como o planejamento estratégico e a criatividade podem superar limitações orçamentárias, permitindo entregas de alto nível técnico e artístico.
Com notoriedade internacional conquistada desde 2015, Leo Longo e Diana Boccara são conhecidos pela estética refinada e narrativas humanizadas. Durante o workshop, eles apresentaram cases reais de produções que hoje figuram em grandes plataformas de streaming, como o Globoplay e o Prime Vídeo, além do projeto "Around the World in 80 Music Videos", no qual percorreram o mundo dirigindo videoclipes em plano-sequência para bandas como Pato Fu e Walk Off the Earth.
Os participantes puderam conferir detalhes dos bastidores de obras como One Take Show e Abitah, recebendo insights valiosos sobre a produção independente e as novas janelas de oportunidade no mercado audiovisual contemporâneo.
A iniciativa integra o programa Cidade Empreendedora, que visa o fortalecimento econômico e social de São Carlos. Para a gerente regional do SEBRAE, Ariane Canelas, a ação reforça o compromisso com a profissionalização do setor.
“É mais uma ação do Programa Cidade Empreendedora em São Carlos. Temos um guarda-chuva de soluções pensando no desenvolvimento econômico e social da cidade em parceria com a Prefeitura Municipal. O SEBRAE traz toda a parte de formação e gestão empresarial para ajudar essas pessoas a permanecerem no mercado. O tema desta quinta-feira foca tanto em quem já atua na área quanto em quem deseja iniciar sua trajetória no audiovisual", destacou Ariane.
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Leandro Severo, celebrou a relevância do tema para a vocação tecnológica e criativa da cidade.
“É muito importante um workshop presencial do programa Crie Audiovisual, executado pela Brasil Audiovisual Independente em parceria com a nossa secretaria. São Carlos tem muita força nesse setor, com o curso de Imagem e Som da UFSCar e grandes produtoras que estiveram presentes. A apresentação foi muito interessante, as pessoas ficaram sensibilizadas e o feedback foi extremamente positivo. Agradeço ao SEBRAE pela iniciativa”, afirmou o secretário.
EUA - Desde o início da missão Artemis II, na última quarta-feira, dia 1º, os astronautas têm enviado vídeos e fotos para as equipes da Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço dos Estados Unidos (Nasa) na Terra. Mas como esse compartilhamento de conteúdo é possível a centenas de milhares de quilômetros?
Por mais de meio século, as missões utilizaram comunicações por radiofrequência para enviar e receber dados do espaço. No entanto, a quantidade de material coletado e transmitido aumentou ao longo dos anos, o que passou a exigir sistemas mais rápidos.
Desde 2021, a Nasa passou a testar a comunicação a laser, também conhecida como comunicação óptica, que pode ser até 100 vezes mais rápida do que a radiofrequência. Esse sistema envia e recebe informações por meio de transceptores ópticos - dispositivos que enviam e recebem dados por meio da luz -, tanto em solo quanto no espaço.
Para a Nasa, o impacto da adição da comunicação a laser nas espaçonaves é tão revolucionário quanto a troca da conexão discada de internet, que era lenta e incômoda, pela fibra ótica.
As perturbações atmosféricas, como nuvens e turbulência, no entanto, representam desafios para o sistema, já que podem interromper os sinais de laser à medida que entram na atmosfera terrestre. Para tentar contornar o problema, a Nasa instalou as estações terrestres ópticas em locais remotos e de alta altitude devido às suas condições climáticas favoráveis: no Havaí, na Califórnia e no Novo México.
No caso da Artemis II, o Sistema de Comunicações Ópticas Orion Artemis II, conhecido como O2O, é quem permite o envio de vídeos e fotos em alta resolução. Ele é financiado pelo Programa de Comunicações e Navegação Espacial (SCaN) e executado pela divisão de projetos de Exploração e Comunicações Espaciais (ESC).
Além das imagens, o O2O também transmite dados científicos, procedimentos, planos de voo e comunicações entre a Orion e os centros de controle da Nasa a taxas de até 260 megabits por segundo. O teste da utilidade operacional do O2O em missões tripuladas, inclusive, é um dos objetivos da Artemis II.
por Estadao Conteudo
EUA - Durante décadas, Plutão foi considerado o nono planeta do Sistema Solar. No entanto, em 2006, essa classificação mudou oficialmente após uma decisão da União Astronômica Internacional, entidade responsável por padronizar conceitos e nomenclaturas na astronomia.
A mudança ocorreu porque os cientistas perceberam que era necessário estabelecer critérios mais precisos para definir o que realmente é um planeta. Até então, não havia uma definição formal clara, o que gerava inconsistências à medida que novos corpos celestes eram descobertos.
A IAU passou a adotar três critérios principais para que um astro seja considerado planeta: ele precisa orbitar o Sol, ter massa suficiente para assumir forma aproximadamente esférica e “limpar” a vizinhança de sua órbita — ou seja, dominar gravitacionalmente a região ao seu redor.
Plutão cumpre os dois primeiros requisitos, mas falha no terceiro. Ele divide sua órbita com diversos outros objetos do Cinturão de Kuiper, uma área repleta de corpos gelados além de Netuno. Por isso, passou a ser classificado como “planeta anão”.
A nova categoria inclui também outros objetos semelhantes, como Éris, cuja descoberta foi um dos fatores que impulsionaram a revisão das definições. Se Plutão continuasse sendo considerado planeta, outros corpos de características parecidas também precisariam entrar na lista, ampliando significativamente o número de planetas.
Hoje, o Sistema Solar é oficialmente composto por oito planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Já os planetas anões, como Plutão, ocupam uma categoria intermediária, com características próprias.
A reclassificação gerou debates e até resistência popular, mas reflete o avanço do conhecimento científico. Na prática, a astronomia evolui constantemente, e suas classificações acompanham novas descobertas, garantindo maior precisão na compreensão do universo.
EUA - O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, participou recentemente da conferência BlackRock Infrastructure Summit, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, onde apresentou sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.
Segundo Altman, a tendência é que a tecnologia passe a ser tratada como um serviço essencial, semelhante à eletricidade ou à água, com cobrança baseada no consumo. “Vemos um futuro em que a Inteligência Artificial é um serviço como eletricidade ou água, e as pessoas compram de nós por meio de um medidor e utilizam como quiserem”, afirmou, de acordo com o Business Insider.
Ele explicou que esse modelo de cobrança será baseado em “tokens”, unidades que medem a quantidade de dados processados sempre que um usuário interage com ferramentas como o ChatGPT.
Altman também comentou sobre o debate em torno do consumo de energia pela inteligência artificial, durante participação em um evento realizado em Nova Délhi, na Índia. Para ele, é legítima a preocupação com o gasto energético, mas o tema precisa ser analisado de forma mais ampla. “É justo estar preocupado com o consumo de energia dos modelos de Inteligência Artificial”, disse, defendendo que o mundo acelere a transição para fontes como energia nuclear, eólica e solar.
No entanto, o executivo criticou o que considera uma visão desequilibrada sobre o tema. “Também é necessária muita energia para treinar um humano”, afirmou. “Leva cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome nesse período antes de se tornar inteligente. E não só isso, foi necessária a evolução de cerca de 100 bilhões de pessoas que já viveram, que aprenderam a não serem devoradas por predadores e a entender ciência e muitas outras coisas, para que você se tornasse quem é hoje”, completou.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - Após pesquisadores do IFSC/USP e da Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, terem desenvolvido em 2025 um sensor flexível capaz de detectar poluentes atmosféricos, especialmente o dióxido de nitrogênio (NO2), agora surgiu a oportunidade de se desenvolver um novo tipo de sensor capaz de identificar a presença de ozônio no ar com maior eficiência e estabilidade. A tecnologia pode contribuir para o monitoramento da qualidade do ar e para a prevenção de problemas ambientais e de saúde causados pela poluição atmosférica.
O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Valmor Roberto Mastelaro que coordenou este estudo publicado recentemente na revista científica “Chemosensors”, enfatiza o fato de que o ozônio presente na atmosfera em níveis elevados é considerado um poluente prejudicial. A exposição prolongada pode causar irritação nos olhos e nas vias respiratórias, além de agravar doenças pulmonares. Por isso, sistemas capazes de detectar pequenas quantidades desse gás são fundamentais para o controle da qualidade do ar em ambientes urbanos e industriais.
No estudo, os cientistas criaram um sensor formado por camadas de nanomateriais de óxido de grafeno reduzido (rGO) e óxido de zinco (ZnO) organizadas de forma estratégica. Essa estrutura funciona como uma espécie de “sanduíche” que protege um dos componentes mais sensíveis do dispositivo. Essa proteção evita que o material seja danificado pelo próprio ozônio durante a detecção, problema comum em sensores a base de rGO para detecção de O3.
Os testes mostraram que o dispositivo consegue detectar concentrações muito pequenas de ozônio no ar. Além disso, apresentou boa capacidade de distinguir esse gás de outros poluentes comuns, como monóxido de carbono, amônia e dióxido de nitrogênio.
Outro ponto positivo observado foi a estabilidade do sensor. Durante os experimentos, não foram identificados sinais de desgaste ou degradação do material, indicando que o método de fabricação adotado pode aumentar a durabilidade do equipamento.
Segundo os pesquisadores, a nova tecnologia pode ajudar no desenvolvimento de sistemas mais precisos de monitoramento ambiental. Sensores desse tipo podem ser utilizados em estações de medição da qualidade do ar, em áreas industriais ou até em dispositivos portáteis voltados ao controle da poluição.
O avanço também abre caminho para novas pesquisas que buscam tornar os sensores de gases cada vez mais sensíveis, confiáveis e acessíveis, ampliando as possibilidades de aplicação em diferentes setores.
Sobre esta pesquisa, o Prof. Dr. Valmor Mastelaro comenta que o sensor à base de ZnO-rGO-ZnO na estrutura de “sanduiche” foi desenvolvido para solucionar o problema da oxidação e degradação do rGO quando exposto ao gás ozônio, processo chamado de ozonolise. “Ao nosso conhecimento, apenas três sensores a base de rGO-ZnO para detecção de O3 foram reportados antes devido a esse problema da degradação do sensor, sendo dois deles do nosso grupo de pesquisa. Com isso, a metodologia desenvolvida abre caminho para a fabricação de novos sensores à base de óxidos metálicos e rGO para a detecção de O3, evitando o processo de ozonólise - reação com ozônio que quebra ligações duplas em moléculas orgânicas”, pontua o cientista.
Além do Prof. Dr. Valmor Mastelaro, assinam esta pesquisa os pesquisadores - Rayssa Silva Correia, Amanda Akemy Komorizono, Julia Coelho Tagliaferro e Natalia Candiani Simões Pessoa.
Esta pesquisa contou com o apoio da FAPESP.
Para conferir o estudo original, acesse – https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/03/chemosensors-14-00010-v2-valmor.pdf
Evento será realizado no dia 21 de março, no Campus da USP – Área 1, Anfiteatro Jorge Caron, com palestras, painéis e networking
SÃO CARLOS/SP - O Startup Day 2026, um dos maiores movimentos de fomento ao empreendedorismo e à inovação do Brasil, será realizado no dia 21 de março, em São Carlos. O evento ocorrerá no Campus da Universidade de São Paulo (USP) – Área 1, no Anfiteatro Jorge Caron, das 8h às 13h, e reunirá empreendedores, estudantes, pesquisadores, empresários e interessados em inovação.
Promovida pelo Sebrae for Startups, a iniciativa ocorre de forma simultânea em diversas cidades do país. Na região de São Carlos, além da própria cidade, o evento também será realizado em Pirassununga, Rio Claro e Araras.
De acordo com o gestor de inovação do Sebrae-SP Ícaro Tiberti, o Startup Day é construído de forma colaborativa com os atores locais do ecossistema de inovação, o que fortalece a iniciativa em cada município.
“Cada edição do Startup Day reflete as características do ecossistema de inovação da cidade onde acontece. A proposta é reunir empreendedores, universidades, empresas e instituições para compartilhar experiências, gerar conexões e apresentar caminhos para transformar ideias em negócios”, destaca.
“O Startup Day é mais do que um evento, é um ponto de encontro estratégico para quem acredita na inovação como motor do desenvolvimento econômico. Para São Carlos, que já é reconhecida como um dos principais polos de tecnologia e conhecimento do país, receber uma iniciativa como essa reforça ainda mais o nosso compromisso com o futuro.
Estamos trabalhando para fortalecer o nosso ecossistema de inovação, aproximando universidades, centros de pesquisa, empresas e, principalmente, incentivando o surgimento e o crescimento de startups”, ressalta Paula Knoff, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.
A programação em São Carlos contará com painéis e apresentações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo inovador, abordando temas como a jornada das startups, a transformação de pesquisas científicas em negócios e os desafios de levar soluções inovadoras ao mercado.
Entre os destaques estão discussões sobre programas e oportunidades para startups, caminhos para investimento e fomento à inovação, além de debates sobre estratégias de crescimento e inserção no mercado. O evento também terá momentos voltados à conexão entre startups, universidades, empresas e instituições que atuam no fortalecimento do ecossistema local.
O encontro termina com um momento dedicado ao networking estruturado e conexões entre os participantes, promovendo a troca de experiências e a geração de novas parcerias.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet, neste link: https://www.sympla.com.br/evento/startup-day-2026-pirassununga/3285625.
Em São Carlos, o Startup Day conta com a parceria de instituições e organizações que integram o ecossistema local de inovação, como universidades, centros de pesquisa, ambientes de inovação, entidades empresariais e instituições públicas.
Idealizado pelo Sebrae Startups e cocriado com o ecossistema de inovação, o Startup Day é construído de forma colaborativa, priorizando as demandas e necessidades das startups e dos ecossistemas locais, com a participação de todo o Sistema Sebrae e da comunidade de inovação do Brasil.
O evento tem como público-alvo startups em diferentes momentos de maturidade, desde a curiosidade e ideação até as fases de validação, tração, crescimento e escala. A iniciativa busca fortalecer o ecossistema inovador brasileiro, apresentar a atuação do Sebrae Startups em todo o país e apoiar gestores que atuam no desenvolvimento regional.
SERVIÇO
Startup Day 2026 – São Carlos
Data: 21 de março (sábado)
Local: Campus da Universidade de São Paulo (USP) – Área 1, Anfiteatro Jorge Caron
Horário: das 8h às 13h
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/startup-day-2026-pirassununga/3285625
Programação:
8h às 8h30 — Recepção e credenciamento;
8h30 às 8h45 — Abertura institucional;
8h45 às 9h10 — Sebrae for Startups: programas, capital e conexões para acelerar a jornada das startups;
9h10 às 9h55 — Da ciência ao mercado: startups com DNA de São Carlos;
9h55 às 10h40 — Caminhos para escalar startups: investimento, fomento e P&D aplicado;
10h40 às 11h25 — Go to Market: os desafios de levar uma startup ao mercado;
11h25 às 11h30 — Encerramento e foto oficial;
11h30 às 13h — Networking estruturado e conexões livres.
EUA - As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.
A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.
Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.
Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.
Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.
“Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.
A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.
Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.
Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.
A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.
De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.
Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.
por Notícias ao Minuto
EUA - A Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas formada exclusivamente por agentes de Inteligência Artificial. O valor da negociação não foi divulgado.
De acordo com o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de IA da empresa, a Meta Superintelligence Labs. A ideia é ampliar o desenvolvimento de sistemas capazes de conectar diferentes agentes de Inteligência Artificial para executar tarefas voltadas a usuários e empresas.
Em comunicado, a Meta afirmou que a tecnologia da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes digitais em diferentes serviços.
“A entrada da equipe da Moltbook na Meta Superintelligence Labs cria novas maneiras de os agentes de Inteligência Artificial trabalharem para pessoas e empresas. A proposta de conectar esses agentes por meio de um diretório sempre ativo é um avanço importante em um setor que evolui rapidamente”, informou a companhia.
Apesar da aquisição, a empresa afirmou que a plataforma deve continuar funcionando normalmente, permitindo que os usuários sigam interagindo como já faziam antes da compra.
Debate sobre uso de IA ganha força
O avanço das ferramentas de Inteligência Artificial tem provocado debates em diversas áreas, incluindo o setor editorial. Recentemente, milhares de escritores publicaram um livro “em branco” como forma de protesto contra o uso de suas obras para treinar sistemas de IA sem autorização.
Entre os autores que participaram da iniciativa estão nomes conhecidos da literatura internacional, como Kazuo Ishiguro e Ali Smith.
Pressão por novas regras nas plataformas
Enquanto a tecnologia avança, também cresce a pressão por regras mais rígidas para lidar com conteúdos criados por inteligência artificial nas redes sociais.
O Oversight Board, órgão independente que analisa decisões de moderação da Meta, voltou a pedir que a empresa adote políticas mais claras para identificar e controlar esse tipo de conteúdo.
O pedido ganhou força após um caso em 2025 envolvendo um vídeo gerado por IA que mostrava supostos ataques à cidade de Haifa, em Israel, durante tensões com o Irã. O material acumulou mais de 700 mil visualizações antes de ser analisado.
Na ocasião, a Meta inicialmente decidiu não remover o vídeo nem identificá-lo como conteúdo artificial, decisão que acabou sendo revertida pelo próprio conselho.
Para o Oversight Board, a empresa precisa investir em ferramentas mais eficazes para detectar materiais manipulados e implementar medidas como marcas d’água digitais que indiquem quando um conteúdo foi criado com IA.
“A Meta deve fazer mais para combater a disseminação de conteúdos enganosos gerados por Inteligência Artificial em suas plataformas, especialmente quando envolvem temas de interesse público”, afirmou o órgão em comunicado.
A Meta ainda não comentou oficialmente as recomendações e tem até 60 dias para apresentar uma resposta formal.
por Notícias ao Minuto
JAPÃO - A produtora japonesa Capcom anunciou que “Resident Evil Requiem”, o mais recente jogo da clássica franquia de jogos de terror, vendeu 5 milhões de cópias desde que foi lançado na última sexta-feira, dia 27 de fevereiro.
O lançamento de “Resident Evil Requiem” parece ter se tornado, desta forma, no melhor desempenho da saga, chegando mais rápido ao patamar dos 5 milhões de cópias do que “Resident Evil Village” e os remakes de “Resident Evil 2” e de “Resident Evil 4”.
Se a avaliação dos jogadores na plataforma Metacritic não fosse sinal suficiente, “Resident Evil Requiem” tem sido excecionalmente bem acolhido pelos fãs. O site IGN conta mesmo que, no último fim de semana, o jogo teve um pico de 344 jogadores em simultâneo na Steam - o que constituiu um recorde para a “Resident Evil” enquanto franquia.
“Gostaríamos de expressar a nossa mais sincera gratidão pelos mais de cinco milhões de jogadores que enfrentaram os horrores de ‘Resident Evil Requiem’”, pode se ler na mensagem compartilhada pela Capcom na página oficial da franquia na rede social X, acompanhada por uma ilustração dos protagonistas do jogo, Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy.
“Obrigado por 30 anos de apoio”, escreve a Capcom.
Vale lembrar que "Resident Evil Requiem" está disponível para a PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2 e PC.
por Notícias ao Minuto
EUA - AApple lançou no final de 2025 a atualização iOS 26 com a qual introduziu o Liquid Glass, um novo design para a interface dos iPhones compatíveis com esta versão do sistema operacional que, pelos vistos, também está prestes a chegar ao WhatsApp.
Segundo o site WABetaInfo, a mais recente versão beta do WhatsApp para iOS aplica o design Liquid Glass à barra de introdução de texto nas conversas tidas através do aplicativo.
Como pode ver abaixo na imagem compartilhada por esta publicação, a barra de introdução de texto surge com um aspecto translúcido - semelhante a vidro - que será familiar para todos os usuários do iPhone já com o iOS 26 instalado.
A ideia passa por tornar o design do WhatsApp no iPhone mais em linha com o da interface do próprio smartphone, criando assim uma experiência mais homogênea. No entanto, acredita-se que o WhatsApp adotará uma abordagem cautelosa em relação à introdução deste design Liquid Glass.
“Apesar de haver um progresso claro em levar o Liquid Glass a mais elementos do app, ainda não há notícias sobre um lançamento completo para todos os usuários”, pode ler-se no WABetaInfo. “Parece que o WhatsApp continua adotando uma estratégia de lançamento faseado para o Liquid Glass. Ainda que mais lento do que inicialmente esperado, esta abordagem permite ao WhatsApp avaliar com cautela o desempenho em todos os dispositivos, afinar o comportamento visual, resolver possíveis problemas e garantir uma experiência estável antes de expandir mais a disponibilidade”.
Desta forma, teremos de aguardar um pouco mais por notícias para sabermos quando é que será disponibilizada esta atualização do WhatsApp que integrará o Liquid Glass na app para iPhones compatíveis.
por Notícias ao Minuto
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