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Turismo, serviços e comércio não essencial perderam o equivalente ao PIB da Sérvia; para FecomercioSP, eles não vão reverter prejuízos em 2021

 
SÃO PAULO/SP - Cerca de R$ 225,7 bilhões foi o volume de perdas totais contabilizado em 2020 pelo turismo, pelos serviços, pelo segmento de veículos e pelo varejo não essencial no Brasil – as áreas mais impactadas pela pandemia entre os setores e segmentos. Para se ter uma ideia da perda, esse montante é maior do que tudo o que países como a Sérvia (R$ 222 bilhões) e a Tunísia (R$ 214 bilhões) produzem em um intervalo de um ano. Os dados fazem parte de um levantamento produzido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
 
O estudo mostra ainda que muitos deles não devem se recuperar neste ano: a expectativa é que o varejo essencial experimente uma retração de 1%, e que o turismo, mesmo com a retomada das suas atividades, ainda acabe 2021 no vermelho: -5% de receitas (Tabela 1) depois de uma variação expressiva para baixo em 2020, que beirou os 40%.
 
De fato, o turismo brasileiro perdeu R$ 52,1 bilhões em faturamento em 2020 em comparação ao ano anterior, considerando a correção da inflação acumulada no período. O resultado foi um dos piores da história do setor, representando uma queda de 38,1% em comparação com o que o setor faturou em 2019.
 

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Mas quem mais perdeu no ano passado foram os serviços que, pelos dados, faturaram praticamente R$ 100 bilhões a menos em relação a 2019 – uma retração de 11,7%. Eles foram os mais afetados por diferentes medidas de restrição de circulação adotadas como forma de conter a disseminação do covid-19 e que, para esses agentes, significaram passar longos períodos com as portas fechadas.
 
Outrora um setor pujante da economia brasileira, as vendas de veículos também caíram, deixando um prejuízo de R$ 41,2 bilhões (queda de 11,5% na comparação com 2019). Esse dado, por sua vez, pode ser explicado pelo fato de, na pandemia, as famílias estarem evitando aumentar os gastos. Tudo isso em meio a um contexto de crescimento do desemprego e do custo de vida e da queda na renda.
 
Entra na conta ainda o varejo não essencial, como lojas de roupas, por exemplo, que fechou 2020 com um rombo de R$ 32 bilhões em comparação ao ano anterior, representando a perda de um décimo do seu tamanho (-10,3%).
 
Varejo cresce por causa de demandas essenciais
Apesar das retrações expressivas, o varejo como um todo registrou um aumento de 4,8% (R$ 83 bilhões a mais em vendas) – puxado pelas atividades consideradas essenciais, como supermercados, farmácias, lojas de materiais de construção e postos de combustíveis, que tiveram ganhos de R$ 115,7 bilhões em 2020 – um salto de 8,2% na comparação com 2019. Já o varejo não essencial, como se esperava, faturou 10,3% a menos.
 
No entendimento da FecomercioSP, o desempenho se explica pela injeção do auxílio emergencial no orçamento das famílias, de R$ 190 bilhões, cuja boa parte foi direcionada para este tipo de consumo.
 
Dado o cenário atual, a Entidade entende que que esses setores não se recuperem tão rápido: na verdade, a tendência que as concessionárias de veículos, o varejo não essencial e os serviços não revertam essas perdas neste ano, mesmo com um possível crescimento daqui em diante. O problema é que, como muitas dessas empresas são pequenas, há uma forte possibilidade de que elas não sobrevivam a mais um ano com a mesma turbulência econômica.
 
Retomada lenta em 2021
O estudo da FecomercioSP mostra, por outro lado, que a melhora do cenário vai ajudar na retomada tímida de setores importantes da economia brasileira, como os serviços, com projeção de crescerem 2%, e das lojas de veículos, com alta de 5% no faturamento. Não significa, no entanto, que vão recuperar as perdas do ano passado, quando caíram 11,7% e 11,5%, respectivamente.
 
Mesma situação do varejo essencial que, depois de cair 10,3% em 2020, vai faturar 2% a mais em 2021: um sinal pequeno de retomada que, na verdade, não será suficiente para recompor o que foi perdido no ano passado.
 
Como atravessar a crise?
Em todo o País, o contingente de pessoas trabalhando diminuiu em 1 milhão ao longo de 2020 – de 8,7 milhões de pessoas para 7,7 milhões –, resultado do fechamento de cerca de 200 mil empresas durante o ano passado, segundo estudo da FecomercioSP.
 
Resultado direto das perdas contabilizadas no levantamento, ela exige que algumas medidas sejam tomadas pelo Poder Público. A Federação tem atuado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em torno de linhas de crédito com taxas, carências e parcelamentos condizentes com a situação delicada que micros e pequenas empresas vivem no contexto atual. Um modelo que pode ser seguido, inclusive, é o do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
 
Em 2020, o dinheiro disponibilizado pelo governo federal por meio de programas como esse – além das taxas, carências, tipos de parcelamento e prazos oferecidos às micros e às pequenas empresas – foi fundamental para evitar uma crise ainda maior entre as empresas de menor porte. Não à toa, a FecomercioSP tem pleiteado, em paralelo, que o programa se torne permanente, e não apenas uma medida pontual no contexto da pandemia.
 
Outro pedido é que o governo crie um auxílio emergencial correspondente a quatro parcelas, cada uma equivalente a 10% do faturamento mensal médio verificado no ano passado. Além disso, a Entidade ainda segue solicitando que os tributos das três instâncias estatais, vencidos em abril até junho deste ano, sejam consolidados com carência estabelecida de seis meses e possibilidade de parcelamento em até 60 vezes.
 
São posturas como essas que vão dar fôlego para as empresas atravessarem o período crítico atual e terem condições de protagonizar a retomada que o País precisa.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

PEQUIM - Os futuros do vergalhão de aço na China recuaram nesta segunda-feira, na terceira sessão consecutiva de queda após os preços terem saltado para máximas histórias na semana passada, levando reguladores a aumentar fiscalizações.

Dados nesta segunda-feira também mostraram uma produção mensal de aço bruto recorde na China em abril, apesar dos esforços do governo para incentivar cortes de produção.

Os preços do aço em alta forçaram algumas empresas de construção a desacelerar compras de metais, enquanto algumas exportadoras, impactadas pelos preços de commodities em elevação, tiveram que passar os maiores custos para os consumidores.

Reguladores em Xangai e no pólo siderúrgico de Tangshan alertaram na sexta-feira usinas locais contra a manipulação de preços, conluio ou outras irregularidades que possam atrapalhar a ordem do mercado, o que espera-se que ajude a manter os preços sob controle.

O vergalhão de aço mais negociado na Bolsa de Futuros de Xangai, para entrega em outubro, caiu 2,9%, para 5.596 iuanes (869,32 dólares) a tonelada no fechamento. Isso se compara a um fechamento recorde de 6.171 iuanes na última quarta-feira.

As bobinas laminadas a quente, usadas no setor de manufatura, também caíram 5,1%, para 5.949 iuanes por tonelada, após fechamento recorde de 6.683 iuanes na quarta-feira.

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A Fitch Ratings disse em uma nota que espera "o rali no preço do aço da China desacelere nas próximas semanas, à medida que o verão se aproxima, já que a temporada tende a apresentar menor demanda downstream devido às atividades de construção mais moderadas".

Mas a agência acrescentou que os altos preços do minério de ferro e novas restrições ambientais podem manter os preços do aço elevados.

Os futuros de minério de ferro de referência na bolsa de Dalian com entrega em setembro, por sua vez, subiram 0,9%, para 1.198 iuanes por tonelada.

 

 

*Por Min Zhang e Shivani Singh / REUTERS

BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (17) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Com a retirada, a Caixa conclui o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. A segunda rodada começou a ser depositada ontem (16) para os trabalhadores e inscritos no CadÚnico nascidos em janeiro.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

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O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial. - Divulgação/Caixa Econômica Federal

 

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

 



* Colaborou Andreia Verdélio

*Por Wellton Máximo* - Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 2.372 da Mega-Sena sorteadas na noite de sábado (15) no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo..

Segundo a Caixa Econômica Federal, o prêmio ficou acumulado, e a estimativa para o próximo concurso é de uma bolada de R$ 40 milhões. O sorteio será na quarta-feira (19).

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A quina teve 128 acertadores, cabendo a cada um o prêmio de R$ 28.213,14. A quadra teve 7.636 apostas ganhadoras, cabendo a cada uma o prêmio de R$ 675,61.

As apostas da Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.

NÚMEROS SORTEADOS FORAM:

03-19-25-44-46-57

 

 

*Por Agência Brasil

LONDRES - O banco Santander anunciou no sábado (15) a seus clientes no Reino Unido que houve um problema técnico afetando seus serviços e impedindo que pessoas saquem dinheiro de alguns de seus caixas eletrônicos ou acessem suas contas online.

A instituição tem 14 milhões de clientes no Reino Unido e disse em um comunicado no Twitter que está trabalhando duro para solucionar o problema. "Lamentamos muito o inconveniente", disse o banco.

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"O acesso pode ser feito nos caixas eletrônicos de outros bancos e nas lojas dos correios", acrescentou.

 

 

*Reportagem de Sarah Young / REUTERS

SÃO PAULO/SP - O preço médio do diesel comum nos postos de combustíveis do Brasil avançou 5,17% no início de maio em comparação com o valor registrado ao final de abril, disse nesta sexta-feira a Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil.

Segundo o índice de preços da companhia, o combustível mais utilizado do país atingiu média de 4,679 reais por litro no período, revertendo cenário de queda que havia apresentado no mês passado, quando recuou 0,84% ante fim de março.

O diesel tipo S-10, por sua vez, subiu 5,42%, para 4,740 reais o litro, acrescentou a Ticket Log.

"Em abril, ambos os combustíveis haviam apresentado recuo nos preços, tanto no cenário nacional como nos regionais. A redução interrompeu uma sequência de cinco altas consecutivas até março", disse em nota o chefe de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

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"Mas agora, tanto o diesel comum quanto o diesel S-10, com os aumentos acima de 5% em relação ao fechamento do último mês, apresentam preços por litro maiores que os apresentados em março", acrescentou.

A alta vista até este momento de maio coincide com o período em que deixou de vigorar uma medida do governo federal que isentava o óleo diesel da incidência de PIS/Cofins. O corte tributário, anunciado no início de março pelo presidente Jair Bolsonaro para tentar conter a escalada do preço do combustível, teve validade de dois meses.

Ainda de acordo com a Ticket Log, o valor do diesel subiu em todas as regiões do país no início de maio. Os postos do Sul, ainda que tenham os preços médios mais baratos do Brasil, apresentaram a maior alta no período, de 7,04% no diesel comum e de 7,41% do S-10.

Já o Norte, onde os postos comercializaram os combustíveis pelos valores médios mais altos, a taxa de aumento foi a menor do país, atingindo 3,41% para o diesel comum e 4,10% para o S-10, acrescentou a companhia. O Amapá foi o único Estado com recuo nos valores do diesel comum no intervalo analisado.

O levantamento da Ticket Log tem como base abastecimentos realizados por 1 milhão de veículos administrados pela marca em 18 mil postos credenciados.

 

 

 

*Por Gabriel Araujo; Edição de Luciano Costa / REUTERS

WASHINGTON - O governo Joe Biden está avaliando preocupações com a escassez de commodities e inflação ao revisar a política de tarifas comerciais, disse nesta sexta-feira a principal economista da Casa Branca.

A forte demanda por bens de consumo e outros produtos em uma economia norte-americana ainda marcada pela pandemia do coronavírus levou à escassez de commodities, desde madeira a chips de computador.

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Questionada se a redução de tarifas ajudará a resolver a menor oferta e a inflação, Cecilia Rouse, presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, disse a repórteres em coletiva de imprensa nesta sexta-feira que "nossos representantes comerciais estão analisando todos esses fatores".

Um porta-voz da representante comercial dos EUA, Katherine Tai, não respondeu a um pedido de comentário.

Como resultado, a forte demanda por commodities e preços mais elevados estão entre os fatores que alimentam o receio acerca da inflação.

Os Estados Unidos são o maior importador mundial de bens, com cerca de 2,5 trilhões de dólares em compras em 2019, e qualquer redução de tarifas para aliviar a escassez e os preços altos poderia ter repercussões generalizadas.

Os EUA cobraram tarifas médias de 19,3% sobre importações da China e 3% sobre as do restante do mundo, de acordo com o Peterson Institute for International Economics.

 

 

*Por Trevor Hunnicutt / REUTERS

No primeiro mês pandêmico no Brasil, março de 2020, setor viu receitas caírem 22,3%; na comparação com o mesmo mês de 2019, retração é de mais de um terço

 
SÃO PAULO/SP
- O último mês do verão, quando muitas pessoas ainda estariam viajando pelo País, seguiu sendo ruim para o turismo brasileiro, como já era a tônica: segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), março foi de queda de 17,6% no faturamento em relação ao mesmo mês de 2020 – quando, já impactado pela chegada do covid-19 ao País, o setor caiu 22,3%.
 
Uma outra comparação ajuda a compreender melhor a crise do turismo: o faturamento de R$ 8,82 bilhões de março de 2021 foi mais de um terço menor (36%) do que aquele registrado há dois anos, em março de 2019 – no último ano sem pandemia. Em outras palavras, o setor perdeu um terço do tamanho agora, em relação àquele contexto pré-pandêmico.
 
O número aumenta também o prejuízo do turismo nacional durante a pandemia, que já é R$ 67,7 bilhões entre março de 2020 e o mesmo mês deste ano. Isso significa que, em meio à crise, o setor perdeu mais de um terço do seu tamanho (-38,1%). No acumulado de 2021, a retração também é expressiva: -26,5%.
 
Para a Federação, estes dados indicam um quadro complexo, em que o turismo não consegue encontrar caminhos para iniciar uma recuperação. Considerando a baixa expressiva no faturamento de março do ano passado, quando as pessoas entravam em quarentena, a queda de agora é ainda mais negativa, porque aponta que as atividades turísticas estão piores agora até mesmo do que naquele primeiro momento da crise.

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Aviação civil puxa prejuízo
Como tem sido desde o início, a retração mais expressiva foi registrada na aviação civil, que encolheu 38,4% em março. O segmento tem experimentado um cenário de baixa demanda e, consequentemente, de baixa na oferta de assentos.
 
O grupo de alimentação e alojamento (hotéis e pousadas), também muito impactado pelas medidas de restrição de circulação, faturaram 20,1% a menos em março deste ano do que naquele mesmo mês de 2020, quando muita gente estava cancelando viagens por causa da pandemia.
 
Já as atividades culturais, esportivas e de recreação, tão importantes para o turismo, caíram 19,1% em março, enquanto locadoras de veículos, agências e operadoras turísticas tiveram recuo de 3,5%. De acordo com o Conselho de Turismo (CT) da FecomercioSP, as empresas que alugam carros estão conseguindo remodelar o perfil de negócios, ampliando contratos de assinatura e ampliando-os para outros segmentos. Já as agências, ao contrário, estão no patamar mínimo de demanda.
 
Dois segmentos cresceram em março, na contramão das quedas: os transportes terrestres (4,8%), como empresas de viagens interestaduais, intermunicipais e internacionais – beneficiadas pela queda da demanda a aviação civil – e o aquaviário (3%), que, por ter uma participação pequena na composição do faturamento do setor, é um resultado praticamente nulo.
 
Para a FecomercioSP, é só com a vacinação da população que o setor terá alguma previsibilidade – imprescindível para os turistas, que precisam se programar a longo prazo para empreender as viagens.
 
Nota metodológica
O estudo é baseado nas informações da Pesquisa Anual de Serviços com dados atualizados com as variações da Pesquisa Mensal de Serviços, ambas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números são atualizados mensalmente pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e foram escolhidas as atividades que têm relação total ou parcial com o turismo. Para as que têm relação parcial, foram utilizados dados de emprego ou de entidades específicas para realizar uma aproximação da participação do turismo no total.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

XANGAI - As ações da China avançaram nesta sexta-feira e terminaram a semana com ganhos, impulsionadas por empresas financeiras e de saúde, liderando um rali nos mercados asiáticos conforme autoridades do banco central norte-americano aliviarem temores de inflação.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 2,36%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,77%.

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Na semana, o CSI300 terminou com ganho de 2,3%, enquanto o SSEC subiu 2,1%.

Liderando os ganhos nesta sexta-feira, o índice do setor financeiro do CSI300 e o de saúde subiram respectivamente 3,3% e 2,4%.

"Os investidores buscaram barganhas conforme o índice de blue-chips CSI300 se aproxima de um nível importante de suporte desde meados de março, enquanto os ganhos nos mercados externos também fornecem algum alívio", disse Zheng Zichun, analista da AVIC Securities.

  • . Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 2,32%, a 28.084 pontos.
  • . Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,11%, a 28.027 pontos.
  • . Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,77%, a 3.490 pontos.
  • . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,36%, a 5.110 pontos.
  • . Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,00%, a 3.153 pontos.
  • . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,00%, a 15.827 pontos.
  • . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 2,18%, a 3.055 pontos.
  • . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,45%, a 7.014 pontos.

 

 

 

*Reportagem de Luoyan Liu e Andrew Galbraith / REUTERS

BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar, a partir de hoje (14), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 28 de abril.

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Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

 

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial. - Divulgação/Caixa Econômica Federal

 

Como será o pagamento

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo.

É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

 

 

Colaborou Andreia Verdélio

Por Welton Máximo - Repórter da Agência Brasil *

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