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PAULÍNIA/SP - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (18) a exploração de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial. Durante visita à Refinaria de Paulínia (Replan), no interior paulista, Lula destacou que a atividade deverá ser feita com responsabilidade para evitar problemas ambientais.

"Ninguém tem mais cuidado com a Amazônia do que nós [do governo]”, disse. 

Para Lula, a exploração também é importante por uma questão de soberania nacional e para evitar que essa área seja invadida por outros países. 

“Daqui a pouco o Trump [presidente dos Estados Unidos] acha que é dele e vai lá. Ele [Trump] achou que o Canadá era dele, ele achou que a Groenlândia era dele. Ele achou que o Golfo do México era dele. Quem garante que ele não vá dizer que a Margem Equatorial é dele também? Então nós vamos ocupar e explorar petróleo com a maior responsabilidade para fazer com que esse dinheiro possa ser revertido para garantir o futuro desse país”, declarou.

A Petrobras obteve, no ano passado, a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para iniciar a operação de pesquisa exploratória na Margem Equatorial. A região, localizada no norte do país, é apontada como novo pré-sal devido ao seu potencial petrolífero.

 

18.05.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às instalações da Refinaria de Paulínia (Replan), na Rodovia SP 332, Km 130 – Bonfim, Paulínia - SP.

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Presidente Lula durante visita às instalações da Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo Foto: Ricardo Stuckert / PR

Críticas à privatização

Em seu discurso em Paulínia (SP), Lula também criticou as privatizações da BR Distribuidora, em 2019, e da Liquigás, em 2020. Para ele, essas vendas foram uma tentativa de acabar com a Petrobras.

“A BR foi privatizada porque os sonhos que eles tinham de privatizar a Petrobras seriam altamente recusados pelo povo, então eles resolveram vender os pedacinhos. É que nem aquele rolo de mortadela grande que se vê pendurado na padaria. Vende 100 gramas hoje, 200 gramas amanhã. Chega um dia, o rolo desaparece. O que eles queriam fazer com a Petrobras era isso”, falou o presidente. 

Para o presidente, a Petrobras precisa ser encarada como um patrimônio brasileiro e não deve ser privatizada. Segundo Lula, se a Petrobras já fosse uma empresa privada, os brasileiros iriam sentir ainda mais no bolso o peso da Guerra no Oriente Médio.

“A Petrobras está ganhando mais dinheiro exportando petróleo e o petróleo subiu por causa da Guerra do Irã. Então, esse dinheiro a mais que a Petrobras está ganhando, estamos cobrando do imposto da exportação do petróleo para que a gente possa subsidiar o preço do diesel e da gasolina para não sobrar no bolso do brasileiro e no [bolso do] motorista de caminhão ou de carro. Estamos tirando dinheiro do Orçamento do governo para não permitir que esse prejuízo chegue ao povo brasileiro porque ele não tem culpa da guerra do Irã. A guerra do Irã é culpa do Trump”, afirmou o presidente.

 

Investimentos da Petrobras

Lula esteve no interior paulista para visitar a Refinaria de Paulínia (Replan), a maior do país, e acompanhou o anúncio de R$ 37 bilhões de investimentos da Petrobras no estado de São Paulo até 2030.

Segundo a Petrobras, esses recursos serão destinados ao fortalecimento do refino e biorrefino, logística, exploração e produção, descarbonização e geração de energia sustentável e devem gerar 38 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

Cerca de R$ 6 bilhões desse valor serão aplicados na Replan, que é a responsável pelo abastecimento de mais de 30% do território brasileiro e que tem capacidade atual de 434 mil barris de petróleo por dia. Com o projeto de ampliação do processamento, o volume deve subir para 459 mil barris por dia. 

“E nessa Replan estamos andando, a passos largos, para até o final do ano, fazer combustível de aviação com até 5% de renováveis”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

Segundo ela, a empresa está destinando recursos para melhorar a produção do Campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, que é um campo de gás. Magda também declarou que a Petrobras pretende anunciar, em breve, a viabilidade comercial de uma nova descoberta no bloco Aram, no pré-sal da Bacia de ‌Santos. 

“Já é uma reserva e já já vamos declarar a sua comercialidade, interligando o primeiro poço de Aram a produzir deste pré-sal e de mais um pré-sal aqui do estado de São Paulo. Vamos ter dois poços a produzir em mais um pré-sal aqui no estado de São Paulo”, disse. 

A presidente da Petrobras destacou ainda a participação da empresa na segurança energética do país, principalmente neste momento de conflitos externos. 

“A Petrobras é responsável pelo abastecimento de 75% do diesel do território nacional. Mas temos projetos para chegar a 85%. E, no âmbito dessa discussão sobre segurança energética, nos perguntamos por que não 100%. E nos comprometemos, junto ao presidente Lula, a sermos autossuficientes em diesel até 2030 neste país”, falou a presidente da Petrobras.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou nesta sexta-feira (15) na capital paulista, que o banco já renegociou R$ 820 milhões em dívidas do novo Desenrola Brasil.

O programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal LINK 1  e busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores a renegociar dívidas, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito. 

A nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos.

Nesta semana, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia informado que o programa Desenrola 2.0 estava perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados.

Em entrevista coletiva concedida nesta manhã para apresentação do balanço trimestral do banco, Vieira destacou que ainda há um “gap” para o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no programa, ou seja, o fundo ainda não vem sendo utilizado nessas negociações com a Caixa. Mas, segundo a diretoria do banco, o uso do fundo para essa finalidade deverá ser iniciado em breve, a partir do dia 25 de maio.

Ataques cibernéticos

Ao anunciar o balanço da instituição, Vieira disse que o banco teve um prejuízo no ano passado de cerca R$ 20 milhões com o aplicativo Caixa Tem, segundo ele provocado por fraudes relacionadas a ataques cibernéticos.

Por causa disso, informou, o banco vem reforçando os investimentos em tecnologia. Só neste ano, a expectativa é de que esses investimentos somem R$ 5,9 bilhões. 

“Nós estamos agora com praticamente zero de ataques no Caixa Tem”, disse Vieira.

Inadimplência

A Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, queda de 34,4% em relação ao mesmo período do ano passado. 

O resultado, que consta no balanço divulgado na noite de quinta-feira (14), foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período, em meio às novas regras regulatórias do Banco Central (BC) para cobertura de risco de inadimplência.

Apesar da queda no lucro, a Caixa manteve crescimento da carteira de crédito, puxado principalmente pelo financiamento imobiliário, segmento no qual o banco segue líder no país. A carteira de crédito totalizou R$ 1,4 trilhão.

A inadimplência encerrou o trimestre em 3,71%. Segundo a diretoria do banco, embora a Caixa esteja tranquila quanto aos níveis de inadimplência para as carteiras de crédito imobiliário e comercial pessoa física e pessoa jurídica, o setor do agro ainda traz alguma cautela e preocupação.

"Nós temos uma expectativa de que, ainda este ano, tenhamos impactos na nossa ‌provisão relacionados ao agro", ‌disse Henriete Sartori, vice-presidente de Riscos da Caixa. 

"O cenário não é simples, mas nós já percebemos um arrefecimento da curva de crescimento [da inadimplência]”, completou.

Atualmente, disse Sartori, o agro representa 5% da carteira total da Caixa.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Com 96.447 vínculos formais e rendimento médio de R$ 5.028, cidade supera indicadores do estado, do Sudeste e do Brasil; empresas são orientadas a usar dados do mercado de trabalho na tomada de decisão

 

SÃO CARLOS/SP - São Carlos encerrou 2025 com um mercado de trabalho formal mais robusto do que a média paulista, regional e nacional. É o que aponta o Informativo Econômico divulgado nesta sexta-feira (15) pela Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), com base nos dados mais recentes do Ministério do Trabalho.

Segundo o levantamento, a cidade contava com 96.447 vínculos formais em dezembro do ano passado — sendo 88.481 celetistas (91,7%) e 7.966 estatutários (8,3%). O rendimento médio apurado no período foi de R$ 5.028, valor superior ao registrado no estado de São Paulo (R$ 5.003), na região Sudeste (R$ 4.670) e no Brasil (R$ 4.437).

Para a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, os números confirmam o que o empresariado local já sente no dia a dia. "São Carlos tem uma economia diversificada, ancorada na indústria de alta tecnologia, no comércio e nos serviços, e isso se reflete diretamente na qualidade dos empregos gerados. Ter uma renda média superior à do estado de São Paulo não é um dado trivial — significa que nossa cidade remunera melhor, atrai talentos e mantém o consumo aquecido. Para o empresário, isso é um sinal concreto de que vale investir aqui", afirma.

O levantamento também identificou 19.110 estabelecimentos com potencial de gerar empregos formais em São Carlos. Desses, 8.117 já possuem ao menos um contrato com carteira assinada, enquanto 10.993 figuram cadastrados, mas registram zero vínculos formais ativos — um universo que representa tanto desafio quanto oportunidade de formalização.

Perfil dos trabalhadores

Os dados revelam um mercado de trabalho composto majoritariamente por adultos em idade economicamente ativa: as faixas de 30 a 39 anos e de 40 a 49 anos somaram juntas 49.215 trabalhadores, correspondendo a mais da metade do total de ocupados. A faixa de 50 a 59 anos aparece em terceiro lugar, com 15.566 pessoas, seguida pelo grupo de 25 a 29 anos, com 12.047. Jovens de até 24 anos somaram 12.692 contratos, enquanto trabalhadores com 60 anos ou mais representavam 6.927.

Em relação ao gênero, 54,56% dos ocupados formalmente eram homens (52.620) e 45,44% mulheres (43.827).

O grau de instrução também se destaca: 48,2% dos trabalhadores com vínculo formal concluíram o ensino médio, e 30,2% têm ensino superior completo — um dos fatores que, segundo o informativo, sustenta a produtividade local.

O economista do Núcleo Econômico da ACISC, Elton Casagrande, chama atenção para a combinação entre renda e escolaridade como diferencial competitivo da cidade. "Quando cruzamos o rendimento médio acima da média estadual com um grau de instrução elevado — quase um terço dos ocupados com ensino superior completo —, encontramos as condições clássicas para ganhos de produtividade sustentados. São Carlos não cresce apenas em volume de empregos; cresce em qualidade. E isso tem impacto direto na capacidade de atração de investimentos, na inovação e na geração de riqueza para toda a cadeia produtiva local", analisa.

Casagrande acrescenta que os dados precisam ser incorporados à rotina de decisão das empresas. "O empresário que acompanha o comportamento do mercado de trabalho toma decisões melhores — seja na hora de ampliar o estoque, renegociar prazos com clientes ou decidir se é o momento de contratar. Esse tipo de informação não é exclusividade de grandes corporações. É exatamente para isso que a ACISC publica o informativo: democratizar o acesso à análise econômica qualificada", conclui.

Ferramenta para decisões empresariais

O informativo destaca que o monitoramento de indicadores do mercado de trabalho é um insumo estratégico para o setor privado. A ACISC orienta que os dados sejam considerados em decisões como gestão de estoques, política comercial, investimentos em ativos, estruturação de financiamentos e definição de políticas de contratação e remuneração.

A combinação de renda média elevada, mão de obra qualificada e base empresarial diversificada posiciona São Carlos, segundo a entidade, com os elementos necessários para sustentar crescimento econômico consistente nos próximos anos.

CUBA - O governo de Cuba atribuiu a grave crise energética enfrentada pelo país ao endurecimento das sanções impostas pelos Estados Unidos e afirmou que o embargo ao setor de petróleo agravou ainda mais os apagões registrados na ilha nos últimos meses.

A declaração foi feita nesta quarta-feira pelo ministro de Energia e Minas de Cuba, Vicente de la O Levy, em pronunciamento exibido pela televisão estatal.

Segundo o ministro, o país enfrenta atualmente um “bloqueio energético praticamente intransponível”.

“A principal causa da crise energética em Cuba é, fundamentalmente, o bloqueio energético imposto ao país”, afirmou.

Desde janeiro, o governo norte-americano vem aumentando a pressão sobre Havana, exigindo mudanças econômicas e reformas políticas mais amplas. Nesse período, Washington anunciou novas sanções e chegou até mesmo a mencionar a possibilidade de uma intervenção militar.

Entre as medidas adotadas pelos Estados Unidos está o embargo ao petróleo, que praticamente interrompeu a chegada de combustível importado à ilha. Além disso, novas sanções de caráter extraterritorial passaram a atingir empresas e operações ligadas ao abastecimento energético cubano.

“É um bloqueio energético que se soma ao embargo já existente há muitos anos e que agravou ainda mais a situação econômica e energética do país”, disse O Levy.

O ministro afirmou que, desde janeiro até poucas semanas atrás, Cuba não recebeu “um único navio de combustível”, situação que, segundo ele, explica as longas horas de apagões enfrentadas pela população.

De acordo com o governo cubano, a única exceção foi um petroleiro enviado pela Rússia em abril, transportando uma doação de 100 mil toneladas de petróleo bruto.

Segundo O Levy, a chegada da carga permitiu reduzir temporariamente os cortes de energia, inclusive em Havana.

“Houve vários dias sem interrupções no fornecimento de energia na capital”, afirmou.

Apesar disso, o ministro admitiu que a melhora durou pouco.

“Foi uma miragem temporária”, declarou, explicando que o petróleo russo já foi totalmente utilizado até o início de maio e que o sistema elétrico cubano voltou a operar sem reservas de combustível.

Atualmente, segundo ele, o país enfrenta temperaturas mais altas enquanto a rede elétrica funciona apenas com usinas termelétricas, a empresa energética Energás e parques solares fotovoltaicos.

O ministro não comentou a situação em outras regiões do país, onde os apagões vêm sendo ainda mais severos do que em Havana.

Horas antes do pronunciamento, o governo norte-americano anunciou uma nova oferta de ajuda humanitária de US$ 100 milhões para Cuba.

As autoridades cubanas, porém, insistem que a crise econômica e energética é consequência direta daquilo que classificam como “guerra econômica” promovida pelos Estados Unidos.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também se manifestou nas redes sociais.

“Apesar das brutais medidas de estrangulamento econômico e energético decretadas pelos Estados Unidos, Cuba continua de pé e não é um Estado falido”, escreveu.

Também nesta quarta-feira, o chanceler cubano Bruno Rodríguez afirmou que uma eventual ação militar norte-americana contra Cuba provocaria “uma catástrofe humanitária” e um “banho de sangue” para os dois países.

No último dia 2 de maio, o presidente Donald Trump afirmou que pretende assumir o controle de Cuba “quase imediatamente” após o fim da guerra envolvendo o Irã.

 

 

por Notícias ao Minuto

BRASÍLIA/DF - O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu adiar para 2027 a entrada em vigor da regra que impede a concessão de crédito rural subsidiado a produtores com registro de desmatamento ilegal. A medida foi aprovada em reunião extraordinária na terça-feira (12), após pressão de entidades do agronegócio por mais prazo de adaptação.

A norma determina que bancos e instituições financeiras verifiquem, antes de liberar financiamentos, se houve supressão irregular de vegetação nativa nas propriedades rurais após 31 de julho de 2019. A análise será feita com base nos dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
 

Novo calendário

A regra havia começado a valer em 1º de abril deste ano, inicialmente para imóveis maiores. Com a mudança aprovada pelo CMN, os novos prazos ficaram assim:

•    propriedades acima de 15 módulos fiscais: a partir de 4 de janeiro de 2027;

•    imóveis entre 4 e 15 módulos fiscais: a partir de 1º de julho de 2027;

•    áreas de até 4 módulos fiscais: a partir de 3 de janeiro de 2028.

Assentamentos da reforma agrária e territórios de povos e comunidades tradicionais também passarão a seguir a regra apenas em 2028, quando o Cadastro Ambiental Rural (CAR) corresponder a áreas coletivas.

Como funciona

Na prática, produtores rurais que tiverem registro de desmatamento ilegal após julho de 2019 poderão enfrentar restrições para acessar linhas de crédito com recursos controlados e juros subsidiados pelo governo federal, como operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

As instituições financeiras serão responsáveis por consultar os alertas do Prodes antes da aprovação dos financiamentos.

Pressão do agro

A mudança ocorreu após críticas de entidades do setor agropecuário, que alegavam dificuldades operacionais e insegurança jurídica na aplicação imediata da regra.

No último mês, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão das exigências ambientais vinculadas ao crédito rural.

Após a decisão do CMN, a entidade afirmou que o adiamento representa “um alívio temporário para o produtor rural brasileiro”.

Justificativa oficial

Em nota, o Ministério da Agricultura e Pecuária afirmou que o adiamento busca garantir a continuidade da concessão de crédito a produtores que estejam em conformidade com a legislação ambiental.

Segundo a pasta, a ampliação dos prazos também permitirá aperfeiçoar os procedimentos de regularização ambiental e dar mais tempo para adaptação dos produtores e dos órgãos envolvidos na fiscalização.

O Ministério da Fazenda declarou que as mudanças têm como objetivo “calibrar a aplicação da norma” e ampliar a previsibilidade da implementação.

Novos documentos

Além da prorrogação, o CMN autorizou a apresentação de novos documentos para comprovar regularidade ambiental das propriedades rurais.

Entre eles estão o Termo de Compromisso Ambiental firmado com órgãos estaduais e documentos equivalentes à Autorização de Supressão de Vegetação Nativa.

Segundo o governo, produtores que tiveram pedidos de crédito recusados durante a vigência inicial da regra poderão reapresentar as propostas de financiamento.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio), Paulo Roberto Gullo, já está em Brasília para cumprir uma importante agenda institucional na Câmara dos Deputados, em reuniões organizadas pela FecomercioSP.

Antes dos compromissos oficiais, Paulo Roberto Gullo encontrou no Aeroporto Internacional de Brasília a deputada federal Adriana Ventura.

As reuniões em Brasília têm como foco principal as discussões envolvendo a possível redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, temas que vêm sendo debatidos no Congresso Nacional e que geram preocupação entre representantes do setor produtivo.

Segundo a FecomercioSP, o debate sobre qualidade de vida e relações de trabalho é considerado importante, porém a entidade defende que as mudanças precisam levar em consideração os impactos econômicos e operacionais para empresas, trabalhadores e toda a cadeia produtiva.

Entre os principais pontos apresentados pela entidade estão o aumento imediato do custo da hora trabalhada e o impacto estimado de até R$ 158 bilhões nas folhas de pagamento em um eventual cenário de jornada reduzida para 40 horas semanais.

A federação também demonstra preocupação com possíveis efeitos no mercado de trabalho, como aumento da informalidade e redução na geração de empregos, especialmente em segmentos mais sensíveis da economia.

Outro ponto defendido pela FecomercioSP é a necessidade de que eventuais mudanças sejam discutidas por meio de negociação coletiva entre sindicatos patronais e laborais, além da adoção de medidas específicas para proteger micro e pequenas empresas.

A entidade ainda ressalta a importância da preservação da competitividade dos setores de comércio, serviços e turismo, considerados fundamentais para a economia paulista e nacional.

O Sincomercio São Carlos informou que acompanha de perto os debates em Brasília por entender que as decisões podem impactar diretamente empresários, trabalhadores e o desenvolvimento econômico regional.

BRASÍLIA/DF - Os bancos que aderiram ao novo Desenrola Brasil terão até 30 dias para retirar dos cadastros de inadimplência os registros de dívidas originais de até R$ 100. A exigência faz parte das condições estabelecidas pelo governo federal para participação das instituições financeiras no programa de renegociação.

Segundo o Ministério da Fazenda, a baixa deverá ser feita de forma permanente junto aos birôs de crédito. A expectativa do governo é que mais de 1 milhão de pessoas sejam beneficiadas pela medida, a depender da adesão dos bancos ao programa.

A regra para dívidas renegociadas acima de R$ 100 é diferente. Nesses casos, o nome do consumidor deixa os cadastros de inadimplência apenas após o pagamento da primeira parcela do novo acordo, e não no momento da renegociação. Depois da formalização do acordo, o consumidor terá prazo de até 35 dias para quitar a primeira parcela.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), os registros de dívidas de até R$ 100 estão espalhados entre sistemas das próprias instituições financeiras e dos birôs de crédito, sem uma base centralizada.

"Embora a implementação da desnegativação dessas dívidas envolva rotinas internas, sistemas e fluxos operacionais próprios de cada instituição financeira, o programa estabelece diretrizes e requisitos comuns a todos os participantes, os quais foram detalhados e complementados por atos normativos do Ministério da Fazenda", diz a entidade.

A Febraban afirma ainda que está apoiando as instituições nos esclarecimentos técnicos para a correta implementação do programa.

Em respostas enviadas à Folha, Bradesco, Itaú, C6 Bank e Nubank afirmaram que, nos casos de dívidas acima de R$ 100 renegociadas no programa, a retirada do nome dos cadastros de inadimplência ocorre após o pagamento da primeira parcela, como prevê a medida provisória. O Nubank disse ainda que a desnegativação é feita automaticamente, sem necessidade de solicitação por parte do cliente.

DESENROLA BRASIL

O programa de renegociação voltado a famílias endividadas conta com descontos que variam de acordo com o tipo de dívida e o tempo de inadimplência. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na média, os descontos podem chegar a cerca de 65%, mas há variações relevantes entre as modalidades.

Para dívidas de cartão de crédito rotativo e cheque especial, os descontos previstos vão de 40% a 90%. Já no caso do CDC (Crédito Direto ao Consumidor), os abatimentos ficam entre 30% e 80%.

Após o desconto negociado, os débitos poderão ser parcelados em até quatro anos, com juros de até 1,99% ao mês e prazo de até 35 dias para o pagamento da primeira parcela. A renegociação será feita diretamente com os bancos.

Podem ser renegociados até R$ 15 mil por pessoa (após descontos), por instituição financeira, com garantia do FGO (Fundo de Garantia de Operações).

O Desenrola contempla brasileiros com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105), que deverão procurar os canais oficiais dos bancos para aderir à renegociação. Para as famílias que aderirem, está previsto o bloqueio do CPF em casas de apostas por 12 meses.

 

 

 por Folhapress

BRASÍLIA/DF - A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no Boletim Focus de segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.

Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.

O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.

Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.

No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Maior empresa de criptomoedas no mundo, a Tether cobra o Banco Master na Justiça paulista o pagamento de um empréstimo de US$ 300 milhões que fez a uma holding ligada à instituição financeira em março do ano passado.

A multinacional, conhecida por criar uma das versões do dólar digital, o USDT, cobra do Master R$ 1,64 bilhão (US$ 327,4 milhões), considerando os juros anuais e moratórios que somam 13,87%. O caso foi revelado pelo jornal o Estado de S.Paulo e confirmado pela Folha de S.Paulo.

A dívida venceria em março deste ano, mas teve seu prazo de pagamento antecipado por cláusulas contratuais acionadas quando o banco de Daniel Vorcaro teve sua nota de crédito rebaixada no ano passado. A Tether pede a penhora de uma conta que era destino do pagamento de empréstimos consignados para servidores públicos, usada como garantia do negócio, e a localização de demais bens do Master para liquidação do débito.

Procurada, a defesa de Daniel Vorcaro, presidente e controlador do Master na época do negócio, disse que não irá comentar o caso. A Tether afirma que o calote desde setembro não afeta a liquidez de suas criptomoedas, que são lastreadas em ativos reais como o dólar, o euro e ouro.

Documentos anexados aos autos mostram que o Master reconheceu a dívida em uma corte de arbitragem de Londres. A Tether alega ainda que não sabia das operações policiais que estavam em curso contra o banco, que foram anunciadas apenas em novembro.

Com o pedido, a Tether também tenta furar a fila de credores do Master, estabelecida desde a liquidação, que prioriza créditos trabalhistas e tributários. Uma estimativa recente do Fundo Garantidor de Créditos aponta que o Master consumiu cerca de R$ 50 bilhões.

O gigante das criptomoedas, sediado em El Salvador, alega que seu contrato de empréstimo foi firmado com uma empresa de fora do conglomerado bancário do Master, a Titan Holding, uma companhia que Vorcaro abriu nas Ilhas Cayman e depois repassou para outros diretores do Master. O trato envolveu ativos no Brasil como garantia, e a Tether pede que a Justiça desconsidere esses ativos como patrimônio do Master no cumprimento de dívidas com outras instituições.

O Master garantiu o empréstimo com a multinacional com cédulas de créditos bancários decorrentes de empréstimos consignados de servidores públicos da linha Credcesta, então operadas pelo próprio banco. Os valores caem mensalmente em uma conta no Master, segundo o contrato firmado com a Tether.

A Titan recebeu o empréstimo em duas parcelas: US$ 100 milhões em 28 de março de 2025 e US$ 200 milhões em 1º de abril do mesmo ano. Em agosto, suas empresas deixaram de pagar a rolagem mensal da dívida -o valor principal tampouco foi quitado.

O empréstimo deveria ser pago, com valor acrescido de juros anuais de 11,78%, no prazo de um ano, que se esgotaria em março. A multinacional argumenta, no entanto, que uma cláusula de vencimento antecipado foi acionada quando a agência de avaliação de risco Fitch rebaixou a nota do Master devido ao veto a compra do banco de Vorcaro pelo BRB (Banco de Brasília).

O contrato ainda determinava o vencimento antecipado da dívida em outras situações, como o não pagamento de qualquer valor no vencimento e eventos relacionados à situação do Banco Master, entre eles a suspensão de suas atividades, a perda da autorização do Banco Central para operar como instituição financeira, o descumprimento de requisitos regulatórios de capital ou sua liquidação extrajudicial. Todos os eventos aconteceram desde que a Polícia Federal anunciou investigações contra o Master em novembro.

O Master mantinha negócios com empresas de criptomoedas desde que Vorcaro assumiu o controle da instituição, ainda chamada de Banco Máxima, em 2019. A chegada do ex-banqueiro mineiro à instituição alavancou as operações de câmbio da instituição financeira, que, em geral, eram voltadas a operações com criptoativos.

A operação Colossus, da Polícia Federal, mostrou que o então Banco Máxima fez remessas de US$ 531 milhões, entre dezembro de 2018 e abril de 2021, para uma empresa investigada sob a suspeita de lavar dinheiro para a facção criminosa PCC e o grupo terrorista Hezbollah.

 

 

por Folhapress

SÃO PAULO/SP - O SP Pra Toda Obra, programa do Governo de São Paulo para a modernização e ampliação do sistema viário, completa um ano com novo pacote de R$ 2 bilhões destinados à melhoria da mobilidade regional. Os anúncios foram apresentados pelo governador Tarcísio de Freitas durante balanço realizado no Palácio dos Bandeirantes. Em um ano, os investimentos chegam a R$ 144,6 bilhões e 4,3 mil obras.

O pacote inclui R$ 1 bilhão em novas obras em rodovias concedidas, R$ 540,5 milhões em vias do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), R$ 200 milhões em linha de crédito para as cidades e outros R$ 200 milhões para recapeamento liberados pela Secretaria de Governo e Relações Institucionais.

“Há um ano, lançamos o São Paulo pra Toda Obra com o objetivo de organizar os investimentos que já estavam em execução. Naquele momento, reunimos um pacote de R$ 30 bilhões, com 1,5 mil obras e 22 mil quilômetros, sem considerar projetos ainda não iniciados e algumas concessões. Hoje, esse programa cresceu: são cerca de R$ 145 bilhões em investimentos, 4,3 mil obras e 62 mil quilômetros contemplados, que vão receber melhorias como pavimentação, recuperação, manutenção, duplicação e terceira faixa. Nossa responsabilidade é gigantesca, porque somos a melhor infraestrutura do Brasil. Vamos perpetuar esse legado”, afirmou Tarcísio de Freitas.

“A conjunção de esforços em um planejamento integrado fortalece a logística e olha para o que as pessoas precisam. Isso é desenvolvimento de verdade no estado de São Paulo: ajudar quem mais precisa, olhando para os 645 municípios, com planejamento conjunto, visão de futuro e ação no presente”, afirmou a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende.

Artesp

Além do pacote de R$ 1 bilhão, que também integra novas concessões, o evento marcou a assinatura de dois autorizos de obras. As intervenções contemplam o Rodoanel Mário Covas e o Trevo de Buri, na região de Itapeva. Essa última obra reforça medidas de segurança viária, que serão realizadas pela SPVias. As duas intervenções somam R$ 317,6 milhões em investimentos.

DER

O pacote de obras autorizadas pelo DER-SP inclui 40 intervenções em rodovias estaduais e vicinais em 45 municípios, totalizando R$ 540,5 milhões. Nas estradas vicinais, serão 24 obras para pavimentação e recuperação de 236,7 km, que beneficiam 31 municípios, com investimento de R$ 469,4 milhões. Já para as rodovias estaduais, são 16 obras para implantação de dispositivos e contenção de erosão e estabilização de taludes em 14 rodovias, beneficiando 16 municípios, com investimento de R$ 71,1 milhões.

O evento de 1 ano do SP Pra Toda Obra contou ainda com a assinatura de decreto que disciplina o reconhecimento do domínio (estado ou municípios) de trechos viários, de acordo com sua destinação. A estadualização permite ampliar a malha rodoviária paulista ao incorporar estradas municipais estratégicas ao sistema estadual, priorizando trechos essenciais para a logística e a mobilidade. Os benefícios são a melhora dos padrões de manutenção, aumento da segurança, conectividade entre municípios e a eficiência no escoamento da produção.

“Com as obras anunciadas e o projeto de Estadualização, o DER-SP irá ampliar a sua atuação, fortalecendo as estradas municipais, que funcionam para interligar a logística das cidades menores aos polos de distribuição e consumo. Mas o foco se mantém o mesmo: buscamos aumentar a segurança dos motoristas, pedestres e demais usuários, reduzindo o número de vítimas nas estradas paulistas, com cuidado crescente com as questões ambientais”, disse Sergio Codello, presidente do DER-SP.

Recapeamento e linha de crédito

O pacote anunciado nesta terça-feira inclui R$ 200 milhões disponibilizados pela Desenvolve SP por meio da Linha Emergencial de Recape, novo crédito oferecido pela agência de fomento estadual. O financiamento é voltado a municípios que precisam recuperar ruas e avenidas danificadas, especialmente após o período de chuvas.

As prefeituras terão condições facilitadas de financiamento, com prazo de até 72 meses, carência de até 12 meses e suporte técnico especializado para estruturação dos projetos até a liberação dos recursos.

Outros R$ 200 milhões serão aplicados diretamente pelo Governo do Estado no recapeamento de estradas, via convênios com 16 cidades na Grande São Paulo, no Vale do Ribeira e na região administrativa de Presidente Prudente.

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