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ÍNDIA - O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (2) que chegou a um acordo comercial com a Índia, que concordou em parar de comprar petróleo russo e comprar muito mais dos Estados Unidos e, potencialmente, da Venezuela.

"Por amizade e respeito ao primeiro-ministro Modi e, conforme seu pedido, com efeito imediato, concordamos com um acordo comercial entre os Estados Unidos e a Índia, pelo qual os Estados Unidos cobrarão uma tarifa recíproca reduzida, diminuindo-a de 25% para 18%", postou Trump em sua rede social Truth Social.

Já a Índia deve reduzir para 0% as tarifas cobradas sobre produtos norte-americanos. Além disso, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. também se comprometeu a comprar mais de US$ 500 bilhões em produtos de energia, tecnologia, agrícolas e outros dos Estados Unidos, de acordo com Trump.

"Maravilhoso falar com meu querido amigo Presidente Trump hoje (segunda-feira). Feliz que os produtos Made in India agora terão uma tarifa reduzida de 18%", declarou Modi em uma publicação na rede social X (antigo Twitter). "Muito obrigado ao Presidente Trump em nome dos 1,4 bilhão de pessoas da Índia por este maravilhoso anúncio".

Na semana passada, o governo indiano havia anunciado "a mãe de todos os acordos" ao assinar tratado com a União Europeia. Um dos objetivos seria reduzir a dependência dos EUA e da China.

O acordo surge após meses de tensas negociações comerciais entre as duas maiores democracias do mundo.

Em agosto do ano passado, Trump dobrou as tarifas sobre importações da Índia para 50% para pressionar Nova Déli a parar de comprar petróleo russo, e no início deste mês disse que a taxa poderia subir novamente se o país não reduzisse suas compras.

As compras de petróleo da Venezuela ajudariam a substituir parte do petróleo russo comprado pela Índia, o terceiro maior importador de petróleo do mundo.

A Índia depende fortemente de importações de petróleo, cobrindo cerca de 90% de suas necessidades, e a importação de petróleo russo mais barato tem ajudado a reduzir seus custos de importação desde que Moscou invadiu a Ucrânia em 2022 e as nações ocidentais impuseram sanções às suas exportações de energia.

Recentemente, a Índia começou a reduzir suas compras da Rússia. Em janeiro, elas eram de cerca de 1,2 milhão de barris por dia (bpd), e projeta-se que diminuam para cerca de 1 milhão de bpd em fevereiro e 800 mil bpd em março, de acordo com um relatório da Reuters.

Os mercados indianos foram duramente atingidos desde que as tarifas foram impostas por Washington, tornando-se o mercado com pior desempenho entre as nações emergentes em 2025, com saídas recordes de investidores estrangeiros.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Fazenda, iniciou a distribuição dos 140.053 carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), realizada pelos Correios. Apesar da entrega antecipada, o vencimento da cota única com desconto de 10% e da primeira parcela ocorre somente a partir de 12 de fevereiro de 2026, conforme calendário definido em decreto, de acordo com a localização do imóvel.

O imposto poderá ser pago à vista, com 10% de desconto, ou de forma parcelada em até 11 vezes, respeitado o valor mínimo de R$ 10,00 por parcela. Os carnês contam ainda com QR Code, que permite o pagamento diretamente pelo celular, além da opção via PIX.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento à vista, além do desconto imediato de 10%, mantêm a regularidade fiscal, condição que assegura desconto automático de 10% no IPTU do exercício seguinte. O Município também disponibiliza benefícios complementares, como o IPTU Verde, que concede até 4% de desconto para imóveis que atendam aos critérios ambientais previstos em lei.

Assim, um contribuinte que reúna todos os benefícios (adimplência, IPTU Verde e pagamento à vista) pode alcançar até 24% de desconto. A Prefeitura de São Carlos estima arrecadar R$ 208.561.637,31 com o IPTU em 2026. O valor teve apenas a correção inflacionária de 4,68% pelo IPCA, sem aumento real do imposto. Os boletos também estão disponíveis online e o vencimento das parcelas inicia em 12 de fevereiro.

O secretário municipal de Fazenda, Leonardo Orlando, destacou a política de estímulo à adimplência e a modernização dos serviços digitais. “Nosso objetivo é facilitar a vida do contribuinte, oferecendo meios digitais seguros e práticos para emissão e pagamento do IPTU. Além disso, mantemos uma política de incentivo à regularidade fiscal, que garante descontos importantes e valoriza quem cumpre suas obrigações em dia”.

A Prefeitura também disponibilizou a emissão da 2ª via dos boletos do IPTU 2026 no site oficial (saocarlos.sp.gov.br). Para isso, basta clicar no banner IPTU 2026 ou acessar o SIM Online e selecionar o ícone “2ª via do IPTU e outros débitos”. O contribuinte deve informar o número da inscrição imobiliária, constante no carnê do ano anterior, além do CPF ou CNPJ do responsável, garantindo rapidez, segurança e praticidade no acesso ao documento. 

Outras informações podem ser obtidas no site oficial da Prefeitura ou presencialmente nas unidades do SIM, na Avenida São Carlos, nº 2.137, na Vila Prado, na Rua Bernardino de Campos, 636 e no Cidade Aracy, Avenida Regit Arab, 205.

BRASÍLIA/DF - Entraram em vigor na segunda-feira (2) as novas regras de segurança do Pix definidas pelo Banco Central (BC), com foco na recuperação mais rápida dos valores transferidos de forma indevida

Foram reforçados mecanismos de combate a golpes, fraudes e casos de coerção. A principal novidade é a atualização do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que passa a permitir o acompanhamento mais eficiente do caminho do dinheiro.

Os recursos serão rastreados, mesmo quando são rapidamente transferidos para outras contas, prática comum em crimes financeiros.

Com o novo modelo, a expectativa do Banco Central é aumentar significativamente a taxa de recuperação dos valores e reduzir o sucesso das fraudes. Especialistas estimam que as mudanças podem diminuir em até 40% os golpes considerados bem-sucedidos.

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Outra frente importante é o reforço da integração entre bancos, instituições de pagamento e órgãos de segurança, além da ampliação do uso do autoatendimento nos aplicativos, o que torna a contestação mais simples e rápida para o usuário.

O BC esclarece que o MED só deve ser acionado em caso de fraude, suspeita de fraude ou erro operacional das instituições financeiras. A ferramenta não pode ser usada no caso de Pix a destinatários errados digitados pelo usuário.

Em outubro, o Banco Central havia determinado que todas as instituições financeiras oferecessem o MED por meio de um botão de contestação em seus aplicativos. A medida preparou o sistema para a adoção das novas regras.

O que muda com as novas regras do Pix

MED passa a ser obrigatório: todos os bancos e instituições de pagamento que operam o Pix devem adotar a versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução.

Rastreamento do dinheiro entre contas: a devolução não fica mais restrita à conta que recebeu inicialmente o valor. O sistema passa a rastrear transferências para contas intermediárias.

Bloqueio automático de contas suspeitas: contas com denúncia de fraude podem ser bloqueadas de forma imediata, antes mesmo da conclusão da análise.

Prazo menor para devolução: o Banco Central estima que os valores possam ser recuperados em até 11 dias após a contestação, prazo mais curto do que o praticado anteriormente.

Compartilhamento de informações entre instituições: bancos passam a trocar dados sobre o caminho do dinheiro, o que facilita o bloqueio e a restituição dos recursos.

Autoatendimento para contestação: A vítima pode solicitar a devolução diretamente pelo aplicativo do banco, sem necessidade de contato humano.

O que o correntista deve fazer em caso de golpe:

  1. O cliente deve contestar a transação o quanto antes pelos canais oficiais do banco;
  2. a instituição de origem comunica a instituição recebedora em até 30 minutos;
  3. Os recursos são bloqueados na conta do suspeito;
  4. As instituições analisam o caso;
  5. Se confirmada a fraude, o valor é devolvido;
  6. Se não houver indícios, o dinheiro é liberado ao recebedor.

Criado em 2021, o MED é um dos principais pilares de segurança do Pix. Com as novas regras, o Banco Central espera desestimular o uso recorrente de contas para crimes financeiros e ampliar a proteção dos usuários do sistema de pagamentos instantâneos.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - São Carlos encerrou o ano de 2025 com saldo positivo na geração de empregos formais. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Renda, o município registrou 1.893 novos postos de trabalho entre janeiro e dezembro. Foram 47.527 contratações contra 45.634 demissões no período.

O resultado representa um avanço importante para a economia local. Em comparação com 2024, houve um crescimento de 14% na criação de vagas. No ano anterior, o saldo havia sido de 2.868 empregos.

O setor industrial foi o grande destaque, responsável por 1.162 novos postos de trabalho, o que corresponde a mais de 61% do saldo positivo do ano. O comércio aparece em segundo lugar, com 343 vagas, seguido pelos serviços (255), agropecuária (72) e construção civil (61).

O prefeito Netto Donato comemorou os números e destacou que São Carlos está consolidando um ambiente favorável para novos investimentos. “Encerrar 2025 com saldo positivo de 1.893 empregos é motivo de orgulho para nossa cidade. Estamos criando condições para que empresas invistam e gerem oportunidades. A chegada do Covabra, que vai abrir entre 300 e 400 vagas, e o investimento do Paulistão, com 200 empregos diretos e R$ 25 milhões aplicados na cidade, mostram que São Carlos está no caminho certo para fortalecer sua economia e ampliar a oferta de trabalho para nossa população”.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, reforçou o otimismo ressaltando a importância dos resultados. “Os números confirmam que São Carlos tem potencial para atrair investimentos e gerar empregos de qualidade. A indústria foi o motor da economia em 2025 e, com os novos empreendimentos que estão chegando, temos confiança de que 2026 será ainda mais promissor”.

BRASÍLIA/DF - As contas públicas fecharam 2025 com saldo negativo, em razão, principalmente, do déficit do governo federal, que teve o crescimento das despesas maior que as receitas. O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit primário de R$ 55,021 bilhões no ano passado, que representa 0,43% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

Na comparação com 2024, houve crescimento no déficit. Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.

As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central (BC) com a consolidação dos dados de dezembro de 2025. Naquele mês, as contas públicas tiveram superávit de R$ 6,251 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

Esferas de governo

No ano passado, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 58,687 bilhões ante resultado negativo de R$ 45,364 bilhões em 2024. O montante difere do resultado divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 61,69 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

De acordo com o Tesouro, as contas do Governo Central foram pressionadas pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC). Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto. Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões.

Para reduzir o déficit das contas públicas, os governos regionais - estaduais e municipais – contribuíram com aumento no superávit, fechando 2025 em R$ 9,537 bilhões, contra resultado positivo de R$ 5,885 bilhões em 2024.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais - excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – também contribuíram para o aumento do déficit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 5,871 milhões em agosto. Houve redução, entretanto, em comparação a 2024, quando o déficit chegou a R$ 8,073 bilhões.

Despesas com juros

A despesa com juros ficou em R$ 1 trilhão no ano passado, um recorde com esses gastos, segundo o BC. Houve um aumento nominal em relação aos R$ 950,423 bilhões registrados em 2024. De acordo com o BC, entretanto, o PIB nominal cresceu mais rápido do que a despesa com juros. Em 2025, os gastos com juros foram de 7,91% do PIB, enquanto em 2024 chegaram a 8,07% do PIB.

Não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, especialmente negativas, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês. Além disso, houve aumento da taxa básica de juros, a Selic, no período, que é um dos indexadores da conta. A Selic está em 15% ao ano, no maior nível desde julho de 2006.

Mas, no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, no caso de 2025, contribuíram para a melhora da conta de juros. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.

No ano passado, as operações de swap tiveram ganhos de R$ 105,9 bilhões, reduzindo a conta de juros. Já em 2024, houve R$ 115,9 bilhões em perdas com swaps, que aumentaram a conta de juros.

Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – subiu na comparação interanual. Em 2025, o déficit nominal ficou em R$ 1,062 trilhão contra o resultado negativo de R$ 997,976 bilhões em 2024.

O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público - balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 8,311 trilhões em 2025, o que corresponde a 65,3% do PIB, o maior percentual da séria histórica. No ano anterior, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,3% (R$ 7,220 trilhões).

O crescimento se deve, em especial, ao déficit nominal do mês, aos juros nominais apropriados e à apreciação cambial de 11,1% no ano. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.

Em 2025, a dívida bruta do governo geral (DBGG) - que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 10,017 trilhões ou 78,7%, com aumento em relação ao ano anterior - R$ 8,984 trilhões ou 76,3% do PIB. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - A proposta de redução da jornada de trabalho vem ganhando espaço no debate público, mas especialistas alertam para os possíveis impactos negativos sobre o funcionamento do mercado de trabalho e sobre a economia como um todo. A avaliação é de que mudanças desse porte exigem análise criteriosa, especialmente em setores que dependem fortemente da força de trabalho para manter seus níveis de operação.

Em entrevista à CNN, o assessor econômico da FecomercioSP, Fabio Pina, destacou que a diminuição da carga horária torna difícil sustentar o atual volume de produção de bens e serviços. Segundo ele, com menos horas trabalhadas, empresas tendem a enfrentar queda na produtividade, o que afeta diretamente a capacidade operacional.

Na prática, a redução da jornada pode resultar em menor oferta de produtos e serviços, gerando efeitos em cadeia que se estendem por toda a economia. O impacto não se limita às empresas, mas alcança fornecedores, consumidores e o nível geral de atividade econômica.

Fabio Pina também chama atenção para consequências indiretas da medida, como o risco de demissões, a diminuição de novas contratações e a pressão inflacionária, caso as empresas repassem custos mais elevados aos preços finais.

Para o economista, o debate ainda carece de uma análise mais profunda sobre os efeitos no Comércio e nos Serviços, setores responsáveis por grande parte dos empregos no país. “Estamos discutindo a redução da jornada sem considerar os impactos econômicos e a capacidade do mercado de absorver uma mudança tão radical”, afirma.

SÃO PAULO/SP - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como “inflação do aluguel”, começou 2026 com alta de 0,41%. O resultado volta ao campo positivo depois de ter apresentado queda de 0,01% em dezembro.

No entanto, no acumulado de 12 meses, o indicador recua 0,91%, marcando o terceiro mês seguido de retração nas janelas de um ano. Em janeiro de 2025, quando o IGP-M subiu 0,27%, o acumulado chegava a 6,75%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

O IGP-M é chamado de inflação do aluguel porque o resultado acumulado costuma ser base para cálculo de reajuste anual de contratos imobiliários. Além disso, o indexador é utilizado para reajustar algumas tarifas públicas e serviços essenciais.

 

Componentes

Os pesquisadores levam em conta três componentes para apurar o IGP-M. O de maior peso é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a inflação sentida pelos produtores e responde por 60% do IGP-M cheio.

Em janeiro, o IPA subiu 0,34%, puxado principalmente pelas altas do minério de ferro (4,47%), carne bovina (1,37%) e tomate (29,5%).

Outro componente do IGP-M é o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador. Em janeiro, o IPC subiu 0,51%. As maiores pressões de alta no bolso das famílias vieram do curso de ensino fundamental (3,83%), curso de ensino superior (3,13%) e gasolina (1,02%).

O terceiro componente medido pela FGV é o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que ficou 0,63% no mês. Dentro do INCC, o item materiais, equipamentos e serviços subiu 0,34%; e a mão de obra, 1,03%.

Aluguel vai cair?

Apesar de ser conhecido como a inflação do aluguel, o IGP-M acumulado negativo não é certeza de que os aluguéis serão reajustados para baixo. Isso acontece porque alguns contratos incluem a expressão “reajuste conforme variação positiva do IGP-M”, o que faz, na prática, que só haja reajuste se o índice for positivo.

Para chegar ao IGP-M do mês, a FGV faz coleta de preços em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. O período de levantamento foi de 21 de dezembro de 2025 a 20 de janeiro.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Companhia participa de mutirão nacional para retificação de nome civil e destaca o desenvolvimento de lideranças trans

 

SÃO PAULO/SP - No marco do Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, hoje, a Arcos Dorados, responsável pela operação do McDonald’s em 21 países da América Latina e Caribe, reforça seu compromisso com a inclusão e o impacto social ao endereçar um dos maiores desafios enfrentados por essa população no Brasil: o acesso ao trabalho digno e o reconhecimento da identidade.

Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, das quase 39 mil pessoas trans monitoradas, apenas uma em cada quatro possuía um emprego formal em 2023. Enquanto as estatísticas confirmam os obstáculos no mercado de trabalho para esse grupo, a Arcos Dorados atua para mudar essa lógica. A companhia investe no ciclo completo de inclusão, que começa na geração de oportunidades, respeito e no acolhimento, e se estende a benefícios alinhados a possíveis demandas e promoção de cargos, inclusive de gestão, assegurando que nenhum marcador social seja um obstáculo para o crescimento profissional.

Um dos pilares centrais dessa atuação é o respeito à identidade. Internamente, a companhia garante o uso do nome social em todos os seus sistemas e rotinas, independentemente da retificação prévia dos documentos civis, permitindo que pessoas trans sejam reconhecidas e respeitadas. Esse compromisso se reflete também em iniciativas de bem-estar e nas diferentes expressões de identidade de gênero, como a adoção de uniformes não binários e programas de saúde, que incluem acesso a apoio psicológico, contribuindo para um ambiente de trabalho mais inclusivo e respeitoso.

Agora, a empresa expande seu compromisso com a comunidade ao participar do mutirão de retificação de nome civil "Meu nome de verdade", promovido pelo Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. A iniciativa visa oferecer apoio na organização da documentação necessária, como certidões e comprovantes, facilitando o trâmite jurídico. A participação da Arcos Dorados visa desburocratizar o acesso a um direito fundamental, permitindo que a identidade civil desses cidadãos esteja em conformidade com sua realidade.

Além disso, para a Arcos Dorados, a visibilidade deve vir acompanhada de oportunidades reais de crescimento. A empresa mantém uma estrutura que viabiliza que profissionais trans alcancem posições de liderança e supervisão, desafiando o cenário comum de estagnação profissional deste grupo. Atualmente, 1,5% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas trans na companhia.

"Nossa missão é ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho, mas, acima de tudo, um ambiente onde as pessoas possam ser reconhecidas e respeitadas desde o primeiro dia. Aqui, o desenvolvimento profissional é pautado pelo talento e pela dedicação. Ao apoiar ações como o mutirão de retificação, reafirmamos que o respeito à identidade é o alicerce para qualquer trajetória de sucesso", afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da Divisão Brasil da Arcos Dorados. A companhia conta com mais de 900 colaboradores que se identificam como trans e quase um terço deles utiliza nome social em todas as comunicações na empresa.

É o caso da Sirena Bessa, 20 anos, que está construindo no Méqui uma trajetória marcada por acolhimento, crescimento e representatividade. Há 11 meses na empresa, ela entrou como Atendente e recentemente foi promovida ao cargo de Embaixadora da Experiência do Cliente, destacando-se pelo desenvolvimento profissional e pela identificação com os valores de respeito e diversidade no ambiente de trabalho. Sirena utiliza seu nome social e relata uma vivência de apoio tanto da equipe quanto da gestão. Para ela, estar no mercado de trabalho é uma conquista pessoal e coletiva, que reafirma a possibilidade de uma vida digna e com oportunidades, especialmente para pessoas trans, historicamente excluídas desses espaços. “Entrar no mercado de trabalho foi uma vitória muito grande para mim. Saber que tenho um espaço, que sou respeitada pelo que sou, me faz acreditar que pessoas trans podem sim ter uma vida comum e romper os obstáculos que a sociedade ainda tenta nos impor”.

Com esse olhar estratégico e consistente, a companhia sustenta uma trajetória que avança ano após ano e reafirma seu compromisso em construir ambientes mais diversos, inclusivos e capazes de refletir a sociedade brasileira em toda a sua pluralidade.

EUA - A American Airlines registrou lucro líquido GAAP de US$ 99 milhões no quarto trimestre, equivalente a US$ 0,15 por ação, bem abaixo da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam lucro de US$ 0,37 por ação, segundo balanço divulgado na terça-feira, 27. No acumulado de 2025, o lucro líquido por esse critério contábil somou US$ 111 milhões, ou US$ 0,17 por ação diluída.

A receita no quarto trimestre alcançou US$ 14,0 bilhões, em linha com as projeções, marcando um recorde para o período. No ano cheio, a companhia reportou receita recorde de US$ 54,6 bilhões. A empresa destacou, porém, que o shutdown do governo dos Estados Unidos teve impacto negativo de aproximadamente US$ 325 milhões na receita do quarto trimestre.

Excluindo itens especiais, o lucro líquido ajustado foi de US$ 106 milhões no quarto trimestre, ou US$ 0,16 por ação, e de US$ 237 milhões em 2025, equivalente a US$ 0,36 por ação. Entre os destaques financeiros, a American Airlines informou que reduziu sua dívida total em US$ 2,1 bilhões ao longo de 2025, avançando no processo de desalavancagem do balanço.

Para 2026, a companhia projeta lucro por ação ajustado entre US$ 1,70 e US$ 2,70 no ano. Além disso, espera gerar fluxo de caixa livre superior a US$ 2 bilhões em 2026, apoiado por disciplina de custos e melhora operacional.

Às 9h18 (de Brasília), as ações da American Airlines avançavam 3,57% no pré-mercado de Nova York, após queda na véspera diante do impacto da nevasca americana na malha aérea.

 

 

por Estadao Conteudo

BRASÍLIA/DF - A conta de luz mais barata foi um dos fatores que ajudaram a prévia da inflação oficial de janeiro perder força e fechar em 0,20%. Em dezembro, o índice havia ficado em 0,25%.

Com o resultado do primeiro mês de 2026, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) acumula 4,5% em 12 meses, limite máximo da meta de inflação do governo. Em dezembro, o acumulado era 4,41%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, dois apresentaram recuo na média de preços na passagem de dezembro para janeiro: 

  • Habitação: -0,26% 
  • Transportes: -0,13% 
  • Educação: 0,05% 
  • Vestuário: 0,28% 
  • Despesas pessoais: 0,28% 
  • Alimentação e bebidas: 0,31% 
  • Artigos de residência: 0,43% 
  • Comunicação: 0,73%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,81% 

Dentro do grupo habitação, a conta de luz recuou 2,91%, sendo o preço que mais puxou a média da inflação do mês para baixo – impacto de -1,2 ponto percentual (p.p.).  

A explicação está na mudança da bandeira tarifária, determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que passou de amarela para verde.  

Em dezembro estava em vigor a bandeira amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos. Já em janeiro, a verde não tem custo adicional para os consumidores.  

Avião e ônibus 

No grupo transportes, a queda foi influenciada principalmente pela passagem aérea, que ficou 8,92% mais barata, em média.

Também exerceram impactos os ônibus urbanos (-2,79%). Em Belo Horizonte, por exemplo, a adoção da tarifa zero aos domingos e feriados derrubou a passagem em 18,26%.  

Já os combustíveis subiram 1,25% e contribuíram para a inflação, com as altas de 3,59% no etanol, 1,01% na gasolina, 0,11% no gás veicular e 0,03% no óleo diesel.  

No caso da gasolina, o impacto representou 0,05 p.p., o maior de todo o IPCA-15. 

Para o próximo mês, no entanto, a expectativa é de recuo, uma vez que a Petrobras, maior produtora de gasolina no país, anunciou recuo de 5,2% no preço do combustível vendido às distribuidoras, a partir desta terça-feira. 

Alimentos 

O preço dos alimentos e bebidas subiu 0,31% em janeiro, representando aceleração em relação ao 0,13% de dezembro.  

A alimentação no domicílio interrompeu uma sequência de sete meses de queda, subindo 0,21%. As maiores influências foram: 

  • tomate (16,28%); 
  • batata-inglesa (12,74%); 
  • frutas (1,65%); 
  • carnes (1,32%).  

Na outra ponta, leite longa vida (-7,93%), arroz (-2,02%) e café moído (-1,22%) impediram inflação maior. 

Prévia x mês fechado

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.   

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 13 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026.  

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.

O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, do Rio de Janeiro, de Salvador e São Paulo). Já o IPCA, pesquisa em 16 localidades (acrescenta Aracaju, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Vitória). O IPCA cheio de janeiro será divulgado em 10 de fevereiro. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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