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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Parlamentar usou situação da Praça da Vila Irene como exemplo da realidade encontrada em diversas regiões do município e protocolou requerimento na Câmara Municipal.

O vereador Edson Ferraz protocolou requerimento na Câmara Municipal de São Carlos solicitando à Secretaria Municipal de Gestão e Infraestrutura a retirada imediata de brinquedos, bancos, mesas e equipamentos quebrados das praças públicas de todo o município, incluindo os distritos. O pedido não se restringe a um único endereço. A Praça da Vila Irene, localizada na região do antigo campo do Bangú, foi o ponto de partida, mas o requerimento contempla todos os espaços públicos da cidade que apresentem situação semelhante de abandono e deterioração.

Durante visita à Praça da Vila Irene, o parlamentar registrou em vídeo o que considera um retrato recorrente em São Carlos: ausência de iluminação pública, bancos e mesas quebrados, brinquedos com madeira solta e lascada, ferros expostos e estruturas danificadas que representam risco direto de acidentes, além de acúmulo de lixo na área. O requerimento pede a retirada imediata de todos os itens que apresentem essas condições em qualquer praça ou espaço público do município.

"A Praça da Vila Irene é um exemplo do que encontramos em várias regiões da cidade. O problema é amplo e precisa de uma resposta à altura. Não ter é melhor do que ter quebrado. Um banco com ferro exposto, um brinquedo com madeira lascada ou uma praça sem iluminação não são apenas problemas estéticos. São riscos reais para quem mora no bairro", afirmou o vereador Edson Ferraz.

O parlamentar ressaltou ainda a relação direta entre iluminação e segurança pública. A ausência de luz nas praças facilita a ocorrência de delitos e afasta as famílias dos espaços de convivência. O requerimento tem caráter municipal e abrange todas as praças e espaços públicos de lazer de São Carlos e de seus distritos.

EUA - Há algum tempo a presença de câmaras nos óculos inteligentes Meta Ray-Ban é olhada com desconfiança pelos usuários, que receiam que a gigante tecnológica liderada por Mark Zuckerberg possa lançar sistemas de reconhecimento facial que coloquem em causa a privacidade de pessoas que se cruzem com os detentores deste gadget.

Agora a revista Wired destaca que o aplicativo dos óculos Meta Ray-Ban está equipado com um sistema de reconhecimento facial e que é capaz de identificar pessoas a partir das imagens e vídeos captados com os óculos.

A publicação diz ter investigado o aplicativo e encontrou na Inteligência Artificial da empresa - a Meta AI - uma funcionalidade ainda por lançar com o nome “NameTag”. A funcionalidade é não só capaz de reconhecer faces em fotografias e vídeos captados com os Meta Ray-Ban, como também de avisar os usuários quando estiver presente uma cara conhecida.

Desde o começo de 2026 que circulam rumores sobre o desejo da Meta de integrar tecnologia de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes, com a perspectiva a até já ter merecido oposição sob forma de uma carta aberta - assinada por mais de 70 organizações diferentes.

Nesta carta aberta foi pedido que a empresa “interrompa imediatamente e repudie publicamente” a integração de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes. Mais ainda, na carta assinada por estas organizações é referido que não é possível confiar na Meta para incorporar em segurança esta tecnologia nestes gadgets.

“As pessoas devem poder deslocar-se na sua vida cotidiana sem medo que ‘stalkers’, golpistas, abusadores, agentes federais e ativistas de todo o espectro político estejam, de forma silenciosa e invisível, verificando as suas identidades e potencialmente a cruzarem os seus nomes com uma grande variedade de dados disponíveis sobre ela, como relacionamentos, saúde e comportamentos”, pode ler-se nesta carta.

Quanto ao “NameTag” avistado pela revista Wired, a funcionalidade ainda não está operacional e, em relação à investigação, a Meta afirmou que, a ser anunciada, esta capacidade seria apresentada com “transparência total”.

“Nada foi lançado para os consumidores e não foi tomada qualquer decisão final sobre o que faremos, se é que faremos alguma coisa”, pode ler-se no comunicado da Meta. “Se decidirmos lançar alguma coisa, adotaremos uma abordagem ponderada e faremos com transparência total. Uma decisão sobre a qual podemos ser claros - não estamos criando uma base de dados central de reconhecimento facial”.

 

 

 por Notícias ao Minuto

ITÁLIA - Uma equipe de mergulhadores voluntários registrou um encontro raro com um tubarão-branco durante uma operação no Mar Mediterrâneo, próximo à costa da Itália. Acredita-se que as imagens captadas sejam as primeiras gravações subaquáticas de um exemplar adulto da espécie em seu habitat natural nessa região.

De acordo com a fundação Healthy Seas, que divulgou o vídeo, o encontro aconteceu em maio, em uma área marítima localizada entre a Sicília e a Tunísia. Na ocasião, a equipe realizava uma missão de remoção de redes de pesca abandonadas no fundo do mar.

Foi durante essa operação que os mergulhadores conseguiram registrar o que pode ser o primeiro vídeo subaquático já feito de um tubarão-branco adulto no Mar Mediterrâneo em seu ambiente natural. Embora a espécie já tenha sido filmada anteriormente na superfície dessas águas, nunca havia sido registrada debaixo d’água na região.

"Ele nadou ao nosso redor e depois virou-se para nos encarar de frente, retornando em nossa direção. Parecia claramente curioso, e não agressivo. Estava muito tranquilo, como se tivesse a postura de quem manda ali embaixo. Quando começamos a soltar algumas bolhas pela boca, ele acelerou e desapareceu no azul", relatou Derk Remmers, mergulhador responsável pelas imagens, em entrevista ao jornal The Independent.

"Todos nós ficamos um pouco chocados — e muito surpresos. Meus dedos estavam tremendo, isso é certo. Era um animal grande e não esperávamos encontrar algo assim", confessou.

O tubarão-branco é um dos maiores predadores marinhos conhecidos e também é considerado uma das espécies potencialmente mais perigosas para os seres humanos. O animal pode atingir até 6,5 metros de comprimento e ultrapassar duas toneladas de peso. Em média, a espécie vive cerca de 30 anos.

 

 

por Notícias ao Minuto Brasil

EUA - Um jovem norte-americano de 20 anos foi encontrado morto nos arredores de Kyoto, neste sábado, cerca de uma semana depois de ter sido dado como desaparecido, no dia 29 de maio.

James “Weston” Higginbotham se separou da família, que estava visitando o Japão, após uma discussão com a mãe sobre o uso da plataforma ChatGPT para planejar a viagem, devido aos recursos que a inteligência artificial (IA) consome, informou a CNN.

“Ele estava usando o ChatGPT demais. O Japão é um país onde tenho tido dificuldade em me orientar. O Weston é muito contra a IA porque, como sabem, ele se interessa por engenharia da sustentabilidade e a IA consome muita água e esgota muitos recursos hídricos”, explicou a mãe do estudante de engenharia da Universidade de Auburn, Nancy Higginbotham, à CBS News.

Na rede social Facebook, a mulher informou que o jovem “foi encontrado sem vida por um grupo voluntário de busca e resgate em uma área montanhosa nos arredores de Kyoto”, neste sábado.

“A dor que sentimos é impossível de descrever em palavras. Somos eternamente gratos pelo tempo que passamos com nosso querido e precioso Weston, mas não conseguimos sequer imaginar como será a vida sem ele”, escreveu.

Nancy, que afirmou que a família compartilhou os detalhes do desaparecimento do filho nas redes sociais e na imprensa na esperança de encontrá-lo, pediu agora “privacidade” para lidar com “essa perda inimaginável”.

“Obrigado pelos pensamentos, orações e apoio. Vamos precisar deles agora mais do que nunca. Vamos te amar para sempre, Weston”, completou.

O jovem decidiu ficar para trás enquanto os pais e o irmão visitavam um templo, segundo a CBS News. O mesmo veículo informou que os pais viram a localização de Weston mudar em um aplicativo e enviaram mensagens, mas não receberam resposta.

O norte-americano foi visto pela última vez saindo de uma estação ferroviária em Kyoto, e seus pais acreditavam que ele estava indo em direção a uma trilha nas proximidades. De fato, Nancy disse à CBS News, na sexta-feira, que temia que Weston estivesse ferido ou perdido.

As buscas envolveram mais de 100 agentes da polícia, além do uso de cães farejadores e helicópteros. No entanto, a família havia recentemente contratado uma equipe de resgate profissional, depois que as autoridades japonesas anunciaram que iriam suspender as operações.

 

 

 por Notícias ao Minuto Brasil

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