Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Cinco Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Carlos funcionam nesta quinta-feira (15/10) até as 19h para ampliar o acesso da população à vacinação. A ação, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio dos departamentos de Vigilância em Saúde e de Gestão do Cuidado Ambulatorial, integra as atividades alusivas ao Dia Nacional da Vacinação, celebrado em 17 de outubro.
A iniciativa busca facilitar a imunização de pessoas que não conseguem comparecer às unidades durante o horário habitual, das 7h30 às 16h30, além de contribuir para o aumento das coberturas vacinais no município.
Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a ampliação do atendimento permite que mais pessoas atualizem a carteira de vacinação e mantenham a proteção contra doenças preveníveis por vacinas.
“A vacina é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças e proteger não apenas quem recebe a dose, mas toda a comunidade. Estamos trabalhando para melhorar as coberturas vacinais em São Carlos e contamos com a participação da população. Aproveitem essa oportunidade, procurem uma das unidades participantes e verifiquem se há alguma vacina pendente. Manter a vacinação em dia é um compromisso com a saúde individual e coletiva”, reforça o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os interessados compareçam a uma das unidades participantes com documento de identificação e, preferencialmente, a carteira de vacinação. As equipes verificarão as doses já recebidas e orientarão sobre eventuais vacinas pendentes, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).
Cobertura Vacinal - Os índices de vacinação em São Carlos variam conforme o imunizante. Entre as coberturas informadas pela Secretaria de Saúde, destacam-se a BCG, com 100,24%; a vacina meningocócica C, com 96,66%; a tríplice viral (primeira dose), com 95,82%; e a pneumocócica, com 95,41%.
Outras vacinas apresentam índices abaixo das metas estabelecidas, como a hepatite A (84,9%), a febre amarela (84,18%) e a influenza (51,60%). A cobertura contra o HPV é de 84,73% entre meninas e 76,18% entre meninos.
A meta de cobertura é de 90% para BCG, rotavírus, influenza, HPV e pneumocócica. Para os demais imunizantes, a meta é de 95%. A Secretaria reforça a importância de manter a vacinação em dia, conforme o calendário recomendado para cada faixa etária.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos subiu ao pódio duas vezes na terça-feira (13/10), no 88º Jogos Abertos Horácio Baby Barioni, em Votuporanga. Miguel Luciano e Suzana Valença Barbosa ficaram em terceiro lugar nas provas de 10.000 metros rasos, nos naipes masculino e feminino.
Miguel Luciano completou a prova em 32min43s98, atrás de Fernando Augusto Rodrigues, de Elias Fausto (31min31s34), e de Victor de Oliveira Andrade, de São José do Rio Preto (32min29s08). Suzana Valença Barbosa marcou 42min33s31 e ficou atrás de Emille Laize Pereira Santos, de Santos (39min43s18), e de Michele da Silva Antonio Pereira, de São José dos Campos (41min27s27). No quadro final do atletismo, o município terminou em 11º no masculino, com 27 pontos, e em 12º no feminino, com 24,5. São Bernardo do Campo lidera os dois, com 154 e 148 pontos.
No futsal feminino livre, São Carlos goleou Campos do Jordão por 7 a 0. No handebol feminino livre, venceu Piracicaba por 22 a 17, e no voleibol masculino livre superou Bofete por 2 sets a 0. As derrotas vieram no basquetebol masculino livre (105 a 58 para Assis), na dama masculino sub-21 (5 a 3 para Mirassol) e no tênis de mesa masculino livre (3 a 0 para Itu).
SÃO PAULO/SP - O Programa Autonomia e Renda Petrobras está com 1.120 vagas abertas em cursos gratuitos de qualificação profissional para o mercado de óleo e gás. As ofertas são para os estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os cursos oferecidos são: Auxiliar de Instrumentista Industrial, Auxiliar de Encanador Industrial, Instrumentista Industrial, Mecânico Montador, Soldador no Processo de Eletrodo, Montador de Andaime, Sinaleiro Amarrador, Auxiliar de Construtor Civil, Caldeireiro, Mecânico de Manutenção, Instalador de Isolantes Térmicos e Pintor Industrial.
O Programa, uma iniciativa da Petrobras, em parceria com a Firjan SENAI SESI e os SENAI e SESI dos estados participantes, é destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica e moradoras da região onde a Petrobras atua. Têm prioridade mulheres, pessoas trans, indígenas, quilombolas, pretos e pardos, migrantes, refugiados e pessoas com deficiência (PCDs).
Além da formação gratuita no SENAI, todos os participantes contam com auxílio-alimentação e bolsa-auxílio mensal de R$ 660. Para mulheres, com filhos de até 11 anos completos, o valor da bolsa passa para R$ 858.
Para participar, é necessário atender à escolaridade mínima exigida pelo curso escolhido, residir na área de abrangência da formação e estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com renda familiar per capita de até meio salário-mínimo.
Com objetivo de qualificar o participante de forma integral, o Programa oferece Acompanhamento para o Desenvolvimento Humano, uma metodologia desenvolvida pela Firjan SESI, que busca fortalecer as competências socioemocionais dos alunos e aumentar o seu potencial de empregabilidade.
As inscrições podem ser realizadas até 3 de novembro. Os interessados devem acessar o site autonomiaerenda.com.br para fazer a inscrição, ou realizá-la, de forma presencial, na secretaria do SENAI participante.
| Clique Para Download |
Foto: Hélio Melo / Firjan. |
Confira as vagas em cada estado:
Rio de Janeiro: 300 vagas para os cursos de Montador de Andaime, Caldeireiro, Sinaleiro Amarrador, Mecânico de Máquinas Industriais, Operador de Hidrojato, Operador de Máquinas, Instalador de Isolantes Térmicos e Usinagem CNC, nas cidades de Campos de Goytacazes, Duque de Caxias e Macaé.
São Paulo: 300 vagas para os cursos de Caldeireiro, Pedreiro Refratarista, Soldador no Processo de Eletrodo, Almoxarife e Sinaleiro Amarrador nas cidades de Cubatão, Paulínia, Mauá e São José dos Campos.
Pernambuco: 360 vagas para os cursos de Eletricista Industrial, Auxiliar de Encanador Industrial, Caldeireiro, Auxiliar de Construtor Civil, Mecânico de Manutenção e Montador de Andaimes, nas cidades de Recife, Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca.
Paraná: 100 vagas para os cursos de Caldeireiro e Sinaleiro Amarrador na capital.
Rio Grande do Sul: 60 vagas para o curso de Caldeireiro na cidade Canoas.
SÃO CARLOS/SP - A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 106 pessoas nas primeiras horas desta quarta-feira (14). A megaoperação foi realizada em conjunto com o Ministério Público do Paraná (MPPR), com diligências no Paraná, em Santa Catarina e em São Paulo. O grupo é investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e crimes violentos.
A operação mobilizou mais de 500 policiais. As diligências contaram com a atuação de agentes de diversas unidades da PCPR, além do apoio da Polícia Militar do Paraná, da Polícia Penal do Paraná, da Polícia Civil de Santa Catarina e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Cães de faro também auxiliaram nas buscas.
Ao todo, foram cumpridos 92 mandados de prisão e 120 mandados de busca e apreensão. Entre os presos está uma advogada da cidade de Realeza que foi identificada durante a investigação por manter vínculos com a organização criminosa.
Os mandados foram cumpridos em Clevelândia, Pato Branco, Francisco Beltrão, Palmas, Coronel Vivida, Realeza, Santa Izabel do Oeste, Dois Vizinhos, Cascavel, Curitiba, Piraquara, Guarapuava, Laranjeiras do Sul, Capanema, Salto do Lontra, Santo Antônio do Sudoeste, Itaipulândia, Santa Helena, Barracão e Cruzeiro do Oeste, no Paraná, além de Abelardo Luz (SC), São Carlos e Cotia (SP).
Nos endereços, os policiais apreenderam celulares, um quilo maconha e mais de 300 gramas de cocaína, 38 pés de maconha em uma estufa para o cultivo da planta em Curitiba, três armas de fogo, munições e documentos. Os ilícitos motivaram a prisão em flagrante de mais 14 pessoas.
A Justiça também autorizou a quebra de sigilo bancário das contas usadas pelo grupo e o acesso aos dados dos aparelhos eletrônicos apreendidos.
A investigação da PCPR teve início em Clevelândia, no Sudoeste do Estado, a partir de crimes violentos atribuídos à organização criminosa na cidade, como tortura e cárcere privado de vítimas acusadas pelo grupo de “traição”. O grupo também cobrava devedores do tráfico mediante ameaças e intimidação.
A PCPR apurou que o grupo transportava drogas entre cidades, usava depósitos para guardar os entorpecentes e controlava pontos de venda à distância. As lideranças presas negociavam a compra e a distribuição de grandes quantidades de cocaína, crack e maconha para revenda em diversas regiões com preços tabelados.
A delegada da PCPR Alini Simadon explica que, ao rastrear a origem das ordens para a prática dos crimes violentos, os policiais civis chegaram a celulares clandestinos apreendidos em uma penitenciária do Sudoeste do Paraná. “Com os dados obtidos foi possível revelar uma organização criminosa estruturada e sem fronteiras, pois o comando partia de dentro do sistema prisional e as ordens chegavam às ruas de dezenas de cidades do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo.”
Dentro dos presídios, o grupo mantinha uma estrutura de poder paralela, com cargos e funções definidos. Um setor próprio fiscalizava as regras da facção, julgava presos considerados infratores e aplicava castigos físicos.
Outros integrantes eram responsáveis por esconder, recarregar e fazer circular celulares e roteadores entre as celas para garantir contato permanente com o meio externo. Do lado de fora, a organização contava com uma rede de apoio formada por familiares e outros colaboradores, que levavam entorpecentes escondidos no corpo durante as visitas.
MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA – Os valores obtidos com o tráfico de drogas eram movimentados por familiares dos presos.
“Eram realizadas transferências via PIX para contas abertas em nome de terceiros sem ligação com os detentos. Os depósitos eram fracionados e os saques, rápidos, para dificultar o rastreamento”, complementa a delegada.
Além das contas, a investigação identificou a existência de uma empresa de fachada do ramo de transportes para recebimento de pagamentos de cargas de drogas. Toda esta movimentação era registrada em planilhas de controle financeiro.
PCPR
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.