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Redação

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 Jornalista/Radialista

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TRAILER OFICIAL | CARTAZ | STILLS

SÃO PAULO/SP - A Universal Pictures abrirá a pré-venda para o novo “Super Mario Galaxy: O Filme” (The Super Mario Galaxy Movie) na próxima terça-feira, 10 de março. Com trailer lançado no mês passado, o filme é a sequência do aclamado “Super Mario Bros: O Filme”, que levou 6.6 milhões de brasileiros às salas de cinema em 2023. Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o filme levará os fãs dos irmãos Mario e Luigi a uma viagem incrível e fantástica pela galáxia, a partir de 1º de abril, no Brasil. 

Com produção assinada pela Illumination e Nintendo e roteiro escrito por Matthew Fogel, “Super Mario Galaxy: O Filme” mantém a equipe criativa do primeiro filme para trazer uma narrativa ainda mais emocionante. No elenco de vozes, retornam Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Jack Black como Bowser, Keegan-Michael Key como Toad e Kevin Michael Richardson como Kamek. 

“Super Mario Galaxy: O Filme” leva o público a uma missão de tirar o fôlego. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos enfrentam uma nova ameaça cósmica que coloca toda a galáxia em perigo. O filme promete momentos divertidos, cenas repletas de ação e, claro, a estreia triunfante de Yoshi em sua jornada cinematográfica. 

A produção será exibida em todo o país, também em versões acessíveis. Os fãs poderão adquirir seus ingressos a partir do dia 10 de março em sua rede exibidora de preferência. 

Agência de PR | Weber Shandwick Brasil 

SÃO CARLOS/SP - Pode parecer um tema distante do cotidiano, mas a forma como definimos a “incerteza de medição” influencia desde exames laboratoriais até a fabricação de peças de avião. Um novo artigo científico trouxe esse assunto para o centro de um debate internacional ao questionar uma mudança proposta para um dos principais guias de metrologia do mundo. 

O texto, assinado por pesquisadores da Itália, Reino Unido, Suécia, Bélgica e Brasil, foi publicado na revista Metrologia e discute como se deve entender a incerteza associada a qualquer resultado de medição — seja a temperatura de um paciente, a concentração de um medicamento ou a espessura de um componente industrial. 

Medir nunca é perfeito

Toda medição tem algum grau de dúvida. Nenhum instrumento é absolutamente exato, e o próprio objeto medido pode variar. É por isso que, junto com o valor medido, cientistas informam também a incerteza de medição — um indicador da qualidade e da confiabilidade daquele resultado.

Por décadas, o principal documento internacional sobre o tema, o Guia para a Expressão da Incerteza de Medição (GUM), tratou essa incerteza como algo que pode ser descrito por números e modelos matemáticos. Em termos simples, é uma forma de dizer: “o valor mais provável é este, mas ele pode variar dentro desta faixa”. 

Essa abordagem é prática e operacional. Ela permite comparar resultados entre laboratórios, verificar a qualidade de processos industriais e garantir que medições feitas em países diferentes sejam compatíveis.

A nova proposta muda o foco

A controvérsia surgiu porque uma publicação mais recente ligada ao GUM apresentou outra forma de definir a incerteza de medição. Nessa nova visão, a incerteza de medição passa a ser descrita como a dúvida que ainda existe sobre o valor verdadeiro daquilo que foi medido. 

À primeira vista, isso pode parecer apenas uma mudança de palavras. Mas os autores do artigo alertam que é uma mudança bem mais profunda.

Segundo eles, a definição tradicional tratava a incerteza de medição como uma entidade matemática — algo que pode ser calculado, modelado e comunicado de forma objetiva. Já a nova definição a aproxima de um estado de dúvida, algo mais ligado à interpretação humana do que a uma quantidade formal. 

Os cientistas argumentam que, na prática da metrologia, profissionais precisam de ferramentas quantitativas. Laboratórios constroem compilações de incerteza de medição, usam distribuições estatísticas e calculam intervalos numéricos. Transformar a incerteza de medição principalmente em “dúvida” pode enfraquecer essa base técnica.

Além disso, a nova definição coloca no centro a ideia de um “valor verdadeiro” da grandeza medida. O problema é que, em muitas situações reais, esse valor único e perfeitamente definido simplesmente não existe.

Por exemplo: ao medir a temperatura de uma sala, qual é o valor verdadeiro? Ele varia de ponto a ponto e de segundo a segundo. O próprio modo como definimos o que está sendo medido já traz uma variação embutida. Os autores lembram que esse tipo de situação é comum e faz parte da prática normal das medições. 

Se a incerteza de medição for vinculada apenas à dúvida sobre um único valor verdadeiro, ela pode deixar de representar bem esses casos mais complexos.

Os autores não defendem que tudo permaneça como está. Eles reconhecem que o conceito tradicional pode ser ampliado para lidar melhor com situações modernas, como medições com muitos parâmetros ou métodos estatísticos mais avançados.

O ponto central, porém, é que a evolução deveria acontecer por ampliação e ajuste, e não por uma troca completa de base conceitual. Para eles, mudar a natureza da incerteza de medição — de algo matemático para algo principalmente psicológico — quebra uma continuidade de mais de 30 anos de prática científica internacional. 

Essa continuidade é importante porque a metrologia sustenta sistemas de qualidade, normas técnicas e acordos internacionais. Uma redefinição brusca pode gerar interpretações diferentes entre países e setores, afetando a comparabilidade de resultados.

Um debate com impacto no mundo real

Embora pareça filosófico, o debate tem consequências práticas. A definição de incerteza de medição influencia:

*Certificações de laboratórios;

*Controle de qualidade industrial;

*Regulamentações técnicas;

*Comércio internacional de produtos que dependem de medições confiáveis;

Se dois países entendem “incerteza de medição” de maneiras diferentes, podem surgir conflitos na aceitação de resultados e produtos.

No fundo, a discussão gira em torno de uma escolha conceitual importante: a incerteza de medição deve ser tratada principalmente como um número que descreve a variação possível de um resultado, ou como uma dúvida sobre um valor verdadeiro que nunca conhecemos completamente?

O artigo defende que a primeira visão — matemática, operacional e já amplamente usada — continua sendo a mais útil e inclusiva. A decisão final, porém, dependerá do debate dentro da comunidade internacional de metrologia nos próximos anos. 

Para o docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Daniel Varela Magalhães, um dos autores do artigo “O resultado do debate, no futuro, tende a ser refinado e, provavelmente, indicar possíveis nuances, a depender do tipo de medição ou verificação que está sendo realizada. A discussão atual gira em torno de uma definição a ser adotada pelo Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM), que tem como característica definições diretas, incisivas, não tendo muito espaço para uma discussão mais profunda de todas essas nuances”, sublinha o pesquisador.

Confira o original do artigo publicado na revista “Metrologia” - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/02/Mari_2025_Metrologia_62_062101.pdf

SÃO CARLOS/SP - Na última sessão ordinária da Câmara Municipal de São Carlos, o vereador Gustavo Pozzi destacou como está sendo o primeiro mês da Escola Estadual Arlindo Bittencourt como Cívico-Militar.

Professor da rede pública estadual de ensino desde 2012 e atuando nos últimos 2 anos na escola, o vereador destacou que já é notável a melhora no ambiente escolar, principalmente no comportamento dos alunos dentro da escola, assim como o tratamento com os professores, diretores e servidores da escola.

“É uma experiência, a princípio, que está sendo exitosa. Falo como professor, que já existe uma melhora no relacionamento dos alunos com os professores dentro da sala de aula. Estamos tendo um ganho muito importante no Estado de São Paulo com esse modelo de ensino que está sendo implantado em 100 escolas em todo o Estado.”, destacou o vereador.

O vereador ainda destacou que além da visível melhora dentro do ambiente escolar, é possível notar um aumento na segurança no entorno da escola, onde os agentes também estão atentos as movimentações ao redor da escola, durante a entrada e saída dos estudantes.

Espetáculo que acontece em março aborda o tema alimentação saudável de forma lúdica e divertida

 

RIO CLARO/SP - O espetáculo infantil O Canto das Vitaminas - A Viagem de Polyana tem sessão única e gratuita no Centro Cultural Roberto Palmari, em Rio Claro (SP), no sábado, 14 de março, às 17h. A peça traz as peripécias de uma garota que descobre o quão colorido é o mundo dos alimentos e para assisti-la basta realizar um cadastro prévio online no site da produtora. Haverá distribuição gratuita de exemplares do livro, que leva o mesmo nome do espetáculo, para o público presente.

O enredo conta a história de Polyana, uma menina que não gosta de comer. Sua mãe, preocupada, leva-a até o médico, que é, na verdade, um cientista muito divertido. Juntos, iniciam uma jornada pela terra dos legumes e verduras. Lá, Polyana faz amizade com os personagens Alface, Beterraba, Espinafre e Banana e acaba descobrindo sobre a origem dos alimentos e a sua importância para uma vida saudável.

INGRESSOS Para assistir ao espetáculo é preciso retirar gratuitamente o ingresso online no site da D’color, neste link Depois, é só apresentar o QR code na entrada do evento, lembrando que será preciso validá-lo 20 minutos antes. Para as crianças maiores de dois anos também é preciso solicitar ingresso no site, além da entrada do adulto responsável. O Centro Cultural Roberto Palmari fica na Rua Dois, 2880 - Vila Operaria, Rio Claro (SP). Mais informações pelo telefone (19) 3256 4500, WhatsApp (19) 99383 1385 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

A peça O Canto das Vitaminas - A Viagem de Polyana tem apoio do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, e patrocínio da empresa Covabra Supermercados. A realização é da D'color Produções Culturais, que atua no mercado de produção cultural, assessorando, planejando e executando projetos culturais.

Sobre o patrocinador Fundado em 1989, o Covabra Supermercados nasceu na cidade de Limeira, atualmente está com 25 lojas em 14 cidades e uma central de Distribuição em Sumaré, mantendo o compromisso com qualidade, inovação tecnológica e desenvolvimento humano. Guiado pelos pilares HADI — Humildade, Atitude, Disciplina e Inovação —, o Covabra segue fortalecendo sua história como uma das principais redes supermercadistas paulistas.

FICHA TÉCNICA - Elenco: Biah Carfig, Mariana Sancar, Vanessa Scorsoni, Giuliana Melito, Fabrício Bini, Fábio Galvão e Flávio Costa | Direção: Biah Carfig | Direção musical e arranjos: Fernando Zuben | Coreografias: André Farias | Figurinos: Leo Diniz | Cenário: Diorama Filme l Produtor executivo: Marco Antonio Cruz Filho | Produção: Dcolor Produções Culturais| Assessoria de Imprensa: Samanta De Martino.

VIDEO CLIQUE AQUI 

SERVIÇO
Espetáculo O Canto das Vitaminas - A Viagem de Polyana

Data: 14/03 l Horário: 17h
Local Centro Cultural Roberto Palmari l Endereço R. Dois, 2880 - Vila Operaria, Rio Claro (SP) - ACESSE O MAPA AQUI 
Classificação Livre l Ingresso gratuito e disponível aqui
Acessibilidade: Libras (Língua Brasileira de Sinais)

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