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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Becky Jones tinha apenas 21 anos quando descobriu que tinha um câncer cerebral e, supostamente, apenas alguns meses de vida. O diagnóstico, feito por um médico especialista em câncer, levou a mulher a submeter-se a 11 anos de quimioterapia, que mudaram a sua vida e o seu estado de saúde. 

Segundo relata Becky, disseram a ela que sem tratamentos não sobreviveria e que, provavelmente, teria que se submeter aos mesmos até ao resto da sua vida.

"Me disseram, muitas vezes, que se não fizesse quimioterapia que iria morrer", recorda.

Agora, com 34 anos, a britânica descobriu que afinal nunca teve um câncer. Sofria antes de uma inflamação cerebral que podia ter sido tratada com esteroides, noticia a BBC.

Becky é apenas um de 40 pacientes que estão tomando ações legais contra o Hospital Universitário de Coventry e Warwickshire (UHCW), por terem sido sujeitos a tratamentos para câncer que eram desnecessários.

A verdade foi descoberta precisamente depois de Becky saber que o hospital estava reavaliando vários diagnósticos de câncer, no ano passado.

Mais tarde, recebeu uma chamada telefônica a informando que os tratamentos iam ser interrompidos e que o médico que tinha feito o diagnóstico tinha se aposentado.

"Nunca tive um câncer no cérebro. Fui mal diagnosticada e me sujeitei a toda esta dor durante toda a minha vida adulta", contesta a mulher, a quem disseram que não conseguiria ter filhos, mesmo embora seja hoje mãe de duas crianças.

A BBC conversou com vários outros afetados que revelaram ter contraído outros problemas de saúde como consequência dos tratamentos de quimioterapia a que se submeteram. 

Entretanto, o centro hospitalar informou que está sendo conduzida uma investigação e assegurou que toda a comunidade de pacientes está segura e que o bem-estar está no topo das prioridades da UHCW.

 

 

Por Notícias ao Minuto

NEPAL - Semanas após as enchentes devastadoras que atingiram a região do Himalaia, as autoridades do Nepal disseram nesta quarta-feira (16) que apenas cerca de 7% dos corpos recuperados foram identificados. O dado evidencia a dimensão do trabalho para ajudar milhares de famílias a descobrir o destino de seus entes.

A avalanche de lama, rochas e água foi desencadeada pelo colapso de uma geleira, e deixou um rastro de destruição. Familiares continuam cobrando respostas das autoridades, à medida que diminuem as esperanças de encontrar sobreviventes.

A autoridade de gestão de desastres que elevou para 6.150 o número de  pessoas desaparecidas, em uma importante revisão para cima do balanço de vítimas. O boletim anterior, divulgado na terça (15), contabilizada 5.179 desaparecidos.

"Estamos coletando informações sobre as pessoas desaparecidas junto aos escritórios distritais e revisamos os dados após a verificação", declarou à AFP a porta-voz Shanti Mahat.

O número de corpos recuperados chegou a 1.403, segundo a agência de desastres. Há ao menos 636 estrangeiros entre os desaparecidos, após o desastre atingir comunidades montanhosas e instalações de usinas hidrelétricas

O órgão afirmou ter coletado amostras de DNA de 1.206 corpos e 1.889 amostras de familiares dos desaparecidos. Apesar disso, apenas 105 corpos foram identificados e entregues às famílias, acrescentou.

Do outro lado da fronteira, na China, o balanço é de 43 mortos e 519 desaparecidos, de acordo com a imprensa estatal. O balanço nos dois países é agora de 1.446 mortos e pelo menos 6.669 desaparecidos.

As autoridades utilizaram drones térmicos e helicópteros nas buscas e trouxeram especialistas para resgatar trabalhadores presos em túneis. As buscas resultaram em alguns resgates extraordinários de pessoas que ficaram presas em túneis de usinas hidrelétricas do Nepal.

Familiares de cidadãos estrangeiros, no entanto, afirmam que o fluxo de informações sobre as operações de resgate, antes regular, diminuiu.

"O espaço aéreo restrito, o relevo montanhoso de difícil acesso e o volume de detritos acumulados são os principais desafios para localizar os desaparecidos", informou o órgão de desastres.

A autoridade acrescentou que continua fornecendo atualizações regulares a embaixadas e famílias por canais diretos e indiretos.

 

 

por Folhapress

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos publicou no Diário Oficial desta terça-feira (15/09), a portaria que estabelece a participação do município na fase inicial de estruturação do Distrito de Inovação de São Carlos, iniciativa vinculada à Política Estadual de Distritos de Inovação, instituída pelo Decreto Estadual nº 70.683/2026.

A condução do processo ficará a cargo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, responsável por articular a participação institucional do município junto ao Governo do Estado de São Paulo e às instituições de ensino, pesquisa, ciência e tecnologia com atuação relevante na cidade.

Essa etapa inicial tem caráter técnico, institucional e preparatório, ou seja, ainda não cria o distrito de fato nem gera obrigações formais. Entre as finalidades previstas estão a articulação institucional necessária à estruturação progressiva do projeto, a definição preliminar da área de abrangência, a elaboração de um projeto conceitual e de um plano inicial de implantação, além da identificação de programas e ações ligados à ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento econômico.

Segundo a secretária municipal Paula Knoff, este é um passo estratégico para São Carlos. “A portaria nos permite iniciar a articulação com instituições locais e estaduais, preparando o terreno para que o Distrito de Inovação seja construído de forma sólida, inclusiva, participativa e alinhada às vocações da cidade”.

O documento também autoriza a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia a promover as tratativas para a formalização do Protocolo de Intenções encaminhado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado, a convidar instituições interessadas em participar e a propor, futuramente, instrumentos jurídicos específicos para as próximas fases do projeto.

Quem pode participar - De acordo com a portaria, instituições públicas de ensino superior com unidade ativa em São Carlos poderão integrar essa etapa inicial, desde que formalizem sua concordância e respeitem seus próprios trâmites internos. A adesão dessas instituições, no entanto, não significa participação automática na governança definitiva do distrito, o que dependerá de etapas posteriores e da anuência de seus órgãos competentes.

Já a participação de parques tecnológicos, empresas públicas e privadas, startups, entidades empresariais, investidores e organizações da sociedade civil está prevista para ocorrer de forma progressiva, nas fases seguintes de estruturação, planejamento, implantação e governança do distrito.

A portaria também prevê que cada instituição envolvida mantenha sua autonomia administrativa, financeira, acadêmica e técnica, e que a iniciativa permaneça aberta à adesão de novos atores nas etapas seguintes, conforme os critérios que forem definidos.

 Inscrições estão abertas para curso gratuito voltado a quem quer atuar no acompanhamento à gestação, ao parto e ao puerpério

 

SÃO CARLOS/SP - O Senac São Carlos está com inscrições abertas para o curso livre de Doula, com 160 horas de duração; 40 horas a mais que o mínimo exigido pela Lei nº 15.381, sancionada em abril de 2026, que regulamentou a profissão em todo o país e fixou piso de 120 horas de formação para atuar na área. A norma também reforçou a integração das doulas ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A formação do Senac prepara profissionais para acompanhar mulheres durante a gestação, o parto e o puerpério, oferecendo apoio físico e emocional e atuando em conjunto com a equipe multiprofissional de saúde. O curso é presencial e inclui atividades práticas e simulações no Laboratório de Enfermagem da unidade.

O estudante vai aprender a identificar responsabilidades e atuação, orientar a gestante e os familiares, aplicar boas práticas no pré-natal e medidas de conforto e prepara-la para o processo do nascimento, além de incentivar o autocuidado da mulher e do recém-nascido.

Para participar, é necessário ter 18 anos ou mais e ensino médio completo. Ao final, os participantes aprovados recebem certificado aceito em todo o Brasil. Informações sobre as inscrições e bolsas de estudo, acesse: www.sp.senac.br/senac-sao-carlos/cursos-livres/curso-de-doula.

 

Serviço:

Senac São Carlos

Endereço: Rua Episcopal, 700 – Centro – São Carlos/SP

Site: www.sp.senac.br/senac-sao-carlos

Inscrições e bolsas de estudo: www.sp.senac.br/senac-sao-carlos/cursos-livres/curso-de-doula

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