Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - O mês de maio chega ao Sesc São Carlos com uma proposta centrada na relação entre população e cidade. A programação destaca o projeto “Viver bem na cidade”, que reúne atividades culturais, esportivas e reflexivas voltadas ao uso consciente dos espaços urbanos.
A iniciativa promove debates sobre mobilidade, acessibilidade, sustentabilidade e bem-estar coletivo, além de vivências práticas que incentivam o público a ocupar a cidade de forma mais ativa. Entre os destaques estão bate-papos com especialistas, intervenções artísticas, passeios ciclísticos e atividades ao ar livre.
A agenda também inclui eventos voltados às famílias, como a Semana Mundial do Brincar, que encerra o mês com oficinas e espetáculos que reforçam o brincar como direito fundamental. Já o Dia do Desafio propõe atividades físicas abertas, com foco na inclusão e na promoção da saúde.
A programação ainda contempla shows musicais, exibições de filmes, oficinas tecnológicas e feiras de economia criativa, ampliando o acesso à cultura e ao lazer para diferentes públicos.
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Levantamento do IEMB-Acirp aponta alta puxada por tomate, leite e feijão; custo médio da cesta chegou a R$ 792,05 com diferenças de até R$ 190,00 entre regiões da cidade
RIBEIRÃO PRETO/SP - Pesquisa da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) mostrou que o custo médio da cesta básica na cidade chegou a R$ 792,05 em abril de 2026. O valor é 5,98% maior que o registrado no mês anterior. O levantamento foi feito pelo Instituto de Economia Maurílio Biagi (IEMB-Acirp), no dia 15 de abril.
Variações
Os principais destaques de variação com alta de preços observados no período foram tomate italiano (+25,48%), leite de caixinha (+18,89%) e feijão carioca (+11,56%). No caso do tomate, o aumento é atribuído à redução da oferta no mercado atacadista - a maturação e a colheita antecipadas influenciaram no volume.
Já o leite refletiu a menor oferta no campo, influenciada pela sazonalidade da produção e pela postura mais cautelosa dos produtores em relação a novos investimentos. A situação é combinada ao avanço dos custos de produção, o que sustentou os preços da matéria-prima e dos derivados.
O feijão carioca, por sua vez, subiu em um contexto de safra menor e estoques reduzidos. A remuneração mais baixa desestimulou o plantio, enquanto o clima prejudicou a colheita.
Em sentido oposto à média da cesta, o açúcar cristal (-4,59%) e a banana nanica (-2,57%) apresentaram movimentos de queda dos preços, impedindo um aumento ainda maior do kit básico de alimentos no mês.
Pesando no bolso
As carnes permaneceram como o principal componente do orçamento alimentar, respondendo por 45,33% do dispêndio total da cesta. Em seguida, destacaram-se frutas e legumes (23,56%), farináceos (18,11%), laticínios (6,43%), leguminosas (3,97%), cereais (1,74%) e óleos (0,86%).
No que se refere ao poder de compra, considerando o salário-mínimo bruto vigente de R$1.621,00 e o desconto de 7,50% referente à Previdência Social, o salário-mínimo líquido foi estimado em R$ 1.499,43.
Nessas condições, um trabalhador comprometeu, em abril, cerca de 52,82% da renda mensal (116,21 horas trabalhadas) apenas com os alimentos essenciais. O acréscimo de 6,56 horas em relação a março contribui para redução do poder de compra no período.
Diferença entre regiões segue significativa
A análise regional aponta diferenças relevantes nos preços praticados no município. A região Central, além de apresentar o maior custo médio da cesta (R$ 896,35), registrou variação de +13,43% no mês. A região Oeste, que manteve o menor valor médio (R$ 709,11), apresentou variação de -0,80%. Nas demais regiões, observou-se variação de +4,48%, na Norte (R$ 743,35); +8,85%, na Leste (R$ 813,91) e +4,25%, na Sul (R$ 814,82), reforçando a diferença espacial dos preços dos alimentos em Ribeirão Preto
Metodologia
A coleta de dados é feita em padarias e supermercados de todas as regiões da cidades. São considerados itens da cesta básica os produtos listados no Decreto- Lei nº 399/1938. A composição dos grupos alimentares observa também as diretrizes do Decreto nº 11.936, de 5 de março de 2024, e dialoga com os padrões de consumo alimentar identificados na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF/IBGE), exclusivamente para fins de enquadramento conceitual.
Sobre o IEMB
O Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) foi criado em 1954, aniversário de 50 anos da entidade, com objetivo de reunir e divulgar estatísticas do município e da região.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos encerra nesta quinta-feira (30/04) o prazo para o recadastramento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida – Faixa 1 (FAR), destinado às unidades do Residencial Santa Felícia II. Até esta quarta-feira (29/04), já haviam sido contabilizados 9.800 atendimentos, número que supera a expectativa inicial da administração municipal.
Inicialmente, foram distribuídas 4.800 senhas nos dias 22 e 23 de abril. Diante da alta procura, a Secretaria Municipal de Habitação Social e Regularização Fundiária ampliou o atendimento com a emissão de novas senhas para contemplar a demanda.
De acordo com o secretário da pasta, Rodson Magno, a previsão é atingir cerca de 10 mil recadastramentos. Segundo ele, a média diária tem sido de aproximadamente 600 atendimentos. O secretário destacou ainda que, apesar da concentração de procura nos últimos dias, foram adotadas medidas para evitar que interessados ficassem sem atendimento.
O recadastramento está sendo realizado na Fundação Pró-Memória, na Estação Ferroviária, com atendimento das 9h às 19h. A estrutura conta com 30 profissionais, além do apoio de 10 atiradores do Tiro de Guerra, responsáveis pela organização do fluxo de pessoas.
Além do atendimento presencial, os interessados podem efetuar o recadastramento de forma online até o fim do prazo, por meio do sistema HABISOFT, disponível no site oficial da Prefeitura.
Para participar, é necessário atender a critérios como residir no município há mais de três anos, não possuir imóvel em nome próprio, não ter sido beneficiado por programas habitacionais nos últimos dez anos, manter o Cadastro Único atualizado e ter renda familiar bruta de até R$ 3.200,00.
No atendimento presencial, é obrigatória a apresentação dos documentos originais de todos os membros da família, incluindo RG, CPF, comprovante de residência, carteira de trabalho digital, certidão de nascimento ou casamento, folha resumo do Cadastro Único e comprovantes de renda.
A Prefeitura ressalta que o recadastramento atende a exigências da Caixa Econômica Federal e do Ministério das Cidades, em função de atualizações recentes no programa. Entre os grupos prioritários estão mães solo, famílias com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), microcefalia, idosos e cidadãos em situação de vulnerabilidade social.
O processo é realizado por autodeclaração, sendo de responsabilidade do candidato a veracidade das informações. Após essa etapa, os dados serão encaminhados à Caixa Econômica Federal, responsável pela seleção final.
Ao término do processo, 260 candidatos serão classificados para disputar as 200 unidades habitacionais disponíveis, sendo 60 deles mantidos como suplentes.
SÃO CARLOS/SP - A partir da zero hora do dia 1º de maio de 2026, os pedágios das rodovias administradas pela Ecovias Noroeste Paulista passarão a operar com novas tarifas. O reajuste, previsto no contrato de concessão com o Governo do Estado de São Paulo, foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de responsabilidade do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), acumulado entre maio de 2025 e abril de 2026, representando uma correção de 4,11%.
Os valores foram homologados pela Artesp (Agência de Transportes do Estado de São Paulo) e publicados no Diário Oficial do Estado. Confira as novas tarifas para veículos de passeio:
● ARARAQUARA (Rodovia Washington Luís – SP-310): R$ 22,80.
● AGULHA (Rodovia Washington Luís – SP-310): R$ 13,80.
● CATIGUÁ (Rodovia Washington Luís – SP-310): R$ 19,80.
● DOBRADA (Rodovia Brigadeiro Faria Lima – SP-326): R$ 11,20.
● TAIÚVA (Rodovia Brigadeiro Faria Lima – SP-326): R$ 10,20.
● JABOTICABAL (Rodovia Carlos Tonanni – SP-333): R$ 17,60.
● ITÁPOLIS (Rodovia Laurentino Mascari – SP-333): R$ 9,70.
● COLINA (Rodovia Brigadeiro Faria Lima – SP-326): R$ 11,70.
● MONTE ALTO (Rodovia Orlando Chesini Ometto – SP-323): R$ 7,80.
● PIRANGI (Rodovia Comendador Pedro Monteleone – SP-351): R$ 12,80.
TAG com desconto
Os usuários que utilizam TAGs para pagamento e liberação automáticos têm 5% de desconto em cada passagem pelo pedágio (convencional e Free Flow). Eles pagarão:
● R$ 21,66 em Araraquara.
● R$ 13,11 em Agulha.
● R$ 18,81 em Catiguá.
● R$ 10,64 em Dobrada.
● R$ 9,69 em Taiúva.
● R$ 16,72 em Jaboticabal.
● R$ 9,21 em Itápolis.
● R$ 11,11 em Colina.
● R$ 7,41 em Monte Alto.
● R$ 12,16 em Pirangi.
Free Flow
As praças de Dobrada, Taiúva, Jaboticabal e Itápolis operam no sistema Free Flow, sem cabines físicas de cobrança. O usuário passa sem reduzir a velocidade e o valor é cobrado eletronicamente. Motoristas com TAG ativa têm a cobrança feita automaticamente. Quem não possui TAG pode pagar, em até 30 dias, pelos canais oficiais: site pedagiodigital.com, aplicativo Ecovias Noroeste Paulista, WhatsApp 0800-326-3663 ou, presencialmente, em totens disponíveis na SP-326, em Santa Ernestina, Jaboticabal, Pitangueiras, Bebedouro e Colina, e na SP-333, em Barrinha, Taquaritinga e Borborema.
Desconto Usuário Frequente (DUF)
Quem passa com frequência pelas praças de pedágio da Ecovias Noroeste Paulista tem ainda mais um motivo para usar TAG: o programa Desconto Usuário Frequente (DUF), que oferece reduções progressivas e automáticas para veículos de passeio. Os descontos são aplicados a partir da segunda passagem pelo mesmo pedágio, no mesmo sentido e dentro do mesmo mês. Quanto mais vezes o usuário passar, maior o desconto - até a 30ª passagem, quando o valor mínimo é atingido e se mantém fixo até o último dia do mês.
Para se ter uma ideia da economia: em Araraquara, por exemplo, na 10ª passagem o valor cai para R$ 8,96; na 20ª, para R$ 3,36; e a partir da 30ª, o usuário paga apenas R$ 1,26, uma economia de mais de 94% em relação à tarifa cheia.
Motociclistas
Os motociclistas também contam com tarifa diferenciada nas praças da Ecovias Noroeste Paulista. As motos pagam, exatamente, metade do valor cobrado para veículos de passeio em todos os pedágios da concessão. Os novos valores para motos são:
● R$ 11,40 em Araraquara.
● R$ 6,90 em Agulha.
● R$ 9,90 em Catiguá.
● R$ 5,60 em Dobrada.
● R$ 5,10 em Taiúva.
● R$ 8,80 em Jaboticabal.
● R$ 4,90 em Itápolis.
● R$ 5,80 em Colina.
● R$ 3,90 em Monte Alto.
● R$ 6,40 em Pirangi.
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