Jornalista/Radialista
EUA - As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.
A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.
Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.
Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.
Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.
“Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.
A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.
Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.
Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.
A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.
De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.
Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.
por Notícias ao Minuto
INGLATERRA - Um homem procurou atendimento no pronto-socorro de um hospital em Derbyshire, na Inglaterra, depois de acordar com a pele completamente azul. O caso causou preocupação inicial na equipe médica, mas a causa acabou sendo bem menos grave do que parecia: o corante dos lençóis novos que ele havia usado durante a noite.
Segundo a BBC, Tommy Lynch, de 42 anos, contou que acordou após uma longa noite de sono com a pele azulada depois de dormir em uma roupa de cama azul-marinho que havia ganhado de presente em novembro.
Ele disse que parecia um personagem do filme Avatar, referência aos seres azuis da famosa saga dirigida por James Cameron.
Um amigo insistiu para que ele fosse ao hospital, e ao chegar ao pronto-socorro os médicos iniciaram rapidamente o atendimento e chegaram a administrar oxigênio enquanto investigavam o que poderia estar acontecendo.
“Todos na recepção das urgências me encaravam como se tivessem visto um fantasma”, relatou. “Me atenderam rapidamente, deram oxigênio e começaram a fazer um monte de perguntas. Cheguei a ter uns 10 médicos à minha volta.”
O mistério só foi resolvido quando um dos médicos esfregou um cotonete no braço de Lynch e percebeu que o objeto ficou azul.
“Eles foram recolher o meu sangue e, assim que a médica limpou meu braço, o cotonete ficou azul. Depois a ficha caiu. Eu disse: ‘Meu Deus, peço desculpa’”, contou. “Eles foram absolutamente fantásticos, mas fiquei muito envergonhado.”
Ele ainda comentou a reação da equipe médica diante da situação inesperada. “Fiquei mortificado, mas disseram que os fiz rir bastante. Normalmente não têm histórias engraçadas nas urgências.”
Depois de receber alta, Lynch contou que ainda levou alguns dias para que a coloração azul desaparecesse completamente da pele.
“As pessoas ainda me olhavam de forma estranha enquanto eu tomava banho atrás de banho, mas demorou cerca de uma semana. A água ficava azul”, disse.
O britânico acredita que o corante dos lençóis acabou soltando porque ele passou calor durante a noite e suou bastante.
“A primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi lavar os lençóis. Desde então, não voltei a ficar azul. Lave sempre os lençóis antes de dormir neles. A não ser que queira furar a fila das urgências”, brincou.
por Notícias ao Minuto
ARGENTINA - Arquivos encontrados no celular de um empresário reacenderam as discussões sobre a participação do presidente argentino Javier Milei no escândalo de promoção do criptoativo $Libra.
Documentos e registros de ligações que foram divulgados após uma investigação do Ministério Público argentino sugerem um acordo de US$ 5 milhões (R$ 26,3 milhões) relacionado ao apoio de Milei a Hayden Davis, CEO da Kelsier Ventures, empresa responsável pelo lançamento da criptomoeda.
O dono do celular é o empresário Mauricio Novelli, também envolvido na divulgação do ativo digital no início do ano passado. Na ocasião, Milei divulgou o ativo em sua conta no X (ex-Twitter), apagou o post momentos depois e o valor da criptomoeda colapsou.
Um memorando no celular de Novelli detalha um suposto acordo que incluía US$ 1,5 milhão (R$ 7,9 milhões) como adiantamento, US$ 1,5 milhão em troca de uma publicação no X de Milei anunciando Davis como conselheiro e mais US$ 2 milhões (R$ 10,5 milhões) após a assinatura do contrato pessoalmente com a irmã de Milei, Karina.
Nos dias que se seguiram ao escândalo $Libra, Milei disse em entrevistas que não tinha proximidade com os empresários envolvidos e que não conhecia o criptoativo em detalhes, além de afirmar que promoveu o investimento como pessoa física e não como presidente.
Ao contrário do que o presidente argentino havia dito após o escândalo estourar, o material encontrado durante uma perícia no telefone de Novelli sugere que o apoio de Milei a $Libra estava sendo negociado.
Questionada, a Presidência da Argentina disse que Milei já forneceu explicações por meio de publicações no X. O chefe de Gabinete, Manuel Adorni, disse que o governo não falaria de "versões, notas ou análises jornalísticas".
"Nunca falamos disso. Parte do processo está sendo contestada porque é nula e sem efeito. O sistema judiciário precisa continuar investigando e terminar de esclarecer tudo o que aconteceu", disse em uma entrevista na TV no domingo (15).
Pelo documento, Novelli e Davis discutiram a implementação do token de criptomoeda a partir de um hotel de luxo enquanto Milei promovia o lançamento em suas redes sociais.
No dia 30 de janeiro de 2025, Milei fez uma publicação no X mencionando Davis, destacando a ajuda que estava recebendo sobre tecnologia blockchain e inteligência artificial.
Em 14 de fevereiro, Milei promoveu a criptomoeda em sua conta no X, afirmando que ela serviria para financiar pequenas e médias empresas argentinas. Horas depois, recuou.
Traders compraram o criptoativo a preços baixos e o venderam após o apoio do presidente, obtendo grandes lucros, enquanto a maior parte dos investidores perdeu dinheiro quando o valor caiu.
Dias depois, quando o escândalo estourou, o governo anunciou que abriria uma investigação pelo Escritório Anticorrupção sobre possíveis irregularidades, incluindo ações do próprio presidente. Em maio, no entanto, a unidade de investigação foi fechada. O Congresso argentino também criou uma comissão para investigar o tema, ainda com poucos avanços.
As anotações no celular de Novelli também sugerem que havia planos para uma nova publicação nas redes sociais de Milei, que reforçaria o apoio ao projeto.
O caso indica que as transações financeiras que sustentavam o esquema de $Libra estavam sendo planejadas há meses, com registros de encontros entre Novelli, Davis e o presidente, bem como transferências financeiras para contas vinculadas.
O escândalo continua a ser investigado na Argentina e nos Estados Unidos, enquanto os detalhes emergem.
As acusações giram em torno da fraude conhecida como "rug pull", na qual se cria uma criptomoeda e se infla o seu valor com investimentos e divulgações de peso nas redes (como a de Milei) para logo retirar todo o dinheiro, com a consequência de que milhares de investidores menores perdem seus aportes.
Sem mencionar o caso $Libra ou uma outra controvérsia, em torno das viagens da mulher de Adorni que teriam sido pagas pelos argentinos, Milei discursou por cerca de 90 minutos em Córdoba nesta segunda-feira (16), onde focou seu discurso na defesa da gestão econômica.
por Folhapress
ISRAEL - O governo de Israel anunciou nesta terça-feira a morte de dois importantes nomes do regime iraniano após ataques aéreos realizados durante a noite no Irã. Segundo as autoridades israelenses, foram mortos Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, e Gholamreza Soleimani, comandante da milícia Basij.
A informação foi confirmada pelo ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, que afirmou ter recebido o relatório do chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
O Exército israelense já havia informado anteriormente a morte de Soleimani, responsável pela Basij, força paramilitar ligada à Guarda Revolucionária do Irã e considerada um dos principais instrumentos de repressão interna do país.
Katz afirmou que as operações militares continuarão com intensidade, com foco na destruição de estruturas estratégicas e na redução da capacidade iraniana de lançar mísseis.
Segundo ele, o objetivo é enfraquecer o regime iraniano por meio da eliminação de lideranças e de recursos militares.
Os ataques fazem parte da escalada de tensão iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva conjunta contra o Irã, que resultou na morte do então líder supremo Ali Khamenei.
Em resposta, o Irã fechou o estreito de Ormuz e passou a realizar ataques contra alvos israelenses, bases militares dos Estados Unidos e instalações estratégicas em países da região, como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
por Notícias ao Minuto
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