Jornalista/Radialista
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo, realizou neste final de semana a primeira edição da Festa do Milho, que reuniu milhares de pessoas no Calçadão do Campo Municipal em um evento marcado pela valorização da cultura, da gastronomia e do entretenimento.
Durante os dois dias de festa, moradores e visitantes puderam saborear diversas delícias preparadas à base de milho, prestigiar apresentações musicais e aproveitar um ambiente preparado para receber toda a família.
O evento foi um grande sucesso, proporcionando momentos de alegria, confraternização e fortalecimento das tradições do município.
A Prefeitura de Ibaté e a Secretaria Municipal de Esportes, Cultura e Turismo agradecem a presença de toda a população, dos visitantes, expositores, artistas, equipes envolvidas e parceiros que contribuíram para a realização da Festa do Milho.
O empenho e a participação de todos foram fundamentais para o sucesso da primeira edição de uma importante celebração da cultura, da união da comunidade e da valorização das tradições locais.
Artista barretense usou bordado artístico para dar vida ao tradicional cartaz oficial do evento
BARRETOS/SP - O cartaz oficial da 71ª Festa do Peão de Barretos transforma memórias, tradição e identidade em arte. Assinada pela artista têxtil barretense Vera Lúcia Suzuki Vieira, a obra "Memórias Bordadas – Festa do Peão de Boiadeiro" foi criada a partir das lembranças da infância, da história do evento e da ligação de sua família com Os Independentes, reunindo técnicas de bordado livre, pintura de agulha e tingimento artesanal de linhas.
Reconhecida pelo trabalho em arte têxtil, Vera desenvolveu uma obra em que cada elemento possui um significado especial. Sobrinha de José Brandão Tupynambá, um dos fundadores de Os Independentes, ela cresceu acompanhando a Festa ainda no antigo recinto e levou para o cartaz oficial recordações que atravessam gerações.
“Esta obra foi criada especialmente para a 71ª edição e nasceu das minhas lembranças afetivas. Por conta do meu tio Tupy, eu cresci vivendo a Festa do Peão no antigo recinto. Enquanto bordava, muitas memórias da minha infância foram voltando. Ao construir a logomarca, pensava no meu tio e nos amigos que sonharam o evento. Tenho certeza de que eles jamais imaginariam a grandiosidade que ela alcançaria”, conta a artista.
Composição
Na composição, a logomarca da Festa ocupa posição de destaque, em relevo, simbolizando o coração do evento. Ao redor, elementos que remetem à identidade de Barretos e do festival se unem aos fogos de artifício, que representam o encerramento de cada noite e a celebração vivida por milhares de pessoas no Parque do Peão.
Além de uma escolha estética, as técnicas utilizadas reforçam o significado da obra. Vera optou pelo bordado, criando uma textura orgânica que remete à terra, à vegetação e às raízes da Festa. Os ipês aparecem em relevo, enquanto o céu recebe tonalidades suaves que conferem profundidade à cena. Os fios também reproduzem o brilho dos fogos de artifício, valorizando a atmosfera de celebração.
"Cada ponto foi bordado como um gesto de gratidão e de memória. Apresento a minha arte em homenagem não somente ao meu tio, mas a todos aqueles que transformaram e continuam transformando um sonho em um dos maiores eventos do mundo. Como dizia o doutor Bezerrinha, " a Festa não termina, um segredo ela tem. A gente fica em Festa até chegar o ano que vem", afirma.
Familía
A relação da família Suzuki com a Festa do Peão de Barretos também atravessa gerações: o arquiteto Marcelo Suzuki, irmão de Vera, já assinou um dos cartazes oficiais do evento, enquanto o jornalista Matinas Suzuki contribuiu, ao longo da carreira, para divulgar Barretos e a Festa em importantes veículos de comunicação.
Os Independentes
"Receber uma obra criada por uma artista barretense, que tem uma história tão próxima da Festa, torna este momento ainda mais especial. A Vera conseguiu traduzir em arte o sentimento que fazem parte da nossa história", destaca o presidente de Os Independentes, Jeronimo Luiz Muzeti.
A obra original que inspirou o cartaz oficial da edição 2026 ficará em exposição no Memorial do Peão, integrando a galeria que reúne as peças históricas do evento. A tradição já contou com criações assinadas por grandes nomes das artes brasileiras, como Tomie Ohtake, Hans Donner, Oscar Niemeyer, Ziraldo, Romero Britto e Manabu Mabe, Justo Aguilera, Dado Stuart, Renato Amisy, Chico Priolli entre outros.
A 71ª Festa do Peão de Barretos será realizada de 20 a 30 de agosto de 2026, no Parque do Peão.
BRASÍLIA/DF - A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) descartou neste domingo, 19, ser vice da chapa presidencial de Romeu Zema (Novo). Segundo ela, o PL não poderia ter dois nomes para a disputa, considerando-se que já conta com o de seu enteado Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
"Estou filiada ao PL. Um mesmo partido não pode ter duas cabeças de chapa concorrendo em coligações distintas para os mesmos cargos majoritários. "Portanto, não há nenhuma possibilidade de isso acontecer", escreveu em seu perfil no Instagram.
Michelle afirmou que sua prioridade é cuidar da saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar, e que ainda não decidiu se sairá candidata ao Senado pelo Distrito Federal: "Não defini se serei candidata nem ao Senado. Portanto, essa proposta de ser vice de Zema não pode sequer ser cogitada", afirmou.
As declarações vêm após Zema dizer que Michelle é uma das opções para a composição de sua chapa: "É uma possibilidade, sim, como outras também são. Nome ficha limpa é sempre um nome muito bom", disse Zema, ontem, 18, durante o 10º Encontro Nacional do Novo.
por Estadao Conteudo
SÃO PAULO/SP - Após a Copa do Mundo de futebol, nossa seleção masculina ficou longe do hexa e, agora, resta esperar o próximo Mundial. Mas não vai ser preciso aguardar mais quatro anos para torcer pelo Brasil.

É que no ano que vem tem Copa do Mundo Feminina e, pela primeira vez, ela vai ser realizada aqui no Brasil.
O que não falta por todo o canto são meninas já apaixonadas por futebol, que têm nas potências da seleção feminina um exemplo a seguir. E a torcida está garantida para todas as idades.
A pequena Manuela Baère, de 6 anos, já está empolgada para ver as atletas em campo.
"Eu adoro futebol. Você sabia que eu faço aula de futebol? E eu estou doida para ver as meninas jogarem. A gente só vê os meninos. Estou toda doida para a gente ver as meninas jogarem", diz.
Sofia Seabra, de 13 anos, é fã declarada da atacante Marta, que segue inspirando gerações. A estudante de Brasília já está negociando, em casa, uma forma de assistir à abertura do Mundial feminino no Maracanã.
"Estou muito empolgada com a Copa do Mundo feminina do ano que vem, que eu vou até me comportar melhor para eu poder ver o jogo no Rio de Janeiro. Cresci jogando futebol ao lado de meninos, mas isso nunca me deixou para baixo. Mesmo com a capacidade física menor que a deles, sempre me esforçava mais e mais para poder evoluir. Vou estar torcendo muito o ano que vem", conta.
O Mundial feminino vai ser disputado por 32 seleções entre 24 de junho e 25 de julho do ano que vem. Esta vai ser a primeira vez que o Brasil vai sediar a competição.
Em abril deste ano, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nomeou a ex-capitã da seleção brasileira, vice-campeã mundial de 2007 e medalhista olímpica em Atenas 2004, Aline Pellegrino, como diretora executiva de legado e relações institucionais da Copa do Mundo FIFA 2027.
Ela destaca o poder de mudança cultural do Mundial feminino.
"Nesse momento de reconhecimento do espaço da mulher nessa sociedade, o quanto essa Copa ela vai também pro lado social, pra gente enquanto sociedade ser uma sociedade mais igualitária. E eu acho que o futebol tem esse poder de mudança, de transformação. Então, eu acredito que um um grande legado que pode acontecer por si só é esse legado cultural. É um potencial muito grande de levar essas histórias, de mudar a cultura, de meninas e meninos começarem a praticar esse futebol junto desde sempre, isso não ser um problema, porque isso não é um problema. Que essa Copa possa vir e e gerar muitas mudanças no nosso Brasil enquanto sociedade", explica.
E para as que já estão em campo seguindo os passos de atletas como Aline Pellegrino, a certeza é que o Mundial do ano que vem dará mais visibilidade ao futebol feminino. É a confiança da atleta do time Republicanas de Brasília, Myllene D'Arc, de 34 anos.
"Eu sempre vi os meninos jogando e aí acabei jogando com eles e me apaixonei pelo esporte. A minha expectativa para a Copa do Mundo Feminina é que vai dar muito mais visibilidade, né, para as mulheres, de mostrar que futebol não é só para homem, né? É para mulher também e a gente pode fazer o que quiser, o esporte que quiser, porque somos empoderadas", relata.
Pelas ruas, enquanto a Copa masculina se encaminhava para o final, a impressão sobre o Mundial feminino variava entre os mais e os menos otimistas. Mas é quase unânime a ideia de que as atletas precisam de mais visibilidade e valorização.
No ano que vem, oito cidades vão sediar a disputa pela inédita taça: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Desde 1991, quando foi realizada a primeira Copa do Mundo Feminina, a taça só foi levantada por cinco seleções ao longo das nove edições do torneio – Estados Unidos (4 vezes), Alemanha(2), Noruega (1), Japão (1) e Espanha (1), atual campeã. Que comece a torcida para que as habilidosas atletas brasileiras recebam em casa o inédito título de campeãs mundiais.
AGÊNCIA BRASIL
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