Jornalista/Radialista
ESPANHA - A nova atualização do mercado de transferências do Real Madrid traz boas novas para Endrick. A imprensa garante que o clube acertou a venda de Gonzalo García, principal concorrente do brasileiro na posição. O espanhol está encaminhado ao Fulham por um pedido de Arbeloa, ex-técnico do Real, e custará cerca de 40 milhões de euros fixos, mais dois milhões em bônus (R$ 244 milhões ao todo).
Segundo os jornais "Marca" e "AS", o Fulham chegou a um acordo com o Madrid para comprar 70% dos direitos econômicos de Gonzalo. O negócio foi fechado nesta quinta-feira e depende apenas da assinatura do contrato. O novo time de Arbeloa também vai comprar o meia César Palacios, de 21 anos, por 10 milhões de euros.
Apesar da venda, o Real não pretende descartar de vez o futuro de Gonzalo no clube. Os jornais afirmam que a equipe de Mourinho vê a transferência como uma oportunidade financeira, mas pretende acompanhar o desenvolvimento do atacante de 22 anos.
Arbeloa foi contratado pelo Fulham em julho, pouco depois de se despedir do Real no fim da temporada 25/26. Ele era técnico do time juvenil de Madri e assumiu o primeiro trabalho profissional após a saída de Xabi Alonso, em janeiro.
O Real foi vice-campeão espanhol e caiu nas quartas de final da Champions League, com duas derrotas para o Bayern de Munique. Em 28 jogos com o time, Arbeloa teve 64% de aproveitamento, com 18 vitórias, dois empates e oito derrotas.
Caminho aberto para Endrick
Endrick voltou ao Real Madrid na quarta-feira, após participar da Copa do Mundo com a seleção brasileira. Na temporada passada, ele não teve espaço na equipe liderada por Xabi Alonso e foi emprestado ao Lyon no primeiro semestre de 2026. O atacante se despediu da França com oito gols e nove assistências em 21 partidas.
Gonzalo foi o principal concorrente de Endrick na disputa de espaço no ataque do Real. Os dois atuam como centroavantes, mas o espanhol apresentou vantagem por ser dois anos mais velho e ter se formado na base do clube. Na temporada passada, García teve oito gols e três assistências e participou de 1.471 minutos em 39 jogos.
A saída de Gonzalo permite que Endrick tenha mais possibilidades no time, porém ele ainda terá concorrentes no elenco. No momento, Mourinho tem Mbappé, Bellingham e Vini Jr. à disposição. Rodrygo ainda está em recuperação e só voltará a jogar no fim do ano, enquanto Mastantuono deve ser emprestado para ganhar sequência.
Outro possível adversário nessa disputa é Yan Diomandé, joia da Costa do Marfim que defende o RB Leipzig. O Real Madrid estuda pagar até 90 milhões de euros (R$ 522 milhões) pelo atacante de 19 anos.
Por Redação do ge
EUA - As ações da Adidas despencaram nesta quinta-feira (30) e caminham para a maior queda diária de sua história, após os gastos elevados com marketing na Copa do Mundo da Fifa comprimirem os lucros da fabricante alemã de artigos esportivos.
Por volta das 10h (de Brasília), os papéis caíam 17,3% na Bolsa de Frankfurt, a 150,65 euros. No acumulado do ano, a ação recua mais de 10%.
A empresa gastou perto de 1 bilhão de euros em marketing no trimestre encerrado em junho, cerca de 30% a mais do que no mesmo período do ano passado, ao intensificar ações de promoção em torno da Copa do Mundo da Fifa realizada na América do Norte. O torneio terminou de forma positiva para a Adidas, fornecedora de uniformes e patrocinadora de Espanha e Argentina, finalistas da competição.
Mas o aumento das despesas de marketing limitou o lucro operacional, que subiu 5% em um ano, para 574 milhões de euros, ficando abaixo do consenso de mercado, de 623 milhões de euros.
Em teleconferência, o CEO da Adidas, Bjorn Gulden, disse ter se surpreendido com a queda das ações.
A companhia reiterou a projeção de lucro operacional para 2026, em torno de 2,3 bilhões de euros, abaixo dos quase 2,5 bilhões de euros estimados por analistas.
Tanto o resultado quanto a ausência de um aumento no guidance devem decepcionar, escreveu o analista Piral Dadhania, do RBC Capital Markets, em nota.
A Adidas afirmou ainda que sua projeção não considera possíveis reembolsos de tarifas nos EUA entre US$ 250 milhões e US$ 300 milhões, valores que poderão ser recuperados no futuro.
Em termos absolutos, a Adidas teve um trimestre forte, disseram analistas do Deutsche Bank. Ainda assim, os números podem frustrar investidores diante do aumento das expectativas relacionadas à Copa do Mundo, acrescentaram. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
por Estadao Conteudo
EUA - O Apple Upgrade, novo programa de leasing da Apple, permite assinar iPhones, Macs, iPads e Apple Watches nos EUA. Com preços de produtos em alta, devido à crise de chips de memória, a opção é uma forma de tornar os aparelhos mais acessíveis.
Clientes poderão contratar o leasing em lojas, pela internet e no aplicativo Apple Store. iPhones e Apple Watches terão contratos de 12 ou 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser "alugados" por 24 ou 36 meses.
Plano mais barato para iPhone custa US$ 17,99 por mês. O antigo programa de troca de iPhones da Apple começava em cerca de US$ 42 mensais e permitia substituir o aparelho após 12 pagamentos.
- iPhone 17e - a partir de US$ 17,99/mês (cerca de R$ 92)
- iPhone 17 - a partir de US$ 22,99/mês (cerca de R$ 118)
- iPhone Air - a partir de US$ 28,99/mês (cerca de R$ 148)
- iPhone 17 Pro - a partir de US$ 31,99/mês (cerca de R$ 164)
- iPhone 17 Pro Max - a partir de US$ 34,99/mês (cerca de R$ 179)
Apple substitui o programa anterior, restrito a iPhones, por uma opção que inclui mais produtos. Modelos mais baratos, como iPhone 16, MacBook Neo, iPad básico e Apple Watch SE, não participam da iniciativa.
No fim da assinatura, o contratante devolve o aparelho ou fica com ele, mediante o pagamento de uma taxa adicional. Outra opção é renovar o leasing é pegar um novo dispositivo.
ALTA DE PREÇOS PRESSIONA TROCA DE APARELHOS
Apple elevou em junho os preços de parte dos Macs e iPads devido à escassez de memória. A demanda por centros de dados contribui para a falta desses componentes.
Consumidores americanos também têm mantido celulares por mais tempo. Usuários ficam, em média, 22 meses com o aparelho nos EUA, apontou uma pesquisa da Reviews.org divulgada no ano passado.
Analistas esperam que a próxima geração de iPhones tenha preços maiores. Mike Howard, vice-presidente de da consultoria TechInsights, disse: "Devemos começar a pensar em um iPhone de US$ 1.500, em vez de um iPhone de US$ 1.000 ou US$ 1.200".
Programa estreia antes do lançamento esperado de novos iPhones em setembro. A Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, que pode ser o smartphone mais caro da empresa.
por Folhapress
CHILE - A região de Atacama, no norte do Chile, registrou em quatro dias um volume de chuva equivalente ao que costuma cair em quatro anos, em um episódio considerado extremo por meteorologistas.
Atacama, onde fica o deserto mais árido do mundo, teve pontos com mais de 250 milímetros acumulados em quatro dias. O volume já supera marcas associadas a chuvas registradas em 2015 e 2017, quando a região teve entre 200 e 250 milímetros de chuva, de acordo com Emol e a ADN Radio.
Governo chileno decretou Estado de Exceção por Catástrofe na província de Huasco, uma das áreas mais afetadas. A medida foi tomada em meio ao sistema frontal que atinge grande parte do país, com Atacama entre as zonas mais castigadas, segundo a ADN Radio.
Especialistas apontam que o acumulado em poucos dias foge do padrão climático de uma região que normalmente recebe pouca chuva. Ao Diario de Atacama, o meteorologista Jaime Leyton afirmou: "Esta tempestade ainda não acabou e há lugares que já ultrapassaram os 250 milímetros em quatro dias. Uma estimativa da quantidade de precipitação aponta que 240 milímetros de chuva equivalem, praticamente, ao total de quatro anos de chuva na região, falando em termos de média".
Nas áreas do interior, como a pré-cordilheira e os vales, a situação tende a ser ainda mais intensa. Leyton disse que, nesses pontos, pode chover "o dobro ou quatro vezes" o volume de um ano, e resumiu: "Por isso, este evento foi categorizado como um evento extremo, completamente anômalo em relação às estatísticas disponíveis".
O risco de enxurradas e tempestades aumenta quando o solo deixa de conseguir absorver a água. Leyton explicou que a infiltração tem um limite e que o escoamento cresce depois disso: "Primeiro é preciso preencher a capacidade de retenção de água do solo e, só depois que essa capacidade é atingida, começa a se gerar o escoamento".
Comparações com 2015 e 2017 ajudam a dimensionar a preocupação com deslizamentos e corridas de lama. Naqueles episódios, as chuvas causaram inundações após acumulados entre 200 e 250 milímetros, patamar que o evento atual já teria ultrapassado, segundo especialistas ouvidos por Emol e pela ADN Radio.
por Folhapress
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