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Redação

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 Jornalista/Radialista

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MACEIÓ/AL - Após dias desaparecido, um elefante-marinho voltou a ser visto no litoral alagoano. Apelidado de Leôncio, o animal tinha sido visto pela última vez na segunda-feira (23) e foi localizado na quarta-feira (25) nas águas do litoral sul alagoano pela equipe do Instituto Biota de Conservação, organização que desenvolve ações de resgate e conservação da fauna marinha.

Leôncio, que recebeu o nome após uma campanha nas redes sociais, chegou no litoral de Alagoas no dia 11 e desde então ficou passeando pelas areias das praias de Ipioca e Garça, na capital Maceió, e em Barra de Santo Antônio, em Paripueira.

Segundo o instituto, o animal está em um processo de muda de pelagem - comum para a espécie - que pode levar de uma a quatro semanas. Durante esse período é comum que o animal fique na praia, descansando, enquanto completa o processo.

O instituto esclarece ainda que o elefante-marinho não está doente, por isso não precisa ser capturado para algum tipo de intervenção. Precisa apenas de  repouso mesmo.

Desde que foi avistado, Leôncio tem sido alvo de perturbação por parte de moradores locais. Em razão disso, o instituto lançou um alerta pedindo para que as pessoas respeitem o espaço do animal e o deixem descansar.

Ações como tocar, afugentar, alimentar, perseguir, interagir são consideradas molestamento e podem prejudicar o comportamento natural do animal.

“Caso encontre o animal, mantenha distância, não interaja e não tente empurrá-lo para a água. Entre em contato conosco pelo telefone/WhatsApp: (82) 99115.2944”, esclarece o instituto.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Um quarto das estudantes adolescentes do Brasil já sofreu alguma situação de violência sexual, incluindo toques, beijos ou exposição de partes íntimas sem consentimento.

O alerta faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 118.099 adolescentes de 13 a 17 anos, que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024.

Em relação a 2019, último ano em que a pesquisa foi feita, o percentual de meninas que relataram essas violências nas respostas aumentou 5,9 pontos percentuais.

O IBGE destaca ainda que 11,7% das estudantes entrevistadas contaram que foram forçadas ou intimidadas para se submeterem a relações sexuais. Nesse caso, o aumento em relação a 2019 foi de 2,9 pontos percentuais.

Apesar da proporção de meninas violentadas ser, em média, o dobro da de meninos, estudantes de ambos os gêneros relataram situações de abuso, somando mais de 2,2 milhões de vítimas de assédio e 1,1 milhão de relações forçadas. 

Apesar de ações enquadradas nas duas categorias serem tipificadas como estupro pela lei brasileira, o IBGE optou por dividi-las em duas perguntas para facilitar a compreensão dos adolescentes durante as entrevistas. 

“Esse tipo de violência nem sempre é identificado pela vítima, seja por falta de conhecimento em razão da idade, no caso de menores, seja por aspectos sociais e culturais. Nesse sentido, a identificação dos diversos atos que caracterizam a violência sexual, por um lado, consiste numa estratégia metodológica que facilita a identificação da violência; por outro, possibilita a caracterização da violência em escalas de gravidade”

Idade

Outro destaque da pesquisa diz respeito à idade das vítimas no momento do crime. Enquanto as situações de assédio sexual foram mais reportadas por adolescentes com 16 e 17 anos, entre aqueles forçados à relação sexual, a maioria (66,2%) tinha 13 anos ou menos quando sofreu a violência.

A violência foi mais frequente entre os estudantes de escola pública: 9,3% dos adolescentes dessas instituições relataram já terem sido intimidados ou forçados a uma relação sexual, contra 5,7% dos alunos da rede privada.

Já nos casos de assédio sexual, a proporção entre as duas redes é semelhante. 

Quem foram os agressores

O instituto também pediu aos estudantes que apontassem o autor das violências. No caso daqueles que foram submetidos a uma relação forçada, a grande maioria foi violentada por pessoas do seu círculo íntimo: 

  • 8,9% por pai, padrasto, mãe ou madrasta;
  • 26,6% por outros familiares;
  • 22,6% por namorados ou ex-namorados;
  • 16,2% por amigos. 

Já nos casos de toque não consentido, beijo forçado ou exposição de partes íntimas, a categoria mais mencionada foi “outro conhecido” (24,6%), seguido por outros familiares (24,4%) e desconhecidos (24%). 

Em ambos os casos, os estudantes podiam escolher mais de uma opção, e o somatório das respostas nas duas questões foi superior a 100%, o que indica que muitos estudantes sofreram esse tipo de violência mais de uma vez, ou de pessoas diferentes. 

 

Gravidez precoce

A pesquisa também identificou que cerca de 121 mil meninas de 13 a 17 anos de idade já engravidaram alguma vez, o que representou 7,3% daquelas que disseram ter iniciado a vida sexual. Desse total, 98,7% eram de escolas da rede pública.

Em cinco estados do Brasil, o índice de gravidez precoce ultrapassa 10% das estudantes: Paraíba, Ceará, Pará, Maranhão e Amazonas, onde a situação chega a 14,2% das estudantes. 

Outros dados sobre a iniciação sexual dos adolescentes, de forma consentida, levantam preocupações com a prevenção dessas gestações e contra infecções sexualmente transmissíveis.

Somente 61,7% dos estudantes usaram camisinha na primeira relação sexual, proporção que cai para 57,2% no caso da relação mais recente.

Para o IBGE, isso indica que não só os adolescentes não estão se protegendo desde o começo da vida sexual, como esse uso vai caindo com o passar o tempo.

Já entre aqueles que optaram por outros métodos contraceptivos, 51,1% dos estudantes utilizam pílula anticoncepcional e 11,7% usam pílula do dia seguinte, uma opção de emergência, que só deve ser tomada em situações excepcionais.

Apesar disso, quatro em cada dez meninas já tomou esse tipo de pílula pelo menos uma vez na vida. 

Início da vida sexual

Em comparação com a pesquisa anterior, os dados de 2024 também apontam para um início mais tardio da vida sexual: 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vivenciado ao menos uma relação, 5 pontos percentuais a menos do que em 2019.

A proporção cai para 20,7% entre os alunos de 13 a 15 anos, e sobe para 47,5% entre aqueles com 16 e 17 anos.

Por outro lado, considerando apenas aqueles que já iniciaram a vida sexual, 36,8% tiveram a primeira relação com 13 anos de idade ou menos. 

No Brasil, a idade mínima para o consentimento legal é 14 anos, e qualquer relação com pessoa menor do que essa idade pode configurar estupro de vulnerável. Entretanto, os dados da pesquisa apontam que a idade média da iniciação sexual foi de 13,3 anos, entre os meninos, e de 14,3 anos, entre as meninas.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.

A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.

O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.

Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”

“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.

Instituições públicas

Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”

A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.

“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”

O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.

“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.

Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”

Mulheres Mil

No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.

A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.

Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme Mulheres Mil, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.

As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Agenda especial inclui caça aos ovos, oficinas infantis e momentos de interação com o Coelho da Páscoa

 

SÃO CARLOS/SP - O encontro mais doce do ano acontece neste sábado (28), no Shopping São Carlos, administrado pelo Grupo AD, com a chegada do Coelho da Páscoa, dando início a uma programação gratuita pensada para encantar crianças e adultos.

A partir das 16h, o público poderá acompanhar a chegada do Coelho, com direito a fotos e momentos de interação. Na sequência, das 17h às 18h, acontece a tradicional caça aos ovos, uma das atividades mais aguardadas pelos pequenos.

Além do evento de abertura, o Shopping São Carlos preparou uma agenda especial com oficinas criativas no Ateliê de Páscoa, que acontecem nos dias 29 de março (domingo) e 3, 4 e 5 de abril. As atividades incluem oficinas de mini ovos, biscoitos temáticos e mini donuts, sempre com foco em estimular a criatividade e proporcionar experiências lúdicas para as crianças. As vagas são limitadas, e as inscrições devem ser feitas no local, antes do início de cada atividade.

Segundo Fábio Maria, gerente geral do Shopping, a expectativa para a data é positiva, acompanhando o aquecimento do varejo em todo o país. “A Páscoa é uma data importante para o comércio e, neste ano, a expectativa é bastante otimista. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas indicam que mais de 106 milhões de brasileiros devem ir às compras, com um tíquete médio em torno de R$ 253. Esse movimento reforça a relevância da data não apenas para o varejo, mas também como um momento de encontro e celebração entre as famílias”, destaca.

Ele também ressalta o protagonismo dos produtos tradicionais. “O chocolate continua sendo o grande destaque, com os ovos liderando a preferência dos consumidores, seguidos pelos bombons. Por isso, além da programação especial, o Shopping está preparado para oferecer variedade e comodidade aos clientes”, afirma.

Nesse sentido, o Shopping São Carlos reúne opções para todos os gostos. Marcas como Super Store Cacau Show, Kopenhagen, Brasil Cacau e o Pão de Açúcar oferecem uma variedade de novidades para a Páscoa, com alternativas que vão desde os tradicionais ovos de chocolate até presentes especiais para toda a família. 

Já a coordenadora de marketing, Nancy Araujo, enfatiza o papel afetivo da ação. “A chegada do Coelho da Páscoa já se tornou um momento tradicional no Shopping. É uma experiência que as crianças adoram e que cria uma conexão muito especial com as famílias. Nosso objetivo é justamente proporcionar esse ambiente acolhedor, onde pais e filhos possam viver juntos momentos de alegria, diversão e encantamento”, afirma.

Programação de Páscoa – Shopping São Carlos

Chegada do Coelho e Caça aos Ovos
28/03 (sábado)
16h às 17h | Chegada do Coelho (com fotos)
17h às 18h | Caça aos Ovos
Evento gratuito

Ateliê de Páscoa (oficinas infantis)
? 29/03 (domingo) – Oficina Mini Ovos
? 03/04 (sexta-feira) – Oficina Biscoito de Coelho
? 04/04 (sábado) – Oficina Mini Donuts
? 05/04 (domingo) – Oficina Mini Ovos
Sessões às 14h, 15h, 16h e 17h
Evento gratuito (vagas limitadas, inscrições no local)

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