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Redação

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, em parceria com o SENAI e por intermédio do Departamento de Políticas de Emprego para a Juventude anunciou a abertura das inscrições para o curso Fundamentos de Inteligência Artificial Generativa. A iniciativa busca capacitar jovens e adultos para os desafios da transformação digital e para as novas demandas do mercado de trabalho.

As inscrições estarão abertas entre 02 (segunda-feira) e 20 de fevereiro de 2026, das 8h30 às 16h30, na Casa do Trabalhador “Antônio Cabeça Filho”, localizada na Av. São Carlos, 1839 – Centro. Para se inscrever, é necessário apresentar RG, CPF, comprovante de endereço e comprovante de escolaridade. O curso exige idade mínima de 18 anos.

As aulas ocorrerão de 23 a 27 de fevereiro de 2026, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h, também na Casa do Trabalhador. O curso oferece formação em competências essenciais para o cenário contemporâneo, como análise de dados, utilização de modelos generativos, criação de soluções inteligentes e capacidade de inovação. Essas habilidades são cada vez mais valorizadas por empresas que buscam profissionais capazes de otimizar processos, reduzir custos e aumentar a produtividade.

Ao dominar os fundamentos da inteligência artificial generativa, os participantes ampliam suas oportunidades profissionais em setores como indústria, comércio, saúde, educação, atendimento ao cliente e gestão pública. O SENAI garante a qualidade da formação, com conteúdo alinhado às necessidades reais da indústria e do mercado tecnológico.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, destacou a importância da iniciativa para São Carlos. “Este curso representa um passo estratégico para preparar nossa população para o futuro do trabalho. A inteligência artificial generativa já está presente em diversos setores e queremos que os cidadãos de São Carlos estejam prontos para aproveitar essas oportunidades. É uma ação que promove inclusão, competitividade e inovação”, afirmou.

SÃO CARLOS/SP - Na noite da última quarta-feira (28/01), o auditório da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) recebeu mais uma audiência pública voltada à revisão do Plano Diretor de São Carlos. O encontro reuniu cerca de 150 pessoas, mantendo a média de participação registrada nas etapas anteriores.

O assessor do prefeito Netto Donato, João Muller, avaliou positivamente o resultado da reunião, que teve como foco o diálogo com o setor produtivo. “A avaliação nossa é de que a reunião de ontem, o encontro com o setor produtivo da cidade, do desenvolvimento econômico, foi um sucesso. Nós convidamos as entidades vinculadas às indústrias, empreendimentos imobiliários, comércio, serviços, inovação e todo e qualquer cidadão pôde participar. Várias pessoas que não tinham relação com esse segmento também participaram. Nós tivemos aproximadamente 150 pessoas, 20 delas usaram a palavra, fizeram propostas, sugestões e nós continuamos avançando na elaboração de uma boa revisão do plano diretor de São Carlos”, destacou Muller.

Durante o encontro, representantes de diferentes áreas apresentaram propostas e sugestões, destacando o caráter participativo do processo. A diversidade de vozes, incluindo cidadãos sem vínculo direto com o setor produtivo, foi apontada como um dos pontos fortes da audiência.

A próxima etapa da revisão do Plano Diretor já tem data marcada. No dia 11 de fevereiro, às 18 horas, o encontro será realizado no prédio do Onovolab, em São Carlos, e terá como público-alvo o segmento acadêmico. “Com a participação de pesquisadores, cientistas e representantes de startups, a expectativa é que o debate avance em temas ligados à inovação e ao desenvolvimento sustentável, reafirmando o compromisso da administração municipal em construir um Plano Diretor que reflita as necessidades e potencialidades de São Carlos”, disse Muller.

SÃO CARLOS/SP - O comércio de São Carlos terá horários especiais de funcionamento ao longo do mês de fevereiro em razão do período de Carnaval. As regras seguem o que está previsto na convenção coletiva de trabalho, firmada entre os sindicatos que representam empregadores e empregados do setor.

De acordo com o calendário definido, nos sábados dos dias 7 e 14 de fevereiro, as lojas poderão funcionar das 9h às 17h, em horário estendido. Já na segunda-feira de Carnaval (16), o atendimento será das 12h às 18h. Na terça-feira (17), o comércio permanecerá fechado. O funcionamento será retomado na quarta-feira de Cinzas (18), também das 12h às 18h.

A presidente da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), Ivone Zanquim, destacou que a entidade atua exclusivamente na divulgação dos horários já estabelecidos em convenção. “Os horários de funcionamento do comércio são definidos em convenção coletiva entre os sindicatos da categoria. À ACISC cabe o papel de informar e orientar os comerciantes e a população sobre essas definições, garantindo transparência e organização”, afirmou.

Segundo a entidade, a divulgação antecipada tem como objetivo facilitar o planejamento dos lojistas, trabalhadores e consumidores, além de evitar dúvidas sobre o funcionamento do comércio durante o período carnavalesco.

SÃO PAULO/SP - A proposta de redução da jornada de trabalho vem ganhando espaço no debate público, mas especialistas alertam para os possíveis impactos negativos sobre o funcionamento do mercado de trabalho e sobre a economia como um todo. A avaliação é de que mudanças desse porte exigem análise criteriosa, especialmente em setores que dependem fortemente da força de trabalho para manter seus níveis de operação.

Em entrevista à CNN, o assessor econômico da FecomercioSP, Fabio Pina, destacou que a diminuição da carga horária torna difícil sustentar o atual volume de produção de bens e serviços. Segundo ele, com menos horas trabalhadas, empresas tendem a enfrentar queda na produtividade, o que afeta diretamente a capacidade operacional.

Na prática, a redução da jornada pode resultar em menor oferta de produtos e serviços, gerando efeitos em cadeia que se estendem por toda a economia. O impacto não se limita às empresas, mas alcança fornecedores, consumidores e o nível geral de atividade econômica.

Fabio Pina também chama atenção para consequências indiretas da medida, como o risco de demissões, a diminuição de novas contratações e a pressão inflacionária, caso as empresas repassem custos mais elevados aos preços finais.

Para o economista, o debate ainda carece de uma análise mais profunda sobre os efeitos no Comércio e nos Serviços, setores responsáveis por grande parte dos empregos no país. “Estamos discutindo a redução da jornada sem considerar os impactos econômicos e a capacidade do mercado de absorver uma mudança tão radical”, afirma.

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