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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - A Apple anunciou nesta quarta-feira, 8, um novo acordo plurianual com a Broadcom para projetar e produzir componentes de silício personalizados e tecnologias avançadas de conectividade sem fio para uma ampla gama de produtos da companhia. O compromisso, que deve superar US$ 30 bilhões, prevê a fabricação de mais de 15 bilhões de chips nos Estados Unidos e a criação de centenas de empregos no país.

Como parte da parceria, a Broadcom ampliará e modernizará sua unidade de Fort Collins, no Colorado, com um investimento de US$ 1,5 bilhão em despesas de capital. A fábrica produzirá componentes avançados de radiofrequência, incluindo filtros FBAR, que eliminam interferências de sinal, além de tecnologias de conectividade sem fio utilizadas em dispositivos da Apple.

Segundo a empresa, o acordo representa o maior compromisso já firmado dentro do Apple American Manufacturing Program (AMP), iniciativa lançada no ano passado para acelerar a manufatura nos EUA e fortalecer uma cadeia doméstica de suprimentos para semicondutores. O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, agradeceu ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao seu governo pelo apoio ao projeto.

A iniciativa faz parte do plano da Apple de investir US$ 600 bilhões na economia americana ao longo de quatro anos, com foco em manufatura, geração de empregos e desenvolvimento tecnológico.

ÀS 8h42 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a Apple recuava 0,31%. A Broadcom, que chegou a operar em território positivo brevemente logo após o anúncio, caía 0,75%.

 

 

por Estadao Conteudo

TEXAS - Cristiano Ronaldo não escondeu a frustração após a eliminação de Portugal no Mundial de 2026. A seleção portuguesa perdeu para a Espanha por 1 a 0 e ficou fora da competição.

O atacante já havia confirmado que esta seria sua última Copa do Mundo. Por isso, a partida marcou a despedida do camisa 7 português dos Mundiais. Ainda no gramado, Cristiano Ronaldo se emocionou e chorou, visivelmente abalado com a derrota e a eliminação de Portugal.

Pouco depois, o português foi consolado por Lamine Yamal. O jogador espanhol se aproximou de Cristiano Ronaldo e o abraçou em um gesto de respeito após o apito final.

 

 

por Notícias ao Minuto

AUSTRÁLIA - Uma mulher australiana foi acusada de matar o próprio filho, de 4 anos, e de cozinhar partes do braço da criança. O caso aconteceu no último sábado (4), em Wyong, na Austrália.

Segundo as autoridades, a mulher, de 32 anos, se apresentou a uma delegacia e confessou o crime. Após o relato, policiais foram até o apartamento onde ela morava e encontraram a criança sem vida.

Inicialmente, a polícia informou que o menino apresentava ferimentos graves em um dos braços e que investigava a possibilidade de canibalismo. A suspeita foi posteriormente reforçada pela própria mãe, que teria admitido ter cozinhado partes do corpo do filho.

Exames foram realizados em amostras de saliva, sangue e unhas da mulher para verificar as declarações feitas por ela. Por questões legais, as identidades da mãe e da criança não foram divulgadas.

O caso também levantou questionamentos sobre a atuação dos serviços de proteção infantil. Mãe e filho já tinham sido alvo de várias denúncias ao Departamento das Comunidades e Justiça de Nova Gales do Sul.

De acordo com a imprensa britânica, vizinhos haviam relatado situações preocupantes envolvendo a mulher e a criança. Entre os registros, estavam histórico de violência e abuso de drogas. A própria mãe da suspeita já teria pedido uma ordem judicial contra ela.

Kate Washington, ministra das Comunidades e da Família de Nova Gales do Sul, afirmou que o departamento responsável pela proteção infantil recebeu várias denúncias envolvendo a criança antes do crime. Segundo o The Guardian, a última queixa relacionada à família havia sido feita há 18 meses.

“Hoje, muitas pessoas em Nova Gales do Sul se perguntam como isso aconteceu e se poderia ter sido feito mais para proteger essa criança. Queremos entender se havia algo que poderíamos ter feito de forma diferente para oferecer mais proteção”, afirmou a ministra.

A mulher compareceu ao tribunal no domingo e não pediu liberdade mediante pagamento de fiança. Ela deve voltar ao tribunal local de Wyong no dia 1º de setembro.

 

 

por Notícias ao Minuto

CONGO - A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (7) que o surto de Ebola no Congo ainda não se estabilizou e continua se expandindo, com a transmissão impulsionada pela movimentação da população.

A República Democrática do Congo confirmou 1.561 casos, incluindo 506 mortes, no pior surto já registrado da rara cepa Bundibugyo do Ebola, para o qual, segundo a organização, não há tratamento ou cura comprovados.

“Infelizmente, ainda está na fase de expansão. Gostaríamos de dizer que a situação está se estabilizando, mas, francamente, ainda não podemos afirmar isso”, disse a médica Anne Ancia, representante da OMS no país, a repórteres por videoconferência de Bunia, no epicentro da epidemia. 

Ela afirmou que ainda há grandes desafios, como a quase saturação de alguns centros de tratamento do Ebola, com índices de ocupação em torno de 90%.

De acordo com a médica, outra dificuldade ocorre porque os trabalhadores que adoecem na cidade mineira de Mongbwalu não estão buscando tratamento localmente, em vez disso, viajam e disseminam a doença para novas regiões.

“Os deslocamentos populacionais, a insegurança persistente e  fragilidade do sistema de saúde continuam a complicar os esforços para controlar o surto”, disse ela.

 

 

por Agência Brasil

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