Jornalista/Radialista
EUA - Michael Phillips, americano de 38 anos conhecido por afirmar ter o “menor pênis do mundo”, passou por um procedimento estético na segunda-feira (17), em um hospital da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A intervenção foi financiada por doações feitas por meio de uma página criada no site GoFundMe e tinha como objetivo aumentar a espessura do órgão e proporcionar mais conforto ao paciente.
O pênis de Michael mede menos de um centímetro, tamanho inferior ao de um comprimido de paracetamol. Durante o procedimento, médicos aplicaram preenchimento semipermanente em toda a extensão do órgão. A expectativa é que o tratamento possa ajudá-lo a deixar de usar fraldas e alcançar maior sensação de “normalidade e conforto”.
Segundo o “TMZ”, o procedimento durou aproximadamente três horas. Antes da aplicação do preenchimento, os médicos utilizaram um creme anestésico e, depois, administraram uma injeção de anestesia. Apesar da dor provocada pelas injeções, Michael avaliou o procedimento como um sucesso.
Após a intervenção, o órgão ficou inchado, condição que deve permanecer por cerca de uma semana. O resultado definitivo, porém, só poderá ser observado quando o inchaço desaparecer.
Os médicos também informaram que Michael poderá retornar ao hospital dentro de seis meses para realizar uma nova sessão. O procedimento poderá servir tanto para aumentar ainda mais o tamanho do órgão quanto para manter o resultado obtido, caso o produto aplicado seja absorvido rapidamente pelo organismo.
A condição fez com que Michael ganhasse repercussão mundial na internet depois de falar publicamente sobre os impactos que ela provocou em sua vida. Entre as dificuldades relatadas pelo americano estão os relacionamentos e a possibilidade de ter uma vida sexual. Ele afirmou ser virgem e também revelou que considera difícil falar abertamente sobre o assunto por causa do constrangimento.
A arrecadação feita pela internet permitiu que Michael realizasse o procedimento que, segundo ele, poderia representar uma mudança significativa em sua rotina. Mesmo ainda aguardando o resultado final, o americano considerou positiva a primeira etapa do tratamento.
por Guilherme Bernardo
EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (19) uma nova ofensiva econômica contra o Irã, classificada por ele como a "operação econômica mais devastadora alguma vez empreendida contra qualquer país".
Em uma publicação na Truth Social, Trump advertiu que qualquer país que permita que instituições financeiras, empresas, aeroportos ou entidades governamentais ofereçam "qualquer tipo de tábua de salvação" ao Irã também enfrentará consequências econômicas.
Segundo o presidente norte-americano, a nova ofensiva pretende interromper os mecanismos usados por Teerã para contornar as sanções e manter a circulação de recursos. Entre eles estão o contrabando de petróleo, operações de câmbio, transferências de dinheiro em espécie, casas de câmbio, registros de navios e empresas de fachada.
Trump exigiu que essas operações "parem AGORA" e afirmou que Washington acompanhará de perto países e entidades que continuarem permitindo esse tipo de atividade.
O republicano apresentou a medida como uma nova etapa da pressão dos Estados Unidos sobre o governo iraniano. Segundo ele, as Forças Armadas do Irã ficaram fortemente enfraquecidas após os confrontos recentes, enquanto a economia do país estaria próxima do colapso.
"Isto será um DIA D econômico", afirmou Trump, ao pedir que aliados dos Estados Unidos participem do isolamento do Irã. O presidente voltou ainda a dizer que seu governo não permitirá que Teerã obtenha uma arma nuclear.
Trump admite possível retomada de negociações
Antes do anúncio da nova ofensiva econômica, Trump havia afirmado que Washington e Teerã poderiam, "talvez em algum momento", retomar as negociações para tentar encerrar a guerra.
O presidente também avaliou positivamente a situação atual no Estreito de Ormuz e disse que muitos petroleiros estão conseguindo atravessar a passagem sem problemas.
"Talvez em algum momento, embora neste preciso momento ache que a situação [no Estreito de Ormuz] é muito boa. Mas sim, talvez em algum momento", respondeu Trump na Casa Branca ao ser questionado sobre a possibilidade de novas conversas.
A declaração ocorreu depois do fim do cessar-fogo bilateral firmado em junho, cujo prazo terminou na segunda-feira (17).
Após o ataque de Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, Teerã respondeu com ataques contra países vizinhos aliados de Washington e bloqueou o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo e outros produtos energéticos. Os Estados Unidos, em resposta, impuseram um bloqueio aos portos iranianos.
Embora as hostilidades tenham diminuído recentemente, a tensão continua elevada no sexto mês de conflito, enquanto as tentativas de negociação diplomática permanecem travadas.
"Nenhuma conversa ou discussão está ocorrendo neste momento nem está programada com a República Islâmica do Irã", declarou Trump na terça-feira (18).
Segundo uma fonte norte-americana ouvida pela agência France-Presse, as negociações foram suspensas e Trump orientou sua equipe a não retomar o diálogo enquanto Teerã não se aproximar das posições defendidas por Washington.
Irã condiciona reabertura do Estreito de Ormuz
O governo iraniano, no entanto, tem dado poucos sinais de que pretende atender às exigências norte-americanas.
O principal negociador do país, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz não será reaberto enquanto Washington não cumprir os compromissos previstos no protocolo assinado entre os dois países em junho.
O documento estabelecia uma trégua de 60 dias e previa negociações para alcançar uma solução mais duradoura para o conflito. O entendimento perdeu efeito após a retomada das hostilidades em julho.
Ghalibaf, que visitou Bagdá nesta quarta-feira, também denunciou a "ingerência estrangeira" em um momento no qual os Estados Unidos pressionam o Iraque a desarmar grupos armados apoiados por Teerã. O negociador iraniano também defendeu um "reforço regional".
Paralelamente, Irã e Omã, os dois países que fazem fronteira com o Estreito de Ormuz, discutem há várias semanas como poderá funcionar a futura gestão da passagem marítima.
O Irã, que tem atacado embarcações que tentam atravessar o estreito sem autorização, pretende cobrar taxas de navegação pelos serviços oferecidos aos navios em trânsito. A proposta é rejeitada pelos Estados Unidos e por outros países da região.
NOTÍCIAS AO MINUTO
SÃO CARLOS/SP - A construção de uma passarela de pedestres sobre a linha férrea mudou a rotina do trânsito na Avenida Paulista. O trecho localizado na região do SESC, entre as ruas Humberto Manelli e Salesianos do Brasil, está totalmente interditado nos dois sentidos.
O bloqueio segue até 30 de setembro e foi determinado pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e Mobilidade Urbana (SMSPMU) em função dos trabalhos executados pela Concessionária Rumo.
A interdição faz parte da logística necessária para a obra. Máquinas pesadas, como escavadeiras, além de caminhões e outros equipamentos, precisam circular e operar no local. Com isso, manter o trânsito aberto poderia oferecer riscos tanto aos trabalhadores quanto aos motoristas.
Para orientar quem passa pela região, o local recebeu sinalização da empresa responsável pelos serviços. Mesmo assim, a recomendação das autoridades é evitar o trecho interditado.
A melhor alternativa para quem precisa se deslocar pela região é planejar o trajeto antes de sair e utilizar outras vias. A atenção deve ser redobrada porque o bloqueio pode aumentar o fluxo de veículos nas rotas utilizadas como desvio.
A previsão atual é que a Avenida Paulista seja liberada após o término da etapa de obras que exige a interdição. Até lá, a orientação é respeitar a sinalização e evitar o trecho sempre que possível.
SÃO CARLOS/SP - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, celebrado ontem, 19 de agosto, foi marcado pela reflexão sobre os desafios enfrentados por milhares de brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade. A data também chama atenção para a necessidade de garantir direitos básicos, como moradia, alimentação, saúde, documentação, assistência social e oportunidades de trabalho.
Em São Carlos, a Prefeitura mantém uma estrutura de atendimento voltada a esse público por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania. A rede reúne serviços de acolhimento, abordagem social, alimentação, atendimento especializado e encaminhamentos para outras áreas das políticas públicas.
Um dos principais equipamentos é o Centro POP, localizado na Rua São Joaquim, no Centro. Entre janeiro e julho deste ano, o serviço registrou uma média de 222 pessoas atendidas por mês. O espaço oferece acompanhamento social, orientação, encaminhamentos, atividades de convivência, auxílio na regularização de documentos e ações voltadas à autonomia e à retomada dos vínculos familiares e comunitários.
Outro serviço importante é a Abordagem Social, realizada diretamente em diferentes regiões da cidade. As equipes procuram estabelecer contato com pessoas que estão nas ruas e apresentar as possibilidades de atendimento oferecidas pela rede municipal. No primeiro semestre de 2026, foram registrados, em média, 120 atendimentos mensais.
A Casa de Passagem também integra essa estrutura e funciona durante 24 horas para receber pessoas que precisam de acolhimento temporário. O local oferece serviços como banho, alimentação, pernoite e café da manhã, além de encaminhamentos conforme a necessidade de cada usuário. Entre janeiro e julho, a unidade recebeu aproximadamente 42 pessoas por noite.
Na área da alimentação, o programa Nosso Prato oferece refeições gratuitas para pessoas em situação de vulnerabilidade. Já na saúde, o município conta com o Consultório na Rua, que leva atendimento às pessoas que encontram dificuldades para acessar os serviços tradicionais e faz a ligação dos usuários com unidades de saúde, CAPS e outros equipamentos da rede.
A proposta das políticas municipais, segundo a Prefeitura, é não se limitar às necessidades emergenciais. O objetivo é acompanhar cada pessoa de maneira individualizada e buscar alternativas para a recuperação da autonomia, o acesso a direitos e o fortalecimento dos vínculos sociais e familiares.
Neste mês, São Carlos também participou de uma articulação regional que reuniu representantes de 11 municípios para discutir protocolos e formas de atendimento à população em situação de rua. A iniciativa busca integrar os serviços e estabelecer procedimentos que possam tornar o atendimento mais organizado e eficiente.
A secretária municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, Gisele Santucci, destacou que a data também serve para combater o preconceito e ampliar a compreensão sobre as diferentes razões que podem levar uma pessoa à situação de rua. Segundo ela, o enfrentamento desse cenário exige atendimento humanizado e a atuação conjunta de diferentes políticas públicas.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.