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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARGENTINA - Um casal foi detido após causar tumulto durante um voo da Copa Airlines que saiu da Cidade do Panamá com destino a Rosário, na Argentina. Os passageiros foram denunciados por outros viajantes depois de supostamente tentarem manter relações sexuais em seus assentos durante a viagem.

O caso aconteceu no voo CM 836, que pousou na madrugada desta terça-feira no aeroporto de Rosário. Segundo informações do jornal argentino La Nacion, o homem tem 55 anos e a mulher 60. De acordo com os relatos, os dois estavam seminus no momento em que chamaram a atenção dos demais passageiros, provocando desconforto dentro da aeronave.

Ainda conforme o jornal, a tripulação decidiu registrar uma queixa por exibicionismo contra o casal. A chefe de cabine teria comunicado o episódio ao supervisor do voo após receber diversas reclamações de pessoas que acompanhavam a situação durante a viagem.

Antes mesmo do pouso, as autoridades acionaram o Ministério Público de Rosário. Seguindo o protocolo estabelecido para esse tipo de ocorrência, os dois passageiros foram encaminhados à delegacia responsável pela área do aeroporto internacional localizado no bairro de Fisherton, onde passaram pelos procedimentos legais.

Embora o código aeronáutico argentino não tenha uma proibição específica sobre relações sexuais dentro de aeronaves, a conduta pode ser interpretada como violação das normas de comportamento dos passageiros e também como interferência na autoridade do comandante responsável por manter a ordem e a segurança do voo.

Além das medidas tomadas pelas autoridades locais, a companhia aérea também pode aplicar sanções administrativas aos envolvidos. Entre as punições possíveis estão advertências internas e até mesmo a proibição de embarque em futuros voos da empresa.

O episódio relembrou outros casos parecidos registrados recentemente na Europa. Em 2025, um casal britânico teria causado problemas em um voo da EasyJet entre Londres e Alicante, na Espanha. Segundo passageiros, os dois estavam alcoolizados e chegaram a afirmar que fariam parte do “mile high club”, expressão em inglês usada para quem mantém relações sexuais durante voos.

Na ocasião, os passageiros relataram desconforto após a dupla se trancar no banheiro da aeronave. Uma comissária tentou contato, mas não obteve resposta, levando ao acionamento das autoridades do aeroporto de Alicante.

Outro episódio semelhante ocorreu em 2023, também envolvendo a EasyJet. Segundo o La Nacion, integrantes da tripulação flagraram um casal dentro do banheiro da aeronave, e os envolvidos acabaram detidos após o desembarque.

 

 

 por Notícias ao Minuto Brasil

EUA - A área florestal do planeta encolheu mais de 41 milhões de hectares entre 2015 e 2025, o equivalente a cerca de 1% da cobertura mundial de florestas. Os dados fazem parte do Relatório sobre os Objetivos Florestais Globais 2026, divulgado nesta terça-feira durante o Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, realizado em Nova York.

Segundo o documento, América do Sul e África registraram as maiores perdas no período, com reduções de 4,61% e 4,28%, respectivamente.

O ritmo médio de destruição florestal na última década foi de 4,12 milhões de hectares por ano, acima da média registrada entre 2000 e 2015, quando a perda anual era de 3,68 milhões de hectares. Ainda assim, o número segue abaixo do registrado ao longo do século XX, quando o planeta chegou a perder cerca de 10,7 milhões de hectares de floresta por ano.

O relatório destaca ainda a destruição de aproximadamente 16 milhões de hectares de florestas primárias nos últimos dez anos. Esse tipo de floresta é considerado essencial para a biodiversidade por apresentar pouca ou nenhuma interferência humana.

O documento avalia o cumprimento dos seis Objetivos Globais para as Florestas e das 26 metas estabelecidas pela ONU no Plano Estratégico para Florestas 2017-2030.

Segundo a avaliação, sete metas já foram alcançadas, 17 avançaram parcialmente e duas estão claramente atrasadas: o aumento da área florestal mundial em 3% e a erradicação da pobreza extrema entre populações que dependem diretamente das florestas para sobreviver, especialmente na África Subsaariana.

O relatório foi elaborado com base em informações enviadas voluntariamente por 48 países e em dados de organizações internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Entre os avanços considerados positivos estão o aumento das áreas protegidas, melhorias na gestão florestal sustentável e maior cooperação internacional.

Atualmente, quase 20% das áreas florestais do mundo estão protegidas. Apesar disso, o ritmo de expansão caiu. Entre 2000 e 2015, a média de crescimento das áreas protegidas era de 10 milhões de hectares por ano. Entre 2015 e 2025, esse número caiu para 4 milhões de hectares anuais.

A ONU também alerta para “desafios persistentes”, como a degradação contínua das florestas, os impactos das mudanças climáticas e a falta de financiamento adequado para políticas ambientais.

Segundo o relatório, o financiamento global destinado à gestão florestal sustentável alcançou cerca de 84 bilhões de dólares em 2023, muito abaixo dos 300 bilhões de dólares anuais considerados necessários até 2030.

Cerca de 90% dos recursos atuais vêm de fundos públicos nacionais, enquanto menos de 4% têm origem em ajuda internacional ao desenvolvimento. A participação do setor privado ainda é considerada pequena.

Entre as prioridades apontadas pelo Fórum das Nações Unidas estão interromper o desmatamento, recuperar áreas degradadas, ampliar o acesso de comunidades florestais a mercados e capacitação técnica, além de aumentar os investimentos em gestão sustentável.

O relatório também recomenda reforço no combate à extração ilegal de madeira e ao comércio clandestino ligado à atividade.

Entre os exemplos positivos citados pela ONU está o Brasil, que ampliou áreas de manejo sustentável de longo prazo. Segundo o documento, isso permitiu a produção de mais de 2,15 milhões de metros cúbicos de madeira com rastreabilidade e origem certificada.

Outro destaque foi a China, que criou em 2021 seus cinco primeiros parques nacionais, abrangendo uma área total de 230 mil quilômetros quadrados.

Atualmente, as florestas cobrem cerca de 32% da superfície terrestre, somando aproximadamente 4,14 bilhões de hectares.

Cinco países concentram mais da metade das florestas do planeta: Rússia (20%), Brasil (12%), Canadá (9%), Estados Unidos (7%) e China (5%).

Segundo a ONU, as florestas armazenam cerca de 172 toneladas de carbono por hectare e abrigam 80% das espécies de anfíbios do mundo, 75% das aves e 68% dos mamíferos.

 

 

por Notícias ao Minuto

CUBA - O governo de Cuba atribuiu a grave crise energética enfrentada pelo país ao endurecimento das sanções impostas pelos Estados Unidos e afirmou que o embargo ao setor de petróleo agravou ainda mais os apagões registrados na ilha nos últimos meses.

A declaração foi feita nesta quarta-feira pelo ministro de Energia e Minas de Cuba, Vicente de la O Levy, em pronunciamento exibido pela televisão estatal.

Segundo o ministro, o país enfrenta atualmente um “bloqueio energético praticamente intransponível”.

“A principal causa da crise energética em Cuba é, fundamentalmente, o bloqueio energético imposto ao país”, afirmou.

Desde janeiro, o governo norte-americano vem aumentando a pressão sobre Havana, exigindo mudanças econômicas e reformas políticas mais amplas. Nesse período, Washington anunciou novas sanções e chegou até mesmo a mencionar a possibilidade de uma intervenção militar.

Entre as medidas adotadas pelos Estados Unidos está o embargo ao petróleo, que praticamente interrompeu a chegada de combustível importado à ilha. Além disso, novas sanções de caráter extraterritorial passaram a atingir empresas e operações ligadas ao abastecimento energético cubano.

“É um bloqueio energético que se soma ao embargo já existente há muitos anos e que agravou ainda mais a situação econômica e energética do país”, disse O Levy.

O ministro afirmou que, desde janeiro até poucas semanas atrás, Cuba não recebeu “um único navio de combustível”, situação que, segundo ele, explica as longas horas de apagões enfrentadas pela população.

De acordo com o governo cubano, a única exceção foi um petroleiro enviado pela Rússia em abril, transportando uma doação de 100 mil toneladas de petróleo bruto.

Segundo O Levy, a chegada da carga permitiu reduzir temporariamente os cortes de energia, inclusive em Havana.

“Houve vários dias sem interrupções no fornecimento de energia na capital”, afirmou.

Apesar disso, o ministro admitiu que a melhora durou pouco.

“Foi uma miragem temporária”, declarou, explicando que o petróleo russo já foi totalmente utilizado até o início de maio e que o sistema elétrico cubano voltou a operar sem reservas de combustível.

Atualmente, segundo ele, o país enfrenta temperaturas mais altas enquanto a rede elétrica funciona apenas com usinas termelétricas, a empresa energética Energás e parques solares fotovoltaicos.

O ministro não comentou a situação em outras regiões do país, onde os apagões vêm sendo ainda mais severos do que em Havana.

Horas antes do pronunciamento, o governo norte-americano anunciou uma nova oferta de ajuda humanitária de US$ 100 milhões para Cuba.

As autoridades cubanas, porém, insistem que a crise econômica e energética é consequência direta daquilo que classificam como “guerra econômica” promovida pelos Estados Unidos.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também se manifestou nas redes sociais.

“Apesar das brutais medidas de estrangulamento econômico e energético decretadas pelos Estados Unidos, Cuba continua de pé e não é um Estado falido”, escreveu.

Também nesta quarta-feira, o chanceler cubano Bruno Rodríguez afirmou que uma eventual ação militar norte-americana contra Cuba provocaria “uma catástrofe humanitária” e um “banho de sangue” para os dois países.

No último dia 2 de maio, o presidente Donald Trump afirmou que pretende assumir o controle de Cuba “quase imediatamente” após o fim da guerra envolvendo o Irã.

 

 

por Notícias ao Minuto

RÚSSIA - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, vai visitar a China "muito em breve", informou um porta-voz do Kremlin nesta quinta-feira (14).

Preparativos para a viagem já estão concluídos, disse o porta-voz Dmitry Peskov. Ele não divulgou, porém, a data na qual esse encontro vai acontecer.

Putin e o presidente chinês, Xi Jinping, já se encontraram mais de 40 vezes ao longo dos anos. O encontro mais recente ocorreu em Pequim, em setembro do ano passado, segundo a agência de notícias Reuters.

Rússia e China mantêm uma parceria estratégica descrita pelos dois países como "sem limites". O acordo foi assinado em fevereiro de 2022, menos de três semanas antes de a Rússia iniciar a guerra na Ucrânia, informou a Reuters.

Anúncio sobre encontro de Putin com Xi acontece enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está na China. nesta quinta-feira (14), o americano e o chinês trocaram elogios ao fazer brindes em um banquete. Mais cedo, eles tiveram uma reunião a portas fechadas.

 

 

 por Folhapress

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