SÃO CARLOS/SP - O Código de Defesa do Consumidor (CDC) completou 36 anos nesta sexta-feira, 11 de setembro, e o PROCON São Carlos, órgão ligado à Secretaria Municipal de Justiça, aproveita a data para lançar uma programação especial ao longo de todo o mês, voltada à conscientização e à valorização dos direitos dos consumidores.
Além das atividades já desenvolvidas pela Seção de Educação para o Consumo, o órgão está intensificando as fiscalizações de orientação e reforçando as ações do Protocolo Não se Cale, ampliando o compromisso com a informação, a prevenção e a proteção dos consumidores no município.
Uma das frentes da programação é voltada às crianças, que participam de forma significativa das decisões de compra da família, da escolha de alimentos e roupas a outros hábitos de consumo. Diante disso, o PROCON reforça a importância de trabalhar a educação financeira e o consumo consciente desde a infância, com orientação dos pais, como forma de prevenir compras por impulso e o consumismo infantil.
Dentro dessa proposta, o órgão está realizando ações educativas nas escolas municipais EMEB Carmine Botta e EMEB Dalila Galli, com foco em cidadania, direitos do consumidor, educação financeira e consumo responsável entre crianças e adolescentes.
A programação inclui: formação com bibliotecárias, capacitação sobre direitos básicos do consumidor, prevenção ao superendividamento e educação financeira, fortalecendo as bibliotecas como espaços de cidadania. Palestras educativas e voltadas a alunos do Ensino Fundamental II, com orientações sobre direitos do consumidor e consumo consciente em linguagem acessível. Contação de histórias para alunos do 1º ao 5º ano, aproximando os estudantes dos conceitos de cidadania e responsabilidade nas relações de consumo.
Gincanas educativas e atividades lúdicas sobre consumo, sustentabilidade e proteção ao consumidor. A primeira ocorre em 19 de setembro, na EMEB Carmine Botta, e a segunda em 17 de outubro, na EMEB Dalila Galli.
“Com as iniciativas, o PROCON São Carlos busca aproximar a defesa do consumidor da comunidade escolar e formar cidadãos mais conscientes e preparados para tomar decisões de consumo equilibradas”, destacou o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza.
SÃO CARLOS/SP - Com a temporada de renovação de matrículas se aproximando, escolas de todo o país já começam a enviar às famílias suas propostas para o próximo ano letivo, o que costuma incluir aumentos nos valores de mensalidades e anuidades. Diante disso, o Procon de São Carlos, órgão ligado à Secretaria Municipal de Justiça, orienta pais e responsáveis a lerem os contratos com atenção e a exigirem informações claras sobre preços e condições antes de confirmar a renovação.
Pela Lei Federal nº 9.870/1999, as instituições de ensino são obrigadas a apresentar aos responsáveis, com pelo menos 45 dias de antecedência do prazo final de matrícula, uma proposta contratual detalhada, incluindo o valor total da anuidade ou semestralidade e o número de vagas disponíveis por turma.
A mesma legislação permite que as escolas reajustem seus preços com base em custos como folha de pagamento, investimentos pedagógicos e manutenção geral da instituição.
“Ainda assim, esses critérios precisam ser explicados de forma transparente e acessível aos consumidores”, disse o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza. “Não existe, porém, um teto legal para o percentual de reajuste. Por isso, o Procon recomenda que as famílias não aceitem o aumento sem questionar: vale pedir uma justificativa detalhada do valor e negociar diretamente com a escola, já que o diálogo costuma ser o principal instrumento disponível ao consumidor nesse tipo de situação”, complementou.
O órgão de defesa do consumidor sugere que, antes de efetivar a rematrícula, as famílias façam um checklist básico: conferir se o novo valor cabe no orçamento doméstico; avaliar as formas de pagamento disponíveis; comparar a proposta com a de outras escolas da região; observar a qualidade da proposta pedagógica e os serviços inclusos e checar as regras para eventual cancelamento ou transferência.
É comum que escolas cobrem uma taxa para reservar a vaga do aluno. Essa cobrança é permitida, mas o Procon alerta que esse valor deve ser abatido do total da anuidade, ou seja, não pode representar um custo adicional somado ao valor já contratado.
Antes de assinar qualquer documento, a recomendação é ler o contrato por completo, prestando atenção a detalhes como datas de vencimento, multas por atraso, juros e as regras específicas para desistência, transferência ou trancamento da matrícula.
A lei prevê que o valor total do curso (anual ou semestral) pode ser dividido em até doze parcelas mensais, no caso de cursos anuais, ou seis, no caso de cursos semestrais. As escolas também podem oferecer planos de pagamento alternativos, com mais ou menos parcelas, desde que isso não altere o valor total cobrado.
Um ponto que gera dúvidas frequentes é o que a escola pode ou não fazer em caso de atraso no pagamento. A legislação não obriga a instituição a renovar a matrícula de um aluno inadimplente, mas proíbe qualquer tipo de punição pedagógica durante o período letivo em curso. Isso significa que a escola não pode impedir a frequência às aulas, barrar a participação em provas e atividades, reter documentos escolares nem expor publicamente a situação financeira da família.
O Procon também destaca que famílias que já renegociaram uma dívida e estão cumprindo o acordo não podem ser tratadas como inadimplentes para fins de punição ou cobrança extra. As regras de devolução de valores mudam conforme o momento da desistência. Se a família desistir antes do início do ano letivo, tem direito à devolução integral do que já foi pago, já que o serviço educacional ainda não foi prestado.
Se o cancelamento acontecer depois de as aulas terem começado, a escola pode reter uma parte do valor para cobrir despesas administrativas, mas apenas se essa possibilidade estiver prevista no contrato e os custos forem devidamente comprovados.
Em qualquer caso, a orientação do Procon é formalizar o pedido de cancelamento por escrito, garantindo um comprovante da solicitação para eventuais contestações futuras. Outras dúvidas podem ser esclarecidas no Procon São Carlos, que fica na rua Rui Barbosa, 1190, no centro. O telefone e WhatsApp é: (16) 3419-4510.
SÃO CARLOS/SP - A compra de um veículo usado exige atenção redobrada. Para evitar prejuízos, fraudes e problemas posteriores, o PROCON recomenda que o consumidor não tome a decisão por impulso e faça uma avaliação completa antes de concluir o negócio.
Entre os principais cuidados estão: pesquisar o preço médio do modelo considerando ano, versão e quilometragem; desconfiar de ofertas muito abaixo do mercado; verificar documentação e débitos; e levar o carro a um mecânico de confiança para avaliação detalhada. Também é recomendável realizar test drive e contratar vistoria cautelar, capaz de identificar colisões graves, enchentes ou adulterações.
Segundo o diretor do PROCON de São Carlos, Tiago Nonato de Souza, a prevenção é essencial. “A principal orientação é não comprar por impulso. Antes de realizar qualquer pagamento, o consumidor deve verificar a procedência, a documentação e as condições mecânicas do veículo. Um cuidado tomado antes da compra pode evitar um grande prejuízo posteriormente”.
Nas compras feitas em lojas ou revendedoras, o consumidor deve exigir nota fiscal ou contrato detalhado, incluindo valor, forma de pagamento, quilometragem, acessórios e estado de conservação. Eventuais defeitos já informados precisam constar claramente no documento.
O Código de Defesa do Consumidor assegura garantia de 90 dias para veículos usados adquiridos em lojas ou revendedoras, abrangendo o carro como um todo. Caso surja um defeito não informado, o fornecedor tem até 30 dias para reparar. Se não houver solução, o consumidor pode optar pela substituição, devolução do valor pago ou abatimento proporcional.
Em negociações entre particulares, o Código de Defesa do Consumidor não se aplica, mas o comprador pode recorrer ao Código Civil em casos de vício oculto, fraude ou informações falsas. O PROCON São Carlos reforça que todos os documentos da negociação devem ser guardados e que, em caso de problemas, o consumidor pode procurar o órgão para orientação e registro de reclamação. Em caso de dúvidas, o PROCON atende na rua Rui Barbosa, 1190. O telefone e WhatsApp é o (16) 3419 4510.
Levantamento realizado em cinco estabelecimentos na segunda quinzena de julho incluiu medicamentos de referência e genéricos
SÃO CARLOS/SP - A Subsecretaria de Defesa do Consumidor - PROCON Araraquara realizou um levantamento de preços de 20 medicamentos de referência e seus respectivos genéricos em cinco drogarias do município. A pesquisa ocorreu entre os dias 17 e 20 de julho de 2026 e comparou os valores praticados nos estabelecimentos, com o objetivo de oferecer um parâmetro ao consumidor e incentivar a pesquisa de preços antes da compra. Entre os 40 itens pesquisados estão analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos, anti-hipertensivos e medicamentos utilizados no tratamento de diabetes, colesterol, gastrite e depressão. Os resultados apontam ampla variação nos preços, principalmente dos genéricos, cuja diferença chega a ultrapassar os 600%.
Na análise de preços dos medicamentos de referência, a maior diferença encontrada foi a do Amoxil, com 131,35%: o maior valor foi de R$ 163,83 e o menor, de R$ 70,80. Ainda na categoria de medicamentos de referência, a segunda maior variação foi verificada no Cozaar, com diferença de 73,06%: o maior preço encontrado foi de R$ 73,14, contra o valor mais baixo de R$ 42,26.
Já entre os genéricos, destaque para a Sertralina – o maior preço encontrado foi de R$ 104,84 e o menor, de R$ 14,99, o que representa uma diferença de 599,13%. Nesta categoria, foi desconsiderada a Sinvastatina, devido a divergências de apresentação do produto pesquisado. Por esta razão, a segunda maior variação constatada foi a do Anlodipino: o valor mais alto encontrado para o medicamento foi de R$ 35,91, e o menor, de R$ 4,99. Esta foi, portanto, a maior diferença entre todos os itens da pesquisa: 619,64%.
Diante desses resultados, nota-se que os genéricos apresentaram diferenças muito acentuadas, demonstrando que o consumidor pode economizar várias vezes o valor de um mesmo medicamento apenas pesquisando entre as farmácias. No caso de medicamentos de uso contínuo, como Losartana, Anlodipino, Sertralina e Omeprazol, adquiridos mensalmente por muitos consumidores, a pesquisa evidencia que a comparação de preços pode representar uma economia significativa ao longo do ano.
O subsecretário do PROCON Araraquara, Vinicius Motta, orienta que o consumidor compare os preços praticados por diferentes estabelecimentos antes de efetuar a compra. "Além do preço, é importante que o consumidor observe o prazo de validade, a integridade da embalagem, o número do lote, o registro do medicamento na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e exija a emissão da nota fiscal, documento essencial para a garantia de seus direitos. E, quando houver autorização médica para substituição, a opção pelo medicamento genérico pode representar uma economia significativa, sem prejuízo da qualidade, eficácia e segurança do tratamento", afirma.
O PROCON esclarece que os preços apresentados na pesquisa correspondem aos valores de tabela, desconsiderando eventuais descontos oferecidos pelas farmácias. Embora todos os estabelecimentos pesquisados adotem políticas de descontos, estes variam conforme convênios, programas de fidelidade, laboratórios parceiros, formas de pagamento, campanhas promocionais e outros critérios definidos por cada empresa. Por serem descontos flutuantes e individualizados, optou-se pela comparação dos preços sem desconto, de forma a garantir maior isonomia, transparência e padronização na pesquisa realizada.
Ressalta-se, ainda, que só fizeram parte da comparação os medicamentos comercializados no maior número de estabelecimentos visitados, sendo que os seus resultados não podem ser utilizados para fins publicitários. As variações de preços constatadas referem-se ao período em que a coleta foi realizada. Os preços atuais podem ser diferentes, estando sujeitos a alterações a critério do comerciante, inclusive por ocasião de descontos especiais, ofertas, promoções, programas de fidelidade ou disponibilidade de estoque. Além disso, lojas da mesma rede podem praticar preços diversos.
SÃO CARLOS/SP - Com a proximidade do Dia dos Pais, o PROCON São Carlos, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Justiça, divulgou uma série de recomendações para orientar os consumidores na hora das compras e evitar transtornos na data comemorativa.
Entre as principais orientações está a pesquisa prévia de preços, já que um mesmo produto pode ter valores bem diferentes de uma loja para outra. O órgão também recomenda atenção às condições de pagamento, número de parcelas e taxas de juros informadas pelo estabelecimento. Caso haja divergência entre o preço anunciado e o valor cobrado no caixa, deve prevalecer o menor valor.
O diretor do PROCON São Carlos, Tiago Nonato de Souza, reforça a importância de o consumidor se informar antes de fechar negócio. “O consumidor precisa chegar à loja já sabendo o que vai comprar e quanto está disposto a pagar. Pesquisar preços com antecedência é a melhor forma de evitar prejuízo e de fazer uma escolha mais consciente”, afirma.
Segundo o órgão, é fundamental verificar informações essenciais do produto, como características, composição, garantia e prazo de validade, quando aplicável, além de exigir sempre a nota fiscal, documento indispensável para o exercício de direitos em caso de defeito ou acionamento da garantia.
O PROCON também alerta que a troca de produtos por motivo de tamanho, cor, modelo ou simples arrependimento não é obrigatória por lei, dependendo da política de cada loja. Por isso, a orientação é que o consumidor se informe sobre essa política antes da compra e, se possível, peça que ela seja registrada por escrito. “Muita gente pensa que tem direito automático de trocar o presente se o pai não gostar, mas isso não é uma obrigação legal, é uma cortesia da loja. Por isso é tão importante perguntar antes e, se der, pedir para colocar por escrito”, destaca.
Em relação a produtos com defeito, a garantia legal é de 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para produtos duráveis. Já nas compras feitas pela internet, telefone ou catálogo, o consumidor tem até 7 dias após o recebimento do produto para desistir da compra, conforme o direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor.
Para as compras online, o PROCON recomenda cautela redobrada: dar preferência a sites conhecidos, desconfiar de ofertas com preços muito abaixo do praticado no mercado, verificar o CNPJ e os dados da empresa vendedora e guardar todos os comprovantes da transação.
“As compras pela internet facilitam a vida, mas exigem mais cuidado. Antes de comprar, é importante checar se o site é confiável e guardar todo o histórico da compra, do print da oferta ao comprovante de pagamento. Isso faz toda diferença se for preciso reclamar depois”, explica o diretor do Procon.
Tiago Nonato de Souza ainda reforça que o consumidor não está sozinho caso enfrente problemas nas relações de consumo. “Se o consumidor tiver qualquer dúvida ou passar por algum problema, pode e deve procurar o PROCON. Estamos aqui justamente para orientar e, quando necessário, intermediar essa relação com o fornecedor", afirma.
O Procon São Carlos pode ser acionado pelas redes sociais, no WhatsApp: (16) 3419-4510 e na sede, que fica à rua Rui Barbosa, 1190.
Em razão do Dia dos Pais, o PROCON São Carlos está realizando uma ação de fiscalização orientativa em estabelecimentos comerciais da cidade, com o objetivo de verificar o cumprimento das normas de defesa do consumidor durante o período de maior movimento nas lojas.
SÃO CARLOS/SP - Com o início do segundo semestre letivo, muitas famílias se preparam para adquirir materiais escolares, mochilas e estojos. Para evitar gastos excessivos e garantir segurança nas compras, o Procon São Carlos orienta os consumidores a planejarem suas aquisições e compararem preços antes de fechar negócio.
O órgão recomenda que o primeiro passo seja avaliar os itens já utilizados no semestre anterior. Cadernos, pastas, lápis e canetas em bom estado podem ser reaproveitados, ajudando na economia doméstica e reduzindo o consumo desnecessário.
Outro ponto essencial é a pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos, físicos e virtuais, já que a variação pode ser significativa. O consumidor deve sempre exigir e guardar a nota fiscal, documento indispensável para trocas, garantias ou eventuais reclamações.
Nas compras online, a atenção deve ser redobrada: é importante verificar a reputação do fornecedor, conferir informações sobre o produto, prazos de entrega e políticas de devolução. O Procon São Carlos alerta que as compras devem ser feitas apenas em sites confiáveis, que disponibilizem dados de identificação como CNPJ e endereço.
Planejamento e reaproveitamento são aliados do consumidor. Essas atitudes simples contribuem para reduzir despesas e tornam a compra mais consciente neste período de retomada das aulas.
Em caso de dúvidas ou problemas nas relações de consumo, o Procon São Carlos está disponível para orientar e defender os direitos dos consumidores. A unidade fica na rua Rui Barbosa, 1.190, e o WhastApp é o (16) 3419 4510.
SÃO CARLOS/SP - O Procon de São Carlos, órgão ligado à Secretaria Municipal de Justiça, conquistou em 2025 o primeiro lugar no Estado de São Paulo em índice de resolução de casos de superendividamento. Com 72% das demandas solucionadas por meio de mediação entre consumidores e credores, o município tornou-se referência estadual no atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade financeira.
Ao longo do ano, o Programa de Apoio ao Superendividado (PAS) atendeu 209 consumidores, registrando 628 pedidos de negociação, o que representa uma média de três dívidas por pessoa. Em casos mais graves, alguns chegaram a apresentar até 12 débitos para renegociação. O resultado é fruto do trabalho da seção de Conciliação e Negociação, que aposta em técnicas de mediação e atendimento humanizado para aproximar consumidores e credores.
A participação de São Carlos no Renegocia, mutirão nacional promovido pela Senacon em parceria com a Fundação Procon-SP, também impulsionou os números. Apenas em janeiro foram protocoladas 132 propostas de acordo, seguidas por outras 217 nos meses seguintes, ampliando as oportunidades de renegociação.
Além da recuperação financeira, o Procon mantém ações permanentes de educação financeira. A seção de Educação para o Consumo realiza palestras em escolas, incentivando crianças e adolescentes a adotarem hábitos de consumo consciente e planejamento financeiro desde cedo.
Outro dado que reforça a eficiência do programa é o baixo índice de judicialização: apenas 3% dos casos precisaram ser encaminhados ao Judiciário. O número endossa a capacidade da mediação em evitar processos e garantir soluções rápidas e consensuais.
Para o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza, os resultados refletem o compromisso da cidade com a cidadania e a proteção dos consumidores. “Nosso objetivo é oferecer não apenas renegociação de dívidas, mas também esperança e condições reais para que as famílias recuperem sua capacidade de pagamento e retomem o equilíbrio financeiro”.
O atendimento do PAS é gratuito e não exige agendamento. Os interessados devem comparecer à sede do Procon São Carlos à rua Rui Barbosa, 1.190, no centro com RG, CPF, comprovante de endereço e lista de credores. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30. Informações podem ser obtidas pelo telefone/WhatsApp: (16) 3419-4510.
SÃO CARLOS/SP - O Procon de São Carlos divulgou pesquisa de preços realizada em 3 de junho com produtos tradicionalmente procurados para o Dia dos Namorados, como flores, perfumes, chocolates, smartphones e smartwatches. O levantamento apontou diferenças expressivas entre os estabelecimentos e sites consultados.
No segmento de flores, por exemplo, o buquê com seis rosas apresentou variação de até 50% entre os locais pesquisados. Já entre os eletrônicos, os contrastes foram ainda maiores: o smartphone Redmi Note 14 (256 GB) registrou diferença de 113,86% entre o menor e o maior preço; o iPhone 16 (128 GB) chegou a 82,03%; e o smartwatch Redmi Watch 5 teve variação de 87,79%.
Nos perfumes e chocolates, embora os valores sejam mais estáveis, ainda há disparidades relevantes que podem impactar o bolso do consumidor. Em alguns casos, o preço de um mesmo produto pode quase dobrar dependendo do ponto de venda.
O Procon reforça que a pesquisa tem caráter informativo e busca auxiliar os consumidores a fazerem escolhas conscientes. Além de comparar preços, o órgão recomenda atenção às condições de pagamento, prazos de entrega, emissão de nota fiscal e políticas de troca.
Segundo o diretor do Procon, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Justiça, Tiago Nonato de Souza, “nosso objetivo é oferecer transparência e orientar o consumidor para que consiga economizar e evitar transtornos em uma data tão especial”. A pesquisa completa encontra-se no portal da Prefeitura e na página do Procon São Carlos nas redes sociais.
DICAS - Com a proximidade do Dia dos Namorados, o Procon de São Carlos alerta os consumidores sobre práticas essenciais para garantir segurança e evitar transtornos nas compras. Entre os principais pontos, está a recomendação de pesquisar antes de comprar, evitando decisões por impulso e comparando preços e qualidade. Produtos como flores e arranjos podem apresentar grande variação de valores, e ofertas muito abaixo do mercado devem ser vistas com cautela. Nas compras online, é indispensável conferir prazos de entrega e custos de frete.
Outro cuidado importante é com compras pela internet. O Procon orienta verificar a reputação das lojas, desconfiar de sites que aceitam apenas PIX ou boleto e evitar links recebidos por aplicativos de mensagens ou redes sociais. É essencial confirmar se a transação é feita diretamente com a empresa.
Em relação a trocas e devoluções, o órgão lembra que lojas físicas não são obrigadas a aceitar devoluções por arrependimento. Já nas compras online, o consumidor tem direito de desistir em até sete dias após o recebimento. Produtos personalizados não precisam ser trocados por arrependimento, mas defeitos devem ser corrigidos.
Para quem opta por jantares, eventos e experiências, é importante confirmar horários, valores e serviços inclusos, além de verificar regras de cancelamento e possíveis multas. Taxas de serviço e couvert artístico devem ser informados previamente. O mesmo vale para viagens e hospedagens, que exigem leitura atenta dos contratos e políticas de reembolso.
O Procon também reforça a necessidade de guardar comprovantes, como notas fiscais, e-mails de confirmação, prints de telas e recibos. Esses documentos são fundamentais para garantir os direitos do consumidor em caso de problemas.
“Os problemas mais comuns nesta época são atrasos nas entregas, reservas não confirmadas e serviços mal prestados. Planejamento e pesquisa são as melhores formas de evitar transtornos”, finaliza Tiago Nonato de Souza, diretor do Procon.
Qualquer dúvida, o consumidor pode procurar o Procon São Carlos na rua Rui Barbosa, 1.190, no Centro. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h e o telefone WhatsApp é (16) 3419-4510.
SÃO CARLOS/SP - O Procon de São Carlos, vinculado à Secretaria de Justiça, realizou uma ampla pesquisa comparativa de preços de produtos tradicionalmente consumidos durante as festas juninas. O levantamento foi feito em cinco estabelecimentos da cidade com o objetivo de orientar os consumidores na busca por melhores preços e incentivar o hábito de pesquisar antes das compras.
Entre os itens analisados, algumas diferenças chamaram bastante atenção. A mandioca apresentou a maior variação encontrada, chegando a 330,17%, com preços entre R$ 2,95 e R$ 12,69 o quilo. O gengibre também registrou elevada diferença, com variação de 101,92%, sendo encontrado entre R$ 9,90 e R$ 19,99 o quilo. Outros produtos típicos das comemorações juninas também apresentaram diferenças significativas, como o fubá Yoki (75,88%), o amendoim salgado sem casca Yoki (74,22%) e a cachaça Velho Barreiro (70,48%).
Apesar das grandes variações, o levantamento mostra que alguns itens mantêm preços mais estáveis, como a mistura para bolo de laranja Renata, com diferença de apenas 0,58% entre os supermercados. Já produtos frescos e de alta procura, como milho verde e batata-doce, também apresentaram oscilações relevantes, chegando a quase 94% no caso do milho.
O diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza, destacou a importância da pesquisa para o consumidor. “Nosso objetivo é dar transparência e orientar a população. A pesquisa tem caráter informativo e reflete os preços encontrados na data da coleta, podendo sofrer alterações posteriores de acordo com a política comercial de cada estabelecimento. Mas o que ela mostra de forma clara é que o hábito de comparar preços pode gerar uma economia considerável, especialmente neste período em que aumenta a procura por ingredientes típicos das festas juninas”.
O levantamento completo está disponível para consulta junto ao Procon São Carlos e nos canais oficiais da Prefeitura.
Confira os Itens juninos pesquisados:
- Amendoim salgado Yoki (350g): variou de R$ 10,90 a R$ 18,99, diferença de 74,22%;
- Canjica branca Yoki (400g): menor preço R$ 7,95, maior R$ 11,99, diferença de 50,82%;
- Fubá Yoki (500g): oscilou entre R$ 3,69 e R$ 6,49, diferença de 75,88%;
- Milho verde (bandeja): variou de R$ 4,95 a R$ 9,59, diferença de 93,74%;
Gengibre (kg): oscilou entre R$ 9,90 e R$ 19,99, diferença de 101,92%;
Mandioca (kg): variou de R$ 2,95 a R$ 12,69, diferença impressionante de 330,17%;
Paçoca rolha Santa Helena (350g): preços entre R$ 21,29 e R$ 24,70;
Bebidas típicas:
Vinho Chapinha: R$ 16,99 a R$ 17,85;
Vinho Sangue de Boi: R$ 14,89 a R$ 18,45;
Pinga 51: R$ 11,49 a R$ 17,89;
Velho Barreiro: R$ 13,99 a R$ 23,85;
Ypióca: R$ 32,99 a R$ 35,80.
SÃO CARLOS/SP - Com a proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o comércio, o Procon de São Carlos intensifica as orientações para que os consumidores façam compras de forma segura e evitem prejuízos.
Antes de adquirir produtos ou contratar serviços, a recomendação é pesquisar preços e verificar informações essenciais, como características, composição, prazo de validade, garantia e condições de pagamento. O órgão também alerta para ofertas com valores muito abaixo do mercado, que podem indicar risco em relação à qualidade ou à procedência.
De acordo com o Procon, produtos com defeito podem ser reclamados no prazo de até 30 dias para itens não duráveis e 90 dias para os duráveis, mesmo quando adquiridos em promoção. Já a troca por motivos como tamanho, cor ou preferência não é obrigatória e depende da política de cada estabelecimento.
Nas compras realizadas fora do ponto comercial, como pela internet, telefone ou catálogo, o consumidor tem direito de arrependimento em até sete dias após o recebimento do produto ou assinatura do contrato.
Para compras online, a orientação é redobrar a atenção: verificar a reputação da empresa, evitar links suspeitos, desconfiar de preços muito baixos e conferir dados como CNPJ e endereço físico. Guardar comprovantes e exigir nota fiscal também são medidas fundamentais para garantir os direitos do consumidor.
Para quem pretende celebrar a data em restaurantes, o Procon recomenda fazer reserva antecipada. O órgão lembra ainda que a taxa de serviço, geralmente sugerida em 10%, é opcional.
O Procon destaca que o Dia das Mães pode ser comemorado além da compra de presentes, valorizando momentos de convivência em família.
Em São Carlos, o atendimento do Procon é realizado por telefone e WhatsApp (16) 3419-4510, além do serviço presencial na Rua Rui Barbosa, nº 1.190, no Centro.
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