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SÃO CARLOS/SP -  A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Gestão e Cuidado Ambulatorial (DGCA), informa que a partir desta segunda-feira (1/3), mais um ponto de vacinação com sistema drive thru estará em funcionamento no Estádio Luís Augusto de Oliveira - Luisão, localizado na Vila Prado.
A vacinação será das 9h às 14h, de segunda a sexta-feira, somente para idosos de 80 a 84 anos e para aqueles acima de 85 que ainda não receberam a primeira dose da vacina contra a COVID-19.

A vacinação dos idosos também poderá ser realizada no posto volante com sistema drive thru na Fundação Educacional São Carlos (FESC), na Vila Nery, e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e nas Unidades de Saúde da Família (USF’s) para idosos cadastrados no programa de saúde da família .Em todos as unidades o horário será o mesmo, das 9h às 14h.

Para ser imunizado o idoso precisa fazer o pré-cadastro no site https://www.vacinaja.sp.gov.br/ e entregar impresso na hora da vacinação, além de apresentar um documento com foto e CPF. 

Na faixa etária de 80 a 84 anos a Prefeitura de São Carlos estima vacinar 3.745 idosos em São Carlos.

O cardiologista Dr. Roberto Yano e o neurocientista Dr. Fabiano de Abreu uniram forças para, mediante amplo estudo, definir os efeitos permanentes da doença.

 

SÃO PAULO/SP - Muito recentemente, o cardiologista Dr. Roberto Yano e o neurocientista e psicólogo Dr. Fabiano de Abreu uniram esforços para compreender os riscos que esta doença acarreta tanto para o sistema nervoso central, quanto para o sistema cardiovascular. Deste trabalho conjunto surgiu um artigo científico já aprovado pelo International Journal of Development Research e que será publicado em breve.

Como refere o médico cardiologista Dr. Roberto Yano, “cada vez que surge um vírus novo, é um desafio para a comunidade científica, ainda mais quando se trata de algo que tomou proporções como desta pandemia”.

“Com relação ao coração é irrefutável que, nos casos mais graves da infecção, exista uma probabilidade de ocorrer sequelas cardiovasculares, como insuficiência cardíaca, enfarto e AVC”, explicou o especialista. “Temos que antecipar os nossos estudos para conhecer melhor o desenvolvimento da doença, a nível de sequelas, está também relacionado com o sistema nervoso central.”

Para Fabiano de Abreu, a preocupação recai tanto nos danos físicos da doença como nos traumas que esta acarreta em âmbito psicológicos.

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"Sabemos que, ao nível neurológico teremos danos seja a nível celular ou, a própria infecção pode causar traumas que afetam a nossa capacidade cognitiva e que podem resultar em transtornos, síndromes ou outras variáveis futuras", esclarece. "Ainda na minha área de enfoque, preocupa-me também com a saúde mental da sociedade em geral que está, a nível geracional, a vivenciar algo deste tipo pela primeira vez."

Os danos que o Coronavírus pode causar estão ainda em fase incipiente de estudo, uma vez que é uma doença relativamente nova mas, a cada dia, acrescem os casos de relatos de pessoas que, mesmo após superarem, referem sequelas.

"Pacientes com Covid-19, mesmo recuperados, ainda sofrem com a mudança no paladar e olfato, que pode ser irreversível. Isso está relacionado à lesão causada, principalmente, nos neurônios sensoriais, primários", finaliza Dr. Fabiano de Abreu.

Dr. Fabiano de Abreu é doutor em neurociência e psicologia membro da Federação Europeia de Neurociência, sociedade brasileira e portuguesa de neurociência, mestre em psicanálise pelo instituto Gaio da Unesco, especialista em propriedades elétricas dos neurônios em Harvard e voluntário do exército português para assuntos de coronavírus.

Já Dr. Roberto Yano é especialista em Estimulação Cardíaca Artificial pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e AMB, além de responsável pelo setor de Marca-Passo, Arritmias Cardíacas, Teste Ergométrico e Métodos Gráficos da Clínica Yano em Minas Gerais. Ambos são membros do Centro de Pesquisas e Análises Heráclito. 

Estrutura foi montada e reformada ao longo do mês de fevereiro e começa a receber pacientes nos próximos dias

 

JAÚ/SP - O Hospital Amaral Carvalho (HAC) promoveu na manhã de 26 de fevereiro a cerimônia de início das atividades do Centro de Combate à COVID-19, unidade que irá atender pacientes de Jaú e região acometidos pela doença. A solenidade contou com a presença de membros da diretoria e funcionários da Instituição e autoridades da região.

    Toda a estrutura, de 39 leitos, sendo 29 de enfermaria e dez para tratamento semi-intensivo equipados com ventiladores pulmonares, foi construída durante o mês de fevereiro e estará disponível para receber pacientes encaminhados pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS) nos próximos dias.

    O diretor-superintendente do HAC, Antonio Navarro, ressaltou a importância do Centro para a região. "Nós entendemos que poderíamos ajudar a sociedade diante desse desafio que enfrentamos com a COVID-19. Por isso, o Amaral Carvalho entrega hoje 39 vagas para dar assistência aos pacientes com a doença", comenta. Navarro ainda agradeceu as equipes que atuaram diariamente para conclusão do projeto. "Em menos de 30 dias, levantamos essa estrutura, com apoio dos colaboradores do hospital e empresas terceirizadas que entenderam a importância desse serviço."

    Durante a solenidade, o funcionário da manutenção predial do Hospital Amaral Carvalho, Mateus Pereira de Medeiros, e o colaborador Luis Eduardo Martins, da empresa terceirizada Brasil Plac, receberam certificados de agradecimento, representando todos os colaboradores e as mais de 20 empresas que atuaram no local. A cerimônia também lembrou dos profissionais da saúde vítimas da COVID-19 em Jaú e homenageou o técnico de enfermagem da Instituição Ismael Firmino, falecido em maio do ano passado.

    O Prefeito de Jaú, Ivan Cassaro, destacou a rapidez na montagem da estrutura. "Queria agradecer toda a equipe do Hospital Amaral Carvalho que fez com que isso acontecesse na nossa cidade em tão pouco tempo, mais ou menos 23 dias de trabalho. Será um socorro para nossa cidade." O padre Celso Buscariolo, pároco da Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio, também esteve presente e fez a bênção no local.

    Ao final do evento e respeitando as orientações de combate ao novo coronavírus, os convidados participaram de visita guiada pela estrutura. "O jauense está de parabéns por ter uma Fundação que pensa na população, olha para a população com carinho e acolhe essa população. É um serviço maravilhoso que a gente está vendo, um presente para nós, da Regional de Saúde, para a Secretaria Estadual de Saúde numa parceria com a Fundação Amaral Carvalho", avaliou a diretora do Departamento Regional de Saúde (DRS) de Bauru, Doroti Vieira Alves Ferreira, em entrevista ao portal Central da Notícia.

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Atendimento

   Hoje, funcionários terminaram a instalação e configuração dos equipamentos nos quartos de internação. O prédio será desinfectado e dedetizado no final de semana. A unidade foi proposta pela Superintendência da Instituição para auxiliar no combate à COVID-19 na região e desafogar leitos de internação dos serviços de saúde. Os leitos serão destinados para pacientes com sintomas moderados da doença que necessitem de acompanhamento e serão encaminhados pela CROSS.

    "É um hospital referência para COVID que chega pelo sistema CROSS para os 68 municípios da região, mas o que a gente espera é que aqui, a gente consiga atender e dar vazão à demanda de Jaú, principalmente por causa da situação que está a Santa Casa hoje", explicou a diretora do DRS de Bauru, Doroti Vieira Alves Ferreira. Não haverá pronto atendimento direto à população e nem exame para detecção do vírus no local.

Fiscalizações foram intensificadas visando o cumprimento das novas normas de circulação vigentes a partir desta sexta-feira (26)

 

SÃO PAULO/SP - O Governo de SP realizou, na sexta-feira (26), uma série de ações para fiscalização do cumprimento ao toque de restrição anunciado nessa semana pelo Governador João Doria. A operação conjunta entre Vigilância Sanitária, Polícia Militar e Procon-SP resultou na autuação de pelo menos 18 estabelecimentos por descumprimento das novas normas de circulação definidas pelo Governo do Estado para combate à pandemia de COVID-19.

O balanço parcial da Vigilancia Sanitária ponta 32 locais da Capital inspecionados, sendo que 10 foram autuados. Entre os locais autuados, esvaziados e fechados estão bares da zona Oeste da Capital, como Itaim Bibi e Pinheiros. Na Pompéia, uma lanchonete mantinha 38 pessoas no local após o horário permitido, tendo sido autuada, esvaziada e fechada. Na mesma região, uma hamburgueria foi autuada. Um bar ao lado mantinha cerca de 20 pessoas com portas fechadas e, por isso, foi autuado e fechado.

A medida fortalece um trabalho realizado pela Vigilância desde 1º de julho de 2020, que já ultrapassa 197,3 mil inspeções. Também já houve 3.512 autuações, diante da constatação de aglomerações e da presença de pessoas sem máscaras, ou seja, descumprimento das diretrizes de funcionamento do Plano São Paulo e do Decreto Estadual 64.959, que estabelece o uso geral e obrigatório de máscaras nos espaços de acesso aberto ao público.

“Nossas ações visam sobretudo a mudança de comportamento e o respeito às normas sanitárias para proteção coletiva, e não miram a punição, embora isto possa ser realizado se a lei for descumprida. Estes bares estavam abertos após o horário permitido e mantendo o atendimento presencial. Encontramos aglomerações e dezenas de pessoas sem máscaras, então, agimos para evitar que este tipo de situação se repita”, explica Cristina Megid, Diretora do Centro de Vigilância Sanitária estadual.

 

Polícia Militar

A Polícia Militar desenvolveu a Operação Toque de Restrição em todo o Estado, com o emprego de mais de 4 mil PMs. A ação resultou na abordagem de 6.280 pessoas, 4.214 veículos vistoriados, sendo 157 motoristas autuados por consumo de álcool, recusa ao teste do bafômetro e embriaguez ao volante. A PM também recuperou quatros veículos produtos de roubo ou furto e apreendeu duas armas de fogo ilegais e 8 quilos de drogas. Paralelamente também foi realizada a operação Paz e Proteção, com o objetivo de evitar a instalação de pancadões. De 1 de janeiro a 10 de fevereiro de 2021, foram realizadas mais de 600 ações em todo o Estado, com 170 prisões, além de apreensões de 22,3 quilos drogas e seis armas.

 

Procon-SP

Entre a noite de sexta-feira (26) e a madrugada de sábado (27), o Procon-SP autuou, na capital, oito locais que estavam abertos ao público consumidor entre o período das 23h às 5h, desrespeitando o toque de restrição determinado pelo Governo do Estado para frear o avanço da pandemia da covid-19.

As equipes fiscalizaram um total de 29 estabelecimentos – entre bares, baladas, restaurantes, lanchonetes e outros estabelecimentos comerciais que prestam atividade não essencial – sendo que 22 foram visitados em razão de denúncias feitas por cidadãos. Foram vistoriaram bairros das regiões central e norte da cidade – Barra Funda, Bela Vista, Bom Retiro, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília, Sé, Mandaqui, Santana, Tucuruvi, Vila Guilherme, Vila Maria e Vila Medeiros.

 

Sobre as fiscalizações

Além das blitzes programadas, as fiscalizações também podem acontecer através de denúncias. A Secretaria de Estado da Saúde pede a colaboração da população no combate a irregularidades e disponibiliza dois canais para denúncias que podem ser registradas a qualquer momento, 24 horas por dia, pelo telefone 0800 771 3541 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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No trabalho de campo, as equipes da Vigilância Sanitária verificam tanto o cumprimento do Plano São Paulo e do toque de restrição quanto à obrigatoriedade do uso de máscaras. Estabelecimentos com aglomerações podem ser autuados e até interditados, como já ocorreu com um bar na zona Norte da Capital.

Toda abordagem é feita com foco na orientação e visa a proteção individual e coletiva. O descumprimento das regras sujeita os estabelecimentos a autuações com base no Código Sanitário, que prevê multa de até R$ 290 mil. Pela falta do uso de máscara, que é obrigatória, a multa é de R$ 5.278 por estabelecimento, por infrator. Transeuntes em espaços coletivos também podem ser multados em R$ 551,00 pelo não uso da proteção facial.

Nas ações do Procon-SP, as empresas flagradas descumprindo a regra estabelecida pela restrição de circulação podem ser multadas de acordo com o Código de Defesa do Consumidor. "O fornecedor flagrado desrespeitando a medida anunciada será submetido a processo administrativo no Procon-SP, podendo ser multando em até R$ 10.260.000,00", avisa o diretor executivo, Fernando Capez. "De acordo com o Código de Defesa do Consumidor é prática abusiva prestar serviço potencialmente perigoso à saúde violando normas regulamentares”, completa.

 

Restrição

A restrição de circulação se aplica a qualquer atividade não essencial e qualquer aglomeração em espaços coletivos, como estabelecimentos comerciais, bares, baladas, restaurantes, dentro dos critérios já estabelecidos pelo Plano São Paulo. Estes espaços privados estão sujeitos a fiscalizações, orientações e autuações pela Vigilância Sanitária e pelo Procon-SP. Além disso, os policiais farão bloqueios orientativos aos cidadãos em diferentes regiões do Estado.

SÃO PAULO/SP - Em meio ao recrudescimento da pandemia em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) anunciou a antecipação da vacinação para idosos de 80 a 84 anos e de 77 a 79 anos e, ainda, a reclassificação para fases mais restritivas de seis regiões do Estado, incluindo a Grande São Paulo. As determinações ocorrem em um momento em que o Estado bate recordes de internações pelo novo coronavírus nas UTIs e terá, a partir desta noite, uma força-tarefa (chamada de "toque de restrição") para autuar e conter aglomerações entre as 23 horas e as 5 horas.

O início da imunização de idosos de 80 a 84 anos foi antecipada em dois dias, com início para este sábado, 27, a exemplo do que foi definido pela Prefeitura de São Paulo. Além disso, a vacinação da população de 77 a 79 anos foi adiantada para a quarta-feira, 3. As duas faixas etárias somam 993 mil pessoas.

Além disso, Doria anunciou a reclassificação de seis regiões do Plano São Paulo, que regrediram para fases de maiores restrições. A Grande São Paulo e as regiões de Campinas, Sorocaba e Registro saíram da fase amarela para a laranja, enquanto as de Marília e Ribeirão Preto foram da laranja para a vermelha. Somente a região de Piracicaba teve melhora e foi para a fase amarela. As demais não tiveram mudanças.

Segundo a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen, mais de 70% da população do Estado está na fase laranja. Nesse faseamento, todos os estabelecimentos liberados pela amarela podem funcionar, mas até as 20 horas (em vez de 22 horas), com até 40% de ocupação e funcionamento de até 8 horas por dia.

O Estado tem 2.014.529 casos e 58.873 óbitos por covid-19 confirmados. A taxa de ocupação é de 70,4% em UTI e de 51,2% em leitos de enfermaria, média que fica em 70,8% e 57,1%, respectivamente, na região metropolitana de São Paulo. Até as 12h40 desta sexta-feira, São Paulo aplicou 2.245.428 vacinas, das quais 489.446 foram em pessoas que receberam a segunda dose. "A segunda onda tem sido potencialmente mais trágica que a primeira. Isso é um fato, um fato triste", lamentou Doria.

Chamada de “toque de restrição”, o aumento das ações de fiscalização foi oficializado em decreto publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, data em que também passou a vigorar. A determinação autoriza a Polícia do Estado de São Paulo a dispersar aglomerações, “sempre que constar reunião de pessoas capaz de aumentar a disseminação da covid-19”.

Não há detalhes do que caracteriza esse tipo de agrupamento. Em coletiva na quarta-feira, 24, contudo, o governador havia declarado que o foco são as médias e grandes aglomerações, especialmente as que reúnem mais de 100 pessoas.

O decreto também oficializa que as secretarias estaduais da Saúde e da Segurança Pública e a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) serão responsáveis pela fiscalização do cumprimento do Plano São Paulo, de acordo com as restrições previstas para cada região, como horário de funcionamento e ocupação máxima, dentre outras.

O descumprimento poderá ser configurado como infração sanitária, com base no Código Sanitário do Estado, o que implica em advertência, interdição parcial ou total do estabelecimento e pagamento de multa de R$ 290 a R$ 290,9 mil.

Além disso, a publicação também destaca que estão mantidas as penalidades contidas no Código de Defesa do Consumidor, que pode chegar a multa de R$ 10,2 milhões, e, ainda, em dois artigos do Código Penal. São eles: artigo 268, que prevê detenção de um mês a um ano e multa para quem "infringir determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”, e artigo 330, que determina detenção de 15 dias a seis meses e multa para quem “desobedecer a ordem legal de funcionário público”.

 

 

*Por: Priscila Mengue / ESTADÃO

Com as obras de engenharia já finalizadas, equipes fazem a instalação de equipamentos e treinamentos dos profissionais da saúde

 

JAÚ/SP - O Centro de Combate à COVID-19, projetado pelo Hospital Amaral Carvalho (HAC), está sendo finalizado. As obras de engenharia foram concluídas na última sexta-feira (19/fev). Nessa semana, os esforços estão voltados para instalação de equipamentos e treinamento de novos profissionais.

Ontem (25), representante da empresa Dräger, fabricante dos ventiladores pulmonares, foi até a unidade para configuração dos aparelhos. Além desses, os monitores multiparâmetros e a central de monitorização também foram ajustados.

Membros do serviço de Tecnologia da Informação (TI) do hospital foram até o local para instalação das antenas para internet sem fio e coletores da farmácia. À tarde, funcionários colocaram a grade de proteção no entorno do reservatório de oxigênio líquido, situado na parte externa do Centro. O compressor de ar medicinal também foi recebido e acomodado e toda a iluminação da fachada foi concluída.

Ainda nesta quinta-feira, outro grupo de profissionais contratados para atuar no Centro passaram por treinamento sobre a rotina institucional, rotina de enfermagem, paramentação e desparamentação e medidas de prevenção do Coronavírus.

De acordo com a arquiteta do HAC, Silvia de Antonio, agora faltam apenas pequenos ajustes. "Todas as equipes estão finalizando o trabalho para liberar o espaço para o atendimento dos pacientes." No final de semana, será feita a dedetização de todo o prédio e, em seguida, a desinfecção da área hospitalar e em seguida. Na segunda-feira (1º/mar), o HAC disponibilizará os leitos para a Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (CROSS), responsável pelo encaminhamento dos pacientes para a unidade. Não haverá pronto atendimento direto à população.

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Projeto

O Centro de Combate à COVID-19 começou a ser montado no dia 1º de fevereiro na Unidade Ana Maria Ferraz, ao lado da rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. Ao longo do mês, equipes ergueram divisórias e montaram duas alas de leitos, reformaram banheiros e salas que serão usadas como posto de enfermagem, farmácia, consultório, sala de triagem, suporte para exames, cozinha, refeitório, entre outros setores. Foram construídas ainda salas de paramentação e desparamentação de funcionários.

O projeto foi proposto pela Superintendência da Instituição para desafogar a Santa Casa de Jaú e os hospitais da região que estão atendendo pacientes com COVID-19.

 

   Doações
   A Fundação Doutor Amaral Carvalho está pedindo o apoio da sociedade para o término da construção, compra de equipamentos e a manutenção do Centro de Combate à COVID-19 durante a pandemia. Quem quiser colaborar, pode depositar qualquer valor na conta corrente da Fundação:
Banco do Brasil (01)
Agência 3369-3
Conta corrente 5801-7
Fundação Doutor Amaral Carvalho
CNPJ: 50.753.755/0001-35

Outros aparelhos chegam na unidade, que deve começar a receber pacientes nos próximos dias

 

 JAÚ/SP - Com toda estrutura montada e leitos equipados, faltam apenas detalhes para que o Centro de Combate à COVID-19, do Hospital Amaral Carvalho (HAC), inicie o atendimento. Ontem (24), aproximadamente 50 novos funcionários que vão atuar no espaço passaram por treinamento. Separados por plantões, eles foram orientados sobre a rotina institucional, rotina de enfermagem, paramentação e desparamentação e medidas de prevenção do Coronavírus.

   Quanto à estrutura, foi concluída a pintura externa do refeitório e sala de conforto para os colaboradores e também a pintura refletiva no telhado do pavilhão. No período da tarde, a unidade recebeu aspiradores cirúrgicos e oxímetros. A equipe de hospitalidade iniciou também a arrumação dos leitos.

   Hoje (25), ainda serão descarregados mais equipamentos usados para o tratamento dos pacientes e outros funcionários seguem em treinamento. A assistente social Adriana Bueno Nogueira Fernandes está ansiosa pelo início de atendimento. "É um desafio atuar diante desse momento difícil, de perdas e restrições. Precisaremos nos imbuir desse espírito de fraternidade em prol do paciente e da equipe."

   A unidade foi criada para desafogar os serviços de saúde de Jaú e região, com 39 novas vagas, sendo 29 de enfermaria e dez de semi-intensivo com ventiladores pulmonares.

"O HAC analisou que poderia contribuir mais nessa luta contra o vírus. É uma medida emergencial com o objetivo de dar assistência para os pacientes de Jaú e região acometidos pela doença", comenta o infectologista e gerente médico do hospital, João Gabriel Soares.

A Instituição entrou com recursos próprios para implementação do projeto, mas conta com a colaboração da sociedade civil para manutenção do Centro, que deve começar o atendimento nos próximos dias. Para isso, o HAC criou a página venceremosjuntos.org, que contém informações sobre como contribuir para o projeto. A nova ferramenta disponibiliza fotos e números da estrutura e mostra as diferentes formas para contribuição, como depósito em conta bancária, chave PIX, um número para ligações gratuitas através de 0800 e ainda disponibiliza contato via WhatsApp.

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Doações

   A Fundação Doutor Amaral Carvalho está pedindo o apoio da sociedade para o término da construção, compra de equipamentos e a manutenção do Centro de Combate à COVID-19 durante a pandemia. Quem quiser colaborar, pode depositar qualquer valor na conta corrente da Fundação:
Banco do Brasil (01)
Agência 3369-3
Conta corrente 5801-7
Fundação Doutor Amaral Carvalho
CNPJ: 50.753.755/0001-35

SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo determinou a restrição de circulação das 23h às 5h todo o estado. A regra entra em vigor a partir desta sexta-feira (26) e valerá até o dia 14 de março.

Anunciada nesta quarta (24), a medida é complementar ao plano de flexibilização econômica e ocorre após o estado registrar maior número de pacientes com Covid-19 internados em UTI desde o início da pandemia.

"Dado ao fato de que chegamos ao recorde de internados com Covid-19 no sistema hospitalar de São Paulo, o governo de São Paulo, atendendo expressa recomendação do centro de contingência, decreta restrição de circulação de pessoas das 23h às 5h em todo o estado, de 26 de fevereiro a 14 de março", disse o governador João Doria em coletiva de imprensa nesta quarta (24).

Embora sustente que a medida seja eficaz para coibir aglomerações em bares, restaurantes e festas clandestinas, têm pouco efeito prático para as cidades que estão em fases mais permissivas do plano, como a amarela.

O governo afirma, porém, que desta vez fará uma força-tarefa para ampliar a fiscalização dos estabelecimentos.

“Há uma força tarefa de fiscalização, para que essas medidas sejam seguidas por todos. Isso vai ser feito em conjunto pelas vigilâncias sanitárias municipais e do estado, pela Polícia Militar e pelos Procons. E aqui temos o 0800 para denúncias da população (0800-771-3541”, afirmou o coordenador do centro de contingência da Covid, o médico Paulo Menezes.

Não é a primeira vez que o governo tenta limitar a circulação de pessoas durante a noite como estratégia para conter a contaminação pelo coronavírus.

No final de janeiro, a gestão de João Doria chegou colocar todo o estado na fase vermelha, a mais restritiva, durante o final de semana dos dias 30 e 31 janeiro. Inicialmente, a medida iria até o dia 7 de fevereiro, mas após pressão dos setores de comércio, bares e restaurantes, foi suspensa.

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Contradições

O anúncio de medidas mais duras ocorre menos de uma semana após o governo divulgar uma revisão na regra de venda de bebidas alcoólicas na fase amarela do plano.

Antes, mesmo com autorização para funcionar até 22h, os restaurantes tinham que interromper a venda e consumo interno de bebidas até 20h. Lojas de conveniência também só estavam autorizadas a vender bebidas alcoólicas até as 20h.

Com a mudança, o horário para os dois setores foi estendido até 22h. Bares continuam só podendo funcionar até 20h na fase amarela.

As regras para as fases laranja e vermelha continuaram as mesma, com obrigatoriedade de fechamento de todos os setores não essenciais até 20h, incluindo a venda de bebidas.

 

Alterações no Plano SP

No início do ano, o governo fez alterações nas regras de funcionamento da fase laranja, e a tornou mais permissiva.

Dentre as flexibilizações, foi liberado para que bares operem nos horários dos restaurantes, caso sirvam comida para clientes que fiquem sentados.

O Plano São Paulo prevê o rebaixamento para fases com regras mais restritivas da quarentena em regiões que apresentam grande aumento semanal de novas internações, mortes, casos ou taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

No último dia 15, o governo de São Paulo determinou o cancelamento das cirurgias eletivas em todos os hospitais públicos e conveniados do estado.

Na ocasião, também foi anunciada a reativação do Hospital de Campanha de Heliópolis, na capital, previsto para ter leitos liberados nesta quinta (25).

O governo também alterou o parâmetro de taxa de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na fase vermelha, que passou de 80 para 75%.

 

Classificação - atualizada em 24 de fevereiro

Vermelha – só operam serviços essenciais

 

  • Araraquara
  • Bauru
  • Barretos
  • Presidente Prudente
  • Marília
  • Ribeirão Preto

Laranja – bares não abrem, e demais serviços funcionam com restrições de horários e capacidade

 

  • Franca
  • Piracicaba
  • São José do Rio Preto
  • São João da Boa Vista
  • Taubaté

Amarela - comércio e restaurantes podem funcionar até 22h; bares até 20h

 

  • Araçatuba
  • Sorocaba
  • Baixada Santista
  • Campinas
  • Grande SP - incluindo capital
  • Registro

 

 

*Por G1 SP

ARARAQUARA/SP - A Prefeitura de Araraquara prorrogou até as 6 horas da manhã de sábado (27) o decreto municipal que estabeleceu as medidas mais restritivas de isolamento social para contenção da transmissão da Covid-19 e da nova cepa do coronavírus.

O chamado ‘lockdown’ estava previsto para terminar na terça (23), mas foi estendido devido à situação crítica dos leitos hospitalares no município, que estão com 100% de ocupação em UTI e em enfermaria, e aos índices de isolamento de 51% e 49% registrados pela Fundação Seade no domingo (21) e na segunda (22), respectivamente.

Em relação ao decreto anterior, em vigor do domingo, serão feitas algumas alterações: postos de combustíveis poderão abrir das 8h às 18h para que veículos particulares utilizados por trabalhadores de serviços essenciais autorizados pelo decreto possam ser abastecidos; será permitida a entrega por delivery para supermercados (que já eram permitidos), mercados, mercearias, padarias, açougues e hortifrútis atacadistas e de varejo; será liberado o delivery para estabelecimentos de entrega de gás de cozinha e água em galões de 10 e 20 litros e, também, o delivery para o comércio de insumos médico-hospitalares e de higienização; será permitido o transporte de mercadorias, de valores e de combustíveis; e agências bancárias poderão abrir os caixas eletrônicos (autoatendimento), com distanciamento de 3 metros nas filas e desde que mantenham funcionário ou segurança para garantir a regularidade das filas.

Todas as outras proibições constantes no decreto desde domingo continuam valendo. Somente atenderão presencialmente as farmácias e as unidades de saúde. O transporte coletivo também não circulará.

Continua proibida a circulação de veículos e de pessoas na cidade sem uma justificativa baseada nos serviços permitidos pelo decreto. Será permitido sair de casa apenas para aquisição de medicamentos, obtenção de atendimento ou socorro médico para pessoas ou animais, atendimento de urgências ou necessidades inadiáveis ou prestação de serviços permitidos pelo decreto.

Quando abordadas pela fiscalização, as pessoas deverão apresentar, além do documento de identificação: nota fiscal da compra ou prescrição médica do medicamento adquirido ou a ser adquirido; atestado de comparecimento na unidade de saúde; carteira de trabalho, contracheque, contrato social de empresa que seja sócio, declaração de terceiro com identificação do indivíduo, do declarante e do endereço da prestação dos serviços; tíquete ou imagem da passagem (no caso de transporte intermunicipal); ou comprovação da urgência ou da necessidade inadiável por qualquer meio ou declaração.

 

Situação crítica

A quantidade de mortes em decorrência da Covid-19 em Araraquara quase triplicou neste mês de fevereiro (em 23 dias) em relação ao mês de janeiro inteiro, refletindo a circulação da nova cepa mais transmissível do coronavírus. Número de casos, média móvel, internações e infectados em isolamento domiciliar também dispararam.

Foi essa alteração na situação da pandemia que levou a Prefeitura a endurecer as restrições de isolamento social, já que a ocupação de leitos de UTI e enfermaria é de 100% em Araraquara e também opera próximo do limite em toda a região.

Em janeiro, mês no qual já era esperado um aumento das infecções devido às festas de final de ano, Araraquara registrou 2.029 casos e 24 óbitos. Neste mês, quando a cepa de Manaus foi detectada, são 3.327 novos casos e 65 mortes (sendo seis na segunda-feira e outras quatro nesta terça-feira).

O último boletim do Comitê de Contingência do Coronavírus registrou recorde de pacientes internados com Covid-19 em Araraquara: 243. São 1.376 pessoas em isolamento domiciliar por estarem infectadas com o coronavírus. Desde o início da pandemia, são 13.683 casos confirmados da doença e 181 óbitos.

 

 

*Por: PMA

BELO HORIZONTE/MG - Um cachorro da raça boxer foi diagnosticado com coronavírus em Belo Horizonte. A descoberta foi feita por cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais, que desenvolvem uma pesquisa financiada pelo CNPq e pelo Ministério da Saúde sobre o comportamento do vírus em animais.

O cão que testou positivo vive com uma família que estava contaminada com a covid-19. O animal não apresentou sintomas.

De acordo com o professor que coordena pesquisa, David Soeiro, do Laboratório de Epidemiologia e Controle de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, os resultados do estudo reforçam a ideia de que os animais podem ser contaminados no convívio com os humanos, e não o inverso.

Para pessoas contaminadas com a covid-19, o professor recomenda evitar dormir com os animais para não transmitir o vírus para eles.

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Este é o primeiro caso de animal de estimação diagnosticado com o coronavírus em Belo Horizonte, mas não é o único no Brasil.  Desde o início da pandemia, já foram confirmados 11 testes positivos de covid-19 já em animais. Além do cachorro em Belo Horizonte, foram infectados um gato em Cuiabá; quatro cães e um gato em Curitiba; dois gatos no Recife e um cão e um gato em Campo Grande.

Todos os casos foram notificados aos órgãos oficiais, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Organização Mundial de Saúde Animal.

Além de Belo Horizonte, outras cinco capitais integram a rede de estudo sobre as relações de transmissão do vírus entre pessoas e animais. São elas: Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Recife (PE), São Paulo (SP) e Cuiabá (MT).

 

 

*Por: CATRACA LIVRE

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