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Radio Sanca Web TV - Segunda, 23 Fevereiro 2026

SÃO CARLOS/SP - O vereador Edson Ferraz, Presidente Municipal do MDB em São Carlos, anunciou sua pré-candidatura a Deputado Estadual. O projeto político será construído em dobradinha com o Deputado Federal Baleia Rossi, Presidente Nacional do MDB.

A decisão é resultado de uma série de reuniões realizadas com Baleia Rossi e com Rodrigo Arenas, presidente Estadual do MDB, fortalecendo o alinhamento partidário para as eleições de 2026.

Ex-secretário de Esporte e Cultura de São Carlos e ex-Vice-Prefeito, Edson Ferraz construiu sua trajetória pública com forte atuação nas áreas de esporte, educação, inclusão social e políticas voltadas à juventude. Ao longo dos anos, consolidou sua liderança regional e ampliou o diálogo com municípios do entorno.

São Carlos é considerada cidade sede da Região Central do Estado de São Paulo e mantém vínculo direto com diversos municípios de pequeno porte, que dependem de articulação política para garantir recursos e investimentos estaduais.

Segundo Edson Ferraz, a pré-candidatura nasce da necessidade de ampliar a representatividade da região na Assembleia Legislativa.

“Quero ser candidato da Região Central do Estado de São Paulo. São Carlos é cidade sede e tem vínculo com muitos municípios pequenos que precisam do apoio de um deputado estadual que os represente de verdade”, afirmou.

A proposta é construir uma candidatura com base regional, dialogando com prefeitos, vereadores e lideranças comunitárias das cidades vizinhas, buscando fortalecer pautas como saúde pública, infraestrutura, segurança e incentivo ao esporte.

Com a dobradinha entre Edson Ferraz e Baleia Rossi, o MDB pretende consolidar um projeto integrado, ampliando a presença política da Região Central tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara dos Deputados.

Publicado em Política

Proati oferece estágio remunerado para universitários atuarem no apoio à tecnologia educacional nas escolas estaduais; inscrições vão até 2 de março

 

ARARAQUARA/SP - Estão abertas as inscrições para o Programa de Apoio à Tecnologia da Informação (Proati), iniciativa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), que prevê a formação de cadastro reserva para vagas de estágio na área de tecnologia.

O programa oferece estágio remunerado a estudantes do ensino superior para atuação nas escolas da rede estadual, com foco no apoio ao uso da tecnologia educacional e na manutenção de ambientes digitais. O estágio tem caráter técnico-operacional, destinando-se ao suporte às unidades escolares na utilização de recursos e ferramentas tecnológicas, contribuindo para as rotinas de professores e estudantes, sem envolvimento em atividades de docência ou intervenção pedagógica.

A carga horária poderá chegar a 30 horas semanais, com remuneração mensal total de até R$ 1.638,29. Podem se inscrever estudantes do ensino superior da área de tecnologia regularmente matriculados. 

Em Araraquara, são oferecidas 64 vagas para alunos dos cursos de Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Engenharia de Sistemas, Engenharia de Software, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Sistemas da Informação, Tecnologia em Redes de Computadores e Tecnologia da Informação.

As inscrições para o processo seletivo devem ser realizadas exclusivamente pelo site do CIEE até o dia 2 de março de 2026, pelo link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/13859/detalhe.

As informações gerais sobre o programa, bem como orientações complementares e esclarecimentos de dúvidas, estão disponíveis no site do Proati: https://sites.google.com/servidor.educacao.sp.gov.br/proati/in%C3%ADcio

Publicado em Araraquara

IBATÉ/SP - Uma ação da Guarda Municipal resultou na apreensão de dezenas de porções de entorpecentes no bairro Jardim Icaraí, em Ibaté, no começo da semana. A ocorrência teve início após denúncia indicando que um homem teria escondido drogas na Rua Pedro Rochim.

Ao chegar ao local, os guardas perceberam que um indivíduo, ao notar a presença da viatura, deixou a esquina onde estava e fugiu antes de ser abordado. A equipe realizou buscas na área indicada.

Durante a varredura, os agentes localizaram uma sacola escondida dentro da tubulação de água existente na rua. No interior estavam porções fracionadas de diferentes substâncias ilícitas.

No total, foram apreendidas 20 porções de maconha tipo colombiana, cinco porções de maconha comum, 40 porções de cocaína, 58 pedras de crack e 19 porções de haxixe. O material foi apresentado no Plantão Policial de São Carlos, onde ficou à disposição da autoridade judiciária.

Publicado em Ibaté

Em uma sociedade marcada pela pressa, pelo excesso de informações e pela predominância de imagens e opiniões prontas, a capacidade de “ver o invisível” deixa de ser apenas uma reflexão conceitual para se tornar uma necessidade social.

 

SÃO CARLOS/SP - Essa será a provocação central da palestra intitulada “A importância de ver o invisível” que o docente da USP São Carlos, Prof. Carlos Goldenberg, fará no próximo dia 27 de fevereiro, a partir das 19h00, no Anfiteatro Armando Toshio Natsume, localizado no Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), no campus da USP de São Carlos.

O encontro convidará o público a repensar a forma como indivíduos, organizações e a própria sociedade passarão a interpretar a realidade em um contexto cada vez mais veloz e saturado de informações.

A entrada será gratuita e aberta a todos os interessados mediante inscrição prévia em https://tinyurl.com/y4kn4vd7 e condicionada à doação de um quilo de alimento não perecível, reforçando também o compromisso social do evento.

Durante a palestra, o Prof. Goldenberg destacará que o mundo contemporâneo valoriza, de maneira crescente, aquilo que pode ser medido, exibido ou rapidamente consumido. No entanto, muitas das questões que mais impactam a vida em sociedade — como desigualdades, conflitos, sofrimento emocional, dilemas éticos e os efeitos de decisões coletivas — não se apresentam de forma evidente. Ainda assim, continuarão influenciando profundamente comportamentos, estruturas sociais e relações institucionais.

Nesse cenário, “ver o invisível” se tornará essencial para que a sociedade não funcione de forma automática. Segundo o palestrante “Quando indivíduos e instituições reagirem apenas ao que estiver na superfície, tenderão a naturalizar injustiças, repetir padrões nocivos e tomar decisões desconectadas de seus impactos humanos e sociais. Enxergar além do óbvio passará, portanto, a ser um exercício de consciência coletiva”.

A relevância do tema se amplia em um ambiente social marcado pela polarização, pela desinformação e pela simplificação dos debates públicos. Em meio a discursos rápidos e narrativas prontas, a escuta, a empatia e a análise crítica são fragilizadas. “Ver o invisível” significa, nesse contexto, recuperar a capacidade de perceber nuances, contextos e consequências — elementos fundamentais para a construção de uma convivência social mais justa e equilibrada.

Em sua apresentação, o Prof. Goldenberg também enfatizará que essa habilidade será decisiva para o futuro das organizações e das instituições. Decisões baseadas exclusivamente em resultados imediatos ou indicadores visíveis tenderão a ignorar impactos sociais, ambientais e éticos. Para a sociedade, isso resultará em crises de confiança, enfraquecimento institucional e aprofundamento das desigualdades. Desenvolver um olhar atento ao que não se mostra de forma evidente contribui para escolhas mais responsáveis e sustentáveis.

O palestrante ressalta, ainda, que “ver o invisível” não será uma aptidão inata, mas uma competência a ser desenvolvida e praticada, especialmente por nexialistas-eticistas — profissionais e pensadores comprometidos em integrar diferentes áreas do conhecimento a uma visão ética e humanista. Serão eles que ajudarão a sociedade a conectar pontos invisíveis, compreender sistemas complexos e antecipar impactos que não aparecerão nos dados imediatos.

Ao final da palestra, uma mensagem ficará reforçada: em um mundo que mostra cada vez mais, mas compreende cada vez menos, “ver o invisível” se consolida como um ato de responsabilidade social. Será por meio dessa capacidade que a sociedade poderá desacelerar, refletir e reconhecer que nem tudo o que importa poderá ser visto — mas tudo o que importa precisará ser considerado.

*Carlos Goldenberg é Engenheiro Eletricista, formado em 1975, com ênfase em Eletrônica e Eletrotécnica, pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), tendo obtido o Mestrado em Engenharia Elétrica na mesma instituição.

 De longa data vem orientando os seus estudos e as suas atividades práticas na área de interesses comuns entre a Academia e empresas, tendo sido, inclusive, um dos criadores do primeiro curso de Mecatrônica no Brasil e um dos fundadores de empresa inédita de alta tecnologia na cidade de São Carlos, diretor em grande empresa de base do setor privado e administrador em importante hospital filantrópico de São Carlos.

 É Professor da EESC-USP desde 1976, onde auxilia a formar profissionais de várias especialidades, mas que devem ter em comum e como tripé de conduta, o respeito ao passado, a influência no presente e a antevisão de futuro .

 Nesta direção, criou as disciplinas “A Ética e a Responsabilidade Social em Engenharia” e “O Engenheiro como Agente Ético”, dentro do conceito inédito de “Enginethics”, nascido inicialmente com o objetivo da inserção da ética na formação de engenheiros e que hoje está consagrado como a engenharia da ética – em qualquer área profissional – onde se somam atitudes conscientes, organizadas e objetivas ao que mais de decente e justo foi e vem sendo criado pela sabedoria humana. A partir delas, participa objetivamente na formação de protagonistas eticistas-nexialistas (dentro e fora do ambiente acadêmico).

Um evento a não perder, promovido e realizado pelo ”Fórum Brasil/Portugal – São Carlos (SP)” e que também poderá ser assistido pelo canal do youtube - https://youtube.com/live/uoylSu0wHD0?feature=share .

No final da palestra haverá um café-convívio com os participantes.

Com 30 alqueires de área verde, horta própria, fazendinha, gastronomia de raiz e vivências rurais autênticas, o hotel se posiciona na vanguarda de uma tendência global que une hospedagem, natureza e conexão com a terra

 

BROTAS/SP - O mundo da hotelaria acompanha o crescimento do farm hospitality, conceito que integra a vida rural, a produção de alimentos e a gastronomia de raiz à experiência de hospedagem. Nesse sentido, o Brotas Eco Hotel Fazenda mostra que o interior de São Paulo já pratica esse modelo com autenticidade e charme. Instalado em uma propriedade de 30 alqueires de Mata Atlântica na Estância Turística de Brotas, capital nacional do turismo de aventura, o hotel reúne os ingredientes perfeitos de uma hospitalidade que nasce da terra: horta própria, fazendinha com animais, passeios de charrete, ordenha de vacas, gastronomia típica da fazenda e o privilégio de acordar rodeado de verde a 243 km da capital paulista.

Nascido nos agriturismos italianos da década de 1960, o conceito de farm hospitality ganha força como resposta a um desejo crescente dos viajantes: viver experiências autênticas, saber a origem do que comem e se reconectar com a natureza e os ciclos da terra. De fazendas históricas na Toscana a propriedades orgânicas no Alentejo português e hotéis-fazenda premiados no sul do Brasil, a tendência une hospedagem de qualidade, gastronomia com ingredientes locais e vivências rurais que transformam a viagem em algo memorável. 

No caso do Brotas Eco Hotel Fazenda, o farm hospitality não é um conceito importado – é parte do DNA do hotel. A experiência começa já pela manhã, com um café da manhã farto que inclui frutas frescas, pães artesanais, bolos caseiros e produtos que traduzem o sabor do interior paulista. O almoço e o jantar, servidos em sistema de buffet, privilegiam pratos regionais, saladas frescas, verduras da estação e um irresistível buffet de sobremesas, tudo preparado com o tempero e o carinho da cozinha de fazenda.

Mas a conexão com a terra vai além da mesa. Os hóspedes podem visitar a horta do hotel e entender de onde vêm os ingredientes que compõem as refeições. Na fazendinha, crianças e adultos interagem com animais, participam da ordenha de vacas e conhecem, na prática, a rotina do campo. Os passeios pelas áreas verdes da propriedade e as caminhadas turísticas em meio à natureza completam a imersão rural: tudo com o conforto e a segurança de uma infraestrutura hoteleira completa.

Mais que um hotel fazenda: uma experiência completa para famílias

O Brotas Eco Hotel Fazenda se diferencia por oferecer uma estrutura que vai muito além da proposta rural tradicional. O parque aquático conta com cinco piscinas, incluindo opções aquecidas e climatizadas, e dois toboáguas. A Lagoa Encantada, atração exclusiva do hotel, é a primeira piscina cenográfica, coberta e aquecida, do Brasil: ambientada em uma caverna temática com iluminação, som digital, cascatas artificiais e jatos de hidromassagem, ela mantém a temperatura entre 28ºC e 30ºC, garantindo diversão para toda a família independentemente da estação do ano.

A equipe de monitoria, reconhecida como uma das melhores do interior paulista, organiza atividades para crianças e adultos ao longo de todo o dia: gincanas, arco e flecha, tirolesa no lago, stand-up paddle, paredão de escalada, yoga no bosque e muito mais. Para os amantes de esportes de areia, a Arena de Beach Tennis oferece seis quadras para duplas, uma para simples, quadra kids, área de arquibancada coberta, quiosque e loja de souvenirs.

Farm hospitality também para os pets

No melhor estilo da vida no campo, onde animais sempre fizeram parte da família, o Brotas Eco é um dos hotéis fazenda mais bem preparados de São Paulo para receber pets. O Dog Park, com 1.000 m² de área, dispõe de pistas de agility para cães de todos os portes e dog-apartamentos com portões e cadeados, para que os hóspedes possam deixar seus companheiros em segurança enquanto aproveitam o parque aquático ou as atividades do hotel.

Uma atração única: o CEU (Centro de Estudos do Universo)

Como se a experiência de farm hospitality não bastasse, nas dependências do hotel está instalado o CEU (Centro de Estudos do Universo), um dos maiores e mais modernos centros de astronomia da América Latina. Com planetário digital, observatório equipado com telescópios de última geração, caverna cenográfica, réplica do Stonehenge, base de lançamento de foguetes Marcos Pontes e uma réplica de um esqueleto de Alossauro com 5 metros de altura, o CEU transforma a estadia em uma jornada que vai do campo às estrelas. Os filmes produzidos pela Fundação CEU, por exemplo, já receberam prêmios internacionais no Jena FullDome Festival (Alemanha) e no Macao FullDome Festival (China), consolidando o espaço como referência em turismo cultural e educacional.

Brotas: quando o destino potencializa a experiência

Hospedar-se no Brotas Eco Hotel Fazenda é também estar na capital nacional do turismo de aventura. Cercada por rios, cachoeiras e trilhas em meio à Mata Atlântica, Brotas oferece rafting nas corredeiras do rio Jacaré Pepira, arvorismo, tirolesa, rapel em cachoeiras, boia-cross e muito mais. A combinação entre a tranquilidade da vida rural dentro do hotel e a adrenalina das aventuras do destino cria uma experiência difícil de encontrar em outro lugar do Brasil: o viajante pode começar o dia ordenhando uma vaca, almoçar com comida de fazenda, descer corredeiras à tarde e terminar a noite observando estrelas no planetário. Esses elementos tornam a experiência inesquecível. 

O Brotas Eco Hotel Fazenda oferece pacotes em regime de meia pensão ou pensão completa. Para mais informações e reservas, acesse www.brotasecohotelfazenda.com.br ou entre em contato pelos telefones (14) 3653-9998 / (11) 3035-1900 / WhatsApp (14) 99181-6650.

Publicado em Brotas

SÃO PAULO/SP - A celebração de uma década de história chega ao seu capítulo final. Diego & Arnaldo encerram os lançamentos do álbum “NATORA 10 ANOS” com um pacote especial que reforça a essência, a força vocal e a identidade que consolidaram a dupla entre os grandes nomes do sertanejo nacional.

A faixa foco do encerramento é Minas Gerais, que chega acompanhada de uma participação mais que especial de Clayton & Romário, unindo duas potências da nova geração em uma interpretação carregada de emoção e intensidade. O lançamento ainda traz o pot-pourri de “Tudo Tem Um Porquê / Perdoa Amor” e o pot-pourri de “Borbulhas de Amor / Desliga”, esse também ao lado de Clayton & Romário, ampliando ainda mais a força do encontro.

Para fechar o projeto com a identidade que marcou a trajetória da dupla, o repertório é completado pelas regravações de “Labirinto / Deixa”, “Delegada / Pra Lá de Bagdá”, “Liga Lá em Casa / Eu Duvido” e “Lembranças de Amor / Parabéns Pro Nosso Amor”, músicas que ajudam a contar a história construída ao longo desses dez anos.

Gravado em São José do Rio Preto, o projeto nasceu com a proposta de revisitar a essência de Diego & Arnaldo em um formato intimista, orgânico e verdadeiro, exaltando a musicalidade, o carisma e principalmente a força vocal que conduziram a dupla ao topo das paradas e ao coração do público. O “NATORA 10 ANOS” não foi apenas um registro comemorativo, mas uma reafirmação artística, um olhar maduro sobre a própria trajetória.

“Esse projeto é muito mais do que comemorar 10 anos de carreira. O ‘NATORA’ fez a gente olhar pra nossa história, revisitar nossas raízes e lembrar exatamente quem somos e por que começamos. Gravar de forma mais intimista, deixando a música falar mais alto, foi especial demais. Encerrar esse ciclo com ‘Minas Gerais’ e com amigos que admiramos tanto é a certeza de que estamos no caminho certo” comenta Diego. 

E foi justamente desse projeto que surgiu um dos maiores sucessos recentes da dupla: “Vai Cair Água”. A canção ultrapassou as expectativas, conquistou as plataformas digitais, dominou playlists e se mantém como uma das mais tocadas do país, consolidando o “NATORA 10 ANOS”, ta da dupla com o público e prova que, mesmo celebrando o passado, eles seguem ditando o presente do sertanejo.

Para Arnaldo, cada música escolhida carrega um pedaço da trajetória da dupla e da conexão construída com o público ao longo desses anos. Ver canções como “Vai Cair Água” alcançando tanta gente e se mantendo entre as mais tocadas do país, além de encerrar o projeto com participações tão fortes, mostra que esses dez anos foram apenas o começo de uma história que ainda tem muitos capítulos pela frente.

O encerramento do projeto chega como a consagração de um trabalho sólido, que uniu repertório forte, identidade artística e estratégia, mostrando que os próximos dez anos prometem ser ainda maiores. Mais do que celebrar uma década de história, o “NATORA” marca o início de uma nova fase na carreira da dupla: o projeto agora se transforma em label e passará a rodar todo o Brasil, levando aos palcos a mesma proposta intimista, orgânica e verdadeira que conquistou o público desde a gravação.

Publicado em Pop & Arte

Com 102 participantes e 188 projetos, a mostra transforma o Sesc Sorocaba em um percurso de encontros, saberes e confluências entre arte, território e memória.

 

SOROCABA/SP -Sesc Sorocaba recebe, a partir de 27 de fevereiro de 2026, a 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantesentre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e do exterior, e 188 obras, incluindo 26 trabalhos comissionados, a mostra transforma o estacionamento G2 da unidade em uma grande galeria e se expande por outros espaços da unidade, além de ocupar pontos da cidade como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, configurando um percurso que articula arte, território e memória urbana.

Sob curadoria de Luciara RibeiroNaine Terena e Khadyg Fares, com curadoria assistente de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, a edição intitulada do caminho um rezo propõe uma escuta sensível ao território sorocabano, adentrando suas tramas históricas, visuais e sociais. Inspirada nas noções de “caminho como rezo”, apresentada pelo professor e artista Tadeu Kaingang, no conceito de “Thaki”, ativo na cosmologia andina e descrito pela socióloga boliviana Silvia Rivera Cusicanqui, e na concepção de “confluência afropindorâmicas”, desenvolvida pelo pensador quilombola Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo), a mostra entende o ato de caminhar como gesto político, espiritual, de afirmação, construção e projeção de conhecimento.

Essas referências orientam uma reconexão com práticas culturais, educacionais e de memória que articulam corpo, território e vida social. “Para o Sesc, a 4ª edição de Frestas é um convite a ensaiar novos passos com a comunidade, reconhecendo no coletivo o potencial de partilha e de criação de mundo. A Trienal reafirma a arte como espaço de encontro, escuta e construção de sentidos em diálogo com os territórios e com as pessoas que os habitam”, afirma Luiz Galina, Diretor Regional do Sesc São Paulo.

A curadoria propôs a formação de dois conselhos como instâncias consultivas da Trienal, o Conselho Territorial e o Conselho Conexões. O Conselho Territorial contribuiu para o enraizamento da mostra em Sorocaba, aproximando iniciativas locais e ampliando a leitura das dinâmicas sociais, simbólicas e comunitárias do território. Entre seus integrantes esteve Ademir Barros dos Santos (em memória), referência sorocabana na valorização das histórias e culturas africanas e afro-brasileiras, cuja atuação marcou de forma decisiva o grupo. Já o Conselho de Conexões voltou-se à ampliação dos horizontes conceituais da mostra, expandindo o diálogo para além do contexto local e articulando perspectivas diversas sobre arte, coletividade e modos de habitar o mundo.

Esse conjunto de referências encontra forma nas obras e processos desenvolvidos pelos 102 artistas e coletivos que operam a partir de experiências negras, indígenas, periféricas e dissidentes, tensionando estruturas de poder e imaginários históricos. Entre as representações internacionais, a artista palestina Emily Jacir, cuja prática investiga deslocamento, ocupação e apagamento histórico, exibe o filme Letter to a Friend (2019), construído como correspondência audiovisual que articula memória pessoal e conflito geopolítico em Belém (Palestina). Integrante do povo Waanyi, na Austrália, Gordon Hookey apresenta Murriland! 2 (2021), obra que reconta a história de Queensland sob perspectiva indígena, combinando símbolos e cartografias para confrontar narrativas coloniais oficiais. Destaque também para Richard Long, nome central da land art britânica, cuja prática se constrói a partir de rastros e registros de deslocamentos realizados pelo ato de caminhar. Na mostra, o artista apresenta A linha feita pelo caminhar [Line made by walking] (1967), sua obra inaugural e mais emblemática: a fotografia de uma linha reta traçada no gramado pelo gesto repetido de percorrer o mesmo trajeto.

No eixo em que corpo e território se entrelaçam como espaço de afirmação e disputa, a Plataforma Demonstra apresenta um conjunto de obras que afirmam a presença de artistas def — pessoas com deficiência — no campo das artes visuais, recusando o regime espetacular da exibição e propondo um espaço de convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com esse campo de disputas, Ah, se eu fosse Marilyn! (2010), do artista baiano Edu O., questiona os padrões que definem quais corpos podem ocupar o espaço público, afirmando a corporeidade como presença crítica que expõe e desestabiliza normas de beleza, autonomia e pertencimento.

Já no campo das práticas ligadas à agroecologia e aos saberes tradicionais, a CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade articula a preservação de sementes, nascentes e sistemas agrícolas como gesto artístico e político de cuidado com a terra. A partir da região Norte do Brasil, o Projeto Carpinteiros da Amazônia reúne mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará, afirmando a carpintaria tradicional como conhecimento ancestral. Em Frestas, o projeto ativa saberes da carpintaria amazônica por meio de demonstrações e conversas públicas, afirmando o trançado, o gesto construtivo e a transmissão oral como expressões de uma arquitetura ancestral ribeirinha.

A dimensão espiritual atravessa a Trienal em trabalhos que conectam fé, cidade e ancestralidade. Entre os destaques da mostra, Deus tá vendo (2025), do paulistano No Martins, instala na ponte estaiada da unidade uma cruz com a frase “Deus tá vendo”, propondo uma reflexão sobre imaginários religiosos e mecanismos de controle social. Já em Sete cantos para pai João de Camargo (2026), do também paulistano Moisés Patrício, a instalação realizada em parceria com o Sesc Sorocaba e a Capela Senhor do Bonfim João de Camargo articula experiência estética e espiritual em diálogo com esse espaço vivo da religiosidade negra sorocabana. A partir do legado de pai João de Camargo, o artista constrói uma obra sensorial, performática e devocional que entrelaça trajetória pessoal, reverência e permanência da ancestralidade negra.

Sorocaba e sua região deixam de ser apenas cenário para se tornarem matéria viva da exposição, a partir de um trabalho curatorial que envolveu pesquisa, escuta e aproximação com artistas, coletivos e movimentos do território. Iniciativas como a instalação CHAVOSOS® — A Barbearia Temporária (2026), da plataforma sorocabana CHAVOSOS®, transforma o espaço expositivo em uma barbearia em funcionamento, afirmando a autoestima e o protagonismo da juventude negra e periférica por meio de um registro vivo de suas estéticas de moda e beleza. Artistas como Deka CostaFlávia AguileraLucia Maria de Oliveira e Denise de Oliveira mobilizam grafite, memória operária, ancestralidade negra e experiências rurais para inscrever no espaço expositivo narrativas que brotam do interior paulista. 

Inserido pela curadoria na lista de artistas da Trienal, o Rio Sorocaba atravessa a 4ª edição de Frestas como corpo vivo de memória, território e disputa. Essa dimensão emerge na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência (2026), que reúne os participantes DiscórdiaÉtore PiqueiraFLAMAS – Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba e Margarida Libre, articulando violências históricas da cidade à atual ameaça de destruição da margem direita do rio.

A relação sensorial e biográfica com o curso d’água aparece em O rio que rasga a minha cidade, do artista sorocabano Julio Veredas, que propõe um mergulho simbólico nas águas do Sorocaba entre memória afetiva e crítica à degradação ambiental, e em Dança um rio onde eu nasci (2026), do artista da dança e performer Douglas Emilio, construída a partir de sua escuta do rio em Votorantim, cidade vizinha à Sorocaba, evocando suas memórias de infância.

Programa Público

Sendarias é o programa público da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Em diálogo com o projeto curatorial, o nome propõe um jogo com a palavra “sendas”, evocando caminhos e atalhos, e se desdobra em uma série de ações que expandem a mostra para o campo da convivência, da escuta e da formação. Iniciado em agosto de 2025, o programa se desenvolve ao longo da Trienal por meio de conversas públicas, oficinas-vivência, performances e ativações. Foram realizados encontros com Silvia Rivera CusicanquiTadeu Kaingang e Joana Maria, pensadores de referência desta edição. No dia 26 de fevereiro, das 20h às 22h, o Teatro do Sesc Sorocaba recebe o bate-papo Sendarias: Conversa com os Conselhos Territorial e Conexões, que compartilha com o público os processos de escuta e articulação que envolveram o território de Sorocaba e as redes ampliadas da Trienal. A atividade é gratuita, com retirada de ingressos uma hora antes.

Acessibilidade

O projeto de Acessibilidade e Inclusão integra a concepção da mostra desde a expografia e entende a acessibilidade como experiência expandida à coletividade, afirmando o território expositivo como espaço de encontro entre diferentes corpos, percepções e formas de presença. Entre os recursos disponíveis estão o mapa sensorial e a narrativa visual do trajeto expositivo, que organizam o espaço de forma clara e previsível; o videoguia em Libras, acessado por QR Codes junto às obras e também em modo offline; a audiodescrição acionada por tecnologia de proximidade (NFC), que permite escuta autônoma durante o percurso; além de comunicação alternativa e iconográfica, maquetes de orientação espacial e sinalizações acessíveis. O projeto também prevê experiências táteis em obras e instalações selecionadas, visitas guiadas em Libras, formação continuada das equipes de acolhimento e educativo e ações de articulação com o território, aproximando pessoas com deficiência e seus coletivos da programação da Trienal. 

Participam desta edição:

Acervo Nêgo Bispo; Adriano Jordão de Souza; Ahmad Jarrah; Allan Yzumizawa; Aluizio de Azevedo; André Felipe Cardoso; Asmahen Jaloul; CAIANAS - Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza, Agroecologia e Sustentabilidade; Capela João de Camargo; Caranguejo Tabaiares Resiste; Carolina Cordeiro; Carpinteiros da Amazônia; Cartografia Negra; CasAvoa - Museu Comunitário l arth3mis e Talles Azigon; CHAVOSOS®; Colectiva Ch'ixi; Daiara Tukano; Daniel Moraes; Deka Costa; Dencity l Weareallchemicals; Denilson Baniwa; Denis Moreira; Denise de Oliveira Teófilo; Discórdia; Douglas Emilio; Edu O.; Emily Jacir; Étore Piqueira; Família Marciano's Sound; Fernando Velázquez; FLAMAS - Fórum da Luta AntiManicomial de Sorocaba; Flávia Aguilera; Francisco Huichaqueo; Gervane de Paula; Gordon Hookey; Guá Arquitetura; Guilherme Bretas; Gustavo Caboco; Gustavo Leite (Ghum); House of Avalanx; IBEAC - Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura l Bel Santos Mayer e Val Rocha; Instituto Práticas Desobedientes; Irmandade de Nossa Senhora Rosário dos Homens Pretos de Sorocaba; Irmandade de São Benedito de Itu; Isabel Mendes da Cunha; Jacinta Francisca Xavier; José Alves de Olinda; Júlio Veredas; Keywa Henri; Lucas Soares; Lucia Maria de Oliveira; Luciana Lamothe; Lucilene Wapixana; Márcia Mura e a Muhuraida; Margarida Libre; Margarida Pereira Chaves; Maria Assunção Ribeiro; Maurina Pereira dos Santos (Teca); Mestre Guaraná; Miguela Moura; Moisés Patrício; MOVHIT PE - Movimento Independente de Homens Trans e Transmasculinidades de Pernambuco; Nhô Caboclo; No Martins; Novíssimo Edgar; Ocupação Dandara; Original Bomber Crew; Pastoras do Rosário; Paula Sampaio; Pedro Street; Pérola Santos; Placidina Fernandes do Nascimento; Plataforma Demonstra l Bruno Vital; Plataforma Demonstra l Jeff Barbato; Plataforma Demonstra l João Paulo Racy; Plataforma Demonstra l Lari Ferreira; Plataforma Demonstra l Lua Kixelô Cavalcante; Plataforma Demonstra l Nara Rosetto; Projeto Motoca na Praça | Livia Guimarães Arruda; Puma Camillê; Quilombo do Cafundó; Quilombo do Caxambú l Cintia Delgado; Rede de Sementes do Vale do Ribeira; Regina Pereira; Richard Long; Rio Sorocaba; Rita Gomes Ferreira; Rodrigo Lahoud; Roseane Cadete; Samba de Roda da Serrinha l Mestre Goyano e Mestra Antônia; Sidney Amaral; Silvania de Deus; SLAM015; Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro l Márcio Brown; Terra Indígena Guyra Pepo; Tiriri Rayo; Tomoo Handa; Tor Teixeira; Zefa; Zezinho Lima.

SERVIÇO
Frestas – Trienal de Artes 2026
Abertura: 27 de fevereiro de 2026
Período expositivo: De 28 de fevereiro a 16 de agosto de 2026

Terças a sextas, 9h às 21h30. Sábados, 10h às 20h. Domingos e feriados, 10h às 18h30. Exceto dia 3/4.

Diversos Espaços (Unidade) e Espaços Externos. Grátis.

Livre - Autoclassificação.
(Diversos espaços da unidade - Estacionamento G2, Espaço de Exposições, Espaço de Exposições 1º andar, Anfiteatro e Ponte - e espaços externos - Capela João de Camargo e Sociedade Cultural e Beneficente 28 de Setembro).

Publicado em Outras Cidades

SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) realizou, no último sábado (21), atendimento em horário especial na Unidade de Atendimento do Centro, localizada na Rua Sete de Setembro, nº 2.152. Durante a ação, foram registrados 160 atendimentos.

Do total de atendimentos realizados, 74 estiveram relacionados a pedidos de revisão de contas, o que não representa a maioria das solicitações registradas. O levantamento mostra que o atendimento especial foi procurado principalmente para a resolução de diferentes demandas, evidenciando o papel da unidade como um canal amplo de atendimento ao usuário.

Durante a ação, a população buscou uma variedade de serviços, entre eles informações gerais sobre contas, abertura de ordens de serviço, emissão de segunda via de contas e débitos, segunda via da Taxa de Resíduos Sólidos de 2025, alteração da data de vencimento, alteração de titularidade, parcelamento de débitos, alteração de endereço, religação e solicitação de ligação nova.

A abertura da unidade em horário especial não é inédita. Em julho de 2025, a Unidade de Atendimento do Centro funcionou excepcionalmente em dois sábados consecutivos, nos dias 5 e 12, com atendimento estendido das 8h às 16h, em resposta à demanda registrada naquele período. O SAAE analisa de forma permanente a realização de atendimentos em horário estendido aos sábados de acordo com a necessidade da população.

O SAAE mantém cinco Unidades de Atendimento em diferentes regiões da cidade, com funcionamento regular de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Além disso, os usuários podem utilizar os canais digitais de atendimento, como o site oficial e o WhatsApp 0800 300 1520, que também funciona como telefone.

UNIDADES DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO:
•    CENTRO 
Rua Sete de Setembro, 2152
•    VILA PRADO 
Rua Bernardino de Campos, 636
•    CIDADE ARACY 
Rua Lucy Serillo, 155
•    SANTA EUDÓXIA 
Rua Cristóvão Martinelli, 22
•    SANTA FELÍCIA 
Rua Francisco Possa, 1.450

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