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MUNDO - Torcedores do Arsenal (Inglaterra) esperaram nove longos meses para voltar às arquibancadas na região norte de Londres, mas as 2 mil pessoas espalhadas pelos bancos vermelhos precisaram esperar apenas nove minutos para desfrutar de um gol ao vivo, diante de seus olhos, nesta última quinta-feira (3).

De maneira apropriada, foi Alexandre Lacazette que marcou o primeiro da goleada de 4 a 1 sobre o Rapid Viena (Áustria). O francês foi o jogador que, 272 dias antes, havia marcado o gol da vitória sobre o rival West Ham United, dias antes da chegada da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Lacazette descreveu o momento como “incrível”, enquanto seu companheiro de equipe Ainsley Maitland-Niles disse: “Esperamos muito tempo. É ótimo ter esse som de volta, e nosso décimo segundo homem de volta em campo”.

Embora o futebol inglês tenha sido retomado em junho após um hiato de três meses, os reluzentes estádios da Liga Inglesa estavam envoltos em um silêncio sombrio e triste nos dias de jogos, com os torcedores assistindo sempre pela TV.

Com a capital britânica no nível dois de restrições do Governo após o término de um lockdown nacional, o Arsenal foi o primeiro clube da elite do futebol inglês a abrir suas arquibancadas para um número limitado de torcedores.

 

 

*Por Martyn Herman / REUTERS

GOIÂNIA/GO - O São Paulo é o novo líder do Campeonato Brasileiro. Visitando o Goiás na noite desta quinta-feira, em partida que havia sido adiada e válida pela primeira rodada da competição, no estádio Hailé Pinheiro, em Goiânia, o time comandado por Fernando Diniz não desperdiçou a oportunidade de assumir a ponta da tabela e confirmou seu favoritismo diante do último colocado, saindo de campo com a vitória por 3 a 0, gols de Igor Gomes, Brenner e Hernanes.

Agora com 44 pontos, o São Paulo é o novo primeiro colocado do Brasileirão, abrindo dois tentos do vice-líder, Atlético-MG, que ainda tem uma partida a mais que o Tricolor. Na próxima quarta-feira, no Morumbi, Daniel Alves e companhia recebem o Botafogo, cumprindo sua última partida atrasada na competição.

O Goiás, por sua vez, segue seu martírio no Campeonato Brasileiro. Lanterna, com apenas 16 pontos, o time esmeraldino caminha a passos largos para o rebaixamento, algo que parece cada vez mais inevitável.

O jogo – O São Paulo não demorou para mostrar a que veio. Logo aos quatro minutos, Juanfran recebeu cruzamento na medida, dominou no meio da área, mas, na hora de arrematar, acabou “furando” a bola. Faltou o cacoete de centroavante. Pouco depois, aos 11, foi a vez de Brenner assustar o Goiás. O atacante recebeu na entrada da área e soltou a bomba, mas Tadeu fez a defesa.

Com o amplo domínio de jogo, o Tricolor apresentava um volume suficiente para abrir o placar. E foi exatamente isso o que aconteceu aos 19 minutos, quando Igor Gomes recebeu livre pela direita, dominou, ajeitou o corpo e bateu forte, cruzado, mandando no cantinho do Tadeu, que se esticou todo, mas não conseguiu evitar o gol são-paulino.

Apesar de estar em vantagem, o São Paulo não sossegou com 1 a 0 no placar e seguiu em cima do Goiás. Aos 23, Brenner novamente apareceu bem, experimentando de novo da entrada da área, mas viu a defesa fazer o desvio em uma bola que tinha destino certo: as redes. Reinaldo também teve chance de ampliar aos 31, quando cobrou falta direto para o gol, forçando Tadeu a espalmar para a linha de fundo.

 

Segundo tempo

O São Paulo voltou para a etapa complementar com o mesmo gás do primeiro tempo. Ciente da necessidade de não deixar a vitória escapar, o time comandado por Fernando Diniz quase ampliou logo no primeiro minuto, quando Brenner recebeu cruzamento rasteiro de Gabriel Sara, mas não conseguiu completar para o gol ao dar o carrinho. Mas, na segunda tentativa, aos três, o atacante foi mais feliz, estufando as redes para deixar o Tricolor mais confortável na partida.

O Goiás respondeu aos 11 minutos, quando Iago Mendonça aproveitou cruzamento para subir mais alto que a defesa são-paulina e mandar, de cabeça, rente à trave de Tiago Volpi. Mas, a partida era mesmo do São Paulo. Aos 13, os visitantes só não fizeram o terceiro porque Gabriel Sara errou a pontaria na cabeçada após cruzamento de Juanfran.

Brenner seguiu como principal ameaça ofensiva do São Paulo. Em dois minutos, o atacante perdeu duas grandes chances. Aos 28, ele recebeu livre, no segundo pau, e cabeceou para fora. Depois, pressionou o goleiro Tadeu em um recuo de bola e quase estufa as redes ao travar o chutão do adversário, mas a bola passou por cima do travessão. Só que o terceiro gol, pelo que o Tricolor vinha produzindo, era apenas questão de tempo. Aos 37 minutos, em contra-ataque, Vitor Bueno tocou para Tchê Tchê, que repassou para Hernanes chegar batendo e sacramentar a vitória são-paulina e a liderança do Brasileirão para a equipe de Fernando Diniz.

 

 

*Por: GAZETA ESPORTIVA

SÃO PAULO/SP - O Palmeiras garantiu a classificação às quartas de final da Copa Libertadores na noite desta quarta-feira. Já em vantagem após vencer o Delfin no Equador, o time alviverde contou com grande atuação de Gabriel Veron, autor de dois golaços, para ganhar por 5 a 0.

No primeiro tempo, Patrick de Paula marcou um golaço da entrada da área e, pouco depois, deixou o campo por lesão. Na etapa complementar, o inspirado Gabriel Veron fez dois belos gols e ainda cruzou para Willian anotar o seu. Nos acréscimos, Danilo fechou o placar.

Classificado às quartas de final da Copa Libertadores, o Palmeiras enfrentará o Libertad, que eliminou o Jorge Wilstermann em mais uma partida disputada nesta quarta-feira. Às 17 horas (de Brasília) de sábado, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time alviverde encara o Santos, no Estádio da Vila Belmiro.

O Jogo – O Palmeiras dominou a partida e começou usando Gabriel Veron para explorar o lado esquerdo da defesa do Delfin. O jovem chegou com perigo pelo setor três vezes logo no início da partida e, na melhor tentativa, cruzou para conclusão perigosa de Lucas Lima.

Amplamente superior, o time alviverde inaugurou o marcador aos 28 minutos do primeiro tempo. Lucas Lima recebeu pela esquerda e cruzou em cima da marcação. Na sobra, Patrick de Paula ajeitou da entrada da área e marcou um golaço ao acertar o ângulo esquerdo de Banguera.

Em uma rara subida do Delfin ao campo de ataque, Corozo sofreu falta de Patrick de Paula na entrada da área. Cangá bateu colocado e a bola passou por cima do gol de Weverton. Pouco depois, o jovem meio-campista sentiu dor na coxa direita e precisou ser substituído por Zé Rafael.

O Palmeiras ampliou a vantagem logo aos 3 minutos da etapa complementar. Em um belo lançamento, Danilo deixou Gabriel Veron na cara de Banguera. Com um toque sutil por cima do goleiro adversário, o jovem atacante marcou o segundo do time da casa.

Com o Delfin nas cordas, o Palmeiras anotou seu terceiro gol aos 6 minutos do segundo tempo. Gabriel Veron recebeu de Raphael Veiga pela direita e, diante da saída precipitada do goleiro Banguera, cruzou rasteiro para Willian ampliar a vantagem.

Aos 14 minutos, Raphael Veiga cruzou da esquerda e Gabriel Veron completou de voleio para marcar mais um golaço. Perigoso nas cobranças de falta, Cangá chegou a acertar a trave esquerda de Weverton. Aos 48, Gabriel Silva recebeu lançamento de Veiga pela direita e cruzou para Danilo fechar o marcador.

 

 

*Por: GAZETA ESPORTIVA

SÃO PAULO/SP - A seleção brasileira de futebol feminino encerrou 2020 com mais uma goleada sobre o Equador. Nesta terça-feira (1), a equipe dirigida por Pia Sundhage atropelou as equatorianas por 8 a 0 no estádio do Morumbi, em São Paulo, na vitória mais elástica sob comando da técnica. Na última sexta-feira (27), no primeiro jogo entre os dois times, o Brasil fez 6 a 0 nas rivais, também na capital paulista, mas na Neo Química Arena.

Pia chegou a oito vitórias em 13 partidas pela seleção feminina, com quatro empates e uma derrota. Foram 40 gols marcados (média superior a três por jogo) e cinco sofridos. Com o gol marcado nesta terça, a atacante Debinha - que fez três na sexta passada - chegou a 10 sob comando da sueca, disparando na artilharia da "era Pia". A camisa 9 esteve presente em todos os jogos em que a treinadora esteve na beira do gramado. Garantida na Olimpíada de Tóquio (Japão), a Seleção ainda não tem novos amistosos marcados para 2021.

Na entrevista coletiva que concedeu na segunda-feira (1), Pia disse que faria duas mudanças na equipe titular em comparação a que foi a campo no último jogo. As apostas foram a lateral Jucinara (que substituiu Tamires) e a meia Ana Vitória, de 20 anos e costumeiras convocações à seleção sub-20, escalada no lugar da atacante Adriana. A treinadora exigiu a mesma postura dos 90 minutos anteriores: intensidade, pressão, velocidade e busca incansável pelo gol contra as equatorianas, dirigidas por Emily Lima, ex-técnica de Santos, São José e da própria seleção brasileira (entre 2016 a 2017).

Se na partida anterior, o Brasil não havia conseguido traduzir o tamanho da superioridade em gols no primeiro tempo, desta vez foi completamente diferente. Com 20 minutos, o placar já apontava 4 a 0 às comandadas de Pia. Na primeira volta do ponteiro, após jogada da atacante Ludmilla na esquerda, Debinha marcou de letra. Aos 15, a volante Luana ficou com a sobra na entrada da área e chutou alto para ampliar. Entre as duas bolas na rede, a volante Formiga já havia chutado rente à meta e a goleira Andrea Moran evitado gols da meia Andressa Alves e da zagueira Rafaelle.

A pressão brasileira sufocava. Aos 17, Debinha apareceu na linha de fundo, cruzou e Andressa Alves finalizou para marcar o terceiro. Dois minutos depois, a zagueira Erika ficou no quase, em cabeçada rente à trave. No lance seguinte, em nova bola na área, Rafaelle subiu mais alto que as defensoras e escorou para as redes. O quinto já podia ter saído aos 23, mas a bomba de Ludmilla parou em mais uma grande defesa de Morán. Saiu aos 41: Rafaelle, novamente de cabeça, depois de cobrança de falta de Debinha. Ainda deu tempo para Ludmilla cruzar e Andressa Alves fazer o sexto.

Como também anunciado por Pia na segunda, foram várias mudanças na volta do intervalo: quatro. A goleira Lelê, a lateral Tamires, a meia Camilinha e a jovem atacante Giovana. Esta última, de só 17 anos, defendeu as seleções de base de Espanha e Estados Unidos e fazia a estreia pelo Brasil, assim como a meia Julia Bianchi, que substituiu Luana no primeiro tempo. Com o desenrolar da etapa final, entraram Adriana e Chu - que apesar de ter sido chamada por Pia como lateral, foi alçada em campo como ponta direita, sua posição de ofício.

As mudanças quebraram ritmo do jogo. Mesmo assim, as brasileiras mantiveram as linhas de marcação altas, circundando a área do Equador e forçando o erro das adversárias. Como aos 25 minutos, quando Chu recuperou a bola pela direita e cruzou, com Julia Bianchi desviando de joelho e fazendo o primeiro com a amarelinha. Três minutos depois, Rafaelle só não guardou o terceiro dela na noite porque a zagueira Ingrid Rodríguez salvou em cima da linha. Mas a rede voltaria a balançar. Aos 34, Tamires cobrou falta na segunda trave e Erika escorou com força. Giovana ainda teve uma oportunidade aos 38, mas finalizou para defesa da goleira Andrea Vera.

 

 

*Por: Repórter da Rádio Nacional e da TV Brasil – São Paulo - Agência Brasil

SANTOS/SP - O Santos perdeu por 1 a 0 para a LDU (EQU) na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, mas se classificou para as quartas de final da Libertadores da América.

O Peixe "usou" o gol qualificado. Como venceu por 2 a 1 em Quito, o Alvinegro avançou mesmo com a derrota por 1 a 0 em casa. Nos minutos finais, os donos da casa levaram alguns sustos e correram risco.

O Santos enfrentará Grêmio ou Guaraní (PAR) nas quartas. O Tricolor venceu por 2 a 0 como visitante e tem grande chance de fazer esse duelo nacional com o Peixe em busca de uma vaga na semifinal.

Pelo Campeonato Brasileiro, o Santos voltará a campo para enfrentar o Palmeiras no domingo, novamente na Vila Belmiro, pela 24ª rodada.

O JOGO

O Santos dominou as primeiras ações. Sem administrar a vantagem adquirida em Quito, o Peixe empilhou chances. Na primeira, Pará cruzou e Kaio Jorge quase acertou o cabeceio aos seis.

No minuto 13, Diego Pituca finalizou com categoria de fora da área e Gabbarini foi no ângulo espalmar. Na sequência, Soteldo cruzou e Luan Peres e Kaio não alcançaram.

Aos 22, outra chance claríssima: Pará fez bonita enfiada para Kaio Jorge. O centroavante saiu cara a cara com Gabarrini, mas parou no goleiro. Terceira oportunidade desperdiçada.

A partir da segunda metade da primeira etapa, a LDU equilibrou as ações. No minuto 24, Borja finalizou por cima na frente de John. Quando o placar marcava 28, Lucas Braga acertou o travessão de cabeça.

SEGUNDO TEMPO

O Santos não conseguiu controlar mais a partida na etapa final. E sofreu o gol aos 19 minutos, quando Zunino aproveitou bate-rebate e bateu forte. A arbitragem precisou de quatro minutos para confirmar o lance com auxílio do VAR.

Aos 34 minutos, o Peixe sofreu um enorme susto. A bola sobrou para Zunino, que, quase na pequena área, isolou. O 2 a 0 classificaria a LDU às quartas da Libertadores da América.

Nos lances finais, o Santos se defendeu como deu e conseguiu avançar, com direito a conflito entre os times nos acréscimos. Foi por pouco.

 

 

*Por: GAZETA ESPORTIVA

SÃO PAULO/SP - Abel Ferreira desembarcou no Brasil às 6h (horário de Brasília) do feriado de 2 de novembro. Uma segunda-feira que iria mudar totalmente os rumos da Sociedade Esportiva Palmeiras na temporada. Nesta próxima quarta-feira (2), o Palmeiras recebe o Delfín no Allianz Parque, e o técnico português vai completar um mês no país com números que empolgam o torcedor palmeirense.

Com seis vitórias em oito jogos, Abel Ferreira tem 79% de aproveitamento no banco de reservas do Verdão. De 24 pontos disputados, ele conquistou 19, sendo que o empate diante do Ceará no Castelão bastou para o clube garantir a vaga na semifinal da Copa do Brasil. Sem contar que, naquela ocasião, o técnico não comandou o clube à beira do campo, pois cumpria suspensão.

Já a única derrota de Abel aconteceu para o Goiás, pelo Brasileirão, no último minuto, mas em um contexto atípico. O novo comandante do clube viu um surto de Covid ‘dizimar’ o seu elenco e, com mais de 20 desfalques, não conseguiu evitar o revés em Goiânia.

Além do alto aproveitamento, Abel Ferreira também conseguiu rapidamente implementar um jogo mais ofensivo, e a prova da eficácia do novo sistema de jogo alviverde são as bolas na rede. O Verdão castigou os adversários por 15 vezes com o novo técnico.

Com Luxemburgo, o Palmeiras jogou 15 partidas neste Brasileirão e marcou 19 gols. Já com Andrey Lopes e Abel Ferreira, o time fez sete partidas e já marcou 12 vezes no campeonato.

Invicto no Allianz Parque, Abel Ferreira tem quatro jogos e quatro vitórias na casa palmeirense. Sem sofrer nenhum gol dentro de seus domínios, o ‘gajo’ também resgatou a força do Palmeiras dentro de casa, uma vez que Luxa caiu do comando técnico muito pelo insucesso como mandante.

Os torcedores palestrinos contam com esse bom retrospecto para assistir à equipe confirmar a vaga para as quartas de final da Copa Libertadores, diante do Delfín, dentro de casa, nesta quarta-feira (2), a partir das 19h15 (horário de Brasília).

 

Veja os números completos do Palmeiras com Abel Ferreira neste primeiro mês de trabalho:

 

  • -8 jogos
  • -6 vitórias
  • -1 empate
  • -1 derrota
  • -15 gols marcados
  • -4 gols sofridos
  • -79% de aproveitamento
  • -Jogador que mais atuou como titular: Zé Rafael (7 jogos)
  • -Artilheiro: Raphael Veiga (5 gols)

 

 

*Por: LANCE! / NOSSO PALESTRA 

MUNDO - Em meio a crise financeira, o Barcelona ainda terá que pagar uma multa de três mil euros (R$ 19 mil) à Federação Espanhola por conta da homenagem de Messi a Maradona na vitória do clube culé sobre o Osasuna por 4 a 0. Segundo o artigo 91 do Código Disciplinar, nenhum atleta pode tirar a camisa do seu time independentemente do objetivo da ação.

- O jogador que, na ocasião de ter marcado um gol ou por qualquer outra causa derivada das ações do jogo, levanta a camisa e exibe qualquer tipo de publicidade, slogan, legenda, siglas, anagramas ou desenhos, qualquer que seja o conteúdo ou a finalidade da ação será punido como autor de infração grave com multa de até três mil euros e advertência.

Ao marcar o último gol da partida, Messi exibiu uma camisa com número 10 da época em que Maradona jogou pelo Newell’s Old Boys, clube em que o craque do Barça iniciou sua trajetória no esporte. Aos 23 minutos do segundo tempo, após marcar um golaço, o argentino foi advertido com o cartão amarelo.

 

 

*Por: LANCE!

MUNDO - Aos 54 anos, os golpes já não são tão fortes. A esquiva, tão rápida no passado, parecia sempre atrasada em alguns milésimos de segundo. Mas, em seu retorno aos ringues após 15 anos, Mike Tyson mostrou lampejos do homem que assombrou o boxe há três décadas. Durante todo o confronto contra Roy Jones Jr., outro veterano aos 51, o pugilista buscou o ataque, mas o nocaute não veio. Neste sábado, no Staples Center, em Los Angeles, Jones conseguiu segurar qualquer tentativa de Tyson de dar um resultado à luta de exibição de pesos-pesados. No fim, de acordo com o protocolo do evento, os dois foram declarados campeões. Um empate simbólico, quase uma homenagem aos cinquentões.

Por ser uma luta de exibição, não houve contagem de pontos. Cada um dos oito rounds teve apenas dois minutos de duração. Tudo para tentar manter a integridade física dos dois pugilistas. Tyson, porém, foi mais agressivo e tentou o nocaute a todo instante, mesmo quando o cansaço batia. Do outro lado, Jones, que sempre foi conhecido pela rapidez de seus movimentos, freou o rival e amarrou a luta sempre que pôde. No fim, os dois festejaram a possibilidade de subir ao ringue uma vez mais.

- Eu estou feliz com isso (um empate). Eu acho que consegui entreter as pessoas, as pessoas estão felizes comigo. Às vezes esses dois minutos (por round) parecem três (risos). Com certeza, vou fazer isso de novo. Estou tão feliz de ter ido até o oitavo round. Nocaute não significaria nada. Para mim é mais significativo conseguir lutar oito rounds, saber que poderia lutar dez - disse Tyson após a luta.

Tyson agride, Jones segura

Foram 15 anos longe de seu habitat natural. Neste sábado, Tyson voltou aos ringues e tentou reviver os melhores dias de sua carreira. Na subida ao ringue, a tensão estava estampada no rosto dos dois pugilistas. Ao soar o gongo para o início, Tyson tomou a iniciativa e partiu para o ataque contra Jones. Ainda que não houvesse contagem de pontuação, Tyson mostrou força e dominou o primeiro round.

Já no segundo assalto, Roy Jones Jr. parecia cansado. A todo momento, buscava o clinch e tentava escapar dos golpes de Tyson. Ainda assim, conseguiu encaixar um jab, mesmo que não tenha afetado tanto o rival. Logo, Tyson também se mostrou cansado. A cada tentativa de agredir, Jones buscava o abraço, amarrando a luta.

No quinto round, Tyson achou o caminho para atingir Jones. O pugilista conseguiu uma boa sequência de golpes, e o rival pareceu sentir mais, mas conseguiu se manter de pé. Foi assim até o fim. No último dos oito rounds, Tyson partiu para cima e fez a tentativa derradeira de um nocaute que não veio. No encontro de lendas, ninguém saiu vencedor.

Mike Tyson é considerado um dos maiores nomes do esporte de todos os tempos. Ao aliar talento e polêmicas, o boxeador se transformou em uma espécie de ícone da cultura pop – para o bem e para o mal. Com um cartel de vitórias emblemáticas e derrotas catastróficas, Tyson estava longe dos ringues desde 2005, quando foi derrotado pelo irlandês Kevin McBride.

Com apenas 20 anos, Mike Tyson tornou-se o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados e construiu um cartel impressionante ao longo da carreira. Foram 58 lutas, 50 vitórias e 44 delas por nocaute.

Roy Jones Jr., por sua vez, é conhecido como Capitão Gancho, por conta da potência de seu golpe. Ele tem 66 vitórias, sendo 47 nocautes, e nove derrotas. Seu último embate havia sido em 2018, em triunfo contra o compatriota Scott Sigmon. Ele é ex-campeão dos médios e dos super-médios. Mas se destacou mesmo na categoria dos meio-pesados, conquistando o cinturão das principais organizações do boxe. Em 2003, ele chegou a recusar uma luta milionária contra Mike Tyson. O pugilista ainda soma uma prata olímpica, conquistada em 1988, nos Jogos de Seul.

Antes de luta, ex-astro da NBA leva surra de youtuber

Entre os coadjuvantes da noite, o embate mais aguardado foi logo antes da luta principal. Ex-astro da NBA, Nate Robinson não foi páreo para o youtuber Jake Paul e foi nocauteado logo no segundo round, depois de ir ao chão outras duas vezes.

A luta dos dois começou tensa, com os dois buscando o clutch todo o tempo. Os dois ainda foram alertados pelo juiz: "Não é wrestling". Jake Paul, porém, mostrou força ao acertar um cruzado de direita no rosto do ex-jogador da NBA. No segundo round, o youtuber voltou a derrubar Robinson com um novo cruzado. O rival levantou, mas foi à lona mais uma vez com o mesmo roteiro. Um nocaute com autoridade antes da principal luta da noite.

Fora dos ringues, Tyson coleciona polêmicas e já foi preso por estupro

O adolescente problemático se transformou em uma lenda do boxe. Com apenas 20 anos, Mike Tyson tornou-se o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados e construiu um cartel impressionante ao longo da carreira. Foram 58 lutas, 50 vitórias e 44 delas por nocaute. Mas a trajetória do boxeador também foi marcada por muitas confusões, polêmicas e crimes. Em 1992, foi condenado a seis anos de prisão por abusar sexualmente da miss Desiree Washington. Cumpriu metade da pena e foi liberado em março de 1995 devido ao bom comportamento.

Após ser solto, Tyson voltou a lutar e vencer. Pouco tempo depois, em 1997, protagonizou um dos episódios mais agressivos da história do boxe ao morder a orelha de Holyfield durante uma luta, sendo desclassificado e banido por um ano das competições. Fora dos ringues, seguiu tendo passagens pela polícia por acusações de agressões e porte de drogas. Um desses episódios foi no Brasil, em 2005, quando agrediu um cinegrafista e foi detido. Neste mesmo ano, depois de duas derrotas, se aposentou do boxe.

 

 

*Por Redação do GE

MUNDO - Na noite do Barein, Lewis Hamilton mostrou mais uma vez sua capacidade nas voltas de classificação e conquistou neste sábado sua 98ª pole position na Fórmula 1. Na etapa final da sessão, Hamilton quebrou o recorde da pista ao cravar 1m27s264, e Valtteri Bottas completou a dobradinha da Mercedes, com 1m27s553 na última volta no Q3. Max Verstappen ameaçou brigar pela pole, mas ficou mesmo em terceiro, a 0s414 do tempo da pole.

Alexander Albon garantiu pela segunda vez seguida o quarto lugar no grid, à frente de Sergio Pérez (Racing Point). Completaram os dez primeiros Daniel Ricciardo (Renault), Esteban Ocon (Renault), Pierre Gasly (AlphaTauri), Lando Norris (McLaren) e Daniil Kvyat (AlphaTauri).

O GP do Barein de Fórmula 1 começa às 11h10 (de Brasília) deste domingo, com transmissão ao vivo pela TV Globo.

 

 

*Por Redação GE

SÃO PAULO/SP - A seleção feminina levou a melhor no primeiro dos dois amistosos contra o Equador, que encerram a temporada 2020 das respectivas seleções femininas. Nesta sexta-feira (27), a equipe de Pia Sundhage goleou La Tri, como é conhecido o time equatoriano, por 6 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo. As equipes se reencontram na terça-feira (1º), às 21h30 (horário de Brasília), novamente na capital paulista, mas no estádio do Morumbi.

Com três gols, a atacante Debinha foi a protagonista de uma noite que ainda teve a zagueira Rafaelle, a meia Duda e a atacante Valéria deixando as respectivas marcas. As duas últimas atuaram pela primeira vez vestindo a amarelinha.

Foi o primeiro jogo da Seleção após oito meses. O time não ia a campo desde o torneio amistoso disputado na França, em março, quando enfrentou Holanda, Canadá e as anfitriãs. O duelo marcou também a estreia oficial da brasileira Emily Lima no comando do Equador. Ex-técnica de São José e Santos, ela dirigiu o Brasil por dez meses, entre 2016 e 2017, substituindo Vadão após a Olimpíada do Rio de Janeiro.

“No popcorn time!”

Na tradução literal, a expressão acima significa “sem tempo para comer pipoca”. Quando pede isso nos treinos, Pia quer as jogadoras não se desliguem do jogo e busquem sempre o gol. Desde o apito inicial, as brasileiras mostraram que entenderam o recado. Os primeiros 45 minutos foram quase todos disputados em uma única metade do campo. Com as linhas recuadas, o Equador tentava reduzir o espaço de ação das brasileiras, que chegaram várias vezes com perigo, ainda que quase sempre pelo alto.

Aos 13, a atacante Debinha ficou com a sobra de uma cobrança de escanteio da meia Andressa Alves, mas parou na goleira Andrea Morán. Sete minutos depois, a camisa 9 recebeu um cruzamento da atacante Adriana e cabeceou, obrigando Morán a uma grande defesa. Aos 33, Debinha, enfim, levou a melhor. Na sequência de outro escanteio batido por Andressa Alves, a atacante dominou perto da marca do pênalti e finalizou no alto, sem chances para a equatoriana.

Na segunda etapa, Pia fez as seis mudanças que podia. Entre elas, promoveu as estreias das jovens Duda (meia), Valéria e Nycole (ambas atacantes). As três foram determinantes para o jogo se transformar em goleada. Aos 32 minutos, Nicole recebeu na área e fez o pivô para Debinha marcar o segundo dela. No lance seguinte, Nycole tocou de calcanhar para Duda cruzar e Valéria finalizar para as redes. Aos 37, a meia Andressinha cobrou escanteio e a zagueira Rafaelle, na primeira trave, ampliou de cabeça.

O Brasil continuou sem “comer pipoca” e sem dar trégua ao Equador. Aos 38, Nycole foi derrubada pela zagueira Ariana Lomas dentro da área. Debinha cobrou e marcou o terceiro dela na noite (o nono na era Pia), disparando na artilharia da seleção sob o comando da técnica sueca. Quatro minutos depois, Duda fechou a vitória com um golaço da entrada da área.

 

 

*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

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