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SÃO PAULO/SP - Presente nas últimas convocações da seleção brasileira, Hugo Souza não foi chamado pelo técnico Carlo Ancelotti para os amistosos contra França e Croácia, marcados para os dias 26 e 31 de março.

Após divulgar a última lista antes da convocação final para a Copa do Mundo de 2026, Ancelotti justificou a ausência do goleiro do Corinthians. O italiano convocou Alisson, Bento e Ederson.

— Não tem posição 100% fechada. Como eu disse, a evolução é contínua em cada jogo para cada atleta. Mas pensamos que Alisson, Bento e Ederson são os melhores nesse momento — resumiu.

— Até maio isso pode mudar, mas estamos de olhos abertos. Os jogadores que não estão nessa lista e querem ir para a Copa tem que jogar bem, trabalhar bem e estar bem. Não tem outra maneira de convencer a comissão técnica — concluiu.

Ausente da lista da Seleção, Hugo Souza mantém a condição de titular absoluto no Corinthians. Em 2026, já disputou 16 partidas e soma 1.622 minutos em campo.

Além disso, protagonizou momentos importantes, como nas quartas de final do Paulistão, contra a Portuguesa, quando defendeu três pênaltis na disputa que garantiu a classificação.

O goleiro de 27 anos tem o desejo de voltar ao futebol europeu.

Além disso, a norma determina que o Hino também seja cantado anualmente no dia útil anterior a 7 de Setembro, data da Independência do Brasil, conforme a antiga lei já determinava.

Os convocados da Seleção:

Goleiros: Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Ederson (Fenerbahçe).

Defensores: Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Leo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG) e Wesley (Roma).

Meio-campistas: Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Gabriel Sara (Galatasaray).

Atacantes: Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), João Pedro (Chelsea), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth) e Vinicius Junior (Real Madrid).

 

 

Por Redação do ge

CHINA - A temporada de 2026 já teve duas provas finalizadas, mas Max Verstappen ainda não se adaptou ao novo regulamento e aos novos carros da Fórmula 1. Sexto colocado na Austrália, na semana passada, o holandês voltou a reclamar das regras da categoria depois de não concluir o GP da China, no último domingo (14), por causa de problemas mecânicos. O tetracampeão chamou de “piada” a forma como as corridas deste ano têm se desenhado e disse não entender como alguns torcedores aprovaram as mudanças.

– É terrível. Se alguém realmente gosta disso, não entende nada de corridas. Não é nem um pouco divertido. Parece que estamos jogando Mario Kart. Você usa um impulso para ultrapassar um adversário, mas fica sem bateria na reta seguinte e é ultrapassado de volta. Parece uma piada para mim – disse Verstappen, de 28 anos, em conversa com jornalistas após o GP da China.

Em 2026, os carros da F1 são menores e mais leves, com o objetivo de deixar as corridas mais ágeis. Porém, as mudanças que mais geraram controvérsia giram em torno dos motores: por meio da gestão da bateria, os pilotos agora contam com o Modo Ultrapassagem, botão para ser usado em disputas diretas, e o botão de impulso, cuja carga é administrada de forma livre pelos atletas.

Tudo isso está ligado ao aumento da potência do motor elétrico, que agora representa quase metade da força das unidades de potência. No entanto, o sistema de recuperação de energia do dispositivo depende de técnicas de direção executadas pelos pilotos, e o gerenciamento dessa energia assume protagonismo nas provas, o que tem sido alvo de críticas.

O número de ultrapassagens aumentou nas primeiras corridas de 2026. Só na Austrália, foram 120, bem mais do que no ano passado. Na China, Lewis Hamilton e Charles Leclerc, companheiros de Ferrari, travaram uma dura batalha pelo terceiro lugar, por exemplo, e o britânico levou a melhor. Nada disso, porém, mudou a insatisfação de Verstappen.

Até agora, a Mercedes foi quem melhor se adaptou ao novo regulamento, com carros que sobraram nos GPs da Austrália e da China. A Red Bull, por outro lado, ainda luta para ter competitividade. Verstappen e Hadjar, juntos, somaram 12 pontos (oito do holandês e quatro do francês), 39 a menos do que George Russell, líder do campeonato de pilotos.

Acostumado a estar entre os primeiros do grid, Verstappen, que tem quatro títulos da F1 e foi vice-campeão no ano passado, garante que suas reclamações não são feitas apenas por causa do desempenho ruim nas pistas.

– Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque penso na corrida como um produto. Não é por estar chateado com a minha posição. Preciso lutar ainda mais agora, o que me dá condições de realmente entender a dinâmica das provas – garantiu o holandês, que chegou a cair para a 16ª posição depois da largada do GP da China.

Verstappen já levou as críticas à organização da F1 e à FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Agora, o holandês e os colegas de Red Bull terão mais de 10 dias para buscar soluções e melhorar o desempenho dos carros da equipe. A próxima corrida será o GP do Japão, no dia 29 de março, às 2h (de Brasília).

 

 

Por Redação do ge

IBATÉ/SP - Nos dias 7 e 8 de março, foi realizada na cidade de Joinville (SC) a 1ª etapa do Circuito E100cia de Skate Old School, competição destinada a skatistas a partir de 35 anos. O evento reuniu cerca de 60 atletas de diversos estados brasileiros.

Representando o município de Ibaté, o atleta Edison Adriano, conhecido como Edison Gibi, de 51 anos, competiu na categoria Grand Legend (50+) e conquistou o 1º lugar, sagrando-se campeão da etapa. Além de atleta, Edison Gibi também é professor de skate no município.

Pódio – Categoria Grand Legend (50+)
? 1º lugar: Edison Gibi – Ibaté/SP
? 2º lugar: Vanderlei Serpa – Blumenau/SC
? 3º lugar: Sandro Drosan – Carapicuíba/SP

O atleta agradeceu o apoio da Secretaria Municipal de Esportes de Ibaté e da empresa JT Ecobio, que contribuíram para viabilizar sua participação na competição.

Os próximos compromissos de Edison Gibi já estão definidos. Em junho, ele participará do campeonato Vans Old Is Gold, em Curitiba, considerado um dos maiores eventos de skate old school do país. Já em agosto, o atleta disputará a 2ª etapa do Circuito E100cia, que será realizada em Novo Hamburgo (RS).

Voltado para os direitos da pessoa com deficiência intelectual, a organização reforça parcerias e traz mudanças organizacionais

 

SÃO PAULO/SP - O ano de 2026 marca mais uma etapa no crescimento das Olimpíadas Especiais Brasil (OEB), representação nacional do movimento global Special Olympics, focado no desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual por meio do esporte.

“A causa da pessoa com deficiência intelectual é urgente e a demanda pelos nossos trabalhos é cada vez mais crescente. Neste ano, queremos ampliar e trazer mais participantes para os eventos, mobilizar mais voluntários e aliados, fazer mais parcerias, respondendo à altura ao que a sociedade espera da OEB”, comenta Douglas Pereira, presidente da OEB.

Atualmente, a organização contabiliza 44 mil atletas participando de treinamentos e competições nas modalidades: atletismo, badminton, basquete, bocha, ciclismo, futebol, ginástica rítmica, handebol, hóquei sobre a grama e indoor, judô, natação e águas abertas, tênis, tênis de mesa e vôlei de praia, além da dança esportiva – modalidade que está sendo introduzida neste ano – em 14 estados mais o Distrito Federal, além de atuações pontuais em outros estados. Mas, em 2026, a intenção é reforçar a atuação onde já está presente, alcançar e se fixar em outras localidades.

“Temos o desafio de levar a OEB outros territórios. Por isso, neste ano, devemos marcar presença em mais dois ou três estados, principalmente, na região Norte, onde ainda não tivemos ações ou somente situações muito pontuais. Queremos criar um polo por lá para que haja atividades de forma recorrente”, comenta.

 

Calendário 2026

Como forma de garantir oportunidades de competição aos mais de 44 mil atletas treinando semanalmente, a OEB anuncia oficialmente seu calendário esportivo deste ano. Serão mais de 400 eventos regionalizados, muitos deles realizados com instituições parceiras, como é o caso das APAEs e Pestalozzis. Além disso, serão mais 30 competições principais, como Circuitos de Tênis, Ligas de Basquete 3x3 e Torneios de Natação.

“O calendário esportivo é muito importante, porque dá oportunidade de os atletas colocarem em prática o que aprenderam em seus treinamentos no dia a dia e ter reconhecido o seu valor como atleta de Olimpíadas Especiais, ao apresentar seu desenvolvimento físico, técnico, tático e intelectual. O planejamento engloba o crescimento anual no número de eventos, cidades, instituições, atletas e parceiros, técnicos, familiares e voluntários”, afirma Teresa Leitão, diretora nacional de esportes da OEB.

Teresa complementa: “Temos o desafio dos Jogos Regionais, que serão realizados no Sudeste, Sul e Nordeste, para que possamos ter a equipe que vai representar o Brasil nos Jogos Mundiais no Chile, em 2027. As competições acontecerão no segundo semestre.” Além da delegação brasileira, os Jogos Mundiais reunirão sete mil atletas do mundo todo e é o segundo maior evento esportivo, considerando a quantidade de pessoas envolvidas, só perdendo para as Olimpíadas.

AUSTRÁLIA - Nos últimos anos era fácil apostar nos grandes protagonistas da F1: em 2024, Max Verstappen já chegou mostrando que defenderia o tetracampeonato. A McLaren, em 2025, também confirmou o favoritismo. Na temporada 2026, porém, o novo regulamento técnico da categoria promete bagunçar o grid, ainda que Mercedes e Ferrari tenham dado bons sinais nos testes.

Na quinta-feira, a partir das 22h, você acompanha ao vivo o primeiro e o segundo treino livre do GP da Austrália no sportv 3. A transmissão das sessões de sexta-feira começa às 22h30 também no sportv 3. A primeira corrida da temporada 2026 da Fórmula 1 no circuito de Melbourne será transmitida ao vivo pela TV Globo, pelo sportv 3 e pelo ge a partir da 0h15 na madrugada de sábado para domingo.

Com a chegada de novas regras, tudo volta à estaca zero na F1, e as equipes possuem as mesmas oportunidades - para errar ou acertar. O exemplo recente mais marcante é da Mercedes, coadjuvante em 2013 e protagonista em 2014 quando a categoria adotou os motores V6 turbo. Antes, a Red Bull dominava, detentora de quatro títulos consecutivos liderada por Sebastian Vettel.

Atualmente, quem ocupa o posto de equipe a ser batida na F1 é a McLaren. O time acertou nas melhorias em seus últimos dois carros e levou os Mundiais de construtores em 2024 e 2025 No último ano, ainda fez de Lando Norris campeão.

No entanto, o time e o piloto inglês esbarram em uma F1 totalmente nova em 2026. A categoria promoveu diversas mudanças em seu carro, que está menor e com muitas novidades aerodinâmicas; e no próprio motor, mais sustentável, mais eletrificado e com novos mecanismos que prometem fomentar as disputas na pista.

Quem desponta em 2026?

As especulações em torno da Mercedes e da Ferrari começaram no shakedown de Barcelona, na Espanha, em janeiro. A equipe alemã completou impressionantes 500 voltas e começou a chamar atenção por seu motor - que, por sinal, está na mira da Federação Internacional do Automobilismo (FIA) após queixas das rivais por uma suposta brecha que lhe garantiria até 0s3 de vantagem.

A equipe também apresentou um bom ritmo nas duas rodadas de testes de pré-temporada no Bahrein. George Russell e Andrea Kimi Antonelli lideraram três dos seis dias de atividades no Circuito de Sakhir, embora a equipe tenha sofrido com dois problemas na unidade de potência e teve que trocá-las.

- Em termos de compreensão da ordem competitiva, eu diria que este teste confirmou que a Ferrari e a Mercedes parecem ser as equipes a serem batidas - declarou Andrea Stella, chefe da McLaren.

Antonelli ainda registrou a segunda volta mais rápida de toda a pré-temporada, 0s8 atrás do 1m31s992 de Charles Leclerc. E assim como em Barcelona, a escuderia foi a que mais andou: ao todo, 432 voltas.

As falas dos pilotos e chefes servem como termômetro neste início de temporada. Russell, na ocasião do lançamento oficial do W17 (carro de 2026 da equipe), declarou que a Mercedes está em sua melhor fase desde 2021, último ano em que disputou o Mundial.

A Ferrari andou menos nos testes do Bahrein, completando apenas 324 voltas - mais de 100 atrás da Mercedes. Porém, o time completou uma extensa quilometragem de 444 voltas em Barcelona e, assim como a rival alemã, destacou-se nas simulações de corrida durante as sessões em Sakhir.

A escuderia italiana teve algumas questões; Hamilton sofreu uma falha com o chassi e em um teste de captação de combustível; ele se despediu dos testes tendo feito só cinco voltas na sessão matinal do quinto dia. Por outro lado, o time saiu do Bahrein com a volta recorde de toda a bateria de testes, registrada por Leclerc; além disso, ele ainda foi o mais rápido no segundo dia da pré-temporada.

Tudo indica que a Ferrari conseguiu fazer um bom trabalho com o carro, o SF-26, e o próprio motor, o que também teria colocado sua cliente Haas em um bom lugar no pelotão intermediário. Desde meados de fevereiro, Hamilton, Leclerc e o chefe Frederic Vasseur têm dado declarações muito positivas - o heptacampeão chegou a dizer que o espírito vencedor da equipe italiana está de volta.

A Ferrari ainda chegou no penúltimo dia de testes com uma solução inovadora: uma asa traseira que gira em 180º adicionais. A novidade gerou até brincadeiras por parte de Vasseur, que batizou o dispositivo de "Macarena".

Com as mudanças de regulamento passou a ser necessário acelerar o carro por mais tempo para manter altas as rotações do motor e garantir que ele esteja pronto pra partida. Os pilotos passaram a praticar as largadas no fim de cada dia de testes; em um deles, Hamilton disparou à frente dos demais. A Ferrari teria feito seu motor com um turbo menor, que diminuiria o atraso na resposta do dispositivo.

O último momento de protagonismo da Ferrari foi em 2022, quando Leclerc disputou com Verstappen; a Mercedes, por sua vez, não ocupa os holofotes desde a antológica rivalidade do holandês da Red Bull contra Hamilton em 2021. Ambas foram eclipsadas pela evolução da própria Red Bull, beneficiada com a introdução dos carros com efeito solo em 2022, e pelo posterior crescimento da McLaren.

E a atual campeã?

A McLaren chegou a ser a mais rápida no primeiro dia de atividades da F1, com Lando Norris. Após as sessões em Sakhir, Oscar Piastri, piloto do time, chegou a declarar que a pré-temporada foi tranquila para o time e que todos estão "um pouco mais otimistas". O australiano, porém, reforçou que a equipe não deve estar liderando o pelotão, embora possa ter potencial para estar na parte da frente da tabela.

As simulações de corrida indicam que a equipe de Woking pode estar andando perto das rivais bem-cotadas, embora seja difícil precisar em qual ordem o time esteja. A possibilidade da Mercedes ter acertado em seu motor também seria benéfica para a McLaren, que é cliente da montadora alemã.

Verstappen terá chances?

Sob comando do chefe Laurent Mekies, a Red Bull precisa adaptar-se ao seu novo motor: a equipe trabalha com a Ford, que reforça os trabalhos já desenvolvidos pela Red Bull Powertrains - a divisão de unidades de potência do time austríaco. As primeiras avaliações de Verstappen sobre a parceria foram positivas; mas apesar do ritmo otimista no Bahrein, a equipe andou pouco, o que preocupa.

Na tabela de voltas mais rápidas, a Red Bull aparece com a quarta, registrada por Verstappen. Quem levou a pior foi Isack Hadjar, novo colega do holandês: em um dia ele chegou a dar só 13 voltas com um vazamento de água no motor. Em outro, sofreu uma falha hidráulica e também não pôde pilotar.

O pelotão intermediário

Rumores apontam que a Haas viria com mais força dentre as equipes do meio do grid. Além do reforço com o motor Ferrari, o time foi o terceiro que mais andou em Sakhir - 404 voltas, 28 a menos que a Mercedes.

A Alpine também não deve estar muito atrás: reforçada com o motor Mercedes em uma parceria que substitui o antigo acordo com a Renault, a equipe chegou a registrar a quinta volta mais rápida dos testes. Nenhuma delas também teve problemas flagrantes ao longo das sessões.

A Williams, "melhor do resto" em 2025, chega sob alerta. A equipe perdeu o shakedown em Barcelona por atrasos na conclusão do carro e, embora tenha conseguido dar muitas voltas em Sakhir, o ritmo não se sobressaiu. A equipe ainda estaria enfrentando problemas com excesso de peso, chegando a 30 kg além do limite, mas a informação foi negada pelo chefe James Vowles.

A Audi de Gabriel Bortoleto, que assume o espólio da Sauber e produz seus próprios motores, sofreu bastante já no shakedown de Barcelona - com falhas hidráulicas e na caixa de câmbio. O diretor técnico Mattia Binotto declarou que o time possuía uma "lista muito longa" de problemas a resolver.

As quebras seguiram na primeira semana no Bahrein. Mas, na segunda rodada, o time pareceu ter adquirido mais estabilidade. A equipe alemã despediu-se das atividades com o sétimo melhor tempo e, nas palavras do próprio Bortoleto, conseguiu resolver praticamente todos seus entraves.

Cadillac e Aston Martin em baixa

A recém-chegada Cadillac e a Aston Martin saíram em baixa do Bahrein. A primeira sofreu com sucessivas quebras ao longo dos dias, com Valtteri Bottas e Sergio Pérez a bordo, além de ter dado só 266 voltas no decorrer dos seis dias.

- Somos muito realistas em relação ao desempenho e à dificuldade de gerar esse desempenho. Mas acredito que agora temos uma plataforma na qual podemos começar a avançar. Isso é o máximo que se poderia pedir de uma equipe nova, a não ser que aconteça um milagre - declarou o chefe Graeme Lowdon, após a primeira rodada da pré-temporada.

A situação da Aston Martin preocupa mais. Na primeira semana em Sakhir, Lance Stroll disse que a equipe estaria 4s atrás das rivais. O chefe de equipe recém-chegado e lendário projetista da F1, Adrian Newey, afirmou que ainda em 2025 eles estavam pelo menos quatro meses atrasados no projeto de 2026 - o que explica o fato do time ter perdido parte do shakedown em Barcelona.

Tudo que está ruim pode piorar. E no caso da Aston Martin, os problemas se agravaram na segunda semana em Sakhir: na quinta-feira, uma falha na bateria deixou Fernando Alonso parado no meio da pista e encerrou as atividades do time mais cedo.

No dia seguinte, Lance Stroll só conseguiu dar stints curtos e, após seis voltas, a Aston Martin decidiu empacotar suas coisas e deixar o Circuito de Sakhir - também pelo fato de já estar sem peças de reposição para o motor.

O problema do AMR26, modelo deste ano da equipe, não está apenas no carro - o primeiro projetado por Newey. O motor da Honda, nova parceira da Aston Martin que veio para substituir a Mercedes, peca em potência.

A marca teria sido prejudicada com pouca expertise e mão de obra pelo fato de, em 2021, ter encerrado parte de suas operações na F1 apesar de seguir como parceira da Red Bull Powertrains. A unidade de potência japonesa ainda estaria operando em uma rotação abaixo do ideal, embora Alonso tenha negado esta informação.

Na tabela de tempos do Bahrein, a Aston Martin divide as últimas colocações com a Cadillac; para completar, deu apenas 128 voltas no decorrer da pré-temporada, o que impede que o time colete dados necessários para estudar melhorias.

 

Por Breno Peçanha e Bruna Rodrigues / ge

ARARAQUARA/SP - A Fundesport Araraquara dá a largada no calendário regional de competições de natação neste sábado (7), ao sediar o Torneio Regional que reúne atletas das categorias pré-mirim a sênior. O evento será realizado na piscina olímpica da Arena da Fonte, no Complexo Aquático Municipal, com início às 9h e programação prevista até as 19h.

Promovido e organizado pela Federação Aquática Paulista (FAP), o torneio deve reunir cerca de 400 nadadores de diferentes faixas etárias, representando diversas equipes da região.

A equipe da Fundesport participará em quase todas as categorias, desde a pré-mirim — voltada a crianças de até 8 anos, até a sênior, destinada a atletas com mais de 20 anos. A presença expressiva reforça o compromisso da entidade com o desenvolvimento da natação e a formação esportiva em diferentes idades.

Com entrada gratuita e apoio local, o evento deve movimentar o Complexo Aquático ao longo de todo o sábado, reunindo atletas, familiares e apreciadores do esporte.

A organização convida a população para prestigiar os nadadores e incentivar a modalidade. O Torneio Regional marca o início da temporada e promete um dia inteiro de disputas e integração esportiva.

SÃO PAULO/SP - O Palmeiras vai mandar a primeira final do Campeonato Paulista, contra o Novorizontino, nesta quarta-feira, na Arena Crefisa Barueri. A confirmação será feita no Conselho Técnico da Federação Paulista, que começa ao meio-dia, nesta segunda.

Há uma força tarefa para concluir a troca do gramado do Allianz Parque. O clube gostaria de voltar na decisão ao estádio, sua casa e onde poderia ter maior público e arrecadação, mas entende que não haverá tempo hábil para isso.

A começar pelo fato de que o gramado ainda não está totalmente pronto. Agora está sendo colocada a cortiça e ainda restariam nivelamento do campo, pintura e colocação de traves.

Com isso, não haveria tempo de testar o novo sintético antes do jogo, e a venda de ingressos para a decisão precisa começar nesta segunda. Por ter melhor campanha, o Novorizontino fará a segunda final como mandante.

Se o jogo de volta fosse de mando do Palmeiras, entende-se que a chance seria bem maior do retorno ao Allianz.

O jogo em Barueri deve acontecer nesta quarta, em horário a ser anunciado pela FPF no Conselho Técnico. A volta está prevista para domingo, em Novo Horizonte.

 

 

Por Thiago Ferri  / ge

RIO DE JANEIRO/RJ - O novo contrato de Carlo Ancelotti com a CBF está "por ajustes burocráticos e jurídicos" para ser assinado, afirmou nesta terça-feira Samir Xaud, presidente da entidade. Ancelotti tem acerto encaminhado para ser o treinador da seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2030.

Em conversa com jornalistas na sede da CBF, no Rio de Janeiro, depois do encontro com Javier Tebas, presidente da La Liga, Samir explicou os motivos que fizeram a diretoria buscar a renovação com o treinador italiano.

"O que nós queremos, é o que eu sempre falo: nada de imediato, mas, sim, um trabalho de uma construção, A gente acredita que um ano é muito pouco para desenvolver um trabalho que deixe frutos e resultados", disse ele.

- Nós temos a melhor matéria prima do mundo em relação ao técnico, temos que aproveitar isso, esse tempo dele aqui no Brasil junto à seleção brasileira. Eu acredito muito no trabalho que ele vem fazendo na seleção brasileira. Por confiar nisso, a gente iniciou essa conversa de renovação - completou.

As conversas para a continuidade do trabalho tiveram início em outubro e avançaram na reta final do ano, com o aval de Carleto para os termos indicados pela Confederação Brasileira de Futebol.

Ancelotti já tem o maior salário entre técnico de seleções no mundo, cerca de 10 milhões de euros por ano (R$ 63,4 milhões), e a extensão se dará por condições similares, com ajustes em bonificações por conquistas. O contrato atual prevê ainda um bônus de 5 milhões de euros (R$ 31,7 milhões) caso o Brasil conquiste o Hexa na Copa de 2026.

 

 

Por Raphael Zarko e Ronald Lincoln - ge

SÃO CARLOS/SP - O Shopping promove, no dia 21 de fevereiro, uma programação especial em celebração ao Dia do Esportista, com a realização da Apresentação Roda de Capoeira, a partir das 16h, na rotatória Riachuelo. A atividade contará com participação da Escola de Capoeira Maré e da ONG Proara, reunindo público, praticantes e comunidade em um momento de valorização do esporte, da cultura e da transformação social.

Comemorado anualmente em 19 de fevereiro, o Dia do Esportista tem como propósito incentivar, conscientizar e homenagear a prática esportiva como ferramenta essencial para o desenvolvimento de uma vida mais saudável, promovendo bem-estar físico, mental e social.

A escolha da capoeira como destaque da programação reforça justamente esse caráter amplo do esporte. Mais do que atividade física, a modalidade reúne expressão corporal, musicalidade e herança cultural brasileira. Para o Mestre Dendê, da Escola de Capoeira Maré, a participação no evento representa uma oportunidade de ampliar a conscientização sobre a importância do esporte no cotidiano. “Participar do Dia do Esportista é importante para conscientizar as pessoas sobre a prática esportiva, que faz bem para a saúde.

Hoje, muita gente está presa a celulares e computadores e acaba esquecendo do exercício físico, que é fundamental para o desenvolvimento do corpo e da mente”, afirma.
Segundo ele, embora a capoeira seja o foco da apresentação, o principal objetivo é incentivar o movimento e hábitos mais saudáveis em todas as idades. O Mestre também ressalta o impacto social da modalidade, especialmente na formação de crianças e jovens. Criado dentro de projetos sociais, ele relata a própria trajetória como exemplo de transformação por meio do esporte. “A capoeira me deu um norte na vida, ensinou disciplina, valores e ocupou minha mente com campeonatos e encontros que me afastaram de muitos perigos”, conta.

Além do aspecto social, a prática atua diretamente no desenvolvimento motor e cognitivo. Com movimentos que exigem coordenação, equilíbrio e consciência corporal, a capoeira atende desde crianças, a partir dos quatro anos, até adultos e idosos, contribuindo para qualidade de vida e condicionamento físico.

Outro ponto de destaque é o valor cultural da modalidade, reconhecida internacionalmente. Considerada a única arte marcial brasileira, a capoeira reúne luta, dança, música e tradição oral, tendo sido reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

A apresentação no Shopping também dá visibilidade ao trabalho realizado pela ONG Proara, onde o Mestre Dendê atua com crianças da periferia de São Carlos, especialmente na região do São Carlos 8. O projeto utiliza a capoeira como ferramenta educativa e de inclusão, promovendo não apenas a prática esportiva, mas orientação, disciplina e fortalecimento da autoestima. “Nosso trabalho vai além do esporte. Orientamos, educamos e mostramos para eles que são importantes e que podem vencer. Muitas vezes, o que falta é apoio, uma palavra ou um abraço, e isso também transforma”, explica.

Aberta ao público, a Apresentação Roda de Capoeira convida visitantes e famílias a celebrarem o Dia do Esportista por meio de uma vivência que une movimento, cultura e impacto social, reforçando o esporte como instrumento de saúde e cidadania. “Receber uma apresentação de capoeira em celebração ao Dia do Esportista é uma oportunidade de incentivar hábitos saudáveis e valorizar a cultura brasileira dentro do Shopping. Queremos proporcionar ao público uma experiência que una esporte, bem-estar e impacto social, aproximando ainda mais o empreendimento da comunidade”, afirma Fábio Maria, gerente do Shopping.

 

ITÁLIA - Depois de marcar o gol que garantiu a vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica na Champions League, nesta terça-feira, o atacante Vinicius Jr. relatou ter sido alvo de uma ofensa racista. O caso chamou atenção de Lewis Hamilton, que compartilhou o comunicado oficial da CBF sobre o assunto e prestou apoio ao jogador.

No comunicado publicado pela Confederação Brasileira de Futebol e compartilhado por Hamilton, a entidade se solidariza com Vini Jr. e reforça que "racismo não pode existir no futebol nem em lugar nenhum".

O caso aconteceu durante a partida no Estádio da Luz. A arena é a casa do Benfica em Lisboa, Portugal. Vinicius recebeu um cartão amarelo após comemorar o gol, gesto que iniciou uma confusão no gramado após queixas dos jogadores da equipe portuguesa.

Quando a disputa estava prestes a recomeçar, Vini Jr sinalizou ao juiz que havia recebido uma ofensa racista, apontando para a lateral do campo. O ataque teria vindo do argentino Gianluca Prestianni, atacante do Benfica. Segundo Aurélien Tchouaméni, colega do brasileiro no Real Madrid, Prestianni teria se defendido e dito que, na verdade, proferiu uma ofensa homofóbica a Vinícius.

O jogo foi interrompido por cerca de dez minutos e a confusão entre as duas equipes escalonou; a torcida do Benfica também passou a proferir ofensas e arremessar objetos em direção a Vinícius, que assim como o colega Kylian Mbappé, foi muito vaiado pelo resto do confronto.

- Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos. Mas, eles têm, ao lado, proteção de outros que, teoricamente, têm a obrigação de punir. Nada do que aconteceu hoje é novidade na minha vida e da minha família - declarou Vini Jr.

 

 

Por Redação ge

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