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SÃO CARLOS/SP - Os ambulantes interessados em comercializar produtos durante a Taça Universitária de São Carlos (TUSCA), que será realizada de 9 a 12 de outubro, devem se inscrever nesta segunda-feira (5/10), na sede da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, na Avenida Comendador Alfredo Maffei, 3.055, 1º andar.

O atendimento será das 9h às 11h e das 14h às 15h30. O sorteio das vagas ocorrerá na terça-feira (6/10), a partir das 9h, com a presença de três representantes dos ambulantes.
Segundo o diretor de Fiscalização, Rodolfo Tibério Penela, cada empreendedor poderá atuar em apenas um dos locais do evento. "A legislação que trata da participação dos ambulantes em eventos públicos do município estipula que a atividade deve ser exercida pessoalmente pelo cadastrado. Isso também contribui para que mais ambulantes tenham a oportunidade de trabalho no evento", afirmou.

Ao todo, serão disponibilizadas 15 vagas para barracas e 8 para food trucks nas imediações do Ginásio de Esportes Milton Olaio Filho, além de 40 vagas para barracas e food trucks na Avenida Faber, próximo à Arena TUSCA.

Para participar do sorteio, é necessário estar cadastrado na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e apresentar Inscrição Municipal, CNPJ e CCMEI, com CNAE correspondente à atividade exercida no evento. Os food trucks devem apresentar ainda cópia da documentação do veículo legalizado, de acordo com a vigência do Departamento de Trânsito. A ausência de documentos ou qualquer divergência nas informações resultará no cancelamento da inscrição.

Em reunião com representantes da Polícia Militar, da Guarda Municipal e das secretarias municipais de Segurança Pública e de Mobilidade Urbana, além do Departamento de Fiscalização, foram definidas regras para garantir a segurança e a saúde pública durante o evento.

Entre elas, está a proibição da venda de bebidas em recipientes de vidro e latas de alumínio, sendo permitida apenas a comercialização em copos plásticos descartáveis. Os ambulantes que pretenderem vender bebidas destiladas deverão apresentar nota fiscal dos produtos. "As medidas foram tomadas visando manter a segurança e a saúde pública no evento", reforçou Rodolfo Penela.

SÃO CARLOS/SP - Com a proximidade do Dia das Crianças, comemorado em 12 de outubro, o Banco do Povo Paulista de São Carlos está com R$ 5.336.388,70 disponíveis para novas operações de microcrédito. Vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SMDECT), o programa oferece linhas de financiamento com juros a partir de 0,35% ao mês, voltadas principalmente para Microempreendedores Individuais (MEIs), microempresas e pequenos negócios do município.

Os recursos podem ser utilizados para capital de giro, como compra de mercadorias e reforço de estoques, além de investimentos na aquisição de equipamentos, ferramentas e melhorias nos estabelecimentos. A iniciativa possibilita que os empreendedores se preparem para períodos de maior movimento no comércio, como a semana que antecede o Dia das Crianças.

A secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, destaca que o crédito pode ser uma ferramenta importante para o planejamento dos pequenos negócios.

“Datas comemorativas movimentam o comércio e podem representar uma oportunidade importante para os pequenos negócios. O Banco do Povo oferece linhas de crédito com condições acessíveis para que os empreendedores possam se preparar, reforçar seus estoques, adquirir equipamentos ou realizar melhorias em suas empresas. Nosso objetivo é facilitar o acesso a essas oportunidades e orientar cada empreendedor para que o crédito seja utilizado de forma planejada e contribua para o desenvolvimento do seu negócio”, afirmou Paula.

Além da oferta atual de crédito, o Banco do Povo encerrou o primeiro semestre de 2026 com resultados positivos. Entre janeiro e junho, foram liberados R$ 1.481.706,74 em microcrédito, distribuídos em 85 operações. Desse total, 84 foram destinadas a pessoas jurídicas, principalmente MEIs, microempresas e sociedades limitadas, e uma para pessoa física em processo de formalização.

Os setores de comércio e serviços concentraram a maior parte das operações realizadas no período, reforçando a participação do programa no apoio aos pequenos negócios e na movimentação da economia local.

Os interessados em solicitar financiamento podem procurar o Banco do Povo, que funciona na Casa do Trabalhador, localizada na Avenida São Carlos, nº 1.839, no Centro.

Outras informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (16) 3362-1193.

Secretário Leonardo Lázaro pediu que comerciantes usem as caçambas para evitar entupimento de bocas de lobo; primeira fase do piscinão do Centro deve começar no início de 2027

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Gestão da Cidade e Infraestrutura de São Carlos recebeu a diretoria da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) para planejar os serviços de limpeza e manutenção do comércio durante as festas de fim de ano. No encontro, o secretário Leonardo Lázaro também apresentou projetos da pasta para o Centro, incluindo obras para combater enchentes, e fez um apelo aos comerciantes para que descartem o lixo corretamente e evitem o entupimento das bocas de lobo.

Participaram da reunião o secretário adjunto de Conservação e Qualidade Urbana, Anderson Rogério Ferrares; a presidente da ACISC, Ivone Zanquim; os diretores da entidade Mozart Pedroso Maluf, Reginaldo Ignácio e Danilo Loretto; e o gerente administrativo e financeiro da ACISC, Alexandre Rosa.

Segundo Leonardo Lázaro, a proposta foi antecipar o planejamento dos serviços para o período de maior movimento no comércio. “Achei muito importante convidar a ACISC com certa antecedência aos eventos de fim de ano, para programarmos os serviços de limpeza e manutenção e também apresentarmos o trabalho que o município vem fazendo e que vai contribuir diretamente para o Centro e para o comércio da cidade, com projetos em andamento e licitações que serão encaminhadas”, afirmou.

Chuvas acima da média

Lázaro alertou que o município vive um ano atípico em relação às chuvas, influenciado pelo fenômeno El Niño. “Tivemos um setembro com muita chuva, e é esperada muita chuva para o fim do ano, inclusive nesta semana, já com um volume significativo”, disse.

Por isso, um dos pedidos feitos à ACISC foi que a associação oriente os comerciantes a utilizarem as caçambas disponibilizadas para o descarte de lixo. Como a coleta é realizada à noite para reduzir o impacto no trânsito, sacos deixados nas calçadas podem ser arrastados pela enxurrada. “Quando não só o comerciante, mas também o morador deposita o lixo na rua em vez de nas caçambas, uma chuva pode arrastar esse saco e entupir as bocas de lobo. As caçambas foram disponibilizadas justamente para evitar esse problema: o saco fica dentro dela, e ela permanece estática”, explicou o secretário.

Segundo Lázaro, um estudo apresentado pelo SAAE garante a efetividade das caçambas. A Prefeitura também mantém serviços de limpeza de bocas de lobo, varrição e coleta de resíduos para preservar a eficiência do sistema de drenagem.

O secretário afirmou que as obras realizadas nos últimos dois anos apresentaram resultados positivos, mas reconheceu que ainda há “um grande caminho pela frente”.

Ele citou o convênio assinado com o Governo do Estado para ampliar o reservatório da Vila Prado e os projetos para construção de novos reservatórios. “Acreditamos que, no primeiro trimestre de 2027, se inicie a primeira fase do piscinão em frente à Chaminé, que será uma obra estrutural para evitar futuros alagamentos e enchentes na região central”, afirmou.

ACISC destaca planejamento para o Natal

Para a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, a antecipação das ações é fundamental porque o período natalino está entre os momentos de maior circulação de consumidores no comércio são-carlense. “O Natal é um período muito importante para o comércio de São Carlos e exige planejamento. Queremos que consumidores, comerciantes e trabalhadores encontrem uma região central organizada, limpa e preparada para receber o aumento do movimento. Essa parceria com a Prefeitura é fundamental para que possamos antecipar necessidades e buscar soluções antes do início da programação”, afirmou Ivone.

O diretor Danilo Loretto destacou que a preparação para o fim de ano envolve diferentes áreas e que o diálogo antecipado entre o poder público e o setor comercial contribui para a organização das atividades. “Quando todos os setores começam a conversar com antecedência, conseguimos organizar melhor o período de Natal. O comércio se prepara para receber mais consumidores e, ao mesmo tempo, precisamos pensar na limpeza, na circulação das pessoas e em toda a estrutura necessária para que esse período transcorra da melhor maneira possível”, disse.

Reginaldo Ignácio ressaltou que os próprios comerciantes também têm papel importante na manutenção da limpeza e na prevenção de problemas durante períodos de chuva. “O comerciante também tem um papel importante nesse processo. Pequenas atitudes, como utilizar corretamente os locais destinados ao descarte de resíduos, ajudam a manter as ruas limpas e evitam problemas. No período de Natal, quando o movimento aumenta, essa colaboração se torna ainda mais necessária”, afirmou.

Já o gerente administrativo e financeiro da ACISC, Alexandre Rosa, destacou que o planejamento conjunto permite integrar os serviços municipais à estrutura necessária para as ações natalinas promovidas pela entidade. “A programação de Natal mobiliza comércio, consumidores e diferentes parceiros. Por isso, é importante alinhar com antecedência questões operacionais e de infraestrutura. Nosso objetivo é contribuir para que São Carlos tenha um período natalino organizado, agradável e que incentive as pessoas a frequentarem o comércio local”, ressaltou.

Próximos passos

A ACISC deverá reforçar junto aos associados as orientações relacionadas ao descarte correto de resíduos, especialmente durante o período de maior movimento no comércio.

Prefeitura e Associação Comercial também deverão manter o diálogo para alinhar os serviços municipais às ações previstas para o período natalino, buscando garantir melhores condições de limpeza, organização, circulação e segurança para comerciantes e consumidores.

A reunião também serviu para atualizar a entidade sobre intervenções estruturais previstas para enfrentar os problemas históricos de alagamentos na região central de São Carlos.

Ação no Dia da Árvore foi feita em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente da Prefeitura de Ribeirão Preto na Região Central; entidade também participou e apoiou evento no Clube dos Comerciários

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), em parceria com a Prefeitura de Ribeirão Preto e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, promoveu, na última segunda-feira (21), uma ação educativa sobre como plantar árvores em calçamento.
A iniciativa de conscientização foi feita no Dia da Árvore e contou com plantio de quatro espécimes no Calçadão da Rua General Osório, na Região Central da cidade. De acordo com Sandra Brandani, presidente da Acirp, a tempestade do dia 24 de julho  agravou o quadro de arborização do município, que já era deficitário.
“A queda de galhos e árvores inteiras confirma que precisamos escolher melhor o que plantar, bem como fazer uma manutenção mais adequada dos espécimes antigos. Remover árvores não é uma solução. Avenidas como Nove de Julho ou 13 de Maio sem os corredores de árvores seriam lugares totalmente diferentes, menos agradáveis e muito mais quentes”, diz Brandani. 
A Acirp destaca que manter árvores é sempre a melhor opção no combate às mudanças climáticas, pois, além de barreiras naturais para o vento, elas também geram sombra e ajudam a reduzir o risco de ilhas de calor e ressecamento do ar.
Responsável pelo programa ACI Fachadas, Nathalia Balzuweit, arquiteta e urbanista da Acirp, lembra que a arborização é uma das frentes do plano de revitalização do Centro, por tornar o ambiente mais agradável para quem circula na região.
“Ter informação antes de plantar, porém, é fundamental. Com a muda e os cuidados certos, a calçada e a fiação não sofrem danos com o crescimento, os riscos de queda são menores e os comerciantes e a população podem desfrutar da redução de temperatura”, afirma Balzuweit. 

Mais 80 árvores para Ribeirão
No Dia da Árvore, a Acirp apoiou ainda uma ação do Instituto Planeta Plantar, de São João da Boa Vista, em parceria com o Sincomerciários de Ribeirão Pretopara plantio de 80 mudas nativas no Clube de Campo dos Comerciários. Foram 30 jequitibás, 11 paus-brasil, 8 paineiras e 15 ipês amarelos, rosas e roxos. A iniciativa responde às perdas do vendaval de julho e integra o projeto Águas do Campo, financiado pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).
Segundo Carol Najar, o Plantar já realizou 56 mutirões e plantou mais de 30 mil árvores na região. Os jequitibás repõem perdas e conservam a biodiversidade, mas não são indicados para calçadas ou locais próximos à rede elétrica. A arborização urbana traz conforto térmico, reduz ilhas de calor em até 7 °C, ruídos e poluição, além de ajudar na retenção da chuva e no combate a enchentes. redução de temperatura de até 7 °C. 
Estiveram presentes no evento pela Acirp o gerente geral, Wanderley Olivon Júnior, e a gerente de Relações Institucionais, Larissa Eiras. 

Sobre a Acirp

Fundada em agosto de 1904, a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) é uma entidade representativa patronal centenária e uma das maiores associações comerciais do país, com cerca de 5 mil associados ativos. Atua em prol do desenvolvimento econômico e social da região, com iniciativas que estimulam a competitividade e a inovação. Oferece ainda uma série de serviços para melhoria da gestão empresarial, incluindo treinamentos e capacitações para profissionais e equipes. 

BRASÍLIA/DF - O comércio varejista brasileiro recuou 0,8% na passagem de junho para julho, influenciado por uma espécie de “ressaca” da Copa do Mundo. O resultado faz com que o desempenho acumulado do setor no período de 12 meses desacelerasse para 1,6%.

A média móvel trimestral, que suaviza oscilações pontuais e reflete a tendência recente, aponta variação negativa de 0,1%.

No acumulado de 2026, o setor avança 1,8%, e em 12 meses, 1,2%. Os números indicam desaceleração, uma vez que, em março, o acumulado de 12 meses era 2,3%.

Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado de julho coloca o comércio brasileiro 10,6% acima do nível pré-pandemia de covid-19 (fevereiro de 2020) e 1,5% abaixo do maior patamar já registrado, alcançado em março de 2026.

De acordo com o analista da pesquisa, Cristiano Santos, o comércio está em patamar equivalente a dezembro de 2025.

Comportamento

O levantamento mostra que das oito atividades pesquisadas pelo IBGE, cinco apresentaram retração na passagem de junho para julho.

Veja o comportamento dos grupos de atividades:

  1. móveis e eletrodomésticos: -4,9%;
  2. livros, jornais, revistas e papelaria: -4,2%;
  3. tecidos, vestuário e calçados: -2,7%;
  4. outros artigos de uso pessoal e doméstico: -2,2%;
  5. hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: -0,2%;
  6. artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,6%;
  7. equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 0,6%;
  8. combustíveis e lubrificantes: 0,3%.

Cristiano Santos explica que a queda de eletrodomésticos, revistas e papelaria, e vestuário têm relação com a Copa do Mundo, ocorrida em junho e julho, uma vez que venda de itens como TVs e álbuns de figurinha tiveram crescimento nos meses anteriores à copa, aumentando a base de comparação de julho. 

“É como se as pessoas tivessem concentrado a capacidade de consumo desses produtos que têm a ver com a copa principalmente em maio.”

Já em 12 meses, a venda de móveis e eletrodomésticos avança 3,9%.

"Todo mundo que iria comprar uma televisão, aproveitou que teria Copa e comprou em maio", exemplifica Santos.

Atacado

No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado – veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo – o indicador subiu 0,4% de junho para julho e marca variação positiva de 1,2% no acumulado de 12 meses.

Conjuntura da economia

A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE. Nos últimos dias o instituto revelou que o setor de serviços ficou estável no mês (variação nula, 0%) e alta de 2,4% em 12 meses. Já a indústria cresceu 0,2% no mês e 0,6% em 12 meses.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O Procon de São Carlos divulgou o resultado da pesquisa de preços de combustíveis realizada na cidade. O levantamento, feito nesta sexta-feira (04/08) junto a 62 estabelecimentos, mostra diferenças de até R$ 1,20 entre o posto mais barato e o mais caro, dependendo do combustível.

Segundo o levantamento, a gasolina comum variou entre R$ 5,79 e R$ 6,79, com preço médio de R$ 6,37. O etanol, por sua vez, foi encontrado por valores entre R$ 3,27 e R$ 3,99, com média de R$ 3,62. Já o diesel S10, vendido em 53 dos 62 postos pesquisados, oscilou entre R$ 6,29 e R$ 7,49, com média de R$ 6,74.

A diferença entre o etanol mais barato e o mais caro foi de R$ 0,72, enquanto entre as gasolinas a variação chegou a R$ 1,00. O diesel S10 registrou a maior amplitude entre os três combustíveis, de R$ 1,20.

Com base nos preços coletados, o etanol se mostrou vantajoso em relação à gasolina em todos os 62 postos pesquisados. Pela regra geral usada por especialistas do setor, segundo a qual o etanol compensa quando custa até 70% do valor da gasolina, a relação média entre os dois combustíveis na cidade ficou em torno de 0,57.

Segundo o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza, “a coleta de dados busca dar mais transparência e agilidade na divulgação dos preços aos consumidores”. 

A tabela completa, com os valores praticados em cada um dos 62 postos pesquisados, está disponível no portal da Prefeitura de São Carlos e nas redes sociais do Procon São Carlos.

Evento reúne objetos que atravessam gerações e resgata memórias por meio de coleções e minicoleções

 

SÃO CARLOS/SP - O Shopping São Carlos, administrado pelo Grupo AD, recebe, de 3 a 7 de setembro, o 1º Encontro com o Passado – Feira de Antiguidades e Miniaturas, evento que reúne coleções, minicoleções e objetos que ajudam a contar histórias de diferentes épocas. A programação acontece das 10h às 22h, em frente ao Pão de Açúcar, com entrada gratuita.

A proposta é proporcionar ao público uma experiência de contato com objetos que marcaram diferentes períodos e fazem parte da memória de várias gerações. Entre os itens que estarão expostos estão cédulas, moedas, selos, álbuns de figurinhas, canetas, rótulos de bebidas, discos de vinil, histórias em quadrinhos, fitas cassete, máquinas fotográficas, aparelhos de som, telefones, filmadoras, brinquedos das décadas de 1980 e 1990, máquinas de escrever, cartões telefônicos e papéis de carta, entre outros. O encontro também contará com miniaturas e minicoleções, ampliando a diversidade de peças e temas apresentados aos visitantes.

“O Shopping São Carlos é também um espaço de convivência e de experiências que dialogam com a comunidade. O Encontro com o Passado traz essa dimensão cultural ao apresentar objetos que despertam lembranças, curiosidades e histórias compartilhadas entre diferentes gerações. É uma oportunidade para que pais, avós, crianças e jovens se reconheçam e também descubram referências de outras épocas”, afirma Fábio Maria, gerente geral do Shopping São Carlos.

A história de um colecionador

Resgatar memórias, compartilhar conhecimento e aproximar diferentes gerações por meio de objetos que atravessaram o tempo é uma das propostas do 1º Encontro com o Passado. É nesse contexto que os colecionadores Malcolm Oliveira e Vivi Ribeiro levam ao Shopping São Carlos parte de seu acervo pessoal, reunindo peças que ajudam a reconstruir hábitos, referências e experiências de diferentes épocas.

A variedade de objetos permite que cada visitante encontre uma referência familiar ou descubra itens de outras épocas. Para quem viveu as décadas de 1970, 1980 e 1990, a exposição pode despertar lembranças de hábitos, brincadeiras e objetos que faziam parte do dia a dia. Para as novas gerações, é uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o entretenimento, a comunicação e os costumes de outros períodos.

A ideia é mostrar que o colecionismo pode ir além da reunião de objetos. Uma embalagem, uma moeda, uma revista ou um brinquedo podem carregar histórias pessoais e coletivas, funcionando como pontos de partida para lembranças e conversas entre pais, filhos, avós e netos.

A trajetória de Malcolm com as coleções começou ainda na infância. Entre suas primeiras lembranças está uma coleção de tampinhas de refrigerante da Coca-Cola, reunidas durante uma promoção realizada em parceria com a Editora Abril, entre 1976 e 1977. A campanha, chamada Bingola, transformava as tampinhas em peças de uma espécie de bingo com personagens da Disney. Os participantes reuniam as tampinhas e tentavam completar as cartelas para participar da promoção. “Foi minha primeira coleção. Eu pegava as tampinhas de refrigerante da Coca-Cola, que faziam parte da promoção, e guardava. Em vez de números, as cartelas tinham personagens da Disney. Foi assim que comecei a colecionar”, conta o colecionador.

Ao levar esse material para o público, Malcolm e Vivi propõem justamente esse exercício de memória: olhar para objetos que já fizeram parte do cotidiano e perceber as histórias que permanecem associadas a eles. Para quem viveu essas épocas, a exposição pode ser uma oportunidade de reencontrar lembranças; para as novas gerações, uma forma de conhecer objetos, costumes e formas de entretenimento que antecederam os recursos presentes no cotidiano atual. “Cada peça tem uma história e, muitas vezes, uma lembrança por trás. Quando alguém olha para uma coleção e reconhece uma coisa que fez parte da sua infância, começa a contar uma história. E quando uma criança ou um jovem pergunta o que é aquilo, começa outra história. É essa troca que queremos proporcionar com o encontro”, afirma Malcolm Oliveira.

O 1º Encontro com o Passado – Feira de Antiguidades e Miniaturas acontece de 3 a 7 de setembro, das 10h às 22h, em frente ao Pão de Açúcar, no Shopping São Carlos. A entrada é gratuita.

Serviço

1º Encontro com o Passado – Feira de Antiguidades e Miniaturas
Data: 
3 a 7 de setembro
Horário: das 10h às 22h
Local: Em frente ao Pão de Açúcar
Entrada: gratuita

Lojas poderão funcionar em períodos diferenciados nos dias 5, 7 e 12; calendário é definido pelos sindicatos da categoria por meio de Convenção Coletiva

 

SÃO CARLOS/SP - O horário do comércio de São Carlos terá alterações em setembro, com funcionamento diferenciado em dois sábados e no feriado da Independência do Brasil. De acordo com o calendário divulgado pela Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), as mudanças estão previstas para os dias 5, 7 e 12 de setembro.

Nos sábados, dias 5 e 12, os estabelecimentos poderão funcionar das 9h às 17h. Já na segunda-feira, 7 de setembro, feriado da Independência do Brasil, o funcionamento previsto será das 9h às 13h.

A divulgação antecipada do calendário busca permitir que comerciantes, trabalhadores e consumidores se organizem para as datas com atendimento diferenciado. A presidente da ACISC, Ivone Zanquim, destaca a importância de tornar essas informações acessíveis à população.

“Divulgar antecipadamente o horário do comércio é uma forma de contribuir para que empresários, trabalhadores e consumidores possam se organizar. A ACISC cumpre esse papel de comunicação, levando a informação de maneira clara para toda a população”, afirma Ivone.

Horário é definido pelos sindicatos

O horário do comércio de São Carlos é determinado por meio de Convenção Coletiva firmada entre o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários).

SÃO CARLOS/SP - O Procon São Carlos, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Justiça, realizou nos dias 12 e 13 de agosto uma ampla pesquisa de preços em seis supermercados da cidade, comparando 75 produtos entre as categorias alimentos, limpeza e higiene pessoal. O levantamento mostra que o consumidor pode pagar preços muito diferentes pelo mesmo item, dependendo de onde compra, em alguns casos, a diferença supera 200%.

Entre os alimentos, os hortifrútis lideraram as disparidades. O alho foi o item com maior variação de toda a pesquisa: de R$ 14,90 a R$ 52,98, uma diferença de 255,57%. A batata também chamou atenção, com preços entre R$ 3,48 e R$ 9,99 (187,07%), assim como o feijão carioca da marca Empório São João, encontrado entre R$ 8,95 e R$ 19,99 (123,35%). Entre os industrializados, destacam-se os molhos de tomate: o Fugini variou 115,68% e o Pomarola, 90,45%.

Na categoria de limpeza, as maiores diferenças foram do sabão em barra Ypê (78,18%) e da água sanitária Ypê (66,75%). Já na higiene pessoal, os sabonetes Nivea e Lux registraram a mesma variação, de 74,24%, mostrando que as oscilações de preço não se restringem aos alimentos e atingem também itens básicos do cuidado diário.

Na simulação de uma cesta de compras, a título de comparação, foram isolados 31 produtos vendidos simultaneamente pelos seis supermercados, com a soma dos preços. Nesse recorte, o total variou de R$ 369,45, no estabelecimento mais barato, a R$ 427,66, no mais caro, uma diferença de R$ 58,21, ou 15,8%.

Para o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza, o levantamento reforça a importância de o consumidor pesquisar antes de comprar. “Nosso intuito é mostrar que pesquisar e comparar preços antes das compras é essencial. As diferenças encontradas comprovam que o consumidor pode economizar significativamente ao escolher onde comprar cada produto”, afirma. 

A pesquisa está disponível no portal da Prefeitura (saocarlos.sp.gov.br), na página do Procon São Carlos.

Exportações recuam 1,9% nos sete primeiros meses de 2026, enquanto importações avançam 21%; novas tarifas dos Estados Unidos ampliam incertezas para os próximos meses.

 

SÃO CARLOS/SP - São Carlos acumulou déficit de US$ 127,2 milhões na balança comercial entre janeiro e julho de 2026, resultado de US$ 342,2 milhões em exportações e US$ 469,4 milhões em importações. O levantamento consta do Informativo Econômico divulgado nesta sexta-feira (14) pela Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) e aponta movimentos distintos nas duas pontas do comércio exterior: enquanto as vendas ao exterior recuaram 1,9% em relação ao mesmo período de 2025, as compras internacionais cresceram 21%.

A diferença está relacionada principalmente ao avanço das importações e à desaceleração das exportações em julho. Segundo o levantamento, as vendas externas de São Carlos caíram 13,1% naquele mês. Com isso, a média mensal exportada em 2026 ficou em US$ 48,8 milhões, abaixo dos US$ 50 milhões registrados, em média, ao longo de 2025. Já as importações avançaram de uma média mensal de US$ 55 milhões no ano passado para aproximadamente US$ 67 milhões nos sete primeiros meses deste ano.

O resultado amplia a distância entre importações e exportações. Em todo o ano de 2025, São Carlos havia encerrado a balança comercial com déficit de US$ 60,8 milhões, período em que as exportações cresceram 20% e as importações 11% na comparação com 2024. Nos cinco primeiros meses de 2026, a própria ACISC já havia identificado o fortalecimento dessa tendência, com US$ 243 milhões exportados, US$ 319 milhões importados e saldo negativo de US$ 76 milhões.

A leitura do Núcleo Econômico da entidade é de que o maior volume de importações não deve ser analisado isoladamente como um indicador negativo. Parte das compras externas é formada por matérias-primas, componentes, máquinas e insumos utilizados pelas empresas instaladas no município, o que pode refletir maior atividade das cadeias produtivas e demanda por bens estrangeiros. Em análise anterior da ACISC, o economista Elton Casagrande destacou a relação direta do comércio exterior com a dinâmica econômica local. “O comércio exterior influencia diretamente a geração de empregos e renda na cidade. Precisamos observar as variações cambiais e os fatores que impactam a competitividade das nossas empresas para criar estratégias eficazes de crescimento”, afirmou.

A presidente da ACISC, Ivone Zanquim, também já havia chamado a atenção para a inserção das empresas são-carlenses no mercado internacional. Em junho, ao comentar os números dos cinco primeiros meses do ano, ela afirmou que “os números mostram que São Carlos mantém uma presença importante no comércio exterior e segue integrada a mercados estratégicos”. Segundo a dirigente, esse movimento evidencia a capacidade produtiva das empresas e a conexão do município com cadeias nacionais e internacionais.

Outro indicador apontado pelo informativo é a participação de São Carlos no comércio exterior brasileiro. O município manteve participação de 0,2% nas exportações nacionais em 2026, mesmo percentual de 2025. Nas importações, porém, a fatia passou de 0,2% para 0,3%, reforçando o crescimento proporcionalmente maior das compras externas ao longo deste ano.

O cenário para os próximos meses ganhou um componente adicional de incerteza com novas medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. Em julho, o governo norte-americano estabeleceu sobretaxas adicionais de 25% e 12,5% sobre parcelas das importações provenientes do Brasil. Levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços aponta que, combinadas, as novas medidas alcançam 23,1% das exportações brasileiras.

Na avaliação apresentada pelo Informativo Econômico da ACISC, os efeitos dessas barreiras poderão aparecer nos resultados de agosto a dezembro. A expectativa é de eventual redução, ainda que discreta, no volume total exportado por São Carlos e de possibilidade de ampliação do déficit comercial acumulado até julho, dependendo da exposição das empresas locais aos produtos alcançados pelas tarifas.

No comércio brasileiro, China, Estados Unidos e Argentina aparecem entre os principais destinos das exportações, enquanto China, Estados Unidos e Alemanha ocupam posições de destaque entre as origens das importações. A composição guarda semelhança com a estrutura das relações comerciais de São Carlos, que mantém forte integração com grandes mercados e cadeias industriais internacionais. Dados anteriores da ACISC já apontavam Estados Unidos, China e Alemanha entre parceiros relevantes das empresas do município.

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