ITÁLIA - Depois de marcar o gol que garantiu a vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica na Champions League, nesta terça-feira, o atacante Vinicius Jr. relatou ter sido alvo de uma ofensa racista. O caso chamou atenção de Lewis Hamilton, que compartilhou o comunicado oficial da CBF sobre o assunto e prestou apoio ao jogador.
No comunicado publicado pela Confederação Brasileira de Futebol e compartilhado por Hamilton, a entidade se solidariza com Vini Jr. e reforça que "racismo não pode existir no futebol nem em lugar nenhum".
O caso aconteceu durante a partida no Estádio da Luz. A arena é a casa do Benfica em Lisboa, Portugal. Vinicius recebeu um cartão amarelo após comemorar o gol, gesto que iniciou uma confusão no gramado após queixas dos jogadores da equipe portuguesa.
Quando a disputa estava prestes a recomeçar, Vini Jr sinalizou ao juiz que havia recebido uma ofensa racista, apontando para a lateral do campo. O ataque teria vindo do argentino Gianluca Prestianni, atacante do Benfica. Segundo Aurélien Tchouaméni, colega do brasileiro no Real Madrid, Prestianni teria se defendido e dito que, na verdade, proferiu uma ofensa homofóbica a Vinícius.
O jogo foi interrompido por cerca de dez minutos e a confusão entre as duas equipes escalonou; a torcida do Benfica também passou a proferir ofensas e arremessar objetos em direção a Vinícius, que assim como o colega Kylian Mbappé, foi muito vaiado pelo resto do confronto.
- Racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos. Mas, eles têm, ao lado, proteção de outros que, teoricamente, têm a obrigação de punir. Nada do que aconteceu hoje é novidade na minha vida e da minha família - declarou Vini Jr.
Por Redação ge































