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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - A Justiça Eleitoral paulista reforça a divulgação dos canais dedicados aos direitos da pessoa idosa em ano de eleições gerais. A página sobre o tema foi atualizada no site institucional do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), passando a reunir conteúdos relacionados aos direitos dessa população dentro e fora da Justiça Eleitoral. Atualmente, dos mais de 34,1 milhões de eleitores registrados no estado de São Paulo, cerca de 3,2 milhões têm 70 anos ou mais.
 

A atualização da página é um esforço do Comitê para a Promoção de Políticas Públicas Judiciais de Atenção às Pessoas Idosas do Poder Judiciário, instituído pela Portaria TRE-SP nº 144/2024. O objetivo do grupo é assegurar os direitos da pessoa idosa, focando na empatia e no respeito. O trabalho é feito de forma integrada à Ouvidoria do Tribunal, garantindo um canal especializado de atendimento, acolhimento e orientação a esse público.
 

Na prática, o comitê é responsável por monitorar políticas públicas voltadas às pessoas idosas, propor campanhas contra o etarismo, coordenar mutirões de cidadania e desenvolver estratégias de atendimento interdisciplinar e de forma articulada com outras instituições. É possível enviar denúncias, solicitar informações, sugerir propostas de projetos ou buscar acolhimento por meio do formulário da Ouvidoria do TRE-SP.
 

Direitos da pessoa idosa na Justiça Eleitoral

 

A página “Direitos da Pessoa Idosa” possui quatro abas navegáveis: “Desmistificando o Envelhecimento”, “Conheça Seus Direitos”, “O TRE-SP e a Inclusão” e “Legislação e Normas”. A primeira aba esclarece noções como etarismo, o preconceito contra pessoas baseado na idade e também detalha os desafios sofridos por essa população, ressaltando que o atendimento empático é essencial para garantir a dignidade de todos. O texto ainda destaca o incentivo ao voto para pessoas idosas. Ainda que o direito seja facultativo para pessoas a partir de 70 anos de idade, o TRE-SP trabalha continuamente para garantir a acessibilidade a todos os públicos, buscando assegurar plena representatividade democrática.

Evidenciando o dia da eleição, a aba “Conheça Seus Direitos” traz os principais direitos garantidos às pessoas idosas no dia do pleito. Pessoas acima de 60 anos possuem prioridade na fila de votação, mas para maiores de 80 a prioridade é especial, passando à frente das demais. Pessoas com dificuldade de locomoção, visão ou que precisem de ajuda podem também pedir um acompanhante de confiança para auxiliar na cabine de votação, bastando informar sua situação à mesária ou ao mesário na hora de votar.
 

Além disso, assim como as pessoas com deficiência, as pessoas idosas têm o direito de serem alocadas em seções acessíveis (sem escadas ou com rampas e elevadores). Pessoas com mais de 60 anos também possuem prioridade nas filas de atendimento nos cartórios eleitorais.
 

Na última aba, “Legislação e Normas”, é possível encontrar um compilado de leis e regramentos destinados a proteger os direitos e a dignidade da pessoa idosa. São normas que orientam o trabalho da Justiça Eleitoral e do Judiciário como um todo, como a Resolução nº 520/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a Política Judiciária Nacional sobre Pessoas Idosas e suas interseccionalidades. A norma determinou a criação de comitês nos tribunais para acompanhar a gestão dessa política de proteção e o Selo Tribunal Amigo da Pessoa Idosa, premiação recebida pelo TRE-SP em 2025 para reconhecer as instituições engajadas.

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

SÃO CARLOS/SP - A busca por fontes de energia limpas e sustentáveis ganhou novos aliados em duas pesquisas recentes que, embora tenham investigado materiais e aplicações distintas, compartilham uma mesma inovação tecnológica: o uso da técnica de “magnetron sputtering” para depositar catalisadores com elevado grau de controle estrutural. Os resultados representam avanços significativos para a produção de hidrogênio verde, considerado por especialistas uma das alternativas mais promissoras para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e combater as mudanças climáticas.

Os dois estudos, liderados por pesquisadores do IFSC/USP, demonstram que a mesma técnica pode ser utilizada para construir arquiteturas catalíticas completamente diferentes. Em um dos trabalhos, os pesquisadores desenvolveram fotoânodos de vanadato de bismuto (BiVO₄) modificados com óxido de cobalto (Co₃O₄) para aumentar a eficiência da divisão fotoeletroquímica da água. No outro, átomos isolados (Single Atoms) de cobre e platina foram depositados sobre nitreto de carbono grafítico (g-C₃N₄), criando sítios catalíticos altamente ativos para a produção fotocatalítica de hidrogênio. Em ambos os casos, o objetivo foi o mesmo: aproveitar a energia solar para gerar combustível limpo de maneira mais eficiente.

O hidrogênio produzido a partir da água e da luz solar tem sido apontado como um elemento fundamental na descarbonização da economia mundial. Diferentemente do petróleo, do carvão mineral e do gás natural, sua utilização não gera emissões de dióxido de carbono (CO₂), principal responsável pelo aquecimento global. Quando empregado em células a combustível ou processos industriais, o hidrogênio produz apenas vapor d’água como subproduto, tornando-se uma alternativa ambientalmente muito mais favorável.

No primeiro estudo, o foco foi superar uma das principais limitações da divisão fotoeletroquímica da água: a baixa eficiência dos fotoânodos responsáveis pela reação de evolução de oxigênio. Para isso, os pesquisadores produziram filmes finos de BiVO₄ por “magnetron sputtering” e, posteriormente, modificaram sua superfície com Co₃O₄. A combinação dos dois materiais favoreceu a separação das cargas elétricas geradas pela luz solar e reduziu perdas energéticas decorrentes da recombinação de elétrons e lacunas. Como resultado, houve aumento significativo da fotocorrente e melhoria da eficiência de conversão da energia solar em energia química armazenada no hidrogênio.

Já a segunda pesquisa levou o conceito de engenharia de materiais a um nível ainda mais refinado. Utilizando a mesma tecnologia de “sputtering”, os cientistas conseguiram dispersar átomos individuais de cobre e platina sobre a superfície do g-C₃N₄. Essa estratégia maximiza o aproveitamento dos metais, especialmente da platina, um elemento de alto valor comercial. Cada átomo depositado torna-se um centro ativo para a reação química, aumentando drasticamente a eficiência do processo sem exigir grandes quantidades do material. Os resultados mostraram uma produção de hidrogênio centenas de vezes superior à obtida com o material não modificado.

Os benefícios para a sociedade

Além dos avanços científicos, as pesquisas apresentam benefícios concretos para a sociedade. A ampliação da eficiência dos processos de produção de hidrogênio pode contribuir para reduzir custos futuros dessa tecnologia, tornando-a mais acessível para aplicações em transporte, geração de energia e indústria pesada. Setores como siderurgia, produção de fertilizantes, refino de combustíveis e transporte de cargas estão entre os maiores emissores de gases de efeito estufa e figuram entre os principais candidatos a utilizar hidrogênio verde em larga escala.

Outro aspecto relevante é a segurança energética. Ao possibilitar a produção de combustível a partir da água e da luz solar, tecnologias desse tipo diminuem a dependência de recursos fósseis concentrados em regiões específicas do planeta. Países com elevada incidência solar, como o Brasil, passam a ter condições privilegiadas para produzir hidrogênio de forma competitiva, fortalecendo sua autonomia energética e criando novas oportunidades econômicas.

Do ponto de vista ambiental, os impactos potenciais são igualmente expressivos. A substituição gradual de combustíveis fósseis por hidrogênio verde pode reduzir significativamente as emissões globais de carbono, contribuir para o cumprimento das metas climáticas internacionais e melhorar a qualidade do ar nos centros urbanos. A redução de poluentes atmosféricos está diretamente associada à diminuição de doenças respiratórias e cardiovasculares, gerando benefícios também para a saúde pública.

As duas pesquisas evidenciam ainda uma tendência crescente na ciência contemporânea: a importância da engenharia de materiais em escala nanométrica. O “magnetron sputtering”, tradicionalmente utilizado na fabricação de semicondutores e revestimentos industriais, mostra-se agora uma ferramenta estratégica para a construção de catalisadores avançados, capazes de controlar a matéria desde filmes finos até átomos isolados. Essa versatilidade abre caminho para o desenvolvimento de novas gerações de dispositivos voltados à produção sustentável de energia.

Mais do que desenvolver novos materiais para a produção de hidrogênio verde, esses trabalhos demonstram o potencial de uma tecnologia que pode acelerar a chegada dessas soluções ao mercado. A técnica de deposição por “sputtering”, que é amplamente utilizada pela indústria na fabricação de semicondutores, telas eletrônicas e revestimentos avançados, permite depositar materiais com precisão nanométrica, controlando sua estrutura desde filmes finos até átomos isolados.

Uma transição energética global

Segundo o professor Renato Vitalino Gonçalves, do IFSC/USP e coordenador das pesquisas, um dos grandes desafios da área é desenvolver materiais semicondutores que combinem alta eficiência, estabilidade e viabilidade de produção em larga escala. “Os resultados mostram que é possível utilizar uma mesma tecnologia para criar diferentes arquiteturas catalíticas altamente eficientes para a produção de hidrogênio a partir da energia solar. Isso abre novas perspectivas para o desenvolvimento de dispositivos mais eficientes e duráveis”, destaca.

O pesquisador ressalta ainda que o “magnetron sputtering” apresenta uma vantagem estratégica em relação a muitos métodos utilizados apenas em escala laboratorial. “Trata-se de um processo de deposição física de vapor já consolidado industrialmente, empregado em larga escala em diversos setores tecnológicos. O fato de conseguirmos utilizá-lo para fabricar tanto filmes finos fotoativos quanto catalisadores de átomos isolados, torna essa tecnologia extremamente promissora para a futura produção de materiais avançados voltados à geração sustentável de energia”, acrescenta.

Para Gonçalves, a combinação entre controle preciso da matéria em escala atômica e a possibilidade de escalonamento industrial pode representar um importante passo para transformar descobertas científicas em tecnologias capazes de contribuir efetivamente para a transição energética global. Destacando que os avanços obtidos não são resultado apenas do desenvolvimento de novos materiais, mas também da construção de uma ampla rede de colaboração científica e do apoio contínuo à pesquisa básica e aplicada, o Prof. Renato Vitalino Gonçalves afirma: “Esses resultados são fruto de um trabalho coletivo que envolve alunos de graduação e pós-graduação, pós-doutorandos e colaboradores nacionais e internacionais. A ciência moderna é cada vez mais colaborativa, e avanços como esses somente são possíveis graças à dedicação de toda a equipe e à integração de diferentes competências científicas. Também é importante reconhecer o papel fundamental das agências de fomento e das instituições que apoiam a pesquisa no Brasil. Gostaria de agradecer especialmente à FAPESP, por meio de projetos individuais e, mais recentemente, do CEPID CEMol, ao CNPq e à USP. Esse apoio tem sido essencial para a consolidação das nossas pesquisas, para a aquisição de infraestrutura avançada e para a formação de recursos humanos altamente qualificados, que serão responsáveis por desenvolver as tecnologias energéticas do futuro”, conclui o pesquisador.

Em um cenário global marcado pela urgência da transição energética e pela necessidade de reduzir emissões de carbono, avanços como esses representam passos importantes rumo a uma sociedade mais sustentável, resiliente e ambientalmente responsável.

Acesse o link para conferir a pesquisa - Synergistic Co3O4 Surface Engineering of BiVO4 Photoanodes for Enhanced Photoelectrochemical Water Splitting (ACS Applied Energy Materials)

 

Acesse o link para conferir a pesquisa - Solar Hydrogen Evolution Boosted by Cu and Pt Single-Atom Sites Anchored on gC3N4 via Magnetron Sputtering Deposition (ACS Nanoscience) -

O tratamento do câncer vive uma nova fase impulsionada pela imunoterapia, área que estimula o próprio sistema imunológico a combater os tumores.

 

SÃO CARLOS/SP - Entre as tecnologias mais promissoras estão as terapias com células CAR-T e as chamadas nanovacinas contra o câncer, tema de uma ampla revisão científica publicada por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP).

Segundo o estudo, o câncer continua sendo um dos maiores desafios de saúde pública no mundo. Em 2020, cerca de 18 milhões de pessoas receberam diagnóstico da doença e 10 milhões morreram em decorrência dela. A tendência é de crescimento nas próximas décadas.

CAR-T: células reprogramadas para atacar o tumor

A terapia CAR-T funciona a partir da coleta de células de defesa do próprio paciente, que são modificadas em laboratório para reconhecer e destruir células cancerosas. Depois de multiplicadas, essas células são reinfundidas no organismo.

O método já conta com sete terapias aprovadas pela agência reguladora dos Estados Unidos (FDA), principalmente para leucemias, linfomas e mieloma múltiplo. Em alguns casos, as taxas de remissão ultrapassam 80%.

Os pesquisadores destacam que a grande vantagem do CAR-T é sua capacidade de reconhecer tumores de forma direta e altamente específica. Além disso, a tecnologia vem sendo estudada também para doenças autoimunes e infecciosas.

Apesar dos resultados expressivos, a terapia ainda enfrenta obstáculos importantes. Entre eles estão os efeitos colaterais potencialmente graves, como reações inflamatórias intensas e alterações neurológicas, além do alto custo do tratamento, que pode chegar a centenas de milhares de dólares por paciente.

Outro desafio é a dificuldade de atuação em tumores sólidos, como os de pulmão, mama e cérebro. Esses tumores criam um ambiente que dificulta a entrada e a ação das células CAR-T, além de apresentarem grande diversidade de antígenos, o que facilita o escape do câncer ao tratamento.

Nanovacinas: estimulando uma resposta ampla do sistema imune

As nanovacinas terapêuticas representam outra frente inovadora da imunoterapia. Diferentemente das vacinas tradicionais, usadas para prevenir doenças infecciosas, essas vacinas buscam ensinar o sistema imunológico a reconhecer e combater tumores já existentes.

A tecnologia utiliza nanopartículas para transportar antígenos tumorais e substâncias que ativam células de defesa, especialmente os linfócitos T. Esse sistema melhora a entrega dos componentes da vacina aos linfonodos, locais centrais da resposta imune.

Entre os formatos mais estudados estão as vacinas baseadas em RNA mensageiro (mRNA), semelhantes às utilizadas durante a pandemia de Covid-19. Empresas como BioNTech e Moderna lideram pesquisas nessa área.

O estudo cita resultados animadores em pacientes com melanoma tratados com uma vacina personalizada de mRNA combinada ao medicamento pembrolizumabe. Houve redução significativa do risco de recorrência e de metástase em comparação ao uso isolado do medicamento.

As nanovacinas também têm a vantagem de estimular uma resposta imunológica mais ampla, envolvendo diferentes tipos de células de defesa e favorecendo a formação de memória imunológica de longa duração.

Comparação e possíveis combinações

Os autores da revisão ressaltam que CAR-T e nanovacinas não são tecnologias concorrentes, mas potencialmente complementares.

O CAR-T oferece uma ação rápida e extremamente específica, enquanto as nanovacinas conseguem atingir múltiplos antígenos tumorais e gerar respostas imunes mais diversificadas e duradouras.

A combinação das duas abordagens, juntamente com medicamentos que desbloqueiam o sistema imunológico, aparece como uma das estratégias mais promissoras para o futuro da oncologia.

O futuro da imunoterapia

A revisão aponta que o avanço dessas tecnologias depende de superar desafios como a redução de custos de produção; melhoria da segurança dos tratamentos; aumento da eficácia em tumores sólidos; desenvolvimento de respostas imunes mais duradouras; e aprimoramento da personalização terapêutica.

Para o Doutorando Gabriel de Camargo Zaccariotto, essas tecnologias são abordagens centrais no futuro do tratamento do câncer: “Há alguns anos, as células CAR-T vêm representando um marco na história da terapia contra o câncer, especialmente no tratamento das neoplasias hematológicas. Mais recentemente, essa abordagem também tem avançado no enfrentamento dos desafiadores tumores sólidos, com resultados clínicos extremamente encorajadores em tumores altamente agressivos, como o glioblastoma. Paralelamente, embora ainda não exista nenhum produto aprovado, as nanovacinas vêm apresentando avanços promissores em ensaios clínicos para diferentes tipos de câncer, incluindo melanoma, câncer de pulmão, câncer de pâncreas e câncer colorretal”.

Mesmo com as limitações atuais, os pesquisadores consideram que CAR-T e nanovacinas representam uma mudança de paradigma no tratamento do câncer e podem transformar a prática clínica nos próximos anos, sendo que, sobre este aspecto, o coordenador do Grupo de Nanomedicina e Nanotoxicologia do Instituto de Física de São Carlos (GNano- IFSC/USP) e um dos autores do artigo publicado na revista científica internacional “Biotechnology Advances”, Prof. Dr. Valtencir Zucolotto, comenta que “Tanto CAR-T quanto Nanovacinas representam pilares das novas gerações de imunoterapias conta o câncer. Em ambos os casos, a combinação de Nano e Biotecnologia é crucial para assegurar precisão a nível celular, eficácia e redução de custos”.

Esta pesquisa teve o apoio da FAPESP e do CNPq

Confira no link o original deste estudo - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/06/Review-Nano-CarT-full-zuco.pdf

SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos votou nesta semana, o projeto que viabiliza a utilização de recursos destinados à aquisição de novas viaturas elétricas para a Guarda Municipal. O investimento foi conquistado pelo vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) junto ao deputado federal Kim Kataguiri, que atendeu ao pedido do parlamentar são-carlense e disponibilizou, através de emenda parlamentar, recursos para fortalecer a segurança pública do município.

A iniciativa representa um importante avanço para a estrutura da Guarda Municipal, permitindo a renovação da frota e ampliando a capacidade de atendimento das equipes que atuam diariamente na proteção do patrimônio público e no apoio à segurança da população.

Além de proporcionar mais eficiência operacional, as viaturas elétricas também contribuem para a redução dos custos com combustível e manutenção, além de reforçarem o compromisso do município com práticas sustentáveis e ambientalmente responsáveis.

Segundo Bruno Zancheta, a conquista do recurso demonstra a importância da articulação política em benefício da população e reforça o compromisso com a melhoria dos serviços públicos: “Quero agradecer ao deputado federal Kim Kataguiri por atender nosso pedido e destinar esse importante recurso para São Carlos. A aquisição dessas novas viaturas elétricas representa mais estrutura para a Guarda Municipal, mais segurança para a população e um investimento moderno, sustentável e alinhado com as necessidades da nossa cidade. Seguiremos trabalhando para buscar recursos e melhorias que façam a diferença na vida das pessoas. Quero agradecer a Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana por todo empenho para que isso avançasse”, destacou o vereador.

A expectativa é que, após a aprovação legislativa e os trâmites administrativos necessários, o processo de aquisição das viaturas seja iniciado, fortalecendo ainda mais o trabalho realizado pela Guarda Municipal em todas as regiões de São Carlos.

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