SÃO CARLOS/SP - Um homem foi localizado e detido pela Guarda Municipal após entrar sem autorização no CEMEI Octávio de Moura, no Jardim Cruzeiro do Sul, em São Carlos. A ocorrência aconteceu na noite de sexta-feira (11), pouco antes da meia-noite.
O caso começou após o acionamento do sistema de alarme da escola. A Central de Vídeo Monitoramento acompanhou a movimentação pelas câmeras e informou às equipes que havia uma pessoa dentro da unidade, arrombando uma porta.
Viaturas do patrulhamento da Guarda Municipal, com apoio do Grupamento de Apoio Motorizado (GAM), foram rapidamente até o endereço. O suspeito foi encontrado dentro da escola e, conforme o registro, havia rompido dois cadeados da porta de acesso à lavanderia.
O homem foi levado ao CPJ, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade policial. Foi elaborado um boletim de ocorrência por violação de domicílio e, posteriormente, o suspeito acabou liberado.
SÃO CARLOS/SP - Com a temporada de renovação de matrículas se aproximando, escolas de todo o país já começam a enviar às famílias suas propostas para o próximo ano letivo, o que costuma incluir aumentos nos valores de mensalidades e anuidades. Diante disso, o Procon de São Carlos, órgão ligado à Secretaria Municipal de Justiça, orienta pais e responsáveis a lerem os contratos com atenção e a exigirem informações claras sobre preços e condições antes de confirmar a renovação.
Pela Lei Federal nº 9.870/1999, as instituições de ensino são obrigadas a apresentar aos responsáveis, com pelo menos 45 dias de antecedência do prazo final de matrícula, uma proposta contratual detalhada, incluindo o valor total da anuidade ou semestralidade e o número de vagas disponíveis por turma.
A mesma legislação permite que as escolas reajustem seus preços com base em custos como folha de pagamento, investimentos pedagógicos e manutenção geral da instituição.
“Ainda assim, esses critérios precisam ser explicados de forma transparente e acessível aos consumidores”, disse o diretor do Procon São Carlos, Tiago Nonato de Souza. “Não existe, porém, um teto legal para o percentual de reajuste. Por isso, o Procon recomenda que as famílias não aceitem o aumento sem questionar: vale pedir uma justificativa detalhada do valor e negociar diretamente com a escola, já que o diálogo costuma ser o principal instrumento disponível ao consumidor nesse tipo de situação”, complementou.
O órgão de defesa do consumidor sugere que, antes de efetivar a rematrícula, as famílias façam um checklist básico: conferir se o novo valor cabe no orçamento doméstico; avaliar as formas de pagamento disponíveis; comparar a proposta com a de outras escolas da região; observar a qualidade da proposta pedagógica e os serviços inclusos e checar as regras para eventual cancelamento ou transferência.
É comum que escolas cobrem uma taxa para reservar a vaga do aluno. Essa cobrança é permitida, mas o Procon alerta que esse valor deve ser abatido do total da anuidade, ou seja, não pode representar um custo adicional somado ao valor já contratado.
Antes de assinar qualquer documento, a recomendação é ler o contrato por completo, prestando atenção a detalhes como datas de vencimento, multas por atraso, juros e as regras específicas para desistência, transferência ou trancamento da matrícula.
A lei prevê que o valor total do curso (anual ou semestral) pode ser dividido em até doze parcelas mensais, no caso de cursos anuais, ou seis, no caso de cursos semestrais. As escolas também podem oferecer planos de pagamento alternativos, com mais ou menos parcelas, desde que isso não altere o valor total cobrado.
Um ponto que gera dúvidas frequentes é o que a escola pode ou não fazer em caso de atraso no pagamento. A legislação não obriga a instituição a renovar a matrícula de um aluno inadimplente, mas proíbe qualquer tipo de punição pedagógica durante o período letivo em curso. Isso significa que a escola não pode impedir a frequência às aulas, barrar a participação em provas e atividades, reter documentos escolares nem expor publicamente a situação financeira da família.
O Procon também destaca que famílias que já renegociaram uma dívida e estão cumprindo o acordo não podem ser tratadas como inadimplentes para fins de punição ou cobrança extra. As regras de devolução de valores mudam conforme o momento da desistência. Se a família desistir antes do início do ano letivo, tem direito à devolução integral do que já foi pago, já que o serviço educacional ainda não foi prestado.
Se o cancelamento acontecer depois de as aulas terem começado, a escola pode reter uma parte do valor para cobrir despesas administrativas, mas apenas se essa possibilidade estiver prevista no contrato e os custos forem devidamente comprovados.
Em qualquer caso, a orientação do Procon é formalizar o pedido de cancelamento por escrito, garantindo um comprovante da solicitação para eventuais contestações futuras. Outras dúvidas podem ser esclarecidas no Procon São Carlos, que fica na rua Rui Barbosa, 1190, no centro. O telefone e WhatsApp é: (16) 3419-4510.
IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal de Obras, está promovendo ações de implantação e adequação da acessibilidade nas escolas municipais, garantindo espaços mais seguros, inclusivos e acolhedores para toda a comunidade escolar.
Entre as melhorias realizadas estão a construção de rampas de acesso, instalação de corrimãos, adequação de banheiros acessíveis, melhorias na circulação interna, eliminação de barreiras arquitetônicas e adaptações nas entradas e áreas comuns das unidades escolares.
As intervenções têm como objetivo proporcionar mais autonomia, segurança e dignidade aos alunos, profissionais da educação e demais usuários dos espaços públicos.
“Estamos trabalhando para que nossas escolas sejam cada vez mais acessíveis, seguras e acolhedoras, garantindo que todos tenham os mesmos direitos e oportunidades”, destacou o prefeito Ronaldo Venturi.
Com a adequação das estruturas, a Prefeitura reforça o compromisso com uma educação cada vez mais inclusiva e com a garantia de que todos possam ter acesso às escolas municipais com conforto, segurança e igualdade.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Justiça, abriu um pregão eletrônico para escolher a empresa que vai cuidar da limpeza e da segurança de portaria das escolas municipais pelo próximo ano, podendo o contrato se estender por até 10 anos. O valor máximo previsto pelo contrato é de R$ 36.075.761,20.
A disputa entre as empresas interessadas está marcada para o dia 14 de setembro, às 9h30, e vai acontecer pela internet, por meio do sistema do Banco do Brasil.
Quem vencer vai ficar responsável por um pacote bem completo de serviços dentro das escolas: limpeza e desinfecção de salas e banheiros, cuidado com jardins e áreas verdes, controle de pragas urbanas como baratas, cupins e pombos, além do controle de quem entra e sai pelas portarias, profissional conhecido como controlador de acesso. Em algumas unidades que têm piscina, a empresa também vai cuidar da limpeza e do tratamento da água.
O edital prevê a limpeza das escolas: cerca de R$ 1,35 milhão por mês, com 133 pessoas trabalhando na função e mais três supervisores; controle de acesso (portarias): cerca de R$ 534 mil por mês, somando os postos diurnos e noturnos; controle de pragas urbanas: cerca de R$ 485 mil por mês, cobrindo 226 prédios; manutenção de áreas verdes: cerca de R$ 585 mil por mês, envolvendo 146 prédios e limpeza de piscinas: cerca de R$ 47,5 mil por mês, em 12 piscinas.
Para poder participar da disputa, as empresas precisam comprovar que já prestaram serviços parecidos antes, em tamanho compatível com o que a Prefeitura está pedindo. Também é exigido que a empresa esteja em boa situação financeira.
Cooperativas de trabalho não podem participar dessa licitação. A restrição existe porque a Justiça do Trabalho firmou um acordo com o município proibindo esse tipo de contratação para serviços que envolvem mão de obra terceirizada, como é o caso.
Depois de definida a vencedora, o contrato deve durar inicialmente um ano, podendo ser renovado até completar cinco anos, prorrogável por mais 5 conforme prevê a lei de licitações. O edital completo está disponível no site da Prefeitura e também na plataforma de licitações do Banco do Brasil.
Segundo o secretário de Educação, Roselei Françoso, o objetivo é “garantir que os alunos e profissionais da rede municipal tenham ambientes seguros e bem cuidados. Essa licitação é fundamental para assegurar a manutenção adequada das escolas e oferecer condições de estudo, trabalho de qualidade e segurança aos pais, alunos e professores, demanda recorrente e legítima da comunidade”.
“Estamos estruturando uma contratação ampla para garantir que nossas escolas permaneçam conservadas e seguras. Nosso compromisso é oferecer escolas cada vez melhores, com ambientes adequados para ensinar e aprender, mas também com segurança e qualidade. Estamos fazendo isso com planejamento, responsabilidade e respeito ao dinheiro público, buscando eficiência e bons resultados. Cuidar das nossas escolas é cuidar das nossas crianças e investir no futuro de São Carlos”, finaliza o prefeito Netto Donato.
SÃO CARLOS/SP - As escolas municipais de São Carlos registraram avanço acima da média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Enquanto o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Ideb nacional atingiu os maiores índices da série histórica, 6,3 nos anos iniciais, 5,3 nos anos finais e 4,5 no ensino médio, as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) da cidade apresentaram resultados ainda mais expressivos.
A média geral do Ideb municipal passou de 6,18, em 2023, para 6,59, em 2025, superando o ritmo de crescimento observado em nível nacional.
Entre as unidades com melhor desempenho, a EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani e a EMEB Dalila Galli alcançaram índices acima de 7, com crescimento de 0,74 ponto cada. A EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino também teve avanço expressivo, de 0,55 ponto. A maioria das escolas manteve trajetória positiva — a exceção foi a EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo, que registrou queda de 0,24 ponto.
Segundo a chefe de Seção de Desenvolvimento Pedagógico, Curricular e Avaliação Escolar da Secretaria Municipal de Educação, Keity Lúcia de Godoy, o índice referente aos anos iniciais — correspondente aos alunos do 5º ano avaliados — passou de 6,2, em 2023, para 6,5, em 2025, superando tanto a média histórica do município quanto a meta nacional. “Nós ficamos muito felizes porque tivemos grandes avanços. A média esperada, a meta nacional, era de 6 pontos. O Brasil alcançou 6,3 pontos, enquanto nós alcançamos 6,5, ficando acima dessa média”, afirmou.
De acordo com Keity, o resultado é fruto de um trabalho conjunto entre professores, coordenadores e diretores, dentro da adesão ao Programa Alfabetiza Juntos, do Governo do Estado de São Paulo, vinculado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. “Dentro desse programa, existem várias iniciativas, como a formação de professores e a realização de simulados e avaliações, que nos ajudam a fazer um mapeamento de toda a situação das turmas da rede de ensino, permitindo que possamos realizar intervenções pedagógicas com base nesse diagnóstico”, explicou.
A partir desse mapeamento, a Secretaria identifica as defasagens de aprendizagem em cada turma e direciona ações específicas de recomposição, além de reuniões com coordenadores pedagógicos para definir estratégias de avanço nas habilidades ainda deficitárias. “O que nos resta é parabenizar o trabalho de toda a equipe da nossa rede: professores, coordenadores e diretores que se empenharam. Esse resultado é o reflexo de todo o trabalho e dedicação realizados ao longo do ano de 2025”, destacou.
Em nível nacional, o número de municípios com Ideb abaixo de 4,9 caiu de 1.097, em 2023, para 442, em 2025. Nesse cenário, São Carlos aparece à frente da curva, com diversas escolas já superando a marca de 7 pontos — patamar considerado de excelência pelo indicador.
Os dados também refletem consistência no fluxo escolar: a taxa se manteve próxima de 1 na quase totalidade das unidades, o que indica baixos índices de evasão.
Segundo o secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, os resultados reforçam a importância de manter a Educação como prioridade da gestão municipal. “Esse avanço é reflexo da valorização que temos dado à Educação em São Carlos. É um trabalho que envolve todos os agentes da Secretaria — professores, coordenadores, diretores e equipe técnica — em torno de um mesmo objetivo: garantir que nossos alunos aprendam cada vez mais. Vamos continuar concentrando esforços para que esses índices sigam avançando”, afirmou.
Confira os resultados por escola (números de 2023 e 2025)
EMEB Profª Maria Ermantina Carvalho Tarpani: 6,3 → 7,04 (+0,74)
EMEB Dalila Galli: 6,5 → 7,24 (+0,74)
EMEB Doutor Alcyir Afonso Leopoldino: 6,7 → 7,25 (+0,55)
EMEB Angelina Dagnone de Melo: 6,8 → 7,21 (+0,41)
EMEB Antonio Stella Moruzzi : 6,6 → 7,05 (+0,45)
EMEB Afonso Fioca Vitali (Caic): 5,6 → 6,1 (+0,5)
EMEB Prof. Ulysses Ferreira Picolo: 5,5 → 5,26 (-0,24)
SÃO PAULO/SP - O debate sobre os impactos das tecnologias digitais na saúde mental dos estudantes já faz parte da agenda de oito em cada dez escolas brasileiras. A proporção de instituições de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, que discutiram o tema em 2025, cresceu 18 pontos percentuais na comparação com 2024, passando de 62% para 80%.

Os resultados constam na pesquisa TIC Educação 2025, lançada nesta terça-feira (4) e realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
A coleta de dados foi feita por telefone em escolas públicas e particulares, de áreas urbanas e rurais, totalizando 2.404 entrevistas com gestores.
Segundo o Cetic.br, a pesquisa mostra que os debates sobre questões relacionadas aos efeitos das tecnologias digitais no desenvolvimento dos alunos e à adoção crítica desses recursos estão mais presentes nas escolas do país.
Em 2025, 75% dos gestores se reuniram com pais, mães e responsáveis para tratar do uso de tecnologias digitais no ambiente escolar, ante 60% no ano anterior. E 86% conversaram com professores e outros profissionais da instituição sobre o mesmo assunto, em 2024 a proporção era 68%.
Outros temas que passaram a ocupar mais espaço nas pautas das reuniões são o uso seguro, crítico e responsável das tecnologias digitais - de 56% em 2024 para 75% em 2025 - e a inclusão da educação midiática no currículo escolar, de 46% para 67%.
Segundo o levantamento, 65% das instituições de ensino desenvolvem alguma ação voltada aos estudantes nessa área. No entanto, a presença dessas ações é desigual, ocorrendo com maior prevalência nas escolas urbanas (72%) e entre aquelas que disponibilizam computadores e acesso à internet para uso dos alunos em atividades educacionais (75%).
Entre as que realizam essas iniciativas, 75% dos gestores apontam a baixa participação das famílias e dos responsáveis como um dos principais obstáculos, seguida pela falta de materiais e recursos educacionais de apoio (64%).
Entre as que não realizam atividades desse tipo, a principal dificuldade é a falta de materiais e recursos de apoio (77%), seguida pela baixa participação das famílias (66%) e pela qualidade dos computadores e do acesso à Internet da escola (65%).
"Os dados mostram a necessidade de um olhar atento às desigualdades estruturais, que podem se configurar em desafios à garantia de maior equidade na oferta da educação digital, conforme prevê normativas importantes, como o Plano Nacional de Educação", avalia Daniela Costa, coordenadora da pesquisa TIC Educação.
Ela acrescenta que "a integração entre escolas e famílias é outro aspecto essencial para a disseminação da educação digital”.
“Para que possam apoiar as famílias de maneira eficaz, as escolas precisam de suporte adequado e políticas públicas estruturadas", defende.
Em 49% das escolas, os responsáveis buscaram a direção ou profissionais pedagógicos para obter orientações sobre como mediar o consumo digital de crianças e adolescentes. Do outro lado, 48% das escolas ofereceram palestras com especialistas em bem-estar e saúde mental para as famílias, e 46% distribuíram guias e materiais de orientação sobre hábitos saudáveis de uso de recursos digitais.
“Construir uma educação digital plena e segura é um desafio estratégico para o país e que precisa ser compartilhado entre os diferentes atores sociais. A escola tem um papel importante e crescente, mas também as famílias e o Estado. Precisamos aprimorar políticas públicas e estabelecer regras para a atuação de plataformas digitais”, analisa Renata Mielli, coordenadora do CGI.br.
Ela ressalta que regulação e políticas públicas são elementos cruciais para a proteção de crianças e jovens, como aponta o ECA Digital.
"As famílias e os educadores precisam de apoio para compreender a complexidade de temas imateriais, como o funcionamento de algoritmos e sistemas de Inteligência Artificial, para que possamos, coletivamente, proteger crianças e adolescentes contra os riscos e abusos no ambiente virtual", disse.
Segundo o estudo, 51% dos gestores afirmam que os alunos não podem levar o telefone celular pessoal para o ambiente escolar. O resultado variou conforme o perfil da instituição, sendo mais restritiva naquelas com turmas até os anos iniciais (69%) do que nas com ensino médio (31%).
Em 40% das escolas, os alunos estão autorizados a levar o celular pessoal, mas as regras de armazenamento variam entre as instituições. Em 24%, os dispositivos devem ser guardados em bolsos ou acessórios de uso individual, como mochila ou estojo e, em 16%, em locais disponibilizados pelas escolas, como caixas, armários ou outros espaços.
Ao considerar a parcela de escolas que consentem que os alunos levem o celular, 66% permitem o uso do celular pessoal em atividades pedagógicas, proporção que aumenta em contextos que enfrentam maiores barreiras de conectividade e de acesso a computadores. O uso pedagógico do dispositivo sobe para 76% na Região Norte, 76% na Região Nordeste e 75% em áreas rurais.
É a primeira TIC Educação que mapeou o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa por gestores escolares. A pesquisa indicou que 53% deles já utilizam esses sistemas em atividades de gestão pedagógica, administrativa ou financeira.
No entanto, apenas 22% dos gestores informaram que a escola possuía um guia de orientações sobre o uso de tais recursos no ensino, na aprendizagem ou na gestão (19% entre as escolas municipais, 25% entre as estaduais e 25% entre as particulares).
Entre as principais finalidades do uso de IA pelos gestores estão a criação de conteúdos visuais ou de comunicação (83%), elaboração de convites e comunicados (80%) e tradução, revisão ou resumo de textos (71%).
Em 37% das escolas, o uso de IA pelos estudantes em tarefas educacionais é permitida. A proporção chega a 47% na rede estadual e a 52% naquelas com turmas até o ensino médio.
AGÊNCIA BRASIL
Iniciativa fortalece a rede de proteção à infância e promove ações educativas para prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal Especial de Infância e Juventude, iniciou nesta terça-feira (28/7), em parceria com a Diretoria Regional de Ensino, as oficinas do Programa Faça Bonito nas escolas estaduais do município. A iniciativa integra as ações de prevenção, conscientização e fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes.
O lançamento das atividades foi realizado na Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe e contou com a presença do secretário municipal de Infância e Juventude, professor Emerson Leandro de Morais, da dirigente regional de Ensino, professora Débora Gonzalez Costa Blanco, além da equipe responsável pelo programa.
Desenvolvido de forma articulada com a rede de proteção, o Programa Faça Bonito promove ações educativas voltadas à garantia dos direitos da infância e da adolescência, com foco na prevenção e no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Durante a abertura das oficinas, o secretário Emerson Leandro de Morais destacou a importância da parceria com a instituição Nosso Lar e ressaltou o caráter pedagógico das atividades, que estão alinhadas às políticas públicas de proteção da infância.
"Nosso compromisso é garantir que crianças e adolescentes, tanto das redes municipal quanto estadual de ensino, tenham seus direitos plenamente assegurados. A prevenção e a informação são ferramentas essenciais para fortalecer essa proteção", afirmou o secretário.
A dirigente regional de Ensino, Débora Gonzalez Costa Blanco, ressaltou que a integração entre Estado e Município amplia o alcance das políticas públicas voltadas à infância e fortalece o trabalho desenvolvido nas unidades escolares.
A direção da Escola Estadual Antonio Adolfo Lobbe também destacou a importância da iniciativa e agradeceu a escolha da unidade para o início das oficinas, reafirmando o compromisso da comunidade escolar com a promoção de um ambiente seguro, acolhedor e voltado ao desenvolvimento integral dos estudantes.
As oficinas do Programa Faça Bonito serão realizadas em outras escolas estaduais de São Carlos, ampliando as ações de conscientização e fortalecendo a rede de proteção às crianças e aos adolescentes no município.
SÃO CARLOS/SP - Com o início do segundo semestre letivo, muitas famílias se preparam para adquirir materiais escolares, mochilas e estojos. Para evitar gastos excessivos e garantir segurança nas compras, o Procon São Carlos orienta os consumidores a planejarem suas aquisições e compararem preços antes de fechar negócio.
O órgão recomenda que o primeiro passo seja avaliar os itens já utilizados no semestre anterior. Cadernos, pastas, lápis e canetas em bom estado podem ser reaproveitados, ajudando na economia doméstica e reduzindo o consumo desnecessário.
Outro ponto essencial é a pesquisa de preços em diferentes estabelecimentos, físicos e virtuais, já que a variação pode ser significativa. O consumidor deve sempre exigir e guardar a nota fiscal, documento indispensável para trocas, garantias ou eventuais reclamações.
Nas compras online, a atenção deve ser redobrada: é importante verificar a reputação do fornecedor, conferir informações sobre o produto, prazos de entrega e políticas de devolução. O Procon São Carlos alerta que as compras devem ser feitas apenas em sites confiáveis, que disponibilizem dados de identificação como CNPJ e endereço.
Planejamento e reaproveitamento são aliados do consumidor. Essas atitudes simples contribuem para reduzir despesas e tornam a compra mais consciente neste período de retomada das aulas.
Em caso de dúvidas ou problemas nas relações de consumo, o Procon São Carlos está disponível para orientar e defender os direitos dos consumidores. A unidade fica na rua Rui Barbosa, 1.190, e o WhastApp é o (16) 3419 4510.
SÃO CARLOS/SP - O distrito de Santa Eudóxia está prestes a ganhar um importante reforço na área da educação infantil com a construção do Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Dionísio da Silva. A obra representa um investimento de mais de R$ 3,1 milhões. A construtora responsável pela obra é a HS Lopes e a previsão é que a obra seja concluída em dezembro.
O projeto segue o padrão das escolas de Ensino Infantil Tipo 2 e foi cuidadosamente planejado para atender crianças de 0 a 3 anos. A estrutura é composta por dois blocos distintos, interligados por circulação coberta e integrados a um pátio central. O Bloco A concentra os ambientes destinados aos bebês de até 11 meses, incluindo salas de atividades, solário, lactário, fraldários e setores de apoio como lavanderia, rouparia e cozinha equipada. Já o Bloco B foi projetado para crianças de 1 a 3 anos, com salas de atividades específicas para cada faixa etária, sanitários adaptados, solários e sala multiuso.
Além dos blocos, o CEMEI contará com um pátio coberto que funciona como refeitório e espaço de integração, promovendo convivência entre diferentes faixas etárias. Na área externa, há playground, jardins e estacionamento, compondo um ambiente seguro e acolhedor.
“Hoje, o CEMEI Dionísio da Silva atende 90 crianças, mas existe a possibilidade, com a ampliação, de atender a 150 crianças”, disse o secretário de Educação, Roselei Françoso.
O prédio atual do CEMEI, inaugurado em 1986, será desativado e passará a abrigar um centro de fisioterapia voltado ao atendimento da população idosa de Santa Eudóxia, ampliando a oferta de serviços públicos na região.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Educação, iniciou nesta segunda-feira (06/07), a entrega dos 16 mil kits do programa “Merenda o Ano Todo”, que prevê a distribuição de cestas básicas para os alunos da rede municipal de ensino durante o recesso escolar de julho. As férias na rede municipal de ensino ocorrem de 13 a 21 de julho.
O vice-prefeito e secretário de Educação, Roselei Françoso, acompanhou a entrega dos kits/cestas por parte da empresa Jade AZ Comercial de Alimentos, responsável pelo fornecimento das cestas. Ela foi a vencedora do pregão eletrônico promovido pelo Consórcio Intermunicipal da Região Central do Estado de São Paulo.
“Queremos garantir que todos os estudantes tenham acesso a uma boa alimentação, com alimentos nutritivos e de qualidade durante esses 9 dias de férias escolares”, afirmou o vice-prefeito.
Cada cesta contém alimentos essenciais para o consumo familiar, como arroz, feijão, óleo de soja, macarrão, molho de tomate, leite integral, bolachas, entre outros itens. Com a entrega diretamente nas escolas uma semana antes do início das férias, as diretoras terão tempo hábil para fazer a entrega aos pais ou responsáveis.
O prefeito Netto Donato destacou que a distribuição das cestas reforça o compromisso da administração municipal com a segurança alimentar e o desenvolvimento dos estudantes.
“Com a entrega das cestas, asseguramos que muitas famílias tenham condições de manter a alimentação dos estudantes durante as férias. A escola vai além do ensino: é um importante ponto de apoio para a comunidade e fortalece a integração das políticas públicas de educação e assistência social".
Nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) Prof. Nilson Aparecido Gonçalves e Carminda Nogueira de Castro Ferreira e nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) Arthur Natalino Deriggi, Afonso Fioca Vitali (CAIC) e Dalila Galli os kits merenda começam ser entregues as famílias nessa terça-feira, dia 7 de julho, durante a entrada e saída dos alunos. As demais unidades escolares farão a entrega até quarta-feira, dia 8.
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