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EUA - O Instagram ampliou testes do app para a TV e passou a explorar formatos mais comuns do YouTube, como vídeos horizontais, séries e transmissões ao vivo.

A Meta vai disponibilizar o Instagram para TV primeiro em aparelhos da Samsung nos EUA. O app passa a funcionar em Samsung Smart TVs no país a partir desta segunda-feira (22), em modelos de 2020 em diante.

O aplicativo também já está em outros sistemas de TVs conectadas no mercado americano. Segundo a empresa, a versão para TV já roda em Amazon Fire TV e Google TV, o que amplia o alcance do Instagram na sala de estar.

A Meta diz que a experiência na TV costuma ser coletiva e quer incentivar o consumo em grupo. A empresa afirma que está testando recursos para facilitar descobrir vídeos juntos, retomar o que a pessoa estava assistindo no celular e compartilhar a experiência com quem está na mesma sala.

Entre os testes, a Meta cita canais organizados por interesses para ajudar a escolher o que ver. A ideia é agrupar conteúdos por temas como comédia, esportes e criadores, para reduzir a "disputa pelo controle" e acelerar a escolha do vídeo.

Empresa também testa levar mais formatos do Instagram para a tela grande, como Stories. A proposta é permitir que usuários vejam publicações de amigos e criadores sem precisar se reunir em torno do celular.

FORMATOS QUE APROXIMAM O INSTAGRAM DO YOUTUBE

A Meta afirma que está testando uma área dedicada para vídeos horizontais no app de TV. A empresa diz que quer facilitar o consumo de conteúdos pensados para a tela grande e dar mais opções para criadores alcançarem público nesse formato.

O plano inclui explorar vídeos mais longos, com conteúdo de criadores em maior duração. Segundo a Meta, a intenção é permitir histórias mais profundas e conexões mais fortes com a audiência quando o consumo acontece na TV.

Empresa também fala em séries episódicas e transmissões ao vivo na TV. A Meta diz que estuda formatos em capítulos, distribuídos em vários episódios, e a possibilidade de levar lives para a tela grande para aumentar a participação em tempo real. O formato é semelhante ao do YouTube.

A Meta afirma que está trabalhando com criadores para definir o que funciona melhor na TV. A empresa diz que ainda está no começo de entender como deve ser o vídeo social na sala de estar e que pretende lançar novos formatos aos poucos.

 

 

 por Folhapress

JAPÃO - A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.

Em uma coletiva de imprensa, Katayama afirmou que "os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações" sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação econômico Nikkei.

A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: "Os riscos podem estar aumentando, devemos acelerar o trabalho", afirmou.

Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.

A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na última sexta-feira, a uma diretiva de controle de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.

Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.

Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia "alterações" no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Há algum tempo a presença de câmaras nos óculos inteligentes Meta Ray-Ban é olhada com desconfiança pelos usuários, que receiam que a gigante tecnológica liderada por Mark Zuckerberg possa lançar sistemas de reconhecimento facial que coloquem em causa a privacidade de pessoas que se cruzem com os detentores deste gadget.

Agora a revista Wired destaca que o aplicativo dos óculos Meta Ray-Ban está equipado com um sistema de reconhecimento facial e que é capaz de identificar pessoas a partir das imagens e vídeos captados com os óculos.

A publicação diz ter investigado o aplicativo e encontrou na Inteligência Artificial da empresa - a Meta AI - uma funcionalidade ainda por lançar com o nome “NameTag”. A funcionalidade é não só capaz de reconhecer faces em fotografias e vídeos captados com os Meta Ray-Ban, como também de avisar os usuários quando estiver presente uma cara conhecida.

Desde o começo de 2026 que circulam rumores sobre o desejo da Meta de integrar tecnologia de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes, com a perspectiva a até já ter merecido oposição sob forma de uma carta aberta - assinada por mais de 70 organizações diferentes.

Nesta carta aberta foi pedido que a empresa “interrompa imediatamente e repudie publicamente” a integração de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes. Mais ainda, na carta assinada por estas organizações é referido que não é possível confiar na Meta para incorporar em segurança esta tecnologia nestes gadgets.

“As pessoas devem poder deslocar-se na sua vida cotidiana sem medo que ‘stalkers’, golpistas, abusadores, agentes federais e ativistas de todo o espectro político estejam, de forma silenciosa e invisível, verificando as suas identidades e potencialmente a cruzarem os seus nomes com uma grande variedade de dados disponíveis sobre ela, como relacionamentos, saúde e comportamentos”, pode ler-se nesta carta.

Quanto ao “NameTag” avistado pela revista Wired, a funcionalidade ainda não está operacional e, em relação à investigação, a Meta afirmou que, a ser anunciada, esta capacidade seria apresentada com “transparência total”.

“Nada foi lançado para os consumidores e não foi tomada qualquer decisão final sobre o que faremos, se é que faremos alguma coisa”, pode ler-se no comunicado da Meta. “Se decidirmos lançar alguma coisa, adotaremos uma abordagem ponderada e faremos com transparência total. Uma decisão sobre a qual podemos ser claros - não estamos criando uma base de dados central de reconhecimento facial”.

 

 

 por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 3ª Região (Crefito-3), realizou na última sexta-feira (29/05) uma capacitação em políticas públicas com o tema “Gestão de Filas de Espera e Ferramentas Tecnológicas do Cuidado”. O encontro aconteceu no Paço Municipal e reuniu profissionais da saúde, gestores públicos, representantes de instituições de ensino e municípios da região.

A capacitação teve como objetivo promover a qualificação dos profissionais e gestores, apresentando estratégias voltadas à otimização do atendimento à população por meio do uso de ferramentas tecnológicas e do aprimoramento dos processos de organização das filas de espera no sistema público de saúde.

Representando o Crefito-3 participaram o presidente da entidade, Dr. Jeferson Gonçalves Azevedo, além das delegadas Dra. Thaís Hiraishi Couto Silva, Dra. Camila Baione e Dra. Carol Martinez, delegada e coordenadora da subsede de Ribeirão Preto.

A atividade também contou com a presença de representantes dos municípios de Araraquara e Santa Lúcia, além de representantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Durante o evento foram debatidas práticas voltadas à modernização da gestão pública, com a apresentação de experiências e metodologias que contribuem para tornar os serviços de saúde mais eficientes, humanizados, acessíveis e resolutivos.

Para a diretora de Gestão do Cuidado Ambulatorial, Lindiamara Soares, a capacitação reforça a importância da inovação e da qualificação permanente dos profissionais da área.

“Essa capacitação foi uma oportunidade importante para discutirmos soluções inovadoras para um dos grandes desafios da gestão pública em saúde, que é a organização das filas de espera e a ampliação do acesso da população aos serviços. A parceria com o Crefito-3 trouxe experiências e conhecimentos que podem contribuir diretamente para o aperfeiçoamento dos nossos processos”, destacou.

EUA - As mudanças anunciadas recentemente pelo Google para o seu mecanismo de busca não agradaram parte dos usuários, que passaram a procurar alternativas à plataforma da gigante de tecnologia. Entre elas, o DuckDuckGo voltou a ganhar destaque por priorizar a privacidade dos usuários.

Segundo o site Engadget, o aumento nos downloads do aplicativo começou logo após o Google I/O 2026, evento realizado entre os dias 19 e 20 de maio, quando a empresa apresentou novas funções de inteligência artificial que devem transformar a experiência de busca na plataforma.

As mudanças incluem recursos que alteram tanto a aparência do buscador quanto a forma como os resultados são exibidos, com maior integração de respostas geradas por IA.

Após o anúncio, o DuckDuckGo registrou crescimento expressivo no número de instalações nos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o aplicativo teve aumento médio de 18,1% nos downloads durante seis dias consecutivos. O pico ocorreu em 25 de maio, quando as instalações cresceram 30,5%. A maior parte dos novos usuários utiliza dispositivos com sistema iOS.

O interesse crescente pelo buscador também foi impulsionado pelas declarações do fundador e CEO da empresa, Gabriel Weinberg, que criticou o Google por implementar recursos de inteligência artificial sem oferecer aos usuários a possibilidade de desativá-los.

“O Google está impondo inteligência artificial sem permitir que as pessoas escolham não usar”, afirmou Weinberg. “Com isso, os resultados estão piorando, e não melhorando. Queremos ser a plataforma que coloca os usuários no controle e permite decidir quanta inteligência artificial desejam utilizar. É por isso que estamos vendo tantas pessoas migrando para o DuckDuckGo nesta semana”, disse.

 

 

 por Notícias ao Minuto

Sete cientistas fazem parte das unidades da Embrapa em São Carlos –Instrumentação e Pecuária Sudeste

 

SÃO CARLOS/SP - O número de pesquisadores da Embrapa presentes no ranking internacional da Research.com cresceu 25% em relação a 2025, passando de 24 para 31 cientistas reconhecidos entre os mais citados do mundo em oito áreas de atuação (confira os nomes em quadro abaixo). O estudo avaliou 26 disciplinas científicas de mais de 70 países. Dos 31 cientistas, sete são das unidades de São Carlos – Embrapa Instrumentação e Embrapa Pecuária Sudeste.

Na área de Ciência de Materiais, há dois pesquisadores da Embrapa Instrumentação - Luiz Henrique Capparelli Mattoso e Caue Ribeiro, que também é destaque em Química. Já na área de Engenharia e Tecnologia está Daniel Souza Corrêa.

Os quatro pesquisadores da Embrapa Pecuária Sudeste são Ana Carolina Chagas, Luciana Regitano, e Maurício Alencar, na área de Ciências Animais e Veterinária; e, José Ricardo Pezzopane, em Ciência de Plantas e Agronomia.

Para classificar os cientistas, foi utilizado o indicador denominado Discipline H-index (D-index), que considera o número de artigos e a quantidade de citações para cada área avaliada. Para fazer a seleção, foram combinados dados bibliométricos de várias fontes, incluindo OpenAlex e CrossRef. As informações foram coletadas em novembro de 2025 e abrangeram somente pesquisadores ativos, com publicações nos últimos cinco anos.

O ranking avaliou 175.448 pesquisadores em nível global, selecionados a partir de fontes de dados bibliométricos. Os requisitos consideram também prêmios, bolsas e reconhecimentos acadêmicos outorgados pelas principais instituições de pesquisa e agências governamentais.

Segundo a plataforma Research.com, o objetivo do estudo é apontar os principais especialistas em áreas específicas de conhecimento de diferentes países e, assim, inspirar jovens acadêmicos em todo o mundo, enfatizando temas de impacto para a ciência atual e tendências para o futuro.

A participação da Embrapa

A Embrapa ainda participa do ranking na área de Ciência de Plantas e Agronomia, Mariangela Hungria, Robert Boddey, Segundo UrquiagaBruno José Rodrigues AlvesJosé Ivo BaldaniVeronica Massena ReisMaria Fatima Grossi de SáMarcos Deon Vilela de ResendeSergio Miana de Faria, Miguel Borges, Rosana Pereira VianelloValeria Pacheco Batista EuclidesEder Jorge de Oliveira, Jose Renato Boucas Farias. Mariangela Hungria é citada também na área de Microbiologia e Valéria Euclides, na de Ciências Animais e Veterinária.

Na área de Ciências Animais e Veterinárias também estão os cientistas Marcos Tavares Dias,  Samuel PaivaMarcos Vinícius SilvaValeria Pacheco Batista Euclides e Gherman Araújo.

A área de Ecologia e Evolução no Brasil tem três pesquisadores relacionados: George BrownMarcelo Simon e Aldicir Scariot.

A área de Ciências Ambientais faz menção a dois pesquisadores: Joice Ferreira e Mateus Batistella.

EUA - WhatsApp anunciou o lançamento da função “Conversa Anônima”, novo recurso que permitirá aos usuários manter conversas privadas com a inteligência artificial da Meta, a Meta AI, sem que nem mesmo a empresa tenha acesso ao conteúdo das mensagens.

Em publicação no blog oficial, o WhatsApp informou que a novidade utiliza uma tecnologia chamada “Processamento Privado”, criada para garantir maior proteção às interações dos usuários com a IA.

“Outros aplicativos introduziram modos de navegação anônima, mas ainda conseguem ver as perguntas que recebem e as respostas que enviam. A Conversa Anônima com a Meta AI é realmente privada. Ninguém pode ler sua conversa, nem mesmo nós”, afirmou a empresa.

Segundo o WhatsApp, ao iniciar uma Conversa Anônima, o usuário cria uma conversa temporária visível apenas para ele.

“As mensagens são processadas em um ambiente seguro ao qual nem mesmo a Meta tem acesso”, explicou a plataforma.

O aplicativo também informou que as conversas não serão armazenadas e que, por padrão, as mensagens desaparecerão automaticamente.

“Isso dá espaço para pensar e explorar ideias sem que ninguém esteja observando”, acrescentou a empresa.

O WhatsApp revelou ainda que pretende expandir os recursos de IA nos próximos meses com uma função chamada “Conversa Paralela”, que também será protegida pelo sistema de Processamento Privado.

Na prática, o recurso permitirá ao usuário receber ajuda privada sobre qualquer conversa em andamento, utilizando o contexto do chat principal sem interferir diretamente nele.

Segundo a empresa, a nova ferramenta deverá funcionar de forma temporária, sem armazenamento das mensagens ou compartilhamento de dados.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - Um estudo recente desenvolvido por pesquisadores da Argentina e do Reino Unido, em parceria com os cientistas do IFSC/USP - Caio Cesar de Mello Capetti e Prof. Dr. Igor Polikarpov -, aponta que restos da agroindústria, muitas vezes descartados, podem ser transformados em ingredientes com potencial benefício à saúde.

A pesquisa investiga como certas enzimas produzidas por bactérias são capazes de converter materiais vegetais em compostos que favorecem o crescimento de bactérias benéficas ao intestino.

Os cientistas analisaram enzimas produzidas pela bactéria Cellulomonas, que se alimenta de fibras presentes em plantas. Essas enzimas atuam quebrando estruturas complexas encontradas em resíduos como farelo de trigo e bagaço de agave, que são subprodutos comuns da produção agrícola e industrial.

Ao degradar essas fibras, o processo gera açúcares menores, alguns dos quais podem funcionar como prebióticos, ou seja, substâncias que estimulam o crescimento de microrganismos considerados benéficos à saúde intestinal.

Os resultados mostram que nem todas as enzimas atuam da mesma forma. Algumas foram mais eficientes na produção desses compostos desejáveis, enquanto outras geraram produtos diferentes. Em certos casos, utilizar apenas uma enzima, em vez de combinações, apresentou melhores resultados.

Outro ponto importante observado foi a diferença entre os materiais utilizados. Os derivados do farelo de trigo apresentaram resultados promissores, estimulando o crescimento de bactérias probióticas em laboratório. Já os compostos obtidos a partir do bagaço de agave não demonstraram o mesmo efeito, possivelmente devido à presença de substâncias que dificultam o aproveitamento pelos microrganismos.

Além disso, o estudo indica que o tipo de processo utilizado para transformar os resíduos é tão importante quanto a própria matéria-prima. Dependendo da enzima escolhida, os produtos finais podem ter características distintas e, consequentemente, diferentes aplicações na indústria de alimentos ou na área de saúde.

Quais os benefícios para a sociedade

Para a sociedade, os possíveis impactos são amplos. Do ponto de vista ambiental, a reutilização de resíduos agrícolas pode reduzir o volume de descarte e minimizar a poluição associada à agroindústria. Em termos econômicos, abre-se a possibilidade de geração de novos produtos de maior valor agregado, criando oportunidades para empresas e produtores rurais diversificarem suas fontes de renda.

Na área da saúde, o desenvolvimento de ingredientes que favoreçam o equilíbrio da microbiota intestinal pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e para a prevenção de doenças – úlceras e câncer colorretal; diabetes tipo-2; alergias, asma e doenças autoimunes; e depressão, ansiedade e potencialmente doenças neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer.

Alimentos enriquecidos com esses compostos tendem a ganhar espaço no mercado, acompanhando a crescente demanda por opções mais saudáveis.

Por fim, a pesquisa, publicada no “Journal of Agricultural and Food Chemistry”, também aponta para um avanço na chamada economia circular, em que resíduos deixam de ser vistos como desperdício e passam a integrar novos ciclos produtivos.

Esse modelo pode tornar os sistemas alimentares mais sustentáveis e resilientes, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a sociedade como um todo.

Confira no link o artigo original relativo a esta pesquisa -

https://pubs.acs.org/action/doSearch?field1=Contrib&text1=Caio%20Cesar%20de%20Mello%20Capetti

EUA - Astrônomos conseguiram observar o exoplaneta LHS 3844 b graças ao Telescópio Espacial James Webb, da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (Nasa).

De acordo com a agência de notícias Reuters, um estudo publicado em 4 de maio na Revista Nature Astronomy analisou dados coletados pelo Webb e identificou que o LHS 3844 b tem um diâmetro cerca de 30% maior que o da Terra.

A superfície do exoplaneta - que é um planeta que não pertence ao Sistema Solar - se assemelha à de Mercúrio. Ele orbita uma estrela menor e menos luminosa que o Sol, localizada a cerca de 49 anos-luz da Terra.

Em entrevista à Reuters, a astrônoma Laura Kreidberg, diretora-geral do Instituto Max Planck de Astronomia e uma das autoras do estudo, afirmou que o LHS 3844 b "não é um lugar agradável".

"É uma rocha infernal e árida, muito mais parecida com Mercúrio do que com a Terra. Não há nenhum vestígio de atmosfera. Em vez disso, vemos uma superfície escura, provavelmente antiga. Imagine uma rocha nua viajando pelo espaço por bilhões de anos. Você não gostaria de ir para lá", disse Laura.

Segundo o estudo, a combinação entre a ausência de uma atmosfera perceptível e as temperaturas extremas - um lado registra até 725ºC enquanto o outro praticamente não recebe calor - indica que ele provavelmente é inabitável. A superfície é coberta por regolito escurecido, um material rochoso solto e fragmentado que recobre o leito rochoso sólido e resulta de eras de bombardeio contínuo por radiação estelar e impactos de micrometeoritos.

O exoplaneta também é chamado de Kua'kua, termo que significa "borboleta" em um dialeto indígena costa-riquenho.

Coletar essas informações só foi possível graças à capacidade de observação em infravermelho do Webb, que ajudou os cientistas a discernir a composição química e a dinâmica interna das atmosferas dos exoplanetas.

À Reuters, o astrônomo Sebastian Zieba, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e também autor do estudo, afirmou que o Webb permite aos cientistas estudar diretamente a geologia e a composição da superfície de exoplanetas, algo que antes era desafiador.

"É como se, de repente, tivéssemos limpado nossos óculos e pudéssemos ver os planetas com clareza pela primeira vez", acrescentou Laura.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - A Apple liberou oficialmente a versão para desenvolvedores da próxima atualização do iPhone, o iOS 26.5, que confirma a chegada de criptografia de ponta a ponta nas mensagens RCS (Rich Communication Services) trocadas entre iPhones e celulares Android no app Mensagens.

Vale destacar que o recurso será disponibilizado inicialmente em versão beta e apenas com operadoras que já oferecem suporte a essa tecnologia.

As informações indicam que a função será liberada de forma gradual, ao longo do tempo. Ou seja, a opção de enviar mensagens mais seguras entre iOS e Android não estará disponível para todos os usuários assim que o iOS 26.5 for lançado.

Como lembra o site 9to5Google, o suporte ao RCS foi adotado pela Apple com o lançamento do iOS 18. No entanto, foi apenas no ano passado que o protocolo passou a contar com criptografia de ponta a ponta entre iOS e Android. Na época, a empresa afirmou que esse nível extra de segurança chegaria por meio de “atualizações futuras de software”, promessa que agora começa a ser cumprida com o iOS 26.5.

A expectativa é que a nova versão seja liberada para iPhones compatíveis ainda nesta semana ou no início da próxima.

 

 

 por Notícias ao Minuto

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