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Em "A Criança Digital", Gary Chapman e Arlene Pellicane, renomados especialistas em relacionamento familiar, reúnem orientações para o uso consciente dos recursos tecnológicos

 

SÃO PAULO/SP - O isolamento social têm revelado e/ou acentuado uma realidade delicada na dinâmica de muitas famílias: o uso excessivo das tecnologias digitais por parte das crianças e adolescentes — videogames, televisão, aplicativos etc. Isso acontece porque, dentre diversas razões, tais ferramentas aparentemente são as únicas opções de entretenimento em meio ao caos. Embora seja algo compreensível, torna-se fundamental ponderar até que ponto recorrer unicamente às telas é realmente saudável. Aliás, quais são os impactos negativos que o excesso de exposição ao digital pode causar no desenvolvimento das crianças e adolescentes?

É justamente para falar sobre o assunto que a Editora Mundo Cristão traz ao Brasil “A criança digital: Ensinando seu filho a encontrar equilíbrio no mundo virtual”, livro escrito por Gary Chapman e Arlene Pellicane. Na obra, as duas autoridades em relacionamento familiar oferecem orientações práticas para que pais e mães contornem exageros de maneira positiva. Longe de propor uma postura antitecnologia, Gary e Arlene descortinam formas para que a família possa aliar os benefícios das tecnologias com uma rotina que seja produtiva para toda a família, especialmente para os pequenos, estimulando a sociabilidade.    

“As telas não são o problema; o problema é a frequência com que as usamos. Que atividade preenche o tempo livre de seu filho? Para a média das famílias, tempo livre é igual a tempo diante da tela. Uma coisa é reunir a família diante da televisão para assistir a uma série. Trata-se de um tempo intencional diante da tela que pode aproximar ainda mais a família. Outra coisa é clicar de canal em canal, aleatoriamente, dia após dia. Esse tempo não programado tende a ser desperdiçado e tornar-se influência negativa.” (Gary Chapman e Arlene Pellicane em “A criança digital”)

Por meio de pesquisas e uma série de relatos ilustrativos, os escritores promovem uma análise acerca da dinâmica dos lares “conectados” e mostram as complicações que o tempo em excesso diante das telas pode trazer para o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento intelectual e físico das crianças.   

Altamente prático, A criança digital não aponta somente problemas sem mostrar soluções. Pelo contrário, o livro foi concebido para ser um manual aos pais e mães, com ideias lúdicas e iniciativas eficazes para a melhor interação entre a família, tendo como objetivo o estímulo a outras opções de lazer que colaboram com o fortalecimento dos laços afetivos. 

A obra vem ainda com um capítulo especial dedicado ao tema “Desenvolvimento da sociabilidade por idades e estágios” e um teste para que os pais e mães possam diagnosticar se os filhos passam tempo exagerado diante das telas.

O lançamento já está à venda nas livrarias e lojas virtuais.
Ficha técnica  
Código: 11110 
ISBN: 978-65-86027-01-3 
Páginas:  256 
Formato: 14 X 21 
Categoria: Família 
Preço: R$ 54,90
Lançamento: maio/2020 
Link de venda: Amazon e E-commerce Mundo Cristão

Sobre o livro: A criança de hoje nasce digital. Se é verdade que a tecnologia apresenta muitas vantagens, é igualmente verdadeiro que o mau uso ou o uso excessivamente precoce traz inúmeras preocupações para os pais. A boa notícia é que existem maneiras de equilibrar tecnologia, família e sociabilidade. Descubra através das sugestões de dois renomados especialistas em relacionamentos familiares. 

Sobre os autores: Gary Chapman é doutor em antropologia e autor de mais de 30 livros, incluindo o celebrado As 5 linguagens do amor. É casado com Karolyn, com quem tem dois filhos e três netos.  
Site: http://www.5lovelanguages.com/ 
Facebook: https://www.facebook.com/5LoveLanguages 
Twitter: https://twitter.com/drgarychapman 

Arlene Pellicane é palestrante, escritora e apresentadora do Happy Home Podcast. É casada com James, com quem tem três filhos. Instagram: https://www.instagram.com/arlenepellicane/ 
Podcast: “The Happy Home Podcast with Arlene Pellicane” (várias plataformas)  

Mobiauto investe em inovação e desenvolvimento para melhora da experiência do usuário em sua plataforma e inaugura novo escritório na cidade paulista

SÃO CARLOS/SP - A Mobiauto, plataforma online de compra e venda de carros usados, seminovos e novos, está inaugurando um novo centro de tecnologia e abrindo vagas para contratação de novos profissionais em São Carlos considerada o Vale do Silício brasileiro por ser um polo de startups.

O foco da Mobiauto com a criação desse escritório é dar mais atenção a questão de desenvolvimento e promover a inovação no setor automotivo, visto que é a única empresa do segmento a conquistar seu primeiro centro de pesquisa para promover a melhora da experiência do usuário. 

“Desde o inicio da nossa operação tivemos a preocupação em criar e desenvolver nosso ecossistema de dados e inteligência de maneira que pudessemos ter no futuro um ambiente favorável para pesquisa e desenvolvimento. Com esse centro de pesquisa que estamos inaugurando, em uma das cidades que mais investe em ciência e tecnologia, avançamos ainda mais no nosso projeto de inovação. O resultado que esperamos é evoluirmos cada vez mais a experiência de compra e venda de veículos em nosso país. ” Guilherme Braga, CTO da Mobiauto.

O site da Mobiauto já oferece diversas ferramentas para o usuário, como Simulador de Financiamento Online, Tabela Fipe, Catálogo 0km com dados técnicos e fotos e o principal produto que é o Classificado de Carros Online. Com a nova equipe sediada em São Carlos, o objetivo é aprimorar alguns recursos e estudar como proporcionar uma experiência tecnológica mais completa ao nosso usuário. Realidade aumentada e comportamento do consumidor são alguns dos temas que receberão atenção da nova equipe de tecnologia da empresa. 

“Criamos esse projeto para realizar pesquisas de comportamento, analisar o mercado e melhorar a experiência de compra e venda para o usuário da plataforma, baseado na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) que entrará em vigor no Brasil em agosto de 2021”, destaca Sant Clair de Castro Júnior, CEO da Mobiauto.

Em razão da criação do centro de pesquisa, a Mobiauto está com 10 vagas abertas para contratação na área de tecnologia agora e, daqui três meses, mais 10 vagas serão anunciadas. Cargos como engenheiro de dados, cientistas de dados, gerente de projetos, app development, desenvolvedores de front-end e back-endUX e product owner já estão anunciados no LinkedIn da empresa.

“Vamos proporcionar ferramentas que irão ajudar as concessionárias e os dealers a aumentarem suas vendas, além da utilização de inteligência artificial e realidade aumentada para transformar essa experiência em algo único. Nossa ideia é ter um braço tecnológico em São Carlos para gerarmos mais inovação ao setor automotivo e ao ecossistema digital da Mobiauto”, finaliza o empresário, que também é economista e Mestre em Ciências com ênfase em Finanças pela USP.

Processo seletivo Mobiauto - centro tecnológico em São Carlos

Vagas disponíveis no LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/mobiauto/jobs/

Envio de currículo direto no e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Sobre a Mobiauto

Fundada em 2019, a Mobiauto é uma plataforma online que promove de forma inteligente e prática a relação de compra e venda de automóveis no Brasil. O site conta com um visual clean, que permite a busca dos anúncios por marca, modelo e geolocalização, indicando as ofertas mais próximas ao cliente.

Com uma média de 140 mil carros anunciados, entre usados, seminovos e novos, o site possibilita uma simulação de financiamento. Também disponibiliza consulta à tabela FIPE atualizada e a um catálogo de automóveis, que traz informações técnicas de todas as marcas e modelos.

Mais informações: www.mobiauto.com.br

Sistema pode ajudar em salas de espera, salas de aula, consultórios e outros ambientes

 

SÃO CARLOS/SP - Um novo equipamento desenvolvido no Grupo de Óptica do IFSC/USP, sob a supervisão do pesquisador Prof. Vanderlei Bagnato, promove a descontaminação de partículas suspensas no ar, minimizando as chances de contaminação para os ocupantes de espaços fechados. O novo equipamento faz com que todo ar existente em um determinado recinto circule rapidamente por um sistema, que, usando radiação UVC interna, descontaminando o mesmo de forma rápida. Além disso, o sistema desenvolvido promove um gradiente de pressão, proporcionando a decantação mais rápida das partículas que, estando no chão, não chegam facilmente à área de respiração das pessoas. Em outras palavras, o sistema remove as partículas da área de respiração, sem causar poeiras, diminuindo as chances de contágio.

Para que minimize as chances de contágio, o sistema foi idealizado para descontaminar o ar de forma continua, até porque gotículas e aerossóis expelidos à medida que as pessoas falam, respiram ou tossem, estão carregados de microorganimos contidos na saliva e nas vias respiratórias.

Além dos cuidados que se deve ter com equipamentos de uso pessoal (máscaras e higienização), bem como a descontaminação de utensílios, pacotes, mobílias, superfícies e assoalhos, ainda resta prestar atenção ao ar que nos envolve e que respiramos. Ao existir um indivíduo contaminado em uma sala, sua respiração, tosse, espirros e fala, ajuda a transmitir para o ar vírus e bactérias. Estas partículas permanecem no ar na forma de micro partículas, ou mesmo em aerossol por várias horas. Sendo abundantes na região de nossa respiração (dentro do volume de ar que se aspira), existem grande chances de que apenas respirando as pessoas adquiram os microorganismos. Independentemente das partículas expelidas na respiração, as vestes, cabelo e outras partes do corpo podem, também, carregar por algum período, partículas infectadas que são deixadas no meio ambiente. Mesmo utilizando máscaras, um pouco destas partículas vaza para o ambiente. Certamente, as máscaras diminuem muito estes fatores, mas não os anulam por completo.

Como funciona o sistema:

O sistema funciona da seguinte maneira: um fluxo de ar quase laminar é criado próximo ao chão, arrastando as partículas em suspensão. O fluxo de ar e partículas passam pelo sistema com desinfecção em exposição intensa ao UVC e é retornado ao ambiente, por cima. Ao passar pelo UVC, em alguns segundos a descontaminação ocorre.

Experimentos realizados mostram que durante uma única passagem nesta intensa luz, 99,99% dos microorganismos são eliminados. Com diversas passagens, atinge-se alta diminuição microbiana. A operação do sistema é que a cada 15 mim, 100 m3 de ar circulam pelo sistema. Desta forma, quando ligado, todo o ar de uma sala de tamanho médio (5x5x4 m) passa pelo sistema a cada 15 minutos. A grande vantagem do sistema é que tudo que circula passa pelo processo de descontaminação, e aquilo que a pressão de cima para baixo ajuda a depositar no chão, representa menos risco às pessoas. A 

Várias salas do IFSC-USP (incluindo salas de aula) já estão sendo equipadas com este sistema, afim de permitir a circulação e manutenção de estudantes e funcionários essenciais , diminuindo riscos de contaminação.

A empresa parceira neste projeto já idealizou um sistema com designer especial para vários ambientes. Em locais de alta circulação e de estadia de pessoas, estes equipamentos serão, certamente, indispensáveis. Em princípio, o sistema opera com grande segurança e sem risco para as pessoas, podendo ser empregado em diversas situações.

Metodologia utiliza sentidos humanos e materiais simples para auxiliar construções civis de maneira sustentável

 

SÃO CARLOS/SP - Um conjunto de procedimentos que facilita o diagnóstico ambiental de determinada área utilizada por agroecossistemas, para manutenção e recuperação de ambientes degradados, além da preservação e fortalecimento dos serviços de ecossistemas naturais compatibilizando com as engenharias, arquitetura e urbanismo está sendo proposto por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) como metodologia que utiliza quatro sentidos humanos - visão, tato, audição e olfato - na avaliação de atributos organizados em climas e zonas bioclimáticas, biota, relevo e solo. Ao final do processo, uma tabela numérico-semafórica com pontuações e cores indicativas mostra os potenciais e as restrições da área.

Intitulada "Processo para avaliação sensorial de atributos climáticos e da paisagem", a tecnologia de autoria dos pesquisadores Evandro de Castro Sanguinetto e Luiz Eduardo Moschini, do Departamento de Ciências Ambientais (DCam) da UFSCar, objetiva avaliar atributos climáticos e da paisagem através dos sentidos humanos e de um conjunto de procedimentos sobre o clima, a biota, o solo e o relevo (de uma área, terreno, microbacia etc.), com baixíssimo custo, alta eficiência, agilidade e facilidade de operação. Ou seja, a metodologia permite que qualquer pessoa realize o levantamento dos dados com embasamento cientifico.

Fruto da pesquisa de doutorado de Evandro Sanguinetto, que denominou a tecnologia com o nome comercial Sensia, a ideia surgiu a partir da percepção das limitações nas construções residenciais civis que não consideram as questões ambientais. De acordo com o pesquisador, principalmente em pequenos municípios, o poder público não dispõe de pessoal técnico que possa orientar empreendedores locais no planejamento e implantação de empreendimentos imobiliários mais sustentáveis e biofílicos.

Pensando na implicação de novos loteamentos executados sem cuidados ambientais, os pesquisadores resolveram utilizar os próprios sentidos humanos, além de materiais de fácil acesso, tais como cavadeira, garrafa de água, haste de arame, peneira e aplicativos de celular gratuitos. E, a partir disso, provaram que o responsável pela obra pode acompanhar o passo a passo dos atributos descritivos do levantamento com a pontuação associada. Para realizar a análise estatística, as informações são lançadas em uma planilha, resultando no quadro numérico - desde os mais restritivos aos menos restritivos - nas cores vermelho, laranja, amarelo, verde claro ou verde escuro. "Só de bater os olhos no quadro final já será possível verificar onde está o problema, por exemplo, uma declividade grande não permite uma construção ou exige que se gaste muito mais material para isso", explica Sanguinetto.

Mesmo sem informações de laboratório, o processo facilita o levantamento rápido de 27 atributos relativos ao ambiente, possibilitando um diagnóstico preciso de área para executar plantações, construções, previsões de riscos de erosões e outras instalações. "Em cerca de uma hora é possível levantar esses atributos, ganhando tempo e obtendo uma visão geral do local. Se a área for mais ampla, podemos realizar várias medições. Mas é importante ressaltar que este levantamento rápido oferece um diagnóstico ambiental básico ao planejamento, o que não significa que se deixe de consultar os profissionais necessários ao empreendimento", destaca o pesquisador.

Dada a efetividade da tecnologia sobre as pontuações para os agroecossistemas, produção florestal, ecossistemas naturais, recuperação de áreas degradadas, além das engenharias e urbanismo, com parâmetros que indicam restrições e benefícios para diferentes fins, os pesquisadores têm recebido propostas para a realização de cursos e venda de dados ambientais de modo a disponibilizar a tecnologia para uso e benefício da sociedade. Além disso, atualmente, eles buscam o desenvolvimento de um aplicativo de celular para facilitar a utilização do procedimento e auxiliar o trabalho dos engenheiros civis e dos profissionais que atuam na produção madeireira, agropecuária ou agricultura.

Todas as informações sobre a tecnologia estão disponíveis na Vitrine da Agência de Inovação (AIn) da UFSCar em www.inovacao.ufscar.br/vitrine-de-tecnologia.

MUNDO - Ávidos por soluções tecnológicas, o Japão está testando uma forma de conectar os torcedores de futebol, banidos dos estádios em função da pandemia de coronavírus, com os jogadores dentro de campo. A ideia por trás do aplicativo Remote Cheerer é incentivar os atletas de forma remota. Os usuários poderão gravar suas reações, como aplausos, vaias e gritos de incentivo, podendo enviá-las para o local da partida através de alto-falantes instalados ao redor do gramado.

Dependendo da quantidade de pessoas e de vezes em que o botão é clicado, o volume das reações será aumentado no estádio. A empresa Yamaha é a responsável por desenvolver o aplicativo e, segundo o jornal britânico The Times, está discutindo a venda do sistema para ligas europeias. Para aqueles que adoram soltar palavrões e impropérios nos estádios, uma má notícia: os desenvolvedores também estão desenvolvendo um recurso para identificar insultos em diferentes línguas.

 

A volta do Campeonato Alemão está sendo atentamente analisada por países que pretendem retomar o futebol. Os jogos com portões fechados evidenciam a estranheza na Bundesliga. Afinal, apesar da bola rolando, o vazio das arquibancadas fazem a atmosfera do jogo de futebol mudar completamente. Alguns clubes tentaram minimizar o problema reproduzindo cânticos de suas torcidas através do sistema de som dos estádios, outros preenchem os assentos vazios com torcedores e bandeiras feitos de papelão.

No clássico entre Borussia Dortmund e Bayern de Munique, na última terça-feira, uma novidade foi testada no Signal Iduna Park: a “torcida DJ”. A ideia foi da Sky, detentora dos direitos de transmissão da Bundesliga na Alemanha. A emissora utilizou sons gravados em jogos antes da paralisação e um funcionário atentamente os reproduzia de acordo com o momento da partida.

Os cantos da torcida do Dortmund foram adaptados ao momento e aos episódios da partida. Quando o Bayern estava com a posse de bola, por exemplo, vaias eram entoadas no estádio vazio, assim como os tradicionais aplausos quando o time da casa ganhava o escanteio e o “uh” quando uma chance clara era desperdiçada. Em tempo, a novidade não foi capaz de evitar a derrota do Borussia para o Bayern por 1 a 0.

Caso as ligas não entrem em acordo com a Yamaha, o mesmo formato deve ser utilizado pela emissora na retomada do Campeonato Inglês, marcada para o dia 17 de junho.

 

 

*Por: Danilo Monteiro / VEJA.com

Capacidade de produção de energia é equivalente a 150MWh/ano

 

SÃO CARLOS/SP - Com cerca de 27 mil atendimentos gratuitos por ano, a Unidade Saúde Escola (USE) da UFSCar tem por objetivo a formação de estudantes e o cuidado com a população de São Carlos e região. Nesta semana, a infraestrutura da USE foi reforçada: a Usina Solar Fotovoltaica instalada em suas dependências foi ativada. 

O sistema fotovoltaico instalado na USE - UFSCar possui capacidade de geração de energia de 99,9 KWp (quilowatt pico). "Durante toda a vida útil deste sistema fotovoltaico (cerca de 25 anos), o benefício ambiental é equivalente a plantarmos árvores em 165 campos de futebol", conta o Vice-Reitor da UFSCar e coordenador do projeto, Walter Libardi.

A instalação desta Usina Solar Fotovoltaica também traz benefícios financeiros: a economia anual com energia elétrica pode chegar a R$ 137 mil. Os investimentos para a construção do sistema provêm de edital da CPFL Paulista aberto para incentivar o uso de sistemas solares. Desde 2017, a UFSCar já investiu mais de R$ 8 milhões em eficiência energética por meio da participação em editais com esta finalidade.

O Projeto - A UFSCar já teve 6 projetos de eficiência energética aprovados. Por meio destes projetos foi possível substituir 26.834 lâmpadas e luminárias por tecnologias LED. Também foram instaladas 04 usinas solares fotovoltaicas na Universidade.

"Participar destes projetos tem sido, para mim, uma oportunidade ímpar. Colaboramos com a melhoria da Eficiência Energética da Universidade implantando a geração de energia limpa a custo zero, o que proporciona economia imediata para os campi. Além disso, estamos promovendo benefícios ao meio ambiente, conta Armando Gullo Martins, responsável pela gestão dos projetos de Eficiência Energética na Fundação de Apoio Institucional (FAI) da UFSCar.

Os investimentos em eficiência energética realizados pela UFSCar resultarão em uma redução permanente de R$ 2 milhões na conta de luz da Universidade. "Este recurso que economizamos pode se transformar em apoio estudantil. Novos professores, médicos, engenheiros, biotecnologistas, dentre outros profissionais, podem concluir o ensino superior e transformar a sociedade quando a nossa possibilidade de investir em nossos estudantes aumenta", finaliza o Vice-Reitor da UFSCar, Walter Libardi.

SÃO CARLOS/SP - Com o objetivo de assinalar o “Dia Internacional da Luz”, comemorado em 16 de maio, e enfatizar o papel vital que a luz e as tecnologias relacionadas a ela desempenham diariamente em nossas vidas, o grupo extracurricular USP-SC SPIE Student Chapter lança o II Concurso Fotográfico, subordinado ao tema “Fotografe na Quarentena”. A ideia é incentivar as pessoas a usarem a criatividade durante este período de isolamento social para tirarem fotos, fazendo uso criativo da luz ou de algum efeito óptico.

Este concurso estará aberto até o dia 12 de julho e para os interessados terem mais informações sobre as regras, critérios de avaliação e inscrição no concurso, deverão acessar o respectivo link https://forms.gle/FZALxB173akHbfEK9

O SPIE Student Chapter do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP) surgiu em 2014 e atualmente possui membros de diferentes cursos de graduação e pós-graduação, tendo como objetivo promover ações que resultem na disseminação da ciência, especialmente na área de Óptica e Fotônica e no desenvolvimento profissional dos estudantes.

 

Fiquem ligados na redes sociais.

Instagram: @uspsc_spiechapter

Facebook: @studentchaptersc 

Fiquem em casa e seguros!

#FotografeNaQuarentena #IDL2020 #FiqueEmCasa #StopTheSpread

 

*POR: Rui Sintra 

MUNDO - A rede social Facebook publicou nesta última terça-feira (12) relatório sobre as ações tomadas para prevenir a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos na internet. Segundo o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade, cerca de 50 milhões de postagens relacionadas ao novo coronavírus, publicadas tanto no Facebook quanto no Instagram, foram consideradas incompatíveis com as políticas da empresa.

“Passamos os últimos anos construindo ferramentas, equipes e tecnologias para ajudar a proteger as eleições de interferências, evitar a disseminação de desinformação em nossos aplicativos e manter as pessoas protegidas de conteúdos nocivos”, afirma o vice-presidente de Integridade do Facebook, Guy Rosen, em comunicado.

O relatório do Facebook diz também que a maior parte do trabalho de filtragem de conteúdo é feito por algoritmos de inteligência artificial que identificam conteúdos abusivos com expressões de discurso de ódio, nudez adulta e atividades sexuais, violência e conteúdo explícito, bullying e assédio.

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Apenas uma parte da filtragem é reavaliada por revisores de conteúdo, enquanto a maior parte é excluída automaticamente. “Trabalhamos com mais de 60 organizações de verificação de fatos que revisam e classificam conteúdos em mais de 50 idiomas ao redor do mundo. No mês passado, continuamos a expandir nosso programa para adicionar mais parceiros e idiomas. Desde o início de março, adicionamos oito novos parceiros e expandimos nossa cobertura para mais de uma dúzia de novos países”, revela Rosen.

As postagens removidas que continham desinformação sobre o novo coronavírus foram avaliadas com base em 7.500 artigos científicos usados para comparar fatos entre os textos publicados nas redes sociais e o entendimento médico-científico atual sobre a doença.

O levantamento também marca a primeira vez que o Facebook e Instagram divulgam informações sobre apelações feitas por usuários de ambas as plataformas. De janeiro a março de 2020, das 2,3 milhões de postagens excluídas por violação dos termos de uso, 613 mil foram restauradas após análise de avaliadores.

Fake news

O relatório destaca ainda o esforço da empresa para conter o avanço e a disseminação de notícias falsas.

O Facebook anunciou parceria com a International Fact-Checking Network (IFCN) em um contrato de US$ 1 milhão que inclui os serviços de 13 organizações de verificação de fatos em todo o mundo.

 

 

*Por Pedro Ivo de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - As unidades de pronto atendimento da Prefeitura de São Carlos: UPAS da Vila Prado, do Santa Felícia e do Cidade Aracy, estão recebendo pequenas intervenções pelas equipes do próprio município.

Além das unidades receberem a desinfecção de vias públicas em virtude da pandemia do novo coronavírus, que provoca a COVID-19, doença que já matou dois são-carlenses, agora estão recebendo pequenas intervenções para melhorar o dia a dia de usuários e de servidores.

As equipes da Prefeitura, com ajuda da Prohab, estão realizando nova pintura de áreas internas e externas, ampliação de estacionamentos, troca de calhas, substituição de forros e troca da iluminação externa e interna por LED, além da limpeza geral das unidades e capinação das áreas no entorno.

De acordo com Fausto Sposito, diretor do Departamento de Gestão do Cuidado Hospitalar da Secretaria Municipal de Saúde, todas as UPAS estão recebendo iluminação de LED interna e externamente. “O sistema está sendo trocado nas três unidades e na UPA da Vila Prado vamos trabalhar com energia solar fotovoltaica que é a energia elétrica produzida a partir do calor da luz solar, considerada renovável, limpa e sustentável. Pretendemos futuramente instalar também nas demais unidades”, explicou o diretor.

As medidas rígidas de limpeza e desinfecção de ruas também continuam sendo realizadas, tanto em unidades da rede pública como particular. Para a realização da limpeza são utilizados caminhões pipa com produtos apropriados como o hipoclorito de sódio. Todos os funcionários utilizarão equipamentos de proteção individual (EPI), como máscaras específicas e roupas, já que o produto utilizado tem uma concentração muito forte.

Aplicativo lançado pela Dimastec auxilia empresas em meio ao cenário de aumento de home office

RIBEIRÃO PRETO/SP - O registro de ponto é uma das frentes que necessitam de um acompanhamento de perto das empresas para garantir o cumprimento das leis trabalhistas, os benefícios dos colaboradores e as jornadas de trabalho, que impactam diretamente na vida financeira das companhias. O uso do reconhecimento fácil por meio de inteligência artificial nessa atividade é a maneira mais tecnológica de controle de ponto na atualidade. De olho nos cenários corporativos que se apresentaram durante os anos, a Dimastec, empresa especializada no segmento, desenvolveu uma solução para atender às necessidades do meio empresarial e solucionar, principalmente, os problemas de mobilidade.

            O DT Faceum é uma tecnologia composta por um software, que fica instalado na empresa e recebe os registros faciais dos colaboradores, e por um aplicativo, que pode ser baixado em smartphones e tablets com sistema operacional Android, que servirá de ferramenta para o colaborador registrar o ponto remotamente. Empresas com atividades externas, como de representação comercial, de vendas, de transporte ou até mesmo de atividades rurais, costumam ter dificuldades para viabilizar o controle de ponto de maneira eficiente, abrindo até precedentes jurídicos para futuros processos.

            “Pensando em otimizar esse trabalho, desenvolvemos um conceito e uma estrutura capaz de trabalhar de forma independente de marcas, hardware e de softwares já existentes no mercado, e que consegue conversar com o ambiente e equipamentos já adquiridos pelos clientes, demandando um baixo custo de investimento para as empresas”, explica Dimas Fausto, presidente da Dimastec.

            O sistema de reconhecimento facial, junto do aplicativo, recebe as atualizações em tempo real quando está on-line, e quando não há sinal de internet ou telefonia, também é capaz de atuar off-line, armazenando os dados no aparelho para, quando estiver novamente conectado, enviar os dados para o sistema normalmente. O software consegue mapear pontos e medir os traços do rosto do usuário, respeitando todos os fatores do tempo e do dia a dia, como diferentes penteados, cortes de cabelo, barba, óculos, mudanças como o envelhecimento, entre outros fatores. Além disso, o aplicativo oferece ao empregador a georeferência dos funcionários, permitindo o controle de fluxo de trabalho.

            “A leitura facial evita fraudes e falhas humanas na marcação de ponto, sendo extremamente precisa e ágil, já que leva 3 segundos para ser realizada. O cadastro pode ser feito pelos próprios colaboradores, otimizando o trabalho do RH”, pontua Dimas. Outra vantagem que a tecnologia traz, segundo o especialista, é a possibilidade de acompanhar os dados das equipes de trabalho de perto e na palma da mão, um recurso importante para quem gerencia diversas frentes de trabalho ou filiais de empresas.

            No cenário atual de pandemia pelo coronavírus, muitas companhias aderiram ao sistema de home office, o que tornou um pouco mais difícil o controle das jornadas. A solução apresentada pela Dimastec surge também para auxiliar nesse contexto, comenta Dimas, permitindo o acompanhamento em tempo real de todo o histórico do colaborador, como entrada, saída, horário de almoço, intervalos e também horas-extras.

            “Por meio dessa tecnologia, o empregador consegue até mesmo entender a ocupação das equipes e se planejar para gastos extras com horas excedentes de trabalho no final do mês ou rever a distribuição do fluxo entre as equipes”, conta o presidente da Dimastec.           

Solução higiênica para quem também precisa frequentar as empresas           

            Além do app DT Faceum, voltado para marcação de ponto, desde janeiro deste ano a Dimastec trabalha o software de reconhecimento facial para controle de acesso de pessoas. Locais que adotarem o sistema e que possuam grande movimentação e aglomerações de pessoas, tais como empresas, condomínios, prédios comerciais, hospitais e escolas, poderão proporcionar a entrada e saída dos ambientes sem que haja contato físico com maçanetas, leitores de impressão digital ou cartões de acesso.       

            A tecnologia também funciona por meio do registro dos pontos faciais das pessoas com acesso aos locais desejados, respeitando as características pessoais de cada um. Além disso, as empresas que já possuem câmeras de segurança podem aproveitar o equipamento para leitura, sem gerar novos gastos com investimentos em equipamentos.

            “É uma medida higiênica que, diante do cenário, vem para somar com os esforços da área da saúde, permitindo mais segurança e tranquilidade aos usuários”, pontua Dimas.       

Sobre a Dimastec – Gestão de ponto e acesso

Com pouco mais de 25 anos dedicados à gestão de pontos, acessos de entradas em prédios e condomínios, a Dimastec, sediada em Ribeirão Preto (SP), é hoje uma das referências nacionais no setor desenvolvendo produtos com tecnologia avançada, integrando soluções para mais de mil clientes empresariais. A empresa presta serviços em todo território nacional, com uma infraestrutura completa com mais de 2000 metros quadrados e 35 funcionários diretos.

O diferencial oferecido pela Dimastec está em ter um laboratório próprio de desenvolvimento tecnológico, para assim oferecer ferramentas digitais, softwares e hardwares de última geração que atendam às principais demandas dos clientes e do mercado atual.

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