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SÃO CARLOS/SP - Um grupo de pesquisadores do Brasil – IFSC/USP e UNICAMP - e da Espanha desenvolveu um sensor de papel flexível, biodegradável e de baixo custo capaz de detectar dióxido de nitrogênio (NO₂), um dos principais poluentes presentes no ar das grandes cidades. A inovação poderá facilitar o monitoramento da qualidade do ar sem gerar o volume de resíduos eletrônicos produzido pelos sensores convencionais.

O dióxido de nitrogênio é liberado principalmente por veículos, indústrias e usinas termoelétricas. A exposição prolongada ao gás está associada ao agravamento de doenças respiratórias e contribui para a formação de poluição fotoquímica nas áreas urbanas. Por isso, encontrar maneiras simples e econômicas de medir sua concentração tornou-se uma prioridade para pesquisadores em todo o mundo.

Para enfrentar esse desafio, a equipe criou um pequeno sensor com papel de celulose impregnado com uma camada de grafeno reduzido, um material derivado do grafeno que conduz eletricidade e reage quando entra em contato com o dióxido de nitrogênio. O processo de fabricação é simples, dispensando equipamentos sofisticados e permitindo produção em larga escala.

Os testes mostraram que a combinação ideal foi obtida com uma concentração específica do material e 20 etapas de impregnação do papel. Nessa configuração, o sensor apresentou elevada sensibilidade para detectar baixas concentrações de dióxido de nitrogênio, operando à temperatura ambiente, sem necessidade de aquecimento nem de alto consumo de energia.

Outra vantagem observada pelos pesquisadores foi a seletividade do dispositivo. Durante os experimentos, o sensor respondeu principalmente ao dióxido de nitrogênio, apresentando pouca interferência de outros gases normalmente presentes na atmosfera, como monóxido de carbono, amônia, sulfeto de hidrogênio e ozônio. Também manteve desempenho estável durante quase um mês de testes e produziu resultados semelhantes quando diferentes unidades foram fabricadas pelo mesmo método.

O equipamento também demonstrou resistência mecânica. Mesmo submetido a repetidas flexões, continuou funcionando normalmente, característica importante para aplicações em dispositivos portáteis e vestíveis. Além disso, os pesquisadores verificaram que a umidade aumenta a capacidade do sensor de detectar o gás, tornando-o especialmente adequado para uso em ambientes externos, onde a umidade do ar varia naturalmente.

Um dos aspectos mais inovadores do estudo é o compromisso com a sustentabilidade. Diferentemente dos sensores eletrônicos convencionais, que geram lixo eletrônico de difícil descarte, o novo dispositivo é produzido sobre papel e se degrada rapidamente quando descartado em água, sem deixar resíduos nocivos. Essa característica pode reduzir significativamente o impacto ambiental de redes de monitoramento compostas por milhares de sensores descartáveis.

Segundo os autores, o objetivo da pesquisa não foi criar o sensor mais sensível já desenvolvido, mas sim encontrar um equilíbrio entre desempenho, baixo custo, flexibilidade e respeito ao meio ambiente. O resultado demonstra que é possível desenvolver dispositivos eficientes para monitorar a qualidade do ar, utilizando materiais simples, biodegradáveis e de fácil fabricação.

A expectativa é de que essa tecnologia encontre espaço em uma ampla variedade de aplicações nos próximos anos. Em cidades inteligentes, por exemplo, sensores biodegradáveis poderão ser instalados em postes, semáforos, estações de transporte público e áreas de grande circulação para formar uma rede capaz de monitorar, em tempo real, a qualidade do ar.

Também poderão ser incorporados a equipamentos portáteis e até a dispositivos vestíveis, permitindo que pessoas com doenças respiratórias, como asma e bronquite, acompanhem os níveis de poluição nos locais por onde circulam.

Na área da saúde pública, essas informações poderão auxiliar as autoridades na emissão de alertas em dias de maior concentração de poluentes e na elaboração de políticas ambientais mais eficazes.

Ao combinar baixo custo, facilidade de fabricação e rápida degradação após o descarte, o novo sensor representa um passo importante rumo a soluções tecnológicas que conciliam inovação, proteção da saúde e redução do impacto ambiental causado pelo lixo eletrônico.

O dióxido de nitrogênio (NO₂) é um gás de cor castanho-avermelhada, de odor forte e irritante, formado por um átomo de nitrogênio e dois de oxigênio. É um dos principais poluentes atmosféricos e pode causar danos à saúde humana e ao meio ambiente.

O NO₂ é gerado principalmente durante processos de combustão em altas temperaturas, como:

*Motores de automóveis, caminhões e ônibus;

*Usinas termoelétricas;

*Indústrias e caldeiras;

*Queimadas e incêndios florestais;

*Fogões e aquecedores a gás, especialmente em ambientes mal ventilados;

Efeitos na saúde

A exposição ao dióxido de nitrogênio pode provocar:

*Irritação dos olhos, nariz e garganta;

*Tosse e dificuldade para respirar;

*Agravamento da asma e da bronquite;

*Redução da função pulmonar;

*Maior suscetibilidade a infecções respiratórias;

Crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias são os grupos mais vulneráveis.

Impactos ambientais

O NO₂ contribui para a formação do ozônio troposférico (smog fotoquímico), chuva ácida, formação de partículas finas (PM₂,₅), que também afetam a saúde e danos à vegetação e aos ecossistemas.

Confira no link o artigo original desta pesquisa liderada pelo docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Valmor Mastelaro, publicado na revista internacional “Microchemical Journal” - https://www2.ifsc.usp.br/portal-ifsc/wp-content/uploads/2026/08/1-s2.0-S0026265X26017029-main-valmor.pdf

EUA - A Meta lançou o Muse Code, uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida para executar tarefas complexas de programação com maior autonomia. O produto coloca a empresa na disputa com plataformas como Claude Code, da Anthropic, Codex, da OpenAI, GitHub Copilot, da Microsoft, e Cursor.

Apresentado nesta quarta-feira (5), o Muse Code funciona diretamente pelo terminal do computador e utiliza o novo modelo Muse Spark 1.2. A ferramenta está disponível inicialmente em versão beta.

O que é o Muse Code?

O Muse Code é um agente de inteligência artificial voltado ao desenvolvimento de software. Diferentemente de ferramentas que apenas sugerem pequenos trechos de código, o sistema foi projetado para acompanhar projetos longos e executar várias etapas sem exigir comandos constantes do usuário.

A IA pode analisar uma solicitação, organizar o projeto, dividir o trabalho em tarefas menores, escrever o código e verificar os resultados.

Mark Zuckerberg afirmou que o sistema também consegue distribuir partes de uma atividade complexa entre vários “subagentes”, que trabalham simultaneamente. Segundo o executivo, essa estrutura busca aumentar a velocidade e a qualidade das respostas.

Como funciona a IA de programação da Meta?

A Meta treinou o Muse Code e o Muse Spark 1.2 em conjunto para que a ferramenta e o modelo operassem de forma integrada.

O sistema é capaz de escrever e corrigir códigos, lidar com tarefas de desenvolvimento de longa duração e verificar se o resultado produzido funciona como esperado.

O agente também mantém um registro permanente das ações realizadas. Caso ocorra uma falha ou interrupção, ele pode retomar o trabalho do ponto em que parou, sem precisar reiniciar todo o projeto.

Quanto custa usar o Muse Code?

O acesso será cobrado de acordo com o consumo, e não por uma assinatura mensal fixa.

Na modalidade padrão, o preço anunciado é de US$ 1,25 por milhão de tokens de entrada, que correspondem às informações enviadas pelo usuário, e US$ 4,25 por milhão de tokens de saída, relacionados ao conteúdo produzido pela inteligência artificial.

A estratégia de preços coloca a Meta em uma disputa direta com empresas que já oferecem ferramentas voltadas a programadores e organizações de tecnologia.

Meta tenta transformar investimentos em IA em receita

A programação tornou-se um dos segmentos mais disputados da inteligência artificial generativa. Empresas e desenvolvedores já pagam por ferramentas capazes de criar funções, localizar erros, testar sistemas e executar tarefas de engenharia de software.

A entrada da Meta nesse mercado representa uma tentativa de gerar receita direta com seus modelos de IA. Atualmente, a maior parte do faturamento da companhia, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, ainda vem da publicidade.

O lançamento ocorre em um momento de pressão para que a empresa mostre retorno sobre os investimentos bilionários realizados em infraestrutura, centros de dados, modelos avançados e contratação de especialistas.

O que é o Muse Spark 1.2?

O Muse Spark 1.2 é a nova versão do modelo de inteligência artificial da Meta usado pelo Muse Code.

A geração anterior, Muse Spark 1.1, havia sido apresentada em julho como um modelo multimodal voltado a raciocínio, uso de ferramentas, programação e execução de tarefas por agentes autônomos.

Segundo a Meta, desafios complexos gerados e avaliados durante os testes da versão anterior ajudaram a aprimorar a capacidade do Muse Spark 1.2 de seguir instruções e executar projetos extensos.

Muse Code disputa mercado com OpenAI e Anthropic

A Meta chega a um setor que já reúne produtos consolidados. A Microsoft abriu espaço para esse tipo de tecnologia com o GitHub Copilot, enquanto OpenAI e Anthropic avançaram com agentes capazes de trabalhar de forma mais independente.

Ferramentas agênticas podem receber um objetivo mais amplo e encadear diferentes ações para alcançá-lo, como consultar arquivos, alterar códigos, executar testes, identificar falhas e apresentar uma solução final.

Com o Muse Code, a Meta busca competir nesse mercado oferecendo integração com seu próprio modelo, processamento de tarefas em paralelo e cobrança proporcional ao uso.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - O Apple Upgrade, novo programa de leasing da Apple, permite assinar iPhones, Macs, iPads e Apple Watches nos EUA. Com preços de produtos em alta, devido à crise de chips de memória, a opção é uma forma de tornar os aparelhos mais acessíveis.

Clientes poderão contratar o leasing em lojas, pela internet e no aplicativo Apple Store. iPhones e Apple Watches terão contratos de 12 ou 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser "alugados" por 24 ou 36 meses.

Plano mais barato para iPhone custa US$ 17,99 por mês. O antigo programa de troca de iPhones da Apple começava em cerca de US$ 42 mensais e permitia substituir o aparelho após 12 pagamentos.

A LISTA DE PREÇOS DE IPHONES

- iPhone 17e - a partir de US$ 17,99/mês (cerca de R$ 92)
- iPhone 17 - a partir de US$ 22,99/mês (cerca de R$ 118)
- iPhone Air - a partir de US$ 28,99/mês (cerca de R$ 148)
- iPhone 17 Pro - a partir de US$ 31,99/mês (cerca de R$ 164)
- iPhone 17 Pro Max - a partir de US$ 34,99/mês (cerca de R$ 179)

Apple substitui o programa anterior, restrito a iPhones, por uma opção que inclui mais produtos. Modelos mais baratos, como iPhone 16, MacBook Neo, iPad básico e Apple Watch SE, não participam da iniciativa.

No fim da assinatura, o contratante devolve o aparelho ou fica com ele, mediante o pagamento de uma taxa adicional. Outra opção é renovar o leasing é pegar um novo dispositivo.

ALTA DE PREÇOS PRESSIONA TROCA DE APARELHOS

Apple elevou em junho os preços de parte dos Macs e iPads devido à escassez de memória. A demanda por centros de dados contribui para a falta desses componentes.

Consumidores americanos também têm mantido celulares por mais tempo. Usuários ficam, em média, 22 meses com o aparelho nos EUA, apontou uma pesquisa da Reviews.org divulgada no ano passado.

Analistas esperam que a próxima geração de iPhones tenha preços maiores. Mike Howard, vice-presidente de da consultoria TechInsights, disse: "Devemos começar a pensar em um iPhone de US$ 1.500, em vez de um iPhone de US$ 1.000 ou US$ 1.200".

Programa estreia antes do lançamento esperado de novos iPhones em setembro. A Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, que pode ser o smartphone mais caro da empresa.

 

 

por Folhapress

EUA - A Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável em setembro, durante o tradicional evento em que a empresa costuma revelar os principais lançamentos para a segunda metade do ano. O modelo, tratado nos bastidores como iPhone Fold ou iPhone Ultra, já movimenta expectativas entre fãs da marca, mas pode chegar ao mercado em quantidade limitada.

Segundo o analista Ming-Chi Kuo, conhecido por antecipar informações sobre produtos da Apple, a disponibilidade inicial do aparelho deve ser restrita por causa de desafios na fase de produção em massa.

Kuo afirmou na rede social X que o iPhone dobrável só deve começar a ser vendido oficialmente no quarto trimestre de 2026. O período de pré-venda também deve começar depois do início das vendas do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max.

O preço esperado é alto. De acordo com o analista, o modelo dobrável pode custar entre US$ 2.300 e US$ 2.500. Por causa da oferta limitada, ele acredita que algumas unidades podem ser revendidas por valores de 50% a 100% acima do preço oficial.

Apesar das possíveis restrições no lançamento, uma previsão do Nikkei Asia indica que a Apple teria encomendado 10 milhões de unidades do aparelho, sinalizando confiança no interesse do mercado.

As informações que circulam sobre o modelo apontam para uma tela interna de 7,76 polegadas, tela externa de 5,4 polegadas, processador A20 Pro, 12 GB de memória RAM e bateria de 5.500 mAh.

A chegada da Apple ao segmento também deve impactar os preços dos celulares dobráveis. Um relatório da Counterpoint Research aponta que o primeiro iPhone dobrável pode ajudar a elevar o valor médio desse tipo de aparelho.

Segundo a consultoria, o preço médio dos celulares dobráveis deve chegar a US$ 1.485 em 2026, alta de 18% em relação a 2025 e de 29% na comparação com 2024.

A Counterpoint avalia que o mercado de dobráveis vem se dividindo entre modelos mais acessíveis, no formato “concha”, e aparelhos mais caros, no estilo “livro”. O iPhone dobrável deve entrar justamente no segmento premium, com estimativas que chegam a valores entre US$ 2.500 e US$ 3.000.

Para a consultoria, a entrada da Apple deve manter a atenção do mercado na faixa mais alta de preço e reforçar o interesse por produtividade, continuidade de software e suporte a aplicativos em telas dobráveis.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - A Apple anunciou nesta quarta-feira, 8, um novo acordo plurianual com a Broadcom para projetar e produzir componentes de silício personalizados e tecnologias avançadas de conectividade sem fio para uma ampla gama de produtos da companhia. O compromisso, que deve superar US$ 30 bilhões, prevê a fabricação de mais de 15 bilhões de chips nos Estados Unidos e a criação de centenas de empregos no país.

Como parte da parceria, a Broadcom ampliará e modernizará sua unidade de Fort Collins, no Colorado, com um investimento de US$ 1,5 bilhão em despesas de capital. A fábrica produzirá componentes avançados de radiofrequência, incluindo filtros FBAR, que eliminam interferências de sinal, além de tecnologias de conectividade sem fio utilizadas em dispositivos da Apple.

Segundo a empresa, o acordo representa o maior compromisso já firmado dentro do Apple American Manufacturing Program (AMP), iniciativa lançada no ano passado para acelerar a manufatura nos EUA e fortalecer uma cadeia doméstica de suprimentos para semicondutores. O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, agradeceu ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao seu governo pelo apoio ao projeto.

A iniciativa faz parte do plano da Apple de investir US$ 600 bilhões na economia americana ao longo de quatro anos, com foco em manufatura, geração de empregos e desenvolvimento tecnológico.

ÀS 8h42 (de Brasília), no pré-mercado de Nova York, a Apple recuava 0,31%. A Broadcom, que chegou a operar em território positivo brevemente logo após o anúncio, caía 0,75%.

 

 

por Estadao Conteudo

EUA - O WhatsApp começou a liberar a possibilidade de os usuários reservarem nomes de usuário dentro do aplicativo. A novidade deve permitir, no futuro, que uma pessoa seja adicionada à plataforma sem a necessidade de compartilhar o número de telefone.

A mudança, no entanto, gerou preocupação entre usuários nas redes sociais. No X, antigo Twitter, algumas pessoas afirmaram temer que a nova forma de contato facilite abordagens indesejadas ou até tentativas de golpe, como já ocorre em outros aplicativos de mensagens.

Um dos exemplos citados foi o Telegram, onde é possível procurar um nome de usuário e iniciar uma conversa logo em seguida. Para críticos da novidade, o recurso poderia representar um problema de privacidade caso qualquer pessoa conseguisse encontrar perfis apenas digitando um nome.

"Os nomes de usuário do WhatsApp deveriam assustar qualquer um", escreveu um usuário no X. "Na maioria das redes sociais, tentamos usar um nome de usuário parecido com o nosso nome real. No WhatsApp, isso pode virar um pesadelo de privacidade. Qualquer pessoa poderia pesquisar o nome e entrar em contato diretamente."

Diante da repercussão, o WhatsApp respondeu a algumas publicações na própria rede social e tentou tranquilizar os usuários. A empresa afirmou que não haverá um diretório público de nomes de usuário nem sugestões de perfis durante buscas dentro do aplicativo.

Na prática, isso significa que, para encontrar alguém pelo nome de usuário, será necessário saber exatamente qual é o identificador escolhido pela pessoa.

Segundo o WhatsApp, a novidade faz parte de um conjunto de medidas para ampliar as opções de privacidade dentro do aplicativo. A empresa também reforçou que o recurso será opcional e que cada usuário terá um nome exclusivo.

"Os nomes de usuário são o nosso passo mais recente para dar aos usuários mais opções de privacidade sobre como são representados no app", afirmou a plataforma. "É totalmente opcional, e os usuários terão nomes de usuário únicos, mas sabemos que algumas pessoas querem consistência na forma como aparecem nos aplicativos."

O WhatsApp também explicou que criou proteções para evitar que o recurso seja usado por desconhecidos como uma forma simples de contato direto. Uma das medidas será a possibilidade de ativar uma espécie de chave associada ao nome de usuário.

Com essa proteção, uma pessoa só poderá entrar em contato por meio do nome de usuário se também tiver essa chave. A empresa afirma que isso reduz o risco de abordagens aleatórias.

"Não haverá um diretório para navegar nem sugestões. Se você ativar a chave de nome de usuário, ninguém poderá chegar até você por esse caminho a menos que também tenha essa chave", informou o WhatsApp.

A plataforma destacou ainda que as regras atuais de segurança continuarão valendo. Quando uma nova pessoa enviar mensagem, o usuário poderá ver se se trata de uma conta recente, se ela está nos contatos, se participa dos mesmos grupos ou se está em outro país.

O WhatsApp reforçou que os usuários continuarão tendo controle para adicionar, bloquear ou denunciar contatos desconhecidos.

Apesar de a reserva de nomes de usuário já estar disponível, a funcionalidade completa só deve ser ativada mais perto do fim do ano.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - O Instagram ampliou testes do app para a TV e passou a explorar formatos mais comuns do YouTube, como vídeos horizontais, séries e transmissões ao vivo.

A Meta vai disponibilizar o Instagram para TV primeiro em aparelhos da Samsung nos EUA. O app passa a funcionar em Samsung Smart TVs no país a partir desta segunda-feira (22), em modelos de 2020 em diante.

O aplicativo também já está em outros sistemas de TVs conectadas no mercado americano. Segundo a empresa, a versão para TV já roda em Amazon Fire TV e Google TV, o que amplia o alcance do Instagram na sala de estar.

A Meta diz que a experiência na TV costuma ser coletiva e quer incentivar o consumo em grupo. A empresa afirma que está testando recursos para facilitar descobrir vídeos juntos, retomar o que a pessoa estava assistindo no celular e compartilhar a experiência com quem está na mesma sala.

Entre os testes, a Meta cita canais organizados por interesses para ajudar a escolher o que ver. A ideia é agrupar conteúdos por temas como comédia, esportes e criadores, para reduzir a "disputa pelo controle" e acelerar a escolha do vídeo.

Empresa também testa levar mais formatos do Instagram para a tela grande, como Stories. A proposta é permitir que usuários vejam publicações de amigos e criadores sem precisar se reunir em torno do celular.

FORMATOS QUE APROXIMAM O INSTAGRAM DO YOUTUBE

A Meta afirma que está testando uma área dedicada para vídeos horizontais no app de TV. A empresa diz que quer facilitar o consumo de conteúdos pensados para a tela grande e dar mais opções para criadores alcançarem público nesse formato.

O plano inclui explorar vídeos mais longos, com conteúdo de criadores em maior duração. Segundo a Meta, a intenção é permitir histórias mais profundas e conexões mais fortes com a audiência quando o consumo acontece na TV.

Empresa também fala em séries episódicas e transmissões ao vivo na TV. A Meta diz que estuda formatos em capítulos, distribuídos em vários episódios, e a possibilidade de levar lives para a tela grande para aumentar a participação em tempo real. O formato é semelhante ao do YouTube.

A Meta afirma que está trabalhando com criadores para definir o que funciona melhor na TV. A empresa diz que ainda está no começo de entender como deve ser o vídeo social na sala de estar e que pretende lançar novos formatos aos poucos.

 

 

 por Folhapress

JAPÃO - A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.

Em uma coletiva de imprensa, Katayama afirmou que "os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações" sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação econômico Nikkei.

A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: "Os riscos podem estar aumentando, devemos acelerar o trabalho", afirmou.

Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.

A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na última sexta-feira, a uma diretiva de controle de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.

Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.

Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia "alterações" no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Há algum tempo a presença de câmaras nos óculos inteligentes Meta Ray-Ban é olhada com desconfiança pelos usuários, que receiam que a gigante tecnológica liderada por Mark Zuckerberg possa lançar sistemas de reconhecimento facial que coloquem em causa a privacidade de pessoas que se cruzem com os detentores deste gadget.

Agora a revista Wired destaca que o aplicativo dos óculos Meta Ray-Ban está equipado com um sistema de reconhecimento facial e que é capaz de identificar pessoas a partir das imagens e vídeos captados com os óculos.

A publicação diz ter investigado o aplicativo e encontrou na Inteligência Artificial da empresa - a Meta AI - uma funcionalidade ainda por lançar com o nome “NameTag”. A funcionalidade é não só capaz de reconhecer faces em fotografias e vídeos captados com os Meta Ray-Ban, como também de avisar os usuários quando estiver presente uma cara conhecida.

Desde o começo de 2026 que circulam rumores sobre o desejo da Meta de integrar tecnologia de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes, com a perspectiva a até já ter merecido oposição sob forma de uma carta aberta - assinada por mais de 70 organizações diferentes.

Nesta carta aberta foi pedido que a empresa “interrompa imediatamente e repudie publicamente” a integração de reconhecimento facial nos seus óculos inteligentes. Mais ainda, na carta assinada por estas organizações é referido que não é possível confiar na Meta para incorporar em segurança esta tecnologia nestes gadgets.

“As pessoas devem poder deslocar-se na sua vida cotidiana sem medo que ‘stalkers’, golpistas, abusadores, agentes federais e ativistas de todo o espectro político estejam, de forma silenciosa e invisível, verificando as suas identidades e potencialmente a cruzarem os seus nomes com uma grande variedade de dados disponíveis sobre ela, como relacionamentos, saúde e comportamentos”, pode ler-se nesta carta.

Quanto ao “NameTag” avistado pela revista Wired, a funcionalidade ainda não está operacional e, em relação à investigação, a Meta afirmou que, a ser anunciada, esta capacidade seria apresentada com “transparência total”.

“Nada foi lançado para os consumidores e não foi tomada qualquer decisão final sobre o que faremos, se é que faremos alguma coisa”, pode ler-se no comunicado da Meta. “Se decidirmos lançar alguma coisa, adotaremos uma abordagem ponderada e faremos com transparência total. Uma decisão sobre a qual podemos ser claros - não estamos criando uma base de dados central de reconhecimento facial”.

 

 

 por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 3ª Região (Crefito-3), realizou na última sexta-feira (29/05) uma capacitação em políticas públicas com o tema “Gestão de Filas de Espera e Ferramentas Tecnológicas do Cuidado”. O encontro aconteceu no Paço Municipal e reuniu profissionais da saúde, gestores públicos, representantes de instituições de ensino e municípios da região.

A capacitação teve como objetivo promover a qualificação dos profissionais e gestores, apresentando estratégias voltadas à otimização do atendimento à população por meio do uso de ferramentas tecnológicas e do aprimoramento dos processos de organização das filas de espera no sistema público de saúde.

Representando o Crefito-3 participaram o presidente da entidade, Dr. Jeferson Gonçalves Azevedo, além das delegadas Dra. Thaís Hiraishi Couto Silva, Dra. Camila Baione e Dra. Carol Martinez, delegada e coordenadora da subsede de Ribeirão Preto.

A atividade também contou com a presença de representantes dos municípios de Araraquara e Santa Lúcia, além de representantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Durante o evento foram debatidas práticas voltadas à modernização da gestão pública, com a apresentação de experiências e metodologias que contribuem para tornar os serviços de saúde mais eficientes, humanizados, acessíveis e resolutivos.

Para a diretora de Gestão do Cuidado Ambulatorial, Lindiamara Soares, a capacitação reforça a importância da inovação e da qualificação permanente dos profissionais da área.

“Essa capacitação foi uma oportunidade importante para discutirmos soluções inovadoras para um dos grandes desafios da gestão pública em saúde, que é a organização das filas de espera e a ampliação do acesso da população aos serviços. A parceria com o Crefito-3 trouxe experiências e conhecimentos que podem contribuir diretamente para o aperfeiçoamento dos nossos processos”, destacou.

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