IRÃ - A SpaceX, empresa de Elon Musk, passou a oferecer acesso gratuito à internet por meio do sistema de satélites Starlink no Irã. A informação foi divulgada por ativistas que atuam para manter a comunicação da população iraniana com o exterior após o bloqueio da internet imposto pelo governo.
Mehdi Yahyanejad, ativista iraniano radicado em Los Angeles e envolvido no envio de equipamentos ao país, afirmou à Associated Press que o serviço já está funcionando sem custo para os usuários. Segundo ele, testes foram realizados com terminais recém-ativados dentro do Irã, confirmando a liberação do acesso.
Outros ativistas também relataram nas redes sociais que a assinatura gratuita está operacional. Em comunicado, Yahyanejad declarou que o funcionamento pleno do serviço foi verificado em território iraniano, em meio às restrições impostas pelo governo local.
Atualmente, a Starlink tem sido uma das poucas alternativas para que iranianos consigam se comunicar com o exterior desde que as autoridades interromperam o acesso à internet na noite de quinta-feira passada. O bloqueio ocorreu após a intensificação dos protestos em várias regiões do país e o início de uma repressão violenta contra manifestantes.
A SpaceX não comentou oficialmente, até o momento, a liberação do serviço gratuito. No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretendia conversar com Elon Musk para discutir o reposicionamento de satélites Starlink com o objetivo de manter a internet ativa no Irã.
Com a internet fora do ar, a avaliação independente do alcance das manifestações se tornou mais difícil, embora moradores tenham conseguido retomar chamadas internacionais nos últimos dias.
O Irã vive uma onda de protestos desde 28 de dezembro, iniciada em Teerã por comerciantes e setores da economia afetados pela desvalorização do rial e pela inflação elevada. As manifestações se espalharam rapidamente para mais de 100 cidades. A inflação anual supera 42%, e, no último ano, a moeda iraniana perdeu cerca de 69% de seu valor frente ao dólar, em um cenário agravado por sanções impostas pelos Estados Unidos e pela ONU em razão do programa nuclear do país.
Embora o governo tenha reagido inicialmente com cautela, a repressão foi intensificada nas semanas seguintes. Manifestantes passaram a ser classificados pelas autoridades como terroristas ligados aos Estados Unidos e a Israel, e há relatos de condenações à morte de pessoas detidas durante os atos.
Segundo a Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos, organização criada por iranianos no exílio, o número de mortos nos protestos já chega a pelo menos 2.571. Do total, 2.403 seriam manifestantes e 147 teriam ligação com o governo. A entidade informou ainda que ao menos 12 crianças morreram e que o número de presos ultrapassa 18.100.
por Notícias ao Minuto
Programa do IFSC/USP chega a todas as regiões do estado de São Paulo
SÃO CARLOS/SP - O programa “Vem Saber”, iniciativa de difusão científica da Universidade de São Paulo (USP) vinculada ao Instituto de Física de São Carlos (IFSC), consolida-se como uma das mais abrangentes ações de extensão universitária voltadas à educação pública no estado de São Paulo.
Com sede na área 2 do campus da USP São Carlos, no Conjunto de Apoio Didático, o programa reúne projetos que integram estudantes, professores e gestores do ensino médio em uma agenda permanente de formação, orientação acadêmica e estímulo à ciência.
Em 2025, o “Vem Saber” alcançou mais de 165 mil estudantes e aproximadamente 9.900 professores, em articulação com as Diretorias de Ensino e com parceiros institucionais como a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEDUC), o Centro Paula Souza (CPS), o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF/FAPESP) e a USP/Esalq, por meio do Instituto PECEGE.
Entre as frentes de atuação, destaca-se a “Competição USP de Conhecimentos e Oportunidades (CUCO)”, considerada a principal ação do programa. Em 2025, a CUCO registrou 157.664 estudantes inscritos e mobilizou a colaboração de 9.552 professores. Ao longo de nove edições, a competição já atingiu 936.482 participantes da rede pública estadual paulista, com adesão de 100% das Diretorias Regionais de Ensino e participação ativa da direção central do Centro Paula Souza.
A iniciativa consolidou-se como um processo formativo, com foco especial em estudantes em situação de maior vulnerabilidade social, ao articular avaliação diagnóstica, orientação vocacional e acesso a oportunidades acadêmicas.
Para o coordenador executivo do “Vem Saber”, Dr. Herbert Alexandre João, “a força da CUCO está nos professores colaboradores, que incentivam os estudantes a conhecer o processo de acesso ao ensino superior. O engajamento impressiona até mesmo quem atua na área. Na Unidade Regional de Ensino de Caieiras, por exemplo, a colaboradora trabalha há 2 anos com estudantes em privação de liberdade da Fundação Casa, ampliando a relevância e o impacto social da CUCO”, destacou Herbert João.
Outra vertente estratégica do “Vem Saber” são as visitas monitoradas ao campus da USP São Carlos, realizadas por meio do projeto Universitário por um Dia (UPD). Em 2025, o programa recebeu 57 escolas distintas, reunindo 2.121 alunos do ensino médio em atividades na Sala do Conhecimento, com a participação de estudantes provenientes de 40 cidades do estado. A experiência imersiva aproxima os jovens do ambiente universitário, apresenta carreiras científicas e tecnológicas e amplia o repertório de escolhas educacionais. Em paralelo, a plataforma do programa registrou a participação de 6.165 estudantes em cursos on-line de formação complementar, como “Decifrando seu dinheiro”, “Fotografia” e “Desenvolvimento de Aplicativos e Jogos”, ampliando o alcance territorial das ações.
No campo da formação de jovens, o projeto de pré-iniciação científica “Cientistas do Amanhã” desempenha papel central ao inserir estudantes do ensino médio em atividades orientadas de pesquisa. Entre fevereiro e dezembro de 2025, 50 estudantes participaram do projeto, dos quais 46 eram oriundos do município de Descalvado (SP), da E.E. José Ferreira da Silva. O programa concedeu 35 bolsas de fomento, sendo 34 destinadas a meninas, reforçando o compromisso institucional com a diversidade, a inclusão social e a promoção da equidade de gênero nas áreas de ciência e tecnologia.
A agenda de formação continuada de professores completa o ecossistema do “Vem Saber”. Em 2025, 290 docentes do ensino médio participaram das atividades, com a realização de quatro Orientações Técnicas envolvendo educadores das Diretorias Regionais de Ensino de Guarulhos, Zona Leste da cidade de São Paulo, Jaú, São Carlos e Araraquara. As ações priorizam metodologias ativas, atualização de conteúdos em ciências e física e a integração entre escola e universidade, contribuindo para a qualificação do ensino e para a disseminação de práticas pedagógicas inovadoras.
Ao articular competição acadêmica, visitas monitoradas, pré-iniciação científica, cursos on-line e formação docente, o “Vem Saber” constrói uma política pública de alcance estadual ancorada na cooperação interinstitucional e na vocação extensionista da USP. O programa opera como ponte entre a educação básica e o ensino superior, ampliando oportunidades, estimulando trajetórias científicas e promovendo a democratização do acesso ao conhecimento. Com resultados expressivos em 2025 e parcerias consolidadas, a iniciativa reafirma o lema que orienta sua atuação: transformar vidas por meio da educação.
Para o coordenador-geral e criador do “Vem Saber”, Prof. Antonio Carlos Hernandes, “os resultados positivos alcançados ao longo dos anos demonstram que a aproximação com a educação básica, quando bem estruturada, gera impacto real na formação e no projeto de vida dos estudantes, fortalece a escola pública e amplia as perspectivas de acesso ao ensino superior, especialmente para jovens em situação de vulnerabilidade social”, concluiu Hernandes.
EUA - A OpenAI anunciou oficialmente o lançamento de um novo modelo para a ferramenta de criação de imagens do ChatGPT. Batizado de GPT Image 1.5, o recurso foi apresentado com a promessa de avanços significativos na geração e na edição de imagens.
Segundo a OpenAI, o GPT Image 1.5 é mais eficiente para seguir instruções detalhadas dos usuários, tanto na criação de imagens do zero quanto na edição precisa de fotografias já existentes. A empresa afirma ainda que o novo modelo consegue realizar ajustes até quatro vezes mais rápido do que a versão anterior.
Outro destaque, de acordo com a companhia, é a maior fidelidade aos pedidos feitos pelos usuários. O GPT Image 1.5 teria resultados mais alinhados à intenção original de quem cria ou edita a imagem, preservando detalhes que tornam o conteúdo visual mais próximo do que foi imaginado.
O novo modelo está sendo disponibilizado globalmente para todos os usuários do ChatGPT que têm acesso à ferramenta de geração de imagens.
O lançamento ocorre em meio a uma disputa cada vez mais acirrada no setor de inteligência artificial. Nos bastidores, a iniciativa é vista como uma resposta direta aos avanços recentes do Google, que apresentou uma nova versão do modelo Gemini e uma ferramenta própria de criação de imagens.
De acordo com informações do The Wall Street Journal, o crescimento da concorrência levou o CEO da OpenAI, Sam Altman, a declarar um estado interno de alerta para acelerar o desenvolvimento do ChatGPT. A medida teria resultado na reorganização de equipes e na priorização de recursos voltados exclusivamente para tornar a plataforma mais rápida, confiável e personalizável.
Desde o lançamento do ChatGPT, no fim de 2022, a OpenAI se consolidou como uma das principais referências globais em inteligência artificial. No entanto, o avanço de rivais como o Google mostra que a corrida tecnológica segue intensa, com lançamentos frequentes e disputas diretas por inovação e liderança no setor.
por Notícias ao Minuto
CHINA - A China se encontra desenvolvendo novas restrições para bots de conversação de Inteligência Artificial de forma a limitar a capacidade desta tecnologia de influenciar as emoções dos seres humanos que interagem com ela.
Segundo a CNBC, a proposta que está sendo elaborada pela Administração do Ciberespaço poderá exigir que os menores sejam obrigados a obter a permissão dos responsáveis para interagir com estes bots de conversação de Inteligência Artificial.
Mais ainda, a proposta poderá ainda impedir que estas ferramentas de Inteligência Artificial gerem conteúdo violento, obsceno ou de jogos de azar ou que tenham conversas sobre suicídio ou outros tópicos que possam prejudicar a saúde mental dos usuários.
A proposta ainda se encontra sendo trabalhada mas, como nota a publicação, já é considerada por muitos especialistas como os primeiros meios para controlar o impacto de ferramentas de Inteligência Artificial nos seres humanos.
Sendo aprovada, a proposta deverá aplicar-se a todos os bots de conversação e ferramentas de Inteligência Artificial que “simulam uma personalidade humana e interagem com os utilizadores de forma emocional através de texto, imagens, áudio ou vídeo” que estejam disponíveis na China.
© Shutterstock
EUA - O Google anunciou, durante o evento The Android Show: XR Edition, que está desenvolvendo dois modelos de óculos com Inteligência Artificial, com previsão de lançamento de um deles já em 2026.
A empresa explicou que os projetos são criados em parceria com Samsung, Gentle Monster e Warby Parker, com a proposta de oferecer óculos leves e com design para uso diário.
Em comunicado publicado no blog oficial, o Google detalhou os dois modelos em desenvolvimento:
“O primeiro é um par de óculos de IA sem tela, que usa alto-falantes, microfones e câmeras integradas para permitir conversar naturalmente com o Gemini, tirar fotos e pedir ajuda”.
“O segundo modelo traz um display nas lentes, oferecendo informações de forma discreta e imediata, como navegação ou tradução com legendas. Os primeiros óculos chegam no próximo ano”.
Mais detalhes técnicos ainda não foram divulgados. Porém, como o Google costuma realizar o seu evento anual I/O no fim da primavera do hemisfério norte, é provável que as próximas novidades apareçam nessa ocasião.
por Notícias ao Minuto
EUA - Donald Trump levantou dúvidas no domingo sobre a possível compra da Warner Bros. Discovery (WBD) pela Netflix. Segundo ele, a gigante do streaming “já detém uma fatia muito grande do mercado”, o que poderia representar um problema para a concorrência. O presidente dos Estados Unidos afirmou ainda que pretende participar diretamente da decisão dos reguladores sobre a operação, avaliada em 83 bilhões de dólares.
Trump também revelou que Ted Sarandos, codiretor-executivo da Netflix, esteve recentemente na Casa Branca para uma reunião.
Caso o acordo seja aprovado, a Netflix passaria a controlar a HBO Max e os estúdios Warner Bros., ampliando expressivamente seu domínio no setor. Juntas, as plataformas somariam mais de 430 milhões de assinantes no mundo. O catálogo unificado incluiria franquias como Harry Potter, O Senhor dos Anéis, os heróis da DC (como Batman e Superman) e séries como Game of Thrones.
Apesar do acordo, a Netflix não assumiria os canais de TV da Warner Bros. Discovery, como Discovery Channel e CNN. Eles seriam realocados em uma nova empresa, separada e com capital aberto.
A Netflix superou concorrentes como a operadora Comcast e o grupo Paramount Skydance na disputa pela compra. David Ellison, presidente da Skydance, mantém relação próxima com Trump.
O negócio, no entanto, enfrenta resistência política. O senador republicano Mike Lee afirmou que a proposta deve “soar o alarme” em órgãos reguladores do mundo todo. Já a senadora democrata Elizabeth Warren alertou que a fusão pode “encarecer assinaturas, reduzir opções para consumidores e ameaçar empregos nos EUA”.
Uma fonte ligada às negociações disse à CNBC que existe “forte ceticismo” dentro da própria administração Trump em relação à fusão.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - O presidente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE), Derike Contri, prestigiou a XI Feira de Ciências e Tecnologia da Unidade Regional de Ensino de São Carlos, que ocorre nos dias 5 e 6 de dezembro de 2025, no Salão de Eventos da Área 1 do Campus da USP em São Carlos. Também estiveram presentes na abertura a Professora Débora Gonzales Costa Blanco, dirigente Regional de Ensino, o promotor de Justiça do Meio Ambiente, Dr. Flávio Okamoto, representando o Ministério Público, além dos vereadores Gustavo Pozzi e Bruno Zancheta, que representaram a Câmara Municipal, professores e pesquisadores de diversos departamentos e institutos da USP e CIESP.
EIXO CENTRAL: ÁGUA - A feira abrange os municípios de São Carlos, Ibaté, Ribeirão Bonito, Corumbataí, Descalvado, Dourado e Itirapina, em parceria com a Universidade de São Paulo. Neste ano, o tema da feira é “Água: dos rios aos oceanos – mudanças climáticas”, e conta com a participação de 44 escolas, 80 clubes de ciências, aproximadamente 320 alunos e 140 professores e gestores, 92 avaliadores e com expectativa de receber cerca de 2 mil pessoas por dia.
EDUCAÇÃO AMBIENTAL - O tema da Feira de Ciências e Tecnologia está alinhado ao Programa de Educação Ambiental da Diretoria de Ensino – Região de São Carlos, embasado no artigo 225 da Constituição Federal e na Política Estadual de Educação Ambiental, instituída pela Lei nº 12.780/2007 e regulamentada pelo Decreto nº 63.456/2018, que estabelece a Educação Ambiental como componente essencial e permanente da educação, devendo estar presente em âmbito estadual e municipal, de forma articulada e continuada, em todos os níveis e modalidades dos processos educativos.
O presidente do SAAE, Derike Contri, destacou a importância de ações e ambientes como este para o desenvolvimento dos jovens. “É muito importante para São Carlos ter feiras como essa, que estimulam e desenvolvem o conhecimento científico. No atual contexto de mudanças climáticas, o tema da água tem sido cada vez mais discutido, e é essencial que crianças e jovens já desenvolvam a consciência ambiental e o senso de preservação.”
SÃO CARLOS/SP - A Unidade Regional de Ensino de São Carlos (URE-São Carlos) promoverá a "XI Feira de Ciências e Tecnologia da Diretoria de Ensino - Região de São Carlos" a ser realizada nos dias 5/12 e 6/12, das 9h às 17h, no Salão de Eventos da Área 1 do Campus USP São Carlos.
Com a participação de cerca de quatrocentos estudantes e mais de cem professores, o evento irá apresentar aos visitantes os experimentos e pesquisas realizadas ao longo do ano pelos “Clubes de Ciências” das escolas estaduais da região de São Carlos, cujo tema é "Água: dos rios aos oceanos - mudanças climáticas".
Apoio do Campus USP - São Carlos
O CDCC, uma das instituições parceiras do evento, levará a exposição "São Carlos por suas bacias" que mostra, com maquetes, fotos e mapas, como os rios e córregos que atravessam São Carlos, e as áreas que os alimentam, influenciam nossa vida diária.
Já a atração “Células em Ação: descubra este universo microscópico” será apresentada pelo Espaço Interativo de Ciências (EIC/CIBFar/FAPESP/IFSC), mostrará ao visitante modelos físicos de células animal, vegetal e procariota no formato de quebra-cabeça, permitindo montar e desmontar estruturas ou então visualizá-las por meio de Realidade Aumentada.
Outras atrações relacionadas às pesquisas realizadas por grupos do campus USP São Carlos também estarão presentes, como, por exemplo, o grupo CEPOF (IFSC) que apresentará novas tecnologias e demonstrações científicas do tema “Aplicações da fotônica na saúde”.
O evento é aberto ao público e proporciona uma oportunidade única para a comunidade de São Carlos conhecer projetos inovadores desenvolvidos por estudantes de ensino fundamental e médio de escolas públicas, além de fomentar o interesse pela CIÊNCIA entre os jovens.
Evento realizado na Libraport contou com representantes da Receita Federal, Anvisa, MAPA e entidades do setor, com foco em soluções para modernização do comércio exterior
CAMPINAS/SP - Campinas sediou, na última quarta-feira (26), a quarta edição do COLFAC Transversal, encontro híbrido promovido pela Receita Federal e realizado na sede da Libraport. O evento, que funciona como um fórum ampliado de facilitação do comércio exterior, debateu as principais atualizações nas operações aduaneiras e reuniu representantes da Receita Federal, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e interlocutores do setor privado.
A iniciativa contou com o apoio do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (SINDASP) e a parceria de entidades como ABEPRA, ABRAEC, ABTRA, AER, APRA e EduComex.
O objetivo foi identificar gargalos, compartilhar boas práticas e construir soluções conjuntas para tornar os processos de importação, exportação e trânsito aduaneiro mais eficientes, alinhados à previsibilidade, segurança e conformidade exigidas pelo comércio exterior.
Temas como DUIMP em Zona Secundária, Aspectos subjetivos da Fiscalização na validação da Certificação OEA e o futuro do trânsito aduaneiro foram alguns dos temas que levantaram debates e discussões entre os participantes. Ferramentas tecnológicas e aplicações de inteligência artificial (IA) também ganharam destaque, especialmente na apresentação conduzida pelo auditor fiscal da Receita Federal, Fabrício Betto.
“O futuro do trânsito aduaneiro é uma construção coletiva da sociedade, com a interlocução diária entre órgãos anuentes e empresas do setor. A inclusão da IA já é uma realidade e irá facilitar a fiscalização, o tratamento de dados e auxiliará as empresas com OEA no fluxo mais ágil das cargas”, afirmou Betto.
Para Clayton Rodrigues, gerente de Relações Institucionais e Governança da Libraport, o evento reforça o papel estratégico da empresa como promotora de conhecimento e desenvolvimento no setor. “A Libraport é uma empresa empenhada em promover cada vez mais o conhecimento e a atualização sobre regulações, normativas e mudanças tecnológicas nos processos, para que o fluxo de cargas possa ser mais ágil, eficiente e desburocratizado”, destacou.
EUA - A OpenAI lançou na quinta-feira (20) uma ferramenta de conversa em grupo no ChatGPT. O recurso permite que até 20 pessoas troquem mensagens com a inteligência artificial em um bate-papo só.
A ferramenta está disponível para todos os usuários, incluindo os que não pagam assinatura, depois de passar por testes em Japão, Coreia do Sul, Nova Zelândia e Taiwan.
Segundo um usuário que teve acesso, a OpenAI repaginou a estratégia de colocar um colega nerd no grupo de trabalho para fazer as tarefas.
No chat em grupo, o ChatGPT nem sempre responde às mensagens dos participantes. É possível mencioná-lo, como funciona a Meta AI no WhatsApp.
A própria IA da OpenAI também analisa os diálogos e pode decidir se pronunciar, dependendo do contexto.
O chatbot também é capaz de reagir às falas dos interlocutores com emojis e interagir com as fotos dos usuários. Ele pode, por exemplo, usar as imagens de perfil dos participantes para fazer memes, caso isso seja pedido.
Os limites diários de interações com o chatbot valem no chat em grupo, mas não contam as mensagens dos outros usuários. Assim como na versão tradicional, a IA pode fazer buscas na internet e analisar documentos.
Para usar o recurso, o usuário deve clicar no ícone de "pessoas", no canto superior direito de qualquer chat. Nessa janela, é possível adicionar alguém com conta no ChatGPT ou enviar um link de compartilhamento. A plataforma, então, cria uma cópia do bate-papo, agora compartilhado.
Para entrar no bate-papo, é preciso aceitar um convite. O chat em grupo pede que os participantes informem nome e apelido e cedam uma foto. O objetivo é identificar os colaboradores, diz a OpenAI.
Cada conversa tem um administrador. Ele pode adicionar ou remover participantes do chat em grupo. Ainda pode silenciar os outros usuários. Outra opção é personalizar o tom de resposta da IA em cada bate-papo.
Os chats em grupo ficam listados na barra lateral à esquerda da página, acima dos bate-papos convencionais. Os usuários podem dar título para cada conversa.
Por questões de privacidade, a personalização do ChatGPT de acordo com o histórico de conversa com o usuário não funciona no chat em grupo. A memória da IA fica restrita ao que foi mencionado naquele bate-papo.
De acordo com a OpenAI, quando um menor de idade entra no chat em grupo, a plataforma aumenta a moderação contra conteúdos sensíveis automaticamente.
por Folhapress
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