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EUA - As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.

A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.

Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.

Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.

Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.

“Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.

A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.

Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.

Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.

A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.

De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.

Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - A Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas formada exclusivamente por agentes de Inteligência Artificial. O valor da negociação não foi divulgado.

De acordo com o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de IA da empresa, a Meta Superintelligence Labs. A ideia é ampliar o desenvolvimento de sistemas capazes de conectar diferentes agentes de Inteligência Artificial para executar tarefas voltadas a usuários e empresas.

Em comunicado, a Meta afirmou que a tecnologia da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes digitais em diferentes serviços.

“A entrada da equipe da Moltbook na Meta Superintelligence Labs cria novas maneiras de os agentes de Inteligência Artificial trabalharem para pessoas e empresas. A proposta de conectar esses agentes por meio de um diretório sempre ativo é um avanço importante em um setor que evolui rapidamente”, informou a companhia.

Apesar da aquisição, a empresa afirmou que a plataforma deve continuar funcionando normalmente, permitindo que os usuários sigam interagindo como já faziam antes da compra.

Debate sobre uso de IA ganha força
O avanço das ferramentas de Inteligência Artificial tem provocado debates em diversas áreas, incluindo o setor editorial. Recentemente, milhares de escritores publicaram um livro “em branco” como forma de protesto contra o uso de suas obras para treinar sistemas de IA sem autorização.

Entre os autores que participaram da iniciativa estão nomes conhecidos da literatura internacional, como Kazuo Ishiguro e Ali Smith.

Pressão por novas regras nas plataformas
Enquanto a tecnologia avança, também cresce a pressão por regras mais rígidas para lidar com conteúdos criados por inteligência artificial nas redes sociais.

O Oversight Board, órgão independente que analisa decisões de moderação da Meta, voltou a pedir que a empresa adote políticas mais claras para identificar e controlar esse tipo de conteúdo.

O pedido ganhou força após um caso em 2025 envolvendo um vídeo gerado por IA que mostrava supostos ataques à cidade de Haifa, em Israel, durante tensões com o Irã. O material acumulou mais de 700 mil visualizações antes de ser analisado.

Na ocasião, a Meta inicialmente decidiu não remover o vídeo nem identificá-lo como conteúdo artificial, decisão que acabou sendo revertida pelo próprio conselho.

Para o Oversight Board, a empresa precisa investir em ferramentas mais eficazes para detectar materiais manipulados e implementar medidas como marcas d’água digitais que indiquem quando um conteúdo foi criado com IA.

“A Meta deve fazer mais para combater a disseminação de conteúdos enganosos gerados por Inteligência Artificial em suas plataformas, especialmente quando envolvem temas de interesse público”, afirmou o órgão em comunicado.

A Meta ainda não comentou oficialmente as recomendações e tem até 60 dias para apresentar uma resposta formal.

 

 

por Notícias ao Minuto

JAPÃO - A produtora japonesa Capcom anunciou que “Resident Evil Requiem”, o mais recente jogo da clássica franquia de jogos de terror, vendeu 5 milhões de cópias desde que foi lançado na última sexta-feira, dia 27 de fevereiro.

O lançamento de “Resident Evil Requiem” parece ter se tornado, desta forma, no melhor desempenho da saga, chegando mais rápido ao patamar dos 5 milhões de cópias do que “Resident Evil Village” e os remakes de “Resident Evil 2” e de “Resident Evil 4”.

Se a avaliação dos jogadores na plataforma Metacritic não fosse sinal suficiente, “Resident Evil Requiem” tem sido excecionalmente bem acolhido pelos fãs. O site IGN conta mesmo que, no último fim de semana, o jogo teve um pico de 344 jogadores em simultâneo na Steam - o que constituiu um recorde para a “Resident Evil” enquanto franquia.

“Gostaríamos de expressar a nossa mais sincera gratidão pelos mais de cinco milhões de jogadores que enfrentaram os horrores de ‘Resident Evil Requiem’”, pode se ler na mensagem compartilhada pela Capcom na página oficial da franquia na rede social X, acompanhada por uma ilustração dos protagonistas do jogo, Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy.

“Obrigado por 30 anos de apoio”, escreve a Capcom.

Vale lembrar que "Resident Evil Requiem" está disponível para a PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2 e PC.

 

 

por Notícias ao Minuto

EUA - AApple lançou no final de 2025 a atualização iOS 26 com a qual introduziu o Liquid Glass, um novo design para a interface dos iPhones compatíveis com esta versão do sistema operacional que, pelos vistos, também está prestes a chegar ao WhatsApp.

Segundo o site WABetaInfo, a mais recente versão beta do WhatsApp para iOS aplica o design Liquid Glass à barra de introdução de texto nas conversas tidas através do aplicativo.

Como pode ver abaixo na imagem compartilhada por esta publicação, a barra de introdução de texto surge com um aspecto translúcido - semelhante a vidro - que será familiar para todos os usuários do iPhone já com o iOS 26 instalado.

A ideia passa por tornar o design do WhatsApp no iPhone mais em linha com o da interface do próprio smartphone, criando assim uma experiência mais homogênea. No entanto, acredita-se que o WhatsApp adotará uma abordagem cautelosa em relação à introdução deste design Liquid Glass.

“Apesar de haver um progresso claro em levar o Liquid Glass a mais elementos do app, ainda não há notícias sobre um lançamento completo para todos os usuários”, pode ler-se no WABetaInfo. “Parece que o WhatsApp continua adotando uma estratégia de lançamento faseado para o Liquid Glass. Ainda que mais lento do que inicialmente esperado, esta abordagem permite ao WhatsApp avaliar com cautela o desempenho em todos os dispositivos, afinar o comportamento visual, resolver possíveis problemas e garantir uma experiência estável antes de expandir mais a disponibilidade”.

Desta forma, teremos de aguardar um pouco mais por notícias para sabermos quando é que será disponibilizada esta atualização do WhatsApp que integrará o Liquid Glass na app para iPhones compatíveis.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - Por iniciativa do ex-reitor da Universidade de São Paulo, Prof. Carlos Carlotti, em conjunto com professores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e do Instituto de Física de São Paulo (IFUSP), foi criado o Núcleo de Excelência em Ciências e Tecnologias Quânticas da USP, que terá sede no Campus USP de São Carlos. Com aporte de recursos próprios para viabilizar rapidamente a proposta, a Universidade busca integrar e potencializar a competência já existente na área, avançando de forma estratégica em um dos campos mais promissores da ciência contemporânea.

As ciências e as tecnologias quânticas consolidam-se como pilares fundamentais do desenvolvimento das sociedades modernas, pois representam um salto de complexidade e inovação que se encontram muito além dos limites de grande parte das tecnologias atualmente empregadas em diversas áreas.

Baseada nos princípios da mecânica quântica, a ciência que descreve os fenômenos que ocorrem na escala mais íntima da matéria tem possibilitado o desenvolvimento de sistemas capazes de processar informações, medir fenômenos físicos e garantir segurança digital de formas antes consideradas impossíveis.

A computação quântica, por exemplo, promete transformar setores inteiros ao realizar cálculos extremamente complexos em velocidades incomparáveis. Questões relacionadas à simulação de moléculas, ao desenvolvimento de novos medicamentos, à otimização de rotas logísticas e à aceleração de modelos de inteligência artificial poderão ser resolvidas com muito mais eficiência, fortalecendo áreas como saúde, indústria, energia e ciência dos materiais.

Paralelamente, a comunicação quântica surge como resposta essencial às crescentes ameaças à segurança cibernética. Por meio de técnicas como a distribuição quântica de chaves, torna-se possível criar sistemas de criptografia praticamente invioláveis, garantindo proteção a dados pessoais, financeiros e governamentais e oferecendo um novo nível de confiabilidade para infraestruturas digitais críticas. Além disso, sensores quânticos abrem caminho para medições extremamente precisas de campos magnéticos, da gravidade e de outras grandezas físicas, permitindo avanços em diagnósticos médicos, monitoramento ambiental e navegação de alta precisão sem necessidade de sinais externos.

Essa precisão tende a transformar áreas como medicina, geologia, agricultura e até exploração espacial. A relevância dessas tecnologias ultrapassa o campo científico e alcança dimensões econômicas e geopolíticas: países que investem em pesquisa e inovação quântica conquistam vantagens estratégicas, ampliam sua competitividade industrial e fortalecem a proteção de seus sistemas críticos. Assim como a revolução digital redefiniu o mundo nas últimas décadas, a revolução quântica tem potencial para remodelar profundamente o futuro das sociedades.

“A criação de um núcleo de pesquisa em tecnologia quântica em uma universidade como a USP é fundamental, pois posiciona a instituição na fronteira do conhecimento científico e tecnológico. A revolução quântica em curso, envolvendo computação quântica, criptografia segura, sensores altamente precisos e novos materiais, tem potencial para transformar áreas essenciais, como saúde, energia, segurança digital, comunicações e indústria. Para uma universidade pública de excelência, estar inserida nesse cenário é vital para garantir que o país não apenas acompanhe os avanços globais, mas também contribua para ele de forma protagonista”, afirma o Prof. Vanderlei Bagnato, um dos idealizadores do projeto.

A criação do núcleo também permitirá a formação de recursos humanos altamente qualificados — algo indispensável diante da escassez mundial de profissionais especializados no campo quântico. Graduandos, pós-graduandos e jovens pesquisadores terão acesso a laboratórios especializados, equipamentos avançados e equipes multidisciplinares, ambiente propício ao surgimento de novas ideias e soluções científicas.

“O laboratório didático em novas tecnologias quânticas será um marco para o Estado e para a nação. Aqui alunos de diversos locais irão aprender como funcionam estas tecnologias e como criar instrumentos nesta área. Instrumentos como átomos frios, íons aprisionados e comunicação óptica quântica são alguns dos recursos que teremos no nosso laboratório didático”, destaca Bagnato.

O núcleo, entretanto, vai além de uma estrutura local: atuará como elemento integrador dos grupos de pesquisa distribuídos pelos diferentes campi da USP, formando uma comunidade científica coesa e dedicada ao tema, tendo o Campus USP de São Carlos como polo estruturador.

Um centro dessa natureza fortalece parcerias nacionais e internacionais, atrai investimentos e amplia a participação do Brasil em programas estratégicos de pesquisa. Países como Estados Unidos, China e membros da União Europeia têm investido intensamente em tecnologia quântica, e a ausência do Brasil nesse movimento ampliaria a dependência tecnológica nacional. A USP, como uma das principais instituições de pesquisa da América Latina, possui responsabilidade e capacidade para liderar esse esforço.

Além disso, o núcleo impulsiona a inovação ao aproximar academia, indústria e governo, permitindo que descobertas científicas resultem em aplicações práticas, startups e transferência de tecnologia. Esse processo estimula o desenvolvimento econômico, contribui para a soberania científica e fortalece setores que demandam alta capacidade computacional e segurança avançada de dados.

Por fim, a presença de um núcleo dedicado à quântica promove o avanço do conhecimento fundamental. A mecânica quântica permanece como um dos campos conceituais mais profundos e desafiadores da física, e incentivar sua pesquisa significa fomentar pensamento crítico, criatividade e inovação de longo prazo. Em um mundo no qual grandes transformações tecnológicas dependem cada vez mais do domínio de fenômenos quânticos, garantir um núcleo dessa natureza significa preparar o país para o futuro, formar líderes científicos e assegurar que a sociedade brasileira se beneficie das próximas gerações de tecnologias emergentes.

As atividades do núcleo deverão começar em breve e espera-se que esta iniciativa seja apenas o início de um conjunto mais amplo de ações que consolidem a USP como referência nacional na área.

EUA - O Discord anunciou que passará a exigir a verificação de idade de todos os usuários para liberar o acesso completo à plataforma. A mudança começa a valer em março e obrigará os perfis a comprovar que pertencem a adultos por meio do envio de um vídeo em formato de selfie ou da apresentação de um documento de identificação.

Segundo a empresa, todas as contas serão inicialmente classificadas como pertencentes a adolescentes. Para remover as restrições, será necessário concluir o processo de verificação. Usuários que não comprovarem a maioridade terão limitações no uso do serviço, como bloqueio de mensagens privadas e pedidos de amizade de pessoas desconhecidas, além de conteúdo sensível automaticamente desfocado.

A medida se soma a uma tendência recente de plataformas digitais que vêm adotando mecanismos mais rigorosos de controle de idade, especialmente para reforçar a proteção de menores.

Além da verificação manual, o Discord informou ao site The Verge que também pretende implementar um sistema de inteligência artificial capaz de estimar a idade dos usuários. A tecnologia analisará padrões de uso da plataforma, como tipos de jogos acessados, tempo de permanência no aplicativo e horários mais frequentes de atividade.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - O Espaço Interativo de Ciências (EIC) integrou a agenda de férias do Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente da Fundação CASA com uma oficina sobre os Fundamentos da Biologia Celular e Molecular, realizada nos dias 24 e 26 de janeiro.

A atividade prática experimental foi idealizada e conduzida pela educadora Gislaine Costa (EIC/IFSC), com a participação dos mediadores Benjamim Luansi, Karlo  Boscolo e Cauã Vallim, integrantes de projetos desenvolvidos no EIC.

Ao longo das oficinas, os adolescentes exploraram conceitos importantes da biologia por meio de quebra-cabeças que representavam diferentes tipos celulares, abordando noções básicas sobre células procarióticas e eucarióticas, bem como as diferenças entre células animais e vegetais. A proposta favoreceu a compreensão das estruturas celulares, suas funções e os níveis de organização dos seres vivos, a partir de uma abordagem lúdica e participativa.

A programação incluiu ainda um experimento de extração de DNA vegetal, utilizando banana, que possibilitou aos participantes visualizar o material genético presente nas células. A atividade foi finalizada com a construção de uma molécula de DNA com peças plásticas, utilizando um kit exclusivo desenvolvido pela equipe do EIC, reforçando conceitos como dupla hélice, bases nitrogenadas e complementaridade.

Para o mediador Benjamim, participante do projeto Clube de Ciências do EIC e estudante do curso de Licenciatura em Ciências Exatas da USP, a participação na atividade foi uma experiência bastante enriquecedora. Segundo ele, atuar em um ambiente distinto da sala de aula tradicional amplia sua vivência como educador e lhe proporciona a oportunidade de aplicar estratégias de ensino em contextos educacionais variados, tornando sua formação docente mais dinâmica e diversificada.

A realização da oficina foi possível a partir da articulação da educadora Gislaine Santos (EIC/IFSC) com a equipe gestora da Fundação CASA, através da encarregada técnica, Márcia Aparecida Saúde Juliak, do coordenador pedagógico Carlos Eduardo Mauricio, com apoio do diretor da unidade, Agnaldo Rios, e marca o início de uma promissora parceria, voltada ao desenvolvimento de ações educativas entre o Espaço Interativo de Ciências e o contexto socioeducativo.

 

O que é a Fundação CASA e a relevância das parcerias com a universidade

 A Fundação CASA é uma instituição vinculada ao Governo do Estado de São Paulo, responsável pela execução de medidas socioeducativas destinadas a adolescentes em conflito com a lei. Sua atuação está fundamentada na educação, na formação cidadã e na construção de novas perspectivas de vida, tendo como foco a reinserção social e o desenvolvimento integral dos jovens.

A aproximação entre a Fundação CASA e universidades, centros de pesquisa e espaços de divulgação científica configura uma estratégia interessante para ampliar o alcance e a qualidade das ações educativas no contexto socioeducativo. Para os adolescentes, essas parcerias garantem acesso a experiências formativas inovadoras, contato com o conhecimento científico e estímulo ao pensamento crítico. Para a universidade, representam uma vantagem institucional e social, ao possibilitar a extensão universitária qualificada, a aplicação do conhecimento acadêmico em contextos reais, a formação humanizada de estudantes e educadores, além do fortalecimento de seu compromisso com a transformação social.

Iniciativas construídas de forma colaborativa, como as oficinas desenvolvidas pelo EIC, evidenciam o potencial dessas parcerias universidade–instituição para gerar impactos concretos, promover inovação educacional e consolidar práticas socialmente responsáveis que beneficiam, de maneira mútua, tanto a Fundação CASA quanto a universidade.

O Espaço Interativo de Ciências (EIC) faz parte do projeto de pesquisa, inovação e difusão do conhecimento chamado “Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos” (CIBFar), um dos projetos CEPIDs, apoiados pela FAPESP.

Participam do CIBFar cerca de 23 professores/pesquisadores das seguintes Instituições: Instituto de Física de São Carlos (Instituição sede) e Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, ambas da Universidade de São Paulo; Instituto de Química da UNICAMP; Instituto de Química da UNESP-Araraquara; Departamento de Química da UFSCar-São Carlos e Departamento de Farmacologia da UNIFESP.

O EIC está instalado em um prédio histórico, no centro da cidade de São Carlos, SP, onde existem salas temáticas internamente e um Jardim Medicinal na área externa, e abriga uma equipe inteiramente dedicada à educação e à divulgação científica.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos promove, na próxima quarta-feira (11/02), às 18h, no Onovolab, mais uma audiência pública voltada à revisão do Plano Diretor. O encontro terá como destaque o debate sobre o Distrito de Inovação, também chamado de Quadrilátero de Inovação, conceito que vem ganhando espaço em cidades de médio e grande porte.

O assessor do prefeito Netto Donato, João Muller, reforçou a importância da participação da comunidade e destacou que o evento terá a presença de pesquisadores, cientistas, representantes de startups, profissionais ligados às universidades e às unidades da Embrapa. “Nós estaremos dialogando com toda a sociedade, em especial com esse público que está diretamente envolvido com a produção de conhecimento e tecnologia. Queremos discutir o Distrito de Inovação, que é uma tendência que já se observa em várias cidades e que pode ser aplicada em São Carlos”, afirmou.

Muller ressaltou que a revisão do Plano Diretor é um processo coletivo e que a Prefeitura busca ampliar os espaços de diálogo. “Estamos convidando toda a população de São Carlos para participar. Esse é mais um momento de escuta e construção conjunta, para que possamos avançar na revisão do Plano Diretor e preparar a cidade para os próximos anos”, disse.

A audiência pública no Onovolab integra a série de encontros que vêm sendo realizados pela administração municipal, com o objetivo de atualizar o Plano Diretor e alinhar o desenvolvimento urbano às demandas contemporâneas, especialmente no campo da inovação e da economia do conhecimento.

EUA - A Nasa tentará em março lançar a missão Artemis 2, cujo objetivo é levar humanos em uma viagem ao redor da Lua. A agência tomou a decisão após o ensaio concluído nesta terça-feira (3) no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nos Estados Unidos.

Antes, havia a possibilidade de voo ainda neste mês, entre os dias 6 e 8 ou nos dias 10 e 11.

Porém, decidiu-se esperar até o mês que vem para que as equipes possam avaliar melhor os dados deste primeiro ensaio, também chamado de "wet dress", a Nasa decidiu passar a mirar as janelas de lançamento do mês que vem.

O primeiro dia da janela de lançamento em março é o dia 6. O calendário inclui os dias 7, 8, 9 e 11. Depois, caso também não seja possível no próximo mês, há datas possíveis em abril -1º, de 3 a 6 e 30.

Antes de qualquer tentativa de lançamento, a Nasa ainda pretende realizar um segundo "wet dress", que em linhas gerais consiste em uma simulação de lançamento com diversos testes com o foguete SLS e a cápsula Orion já na plataforma de lançamento.

Segundo a Nasa, neste primeiro teste, por exemplo, houve o abastecimento do foguete para avaliar possíveis problemas.

Com a mudança de janela, a agência afirmou que Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen vão ser liberados da quarentena em Houston. O quarteto estava isolado desde o dia 21 de janeiro para garantir que não houvesse exposição a doenças que pudessem comprometer a missão.

Eles devem entrar em isolamento novamente em torno de duas semanas antes da próxima janela de lançamento. Quando enfim embarcarem na viagem lunar eles se tornarão os primeiros seres humanos a deixar a órbita da Terra desde a missão Apollo 17, em dezembro de 1972.

 

 

por Folhapress

EUA - A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende iniciar testes com novos modelos de assinatura em suas redes sociais. A proposta é oferecer funcionalidades extras e opções avançadas para usuários dispostos a pagar por uma experiência diferenciada nas plataformas da empresa.

A confirmação veio após um desenvolvedor divulgar rumores sobre uma possível assinatura no Instagram, que permitiria ao usuário identificar, entre as contas que segue, quais não o seguem de volta. Embora não tenha detalhado quais recursos farão parte desses pacotes, a Meta afirmou que o objetivo é criar uma experiência premium no Facebook, Instagram e WhatsApp.

A empresa explicou que pretende lançar diferentes combinações de funcionalidades e que cada assinatura será específica para cada plataforma. Segundo a Meta, ainda não há uma estratégia definitiva, e os recursos exclusivos passarão por testes antes de uma eventual implementação em larga escala.

Além das novas funções pagas, a Meta também planeja integrar aos seus produtos um agente de inteligência artificial chamado Manus, adquirido por cerca de US$ 2 bilhões. A ferramenta deve ser incorporada gradualmente ao Facebook, Instagram e WhatsApp.

Paralelamente, a Meta enfrenta um novo processo judicial nos Estados Unidos. A empresa é acusada de conseguir “armazenar, analisar e acessar praticamente todas as conversas supostamente privadas dos usuários do WhatsApp”. De acordo com a Bloomberg, a ação envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Austrália, Índia, México e África do Sul, que alegam ter obtido informações por meio de denunciantes internos.

Os autores da ação afirmam que, apesar da criptografia de ponta a ponta anunciada pelo WhatsApp, a Meta teria acesso ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma. A empresa, no entanto, nega veementemente as acusações.

Em resposta, a Meta classificou as alegações como “categoricamente falsas e absurdas” e reiterou que o WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta há mais de dez anos, com base no protocolo Signal. A companhia afirmou ainda que pretende buscar sanções contra a equipe jurídica dos autores da ação, que tenta transformar o processo em uma ação coletiva envolvendo mais de dois bilhões de usuários do aplicativo.

 

 

por Notícias ao Minuto

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