EUA - Um adolescente de 19 anos declarou-se culpado pelo homicídio de uma mulher de 28 anos, que morreu durante um ato de abuso sexual, em Rutland, no estado norte-americano do Ohio, em março do ano passado. O jovem, que é membro da comunidade Amish, ofereceu-se não só para dar a notícia ao pai da vítima, como também para ajudar nos preparativos das cerimônias fúnebres.
Samuel Hochstetler foi condenado a uma pena que vai dos 25 anos à prisão perpétua, além de ter sido obrigado a registar-se como agressor violento e agressor sexual de Nível III, de acordo com um comunicado divulgado pelo Gabinete do Procurador do Condado de Meigs, na passada sexta-feira.
A mesma nota assinalou que o julgamento do adolescente, que ficou sem efeito com a admissão de culpa, começaria na segunda-feira seguinte, dia 27 de julho.
Segundo a acusação, Rosanna Kinsinger “morreu por asfixia posicional enquanto Hochstetler mantinha relações sexuais não consentidas com ela”. Nessa linha, “Hochstetler causou deliberadamente a morte de Rosanna Kinsinger enquanto cometia estupro”.
Em 12 de março de 2025, a jovem estava trabalhando com o adolescente e outras pessoas na construção de uma estufa, de acordo com a Court TV.
“O acusado e Rosanna não estavam namorando, não tinham um relacionamento, não estavam juntos, não se encontravam, nem mantinham uma relação sexual casual”, frisou o procurador James Stanley, que adiantou que, segundo testemunhas, Kinsinger não gostava particularmente de Hochstetler, pese embora o indivíduo estivesse “se comportando de uma forma que parecia estar se exibindo perante Rosanna ou tentando flertar com ela”.
Quando não apareceu no trabalho, amigos e vizinhos dirigiram-se à sua caravana, onde se depararam com uma cabra, que teria entrado pela porta dos fundos. Rosanna foi encontrada no quarto, nua, deitada de barriga para baixo e curvada sobre a cama. O adolescente assumiu, então, “a responsabilidade de ser quem iria dizer ao pai de Rosanna que ela tinha morrido”.
“O Ministério Público considera que, além de ter estuprado e assassinado Rosanna, talvez a coisa mais cruel que ele fez tenha acontecido a seguir, quando se ofereceu para ir à quinta dos Kinsinger para os ajudar nas tarefas e preparar o celeiro para o funeral dela. Não só ajudou, como foi um convidado bem-vindo na casa deles. E não foi apenas um convidado durante o dia; foi um convidado durante a noite e passou lá a noite de sexta-feira, a noite de sábado e a noite de domingo, depois de ter assassinado Rosanna. Os pais e irmãos de Rosanna não faziam ideia de que tinham acolhido o assassino dela na sua casa e de que ele esteve ali mesmo, com eles, durante todo o tempo em que choravam a sua perda”, afirmou.
Stanley detalhou que a jovem foi vítima de uma agressão sexual violenta, tendo morrido durante o ataque. “Acreditamos que as provas demonstram que o estuprador ou lhe prendeu o rosto nos cobertores ou lhe cobriu o rosto com os cobertores com tanta força que lhe deslocou a mandíbula inferior”, concretizou.
A defesa, por sua vez, argumentou que o asfixiamento foi o “resultado da sua falta de experiência”, sugerindo que se tratou de um acidente.
“Peço desculpa por tudo o que fiz. Quem me dera poder voltar àqueles dias e construir uma vida diferente. Não sei como expressar plenamente o quanto lamento tudo isto”, disse o adolescente, numa breve declaração diante do tribunal.
por Notícias ao Minuto Brasil
EUA - Uma mulher de 36 anos foi presa e acusada de homicídio e posse ilegal de arma de fogo após matar um homem que estava escondido debaixo da cama da filha, em Memphis, no estado do Tennessee, nos Estados Unidos.
Policiais foram chamados para atender a uma ocorrência de disparos e, ao chegarem ao endereço, encontraram a vítima caída no jardim da residência, inconsciente e com um ferimento de bala na nuca.
Segundo o mandado de prisão obtido pela revista People, a suspeita, identificada como Kendra Scott, disse aos investigadores que voltou para casa e encontrou um homem escondido debaixo da cama da filha.
"Fiz o que tinha que fazer", afirmou à polícia.
A vítima, identificada como Rodderius Morton, morreu ainda no local.
Um vizinho contou aos policiais que saiu de casa após ouvir um disparo e viu o corpo próximo à varanda. Segundo o relato, Kendra segurava uma arma e repetia: "Eu atirei, eu atirei".
Durante a investigação, uma adolescente que mora na residência revelou ter convidado Morton para entrar na casa por volta de 1h20. Ela afirmou que, pouco depois, a mãe chegou gritando: "Quem está na minha casa?".
Ainda de acordo com o depoimento, a mulher já havia feito ameaças anteriormente caso encontrasse algum rapaz dentro da residência.
A adolescente relatou que Kendra encontrou Morton escondido sob sua cama. O homem recolheu seus pertences e deixou a casa, momento em que o tiro foi disparado.
Em declaração à revista People, o advogado da acusada, Blake Ballin, afirmou que o episódio começou com "o pior pesadelo de qualquer pai" e informou que a adolescente envolvida tem 13 anos.
Segundo o defensor, uma das principais questões do processo será determinar se alguém conseguiria agir de forma racional diante de uma situação como essa.
Kendra Scott permanece presa sem direito à fiança. A primeira audiência do caso está marcada para 24 de julho.
por Notícias ao Minuto
EUA - A atriz Kaylee Hottle, que ganhou projeção ao interpretar Jia em Godzilla vs. Kong (2021), morreu aos 18 anos após um acidente de carro ocorrido na manhã de terça-feira (21), no estado de Maryland, nos Estados Unidos.
A informação foi confirmada pelo pai da artista, Joshua Hottle, em entrevista ao TMZ. Segundo ele, a jovem sofreu um grave acidente e não resistiu aos ferimentos, morrendo durante o trajeto até o hospital.
Joshua também comunicou a morte da filha em uma transmissão ao vivo de cerca de 23 minutos nas redes sociais. Utilizando a Língua Americana de Sinais (ASL), ele contou que precisou viajar até Maryland para realizar os procedimentos legais relacionados à liberação do corpo.
Nascida em Atlanta, no estado da Geórgia, Kaylee fazia parte de uma família composta por várias gerações de pessoas surdas. Ela iniciou a carreira artística aos 9 anos, participando de campanhas publicitárias, incluindo um anúncio de utilidade pública para um aplicativo de videochamadas bastante utilizado pela comunidade surda e por pessoas com deficiência auditiva.
No cinema, ficou conhecida por viver Jia, uma adolescente que se comunica com King Kong por meio da linguagem de sinais, em Godzilla vs. Kong. O sucesso do papel levou a atriz a retornar à franquia em Godzilla x Kong: O Novo Império, lançado em 2024.
por Notícias ao Minuto
AUSTRÁLIA - Uma mulher australiana foi acusada de matar o próprio filho, de 4 anos, e de cozinhar partes do braço da criança. O caso aconteceu no último sábado (4), em Wyong, na Austrália.
Segundo as autoridades, a mulher, de 32 anos, se apresentou a uma delegacia e confessou o crime. Após o relato, policiais foram até o apartamento onde ela morava e encontraram a criança sem vida.
Inicialmente, a polícia informou que o menino apresentava ferimentos graves em um dos braços e que investigava a possibilidade de canibalismo. A suspeita foi posteriormente reforçada pela própria mãe, que teria admitido ter cozinhado partes do corpo do filho.
Exames foram realizados em amostras de saliva, sangue e unhas da mulher para verificar as declarações feitas por ela. Por questões legais, as identidades da mãe e da criança não foram divulgadas.
O caso também levantou questionamentos sobre a atuação dos serviços de proteção infantil. Mãe e filho já tinham sido alvo de várias denúncias ao Departamento das Comunidades e Justiça de Nova Gales do Sul.
De acordo com a imprensa britânica, vizinhos haviam relatado situações preocupantes envolvendo a mulher e a criança. Entre os registros, estavam histórico de violência e abuso de drogas. A própria mãe da suspeita já teria pedido uma ordem judicial contra ela.
Kate Washington, ministra das Comunidades e da Família de Nova Gales do Sul, afirmou que o departamento responsável pela proteção infantil recebeu várias denúncias envolvendo a criança antes do crime. Segundo o The Guardian, a última queixa relacionada à família havia sido feita há 18 meses.
“Hoje, muitas pessoas em Nova Gales do Sul se perguntam como isso aconteceu e se poderia ter sido feito mais para proteger essa criança. Queremos entender se havia algo que poderíamos ter feito de forma diferente para oferecer mais proteção”, afirmou a ministra.
A mulher compareceu ao tribunal no domingo e não pediu liberdade mediante pagamento de fiança. Ela deve voltar ao tribunal local de Wyong no dia 1º de setembro.
por Notícias ao Minuto
EUA - A polícia do estado de Iowa, nos Estados Unidos, investiga a morte de seis pessoas encontradas com ferimentos causados por disparos de arma de fogo na segunda-feira. O caso também deixou um sétimo morto, apontado pelas autoridades como o autor dos ataques.
De acordo com o jornal The Guardian, policiais foram chamados a uma residência na cidade de Muscatine, onde encontraram quatro vítimas já sem vida.
O principal suspeito foi identificado como Ryan Willis McFarland, de 52 anos. Ele ainda estava vivo quando foi localizado pelas autoridades, mas teria tirado a própria vida ao ser abordado pelos policiais.
Durante as buscas, os agentes encontraram outras duas vítimas em locais diferentes da cidade. Uma delas estava dentro de uma residência, enquanto a outra foi localizada nas proximidades de uma empresa.
Em comunicado, autoridades locais lamentaram a tragédia.
“É com profunda tristeza que compartilhamos as notícias deste episódio devastador que atingiu nossa comunidade e envolveu a família McFarland”, afirmaram.
Segundo o chefe da polícia de Muscatine, Anthony Kies, as primeiras investigações indicam que o crime pode estar relacionado a uma longa disputa familiar.
As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente divulgadas. No entanto, a emissora ABC informou que duas delas eram crianças.
Informações preliminares apontam ainda que uma das vítimas fatais seria Lesa McFarland, esposa do suspeito.
“Hoje não tenho palavras para descrever esse ato de violência e o impacto que ele causou em nossa comunidade”, declarou Anthony Kies.
A polícia segue investigando o caso e pediu a colaboração da população para esclarecer as circunstâncias do crime. As autoridades confirmaram que Ryan McFarland possuía antecedentes criminais, mas não divulgaram detalhes sobre as ocorrências anteriores.
por Notícias ao Minuto
ESPANHA - Um homem matou nesta terça-feira (19) a ex-companheira em plena rua de Figueres, na Espanha, após ser detido e solto duas vezes em dois dias. Testemunhas que presenciaram o crime reagiram e acorrentaram o suspeito até a chegada da polícia.
Crime ocorreu em uma praça pública e foi testemunhado por várias pessoas. Segundo o jornal El País, o suspeito, um espanhol de 48 anos, matou a ex-companheira -uma mulher trans hondurenha de 33 anos- a facadas que atingiram o tórax, braços, costas e pescoço e, depois, caminhou até uma fonte para lavar o sangue das mãos.
Serviços de emergência foram acionados. A vítima, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Vídeos mostram momento em que suspeito é cercado por testemunhas. Imagens gravadas por testemunhas mostram o momento em que o suspeito é derrubado por pessoas que estavam no local. Ele foi imobilizado e acorrentado até a chegada da polícia. Outras imagens também registraram o ataque à mulher.
Suspeito foi preso no domingo (17) por abuso e ameaças e foi liberado. Ele acabou sendo detido novamente na segunda (18), por agressão, abuso, danos à propriedade e violação de uma ordem de restrição, de acordo com a publicação.
Homem aceitou acordo judicial por violência doméstica. Ele teria recebido uma pena de prisão de seis meses e uma ordem de restrição que o proíbe de se aproximar da vítima a menos de 250 metros e de se comunicar com ela por um ano e quatro meses".
Assassinato ocorreu horas depois. O crime contra a ex-companheira ocorreu na madrugada de terça-feira.
por Folhapress
IBATÉ/SP - A Polícia Civil do Estado de São Paulo abriu investigação para apurar um homicídio ocorrido na noite deste sábado (9), na Rua Itirapina, no Jardim Cruzado, em Ibaté.
A vítima, identificada como Edemilson Santana de Queiroz, foi baleada no tórax e morreu no local antes de receber atendimento médico.
Após serem acionados, policiais militares compareceram ao endereço e realizaram a preservação da área para o trabalho da perícia. Técnicos da Polícia Científica também estiveram presentes coletando informações e evidências que possam auxiliar nas investigações.
Até o fechamento desta reportagem, o suspeito pelos disparos não havia sido encontrado. A motivação do crime ainda é desconhecida.
CHINA - A influenciadora taiwanesa Wang Wei-Chien morreu aos 29 anos após enfrentar um câncer. A informação foi confirmada por representantes de sua empresa e ganhou repercussão internacional nos últimos dias.
Ela havia sido diagnosticada com linfoma em 2021, mas demorou a buscar atendimento médico. Os primeiros sinais, como dores e inchaço no braço, foram inicialmente interpretados como consequência de esforço físico. A situação só mudou quando percebeu a presença de um caroço, o que a levou a procurar ajuda especializada. Mesmo após o início do tratamento, a doença avançou rapidamente.
Ao longo da batalha contra o câncer, Wang compartilhou momentos de sua rotina com os seguidores nas redes sociais, onde reunia mais de 18 mil pessoas. Em uma das publicações, mostrou a surpresa preparada pelo namorado e por amigos, que rasparam o próprio cabelo em apoio a ela. “No momento em que eu os vi, comecei a chorar, minhas emoções simplesmente explodiram. Eles me mostraram que eu não precisava ter medo”, escreveu.
Conhecida pelo conteúdo sobre beleza, ela também era fundadora da marca Hermacy. Após a confirmação da morte, a empresa anunciou o encerramento das atividades. Em comunicado, afirmou que Wang era peça central no funcionamento do negócio e que não seria possível dar continuidade ao projeto.
Na biografia de suas redes, a influenciadora se apresentava como a “embaixadora contra o câncer mais bonita”, título que recebeu de seus seguidores durante o tratamento.
por Notícias ao Minuto
EUA - A escritora infantil Kouri Richins foi considerada culpada na segunda-feira pelo assassinato do marido, Eric Richins, ocorrido em 4 de março de 2022, nos Estados Unidos. De acordo com a decisão do júri, o crime foi motivado por interesses financeiros, incluindo o recebimento do seguro de vida, além do desejo de iniciar uma nova vida com um amante.
Após cerca de três semanas de julgamento, os jurados levaram apenas três horas para chegar ao veredito. As investigações apontaram que Eric morreu após ingerir uma bebida adulterada com uma dose letal de fentanil, substância altamente potente.
O caso chamou atenção internacional também pelo comportamento da autora após a morte do marido. Meses depois do crime, Kouri lançou o livro infantil “Are You With Me?”, no qual aborda o luto sob a perspectiva de crianças que perdem um dos pais, obra inspirada, segundo ela, na experiência dos próprios filhos.
Durante o processo, a promotoria apresentou evidências de que a escritora já havia tentado envenenar o marido anteriormente, no Dia dos Namorados daquele mesmo ano, ao adulterar um alimento. A tentativa não teve sucesso, mas reforçou a tese de premeditação.
Além do homicídio qualificado, Kouri foi condenada por tentativa de homicídio, fraude de seguro e falsificação. Segundo os promotores, ela enfrentava sérios problemas financeiros, com dívidas que ultrapassavam 4 milhões de dólares relacionadas a negócios imobiliários.
A acusação sustentou que a ré planejou o crime para acessar o dinheiro do seguro de vida do marido e resolver suas pendências financeiras, além de viabilizar uma nova vida ao lado de outra pessoa.
Durante o julgamento, a promotoria descreveu Kouri como alguém que mantinha uma imagem pública de sucesso, mas que, na realidade, enfrentava dificuldades financeiras significativas.
O casal vivia com os três filhos na cidade de Kamas, em Utah, região próxima a Park City. Segundo a investigação, Kouri considerava o divórcio, mas não queria abrir mão dos recursos financeiros do marido, o que teria contribuído para a motivação do crime.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - A Polícia Militar prendeu na tarde desta quinta-feira (5) o terceiro suspeito de participação em um assalto ocorrido pela manhã em Bauru, quando uma família foi rendida dentro de casa. Após o crime, os criminosos fugiram e acabaram perseguidos por equipes policiais até a região de São Carlos.
Durante a fuga, os suspeitos trocaram tiros com a polícia na rodovia Washington Luís (SP-310). Um dos envolvidos morreu no confronto. Os demais conseguiram escapar inicialmente e seguiram em direção à rodovia SP-215, onde abandonaram o veículo usado na fuga e correram para uma área de mata.
Horas depois, policiais localizaram um dos suspeitos escondido em uma área de vegetação próxima a um sítio no bairro Jardim Novo Horizonte, em São Carlos, onde ele acabou preso.
O terceiro integrante do grupo foi detido no período da tarde. Segundo a Polícia Militar, ele estava escondido dentro de um veículo Tracker que pertenceria à ex-companheira do segundo suspeito. A mulher teria saído de Porto Ferreira para buscá-lo.
O caso começou pela manhã, em Bauru, quando pelo menos três homens invadiram a casa de uma família, renderam as vítimas e roubaram diversos objetos, além de um carro. O veículo foi recuperado pela polícia durante a operação, junto com parte dos itens levados no assalto. A ocorrência foi registrada e segue sob investigação.
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