Oportunidade une capacitação e atividades práticas na maior empresa pública do país
BRASÍLIA/DF – As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz dos Correios começam nesta segunda-feira (23). Ao todo, estão disponíveis 548 vagas (quadro de vagas), além de cadastro reserva, para todo o país. Podem se candidatar estudantes com idade entre 14 e 21 anos completos no ato da contratação, que estejam cursando, no mínimo, o 9º ano do Ensino Fundamental. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site dos Correios até o dia 11 de abril de 2026.
Do total de vagas ofertadas, 10% são destinadas a pessoas com deficiência, 25% a candidatos que se autodeclararem pretos ou pardos, 3% para indígenas e 2% para quilombolas.
O processo seletivo considerará critérios socioeconômicos informados no formulário de inscrição eletrônica, priorizando jovens em situação de vulnerabilidade social. A pontuação e demais regras estão detalhadas no edital.
A jornada de trabalho será de 20 horas semanais, distribuídas em quatro horas diárias, com atividades teóricas, realizadas em entidade qualificada em formação técnico-profissional, e práticas, desenvolvidas nos Correios. Os jovens aprendizes selecionados receberão salário-mínimo-hora, conforme o piso salarial de cada estado, além de vale-transporte, vale-refeição ou alimentação e uniforme.
Em 15 anos do programa, milhares de jovens tiveram a oportunidade de conquistar a primeira experiência profissional na maior empresa pública do país, com vivência prática aliada à capacitação e à preparação para o mercado de trabalho.
O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. Todas as informações estão disponíveis no site dos Correios.
EUA - As grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos vêm promovendo cortes de pessoal nos últimos anos, e a Meta pode estar se preparando para mais uma rodada de demissões. Segundo informações divulgadas pela agência Reuters, a companhia avalia reduzir em mais de 20% o número de funcionários, o que poderia atingir entre 15 mil e 16 mil trabalhadores.
A empresa já havia iniciado 2026 com cortes superiores a mil postos de trabalho. Agora, novas reduções podem ocorrer em meio ao forte investimento da companhia em projetos ligados à inteligência artificial.
Dados citados pela Reuters indicam que a Meta encerrou 2025 com cerca de 79 mil funcionários. Caso a redução de cerca de 20% seja confirmada, milhares de pessoas poderão ser desligadas da empresa nos próximos meses.
Ainda de acordo com a publicação, executivos da companhia teriam orientado líderes de diferentes áreas a começarem a planejar possíveis reduções nas equipes. O número final de demissões, no entanto, ainda não estaria definido.
Procurada pela Reuters, a Meta afirmou que nenhuma decisão foi tomada até o momento e classificou as informações divulgadas como especulativas.
“Trata-se de um artigo especulativo sobre abordagens teóricas”, afirmou um porta-voz da empresa em nota.
A possível reestruturação ocorre em um momento em que a companhia liderada por Mark Zuckerberg amplia investimentos em inteligência artificial e realiza aquisições para fortalecer sua presença nesse setor.
Recentemente, a Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas voltada exclusivamente para agentes de inteligência artificial. O valor da transação não foi divulgado.
Segundo o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de inteligência artificial da empresa, chamada Meta Superintelligence Labs.
A companhia afirmou que a integração da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes de inteligência artificial por pessoas e empresas.
De acordo com a Meta, a tecnologia desenvolvida pela plataforma permite conectar diferentes agentes de IA por meio de um diretório permanente, o que pode ampliar o uso dessas ferramentas em serviços digitais.
Apesar da aquisição, a empresa informou que a Moltbook continuará funcionando normalmente, e os usuários da rede social poderão continuar utilizando a plataforma sem mudanças imediatas.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia da Prefeitura de São Carlos apresentou o balanço da ação de empregabilidade 50+, realizada nos dias 26 e 27 de fevereiro na Casa do Trabalhador. O evento mobilizou mais de 300 atendimentos e contou com a participação de 17 empresas, que realizaram entrevistas, encaminhamentos e divulgaram oportunidades de trabalho.
Segundo os dados levantados, foram registrados 120 atendimentos voltados especificamente ao público com 50 anos ou mais. No total, 138 vagas foram oferecidas pelas empresas presentes, das quais 78 tiveram entrevistas presenciais. Além disso, os serviços da Casa do Trabalhador incluíram habilitações no Seguro-Desemprego, emissão de Carteira de Trabalho Digital, encaminhamentos para vagas e orientações diversas.
O Departamento de Apoio ao Empreendedor realizou 32 atendimentos, enquanto o Departamento de Políticas de Emprego para a Juventude contabilizou 23 inscrições em cursos profissionalizantes, em áreas como hidráulica, bordado, fabricação de salgados e inteligência artificial. O Banco do Povo também esteve presente, com três atendimentos voltados a linhas de crédito.
Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, o resultado confirma a relevância da iniciativa. “A ação consolidou-se como um instrumento essencial de incentivo à empregabilidade e ao empreendedorismo, estabelecendo nosso compromisso com a promoção de oportunidades para a população com 50 anos ou mais”, afirmou.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, promove no sábado, 7 de março, mais uma edição da Casa do Trabalhador Itinerante. A ação será realizada das 9h às 12h na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Antônio Stella Moruzzi.
O projeto tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços oferecidos pela Casa do Trabalhador. Entre os atendimentos previstos estão orientações sobre empregabilidade, divulgação de cursos de qualificação profissional, informações sobre linhas de crédito do Banco do Povo e suporte ao Microempreendedor Individual (MEI).
Além dos serviços voltados ao trabalho e renda, a Secretaria Municipal do Clima e do Meio Ambiente participará da iniciativa com a distribuição de mudas para os interessados, destacando o caráter comunitário e sustentável da ação.
Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, a proposta busca aproximar os serviços públicos da população. “Nosso compromisso é garantir que os cidadãos tenham acesso a oportunidades de capacitação e geração de renda, fortalecendo o desenvolvimento local”, afirmou. A EMEB Antônio Stella Moruzzi fica à rua Teotônio Vilela, nº 501, no Jardim São Rafael.
BRASÍLIA/DF - O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse hoje (3), em São Paulo, que o governo poderá enviar um projeto de lei com urgência para o Congresso Nacional, caso as discussões que tratam sobre a jornada de trabalho, como o fim da escala 6x1 e a redução de horas semanais, não caminhem na"velocidade desejada”.
A urgência impõe que tanto a Câmara dos Deputados quanto o Senado tenham 45 dias para deliberar o tema, sob pena de trancamento da pauta.
“Tem um debate importante com a direção das duas Casas [Câmara e Senado]. O presidente [da Câmara] Hugo Motta assumiu conosco de tocar as duas coisas: as PECs [Proposta de Emenda à Constituição] que estavam lá e também os projetos de lei [PL] vigentes que estão tramitando na Casa. Evidentemente que o PL pode ter uma velocidade maior que o da PEC. Mas o governo não descarta, a depender da conversa entre o presidente Hugo Mota e o presidente Lula, de mandar um projeto de lei em urgência. Se as coisas não caminharem na velocidade desejada, nós podemos encaminhar um projeto de lei com urgência que, acredito, seria a possibilidade dela evoluir”, disse o ministro, durante entrevista coletiva em que divulgou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
Uma das PECs que tramitam atualmente no Congresso aumenta de um para dois dias o descanso mínimo semanal — preferencialmente aos sábados e domingos - e diminui de 44 para 36 horas o tempo máximo de trabalho semanal, sem contar horas extras. Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais.
Durante entrevista a jornalistas, Marinho disse considerar viável o fim da jornada 6×1, mas ressaltou que a prioridade do governo é a redução de jornada que, em sua visão, já deveria ter ocorrido.
“Nesta fase, acredito sinceramente que é plenamente possível reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais. E, portanto, isso pode levar à condição de acabar com a escala 6x1, que é o grande sonho de milhões de trabalhadores e trabalhadoras, em particular do comércio e serviço.”
Ele também reiterou que não há discussão atualmente no governo sobre compensações fiscais às empresas como contrapartida para a mudança. Para ele, “o pressuposto para a compensação é o aumento da produtividade”.
“Não faz sentido, na minha opinião, pensar em incentivos fiscais para a questão [da redução] da jornada parcial”, disse o ministro.
“É preciso que o mundo empresarial, os trabalhadores e suas representações colaborem no sentido de melhorar o ambiente do mundo do trabalho. Se você evitou acidente, evitou doenças, você vai aumentar a produtividade. Se você investir em tecnologia, você vai garantir o aumento da produtividade. E o Brasil precisa melhorar a produtividade”, afirmou.
Em janeiro, o Brasil apresentou saldo positivo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada, segundo o Caged. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos.
Apesar do balanço positivo, este foi o pior janeiro desde 2024, com saldo de 173.127 novos postos de trabalho. Segundo o ministro, a queda que vem sendo observada ocorre por causa dos juros altos (Selic), atualmente estabelecida em 15% ao ano.
“Cantamos essa bola desde 2004. O ritmo do juro praticado [em patamar elevado] ia levar a uma diminuição da velocidade [da criação de novos empregos]. Então, o que aconteceu foi uma diminuição da velocidade”, explicou.
Segundo o Caged, quatro setores tiveram um desempenho positivo em janeiro, com destaque para o da indústria, que teve um saldo positivo de 54.991 postos de trabalho. Em seguida aparece o da construção, com 50.545 de saldo; serviços (40.525) e agropecuária (23.073). Já o setor de comércio teve um desempenho negativo, com saldo de -56.800 postos de trabalho.
No acumulado de doze meses (entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026), o saldo de novos vínculos celetistas foi de 1.228.483.
O Caged apontou ainda que o salário médio real de admissão em janeiro deste ano foi de R$ 2.289,78, o que representou uma variação positiva de R$ 77,02 em relação a dezembro do ano passado.
AGÊNCIA BRASIL
IBATÉ/SP - A Prefeitura Municipal de Ibaté, por meio da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Grupo Lupo, vai realizar um mutirão de emprego para as mulheres da cidade na terça-feira, dia 03 de março.
Representantes da empresa estarão em Ibaté para realizar entrevistas com as mulheres interessadas.
As vagas são para o cargo de Operadora Polivalente Têxtil, com vagas afirmativas destinadas a mulheres. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal em contribuir com a geração de renda e fortalecer o desenvolvimento da cidade, contando também com o suporte da Secretaria de Assistência Social no acolhimento e orientação das candidatas.
Serão distribuídas 50 senhas às 8h e 50 senhas às 13h.
As entrevistas acontecerão no Centro Comunitário “João Baptista Lopes”, na Rua Dr. Teixeira de Barros, ao lado do Estádio Municipal Dagnino Rossi, às 8h30 e às 13h30.
A Prefeitura destaca a importância das candidatas comparecerem com RG, CPF e Carteira de Trabalho e reforça que não será permitida a presença de acompanhantes. Lembrando que as vagas são destinadas para as pessoas que não tiveram vínculo empregatício com a empresa.
A parceria com o Grupo Lupo é fundamental para fortalecer a geração de renda em Ibaté, criando oportunidades reais de inclusão produtiva. A iniciativa demonstra que, quando o poder público e a iniciativa privada caminham juntos é possível transformar oportunidades em renda e autonomia, promovendo a inclusão social e o fortalecimento das famílias do município.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, realiza nos dias 26 e 27 de fevereiro, das 8h às 17h, na Casa do Trabalhador "Antônio Cabeça Filho", a ação “50+: Emprego, Qualificação, Empreendedorismo e Novas Oportunidades”, voltada à inclusão, reinserção e valorização de pessoas com 50 anos ou mais no mercado de trabalho e no empreendedorismo.
A iniciativa reconhece a experiência, a trajetória profissional e o potencial produtivo do público 50+, que muitas vezes enfrenta desafios para retornar ao mercado formal ou iniciar um novo negócio. O evento oferecerá um ambiente acolhedor, com serviços gratuitos, orientação profissional, qualificação e oportunidades reais de geração de renda.
Durante os dois dias, a programação contará com atendimentos integrados e palestras. Na área de emprego, haverá encaminhamento de candidatos para entrevistas, orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital, habilitação ao Seguro-Desemprego e elaboração de currículos. Empresas também participarão, realizando processos seletivos no local.
Para quem deseja empreender ou fortalecer o próprio negócio, o Banco do Povo apresentará linhas de crédito, como Empreenda Rápido, Empreenda Mulher e Empreenda Afro.
A Sala do Empreendedor oferecerá serviços como abertura e encerramento de MEI, emissão da Guia DAS, parcelamento de débitos, alteração cadastral, apoio na declaração anual e indicação de cursos em parceria com o SEBRAE.
A ação contará ainda com a participação da Fundação Educacional São Carlos (FESC), que apresentará os programas Universidade Aberta da Terceira Idade e Universidade Aberta do Trabalhador; do Senac, com divulgação de cursos; do SEST/SENAT, com apresentação de serviços e capacitações; e do INSS, que abordará as modalidades de aposentadoria. O escritório Buck & Marin Advogados prestará orientações jurídicas das 15h às 17h. O Cadastro Único, vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, também estará presente.
Entre as palestras confirmadas estão:
* Sebrae – Empreendedorismo 50+, com Antônio Volante Junior (26/02, às 9h);
* Etec Paulino Botelho – Atendimento ao Cliente, com Cássia Regina Aparecida de Azevedo (26/02, às 15h);
* Departamento de Apoio à Economia Solidária – Geração de renda na melhor idade, com Caio Yamazaki Saravalle (27/02, às 9h);
* INSS – Modalidades de Aposentadoria, com Elizangela Lelis da Cunha (27/02, às 15h).
A ação é gratuita e aberta ao público 50+, reforçando o compromisso da Prefeitura com a valorização da experiência profissional, a inclusão produtiva e o fortalecimento da autonomia financeira dessa parcela da população.
Serviço
Local: Casa do Trabalhador "Antônio Cabeça Filho"
Datas: 26 e 27 de fevereiro
Horário: das 8h às 17h
Público-alvo: pessoas com 50 anos ou mais.
BRASÍLIA/DF - O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, voltou a afirmar nesta segunda-feira (23) que acabar com a escala 6x1 é uma das principais prioridades do governo federal este ano.
“A proposta que nós estamos defendendo, junto com o [presidente Luiz Inácio] Lula é o fim da escala 6x1, ou seja, no máximo 5x2. No mínimo, o trabalhador ter dois dias de descanso por semana livres e reduzir a jornada máxima para 40 horas semanais sem redução de salário”, explicou.
Durante a participação na estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boulos disse que há muita resistência de empresários contra a medida, mas que já era esperado, à exemplo de outros avanços históricos como a implantação do salário mínimo, do 13º salário ou férias remuneradas.
“Eu nunca vi patrão defender aumento de direito do trabalhador. Ele sempre vai ser contra, sempre vai contar um monte de lorota dizendo que vai acabar [com a economia]. O fato é que tudo isso foi aprovado historicamente no Brasil e a economia não ruiu”, afirmou.
Boulos disse ainda que aprovar a PEC da Segurança Pública também é prioridade para que um Ministério da Segurança Pública possa ser criado com atribuições estabelecidas por lei.
A garantia de direitos do trabalhador de aplicativos de transporte também está entre um dos esforços do governo federal para este ano, destacou o ministro.
Para ele é necessário estabelecer taxas de percentual fixas a serem repassadas às empresas que operam os aplicativos, para que o trabalhador não seja lesado.
“A empresa só faz a intermediação tecnológica. Liga o passageiro ao motorista, faz a gestão de um aplicativo, ela não troca um pneu, não tem um carro, não dirige, e de cada viagem ela fica com 50% do lucro do trabalhador. Isso é inaceitável”, disse.
De acordo com o ministro, o debate se estende aos entregadores por aplicativo. No final do ano passado, a pasta liderada por Boulos anunciou a criação de um grupo de trabalho para formular propostas de regulação trabalhista para a categoria.
A participação do ministro Guilherme Boulos no programa de estreia comandado pelo jornalista José Luiz Datena foi transmitida ao vivo dos estúdios da Rádio Nacional, em São Paulo.
O ministro informou que retorna ainda nesta segunda-feira a Brasília para uma reunião com lideranças indígenas do estado do Pará que protestam contra o Decreto nº 12.600, de agosto de 2025, que inclui as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND).
No final de semana, representantes do Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita) ocuparam o escritório da multinacional Cargill, que opera no Porto de Santarém, no Pará, exigindo a revogação do decreto, por considerarem que os efeitos de medida ameaçam o meio ambiente e a soberania alimentar dos povos.
“Eu tenho defendido que o governo atenda a pauta indígena e eu acho que tem possibilidade real disso acontecer. Eu acredito que hoje vamos ter notícias boas sobre isso”, adiantou Boulos.
Ao ser questionado sobre uma medida mais efetiva, como a revogação do decreto, o ministro disse que a decisão ainda passará pelo debate com outros ministérios que participaram da construção do decreto.
“Esse decreto foi publicado antes de eu entrar no governo, mas te adianto que a minha defesa é que a gente consiga atender à reivindicação deles que é justa e necessária”, afirmou.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO PAULO/SP - Levantamento divulgado pela Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados mostrou que 73% dos brasileiros são a favor do fim da escala 6x1 sem redução salarial. A pesquisa foi divulgada na quarta-feira, 11.
De acordo com o estudo, 63% dos entrevistados disseram inicialmente ser favoráveis ao fim da escala 6x1, sem considerar a questão salarial, enquanto 22% afirmaram ser contrários.
A taxa de aprovação cresce 10 pontos percentuais quando os entrevistados contrários são questionados se passariam a apoiar a proposta caso ela não implicasse redução de salário.
Por outro lado, 28% se dizem favoráveis ao fim da escala 6x1 mesmo que haja diminuição nos vencimentos.
Segundo o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, os dados indicam que o apoio diminui quando a proposta envolve perda de renda. "Quase todo mundo é a favor de uma jornada de trabalho menor, mas pouca gente aceita abrir mão de recursos financeiros em troca disso", afirmou.
O levantamento apontou ainda que:
28% são a favor do fim da escala 6x1, mesmo com redução do salário;
30% apoiam o fim da escala 6x1, desde que não haja redução salarial;
11% são contra o fim da escala 6x1, mesmo sem redução de salário;
10% são contra, mas apoiariam se não houvesse redução salarial;
6% não são nem a favor nem contra;
5% são a favor do fim da escala 6x1, mas não se posicionaram quanto à redução de salário;
1% é contra o fim da escala 6x1, mas não opinou sobre a questão salarial.
Entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 71% são favoráveis ao fim da escala 6x1, 15% são contrários e 15% não opinaram. Já entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 53% apoiam o fim da escala, 32% são contrários e 15% não se posicionaram.
A pesquisa também mostrou que 62% dos brasileiros afirmaram já ter ouvido falar do tema, mas apenas 12% disseram entender bem o que a proposta significa. Outros 35% nunca ouviram falar das discussões sobre o fim da escala 6x1.
Foram entrevistadas 2.021 pessoas com 16 anos ou mais, nas 27 unidades da federação, entre 30 de janeiro e 5 de fevereiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Na segunda-feira, 9, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu anexar a PEC da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que trata do tema, a outra proposta semelhante apresentada em 2019 pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que estava parada na Comissão de Constituição e Justiça.
A jornalistas, Motta afirmou que o debate sobre a escala 6x1 é "inadiável".
por Estadao Conteudo
SÃO CARLOS/SP - Em 2025, o estado de São Paulo consolidou sua liderança nacional na criação de empregos formais, com 311.228 novas vagas com carteira assinada, segundo dados da Fundação Seade, baseados no Caged do Ministério do Trabalho e Emprego. Esse desempenho representa quase um quarto de todas as oportunidades abertas no Brasil no período, reforçando o papel estratégico do estado na economia nacional.
Dentro desse cenário, São Carlos aparece como um dos destaques entre cidades de porte médio. O município registrou 1.893 novos postos de trabalho, superando dezenas de outras localidades paulistas como Cotia, Mogi das Cruzes, Bauru, Piracicaba e Diadema. A performance coloca São Carlos na 24ª posição no ranking estadual, à frente de 76 cidades.
Esse resultado ganha relevância quando comparado a centros urbanos de perfil parecido, mostrando que São Carlos conseguiu manter um ritmo sólido de geração de empregos, mesmo diante da forte concorrência regional. A cidade se posiciona como polo de inovação e qualificação profissional, fatores que têm atraído investimentos e ampliado a oferta de vagas.
A secretária de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, atribui o bom desempenho ao ambiente criado pela atual administração municipal. “A gestão do prefeito Netto Donato tem trabalhado para oferecer condições favoráveis à geração de emprego e renda. As parcerias estabelecidas com instituições como Sesi, Senac e Sest/Senat, além de diversas empresas locais, têm sido fundamentais para qualificar o trabalhador e prepará-lo para as demandas do mercado. Esse esforço coletivo enche São Carlos de orgulho e reforça nossa vocação como cidade inovadora e empreendedora”.
CONTEXTO ESTADUAL - O setor de Serviços foi o grande motor da geração de empregos em São Paulo, responsável por cerca de 185 mil vagas, seguido por Comércio (61,5 mil), Construção (23,5 mil), Indústria (22,6 mil) e Agropecuária (18,5 mil). Além disso, o Estado registrou o maior salário médio de admissão do país em 2025, com R$ 2.597,14, acima da média nacional de R$ 2.294,62.
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