SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, realizou no último sábado (31/01) a ação da Casa do Trabalhador Itinerante no bairro Cidade Aracy. A iniciativa ocorreu das 9h às 12h, em tendas montadas no estacionamento do Supermercado Pane Silvio, localizado na Rua Antonio Busto Alabarca, nº 305.
A ação teve como objetivo aproximar os serviços públicos da população, facilitando o acesso a oportunidades de emprego, orientações profissionais e demais atendimentos voltados aos trabalhadores do município.
De acordo com o secretário adjunto de Trabalho, Emprego e Renda, Roberto Rado, foram realizados 82 atendimentos durante o período da ação. Desse total, 46 foram relacionados a vagas de emprego, 33 a inscrições em cursos de qualificação profissional e três atendimentos voltados à linha de crédito do Banco do Povo.
“Levar a Casa do Trabalhador Itinerante para a Cidade Aracy é um passo importante para aproximar os serviços públicos de quem mais precisa. Nosso objetivo é facilitar o acesso da população às oportunidades de emprego, à qualificação profissional e às políticas de incentivo ao empreendedorismo, sem que o cidadão precise se deslocar até o centro da cidade”, ressalta Paula Knoff, secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia.
A secretária finalizou afirmando que essa é uma diretriz da administração municipal: estar presente nos bairros, ouvir a população e oferecer soluções concretas para a geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico
De segunda a sexta-feira todos esses serviços estão disponíveis na Casa do Trabalhador “Antônio Cabeça Filho”, localizada na avenida São Carlos, nº 1.839, no Centro.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos encerrou o ano de 2025 com saldo positivo na geração de empregos formais. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, Emprego e Renda, o município registrou 1.893 novos postos de trabalho entre janeiro e dezembro. Foram 47.527 contratações contra 45.634 demissões no período.
O resultado representa um avanço importante para a economia local. Em comparação com 2024, houve um crescimento de 14% na criação de vagas. No ano anterior, o saldo havia sido de 2.868 empregos.
O setor industrial foi o grande destaque, responsável por 1.162 novos postos de trabalho, o que corresponde a mais de 61% do saldo positivo do ano. O comércio aparece em segundo lugar, com 343 vagas, seguido pelos serviços (255), agropecuária (72) e construção civil (61).
O prefeito Netto Donato comemorou os números e destacou que São Carlos está consolidando um ambiente favorável para novos investimentos. “Encerrar 2025 com saldo positivo de 1.893 empregos é motivo de orgulho para nossa cidade. Estamos criando condições para que empresas invistam e gerem oportunidades. A chegada do Covabra, que vai abrir entre 300 e 400 vagas, e o investimento do Paulistão, com 200 empregos diretos e R$ 25 milhões aplicados na cidade, mostram que São Carlos está no caminho certo para fortalecer sua economia e ampliar a oferta de trabalho para nossa população”.
A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, reforçou o otimismo ressaltando a importância dos resultados. “Os números confirmam que São Carlos tem potencial para atrair investimentos e gerar empregos de qualidade. A indústria foi o motor da economia em 2025 e, com os novos empreendimentos que estão chegando, temos confiança de que 2026 será ainda mais promissor”.
Companhia participa de mutirão nacional para retificação de nome civil e destaca o desenvolvimento de lideranças trans
SÃO PAULO/SP - No marco do Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, hoje, a Arcos Dorados, responsável pela operação do McDonald’s em 21 países da América Latina e Caribe, reforça seu compromisso com a inclusão e o impacto social ao endereçar um dos maiores desafios enfrentados por essa população no Brasil: o acesso ao trabalho digno e o reconhecimento da identidade.
Um estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, das quase 39 mil pessoas trans monitoradas, apenas uma em cada quatro possuía um emprego formal em 2023. Enquanto as estatísticas confirmam os obstáculos no mercado de trabalho para esse grupo, a Arcos Dorados atua para mudar essa lógica. A companhia investe no ciclo completo de inclusão, que começa na geração de oportunidades, respeito e no acolhimento, e se estende a benefícios alinhados a possíveis demandas e promoção de cargos, inclusive de gestão, assegurando que nenhum marcador social seja um obstáculo para o crescimento profissional.
Um dos pilares centrais dessa atuação é o respeito à identidade. Internamente, a companhia garante o uso do nome social em todos os seus sistemas e rotinas, independentemente da retificação prévia dos documentos civis, permitindo que pessoas trans sejam reconhecidas e respeitadas. Esse compromisso se reflete também em iniciativas de bem-estar e nas diferentes expressões de identidade de gênero, como a adoção de uniformes não binários e programas de saúde, que incluem acesso a apoio psicológico, contribuindo para um ambiente de trabalho mais inclusivo e respeitoso.
Agora, a empresa expande seu compromisso com a comunidade ao participar do mutirão de retificação de nome civil "Meu nome de verdade", promovido pelo Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. A iniciativa visa oferecer apoio na organização da documentação necessária, como certidões e comprovantes, facilitando o trâmite jurídico. A participação da Arcos Dorados visa desburocratizar o acesso a um direito fundamental, permitindo que a identidade civil desses cidadãos esteja em conformidade com sua realidade.
Além disso, para a Arcos Dorados, a visibilidade deve vir acompanhada de oportunidades reais de crescimento. A empresa mantém uma estrutura que viabiliza que profissionais trans alcancem posições de liderança e supervisão, desafiando o cenário comum de estagnação profissional deste grupo. Atualmente, 1,5% dos cargos de liderança são ocupados por pessoas trans na companhia.
"Nossa missão é ser uma porta de entrada para o mercado de trabalho, mas, acima de tudo, um ambiente onde as pessoas possam ser reconhecidas e respeitadas desde o primeiro dia. Aqui, o desenvolvimento profissional é pautado pelo talento e pela dedicação. Ao apoiar ações como o mutirão de retificação, reafirmamos que o respeito à identidade é o alicerce para qualquer trajetória de sucesso", afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da Divisão Brasil da Arcos Dorados. A companhia conta com mais de 900 colaboradores que se identificam como trans e quase um terço deles utiliza nome social em todas as comunicações na empresa.
É o caso da Sirena Bessa, 20 anos, que está construindo no Méqui uma trajetória marcada por acolhimento, crescimento e representatividade. Há 11 meses na empresa, ela entrou como Atendente e recentemente foi promovida ao cargo de Embaixadora da Experiência do Cliente, destacando-se pelo desenvolvimento profissional e pela identificação com os valores de respeito e diversidade no ambiente de trabalho. Sirena utiliza seu nome social e relata uma vivência de apoio tanto da equipe quanto da gestão. Para ela, estar no mercado de trabalho é uma conquista pessoal e coletiva, que reafirma a possibilidade de uma vida digna e com oportunidades, especialmente para pessoas trans, historicamente excluídas desses espaços. “Entrar no mercado de trabalho foi uma vitória muito grande para mim. Saber que tenho um espaço, que sou respeitada pelo que sou, me faz acreditar que pessoas trans podem sim ter uma vida comum e romper os obstáculos que a sociedade ainda tenta nos impor”.
Com esse olhar estratégico e consistente, a companhia sustenta uma trajetória que avança ano após ano e reafirma seu compromisso em construir ambientes mais diversos, inclusivos e capazes de refletir a sociedade brasileira em toda a sua pluralidade.
Empresa firma parceria com a CRRC para fabricação de trens, trazendo empregos e fortalecendo Araraquara como polo tecnológico e industrial do futuro
ARARAQUARA/SP - Araraquara deu hoje as boas-vindas à KANGNI, empresa chinesa de engenharia ferroviária, em uma visita institucional que marcou o início de uma parceria estratégica com a CRRC. O encontro no Paço Municipal reuniu representantes da empresa e secretários municipais, destacando o potencial de desenvolvimento econômico e tecnológico que chega à cidade.
O prefeito de Araraquara, Dr. Lapena, recebeu os representantes da KANGNI - empresa especializada em sistemas de portas para trens e metrôs, além de componentes para veículos de nova energia. A visita contou com a presença do gerente geral da KANGNI Brasil, Xue Shengbo, do gerente da fábrica de Araraquara, Kong Liang, e do colaborador Felipe Inomata.
Durante o encontro, o prefeito, acompanhado do secretário de Governo, Leandro Guidolin, e da secretária de Comunicação, Paula Cardoso, destacou a importância da chegada da empresa.
“Araraquara está consolidando sua posição como cidade do futuro, com expansão industrial e tecnológica. A chegada da KANGNI representa novas oportunidades de emprego e crescimento não apenas para nossa cidade, mas para toda a região e o país”, afirmou Dr. Lapena.
A KANGNI operará em parceria com a CRRC, fabricante de trens, reforçando a cadeia produtiva ferroviária na cidade. Com presença internacional e participação significativa no setor na China, a empresa já fornece componentes para grandes fabricantes como Bombardier, Alstom e Siemens. Essa experiência garante a qualidade e o padrão tecnológico que serão implementados em Araraquara, fortalecendo o município como polo de inovação no setor de transporte sobre trilhos.
Além do impacto econômico direto, a parceria deve gerar capacitação técnica local, atração de novos investimentos e modernização da infraestrutura industrial da cidade. Para Araraquara, a chegada da KANGNI é mais um passo no planejamento estratégico de desenvolvimento sustentável e inovação tecnológica, consolidando o município como referência nacional em expansão industrial e tecnológica.
SÃO CARLOS/SP - O bairro Cidade Aracy recebe, no dia 31 de janeiro, a primeira edição de 2026 da Casa do Trabalhador Itinerante, iniciativa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. A ação será realizada das 9h às 12h, no estacionamento do Supermercado Pane Silvio, localizado na Rua Antonio Busto Alabarca, nº 305.
O projeto tem como objetivo aproximar os serviços públicos da população, facilitando o acesso a oportunidades de emprego, orientações profissionais e outros atendimentos voltados aos trabalhadores. A proposta é levar, de forma descentralizada, uma estrutura completa para diferentes regiões do município, garantindo praticidade e acessibilidade.
Durante o atendimento, os moradores poderão usufruir de diversos serviços relacionados ao mercado de trabalho, contribuindo para a inclusão produtiva, a geração de renda e o fortalecimento da economia local. A iniciativa é especialmente direcionada a trabalhadores que enfrentam dificuldades de deslocamento até os postos fixos de atendimento.
Com a realização da Casa do Trabalhador Itinerante, o poder público reafirma o compromisso com a descentralização dos serviços, a valorização do trabalhador e a promoção de políticas públicas voltadas à ampliação do acesso ao emprego e à qualificação profissional.
BRASÍLIA/DF - A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 autoriza a criação de 78.674 vagas e o provimento de 85.128 cargos nos três Poderes. A medida abre espaço para novos concursos públicos e para a recomposição do quadro de servidores ao longo do ano.
O total de cargos a serem providos inclui tanto vagas atualmente abertas quanto aquelas que devem surgir em 2026 em razão de aposentadorias, falecimentos ou exonerações. Já a criação de cerca de 78 mil novos cargos representa a ampliação do quadro de pessoal e passou a valer após a aprovação do Orçamento, por envolver aumento de despesa.
Ao todo, as despesas previstas para 2026 com concessão de vantagens, reajustes salariais e alterações na estrutura das carreiras somam R$ 8,3 bilhões. Desse total, R$ 4,2 bilhões estão destinados ao Poder Executivo federal, enquanto R$ 2,7 bilhões irão para o Judiciário.
Cerca de R$ 2,2 bilhões serão direcionados ao provimento de cargos efetivos na área de educação, além de R$ 2,4 bilhões para outras funções fora desse setor. No Judiciário, o maior impacto orçamentário será na Justiça Eleitoral, com custo estimado de R$ 274 milhões para o preenchimento de vagas.
Distribuição das vagas
Os números incluem tanto cargos efetivos, preenchidos por servidores concursados, quanto funções comissionadas, que não exigem concurso público. Do total autorizado, 75.509 vagas criadas e 79.872 cargos a serem providos concentram-se no Executivo federal.
A maior parte das autorizações está voltada à área de educação, especialmente para universidades e institutos federais, com previsão de provimento de 22.580 vagas para professores e técnicos-administrativos. Fora desse setor, estão previstos cerca de 48 mil cargos com provimento imediato.
A LOA também autoriza o preenchimento de 8.209 vagas para recomposição de efetivo no Exército, na Marinha e na Aeronáutica, além de cargos para a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e para o Ministério das Relações Exteriores (MRE).
No Poder Judiciário, estão previstas a criação e o provimento de 6.983 vagas. A maior parte será destinada à Justiça Eleitoral, que terá suas atividades intensificadas em função das eleições deste ano. Também é esperado o provimento de cargos no Legislativo, no Ministério Público e na Defensoria Pública da União.
Concursos em ano eleitoral
Com a proximidade das eleições, cresce a preocupação sobre a realização de concursos públicos, publicação de editais e nomeação de novos servidores. Segundo Eduardo Cambuy, professor do Gran Concursos, não há proibição para a realização de concursos em ano eleitoral.
“A vedação é em relação à nomeação e à posse, e mesmo assim apenas nos três meses que antecedem a eleição”, explica. Na prática, as nomeações ficam proibidas entre o fim de junho e o início de julho. De acordo com Cambuy, a regra serve como salvaguarda da legislação eleitoral para evitar o uso dessas medidas como instrumento de campanha.
Com isso, a expectativa é de que o primeiro semestre concentre maior volume de atividades relacionadas a concursos públicos. A proibição de nomeações durante o período eleitoral atinge, em regra, todos os Poderes e órgãos da administração pública, mas há exceções, especialmente no Judiciário. Nesses casos, se o concurso tiver sido homologado antes do início do período de restrição, o tribunal pode realizar nomeações e posses mesmo nos três meses que antecedem a eleição.
Para os demais Poderes, a regra é mais rígida. Ainda que o concurso já esteja homologado, as nomeações e posses ficam proibidas. Há exceções também para reposições decorrentes de aposentadoria, morte ou exoneração. “Quando você repõe servidores que se aposentaram ou deixaram o cargo, isso não configura campanha eleitoral, é apenas reposição”, afirma o especialista.
Entre os concursos que devem concentrar maior atenção em 2026, Cambuy destaca o Concurso Nacional Unificado (CNU), no Executivo. “A expectativa é que seja homologado até abril ou, no máximo, maio, para que as convocações ocorram ainda nesse período”, diz.
Outro destaque é o concurso do Banco do Brasil. Por se tratar de uma sociedade de economia mista, o banco segue regras próprias, mas, segundo o professor, também sofre influência do calendário eleitoral, especialmente devido ao envolvimento político de seus dirigentes.
por Folhapress
SÃO CARLOS/SP - A Casa do Trabalhador “Antônio Cabeça Filho”, em São Carlos, disponibiliza 287 vagas de emprego em diversas áreas. O levantamento mostra que os setores de produção e logística concentram a maior parte das oportunidades, com destaque para funções que não exigem experiência prévia. O cargo de auxiliar de linha de produção lidera a lista com 100 vagas destinadas ao setor de abate de aves, exigindo apenas ensino fundamental incompleto e disponibilidade para diferentes turnos. Outro destaque é o posto de auxiliar de produção em Ibaté, que oferece 20 vagas para atividades de laminação de tubos e conexões em plástico reforçado com fibra de vidro, pedindo ensino fundamental completo e veículo próprio para locomoção. Na área de logística, há 10 vagas para auxiliar de operação, voltadas para movimentação e armazenagem de produtos, além de carga e descarga de caminhões, e outras 10 vagas para auxiliar operacional de logística, que exigem ensino fundamental completo e oferecem jornada de segunda a sábado. O setor agropecuário aparece com 10 vagas para auxiliar de produção em granjas, responsáveis pela coleta de ovos, limpeza e abastecimento de aves.
Além dessas oportunidades em maior número, o boletim traz vagas em áreas como comércio, serviços gerais, construção civil, saúde e atendimento ao público. Entre elas estão açougueiro, carpinteiro, costureira, farmacêutico, atendente de padaria, consultor de vendas e empregada doméstica. A maioria dessas funções exige experiência mínima de seis meses e escolaridade variando entre ensino fundamental e médio.
Para se candidatar, os trabalhadores devem apresentar carteira de trabalho, número do PIS, documentos pessoais como RG, CPF ou CNH e comprovante de endereço atualizado. O encaminhamento para as vagas só é feito mediante agendamento prévio, que pode ser realizado pelo site da Prefeitura de São Carlos, pelo telefone (16) 3376-6561 ou presencialmente na própria Casa do Trabalhador, na Avenida Carlos, 1.800. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
A secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paula Knoff, destacou a importância dessas oportunidades ao afirmar que São Carlos conta hoje com 287 vagas abertas.
Segundo ela, “é uma chance real para trabalhadores com diferentes níveis de escolaridade ingressarem ou se recolocarem no mercado e o compromisso da secretaria é garantir que essas oportunidades cheguem às pessoas de forma transparente e eficiente”.
SÃO PAULO/SP - O Governo de São Paulo possui ferramentas para apoiar quem busca emprego no começo do ano, época com maiores chances de recolocação profissional. São 7,4 mil vagas nos Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) e 3,6 mil na plataforma Trampolim. As oportunidades também passam pela oferta de microcrédito para investir em negócios até plataformas que conectam o candidato diretamente com o empregador. Conheça as iniciativas da Secretaria do Desenvolvimento Econômico:
A plataforma Trampolim reúne vagas de emprego e cursos de qualificação em um só lugar. Por lá, o candidato pode aplicar para vagas de acordo com a área e com a localização de sua preferência. Além disso, também encontra cursos de qualificação para conseguir concorrer às melhores vagas.
O Trampolim é uma plataforma digital gratuita. Além de apresentar uma curadoria de vagas de emprego e cursos, ela também oferece testes de habilidades e uma ferramenta para criação de currículo profissional.
Há também uma seção dedicada exclusivamente para o público idoso que busca recolocação profissional. Por lá, o público 60+ consegue acessar microcrédito e cursos de qualificação profissional. Saiba mais no site do Trampolim.
O Governo de São Paulo conta com mais de 200 Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), presentes em todo o estado. O equipamento concentra serviços gratuitos à população, destinados à geração de emprego e renda.
Os PATs realizam a intermediação de mão de obra. O objetivo é promover a recolocação do trabalhador no mercado de trabalho por meio de buscas junto ao Sistema Nacional de Emprego (SINE). Assim, o equipamento reduz os custos e o tempo de espera tanto para o trabalhador quanto para o empregador.
Além disso, nos PATs, o cidadão também encontra o serviço de habilitação ao seguro-desemprego. Assim, o trabalhador desempregado tem acesso a assistência financeira temporária em virtude da dispensa sem justa causa.
Para atendimento nas unidades, deve-se comparecer diretamente ao Posto mais próximo com RG, CPF e Carteira de Trabalho. Os endereços estão disponíveis em: www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/pats/.
A Região Metropolitana de São Paulo e as cidades de Campinas e Sorocaba lideram a oferta de empregos no estado de São Paulo. Veja as principais vagas de emprego oferecidas pelos PATs:
Veja as principais vagas de emprego ofertadas no Trampolim:
O programa Banco do Povo é uma iniciativa de microcrédito produtivo para apoiar pequenos empreendedores formais e informais. O principal objetivo é oferecer acesso a recursos financeiros com condições facilitadas, incluindo taxas de juros reduzidas e prazos de pagamento acessíveis, possibilitando investimentos nos negócios.
Para ter acesso à linha de crédito do Banco do Povo, é preciso apresentar um certificado de conclusão de um dos cursos de qualificação empreendedora do Qualifica SP ou do Sebrae – Banco do Povo Paulista. O Estado de São Paulo conta com unidades físicas do Banco do Povo para o atendimento dos interessados. Veja aqui a relação completa.
EUA - O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana encerrada em 20 de dezembro caiu 10 mil, a 214 mil, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento do Trabalho na quarta-feira, 24. O número contrariou projeção da FactSet, que esperava alta a 232 mil.
O número de pedidos de auxílio da semana anterior permaneceram inalterados em 224 mil.
Na semana até 13 de dezembro, os pedidos continuados subiram 38 mil em relação ao nível revisado, a 1,923 milhão. A projeção de analistas era de queda a 1,865 milhão. Esse dado é divulgado com uma semana de atraso.
por Estadao Conteudo
SÃO PAULO/SP - O estado de São Paulo melhorou os indicadores relacionados ao mercado de trabalho em 2024. Na comparação com 2022, de acordo com dados do IBGE divulgados no início de dezembro, houve aumento no número de ocupados, queda no número de desocupados e avanço no rendimento dos trabalhadores. A taxa de desocupação saiu de 9,1% em 2022 para 6,2% em 2024 – o menor índice em 12 anos. Já o número de trabalhadores desocupados caiu 30% em dois anos.
A população ocupada saltou de 22,8 milhões em 2022 para 24,1 milhões em 2024 – foram mais 1,25 milhão de pessoas entrando no mercado, aumento de 5,5%.
Quando se trata de trabalhadores com carteira assinada, houve avanço de 680 mil ocupados – alta de 4,3%.
Ao se verificar a taxa de desocupação por grupos de idade, houve queda nos grupos de 14 a 29 anos (de 16,5% para 10,7%), de 30 a 49 anos (de 6,7% para 4,7%) e a partir de 50 anos (5,1% para 4,4%).
Além disso, a taxa de desocupação teve maior queda entre as mulheres e a população preta ou parda.
O IBGE analisou ainda o percentual de trabalhadores por grupos de horas trabalhadas e por tempo sem trabalhar e procurando emprego. No primeiro caso, houve aumento de ocupados nas jornadas de 31 a 39 horas, de 40 a 44 horas e mais de 49 horas.
Entre o percentual de desocupados por tempo sem trabalhar e procurando emprego, cuja queda foi de 30% em dois anos, a maior diminuição foi entre os períodos de mais de um mês a menos de um ano, de um ano a menos de 2 anos e mais de dois anos.
Confira abaixo os destaques dos dados do mercado de trabalho de SP:
– População ocupada em 2024
24,114 milhões: aumento de 1,251 milhão (5,5%)
– População ocupada em trabalhos formais em 2024
16,397 milhões: aumento de 680 mil (4,3%)
–População desocupada em 2024
1,598 milhão: queda de 690 mil (30%)
– Taxa de desocupação em 2024
6,2%: queda de 2,9 pontos percentuais
– Pessoas ocupadas distribuídas por percentual por nível de escolaridade em 2024
Sem instrução ou fundamental incompleto: 13,3% – aumento de 0,3 ponto percentual
Ensino fundamental completo ou médio incompleto: 12,3% – aumento de 0,2 ponto percentual
Ensino superior completo: 28,4% – aumento de 0,1 ponto percentual
– Taxa de desocupação por grupos de idade em 2024
14 a 29 anos: 10,7% – queda de 5,8 pontos percentuais
30 a 49 anos: 4,7% – queda de 2 pontos percentuais
50+: 4,4% – queda de 0,7 ponto percentual
– Taxa de desocupação por sexo em 2024
Homens: 5,1% – queda de 2,3 pontos percentuais
Mulheres: 7,5% – queda de 3,6 pontos percentuais
– Taxa de desocupação por cor ou raça em 2024
Branca: 5,4% – queda de 2,7 pontos percentuais
Preta ou parda: 7,3% – queda de 3,5 pontos percentuais
– Percentual de pessoas ocupadas por grupos de horas trabalhadas em 2024
De 31 a 39 horas: 4,3% – aumento de 0,1 pp
De 40 a 44 horas: 57,2% – aumento de 0,4 pp
49 horas+: 13,7% – aumento de 0,7 pp
– Distribuição percentual de desocupados por tempo sem trabalhar e procurando trabalho em 2024
Mais de um mês a menos de um ano: 39,4% – queda de 1,1 ponto percentual
De um ano a menos de 2 anos: 13,8% – queda de 1,5 ponto percentual
Dois anos+: 23,1% – queda de 1,5 ponto percentual
Rendimento
O rendimento médio dos trabalhadores teve aumento de 9% em dois anos, chegando a quase R$ 4 mil em 2024. Já o ganho por hora subiu 11%.
Entre os trabalhadores com carteira assinada, o rendimento médio subiu 4,5% de 2022 para 2024.
Os maiores aumentos foram nos grupos de idade de 14 a 29 anos e mais de 60. Em relação ao nível de escolaridade, os maiores avanços foram entre os sem instrução ou fundamental incompleto e com ensino superior completo.
Veja abaixo os dados sobre o rendimento:
– Rendimento médio do trabalho principal em 2024
R$ 3.760: aumento de R$ 297 (8,6%)
– Rendimento médio de todos os trabalhos em 2024
R$ 3.884: aumento de R$ 322 (9%)
– Rendimento-hora médio do trabalho principal em 2024
R$ 22,9: aumento de R$ 2,2 (10,6%)
– Rendimento-hora médio de todos os trabalhos em 2024
R$ 23: aumento de R$ 2,3 (11%)
– Rendimento médio do trabalho principal com carteira assinada em 2024
R$ 3.541: aumento de R$ 154 (4,5%)
– Rendimento médio do trabalho principal por idade em 2024
14 a 29 anos: R$ 2.525 – aumento de R$ 278 (12,4%)
30 a 49 anos: R$ 4.230 – aumento de R$ 295 (7,5%)
50 a 59 anos: R$ 4.073 – aumento de R$ 247 (6,5%)
60+: R$ 4.133 – aumento de R$ 406 (10,9%)
– Rendimento-hora médio do trabalho principal por nível de escolaridade em 2024
Sem instrução ou fundamental incompleto: R$ 14,2 – aumento de R$ 1,4 (11%)
Ensino fundamental completo ou médio incompleto: R$ 13,3 – aumento de R$ 1 (8%)
Ensino médio completo ou superior incompleto: R$ 16,1 – aumento de R$ 1,4 (9,5%)
Ensino superior completo: R$ 42,1 – aumento de R$ 4,3 (11,4%)
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