SÃO CARLOS/SP - O auditório do Paço Municipal recebeu, nesta sexta-feira (20/03), o evento “Compartilhando Caminhos: Histórias reais de autonomia, desafios e conquistas”, em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março. O encontro reuniu autoridades, entidades e famílias, além de apresentações culturais como a do coral da APAE.
Durante o evento, o secretário da Pessoa com Deficiência e Paradesporto, Rafinha Almeida, lembrou que o protagonismo das pessoas com síndrome de Down deve ser reconhecido. “Essa data nos faz refletir sobre a autonomia dessas pessoas. Em São Carlos, temos entidades que desenvolvem trabalhos sérios e comprometidos, além de iniciativas no paradesporto, como a paranatação, que mostram que elas são capazes e protagonistas de suas próprias histórias”, afirmou.
Representando o grupo de acolhimento Trevo 21, Mariana Precaro reforçou a necessidade de informação para combater preconceitos. “Recebemos as famílias logo no nascimento, para orientar e trocar experiências. Ainda há muita desinformação: muitos acham que síndrome de Down é doença ou confundem com autismo. Quanto mais informação circula, mais conseguimos incluir de fato. Hoje vemos pessoas com Down em diferentes ambientes de trabalho, mostrando que são plenamente capazes”, destacou.
O presidente da Câmara, vereador Lucão Fernandes, ressaltou que a data é um momento de reflexão sobre igualdade e diversidade. “Somos todos diferentes e, ao mesmo tempo, iguais. A luta pela inclusão é diária. Muitas vezes enfrentamos muros difíceis, mas é nosso dever, como representantes do povo, garantir que esses direitos sejam conquistados. Temos avançado muito, e isso se deve ao trabalho incansável das instituições e das famílias”, disse.
O prefeito Netto Donato destacou a importância da união entre poder público e sociedade civil para fortalecer a inclusão. “É um dia marcado por felicidade e por uma luta histórica.
A Prefeitura participa numa pequena parcela, porque quem faz o trabalho diário são as instituições, os pais e familiares. Nosso papel é apoiar e fomentar ainda mais essas iniciativas, com parcerias e recursos, para que esse trabalho belíssimo continue crescendo”, afirmou. A primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Herica Ricci Donato e o vereador Lineu Navarro também participaram do evento.
Podem participar do estudo familiares que tenham crianças matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental
SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pessoas voluntárias para participar de pesquisa que analisa as percepções de familiares de crianças diagnosticadas com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em relação ao processo de escolarização no contexto da pandemia de Covid-19. O trabalho é produzido por Thereza Makibara Ribeiro, pedagoga, mestre em Educação Especial e aluna de doutorado do PPGEEs, sob orientação de Márcia Duarte Galvani, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da Instituição.
A pesquisa buscará descrever a opinião das famílias sobre os serviços oferecidos pelas escolas para as crianças no contexto da pandemia, bem como identificar as necessidades de apoio dessas famílias para exercer o seu papel na escolarização. Também visa analisar a opinião das famílias sobre a forma do ensino disponibilizado neste contexto e se as expectativas dos familiares em relação ao retorno das atividades no contexto pós-pandemia foram ou não atendidas. De acordo com Ribeiro, o trabalho poderá contribuir para a ampliação de estudos direcionados à relação entre a família e o processo de escolarização do público-alvo da Educação Especial (alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, superdotação e altas habilidades).
Para a realização do projeto, estão sendo convidados pais ou outros responsáveis por crianças entre 6 e 10 anos, com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 3º ano), para responderem a questionário online (disponível via https://bit.ly/34x3Uth) que inclui perguntas relacionadas à caracterização do participante e da criança, ao processo de escolarização a distância e expectativas para o retorno das aulas presenciais no contexto pós-pandemia. O questionário é composto por cerca de 40 questões, e o tempo estimado de preenchimento é de 10 minutos. O sigilo é assegurado.
Mais informações sobre a pesquisa constam no questionário (https://bit.ly/
Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAEE: 34904620.4.0000.5504).
Podem participar do estudo familiares que tenham crianças matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental
SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Educação Especial (PPGEEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) convida pessoas voluntárias para participar de pesquisa que analisa as percepções de familiares de crianças diagnosticadas com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental, em relação ao processo de escolarização no contexto da pandemia de Covid-19. O trabalho é produzido por Thereza Makibara Ribeiro, pedagoga, mestre em Educação Especial e aluna de doutorado do PPGEEs, sob orientação de Márcia Duarte Galvani, docente do Departamento de Psicologia (DPsi) da Instituição.
A pesquisa buscará descrever a opinião das famílias sobre os serviços oferecidos pelas escolas para as crianças no contexto da pandemia, bem como identificar as necessidades de apoio dessas famílias para exercer o seu papel na escolarização. Também visa analisar a opinião das famílias sobre a forma do ensino disponibilizado neste contexto e se as expectativas dos familiares em relação ao retorno das atividades no contexto pós-pandemia foram ou não atendidas. De acordo com Ribeiro, o trabalho poderá contribuir para a ampliação de estudos direcionados à relação entre a família e o processo de escolarização do público-alvo da Educação Especial (alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, superdotação e altas habilidades).
Para a realização do projeto, estão sendo convidados pais ou responsáveis de crianças entre 6 e 10 anos, com síndrome de Down ou autismo, matriculadas nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 3º ano), para responderem a este questionário online (https://bit.ly/34x3Uth), que inclui perguntas relacionadas à caracterização do participante e da criança, processo de escolarização a distância e expectativas para o retorno das aulas presenciais no contexto pós-pandemia. O questionário é composto por cerca de 40 questões e o tempo estimado de preenchimento é de 10 minutos. O sigilo é assegurado.
Mais informações sobre a pesquisa constam no questionário (https://bit.ly/
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