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RÚSSIA - China, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e França declararam que uma expansão dos armamentos nucleares e uma guerra nuclear devem ser evitados, de acordo com uma nota conjunta emitida pelas cinco potências nucleares e publicada pelo Kremlin nesta segunda-feira (3). 

A declaração diz que os cinco países - que são membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) - consideram que sua responsabilidade primária é evitar a guerra entre Estados nucleares e reduzir riscos estratégicos, enquanto buscam trabalhar com todos os países para criar uma atmosfera de segurança. 

"Afirmamos que uma guerra nuclear não pode ser vencida e não deve nunca ser disputada", afirma a versão do comunicado em inglês. 

"Como o uso de armas nucleares teria consequências vastas, também afirmamos que as armas nucleares - enquanto elas continuarem existindo - devem servir para propósitos defensivos, para impedir agressões e para prevenir a guerra." 

A França também publicou a nota, ressaltando que as cinco potências reiteraram suas determinações pelo controle de armamentos nucleares e pelo desarmamento. Os governos vão continuar abordagens bilaterais e multilaterais no controle de armamentos nucleares, diz a nota. 

O comunicado do grupo chamado de P5 ocorre num momento em que as relações bilaterais entre Estados Unidos e Rússia passam pela pior fase desde o fim da Guerra Fria, enquanto as relações entre Washington e Pequim também estão em baixa por conta de uma série de discordâncias.

 

 

Por Andrey Ostroukh - Reuters

PEQUIM - A província chinesa de Heilongjiang, principal produtora de soja do país, planeja aumentar a área cultivada com a oleaginosa em 10 milhões de mu (666.667 hectares) em 2022, informou a agência de notícias oficial Xinhua no domingo.

A produção de soja da China caiu fortemente no ano passado, à medida que os produtores decidiram plantar mais milho, por ser mais lucrativo. O Ministério da Agricultura estima que a produção de soja da China na temporada 2021/22 cairá em 16,3% em relação a 2020/21.

O ministério havia estimado que 8,4 milhões de hectares foram cultivados com soja em 2021/22.

Na semana passada, o ministro da Agricultura do país disse em uma conferêncial anual de trabalhos rurais que a China deveria estabilizar a produção de grãos e ampliar a produção de soja e oleaginosas.

 

 

 

Por Min Zhang e Tony Munroe; reportagem adicional de Hallie Gu / REUTERS

PEQUIM - A China pretende cortar o consumo de energia na produção de aço em 2% e reduzir as emissões de carbono no setor de alumínio em 5% até 2025, informou o Ministério da Indústria do país em um plano de desenvolvimento de matérias-primas nesta quarta-feira.

O país também fortalecerá a exploração de recursos nacionais de minério de ferro e cobre e apoiará o desenvolvimento de reciclagem de metais para aumentar a autoeficiência de seus recursos, de acordo com o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT).

O MIIT afirmou que a capacidade de aço, cimento e commodities essenciais da China "só diminuirá" até 2025 e que vai explorar mecanismos de produção escalonados para o setor de aço.

 

 

 

Reportagem de Min Zhang e Tom Daly / REUTERS

PEQUIM - A China adotará "medidas drásticas" se Taiwan promover ações visando a independência, alertou uma autoridade chinesa nesta quarta-feira, acrescentando que as provocações taiwanesas e as interferências externas podem se intensificar no próximo ano.

A China reivindica Taiwan, que tem um governo democrático, como seu próprio território, tendo reforçado sua pressão militar e diplomática nos últimos dois anos para afirmar sua reivindicação de soberania, o que causa revolta na ilha e preocupações nos Estados Unidos.

A China está disposta a fazer de tudo para buscar uma reunificação pacífica com Taiwan, mas agirá se qualquer linha vermelha a respeito da independência for cruzada, disse Ma Xiaoguang, porta-voz do Escritório de Assuntos de Taiwan, em um briefing à mídia.

"Se forças separatistas de Taiwan que buscam a independência provocarem, usarem força ou mesmo romperem qualquer linha vermelha, teremos que adotar medidas drásticas", disse Ma.

Taiwan se tornou um fator central das relações tensionadas da China com os EUA, país que é o apoiador internacional e fornecedor de armas mais importantes da ilha apesar da inexistência de laços diplomáticos formais.

 

 

REUTERS

CHINA - A Motorola revelou na China o novo smartphone Edge X30, o primeiro com o novo processador Snapdragon 8 Gen 1, que garante uma capacidade computacional 20% superior que os antecessores.

O celular traz uma tela de 6,7″ FHD+ e com taxa de atualização de até 144 Hz e um pacote com uma câmera frontal de 60 MP e um conjunto traseiro com dois sensores de 50 MP e de 2 MP. O sistema operacional é o Android 12.

MOSCOU - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente da China, Xi Jinping, debaterão tensões na Europa e a retórica "agressiva" dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) durante uma videochamada na quarta-feira, informou o Kremlin.

A conversa acontecerá em um momento de tensão alta nas relações dos dois países com o Ocidente: a China está sendo pressionada na seara dos direitos humanos e a Rússia devido à mobilização de soldados perto da fronteira com a Ucrânia.

"A situação das relações internacionais, especialmente no continente europeu, é muito, muito tensa agora e exige debate entre aliados", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, referindo-se aos governos russo e chinês.

"Vemos uma retórica muito, muito agressiva do lado da Otan e dos EUA e isso exige debate entre nós e os chineses."

A Rússia cultiva laços mais próximos com a China à medida que suas relações com o Ocidente pioram e Putin usa a parceria como maneira de contrabalançar a influência dos EUA ao mesmo tempo em que fecha acordos lucrativos, especialmente de energia. Neste ano, ele e Xi concordaram em renovar um tratado de amizade e cooperação de 20 anos.

Peskov disse que eles terão uma conversa longa com uma pauta ampla, que incluirá também energia, comércio e investimento.

CHINA - Os preços do petróleo caíram nesta quinta-feira devido aos receios sobre as perspectivas econômicas do maior importador de petróleo do mundo, após rebaixamento das classificações para duas incorporadoras chinesas, e depois que alguns governos tomaram medidas para combater a variante Ômicron do coronavírus.

Os futuros do petróleo Brent fecharam em queda de 1,40 dólar, ou 1,9%, para 74,42 dólares o barril, recuando de uma máxima da sessão de 76,70 dólares.

O petróleo dos EUA (WTI) caiu 1,42 dólar, ou 2%, a 70,94 dólares, após atingir o pico de 73,34 dólares.

Na quinta-feira, a agência de classificação Fitch rebaixou as incorporadoras imobiliários China Evergrande Group e Kaisa Group ao status de "inadimplência restrita", dizendo que elas não pagaram os títulos offshore, enquanto uma fonte disse que a Kaisa começou a trabalhar na reestruturação de sua dívida offshore de 12 bilhões de dólares.

A notícia "exacerba os temores do crescimento do PIB chinês e, em última análise, pode impactar o apetite de compra de petróleo do maior consumidor de petróleo do mundo", disse Louise Dickson, analista da Rystad Energy.

INGLATERRA - A Inglaterra comunicou na quarta-feira (8) que se juntará aos Estados unidos, Canadá e Austrália em um boicote diplomático aos Jogos de Inverno da China, que acontecerão em 2022.

A Casa Branca anunciou na última segunda que oficiais americanos não vão comparecer ao evento, apesar de não proibir que atletas da delegação participem. A motivação são as inúmeras violações a tratados internacionais de direitos humanos causadas pelo governo de Pequim, as quais o governo classificou como “atrocidades”.

“Haverá efetivamente um boicote aos Jogos de Pequim. Nenhum ministro ou oficial deverá comparecer”, afirmou o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

“Não acho que boicotes esportivos sejam sensatos, e essa continua sendo a política do governo”, complementou o primeiro-ministro.

A agência de notícias Reuters informou que a China não havia emitido nenhum convite a ministros britânicos.

“As Olimpíadas de Inverno de Pequim são uma reunião de atletas olímpicos e amantes de esportes de inverno de todo o mundo, não uma ferramenta de manipulação política para qualquer país”, relatou um representante diplomático chinês.

O anúncio de que o Canadá também se juntaria ao boicote foi feito também hoje pelo primeiro-ministro Justin Trudeau.

CHINA - Como acelerar a realização de testes de Covid-19 para evitar o aparecimento de novos focos epidêmicos da doença? Uma cidade no nordeste da China decidiu dar um "prêmio" de quase € 2.800, cerca de R$ 17.700, para todos os que receberem um resultado positivo, depois de passarem voluntariamente pelo exame de diagnóstico.

É a segunda vez em menos de uma semana que dirigentes municipais fazem esta proposta a residentes do nordeste da China. A recompensa é um sinal de que a situação da epidemia permanece tensa no país. Apesar do número relativamente limitado de novas infecções – 38 novos casos assintomáticos foram registrados em toda a China no último domingo –, as autoridades pretendem bloquear o aparecimento de novos focos de contaminação o mais cedo possível.

Depois que Harbin, na província de Heilongjiang, anunciou na última quinta-feira (2) que pagaria um bônus de 10 mil yuans a voluntários por testes de PCR positivos, na segunda-feira (6) foi a vez da prefeitura de Fuxin, na província de Liaoning (também no nordeste da China), dobrar a recompensa, oferecendo 20 mil yuans para quem fizer o exame e diagnosticar a doença.

A ideia é rastrear possíveis casos de infecção precocemente e, assim, evitar novas contaminações. Junto com Yunnan e Hebei, mais a região autônoma da Mongólia Interior, essas são as quatro províncias que mais preocupam as autoridades chinesas em relação à evolução da epidemia no país.

 

Tolerância zero

A estratégia de tolerância zero contra o coronavírus vem sendo aplicada há dois anos pelo governo chinês, com medidas que incluem o fechamento de fronteiras, campanhas massivas de testagem e períodos de isolamento para moradores em áreas de risco.

Esse monitoramento rigoroso causou um certo "cansaço" na população, admitiu o professor Liang Wannian ao canal de TV Central. Este ex-funcionário da Comissão Nacional de Saúde justifica a política de "zero casos" ou "Covid-19 zero" pelo risco que o coronavírus representa para a população chinesa: "Se o vírus está circulando em um país de 1,4 bilhão de pessoas, você pode imaginar quantos ficarão doentes ou morrerão", disse Wannian em entrevista.

O professor faz parte do grupo de especialistas que dá recomendações ao governo sobre o combate à pneumonia viral. "Seria uma grande epidemia, um grande problema de saúde pública, social e político", explica.

EUA - Os Estados Unidos informaram na segunda-feira (6) que não enviarão autoridades do governo aos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 em Pequim, e a China prometeu “contramedidas” não especificadas contra um boicote diplomático desse tipo.

O presidente dos EUA, Joe Biden, disse no mês passado que estava considerando tal boicote diplomático em meio a críticas ao histórico de direitos humanos da China, incluindo o que os EUA dizem ser um genocídio contra muçulmanos em sua região ocidental de Xinjiang.

“O governo Biden não enviará nenhuma representação diplomática ou oficial aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno de Pequim 2022, diante do genocídio e dos crimes contra a humanidade em Xinjiang e outras violações dos direitos humanos”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, durante um briefing diário de imprensa.

“Uma representação diplomática ou oficial dos EUA trataria esses Jogos como se fossem normais, diante dos graves abusos e atrocidades dos direitos humanos da RPC em Xinjiang, e nós simplesmente não podemos fazer isso”, disse Psaki, referindo-se à República Popular da China.

A Embaixada da China em Washington não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O boicote diplomático, que vinha sendo incentivado por alguns membros do Congresso dos Estados Unidos durante meses, não afetaria o comparecimento de atletas norte-americanos, disse ela.

“Os atletas do Team USA têm nosso total apoio. Estaremos 100% com eles enquanto torcemos a partir de casa”, afirmou.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Zhao Lijian disse mais cedo em Pequim que aqueles que pedem um boicote deveriam parar “para não afetar o diálogo e a cooperação entre a China e os Estados Unidos em áreas importantes”.

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