ISRAEL - A ordem que o ministro da Defesa (Israel Katz) e eu demos ao Exército israelense é clara e não mudou: nossos soldados no sul do Líbano têm total liberdade de ação para impedir qualquer ameaça direta ou iminente contra eles ou contra os moradores do norte", declarou Netanyahu.
O chefe do governo israelense também afirmou que o Exército, apoiado por ele e "por todo o povo" de Israel, não tem "nenhuma restrição" em relação às suas operações no país vizinho, do qual atualmente ocupa cerca de 570 quilômetros quadrados.
No comunicado, Netanyahu insistiu que Israel permanecerá na "faixa de segurança" — como se refere ao território libanês ocupado — "pelo tempo que for necessário" para "proteger os moradores do norte e todos os cidadãos do país".
Apesar do memorando de entendimento firmado entre os Estados Unidos e o Irã na semana passada, que inclui a frente libanesa, o governo de Netanyahu reivindicou o direito de Israel de continuar ocupando território do país vizinho e de continuar trocando ataques com o movimento xiita libanês Hezbollah, aliado de Teerã.
Esse ponto de atrito, que diversas vezes colocou em risco as negociações para o fim da guerra no Oriente Médio, parecia ter diminuído no fim de semana, quando Israel reduziu a intensidade e a frequência de seus ataques em território libanês, após uma trégua não oficial com o Hezbollah, anunciada na tarde de sexta-feira.
O número de mortos na ofensiva israelense no Líbano desde 2 de março chegou a 4.106, enquanto o número de feridos é de 12.153, segundo os dados mais recentes divulgados pelas autoridades libanesas no domingo.
por Notícias ao Minuto Brasil
SÃO CARLOS/SP - O vereador Thiago de Jesus e o vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Roselei Françoso, estiveram na Universidade Federal de São Carlos para conhecer a Unidade Saúde-Escola, que receberá uma nova estrutura do Centro Especializado em Reabilitação. A visita teve como objetivo discutir investimentos e estratégias para fortalecer o atendimento às pessoas autistas e neurodivergentes no município.
Durante o encontro, Thiago de Jesus dicutiu propostas voltadas à ampliação e facilitação do acesso das famílias atípicas ao diagnóstico e ao tratamento especializado. Entre os temas debatidos foi o fomento a possibilidade de implementação de uma unidade de atendimento voltada especificamente à comunidade autista e neurodivergente, buscando oferecer um serviço mais funcional, acessível e integrado.
A agenda contou com a participação de representantes da Unidade Saúde-Escola e da universidade, que discutiram ações estratégicas para o fortalecimento da rede de cuidado, além de possíveis parcerias para ampliar o atendimento e promover mais qualidade de vida às pessoas com deficiência e suas famílias.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos sediou no último sábado (20/06), a XIII Conferência Municipal de Saúde, consolidando-se como um espaço democrático de participação social e preparação para a 18ª Conferência Nacional. O evento, realizado no Hotel Nacional Inn, reuniu usuários do SUS, trabalhadores da saúde, gestores, prestadores de serviços e representantes da sociedade civil para debater os rumos da política pública de saúde.
Com o tema nacional “Brasil das Brasileiras e dos Brasileiros: SUS e Soberania – Cuidar do Povo é Cuidar do Brasil”, a conferência local abordou quatro eixos centrais: democracia e soberania, financiamento adequado, emergências climáticas e justiça socioambiental. Além de avaliar a situação da saúde no município, os participantes discutiram desafios locais, formularam propostas para fortalecer políticas públicas e elegeram delegados que representarão São Carlos nas etapas macrorregional e estadual.
O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, ressaltou: “O SUS faz toda a diferença na vida de milhares de brasileiros e é um patrimônio que precisa ser constantemente fortalecido. Esta Conferência Municipal de Saúde é um espaço essencial para debatermos temas que impactam diretamente a população, como financiamento, soberania e justiça socioambiental. É aqui que conseguimos ouvir diferentes segmentos — gestores, universidades, vereadores e cidadãos — e transformar essa escuta em propostas concretas que chegam ao Governo Federal. A saúde é cada vez mais tecnológica e cara, e por isso precisamos garantir que os recursos sejam aplicados de forma correta e eficiente, atendendo às necessidades da maioria. Esse debate coletivo é o caminho para que São Carlos avance e contribua para o fortalecimento do SUS em nível nacional”.
O vereador Elton Carvalho, presidente da Comissão de Saúde da Câmara, reforçou que “a conferência é uma oportunidade única de reunir sociedade civil, gestores e trabalhadores para discutir os rumos da saúde pública. O SUS é um sistema que garante acesso universal, mas enfrenta desafios diários, e cabe a nós, como representantes da população, trazer essas demandas para o debate. Em São Carlos, temos buscado construir políticas públicas que dialoguem com a realidade local e que possam ser levadas às etapas estadual e nacional. É um momento de responsabilidade e compromisso: precisamos ouvir, propor e encaminhar soluções que melhorem a vida das pessoas. A participação popular é fundamental, porque é dela que surgem as prioridades que devem orientar nossas ações”.
O vice-prefeito Roselei Françoso reforçou o caráter universal do sistema. “O SUS é uma política pública nacional que atende a totalidade da população. Todos aqueles que demandam algum serviço de saúde têm o direito garantido, constitucional e fundamental. As conferências são importantes porque constroem políticas públicas envolvendo sociedade, trabalhadores e profissionais”.
A reitora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Ana Beatriz de Oliveira, enfatizou que “o SUS é um patrimônio brasileiro, conquistado na Constituição de 1988. Para a universidade, é estratégico: precisamos formar profissionais no SUS e para o SUS. É também espaço de pesquisa, onde produzimos conhecimento para tornar o sistema mais eficiente e capaz de cumprir seu papel de promoção e cuidado da população”.
O presidente da Câmara, Lucão Fernandes, reforçou a importância da participação popular. “É importante que a população participe da 13ª Conferência para nos trazer suas percepções. Assim, poderemos encaminhar boas propostas para a 18ª Conferência Estadual e conquistar avanços para São Carlos”.
Representando o Departamento Regional de Saúde III – Araraquara, Diana Branquinho elogiou a mobilização. “São Carlos fez questão de realizar a conferência ao sábado, para garantir a participação dos trabalhadores, usuários e gestores. Esse é um espaço de diálogo e construção coletiva. Estamos aqui para construir políticas públicas não só para o município, mas para a região e para todo o país”.
A XIII Conferência Municipal de Saúde de São Carlos apresentou propostas que serão levadas às etapas estadual e nacional da 18ª Conferência Nacional de Saúde. No Eixo 1, a etapa estadual defende a criação de um fórum regional de conselhos municipais, enquanto a nacional propõe tornar obrigatória a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS).
O Eixo 2 trata do financiamento: em São Paulo, sugere-se cofinanciamento permanente para custear a atenção primária; nacionalmente, a ideia é ampliar recursos ao SUS com impostos sobre produtos nocivos à saúde.
No Eixo 3, as propostas estaduais focam em prevenção de emergências climáticas e vigilância de arboviroses, enquanto a nacional prevê programas de educação ambiental e saúde nas escolas.
Por fim, o Eixo 4 destaca, no âmbito estadual, a modernização tecnológica das Unidades Básicas de Saúde e de Saúde da Família com integração de sistemas, e, no nacional, o fortalecimento da política de gestão do trabalho e valorização dos profissionais da atenção primária.
BRASÍLIA/DF - A tramitação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 no Brasil deve seguir travada no Senado em uma semana esvaziada pelas festas de São João, pelo jogo do Brasil contra a Escócia e pelos trabalhos semipresenciais na Casa.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantém a PEC 221 de 2019 em sua mesa, sem despachá-la para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Como a comissão não marcou reuniões para esta semana, a expectativa é que a PEC siga parada, completando um mês, no próximo sábado (27), desde a aprovação na Câmara dos Deputados.
O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), não marca reuniões em semanas semipresenciais, quando os parlamentares podem votar remotamente, devido ao baixo quórum.
A assessoria da CCJ informou à Agência Brasil que não houve sinalização de Alcolumbre para liberar a PEC. Já a assessoria do presidente do Senado não respondeu à reportagem.
Com o feriado de São João no Nordeste, na quarta-feira (24), e também dia do jogo do Brasil contra a Escócia pela Copa do Mundo, a expectativa é de uma semana esvaziada no Parlamento.
Na semana passada, o senador Paulo Paim (PT-RS) cobrou, no plenário, a votação da PEC. “Não temos mais por que demorar”, afirmou.
“O que afinal está faltando para que o Senado vote a matéria, já que debatemos esse tema há anos?”, questionou Paim.
A PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais foi aprovada na Câmara por ampla maioria. Apenas 22 dos 513 deputados votaram contra. Mesmo assim, o tema não avança no Senado, onde enfrenta resistência da oposição, que apresentou PEC alternativa para manter a escala 6x1 e permitir contratos por hora.
A proposta da oposição foi despachada à CCJ por Alcolumbre no mesmo dia em que foi apresentada, no dia seguinte à aprovação da PEC do fim da 6x1 na Câmara.
O senador Otto Alencar informou que vai priorizar a PEC do fim da escala 6x1, por ter iniciado a tramitação antes da proposta da oposição.
Na semana seguinte à aprovação na Câmara, Alcolumbre criticou a pressão para despachar a matéria, sugerindo que ela poderia ser melhorada no Senado e passar por comissões antes do plenário.
“Tenho certeza de que, como outros senadores, seria razoável que o Senado pudesse melhorar um texto dessa importância e debater o tema com calma”, defendeu Alcolumbre.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - A mobilização pela duplicação da Rodovia SP-215 (Rodovia Doutor Paulo Lauro), importante ligação entre São Carlos, Descalvado e municípios da região, segue ganhando força. O abaixo-assinado online criado para demonstrar o apoio popular à obra já ultrapassou a marca de 1.500 assinaturas e foi entregue ao governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante agenda oficial realizada em São Carlos.
A iniciativa tem sido liderada pelo vereador Bruno Zancheta, que vem articulando esforços junto ao Executivo Municipal, lideranças regionais, representantes da sociedade civil, empresários e usuários da rodovia para que a duplicação da via seja incluída entre as prioridades do Governo do Estado. Na cidade de Descalvado, o movimento é encabeçado pelo Vereador Jhow do Espetinho.
Além do abaixo-assinado, também foi entregue ao governador um dossiê técnico contendo informações sobre o fluxo de veículos, registros de acidentes, crescimento da demanda logística da região e os impactos positivos que a duplicação poderá trazer para a mobilidade e o desenvolvimento econômico regional.
A mobilização evidencia a importância da articulação política entre os Poderes Legislativo e Executivo na busca por soluções para demandas históricas da população. O diálogo entre as lideranças municipais e o Governo do Estado tem sido fundamental para fortalecer o pleito e demonstrar a relevância estratégica da obra para toda a região.
A duplicação da SP-215 é considerada uma das principais reivindicações de motoristas, moradores e empresários, uma vez que a rodovia apresenta intenso fluxo de veículos e desempenha papel fundamental no transporte de pessoas, mercadorias e na integração econômica entre diversos municípios. A obra tem potencial para aumentar a segurança viária, reduzir o número de acidentes, melhorar a fluidez do trânsito e impulsionar novos investimentos para a região.
Para o vereador Bruno Zancheta, o crescimento do movimento demonstra que a população reconhece a urgência da obra: “A marca de mais de 1.500 assinaturas mostra que essa não é uma demanda de um único vereador ou de um único município, mas de toda uma região que utiliza diariamente a SP-215. Entregamos ao governador Tarcísio de Freitas não apenas um abaixo-assinado, mas também um dossiê com informações técnicas que comprovam a necessidade da duplicação. Seguiremos trabalhando e dialogando com todas as esferas de governo para transformar essa reivindicação em realidade”, afirmou o parlamentar.
A expectativa agora é que o Governo do Estado avalie o pleito e avance nos estudos e projetos necessários para viabilizar uma das obras de infraestrutura mais aguardadas pela população regional.
BRASÍLIA/DF - Ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) afirmou nesta quinta-feira (18), em entrevista ao Kritike Podcast, que "a lei tem que ser aplicada independentemente de torcida", ao comentar a operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.
"Eu torço para que a Justiça ser feita", disse Haddad. "Eu vou lamentar se uma pessoa próxima a mim errou, porque é uma pessoa que eu conhecia e tudo mais, mas eu não posso desejar, até para o bem da sociedade, que a lei não seja aplicada."
A declaração foi dada no mesmo dia em que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em nova fase da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas relacionadas ao Banco Master. A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal).
A Polícia Federal encontrou US$ 55 mil e 33 mil euros, cerca de R$ 471 mil, em endereços ligados a Wagner. Segundo a assessoria do senador, o montante é fruto de diárias legais, declaradas e não utilizadas em missões internacionais oficiais.
Em nota, Wagner afirmou que não é réu e não foi denunciado nem acusado em nenhum processo relacionado aos fatos investigados. O senador também disse que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.
Haddad afirmou que a proximidade política ou pessoal não deve impedir a apuração de suspeitas nem a aplicação da lei.
"Se um adversário meu não errou, ele tem que ter os seus direitos garantidos de defesa e tudo mais. E, se um aliado meu errou e está comprovado, paciência. O país tem que funcionar assim", afirmou.
O pré-candidato do PT ao governo paulista também disse que Wagner já havia prestado esclarecimentos e que caberá às autoridades avaliar as explicações apresentadas.
Na entrevista, Haddad elogiou o presidente Lula (PT) e afirmou que, em seu governo, "as instituições funcionam". Ele comparou a postura do petista à do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a quem acusou de ter interferido na Polícia Federal para proteger os filhos.
"O que o Lula falou? Se meu filho tiver explicações a dar, ele vai dar. Eu não vou mudar o delegado, eu não vou mudar o superintendente, eu não vou mudar o ministro, eu não vou mudar o Coaf", disse Haddad, em referência a Jair Bolsonaro.
A investigação da PF sobre Wagner apura suspeitas de que o senador recebeu pagamentos ligados ao Banco Master, de Daniel Vorcaro, por meio da empresa da esposa de seu enteado, além de um apartamento em Salvador avaliado em R$ 2,5 milhões.
A PF identificou um pagamento de R$ 3,5 milhões de uma empresa ligada ao empresário Augusto Lima ao "núcleo familiar" de Wagner. Segundo a decisão de Mendonça, o valor é uma das evidências de proximidade entre o parlamentar e o empresário.
A defesa de Lima afirmou que os fatos serão esclarecidos e que ele sempre agiu dentro da lei.
Wagner, 75, é ex-governador da Bahia, foi ministro nos governos Lula e Dilma Rousseff (PT) e é um dos aliados mais próximos do presidente. Em 2018, ele já havia sido alvo da Operação Cartão Vermelho, que investigou suspeitas ligadas a repasses de empreiteiras na construção e gestão da Arena Fonte Nova, em Salvador.
Na entrevista, Haddad citou esse episódio e disse que Wagner afirmou à época que "não fez nada errado". A operação foi anulada em 2019 pelo TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), que entendeu que a investigação não era de competência da Justiça Federal porque os recursos para a reforma do estádio vieram do estado da Bahia, e não da União.
FOLHAPRESS)
SÃO CARLOS/SP - A saúde pública de São Carlos recebeu um importante reforço. O vereador Elton Carvalho destinou R$ 100 mil em recursos de emenda parlamentar para viabilizar a aquisição de uma motocicleta e sua completa adequação aos padrões operacionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O investimento contempla não apenas a compra do veículo, mas também toda a estrutura necessária para sua transformação em uma motolância, incluindo adesivação oficial, instalação de giroflex, equipamentos de sinalização sonora e visual, dispositivos de segurança e demais adaptações exigidas pelos protocolos do serviço.
A iniciativa tem como objetivo ampliar a capacidade de resposta das equipes de atendimento de urgência, reduzindo o tempo de deslocamento em ocorrências e contribuindo diretamente para salvar vidas.
“Cada minuto faz diferença em uma emergência. Com esse investimento, buscamos oferecer mais agilidade às equipes do SAMU e mais segurança para a população de São Carlos”, destacou o vereador Elton Carvalho.
As motolâncias são utilizadas principalmente para o primeiro atendimento em situações críticas, permitindo que profissionais especializados cheguem rapidamente ao local da ocorrência para prestar os cuidados iniciais até a chegada da ambulância, quando necessário.
Esta será a terceira motolância viabilizada por meio do mandato do vereador Elton Carvalho, fortalecendo de forma contínua a estrutura de atendimento de urgência do município. Todas as motocicletas destinadas ao serviço são modelos de 500 cilindradas, escolhidas por sua robustez, desempenho e confiabilidade para atuação em situações de emergência.
Com a nova aquisição, São Carlos amplia sua capacidade de resposta em ocorrências críticas, garantindo mais agilidade no atendimento e melhores condições de trabalho para as equipes do SAMU.
O recurso de R$ 100 mil reafirma o compromisso do mandato com a saúde pública, a valorização dos profissionais da área e a busca permanente por investimentos que impactem positivamente a vida da população.
SÃO PAULO/SP - A Justiça Eleitoral paulista reforça a divulgação dos canais dedicados aos direitos da pessoa idosa em ano de eleições gerais. A página sobre o tema foi atualizada no site institucional do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), passando a reunir conteúdos relacionados aos direitos dessa população dentro e fora da Justiça Eleitoral. Atualmente, dos mais de 34,1 milhões de eleitores registrados no estado de São Paulo, cerca de 3,2 milhões têm 70 anos ou mais.
A atualização da página é um esforço do Comitê para a Promoção de Políticas Públicas Judiciais de Atenção às Pessoas Idosas do Poder Judiciário, instituído pela Portaria TRE-SP nº 144/2024. O objetivo do grupo é assegurar os direitos da pessoa idosa, focando na empatia e no respeito. O trabalho é feito de forma integrada à Ouvidoria do Tribunal, garantindo um canal especializado de atendimento, acolhimento e orientação a esse público.
Na prática, o comitê é responsável por monitorar políticas públicas voltadas às pessoas idosas, propor campanhas contra o etarismo, coordenar mutirões de cidadania e desenvolver estratégias de atendimento interdisciplinar e de forma articulada com outras instituições. É possível enviar denúncias, solicitar informações, sugerir propostas de projetos ou buscar acolhimento por meio do formulário da Ouvidoria do TRE-SP.
Direitos da pessoa idosa na Justiça Eleitoral
A página “Direitos da Pessoa Idosa” possui quatro abas navegáveis: “Desmistificando o Envelhecimento”, “Conheça Seus Direitos”, “O TRE-SP e a Inclusão” e “Legislação e Normas”. A primeira aba esclarece noções como etarismo, o preconceito contra pessoas baseado na idade e também detalha os desafios sofridos por essa população, ressaltando que o atendimento empático é essencial para garantir a dignidade de todos. O texto ainda destaca o incentivo ao voto para pessoas idosas. Ainda que o direito seja facultativo para pessoas a partir de 70 anos de idade, o TRE-SP trabalha continuamente para garantir a acessibilidade a todos os públicos, buscando assegurar plena representatividade democrática.
Evidenciando o dia da eleição, a aba “Conheça Seus Direitos” traz os principais direitos garantidos às pessoas idosas no dia do pleito. Pessoas acima de 60 anos possuem prioridade na fila de votação, mas para maiores de 80 a prioridade é especial, passando à frente das demais. Pessoas com dificuldade de locomoção, visão ou que precisem de ajuda podem também pedir um acompanhante de confiança para auxiliar na cabine de votação, bastando informar sua situação à mesária ou ao mesário na hora de votar.
Além disso, assim como as pessoas com deficiência, as pessoas idosas têm o direito de serem alocadas em seções acessíveis (sem escadas ou com rampas e elevadores). Pessoas com mais de 60 anos também possuem prioridade nas filas de atendimento nos cartórios eleitorais.
Na última aba, “Legislação e Normas”, é possível encontrar um compilado de leis e regramentos destinados a proteger os direitos e a dignidade da pessoa idosa. São normas que orientam o trabalho da Justiça Eleitoral e do Judiciário como um todo, como a Resolução nº 520/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a Política Judiciária Nacional sobre Pessoas Idosas e suas interseccionalidades. A norma determinou a criação de comitês nos tribunais para acompanhar a gestão dessa política de proteção e o Selo Tribunal Amigo da Pessoa Idosa, premiação recebida pelo TRE-SP em 2025 para reconhecer as instituições engajadas.
Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos votou nesta semana, o projeto que viabiliza a utilização de recursos destinados à aquisição de novas viaturas elétricas para a Guarda Municipal. O investimento foi conquistado pelo vereador Bruno Zancheta (REPUBLICANOS) junto ao deputado federal Kim Kataguiri, que atendeu ao pedido do parlamentar são-carlense e disponibilizou, através de emenda parlamentar, recursos para fortalecer a segurança pública do município.
A iniciativa representa um importante avanço para a estrutura da Guarda Municipal, permitindo a renovação da frota e ampliando a capacidade de atendimento das equipes que atuam diariamente na proteção do patrimônio público e no apoio à segurança da população.
Além de proporcionar mais eficiência operacional, as viaturas elétricas também contribuem para a redução dos custos com combustível e manutenção, além de reforçarem o compromisso do município com práticas sustentáveis e ambientalmente responsáveis.
Segundo Bruno Zancheta, a conquista do recurso demonstra a importância da articulação política em benefício da população e reforça o compromisso com a melhoria dos serviços públicos: “Quero agradecer ao deputado federal Kim Kataguiri por atender nosso pedido e destinar esse importante recurso para São Carlos. A aquisição dessas novas viaturas elétricas representa mais estrutura para a Guarda Municipal, mais segurança para a população e um investimento moderno, sustentável e alinhado com as necessidades da nossa cidade. Seguiremos trabalhando para buscar recursos e melhorias que façam a diferença na vida das pessoas. Quero agradecer a Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana por todo empenho para que isso avançasse”, destacou o vereador.
A expectativa é que, após a aprovação legislativa e os trâmites administrativos necessários, o processo de aquisição das viaturas seja iniciado, fortalecendo ainda mais o trabalho realizado pela Guarda Municipal em todas as regiões de São Carlos.
SÃO PAULO/SP - A conversa informal entre os três ocorreu nos bastidores da Cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França, e acabou sendo divulgada durante a transmissão da organização do evento.
Na conversa com Georgieva e Merz, Lula começou explicando que governos de direita, como os republicanos nos Estados Unidos e os conservadores na França, permaneceram mais tempo no poder do que os chefiados pela esquerda.
"Nos Estados Unidos, os republicanos ficaram mais no governo do que os democratas. Na França, os socialistas também ficaram bem menos tempo governando", disse Lula aos dois, com o auxílio do seu tradutor.
"O que isso prova? Que o mundo não é de esquerda", declarou o presidente brasileiro, arrancando gargalhadas do chanceler alemão.
"O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade", completou.
Na sequência, a presidente do FMI lembrou o período em que Lula foi presidente do Brasil pela primeira vez, ainda em 2003: "Todos esperavam que você fosse um esquerdista. Mas você não foi".
Lula interrompeu Georgieva e repetiu duas vezes que "nunca foi esquerdista", ao que a chefe do FMI afirmou que "essa era a imagem da época".
"Eu era um dirigente sindical com uma belíssima relação com o sindicalismo alemão. Tinha uma relação boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação boa com a UGT da Espanha", respondeu o chefe de Estado brasileiro.
Lula fundou, em 1980, o maior partido de esquerda do país, o Partido dos Trabalhadores (PT), e disputou as eleições para a Presidência do Brasil em 1989, 1994, 1998 e foi finalmente eleito em 2002 e 2006.
Desde que assumiu o terceiro mandato, em 2023, Lula tem sido crítico do próprio PT e da esquerda brasileira, por entender que a direita e grupos conservadores se aproximaram de forma mais eficaz da sociedade brasileira na última década.
O petista, como são chamados os filiados ao PT, entrou na vida pública como líder de um sindicato de metalúrgicos em São Paulo e liderou uma das maiores greves de trabalhadores do país na década de 1970, sendo preso pela ditadura militar.
O seu passado como líder sindical é utilizado pelo presidente brasileiro para dizer que, na sua época, o PT conversava melhor e entendia melhor os clamores dos trabalhadores.
No entanto, as pesquisas de popularidade do presidente brasileiro realizadas por institutos de pesquisa ou pelo próprio governo brasileiro revelam a dificuldade de Lula em converter os feitos dos governos do PT em popularidade.
Embora tenha dito na França que nunca foi esquerdista, esta não é a mesma percepção que o setor do agronegócio e o mercado financeiro têm de Lula, conforme mostram pesquisas no Brasil.
A Lusa pediu um comentário à Presidência da República sobre a declaração de Lula, mas não obteve resposta até o momento.
No Brasil, a declaração de Lula no G7 tem sido celebrada nas redes sociais por militantes opositores e políticos adversários.
O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança usou as redes sociais para dizer que agora a esquerda "quer fingir que nunca foi esquerda".
"Quando a marca apodrece, eles trocam a embalagem, chamam de 'meio', 'centro', 'democracia' ou qualquer outro nome que esconda o velho projeto de sempre", destacou.
por Notícias ao Minuto Brasil
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