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SÃO CARLOS/SP - A cidade de São Carlos já confirmou 180 casos de Dengue desde o início de 2026, de acordo com o mais recente levantamento da vigilância epidemiológica. Além disso, cinco notificações ainda estão em análise aguardando resultados laboratoriais, enquanto 48 suspeitas foram descartadas nesta semana.

Apesar do aumento de casos confirmados, a boa notícia é que não houve registro de óbitos relacionados à doença no município até agora. As equipes de saúde continuam acompanhando a evolução dos casos e orientando a população sobre medidas preventivas.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também são monitoradas. Em relação à Chikungunya, foram registradas 51 notificações suspeitas, mas todas foram descartadas após avaliação médica e exames.

No caso do Zika vírus, 50 ocorrências suspeitas foram notificadas ao longo do período, porém nenhuma delas teve confirmação laboratorial.

Já a Febre Amarela não apresentou qualquer registro de suspeita na cidade até o momento. A orientação das autoridades é que a população mantenha cuidados básicos, como eliminar água parada em quintais e recipientes, para evitar a reprodução do mosquito transmissor.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou, na manhã do último sábado (28/02), o 1º Mutirão de Combate à Dengue no Residencial Eduardo Abdelnur, na região sul de São Carlos. A ação integrou a 9ª Campanha Regional “Juntos Contra a Dengue”, promovida pela EPTV.

Durante a mobilização, quatro equipes percorreram o bairro e visitaram mais de 950 residências. Ao todo, foram recolhidos 14 caminhões de materiais inservíveis e entulhos, além de 6 caminhões basculantes, totalizando 20 caminhões de resíduos retirados das ruas e das casas.

O mutirão contou com o apoio da Secretaria Municipal de Conservação e Qualidade Urbana e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), além da participação de Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, que realizaram vistorias e orientações aos moradores sobre eliminação de criadouros.

De acordo com o secretário de Saúde, Leandro Pilha, a iniciativa reforça o trabalho preventivo no enfrentamento à dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

“Durante as visitas, as equipes alertaram que a maior parte dos focos do mosquito costuma estar dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Após a realização do mutirão, os dados coletados passam por análise técnica para direcionar as próximas ações. Com base no levantamento de casos, presença de larvas e índices de infestação, novas frentes de trabalho serão programadas para bairros com maior incidência”, explica o secretário.

“Esse mutirão mostra que o enfrentamento à dengue precisa ser feito de forma conjunta, com o poder público e, principalmente, com a participação da população. Conseguimos visitar mais de 950 residências e retirar 20 caminhões de materiais que poderiam se transformar em criadouros do mosquito. Isso representa mais segurança para as famílias. Nosso trabalho é contínuo: além da retirada dos inservíveis, realizamos orientação, vistoria e análise técnica dos dados para direcionar as próximas ações. A dengue é uma doença séria, que pode evoluir para quadros graves. A prevenção ainda é a melhor estratégia, e vamos seguir intensificando as ações nos bairros com maior necessidade”, afirmou Denise Marins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde.

A mobilização também contou com a presença do secretário municipal de Conservação e Qualidade Urbana, Mariel Olmo, reforçando a integração entre as pastas no combate à doença.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos realiza neste sábado (28/02), das 8h às 14h, o 1º Mutirão de Combate à Dengue no Residencial Eduardo Abdelnur, na região sul do município. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde e integra a 9ª Campanha Regional 2026 “Juntos Contra a Dengue”, promovida pela EPTV.

O mutirão conta com o apoio da Secretaria Municipal de Conservação e Qualidade Urbana e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e tem como principal objetivo intensificar as ações de prevenção e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya, especialmente neste período de maior risco de proliferação.

Durante a mobilização, equipes da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias, Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde irão percorrer todas as residências do bairro para realizar vistorias, orientar os moradores e recolher materiais inservíveis que possam acumular água parada. Áreas públicas também serão inspecionadas.

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os moradores aguardem a chegada das equipes e não coloquem materiais para descarte nas calçadas antes da vistoria, para que os agentes possam avaliar a existência de possíveis focos e repassar as devidas orientações.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, cerca de 80% dos criadouros do mosquito estão dentro das residências, o que reforça a importância da participação da população. Medidas simples, como manter caixas d’água bem vedadas, eliminar recipientes com água parada, limpar calhas e descartar corretamente objetos que possam acumular água, são fundamentais para reduzir os riscos.

“O mutirão no Residencial Eduardo Abdelnur é uma ação estratégica e preventiva. Nosso objetivo é agir antes que os casos apareçam, eliminando os criadouros do mosquito e reforçando a orientação às famílias. Sabemos que a maioria dos focos está dentro das casas, por isso a participação da população é essencial. O combate à dengue é uma responsabilidade compartilhada. Quando poder público e comunidade atuam juntos, conseguimos reduzir significativamente os riscos e proteger a saúde de todos”, ressalta o secretário de Saúde, Leandro Pilha.

A mobilização comunitária é considerada uma das estratégias mais eficazes no enfrentamento da dengue e de outras arboviroses, permitindo identificar e eliminar focos antes do surgimento de casos, protegendo a saúde individual e coletiva.

SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos contabiliza, até o momento, 118 confirmações de dengue neste ano. Além disso, seis casos permanecem sob análise laboratorial e 57 suspeitas foram descartadas nesta semana após exames conclusivos. Não há registro de mortes associadas à doença em 2026.

No monitoramento das demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, os dados indicam cenário controlado. As 26 notificações de chikungunya registradas até agora foram descartadas, assim como os 20 casos suspeitos de zika vírus. Para febre amarela, não houve sequer notificação.

As autoridades sanitárias seguem acompanhando o quadro epidemiológico e orientam a população a manter quintais limpos, evitar o acúmulo de água parada e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores no corpo e manchas na pele.

O controle da dengue, segundo a Vigilância, depende diretamente da colaboração da comunidade na prevenção.

MALTA - Um estudo científico alerta que o aumento global das temperaturas deve provocar, ao longo dos próximos anos, mais infecções pelo vírus Chikungunya, transmitido por mosquitos, e que provoca dores nas articulações. 

Essa infecção viral é comum em regiões de clima tropical, onde há milhões de casos de infecção por Chinkungunya todos os anos. Segundo o estudo, ela pode vir a se espalhar por mais 29 países, incluindo grande parte do continente europeu.

A situação na região sul da Europa é a mais alarmante. A pesquisa, publicado no Journal of Royal Society Interface e divulgada na quarta-feira (18) pelo jornal britânico Guardian, identifica Albânia, Grécia, Itália, Malta, Espanha e Portugal como os seis países sob maior risco de epidemias associadas ao Chikungunya. 

Transmitido por mosquitos Aedes, principalmente os das espécies Aedes aegypti e Aedes albopictus, que sobrevivem e se reproduzem em ambientes quentes, o vírus não tem, pelo menos por enquanto, o mesmo impacto nos países mais ao norte da Europa. 

No entanto, segundo o autor principal do estudo, Sandeep Tegar, citado pelo Guardian, “é apenas uma questão de tempo” até que essa realidade se altere e que a doença também se expanda para essas regiões.

Com base em uma análise sobre o impacto da temperatura no tempo de incubação do vírus no Aedes albopictus, os cientistas concluíram que a temperatura mínima que permite infecção fica na casa dos 2,5 graus Celsius (°C). 

O patamar é substancialmente menor do que o apontado por estudos anteriores. Já a temperatura máxima favorável à transmissão da doença varia entre os 13°C e os 14°C.

Até o momento, estimava-se que a transmissão da infecção só ocorreria em temperaturas mínimas de 16 °C a 18 °C. Os novos dados indicam que o risco de surtos de chikungunya poderá abranger mais regiões e se prolongar por períodos mais longos do que se previa.

A infecção pelo vírus Chikungunya provoca dores intensas e debilitantes nas articulações, que podem se prolongar por vários anos. A doença é potencialmente fatal em crianças e idosos.

O Chikungunya não é transmitido diretamente de pessoa para pessoa, mas de acordo com um artigo publicado no portal do Hospital da Luz e redigido pelo médico Saraiva da Cunha, já foram documentados casos de “transmissão de mãe para filho na gravidez e no perinatal e na sequência de transfusões de sangue contaminado”.

O vírus, detetado pela primeira vez em 1952 no Planalto Makonde, na Tanzânia, atingiu em grande escala a França e a Itália, no ano passado. Ambos os países registraram centenas de casos de infecção, após vários anos com poucas ocorrências em toda a Europa.

Aquecimento global

Os invernos frios da Europa costumavam ser uma barreira à atividade dos mosquitos Aedes, mas devido ao aquecimento global, a realidade agora é outra e estes atuam durante todo o ano no Sul da Europa. Os cientistas prevêm que, nos próximos anos, a situação tende a piorar e que os surtos de infecções sejam cada vez mais intensos.

Em declarações ao jornal Guardian, os autores do estudo mostraram-se alarmados com os resultados da análise. Sandeep Tegar, do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia (UKCEH) aponta para o ritmo galopante de aumento nas temperaturas na Europa que, segundo afirmou, “é aproximadamente o dobro” da média global. Considerando que “o limite inferior de temperatura para a propagação do vírus é muito importante”, as novas estimativas são chocantes.

De acordo com a Dra. Diana Rojas Alvarez, que lidera a equipe da Organização Mundial da Saúde sobre vírus transmitidos por picadas de insetos e carrapatos, a doença transmitida pelo Chikungunya pode ser devastadora, com até 40% das pessoas afetadas a sofrerem de artrite ou dores agudas, mesmo cinco anos após a contaminação.

Apesar do clima ter um enorme impacto na propagação destes casos, a Dra. Alvarez disse ao Guardian que é também responsabilidade da Europa “controlar estes mosquitos para que não se espalhem ainda mais”.

A dirigente da OMS alerta para a necessidade de educar a comunidade europeia sobre a eliminação de água parada – onde os mosquitos se reproduzem – e para a importância de usar roupas compridas e de cores claras para a prevenção de picadas, bem como o uso de repelente.

Além disso, ela faz um apelo às autoridades de saúde para que criem sistemas de vigilância para a doença.

Paralelamente, o principal autor do estudo, Sandeep Tegar afirma que a pesquisa conduzida por sua equipe fornece ferramentas necessárias para que as autoridades locais saibam quando e onde agir.

 

 

por Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - O cenário das arboviroses em São Carlos em 2026 aponta maior incidência de dengue em comparação às demais doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Conforme dados atualizados da Vigilância Epidemiológica, 98 casos da doença foram confirmados até agora.

Além das confirmações, 16 notificações seguem em análise laboratorial. Por outro lado, 410 casos suspeitos já foram descartados. Não há registro de mortes relacionadas à dengue neste ano no município.

Enquanto isso, as demais arboviroses apresentam números reduzidos. Foram registradas 26 notificações de chikungunya, mas todas foram descartadas após investigação. O mesmo ocorre com a zika, que contabilizou 20 notificações, igualmente descartadas. Para febre amarela, não houve registros de suspeitas ou confirmações em 2026.

A Vigilância Epidemiológica destaca que, apesar do número relativamente controlado de casos confirmados, o período exige atenção redobrada da população, especialmente durante os meses mais quentes e chuvosos, quando há maior proliferação do mosquito transmissor. A prevenção continua sendo a principal estratégia para evitar novos casos.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou na tarde desta sexta-feira (13/02), uma ação de combate à Dengue na Rodoviária de São Carlos. A iniciativa foi coordenada pelo Departamento de Vigilância em Saúde, por meio da Equipe de Combate à Endemias e teve como foco a orientação da população sobre medidas preventivas contra a doença.

Durante a atividade, agentes distribuíram panfletos e abordaram transeuntes com informações sobre a importância de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

De acordo com a líder da Vigilância Epidemiológica, Leidiane Lara Amorim Prataviera, o período de chuvas intensas no início do ano acendeu o alerta para o aumento de casos no município. “Estamos com aumento de casos de dengue na cidade. O intuito dessa ação é orientar os munícipes e buscar eliminar a proliferação do mosquito”, destacou.

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A Vigilância Epidemiológica reforça que os principais sintomas da dengue incluem febre alta entre 39°C e 40°C, dor de cabeça, dores musculares e articulares, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele, coceira leve e náuseas. A orientação é que, ao apresentar esses sinais, o paciente procure atendimento em uma unidade de saúde.

Segundo o Boletim de Arboviroses divulgado em 10 de fevereiro de 2026, o município já contabiliza 72 casos confirmados de dengue neste ano. Outros nove casos aguardam resultado de exame e 45 foram descartados. Até o momento, não há registro de óbitos. Também não houve notificações de Chikungunya, Zika ou Febre Amarela.

A Prefeitura orienta que denúncias ou alertas sobre possíveis criadouros do mosquito podem ser feitos ao Controle de Zoonoses e Endemias pelo telefone (16) 3307-7405.

SÃO CARLOS/SP - O Departamento de Vigilância em Saúde (VIGEP) iniciou nesta quarta-feira (11/02) a vacinação contra a dengue com a aplicação da vacina Butantan-DV. Nesta etapa, o público-alvo é formado por servidores da Atenção Primária da Rede Municipal de Saúde.

Os primeiros imunizados foram os Agentes de Combate às Endemias com até 59 anos, profissionais que atuam diretamente nas ações de prevenção e controle da doença. O município recebeu 385 doses do imunizante. A expectativa da Secretaria de Saúde é ampliar gradativamente a estratégia de vacinação, de acordo com o envio de novas remessas por parte do Ministério da Saúde.

A vacina Butantan-DV está em desenvolvimento e acompanhamento há cinco anos. Estudos realizados com pessoas de 12 a 59 anos indicaram eficácia geral de 74,7%, proteção de 91,6% contra casos graves e 100% contra hospitalizações.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, nesta semana devem ser vacinados 385 servidores. “Com esse quantitativo recebido, conseguimos imunizar 45% dos servidores da Saúde com até 59 anos da Atenção Primária. Seguimos aguardando novas doses do Ministério da Saúde para finalizarmos a imunização dos demais servidores da Atenção Primária, totalizando 900 profissionais”, explica a diretora.

O prefeito Netto Donato acompanhou o início da vacinação e destacou a importância de proteger os profissionais que estão na linha de frente do enfrentamento à dengue.

“Estamos começando pelos servidores que atuam diretamente nas ações de prevenção, visitando residências, eliminando criadouros e orientando a população. É uma forma de reconhecer e proteger quem está diariamente no combate à doença. A vacinação é um avanço importante, mas não substitui os cuidados que cada cidadão precisa manter em casa. Só com responsabilidade compartilhada vamos reduzir os casos e preservar vidas”, afirmou o prefeito.

“O início da vacinação com a Butantan-DV representa um marco importante no enfrentamento à dengue em nosso município. Estamos incorporando uma vacina desenvolvida por uma instituição brasileira de referência, que traz resultados expressivos na redução de casos graves e hospitalizações. Seguiremos trabalhando com planejamento, responsabilidade e transparência para proteger a saúde da nossa população e reduzir o impacto da doença em nossa cidade”, Leandro Pilha, secretário municipal de Saúde.

Para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, o município segue oferecendo a vacina Qdenga em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

Sobre a Butantan-DV – É uma vacina de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan, e considerada a primeira do mundo com essa característica aprovada contra a dengue. O imunizante é tetravalente, oferecendo proteção contra os quatro sorotipos do vírus.

O Instituto Butantan orienta que a vacina não seja aplicada simultaneamente com outras vacinas do calendário nacional. O intervalo recomendado é de 24 horas para vacinas inativadas e de 30 dias para vacinas atenuadas. Após infecção por dengue, a recomendação é aguardar seis meses para se vacinar. Em casos de febre amarela, zika ou chikungunya, o intervalo indicado é de 30 dias.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos inicia nesta quarta-feira (11/02), a vacinação contra a dengue com a vacina Butantan-DV. A aplicação começa com a Atenção Primária em Saúde e também com os Agentes de Combate às Endemias com até 59 anos que serão vacinados na sede do Departamento de Vigilância em Saúde (VIGEP), localizada na rua Conde do Pinhal, 2161, no centro.

O município recebeu 385 doses do imunizante, conforme definição do Ministério da Saúde. 

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a quantidade corresponde a cerca de 45% do total de trabalhadores estimados, incluindo Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde. A expectativa é de ampliação da estratégia de vacinação conforme a liberação de novas remessas.

A vacina Butantan-DV está em acompanhamento há cinco anos. Estudos realizados com pessoas de 12 a 59 anos apontaram eficácia geral de 74,7%, proteção de 91,6% contra casos graves e de 100% contra hospitalizações.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, o imunizante representa um avanço importante no combate à doença. “A vacina de dose única desenvolvida pelo Instituto Butantan fortalece as estratégias de prevenção, principalmente nos períodos de maior transmissão. Trata-se de uma conquista da ciência brasileira e da primeira vacina de dose única do mundo aprovada contra a dengue. Além disso, é tetravalente, protegendo contra os quatro sorotipos do vírus”, destacou.

A Secretaria de Saúde orienta que a Butantan-DV não seja aplicada simultaneamente com vacinas do calendário nacional. O intervalo recomendado é de 24 horas para vacinas inativadas e de 30 dias para vacinas atenuadas. Após infecção por dengue, a orientação é aguardar seis meses para se vacinar. Nos casos de febre amarela, zika ou chikungunya, o intervalo é de 30 dias.

A diretora de Vigilância em Saúde reforça que as ações de controle do mosquito e a mobilização da população continuam sendo fundamentais. “A vacina é uma proteção a mais, mas é destinada a uma faixa etária específica. A dengue é uma doença grave e pode levar à morte, por isso não podemos baixar a guarda”, afirmou.

“É mais um passo importante no enfrentamento à dengue em São Carlos. A vacinação dos profissionais da Atenção Básica é uma estratégia fundamental para proteger quem está na linha de frente do atendimento à população. Estamos iniciando com as doses disponíveis, mas seguimos em diálogo com o Ministério da Saúde para ampliar a cobertura assim que novos lotes forem liberados. A vacina representa mais uma ferramenta no combate à doença. No entanto, é importante lembrar que a vacinação não substitui os cuidados diários. A participação da população no combate aos criadouros do mosquito continua sendo essencial. Só com o esforço conjunto vamos conseguir reduzir os casos e proteger a saúde de todos, lembra o prefeito Netto Donato. 

Para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, o município disponibiliza a vacina Qdenga em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

SÃO CARLOS/SP - O balanço mais recente da Vigilância Epidemiológica aponta que 72 pessoas foram diagnosticadas com dengue em São Carlos ao longo de 2026. Outras nove ocorrências suspeitas permanecem em análise, enquanto 45 notificações foram descartadas após exames.

Apesar do número de casos confirmados, o município não registra nenhuma morte relacionada à doença neste ano. O resultado é considerado positivo pelas autoridades de saúde, que destacam a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento médico.

O levantamento também indica que não houve registros de chikungunya, zika ou febre amarela, doenças que compartilham o mesmo vetor da dengue. A Secretaria de Saúde reforça que o combate ao mosquito continua sendo a principal forma de prevenção e pede o apoio da população para evitar água parada em residências e espaços públicos.

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