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Radio Sanca Web TV - Sexta, 03 Julho 2020

SÃO CARLOS/SP - O governador João Doria anunciou no início da tarde da útlima sexta-feira, 03, a quinta atualização do Plano SP. A região de São Carlos continua na Fase Laranja.

Algumas mudanças, porém, em relação à semana passada, foram anunciadas pelo governador, entre elas, a opção do funcionamento máximo de 6h diárias por apenas quatro dias, desde que o atendimento presencial fique fechado nos outros três dias.

O presidente da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), José Fernando Domingues, ressalta que solicitou ao Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus para que os horários não sofram mudanças na cidade. “Solicitamos ao secretário de Comunicação e presidente do Comitê, Mateus Aquino, para que não ocorra mudança no horário e o comércio não essencial continue funcionando das 12h às 16h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 9h às 13h, o que foi prontamente acatado. Com isso, o horário não sofrerá alterações”, contou.

Os funcionamentos de bares, restaurantes e similares [com atendimento presencial], salões de beleza ou academias continuam proibidos, devendo ser retomados somente na Fase Amarela do Plano São Paulo, mantendo recomendações de segurança. As atividades culturais, convenções e eventos com pessoas sentadas, respeitando distância mínima de 1,5 metros, serão retomadas desde que a região esteja 28 dias consecutivos na Fase Amarela.

Zelão ressalta que as atividades autorizadas deverão continuar funcionando com capacidade de 20% e horário de funcionamento de 4h seguidas diárias. “As normas sanitárias são as mesmas para todos os segmentos: disponibilizar higienização para funcionários e consumidores com álcool gel 70% em pontos estratégicos; os funcionários devem utilizar máscaras durante toda a jornada de trabalho, assim como os consumidores; o acesso e o número de pessoas nos estabelecimentos devem ser controlados; manter todas as áreas ventiladas; e a fila deve ter distanciamento de 2 metros entre as pessoas”, lembrou.

A nova classificação anunciada entra em vigor a partir da próxima segunda-feira, dia 06 de julho, para todas as regiões do Estado.

Publicado em Comércio

Proposta beneficia pessoas que recebem aposentadoria baixa mesmo tendo trabalhado ao longo de muitos anos. Governo calcula que 1,3 milhão de aposentados sejam contemplados, dos quais a ampla maioria são mulheres.

 

MUNDO - O Bundestag, câmara baixa do Parlamento alemão, aprovou nesta quinta-feira (02/07) a chamada aposentadoria básica ou mínima, um dos temas mais debatidos pela coalizão de governo entre conservadores e social-democratas nos últimos meses. O projeto deve ser aprovado pelo Bundesrat, câmara alta do Parlamento, ainda nesta sexta-feira.

A ideia é ajudar financeiramente aposentados que recebem valores baixos mesmo tendo trabalhado ao longo de muitos anos. Não se trata de um valor fixo, mas de um abono calculado caso a caso. A medida deve beneficiar, pelos cálculos do governo alemão, 1,3 milhão de aposentados, dos quais 70% são mulheres.

Eles receberão um abono cujo cálculo depende dos anos de contribuição e da renda atual, podendo chegar a, no máximo, cerca de 400 euros. O valor médio calculado pelo Ministério do Trabalho ficará em torno de 75 euros. O valor máximo é pago apenas a pessoas que tenham renda inferior a 1.250 euros ou, no caso de casais, 1.950 euros por mês.

Além disso, é necessário ter no mínimo 33 anos de contribuição para estar habilitado a receber o benefício, o que inclui também trabalhos domésticos, como cuidar de crianças ou parentes doentes. O valor máximo só pode ser atingido por pessoas com no mínimo 35 anos de contribuição.

O texto foi aprovado com maioria formada por parlamentares da União Democrata Cristã (CDU) e União Social Cristã (CSU) e do Partido Social-Democrata (SPD), tendo sido uma proposta impulsionada principalmente pelos membros do SPD. O Partido Liberal Democrático (FDP) e os populistas de direita do Alternativa para a Alemanha (AfD) votaram contra o projeto. As bancadas do Partido Verde e de A Esquerda se abstiveram.

"Trata-se de um complemento à aposentadoria para quem trabalhou duro", disse o ministro alemão do Trabalho, Hubertus Heil (SPD). Durante o debate parlamentar, ele classificou a proposta de um projeto central de reforma política do governo, ressaltando que a aposentadoria básica não é "esmola", mas "oferece a chance de tornar nosso país melhor e mais justo".

Embora a medida deva entrar em vigor no começo do próximo ano, é provável que o pagamento só comece em julho de 2021, retroativamente, devido, entre outros motivos, ao cálculo envolvido na verificação de renda dos beneficiários.

O abono não precisa ser solicitado. As seguradoras deverão verificar quais aposentados devem recebê-lo ou não, num cálculo complicado que inclui também eventuais outras fontes de renda, como ganhos de capital, e também rendimentos no exterior, e usará informações do imposto de renda.

Um dos pontos mais controversos do projeto dentro da coalizão de governo foi a forma de financiamento para a iniciativa. O SPD considerou que este estaria assegurado por meio do imposto sobre transações financeiras. No entanto, não há data para introdução dessa modalidade de taxação, que os sociais-democratas gostariam de ver implementada em toda a UE. Por isso, os conservadores de CDU e CSU resistiram por muito tempo à implementação, mas acabaram cedendo.

O especialista em aposentadoria do FDP Johannes Vogel acusou a proposta de não ter financiamento sólido nem ser uma ajuda efetiva contra a pobreza na velhice. Já a AfD acusou o projeto de ser muito caro e os abonos, baixos demais.

O deputado da sigla A Esquerda Matthias Birkwald criticou a complexidade no cálculo do complemento, afirmando que o projeto torna a ideia um "monstro burocrático".

O especialista em política social do Partido Verde Markus Kurth alertou que a aposentadoria básica "causa decepção maciça" por deixar de fora aqueles que estiveram longos períodos desempregados ou com capacidade de ganho reduzida e que, por isso, não puderam contribuir pelo número de anos requerido para ter direito ao benefício.

 

MD/dpa/afp/rtr

*Por: DW.com

Publicado em Economia

SÃO PAULO/SP - O senador José Serra (PSDB) criticou a busca que a PF (Polícia Federal) realizou em sua casa, em Alto Pinheiros, zona oeste de São Paulo, nesta última 6ª feira (3). Lá, o órgão também apreendeu documentos, pen-drives, HDs e computadores. A força-tarefa da Lava-Jato investiga o congressista por pagamentos recebidos no exterior. Serra caracterizou as “medidas [como] invasivas e agressivas”.

Serra também disse que a ação se baseou em fatos que já prescreveram. “Em meio à pandemia da covid-19, em uma ação completamente desarrazoada, a operação realizou busca e apreensão com base em fatos antigos e prescritos e após denúncia já feita, o que comprova falta de urgência e de lastro probatório da acusação”, afirmou.

O senador mora no local com a filha Verônica Allende Serra, que também é investigada. A Operação Revoada se baseia em denúncia da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo sobre 1 suposto esquema de lavagem de dinheiro fora do Brasil para políticos. Oito mandados foram cumpridos em São Paulo e no Rio de Janeiro.

De acordo com a denúncia, Serra teria utilizado seu cargo e sua influência política para receber dinheiro da empreiteira Odebrecht. No acordo, o político daria benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul.

Eis a íntegra da nota divulgada pelo senador:

“Causa estranheza e indignação a ação deflagrada pela Força Tarefa da Lava Jato de São Paulo na manhã desta sexta-feira (3) em endereços ligados ao senador José Serra. Em meio à pandemia da Covid-19, em uma ação completamente desarrazoada, a operação realizou busca e apreensão com base em fatos antigos e prescritos e após denúncia já feita, o que comprova falta de urgência e de lastro probatório da Acusação.

É lamentável que medidas invasivas e agressivas como a de hoje sejam feitas sem o respeito à Lei e à decisão já tomada no caso pela Suprema Corte, em movimento ilegal que busca constranger e expor um senador da República.

O Senador José Serra reforça a licitude dos seus atos e a integridade que sempre permeou sua vida pública. Ele mantém sua confiança na Justiça brasileira, esperando que os fatos sejam esclarecidos e as arbitrariedades cometidas devidamente apuradas.

Assessoria de Comunicação

Senador José Serra (PSDB/SP)”

 

 

*Por: PODER360 

Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - "O esporte me transformou como pessoa, me deu muito mais do que uma medalha". O depoimento de Aline Silva à Agência Brasil não é exagero. A vida da garota de infância humilde, que chegou a ficar em coma alcoólico aos 11 anos, começou a mudar quando conheceu o judô. A reviravolta completa veio, de vez, em outro tatame: o de wrestling (luta olímpica) A paulista de 33 anos, criada sozinha pela mãe, referência para a atleta, sagrou-se vice-campeã mundial na modalidade, em 2014, e foi três vezes ao pódio em Jogos Pan-Americanos, com duas pratas e um bronze.

"O rendimento foi consequência. Com o esporte, ganhei o mundo. Visitei mais de 30 países, falo inglês fluente por causa do esporte. Ele me abriu uma visão de mundo que eu não teria condições de ter sem ter dinheiro para viajar. O próprio projeto social é uma conquista, também", destaca Aline.

O projeto a que ela se refere é o Mempodera, criado em 2018 em Cubatão, cidade paulista onde a lutadora mora e treina. A iniciativa atende a mais de 80 jovens de 6 a 15 anos, com aulas de wrestling e inglês. "Uma das missões [do projeto] é empoderar meninas por meio do esporte, promovendo a igualdade de gênero. No primeiro ano, a gente começou só com meninas. Quando vimos que a turma de meninas já estava consolidada, no segundo ano começamos a aceitar meninos", detalha a atleta, que desenvolveu a ideia - já antiga - no Global Sports Mentoring Program (GSMP), em 2017. Esse programa incentiva mulheres inspiradoras a criarem planos de ação que empoderem garotas a partir do esporte.

A pandemia do novo coronavírus (covid-19) paralisou as atividades presenciais do Mempodera, realizadas em uma escola pública no bairro Jardim Nova República, área de alta vulnerabilidade social em Cubatão. Durante a pandemia algumas crianças conseguiram continuar virtualmente no projeto, mas a maioria está ausente. O motivo? Acesso limitado à internet.

Por isso, o projeto iniciou uma campanha online para compra de dados móveis, para que os jovens consigam acompanhar as aulas. "Temos 86 crianças e só seis estavam fazendo aula na quarentena. Uma das alunas explicou que estava ausente porque não tinha internet. Nisso, outra aluna disse que conseguiria rotear [os dados] do celular dela pela janela de casa. Foi quando a ficha caiu", diz Aline. "O escopo [da campanha] prevê pagar a internet e o excedente vai ajudar às famílias, que é algo que a gente está fazendo, com alimento, higiene, o que a gente vê de maior necessidade", esclarece.

Em paralelo, a lutadora busca telefones celulares para as crianças terem como assistir ás atividades. "Eu comecei a pedir na minha rede social, vou disparar alguns documentos para parceiros, pedindo às pessoas que têm um celular que não é utilizado, não tem mais valor de venda ou que, ao invés de vender, podem fazer o bem a alguém que não tem esse acesso, para doarem. Aí a gente manda um vídeo de volta, da criança que recebeu o celular, agradecendo", descreve.

Até é o final da tarde desta desta sexta-feira (3), a vaquinha on-line havia arrecadado cerca de 55% da meta de R$ 7,934 mil, restando 19 dias para o término. Além do pacote de dados, a previsão é que o montante também auxilie na compra de máscaras, sabonetes e alcool em gel a serem doados às famílias. "Estou bem positiva de que vamos conseguir. No primeiro momento, pensamos na quarentena. Voltando [às aulas presenciais, ainda sem previsão], o dinheiro também ajudará o projeto a se adaptar a esse novo normal", explica.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Oi pessoal, como todos sabem nessa quarentena muitos jovens não tem acesso à internet ficando excluídos do ensino e do mundo como consequência. No nosso projeto estamos com muita dificuldade até de falar com as famílias que atendemos pra saber se estão precisando de alguma coisa por falta de internet, essa campanha que criamos é pra levantar uma quantia em dinheiro que será usada pra fornecer internet aos alunxs do Mempodera e também dar suporte com outras necessidades das famílias! Você que acompanha e acredita no nosso trabalho contribua da forma que puder, em dinheiro ou compartilhando a campanha! O LINK PRA DOAÇÃO ESTA NA BIO ? Hi guys, as everyone knows in this quarantine, many young people do not have access to the internet, being excluded from education and the world as a consequence. In our project, we are having a hard time even talking to families who we need to know something that they may be needing because they dont have internet acess, this campaign that we create os to raise money that will be used to offer internet to our wrestlers to them to be able to continue watching the classes that our teaches até offering online. You who follow and believe in our work help as you can, in cash or share a campaign so others will now our cause!Together we are stronger. THE LINK FOR DONATION IS ON OUR BIO. #alster #mempodera #gsmp #empoderamentofeminino #mulherqueluta #feminismo

Uma publicação compartilhada por Mempodera (@mempodera) em

 

Foco nos Jogos de Tóquio

Representante brasileira na Olimpíada Rio 2016, Aline se garantiu para os Jogos de Tóquio (Japão) em março passado, durante o Pré-Olímpico Continental de Ottawa (Canadá). A competição foi uma das últimas antes da paralisação devido à pandemia de covid-19. Além dela, que luta na categoria até 76 quilos, o wrestling do Brasil também terá ano que vem, em Tóquio, a atleta Laís Nunes (até 62 kg) e o lutador Eduard Soghomonyan (até 130 kg, no estilo greco-romano).

"A luta é um dos esportes que terá mais dificuldade de retorno [pós-pandemia]. Tenho sido acompanhada [à distância] pela minha equipe técnica e mantenho os treinos em casa, fazendo a parte física, que é o que dá para cuidar, às vezes, com ajuda do namorado. Ainda não sei quando poderei realmente começar a treinar [presencial]. Mantenho a cabeça no lugar, sabendo o que posso fazer hoje e o que posso fazer pelo meu treino. Isso me deixa tranquila", conclui Aline Silva.

 

 

*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Esportes

As máscaras de proteção tornaram-se fundamentais no combate à pandemia do novo coronavírus; aprenda a usá-las de forma correta

SÃO PAULO/SP - Praticar o distanciamento social e lavar as mãos com frequência são as medidas mais efetivas para prevenir o contágio do novo coronavírus, mas o uso de máscaras de proteção também vem provando ser um hábito importante para o combate à pandemia.

As máscaras de proteção são especialmente importantes para prevenir que pessoas infectadas espalhem o vírus, por meio de partículas de saliva ou de secreção expelidas ao tossir ou espirrar. Por isso, o uso de máscaras de proteção é considerado hoje não só uma forma de cuidado pessoal, mas um ato de respeito ao próximo.

Para uma proteção eficaz, é essencial que as máscaras sejam usadas corretamente. Confira os erros mais comuns no uso das máscaras e como corrigi-los.

Erro: não higienizar as mãos antes de colocar a máscara de proteção

Nunca toque a máscara de proteção antes de lavar as mãos, ou você corre o risco de contaminá-la antes mesmo de sair de casa. O primeiro passo para um uso seguro é colocar a máscara de proteção somente após essa higienização.

Erro: deixar o nariz descoberto

A máscara de proteção deve proteger bem o nariz e a boca, cobrindo também o queixo. Certifique-se de que o tecido fique bem ajustada ao rosto, sem que fiquem vãos largos nas laterais.

Erro: tocar a máscara de proteção para ajustá-la ao rosto

Evite ao máximo tocar na máscara de proteção. Caso precise arrumá-la, nunca toque a parte de tecido. Manuseie somente as alças para ajustá-la, assim você evita contaminá-la com as mãos.

Erro: achar que o uso da máscara de proteção é suficiente para se proteger

Mesmo com o uso de máscaras de proteção, é fundamental continuar respeitando as medidas de prevenção ao contágio: manter uma distância segura de outras pessoas ao sair de casa e jamais tocar o rosto com as mãos antes de lavá-las.

Erro: usar a máscara de proteção apenas na presença de outras pessoas

Mesmo que não haja outras pessoas por perto, usando a máscara de proteção você evita que possíveis gotículas infectadas contaminem as superfícies com as quais entrou em contato. Lembre-se de que boa parte das pessoas infectadas pelo novo coronavírus não apresentam sintomas. Por isso, ao sair sem máscara de proteção, você pode estar colocando outras pessoas em risco sem saber.

Erro: retirar a máscara de proteção sem cuidado

Assim como deve-se lavar as mãos antes de colocar a máscara de proteção, é muito importante repetir esse processo ao retirá-la. Ao voltar da rua, coloque a máscara de tecido imediatamente para lavar e higienize bem as mãos em seguida. No caso de máscaras descartáveis, faça o descarte adequado no lixo comum.

Erro: achar que o uso dentro de casa não é necessário em nenhuma situação

Em geral, não é preciso usar máscaras de proteção dentro de casa se você estiver em contato apenas com quem mora no mesmo local. Porém, se uma das pessoas apresentar qualquer suspeita de infecção pelo novo coronavírus, o uso por todos os moradores torna-se fundamental. O doente deve manter-se isolado em um cômodo próprio, na medida do possível, e qualquer contato com outras pessoas da casa deve ser feito com ambos protegidos pela máscara.

 

Sobre a Extrafarma

Fundada há 59 anos, a Extrafarma atua no mercado de varejo farmacêutico do Brasil. Com mais de 400 lojas e mais de 7 mil colaboradores diretos, a rede conta com mais de 6 milhões de clientes cadastrados no seu programa de fidelidade, o Clube Extrafarma. Em 2014, a empresa passou a fazer parte do Ultra, companhia multinegócios da qual fazem parte também Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Oxiteno.

Para encontrar a Extrafarma mais próxima, basta acessar o site:

https://www.extrafarma.com.br/lojas/.

Publicado em Coronavírus

SÃO CARLOS/SP - Após anos abandonados, o vereador Rodson Magno do Carmo (PSDB) esteve na manhã desta sexta-feira (3) visitando o bairro Jardim Novo Horizonte e constatou a necessidade de limpeza e corte do mato em diversos terrenos,  praças e calçadas não pavimentadas.

Rodson constatou que principalmente na Avenida Alexandre Pedrazzani, que é a via principal que dá acesso ao bairro, a calçada está totalmente tomada pelo mato alto, forçando os pedestres andarem pela rua podendo causar perigo iminente de atropelamentos devido ao alto fluxo de veículos que trafegam pela avenida.

O parlamentar se comprometeu com os moradores a encaminhar a solicitação a Secretaria Municipal de Serviços Públicos para que faça o mais rápido possível o corte do mato, pois diz que “tenho certeza que o secretário Mariel Olmo dará prioridade para o atendimento dessa reivindicação que é tão importante aos moradores da região”, concluiu o vereador. 

 
Publicado em Política

SÃO PAULO/SP - Mesmo com reabertura de bares e restaurantes a partir desta segunda (6), o setor deve contabilizar, até o final de 2020, uma queda em suas receitas de 44,7% na Capital e de 41,9% no Estado de São Paulo, em comparação a 2019. É o que aponta a Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 25 anos, com base em dados oficiais.

Segundo o levantamento, os paulistanos irão consumir cerca de R$ 12,2 bilhões em bares e restaurante, contra os R$ 22,1 bilhões desembolsados no ano passado. No Estado paulista, a projeção é que esse valor caia de R$ 78,1 bilhões em 2019, para R$ 45,4 bilhões neste ano.

Esse é apenas um recorte da pesquisa, finalizada em maio último, e que leva em consideração todo o cenário de pandemia, destacando que o consumo nacional nos diversos setores econômicos se igualará a índices de 2012, com a maior retração desde 1995. Abaixo, segue release na íntegra com dados nacionais. Caso interesse, podemos disponibilizar dados de outros setores e/ou regiões específicas.   

Em baixa, consumo nacional sofre efeitos da pandemia e deve se igualar a índices de oito anos atrás

Pesquisa IPC Maps estima retração de 5,39%, a maior desde 1995 

Com a pandemia do novo coronavírus, o consumo das famílias brasileiras ficará comprometido ao longo de 2020, se igualando aos patamares de 2010 e 2012, descartando a inflação e levando em conta apenas os acréscimos ano a ano. A projeção é uma movimentação de cerca de R$ 4,465 trilhões na economia — um crescimento negativo de 5,39% em relação a 2019 —, a uma taxa também negativa do PIB de 5,89%. A previsão é do estudo IPC Maps 2020, especializado há mais de 25 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, esse crescimento negativo após a pandemia cria um efeito déjà-vu, já que a economia “retomará os índices dos últimos anos em que houve um progresso vigoroso”. O especialista ressalta que no início de março, antes desse cenário de pandemia e isolamento social, “a previsão do PIB para 2020, conforme o Boletim Focus do Banco Central, era de +2,17%, o que resultaria numa projeção do consumo brasileiro da ordem de R$ 4,9 trilhões, superando os R$ 4,7 trilhões obtidos no ano passado.”

O levantamento aponta que, a exemplo de 2019, as capitais seguirão perdendo espaço no consumo, respondendo por 28,29% desse mercado. Enquanto isso, o interior avançará com 54,8%, bem como as regiões metropolitanas, cujo desempenho equivalerá a 16,9% neste ano.

Esta edição do IPC Maps destaca, ainda, a redução na quantidade de domicílios das classes A e B1, o que elevará o número de residências nos demais estratos sociais. Para Pazzini, “essa migração das primeiras classes impactará positivamente o consumo da classe B2, com uma vantagem de 6,8% sobre os valores de 2019”, explica. As outras classes, por sua vez, terão queda nominal do potencial de consumo de 2,94% em relação a 2019.

 

Perfil básico – O Brasil possui mais de 211,7 milhões de cidadãos, sendo 179,5 milhões só na área urbana, que respondem pelo consumo per capita de R$ 23.091,50, contra os R$ 9.916,75 gastos individualmente pela população rural. 

   

Base consumidora – Como já citado, neste ano a classe B2 lidera o cenário de consumo, representando mais de R$ 1 bilhão dos gastos. Junto à B1, estão presentes em 20,9% dos domicílios, sendo responsáveis por 41,1% (R$ 1,7 trilhão) de tudo que será desembolsado pelas famílias brasileiras. Se para a classe média a migração da classe alta para os demais estratos é positiva, para quase metade dos domicílios (48,7%), caracterizados como classe C, o total de recursos gastos cai para R$ 1,475 trilhão (35,6% ante 37,5% em 2019). Já a classe D/E, que ocupa 28,3% das residências, consome cerca de R$ 437,9 bilhões (10,6%). Mais enxuto, em apenas 2,1% das famílias, o grupo A reduz seus gastos para R$ 528,6 bilhões (12,8% contra 13,68% do ano passado).

O mesmo acontece na área rural que, embora no ano passado tivera uma evolução significativa, neste ano perde de R$ 335,9 para R$ 319,6 bilhões.

 

Cenário Regional – O destaque vai para a Região Centro-Oeste que, ampliou em 7,9% sua participação no consumo, respondendo por 8,86% dos gastos nacionais. Encabeçando a lista, embora com pequenas contrações, aparece o Sudeste com 48,42%, seguido pelo Nordeste, com 18,53%. A Região Sul, que em 2019 tinha reduzido sua fatia, volta a subir para 17,97% e, por último, aparece a Norte, representando 6,23%.

 

Mercados potenciais – O desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros equivale a 38,7%, ou R$ 1,759 trilhão, de tudo o que é consumido no território nacional. No ranking dos municípios, os principais mercados permanecem sendo, em ordem decrescente, São Paulo e Rio de Janeiro, seguido por Brasília, que recuperou a 3ª posição, deixando Belo Horizonte atrás. Já, Curitiba sobe para o 5º lugar, ultrapassando Salvador. Na sequência, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus e Goiânia — esta em 10º —, ocupam os mesmos lugares de 2019. Cidades metropolitanas ou interioranas como, Campinas (11º), Guarulhos (13º), Ribeirão Preto (18º), São Bernardo do Campo (19º) e São José dos Campos (21º), no Estado paulista; São Gonçalo (16º) e Duque de Caxias (24º), no Rio de Janeiro; bem como as capitais Belém (14º), Campo Grande (15º) e São Luís (17º) também se sobressaem nessa seleção.

 

Perfil empresarial – Houve declínio de 13% no número de empresas instaladas no Brasil, totalizando hoje 20.399.727 unidades. Deste montante, mais da metade (10,6 milhões) tem atividades relacionadas a Serviços; seguida pelos setores Comércio, com 5,7 milhões; Indústrias, 3,3 milhões e, por último, Agribusiness, com 703 mil estabelecimentos.          

 

Geografia da Economia – Como de costume, a Região Sudeste concentra 51,98% das empresas nacionais, seguida novamente pelo Sul, com 18,15%. Em caminho inverso, as demais regiões reduziram suas atividades: O Nordeste conta com 16,96% dos estabelecimentos, Centro-Oeste com 8,27%, e o Norte com apenas 4,65% das unidades existentes no País.   

Partindo para a análise quantitativa das empresas para cada mil habitantes, o levantamento aponta uma retenção geral. As Regiões Sul e Sudeste seguem liderando com folga, respectivamente, 122,63 e 119,12 empresas por mil habitantes; o Centro-Oeste aparece com 102,17 e, ainda muito aquém da média, vêm as regiões Nordeste, com 60,30, e Norte, que tem apenas 50,77 empresas/mil habitantes.

 

Hábitos de consumo – A pesquisa IPC Maps detalha, ainda, onde os consumidores gastam sua renda. Dessa forma, os itens básicos aparecem com grande vantagem sobre os demais, conforme a seguir: 25,6% dos desembolsos destinam-se à habitação (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás); 18,1% outras despesas (serviços em geral, reformas, seguros etc); 14,1% vão para alimentação (no domicílio e fora); 13,1% a transportes e veículo próprio; 6,6% são medicamentos e saúde; 3,7% materiais de construção; 3,4% educação; 3,4% vestuário e calçados; 3,3% recreação, cultura e viagens; 3,3% em higiene pessoal; 1,5% eletroeletrônicos; 1,5% móveis e artigos do lar; 1,1% bebidas; 0,5% para artigos de limpeza; 0,4% fumo; e finalmente, 0,2% referem-se a joias, bijuterias e armarinhos.   

 

Faixas etárias – Em crescimento, a população de idosos supera a margem de 30 milhões em 2020. Na faixa etária economicamente ativa, de 18 a 59 anos, esse índice passa de 128 milhões, o que representa 60,5% do total de brasileiros, sendo mulheres em sua maioria. Já, os jovens e adolescentes, entre 10 e 17 anos, vem perdendo presença e somam 24,1 milhões, sendo superados por crianças de até 9 anos, que seguem a média de 29,4 milhões.

 

Sobre o IPC Maps

Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora, empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento. Este trabalho traz múltiplos indicativos dos 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc., possibilitando inúmeros comparativos entre os municípios, seu entorno, Estado, regiões e áreas metropolitanas, inclusive em relação a períodos anteriores. Além disso, o IPC Maps apresenta um detalhamento de setores específicos a partir de diferentes categorias.

Publicado em Economia

São Paulo/SP – Zeca Camargo, que sempre gostou de companhia ao cozinhar, se viu durante o isolamento social obrigado a dar uma pausa nos almoços e jantares que costumava oferecer. Para não perder o hábito, adotou os meios digitais e deu um novo formato às suas refeições, com transmissões ao vivo pelas redes sociais e convidados do país inteiro. Agora, todo o público poderá conferir esse conteúdo pelo Nossa, a plataforma de lifestyle do UOL, em parceria com MOV, produtora de vídeos UOL.

O #BrasilCozinhaComigo vai ao ar todos os domingos, ao meio dia, e em cada uma das lives Zeca vai cozinhar com um convidado de diferentes locais do Brasil, trazendo novos sabores e histórias de forma simplificada. “A ideia é mostrar como é fácil preparar um prato bonito e saboroso, explorando a diversidade da cozinha brasileira”, diz o apresentador. “Também quero contar histórias de pessoas interessantes que topem o desafio de dividir a tela comigo e promover uma viagem pela gastronomia nacional, sem sair de casa”.

Zeca Camargo conta ainda que o projeto nasceu em seu Instagram como uma forma de se entreter durante o isolamento. “Comecei a publicar fotos dos pratos que fazia e as pessoas pediam a receita. Como havia começado o Diário de Isolamento, pensei em juntar as duas coisas: chamar as pessoas para fazerem comigo, já que querem a receita, e eu também aprenderia um pouco com elas.”

Para identificar potenciais parceiros de fogão, Zeca Camargo usa a hashtag #BrasilCozinhaComigo. Quem estiver disposto a encarar a cozinha virtual, com cada um preparando o mesmo prato em sua própria casa, só precisa postar uma receita e usar a marcação. “A ideia da hashtag é falar: ‘olha, vamos sair da mesmice’, porque cada hora vai ter algo diferente para cozinhar. Quero mostrar que não é preciso nem sair do país para encontrar tanta coisa diferente”, diz.

A primeira live gastronômica será no próximo domingo (5), com uma convidada do Pará ainda não revelada. Zeca irá divulgar sempre aos sábados quem será o seu próximo parceiro, assim como os ingredientes necessários para a preparação do dia seguinte.

O processo de escolha dos ingredientes, seleção dos convidados e até a lista de compras também poderão ser acompanhados de perto pelas redes sociais de Nossa, plataforma de lifestyle do UOL. O novo programa é uma parceria de Nossa com MOV, produtora de vídeos do site. A transmissão será feita no YouTube, no Facebook (@NossaUOL) e no Instagram (@nossa_uol) de Nossa, além do Instagram @zecacamargonomundo.

 

Sobre o Grupo UOL 

O Grupo UOL é o maior grupo brasileiro de conteúdo, tecnologia, serviços e meios de pagamentos digitais. Pioneiro na internet brasileira, com mais de 24 anos de trajetória, o UOL Conteúdo e Serviços oferece mais de 1.000 canais de jornalismo, informação, entretenimento e serviços. Com cobertura de 94% da internet brasileira (9 em cada 10 brasileiros acessam o conteúdo UOL todos os meses), a homepage do UOL recebe mais de 114 milhões de visitantes únicos/mês. O UOL Conteúdo e Serviços oferece ainda soluções para mídia digital (UOL AD_LAB), produtos de segurança e comodidade (Antivírus, Assistência Técnica, UOL Resolve), conectividade Wifi, entretenimento (Loja de Jogos, UOL Esporte Clube, UOL Leia+, Clube UOL), entre outros. O Grupo UOL inclui outras três unidades: o PagSeguro PagBank, com soluções completas para pagamentos online e presenciais (mobile e POS) para todos os meios de pagamento (cartões de crédito, débito e refeição), além das contas digitais gratuitas que permitem pagar contas, recarregar celular, fazer portabilidade de salário e enviar e receber transferências (TEDs); a Compasso, que oferece serviços de datacenters e soluções completas em outsourcing de TI para grandes empresas; e o UOL Edtech, plataforma com soluções para ensino online.  

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Publicado em Culinária

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