SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos foi contemplado com a destinação de uma ambulância zero quilômetro. O recurso é proveniente de emenda parlamentar do deputado estadual Guto Zacarias (MISSÃO) e foi viabilizado por meio de articulação do vereador Bruno Zancheta.
A entrega oficial foi realizada no Paço Municipal, na companhia do prefeito Netto Donato e do Secretário Municipal de Saúde, Leandro Pilha, marcando mais um importante avanço para o sistema de saúde do município.
A nova ambulância terá papel fundamental no fortalecimento do atendimento à população, contribuindo diretamente para o transporte seguro de pacientes, ampliação da capacidade de resposta em situações de urgência e melhoria na qualidade dos serviços prestados pela rede municipal de saúde, contribuindo para a realização do trabalho diário de remoção de pacientes para tratamento e hospitais.
Para o vereador Bruno Zancheta, a conquista representa um passo importante na valorização da saúde pública em São Carlos. “Essa ambulância chega em um momento muito importante e vai fazer a diferença no atendimento à nossa população. Estamos trabalhando para garantir mais estrutura, mais dignidade e mais agilidade no cuidado com as pessoas. Agradeço imensamente ao deputado Guto Zacarias por atender mais um pedido e por olhar com atenção para as necessidades de São Carlos”, destacou o parlamentar.
O vereador também ressaltou que novas conquistas estão sendo articuladas. "Já são mais de R$ 4 milhões conquistados para São Carlos, junto ao Deputados Guto Zacarias (MISSÃO) e Kim Kataguiri (MISSÃO).
Tem mais novidade boa por aí, com ações voltadas também para educação e segurança pública”, completou Bruno Zancheta.
SÃO CARLOS/SP - Cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP), Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP (Campus de Araraquara), e do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram uma nova forma de detectar o vírus da COVID-19 que pode tornar os exames mais rápidos, acessíveis e confiáveis. A pesquisa foi publicada na revista científica internacional “Biomedical Microdevices” e apresenta uma tecnologia inovadora que pode ajudar no diagnóstico de doenças infecciosas.
O grande diferencial desse novo teste está no uso de leveduras (micro-organismos semelhantes aos usados na fabricação de pão e cerveja) modificadas em laboratório para reconhecer especificamente o coronavírus. Essas leveduras são depositadas em um dispositivo que identifica a presença do vírus por meio de pequenas mudanças elétricas. Em termos simples, o aparelho “percebe” quando entra em contato com o vírus, funcionando de maneira semelhante a um sensor que reage ao toque, nesse caso com a presença do próprio vírus.
Uma das principais vantagens dessa tecnologia é o custo mais baixo na produção dos sensores, pois não é necessária a purificação de anticorpos, normalmente importados. A Profa. Dra. Tatiana Moreira da FCF-UNESP explica que somente a porção que reconhece o patógeno é produzida e localizada na superfície da levedura, o que mantém a especificidade da detecção e contribui com a redução dos custos, favorecendo a fabricação dos sensores em larga escala. “As medidas elétricas podem ser feitas com equipamentos portáteis, facilitando o acesso a exames, especialmente em locais com menos recursos”, pontua.
Outro ponto importante é a sensibilidade do teste. Apesar de substituir anticorpos dos sensores usuais por leveduras, o dispositivo consegue identificar quantidades extremamente pequenas do vírus, o que aumenta as chances de detectar a doença logo no início da infecção. Além disso, o sistema mostrou ser capaz de diferenciar o coronavírus de outros vírus, como os da gripe e da dengue, reduzindo erros no diagnóstico.
O cientista Rafael Hensel, autor principal do estudo, destaca que “Leveduras já foram usadas para a detecção de COVID-19 por um grupo de pesquisa australiano, mas a integração dessa abordagem com dispositivos impedimétricos possibilitou a detecção de cargas virais mais baixas”. Além disso, o desenvolvimento de uma tecnologia nacional pode contribuir para a redução de custos e a ampliação da testagem.
Os pesquisadores também ressaltam que por não requerer equipamentos complexos, o teste pode ser utilizado diretamente em clínicas e postos de saúde, permitindo a obtenção de resultados mais rápidos e auxiliando no controle da transmissão de doenças.
Embora ainda precise passar por etapas adicionais antes de chegar ao uso amplo, o novo método é visto como uma solução promissora não só para a COVID-19, mas também para outras doenças. A tecnologia pode ser adaptada para identificar diferentes vírus e condições de saúde no futuro.
O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Osvaldo Novais de Oliveira Jr., igualmente um dos autores da pesquisa, sublinha que “É promissora a combinação de sensores com materiais de baixo custo, como as leveduras, com a técnica de impedância elétrica para detecção, que também pode ser barata e utilizável em qualquer ambiente com um aparelho portátil produzido no Brasil”.
Com isso, o estudo abre caminho para uma nova geração de testes mais simples, rápidos e eficientes, que podem fazer diferença no cuidado com a saúde da população.
Confira no link o artigo científico publicado na revista “Biomedical Microdevices” -
https://link.springer.com/article/10.1007/s10544-026-00799-w
SÃO CARLOS/SP - A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares agora se chama HU Brasil. A mudança do nome da estatal, vinculada ao Ministério da Educação, foi anunciada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em solenidade no Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos, no dia 25/03.
Em seu pronunciamento, Lula resgatou o histórico de programas de governo que abrem oportunidades de educação e de acesso à saúde para todas as camadas da sociedade, como as UPAs, a Farmácia Popular e os recursos direcionados aos hospitais universitários, que agora têm uma nova identidade: HU Brasil. “Tratar de um ser humano não é automático, tem que ter um pouco de sentimento no tratamento e carinho no atendimento, que muitas vezes ajuda a pessoa a se recuperar tanto quanto o remédio que ela vai tomar. Quando você governa, tem que tomar decisão todo santo dia. Investir na universidade, na saúde e na educação não pode estar na rubrica de gasto, mas na de investimento, investimento precioso”, defendeu.
Ao apresentar a nova marca da estatal, o ministro da Educação, Camilo Santana, contextualizou: “O presidente Lula solicitou que houvesse um estudo para a mudança do nome da Ebserh, que era um nome difícil até para falar. O Chioro [presidente da estatal] trabalhou muito por isso, e a Ebserh agora é HU Brasil - a nova marca da Ebserh. Viva o SUS e viva a Educação!”.
Marca é identidade; comunicar é compromisso
O presidente da HU Brasil, Arthur Chioro, destacou que a nova denominação reforça a presença nacional e a integração dos hospitais como rede. “A solução foi construir uma nova marca, um nome que valorize a essência do que é o trabalho desta estatal vinculada ao MEC. Chegamos a uma identificação direta, moderna, com capacidade de comunicação, até porque a essência do nosso trabalho é fazer assistência de qualidade para o SUS, ensino e pesquisa. E quem faz assistência, ensino, pesquisa e inovação de excelência é a HU Brasil, são os hospitais universitários federais”, explicou.
Sobre a HU Brasil
Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.
Trata-se da maior rede de hospitais públicos do Brasil. Suas atividades unem dois dos maiores desafios do país, educação e saúde, impactando a qualidade de vida de milhões de brasileiros. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.
Os hospitais da rede HU Brasil constituem-se, também, em polos estratégicos para o ensino e a formação dos profissionais de saúde, para a pesquisa e a produção de conhecimentos, e para a extensão e a inovação, que ocorrem de forma integrada e indissociável com o seu papel estratégico na oferta de cuidados em saúde para o SUS.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos promoveu, na tarde desta quinta-feira (26/03), uma capacitação voltada à apresentação do Protocolo de Sedação adotado pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME) do município. O encontro foi realizado no auditório do Paço Municipal e reuniu profissionais das unidades de saúde, incluindo equipes médicas, de enfermagem, administrativas e multiprofissionais.
A iniciativa, organizada pela equipe de matriciamento do AME, teve como objetivo divulgar o protocolo, alinhar os fluxos assistenciais e esclarecer aspectos técnicos relacionados à aplicação da sedação em exames como endoscopia e colonoscopia, seguindo as diretrizes vigentes.
De acordo com a médica e diretora técnica do AME, Cláudia Pupo, a capacitação atende à necessidade de reduzir o número de pacientes que deixam de realizar exames por não atenderem aos critérios de segurança exigidos para sedação em ambiente ambulatorial. “Como o AME não é um hospital, existem critérios específicos para esses procedimentos.
Pacientes com quadros mais complexos precisam ser encaminhados para ambiente hospitalar. O protocolo vem para orientar melhor os profissionais, reduzir dispensas e garantir mais segurança no atendimento”, explicou.
A diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), enfermeira Lindiamara Soares, destacou a importância da integração entre os serviços e da qualificação contínua das equipes. Segundo ela, o encontro possibilitou o esclarecimento de dúvidas e o aprofundamento do entendimento sobre critérios e fluxos de encaminhamento.
“Essa capacitação fortalece a rede de atendimento, melhora a comunicação entre os serviços e proporciona mais segurança aos pacientes. Com equipes alinhadas, conseguimos oferecer um cuidado mais eficiente, humanizado e resolutivo”, afirmou.
“A qualificação contínua dos nossos profissionais é um dos pilares para garantir um atendimento cada vez mais seguro e eficiente à população de São Carlos. Essa capacitação sobre o protocolo de sedação é fundamental para organizar os fluxos, evitar desencontros na rede e, principalmente, garantir que cada paciente seja encaminhado para o local adequado, respeitando os critérios de segurança. Nosso objetivo é reduzir a ocorrência de exames que precisam ser remarcados ou cancelados, trazendo mais resolutividade ao sistema e mais conforto ao paciente. Quando os profissionais estão bem orientados e integrados, toda a rede funciona melhor”, ressaltou o secretário de Saúde, Leandro Pilha.
A ação integra as estratégias da Secretaria Municipal de Saúde para qualificar a assistência e aprimorar os processos de atendimento na rede pública.
IBATÉ/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realiza neste sábado, dia 28 de março, o Dia D de Vacinação contra a Influenza. A ação acontecerá das 8h às 16h em unidades de saúde do município, com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal dos grupos prioritários.
Além da vacinação, o evento contará com atividades para as crianças, como pipoca, algodão doce, brinquedos infláveis e trenzinho, proporcionando um ambiente mais acolhedor para as famílias que comparecerem às unidades.
Público-alvo da vacinação
Podem receber a vacina contra a Influenza:
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e puérperas, idosos acima de 60 anos, trabalhadores da saúde (com comprovação de trabalho), pessoas com comorbidades (com laudo médico) ou pessoas com deficiência, caminhoneiros, trabalhadores do sistema prisional e forças armadas, professores, trabalhadores dos Correios, trabalhadores do transporte coletivo e pessoas privadas de liberdade.
A vacinação será realizada das 8h às 16h nas seguintes unidades:
PSF Popular
UBS Icaraí
UBS Jardim Cruzado
A Secretaria de Saúde reforça a importância da vacinação para prevenir complicações causadas pela Influenza, principalmente nos grupos mais vulneráveis, e orienta que todos levem documento pessoal e, se possível, a carteira de vacinação.
BRASÍLIA/DF - Um quarto das estudantes adolescentes do Brasil já sofreu alguma situação de violência sexual, incluindo toques, beijos ou exposição de partes íntimas sem consentimento.
O alerta faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 118.099 adolescentes de 13 a 17 anos, que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024.
Em relação a 2019, último ano em que a pesquisa foi feita, o percentual de meninas que relataram essas violências nas respostas aumentou 5,9 pontos percentuais.
O IBGE destaca ainda que 11,7% das estudantes entrevistadas contaram que foram forçadas ou intimidadas para se submeterem a relações sexuais. Nesse caso, o aumento em relação a 2019 foi de 2,9 pontos percentuais.
Apesar da proporção de meninas violentadas ser, em média, o dobro da de meninos, estudantes de ambos os gêneros relataram situações de abuso, somando mais de 2,2 milhões de vítimas de assédio e 1,1 milhão de relações forçadas.
Apesar de ações enquadradas nas duas categorias serem tipificadas como estupro pela lei brasileira, o IBGE optou por dividi-las em duas perguntas para facilitar a compreensão dos adolescentes durante as entrevistas.
“Esse tipo de violência nem sempre é identificado pela vítima, seja por falta de conhecimento em razão da idade, no caso de menores, seja por aspectos sociais e culturais. Nesse sentido, a identificação dos diversos atos que caracterizam a violência sexual, por um lado, consiste numa estratégia metodológica que facilita a identificação da violência; por outro, possibilita a caracterização da violência em escalas de gravidade”
Outro destaque da pesquisa diz respeito à idade das vítimas no momento do crime. Enquanto as situações de assédio sexual foram mais reportadas por adolescentes com 16 e 17 anos, entre aqueles forçados à relação sexual, a maioria (66,2%) tinha 13 anos ou menos quando sofreu a violência.
A violência foi mais frequente entre os estudantes de escola pública: 9,3% dos adolescentes dessas instituições relataram já terem sido intimidados ou forçados a uma relação sexual, contra 5,7% dos alunos da rede privada.
Já nos casos de assédio sexual, a proporção entre as duas redes é semelhante.
O instituto também pediu aos estudantes que apontassem o autor das violências. No caso daqueles que foram submetidos a uma relação forçada, a grande maioria foi violentada por pessoas do seu círculo íntimo:
Já nos casos de toque não consentido, beijo forçado ou exposição de partes íntimas, a categoria mais mencionada foi “outro conhecido” (24,6%), seguido por outros familiares (24,4%) e desconhecidos (24%).
Em ambos os casos, os estudantes podiam escolher mais de uma opção, e o somatório das respostas nas duas questões foi superior a 100%, o que indica que muitos estudantes sofreram esse tipo de violência mais de uma vez, ou de pessoas diferentes.
A pesquisa também identificou que cerca de 121 mil meninas de 13 a 17 anos de idade já engravidaram alguma vez, o que representou 7,3% daquelas que disseram ter iniciado a vida sexual. Desse total, 98,7% eram de escolas da rede pública.
Em cinco estados do Brasil, o índice de gravidez precoce ultrapassa 10% das estudantes: Paraíba, Ceará, Pará, Maranhão e Amazonas, onde a situação chega a 14,2% das estudantes.
Outros dados sobre a iniciação sexual dos adolescentes, de forma consentida, levantam preocupações com a prevenção dessas gestações e contra infecções sexualmente transmissíveis.
Somente 61,7% dos estudantes usaram camisinha na primeira relação sexual, proporção que cai para 57,2% no caso da relação mais recente.
Para o IBGE, isso indica que não só os adolescentes não estão se protegendo desde o começo da vida sexual, como esse uso vai caindo com o passar o tempo.
Já entre aqueles que optaram por outros métodos contraceptivos, 51,1% dos estudantes utilizam pílula anticoncepcional e 11,7% usam pílula do dia seguinte, uma opção de emergência, que só deve ser tomada em situações excepcionais.
Apesar disso, quatro em cada dez meninas já tomou esse tipo de pílula pelo menos uma vez na vida.
Em comparação com a pesquisa anterior, os dados de 2024 também apontam para um início mais tardio da vida sexual: 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vivenciado ao menos uma relação, 5 pontos percentuais a menos do que em 2019.
A proporção cai para 20,7% entre os alunos de 13 a 15 anos, e sobe para 47,5% entre aqueles com 16 e 17 anos.
Por outro lado, considerando apenas aqueles que já iniciaram a vida sexual, 36,8% tiveram a primeira relação com 13 anos de idade ou menos.
No Brasil, a idade mínima para o consentimento legal é 14 anos, e qualquer relação com pessoa menor do que essa idade pode configurar estupro de vulnerável. Entretanto, os dados da pesquisa apontam que a idade média da iniciação sexual foi de 13,3 anos, entre os meninos, e de 14,3 anos, entre as meninas.
AGÊNCIA BRASIL
CHINA - A influenciadora taiwanesa Wang Wei-Chien morreu aos 29 anos após enfrentar um câncer. A informação foi confirmada por representantes de sua empresa e ganhou repercussão internacional nos últimos dias.
Ela havia sido diagnosticada com linfoma em 2021, mas demorou a buscar atendimento médico. Os primeiros sinais, como dores e inchaço no braço, foram inicialmente interpretados como consequência de esforço físico. A situação só mudou quando percebeu a presença de um caroço, o que a levou a procurar ajuda especializada. Mesmo após o início do tratamento, a doença avançou rapidamente.
Ao longo da batalha contra o câncer, Wang compartilhou momentos de sua rotina com os seguidores nas redes sociais, onde reunia mais de 18 mil pessoas. Em uma das publicações, mostrou a surpresa preparada pelo namorado e por amigos, que rasparam o próprio cabelo em apoio a ela. “No momento em que eu os vi, comecei a chorar, minhas emoções simplesmente explodiram. Eles me mostraram que eu não precisava ter medo”, escreveu.
Conhecida pelo conteúdo sobre beleza, ela também era fundadora da marca Hermacy. Após a confirmação da morte, a empresa anunciou o encerramento das atividades. Em comunicado, afirmou que Wang era peça central no funcionamento do negócio e que não seria possível dar continuidade ao projeto.
Na biografia de suas redes, a influenciadora se apresentava como a “embaixadora contra o câncer mais bonita”, título que recebeu de seus seguidores durante o tratamento.
por Notícias ao Minuto
SÃO CARLOS/SP - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 começa neste sábado (28/03), com o Dia D de Mobilização Nacional. Em São Carlos, a imunização será realizada das 8h às 13h em diversas unidades de saúde. O município recebeu 17 mil doses da vacina para o início da campanha.
A vacinação estará disponível nas unidades UBS Aracy, USF Antenor Garcia, UBS Redenção, UBS Azulville, UBS Vila Isabel, UBS São José, USF São Rafael/Itamarati, USF Água Vermelha, UBS Santa Felícia e USF Jóquei Clube/Guanabara. Especificamente neste sábado, dia 28, também será instalado um posto volante na sala da administração do Mercado Municipal para a vacinação de adultos, das 9h às 13h.
A vacina deste ano é trivalente e foi atualizada com novas cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e tipo B). A imunização deve ser realizada anualmente, já que o vírus sofre mutações frequentes. A vacina pode ser administrada junto a outros imunizantes do calendário oficial, com exceção da vacina contra a dengue (Butantan-DV).
Neste primeiro momento, a campanha é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, além de pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.
De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, o objetivo da campanha é reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de diminuir sua circulação, especialmente no período de maior transmissão. “A gripe é uma infecção viral aguda, altamente transmissível, que pode evoluir para formas graves, principalmente em grupos mais vulneráveis”, alerta.
A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. O período de incubação varia de um a quatro dias.
A campanha segue até o dia 30 de maio. Após esse período, a vacina será disponibilizada para a população em geral. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que, desde 2025, crianças, gestantes e idosos podem se vacinar durante todo o ano, e não apenas durante a campanha.
“Nós reforçamos o chamado para que a população dos grupos prioritários procure as unidades de saúde neste Dia D e ao longo da campanha. Precisamos aumentar a cobertura vacinal no município, que ficou abaixo do ideal no último ano. Além disso, é importante lembrar que a influenza continua sendo uma preocupação de saúde pública, assim como outras doenças respiratórias. Vacinar-se é um ato de cuidado individual e coletivo, que protege não só quem recebe a dose, mas toda a comunidade”, finaliza Leandro Pilha, secretário de Saúde.
Em 2025, foram aplicadas 79.792 doses da vacina contra a gripe em São Carlos. A cobertura vacinal dos grupos prioritários foi de 55,41%, abaixo da meta estabelecida. Entre os idosos, a cobertura foi de 55,73%; nas crianças, 53,23%; e entre gestantes, 66,11%.
SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos apresentou uma redução expressiva nos casos de dengue nas primeiras 11 semanas de 2026. De acordo com os dados oficiais, foram registrados 206 casos positivos neste ano, contra 3.190 no mesmo período de 2025 — uma queda de 94%.
O número de notificações, que inclui casos confirmados, descartados e ainda em análise, também apresentou redução significativa. Em 2025, foram 7.285 registros, enquanto em 2026 esse número caiu para 1.380, representando uma diminuição de 81%.
Na comparação com 2024, os números também indicam melhora. Nas primeiras 11 semanas daquele ano, foram 727 casos confirmados, enquanto em 2026 o total foi de 206 — uma queda de 72%. Já as notificações passaram de 2.793 em 2024 para 1.380 em 2026, redução de 51%.
Os dados demonstram avanço no controle da doença, resultado de ações de combate ao mosquito transmissor e maior conscientização da população. Ainda assim, a vigilância sanitária reforça que a prevenção continua sendo essencial para manter os índices em queda.
Reconhecimento reforça compromisso com a qualidade assistencial
SÃO CARLOS/SP - O Hospital Unimed São Carlos – Unidade II recebeu a certificação ONA Nível 1 – Acreditado, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O reconhecimento atesta que a unidade, ativada no início de 2021, atende a rigorosos padrões de qualidade assistencial e segurança do paciente, alinhados às melhores práticas nacionais em saúde.
A entrega oficial do certificado foi realizada pela Fundação Vanzolini, responsável pelo processo de avaliação, representada pelo Gerente de Marketing e Vendas, Bruno Casagrande, e pela Executiva de Vendas, Vanessa Caetano.
A cerimônia contou com a presença do presidente da Unimed São Carlos, Bolívar Soares Mendjoud, do vice-presidente, Ricardo Innecco de Castro, do Diretor Hospitalar, Rafael Djouki, da Gerente Administrativa Hospitalar, Vanessa Marolla, da Gerente Assistencial, Quezia Teruel Lima, e da Gerente da Qualidade, Liu Lopes de Felipe, além das equipes assistenciais e administrativas.
A certificação é resultado de um trabalho estruturado que envolve a implantação e o cumprimento de protocolos, a padronização de processos e o fortalecimento da cultura de segurança em todos os níveis da instituição. O selo ONA Nível 1 valida a organização dos fluxos assistenciais e administrativos, garantindo maior eficiência, rastreabilidade e segurança no atendimento aos pacientes.
Primeiro nível da acreditação, o ONA 1 reconhece instituições que atendem aos critérios fundamentais de qualidade e segurança, representando um importante marco na evolução da gestão hospitalar. A conquista também reforça o compromisso da Unimed São Carlos com a melhoria contínua dos serviços prestados e com a promoção de um cuidado cada vez mais seguro, eficiente e humanizado.
O avanço da Unidade II se soma à trajetória já consolidada do Hospital Unimed – Unidade I, também acreditado desde 2018 e que hoje já possui o nível máximo da certificação, o ONA 3 – Acreditado com Excelência, reforçando o compromisso institucional com a qualidade e a segurança em toda a rede.
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