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SÃO CARLOS/SP - Nesta quarta-feira (01), a Santa Casa de São Carlos recebeu duas ações especiais de Páscoa que levaram acolhimento e momentos de alegria aos pacientes. O Fundo Social de Solidariedade de São Carlos promoveu a entrega de ovos de Páscoa nos setores de Pediatria e Maternidade, enquanto o projeto Superação Sanca também esteve na Pediatria, distribuindo chocolates e presentes às crianças internadas. Ambas as iniciativas contaram com a presença de coelhos da Páscoa, tornando o momento ainda mais lúdico e acolhedor.

A diretora do Fundo Social, Eucimara Jorge Pott, participou da entrega acompanhada de um coelho da Páscoa. Ela foi recebida pelo provedor Antonio Valério Morillas Junior, pelo diretor administrativo e financeiro Danilo Carvalho Oliveira, pelo diretor de Estratégia e Inovação Dr. Flavio Guimarães, pela coordenadora do Centro Integrado de Humanização Juliana Tedesco e pela analista administrativa Vanessa Paschoal. A equipe do projeto Superação Sanca também foi recebida pela instituição durante a realização da ação.

A coordenadora do Centro Integrado de Humanização, Juliana Tedesco, destacou a importância de iniciativas como essa no ambiente hospitalar. “Ações como essa fazem toda a diferença na rotina dos pacientes, especialmente das crianças, trazendo leveza e contribuindo para o bem-estar durante o período de internação. É um gesto de carinho que impacta não só os pacientes, mas também seus familiares”, afirmou.

O provedor Antonio Valério Morillas Junior também agradeceu as iniciativas. “Receber ações como as do Fundo Social e do projeto Superação Sanca reforça o quanto a solidariedade é essencial no ambiente hospitalar. Agradecemos pela sensibilidade e pelo carinho dedicados aos nossos pacientes, que tornam esse momento mais humano e acolhedor para todos”, ressaltou.

A instituição reforça que todos os pacientes que receberam os chocolates são acompanhados pela equipe de Nutrição, garantindo que as entregas respeitem as restrições alimentares e as orientações específicas de cada caso.

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Saúde alertou nesta quarta-feira (1º) que mensagens que circulam nas redes sociais voltaram a espalhar desinformação sobre vacinas. O alvo da vez, segundo a pasta, é a vacina contra a gripe.

“Publicações afirmam, sem qualquer base científica, que o imunizante aumentaria o risco de contrair a própria gripe. A informação é falsa”, rebateu o ministério em nota.

A pasta destacou que a vacina contra a gripe produzida no Brasil pelo Instituto Butantan apresenta eficácia comprovada na prevenção de hospitalizações e mortes, sobretudo entre grupos mais vulneráveis, como crianças pequenas e pessoas com 60 anos de idade ou mais.

A dose contra a gripe disponível via Sistema Único de Saúde (SUS) é a Influenza trivalente, indicada para prevenir quadros clínicos graves, complicações, internações e óbitos causados pelo vírus.

“O imunizante é recomendado pelo Ministério da Saúde, pré-qualificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e segue as orientações internacionais. Tanto a OMS quanto a agência reguladora dos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA), recomendam o uso de vacinas trivalentes”, reforçou o ministério.

Boatos

No comunicado, a pasta ressaltou que a vacina da gripe é produzida com vírus inativados, fragmentados e purificados, não sendo capaz de provocar a doença em quem é imunizado.

“Logo, é falso afirmar que a vacina causa gripe mais forte ou aumenta o risco de infecção”, afirma.

Um dos fatores que contribuem para a confusão, segundo o ministério, é o fato de que o vírus influenza circula com mais intensidade no outono e no inverno,  período em que também aumentam os casos de outras viroses respiratórias, como parainfluenza, covid-19, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus.

“Pessoas vacinadas podem ser infectadas por outros vírus respiratórios no mesmo período e apresentar sintomas semelhantes aos da gripe, o que pode gerar a falsa impressão de que a vacina não funcionou”, esclarece a pasta. 

“Na prática, a imunização reduz a chance de desenvolver sintomas graves e diminui significativamente o risco de internações e morte”, alerta o ministério.

Vacinação

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começou no sábado (28) e segue até o dia 30 de maio nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. 

Podem receber a dose grupos prioritários que incluem idosos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, forças de segurança, caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo, entre outros públicos classificados mais vulneráveis.

Balanço recente divulgado pelo ministério indica que, desde o início da mobilização, mais de 2,3 milhões de doses foram distribuídas no país.

“A vacinação anual é fundamental porque a composição da vacina é atualizada a cada ano, conforme orientações da OMS, para acompanhar as cepas mais prevalentes”, explica o ministério.

Reforço

A pasta informou ainda que reforçou a vigilância da Influenza A (H3N2), especialmente do subclado K, que vem sendo frequentemente registrada em países da América do Norte, como Estados Unidos e Canadá.

No Brasil, até o momento, foram identificados apenas quatro casos do subclado K. As análises foram conduzidas por laboratórios de referência nacional, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Adolfo Lutz, seguindo protocolos rigorosos de vigilância.

“A vigilância da Influenza inclui monitoramento contínuo de casos de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave (SRAG), diagnóstico precoce, investigação de eventos incomuns e fortalecimento do acesso à vacinação e a antivirais”, destacou o ministério.

“A vacina contra a gripe não aumenta o risco da doença, ela salva vidas. Aderir à imunização é a forma mais eficaz de proteger a si mesmo e aos mais vulneráveis, reduzindo internações e evitando mortes”, garante o ministério. 

“Não espalhe desinformação. Confira sempre em sites de fontes oficiais, como do Ministérios da Saúde e da OMS, antes de repassar fake news”, alerta a pasta.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - São Carlos apresenta uma redução expressiva nos casos de dengue em 2026. De acordo com os dados mais recentes, o município contabiliza até o momento 238 casos confirmados da doença, além de 7 ainda em análise e 68 já descartados nesta semana. Não há registro de óbitos.

Na comparação com o mesmo período de 2025, a queda é significativa: no ano passado foram registrados 4.448 casos positivos, enquanto em 2026 o número representa uma redução de aproximadamente 95%. As notificações também diminuíram, passando de 9.301 para 1.550 — queda de 83%.

Outras doenças transmitidas pelo mosquito também seguem sob controle. Foram registradas 74 notificações de chikungunya, todas descartadas, enquanto os 69 registros de zika também não se confirmaram. Para febre amarela, não houve notificações no período analisado.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realizou, no último sábado (28/03), um Mutirão de Combate à Dengue no bairro São Carlos VIII, com a vistoria de 1.619 imóveis. A ação foi coordenada pelo Departamento de Vigilância em Saúde e pela Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

De acordo com Denise Martins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde, do total de imóveis visitados, 1.124 receberam atendimento das equipes. Outros 468 estavam fechados, 13 desocupados e 14 moradores recusaram a vistoria. “A maior parte dos focos do mosquito ainda está dentro das residências. Ela reforçou a importância da colaboração da população na eliminação de recipientes que acumulam água parada”.

Durante o mutirão, agentes de combate às endemias realizaram inspeções para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela urbana. Além disso, moradores receberam orientações sobre prevenção e foram informados sobre os principais sintomas da doença.

A força-tarefa contou com estrutura ampliada, incluindo seis caminhões basculantes e 11 caminhões de carga seca. Ao longo da semana, outros sete caminhões também foram utilizados na retirada de entulhos e resíduos sólidos, contribuindo para a eliminação de focos do mosquito.

“Essa ação no São Carlos VIII mostra a importância de atuarmos de forma preventiva e estratégica no combate à Dengue. Estamos monitorando semanalmente os casos na cidade e direcionando esforços para regiões que ainda não haviam recebido um trabalho mais intensivo como este. Os números mostram que estamos no caminho certo, mas o combate à Dengue não depende apenas do poder público. Precisamos do apoio da população”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha.

O bairro também já vinha recebendo, nos dias anteriores, serviços do programa São Carlos Mais Bonita, como tapa-buraco, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos em áreas públicas.
O secretário municipal de Conservação e Qualidade Urbana, Mariel Olmo, destacou a integração entre as equipes como fator essencial para o sucesso da ação, ressaltando o impacto direto na saúde pública.

O mutirão contou ainda com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) e teve como ponto de concentração a Praça Cônego Alberico Volpe e de apoio o Ecoponto do próprio bairro.

SÃO CARLOS/SP - São Carlos registrou a aplicação de 2.971 doses de vacinas durante o Dia D da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026, realizado no último sábado (28/03). a mobilização ocorreu em diversas unidades de saúde, com reforço de um posto volante instalado no mercado municipal.

Do total de doses aplicadas, 2.302 foram destinadas à imunização contra a gripe, sendo 302 no posto montado no mercado municipal. Também foram aplicadas 386 doses contra a COVID-19, incluindo 30 em crianças, duas em gestantes e 284 em idosos, além de 283 doses de outros imunizantes do calendário nacional.

Os números representam um avanço expressivo em relação ao Dia D de 2025, quando foram registradas 1.618 aplicações no total. neste ano, o volume quase dobrou, evidenciando maior adesão da população à campanha.

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a estratégia tem como objetivo reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de ampliar a cobertura vacinal dos grupos prioritários. “A meta do município é imunizar ao menos 90% desse público até o encerramento da campanha, previsto para 30 de maio”.

Nesta fase inicial, a Campanha é destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, além de pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

“Os resultados do Dia D mostram que a população de São Carlos está cada vez mais consciente da importância da vacinação. Tivemos um aumento muito significativo no número de doses aplicadas em relação ao ano passado, o que reforça a confiança no trabalho das equipes de saúde e na eficácia das vacinas. Nossas equipes estão preparadas para atender a população com segurança e qualidade. Vacinar é um ato de cuidado individual e coletivo”, afirmou Leandro Pilha, secretário municipal de Saúde, que acompanhou de perto a vacinação nas unidades.

A vacinação contra a gripe segue disponível de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) do município.

SÃO CARLOS/SP - O bairro São Carlos VIII recebe neste sábado (28/03), o Mutirão de Combate à Dengue, das 8h às 14h, com a participação de equipes da Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias.

Durante o mutirão, agentes de combate às endemias irão percorrer as residências para vistoria e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. As equipes também orientarão os moradores sobre medidas preventivas e os principais sintomas da doença.

O bairro também recebeu durante a semana, dentro da programação do programa São Carlos Mais Bonita, a operação tapa-buracos, capinação, limpeza de bueiros e retirada de entulhos e resíduos sólidos de áreas públicas

De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a maior parte dos focos do mosquito está dentro das residências, em recipientes que acumulam água parada. Por isso, a colaboração dos moradores é fundamental para evitar o aumento dos casos. Os moradores já podem deixar os inservíveis na frente das residências a partir das 8h deste sábado (28).

A ação também conta com o apoio do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). O local de concentração das equipes será na Praça Cônego Alberico Volpe a partir das 8h.

SÃO CARLOS/SP - A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza 2026 terá início neste sábado, 28 de março, com o Dia D de Mobilização Nacional. Em São Carlos, a imunização será realizada das 8h às 13h em diversas unidades de saúde. Para o início da campanha, o município recebeu 17 mil doses da vacina.

A vacinação estará disponível nas unidades UBS Aracy, USF Antenor Garcia, UBS Redenção, UBS Azulville, UBS Vila Isabel, UBS São José, USF São Rafael/Itamarati, USF Água Vermelha, UBS Santa Felícia e USF Jóquei Clube/Guanabara. Além disso, neste sábado haverá um posto volante na sala da administração do Mercado Municipal, das 9h às 13h, destinado à vacinação de adultos.

A vacina aplicada em 2026 é trivalente, atualizada com novas cepas do vírus influenza (H1N1, H3N2 e tipo B). A imunização deve ser realizada anualmente, devido às frequentes mutações do vírus. Pode ser administrada junto a outros imunizantes do calendário oficial, com exceção da vacina contra a dengue (Butantan-DV). No Dia D, além da vacina contra a gripe, estarão disponíveis outras vacinas do calendário nacional, como contra sarampo, poliomielite, hepatite B, febre amarela e COVID-19, permitindo que a população aproveite a mobilização para atualizar sua carteira de vacinação.

Nesta primeira fase, a campanha é voltada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde: idosos acima de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, puérperas, trabalhadores da saúde, professores, forças de segurança, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários, população privada de liberdade, pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas e pessoas em situação de rua.

O objetivo da campanha é reduzir complicações, internações e mortes causadas pelo vírus influenza, além de diminuir sua circulação, especialmente no período de maior transmissão. A gripe é uma infecção viral aguda, altamente transmissível, que pode evoluir para formas graves em grupos vulneráveis. A transmissão ocorre principalmente por gotículas respiratórias expelidas ao tossir, espirrar ou falar. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. O período de incubação varia de um a quatro dias.

A campanha seguirá até 30 de maio. Após essa data, a vacina será disponibilizada para toda a população. A meta é imunizar pelo menos 90% dos grupos prioritários. Desde 2025, crianças, gestantes e idosos podem se vacinar durante todo o ano, e não apenas durante o período da campanha.

Em 2025, foram aplicadas 79.792 doses da vacina contra a gripe em São Carlos. A cobertura vacinal dos grupos prioritários foi de 55,41%, abaixo da meta estabelecida. Entre os idosos, a cobertura foi de 55,73%; nas crianças, 53,23%; e entre gestantes, 66,11%.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos decidiu priorizar a autorização para uso de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) exclusivamente para pacientes de São Carlos. A medida foi definida após reunião realizada na última quinta-feira (27/03), na Santa Casa, com a presença do prefeito Netto Donato, do vice-prefeito Roselei Françoso, do secretário de Saúde, Leandro Pilha, da secretária de Gestão Pública e Integração Governamental, Laurie Lubek, e representantes do corpo clínico do hospital.

Os materiais classificados como OPME incluem itens como placas, parafusos e próteses não padronizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), utilizados em procedimentos de maior complexidade, especialmente nas áreas ortopédica, neurológica e cardiovascular. Por não integrarem a lista regular do SUS, esses dispositivos são solicitados de forma individualizada pelos médicos, mediante justificativa técnica, e passam por avaliação criteriosa quanto à necessidade clínica, segurança do paciente e impacto financeiro. Em São Carlos a liberação passa por uma auditoria da Secretaria de Saúde.

Com a nova diretriz, a Prefeitura deixará de autorizar o uso desses materiais para pacientes de cidades da região conhecida como “Coração”, que abrange Descalvado, Dourado, Ibaté, Porto Ferreira e Ribeirão Bonito. A decisão busca evitar a sobrecarga financeira do município, que atualmente destina cerca de R$ 250 mil mensais para esse tipo de demanda.

De acordo com o secretário de Saúde, Leandro Pilha, o valor previsto em convênio tem sido frequentemente ultrapassado devido ao atendimento de pacientes de outras cidades.

“Precisamos garantir o uso responsável dos recursos públicos. Quando atendemos além da nossa capacidade, comprometemos o orçamento destinado à população de São Carlos”, afirmou.

O secretário reforçou que está falando de materiais de alto custo, que muitas vezes extrapolam o orçamento previsto. Se não houver esse controle, corremos o risco de comprometer o atendimento da nossa própria população. Esses procedimentos entram para o extra-teto”.

A administração municipal reforça que a medida não impede o atendimento médico, mas estabelece que os custos com materiais especiais devem ser assumidos pelos municípios de origem dos pacientes, assegurando maior equilíbrio na gestão dos recursos da saúde.

“Essa é uma decisão responsável e necessária para garantir a sustentabilidade do nosso sistema de saúde. São Carlos sempre foi referência regional e continuará acolhendo pacientes, mas precisamos estabelecer limites quando se trata de recursos que são próprios do município. Nosso compromisso é com o cidadão de São Carlos, com a qualidade do atendimento e com a boa gestão dos recursos públicos. Cada município precisa assumir sua responsabilidade no cuidado com seus pacientes, para que possamos manter um sistema de saúde equilibrado, eficiente e justo para todos”, disse o prefeito Netto Donato.

O Departamento Regional de Saúde III - Araraquara, que atende os municípios da região coração vai se reunir com os municípios de Descalvado, Dourado, Ibaté, Porto Ferreira e Ribeirão Bonito para comunicar os procedimentos quanto ao uso de  OPME.

SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos foi contemplado com a destinação de uma ambulância zero quilômetro. O recurso é proveniente de emenda parlamentar do deputado estadual Guto Zacarias (MISSÃO) e foi viabilizado por meio de articulação do vereador Bruno Zancheta.

A entrega oficial foi realizada no Paço Municipal, na companhia do prefeito Netto Donato e do Secretário Municipal de Saúde, Leandro Pilha, marcando mais um importante avanço para o sistema de saúde do município.

A nova ambulância terá papel fundamental no fortalecimento do atendimento à população, contribuindo diretamente para o transporte seguro de pacientes, ampliação da capacidade de resposta em situações de urgência e melhoria na qualidade dos serviços prestados pela rede municipal de saúde, contribuindo para a realização do trabalho diário de remoção de pacientes para tratamento e hospitais.

Para o vereador Bruno Zancheta, a conquista representa um passo importante na valorização da saúde pública em São Carlos. “Essa ambulância chega em um momento muito importante e vai fazer a diferença no atendimento à nossa população. Estamos trabalhando para garantir mais estrutura, mais dignidade e mais agilidade no cuidado com as pessoas. Agradeço imensamente ao deputado Guto Zacarias por atender mais um pedido e por olhar com atenção para as necessidades de São Carlos”, destacou o parlamentar.

O vereador também ressaltou que novas conquistas estão sendo articuladas. "Já são mais de R$ 4 milhões conquistados para São Carlos, junto ao Deputados Guto Zacarias (MISSÃO) e Kim Kataguiri (MISSÃO).
Tem mais novidade boa por aí, com ações voltadas também para educação e segurança pública”, completou Bruno Zancheta.

SÃO CARLOS/SP - Cientistas do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), Instituto de Química de São Carlos (IQSC/USP), Faculdade de Ciências Farmacêuticas da UNESP (Campus de Araraquara), e do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveram uma nova forma de detectar o vírus da COVID-19 que pode tornar os exames mais rápidos, acessíveis e confiáveis. A pesquisa foi publicada na revista científica internacional “Biomedical Microdevices” e apresenta uma tecnologia inovadora que pode ajudar no diagnóstico de doenças infecciosas.

O grande diferencial desse novo teste está no uso de leveduras (micro-organismos semelhantes aos usados na fabricação de pão e cerveja) modificadas em laboratório para reconhecer especificamente o coronavírus. Essas leveduras são depositadas em um dispositivo que identifica a presença do vírus por meio de pequenas mudanças elétricas. Em termos simples, o aparelho “percebe” quando entra em contato com o vírus, funcionando de maneira semelhante a um sensor que reage ao toque, nesse caso com a presença do próprio vírus.

Uma das principais vantagens dessa tecnologia é o custo mais baixo na produção dos sensores, pois não é necessária a purificação de anticorpos, normalmente importados. A Profa. Dra. Tatiana Moreira da FCF-UNESP explica que somente a porção que reconhece o patógeno é produzida e localizada na superfície da levedura, o que mantém a especificidade da detecção e contribui com a redução dos custos, favorecendo a fabricação dos sensores em larga escala. “As medidas elétricas podem ser feitas com equipamentos portáteis, facilitando o acesso a exames, especialmente em locais com menos recursos”, pontua.

Outro ponto importante é a sensibilidade do teste. Apesar de substituir anticorpos dos sensores usuais por leveduras, o dispositivo consegue identificar quantidades extremamente pequenas do vírus, o que aumenta as chances de detectar a doença logo no início da infecção. Além disso, o sistema mostrou ser capaz de diferenciar o coronavírus de outros vírus, como os da gripe e da dengue, reduzindo erros no diagnóstico.

O cientista Rafael Hensel, autor principal do estudo, destaca que “Leveduras já foram usadas para a detecção de COVID-19 por um grupo de pesquisa australiano, mas a integração dessa abordagem com dispositivos impedimétricos possibilitou a detecção de cargas virais mais baixas”. Além disso, o desenvolvimento de uma tecnologia nacional pode contribuir para a redução de custos e a ampliação da testagem.

Os pesquisadores também ressaltam que por não requerer equipamentos complexos, o teste pode ser utilizado diretamente em clínicas e postos de saúde, permitindo a obtenção de resultados mais rápidos e auxiliando no controle da transmissão de doenças.

Embora ainda precise passar por etapas adicionais antes de chegar ao uso amplo, o novo método é visto como uma solução promissora não só para a COVID-19, mas também para outras doenças. A tecnologia pode ser adaptada para identificar diferentes vírus e condições de saúde no futuro.

O docente e pesquisador do IFSC/USP, Prof. Dr. Osvaldo Novais de Oliveira Jr., igualmente um dos autores da pesquisa, sublinha que “É promissora a combinação de sensores com materiais de baixo custo, como as leveduras, com a técnica de impedância elétrica para detecção, que também pode ser barata e utilizável em qualquer ambiente com um aparelho portátil produzido no Brasil”.

Com isso, o estudo abre caminho para uma nova geração de testes mais simples, rápidos e eficientes, que podem fazer diferença no cuidado com a saúde da população.

Confira no link o artigo científico publicado na revista “Biomedical Microdevices” -

https://link.springer.com/article/10.1007/s10544-026-00799-w

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