FORTALEZA/CE - Você pode até não saber, mas toda vez em que compra um bilhete de loteria, parte do valor pago vai para o esporte brasileiro. Os valores são destinados ao Governo, secretarias estaduais e confederações, além dos comitês olímpicos e paralímpicos brasileiros.
Para o proprietário da Loteria Aldeota, localizada em Fortaleza, Alessandro Montenegro, a ação é importantíssima. "Cada aposta que o apostador fizer na casa lotérica, além dele investir nele mesmo, ele vai ajudar o Brasil. São 11 modalidades de jogos e tudo isso tem valorizado muito nosso esporte.'', destaca.
Em 2022, a Lei das Loterias destinou R$ 397, 6 milhões ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), que faz a partilha com diversas confederações filiadas ao COB. Para o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) foram R$ 221 milhões. De janeiro a junho deste ano, o repasse social no esporte brasileiro soma R$ 275 milhões.
Segundo a lei sancionada em 2001, os recursos deverão ser exclusivos e integralmente aplicados em programas e projetos de fomento, desenvolvimento e manutenção do desporto, de formação de recursos humanos, de preparação técnica, manutenção e locomoção de atletas, bem como sua participação em eventos desportivos.
FRANÇA - O Comitê Organizador Jogos de Paris 2024 (Olimpíada e Paralimpíada) abriu as inscrições do programa de voluntários para o maior evento esportivo do mundo. Os cadastros são realizados por meio de uma plataforma on-line. As inscrições vão até 3 de maio e podem ser feitas por interessados do mundo todo. Os organizadores esperam reunir 45 mil voluntários nos Jogos Olímpicos (de 26 de julho a 11 de agosto) e nos Paralímpicos (de 28 de agosto a 8 de setembro).

Derrière chaque grande championne, chaque grand champion, il y a un volontaire !
— Paris 2024 (@Paris2024) March 22, 2023
ET SI, c’était vous en 2024 ?
Vous avez jusqu’au 3 mai pour candidater au programme des volontaires des Jeux de #Paris2024, RDV ici ➡️ https://t.co/Q2nx7g7H4e pic.twitter.com/ZjEFikfI0C
São várias as atribuições dos voluntários durante os Jogos, além das boas-vindas a delegações, torcedores e imprensa. Entre as atividades que prestam estão a de guiar fãs e pessoas credenciadas nas áreas de competição e Vila do Atletas; ajudar na distribuição de equipamentos e auxiliar em casos de atendimento médico.
Para pleitear uma vaga de voluntário é preciso ter 18 anos ou mais em 1º de janeiro de 2024; falar ao menos inglês ou francês; e estar disponível por, no mínimo, 10 dias entre a abertura da Vila dos Atletas (12 de julho de 2024), e dois dias depois do encerramento da Paralimpíada (10 de setembro de 2024).
PARIS - A União Europeia não concorda com o Comitê Olímpico Internacional, que está defendendo a inclusão da Rússia e Belarus nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris em 2024. Os países europeus do bloco fizeram uma resolução contra a iniciativa do COI para as próximas Olimpíadas. A moção foi aprovada com 444 votos a favor, 26 contra e 37 abstenções.
A resolução marca o aniversário de um ano da guerra que estremeceu o mundo inteiro. As invasões russas à Ucrânia começaram no dia 24 de fevereiro de 2022. A UE acredita que a participação da Russia e Belarus nos Jogos vão ser usados por ambos os regimes para fins de propaganda e que contrariaria o isolamento amplo dos dois países. O bloco ainda espera que os 27 países membros pressionem o COI a reverter a decisão. O Comitê afirmou que seria discriminatório excluir a Rússia e Belarus.
- A hipocrisia do presidente do COI e do Comitê é simplesmente patética. Um país que comete uma agressão condenada pela grande maioria da Assembleia Geral da ONU perde o direito de competir nos Jogos Olímpicos. Isso também se aplica a todos os seus atletas - afirmou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba.
Depois da mudança de postura do COI, a Ucrânia está considerando um boicote aos Jogos Olímpicos de Paris. Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional, comentou afirmando que seria uma violação da Carta Olímpica. Dmytro Kuleba, respondeu.
- Esta (o boicote) é uma das várias opções. Se atletas russos e belarrussos viessem a Paris em vez de atletas ucranianos, isso seria contra todos os padrões morais, esportivos e políticos. A maioria dos atletas russos que ganharam medalhas nos últimos Jogos Olímpicos representaram clubes esportivos do exército russo - completou Kuleba.
Por Redação do ge
A disputa reunirá mais de 200 atletas com deficiência intelectual, vindos de três regiões do país
JUNDIAÍ/SP - Entre os dias 03 e 06 de novembro, na cidade de Jundiaí (SP), será realizado o Torneio Nacional das Olimpíadas Especiais Brasil - organização internacional com 35 anos no Brasil, que promove o desenvolvimento de pessoas com deficiência intelectual por meio do esporte – com grande apoio do Lions International Foundation. O evento é a consagração da prática esportiva de inclusão no âmbito nacional, após a realização de disputas estaduais, e reunirá mais de 200 atletas na cidade do interior paulista.
Os Jogos Estaduais aconteceram durante os meses de setembro e outubro em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Paraná. Os atletas que tiveram melhor desempenho em suas provas na fase estadual se classificaram para a disputa nacional, a ser realizada no Complexo Educacional, Cultural e Esportivo Doutor Nicolino de Lucca e o Mundo das Crianças em Jundiaí. A Cerimônia de Abertura, por sua vez, acontecerá junto à X Mostra de Dança do Peama no dia 04, no Teatro Polytheama. Os detalhes da programação podem ser acompanhados pelas redes sociais da OEB.
O evento será aberto ao público e, aqueles que desejarem prestigiar o Torneio Nacional, acompanharão disputas no atletismo, basquete 3x3, bocha, ginástica rítmica, natação, tênis, tênis de mesa, vôlei de praia e, como demonstração, judô.
Além das disputas esportivas, o evento contará com três projetos das Olimpíadas Especiais Brasil: Atletas Saudáveis, voltado para as especificidades da saúde de pessoas com deficiência intelectual; Atletas Jovens, promove a iniciação de crianças com deficiência intelectual no esporte – e; MATP (Programa de Atividade Motora Adaptada) – desenvolvido para adaptar as atividades às pessoas com deficiência intelectual severa.
SOBRE OLIMPÍADAS ESPECIAIS BRASIL
Projeto global sem fins lucrativos, a Special Olympics é um movimento mundial centrado no desporto, fundado em 1968 por Eunice Kennedy Shriver – irmã do 35° presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy. Trata-se de uma organização internacional criada para apoiar pessoas com deficiência intelectual a desenvolverem a sua autoconfiança, capacidades de relacionamento interpessoal e sentido de realização por meio do esporte.
Acreditada pela Special Olympics International, as Olimpíadas Especiais Brasil atuam nas seguintes modalidades esportivas: atletismo, águas abertas, basquete, bocha, ciclismo, futebol, natação, handebol, ginástica rítmica, tênis, tênis de mesa, vôlei de praia e judô, além dos Programas: APLs (Atleta Líder), Escolas Unificadas, Atletas Saudáveis, Atletas Jovens, MATP (Programa de Treinamento em Atividade Motora) e Famílias. Tendo o país quase seis milhões de pessoas com deficiência intelectual, as Olimpíadas Especiais Brasil possuem 32 mil atletas treinando e 25 mil competindo durante todo o ano.
Filosofia
A Special Olympics tem como filosofia dar oportunidade a todos os atletas, independente do nível de habilidade, promovendo diversas competições, nas mais diferentes regiões do mundo, durante todo o ano. O programa é conduzido por voluntários e por meio de treinamentos esportivos e competições de qualidade, melhora a vida das pessoas com deficiência intelectual e, consequentemente, a vida de todas as pessoas que as cercam.
Embaixadores
A Special Olympics conta, em nível local e global com uma série de embaixadores que vestem a camisa do movimento e ajudam a levar adiante a causa. No Brasil, as OEB contam com nomes como os jogadores de futebol Cafu, Ricardinho, Romário, Zico, Lucas Moura e Willian Bigode, os jogadores de vôlei Jakie Silva e Giba, e as campeãs de nado sincronizado Bia e Bianca. No mundo, além de nomes importantes do esporte, artistas como Avril Lavigne, Brooklyn Decker Roddick, Charles Melton, Eddie Barbanell, Maureen McCormick, Chris Pratt e Katherine Schwarzenegger.
PARÍS - A exatos dois anos para a abertura da Olimpíada de Paris (França), o Comitê Organizador divulgou o calendário oficial de eventos que ocorrerão de 26 de julho a 11 de agosto de 2024. “Vamos abrir os Jogos para todos”, é o lema da edição do Jogos de Paris. A mensagem visa chamar a atenção para a equidade de gêneros nos esportes.

Durante os 19 dias de competição serão 329 eventos esportivos. A cerimônia de abertura será no dia 26 de julho, mas dois dias antes já começam as disputas de futebol, handebol, rugby e tiro com arco.
Une invitation lancée au monde entier, à venir vivre ensemble des émotions nouvelles !
— Paris 2024 (@Paris2024) July 25, 2022
Vous êtes à 1'30 min de découvrir le slogan de nos Jeux Olympiques ET Paralympiques #EnRoutePourParis2024 pic.twitter.com/t8Fzn41dgU
A partir do dia 27 de julho ocorrerão as disputas por medalhas no ciclismo (contrarrelógio feminino e masculino), judô, esgrima, saltos ornamentais, rugby sevens, tiro, natação e skate.
De acordo com o calendário, a final do skate street masculino será no próprio dia 27 de julho e a do feminino no dia seguinte. Nos Jogos de Tóquio, os brasileiros Kelvin Hoefler e Rayssa Leal faturaram uma prata cada um no street. Já a disputa do pódio no estilo park terá início em 7 de agosto.
O torneio de surfe, cujo primeiro campeão foi o potiguar Ítalo Ferreira em Tóquio, está previsto para o período de 28 de julho a 7 de agosto. As regatas da vela ocorrerão no mesmo período, em Teahupoo, na Polinésia Francesa, a 15 mil quilômetros de Paris. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze – ouro duas vezes, na Rio 2016 e em Tóquio 2020 – devem ir em busca do tricampeonato.
FRANÇA - Encerrada no domingo (22), em Normandia, na França, as olimpíadas escolares ISF Gymnasiade 2022 tiveram participação histórica da delegação brasileira tanto no número de atletas - foram 230 jovens entre 16 e 18 anos - quanto no quadro geral de medalhas - onde o Brasil foi vice-campeão, com 45 ouros, 45 pratas e 36 bronzes.

A delegação brasileira participou de competições em 20 modalidades. Segundo dados do Ministério da Cidadania, que destinou R$ 5,5 milhões para os jovens atletas participarem do evento, representantes de 22 estados foram selecionados para os jogos.
“Chegar aqui na França e ver uma delegação deste tamanho, com 230 atletas e paratletas, mais a comissão técnica, sabendo que nosso esporte de base, na plataforma escolar, foi recuperado, ressurgiu, é muito gratificante”, afirmou o ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, que esteve presente na cerimônia de encerramento da Gymnasiade.
Além do segundo lugar no quadro geral e das dezenas de medalhas, os jovens brasileiros foram agraciados com o Troféu Fairplay, destinado à delegação que mais cativou a atenção dos participantes e dos organizadores do evento. "O Brasil, além de ser muito forte esportivamente, como demonstra nosso resultado expressivo, também é o mais querido. Isso significa que estamos cumprindo o papel de pregar a paz, a união, a tolerância, e de contribuir para a formação da cidadania desses jovens e para a construção de um mundo melhor", afirmou o presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), Antônio Hora Filho.
PEQUIM - O Brasil abriu bem sua participação no bobsled para quatro homens. Neste sábado, o trenó pilotado por Edson Bindilatti ficou na 20ª posição depois de duas descidas nas Olimpíadas de Inverno de Pequim. O resultado colocou o quarteto brasileiro na briga para na próxima madrugada (domingo na China) se manter no top 20 que avança à quarta e última descida.
Esta é a quinta participação do Brasil no bobsled 4-homens em Jogos Olímpicos. A melhor colocação do país foi a 23ª posição de PyeongChang 2018. Edson Bindilatti esteve em todas as participações olímpicas brasileiras, e em Pequim teve a companhia de Rafael Silva, Ercik Vianna e Edson Martins.
A terceira descida, que vai definir o top 20 das Olimpíadas de Inverno, está programada para este sábado, às 22h30 (de Brasília), manhã de domingo da China. O sportv 2 transmite ao vivo.
O Brasil foi o primeiro time a descer, e por isso estabeleceu o recorde da pista para 4-homens, estreando em competições oficiais. O tempo de 59s49 foi o melhor do quarteto brasileiro em Pequim em comparação com os treinos oficiais. Ao fim da primeira descida, a equipe do piloto Edson Bindilatti terminou na 20ª posição, 1s36 atrás do líder, o trenó do alemão Johannes Lochner, que acabou com o recorde da pista, com 58s13.
PEQUIM - A gaúcha Nicole Silveira ficou, no sábado (12), na 13º posição no Skeleton nos jogos olímpicos de inverno de Pequim (China) e atingiu três feitos relevantes: o segundo melhor resultado brasileiro na história dos Jogos, ficando atrás apenas da snowboarder Isabel Clark, nona colocada nos Jogos de Turim 2006 (Itália). Além disso, obteve o melhor resultado do esporte na América Latina e conquistou o melhor resultado do Brasil nos esportes de gelo, já que Isabel competiu na neve.

Natural de Rio Grande (RS), com 27 anos, Nicole Silveira fez a primeira descida em 1min02s58. Já a segunda ela terminou com o tempo de 1min02s95. Por fim, 1Min02s55 e 1min02s40 foram as terceira e quarta descidas, respectivamente. Ela somou ao todo 4min10s48 no Centro de Esportes de Pista de Yanqing.
Após a disputa, Nicole, que foi a responsável por promover a estreia do país na modalidade nos Jogos de inverno, vibrou com o resultado.
“É muito especial. Eu e o meu treinador conversamos e se ele tivesse me dito que o objetivo era chegar nos Jogos Olímpicos e terminar em 13º, na frente de grandes nomes, eu não teria acreditado. Vendo o que eu consegui aprender e fazer hoje aqui, me mostra que eu tenho potencial, mas que tenho muito a evoluir. Estou muito animada para as próximas temporadas e já quero começar de novo”, disse a atleta.
PEQUIM - Em busca de se tornar a atleta brasileira mais bem colocada numa Olimpíada de Inverno, a gaúcha Nicole Silveira deixou encaminhada sua classificação à final do skeleton em Pequim 2022 na madrugada desta sexta-feira. A slider ficou no top 14 após as duas primeiras descidas das eliminatórias, com o tempo agregado de 2min05s53. Na manhã de sábado (12), serão disputadas a terceira bateria, que define as 20 finalistas, e a quarta descida, que decide o pódio, no Centro Nacional de Esportes de Pista de Yanqing.
No skeleton, as sliders fazem quatro descidas no percurso olímpico em dois dias consecutivos, sendo duas baterias por dia. Os tempos de todas as baterias são somados e o menor tempo agregado vence. Só as 20 atletas melhor classificadas ao final da terceira bateria disputam a descida final. Com 25 atletas inscritas, Nicole Silveira precisa ficar à frente de pelo menos cinco para garantir presença na decisão.
A melhor marca de uma brasileira em uma Olimpíada de Inverno foi o nono lugar conquistado por Isabel Clark no snowboard cross em Turim 2006. Na 14ª posição, Silveira está 66 centésimos atrás da oitava colocada, a americana Katie Uhlaender, e a 33 centésimos do nono lugar, ocupado pela canadense Mirela Rahneva.
Nicole foi logo a segunda slider a competir na primeira bateria. Ela bateu na parede do percurso duas vezes, mas ganhou boa velocidade - chegou a atingir 122,7km/h - e marcou 1min02s58 na primeira descida. Foi a 12ª melhor volta da bateria.
Sua namorada, a belga Kim Meylemans, fez uma boa primeira metade de prova e terminou 23s à sua frente, com 1min02s35. A volta a deixou empatada com a tcheca Anna Fernstaedt na sexta posição. A melhor volta inicial foi Mirela Rahneva, com 1min02s03 - ela atingiu 127,4km/h no ponto mais veloz.
A pista estava mais lenta na segunda bateria - apenas duas atletas conseguiram melhorar seus tempos na segunda descida. Nicole não largou muito bem, mas fez um trajeto seguro, priorizando a manutenção da linha para evitar batidas nas paredes. Ela só acertou a parede na chegada. Seu tempo foi 33 centésimos acima da primeira volta, 1min02s95. Meylemans também piorou seu tempo em 0s57 e caiu fora do top 10, terminando em 11º.
PEQUIM - O esquiador suíço Yannick Chabloz sofreu um grave acidente nesta quinta-feira durante a primeira descida da prova combinada do esqui alpino dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Pequim, na China. Ele passou reto em uma das curtas, bateu em uma barreira que é feita para amortecer as quedas e foi rolando por alguns metros na neve. Rapidamente a equipe médica chegou e ele foi atendido ainda na pista, a prova foi paralisada e não se sabe a gravidade do ocorrido.
Segundo o veículo especializado "SkiActu", Chabloz sofreu uma fratura no antebraço esquerdo.
Na prova do esqui alpino combinado, o atleta faz duas descidas: no downhill e no slalom e os tempos são somados. Essa primeira descida foi no downhill, em que os atletas atingem quase 150km/h e é considerada a prova mais rápida da modalidade.
A curva na qual ele caiu é apelidada de "the rock", ou a pedra, na tradução. Pelas imagens da transmissão, seu braço sendo amarrado antes de ser levado em um trenó pelos médicos.
O norueguês Aleksander Aamodt Kilde fez o melhor tempo nesta quinta-feira, descendo em 1m43s12, apenas dois centésimos na frente do canadense James Crawford.
Por Redação do ge
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