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SÃO PAULO/SP - A taxa de desocupação para o primeiro trimestre (de dezembro a fevereiro) de 2021 foi de 14,4%, anunciou na sexta-feira (30) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Isso significa que 14,4 milhões de pessoas estão desempregadas atualmente no Brasil – o maior número da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD contínua), que começou em 2012 (sim, o número de pessoas economicamente ativas, que trabalham ou tentam trabalhar, é de 100,3 milhões, o que faz a porcentagem coincidir com o número absoluto de desempregados – quem não está em busca de emprego não entra na estatística).

Em termos percentuais, o dado só fica atrás do trimestre julho-agosto-setembro de 2020, quando o IBGE registrou uma taxa de desocupação de 14,6% – mas o número bruto de desempregados ainda era menor: 14,1 milhões.

O aumento do desemprego foi de 2,9% em relação ao trimestre anterior (de setembro a novembro de 2020). Ou seja: nesse intervalo, cerca de 400 mil pessoas procurando por emprego entraram na conta. Em um ano, o aumento foi de 16,9% – ou 2,1 milhões de novos desempregados.

Apesar de dramáticos, os números já eram esperados – as previsões apontavam para uma taxa de desocupação entre 14,1% e 14,8%, com a mediana em 14,5%. Não à toa: o início de 2021 foi marcado pela pior fase da pandemia de Covid-19 no país – só nos primeiros quatro meses de 2021 já houve mais mortes em decorrência da doença do que em 2020 inteiro. Nessa situação, e com uma vacinação lenta e escassez de doses, não haveria como uma economia resistir, mesmo com resistência por parte do governo federal e de alguns poderes locais de implementar medidas de isolamento social mais restritivas.

Só para termos de comparação: em tempos normais (lê-se: sem pandemia), o desemprego nunca tinha ultrapassado os 14% no Brasil. O máximo foi de 13,7% no primeiro trimestre de 2017, consequências da enorme crise que havia se instalado no país nos dois anos anteriores.

Outro recorde da série histórica atingido é o de população desalentada: são mais de seis milhões de brasileiros que se encaixam agora nessa definição. Uma pessoa desalentada é aquela que, por diversos motivos, desistiu de procurar por emprego, e não entra mais na conta da força de trabalho do país.

Por outro lado, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) liberados nessa quarta-feira pelo Ministério da Economia mostram que a abertura de vagas de emprego formais, ou seja, com carteira assinada, voltaram aos níveis pré-pandemia pela primeira vez, após saldo positivo de abertura de vagas por três meses seguidos. No final de março deste ano, o Brasil tinha 40,2 milhões de vagas formais, contra 39,08 milhões em fevereiro de 2020. 

Esses números, porém, se referem às vagas celetistas – e excluem atualmente grande parte da fatia dos trabalhadores brasileiros. Segundo os dados do IBGE divulgados hoje, 39,6% da população ocupada, ou 34,0 milhões de trabalhadores, estão atualmente em trabalhos informais.

 

 

 

*Por: Bruno Carbinatto / EXAME

PARAGUAI - Os países que compõem o Mercosul assinaram um acordo de comércio eletrônico que facilita as transações digitais e proíbe a criação de barreiras comerciais sobre esse segmento. Segundo os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores, o instrumento aprofunda a integração regional, ao regular um tema cada vez mais relevante do comércio global.

O acordo estabelece um marco jurídico comum que impede a criação de possíveis obstáculos ao comércio eletrônico entre os quatro países do bloco – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Entre as medidas acertadas, estão a proibição a tarifas sobre downloads, streaming (transmissões eletrônicas) e compras em lojas de aplicativos que sejam incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Pelo acordo, os países do Mercosul também não poderão exigir que empresas prestadoras de serviços digitais instalem servidores (computadores) em território nacional. Dessa forma, uma plataforma que funcione no Brasil não precisa, por exemplo, instalar um servidor na Argentina para poder atender a consumidores do país vizinho.

Apenas, as instituições financeiras precisam seguir a exigência, por determinação dos Bancos Centrais dos países do bloco. Embora seja abolida na maior parte do planeta, a obrigação de uma empresa instalar computadores nos países em que atua é exigida em países como a China, permitindo que uma determinada plataforma seja derrubada por ordem das autoridades locais.

Outros pontos do acordo são a aceitação de assinaturas digitais nos países do Mercosul, o alinhamento das normas nacionais de proteção ao consumidor online com as regras do bloco e a adoção e manutenção de marcos legais de proteção de dados pessoais e a proteção contra spam (mensagens comerciais não pedidas).

 

Avanços

Em nota conjunta, o Itamaraty e o Ministério da Economia informaram que o acordo se baseou nas recomendações mais avançadas de fóruns internacionais como o G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o comunicado, o acordo regional representa uma contribuição à criação de regras internacionais para o comércio eletrônico dentro da OMC.

Desde 1998, os países que integram a OMC têm renovado, a cada dois anos, o compromisso de não impor tarifas sobre o comércio eletrônico. Dessa forma, o acordo do Mercosul firma-se como proteção regional para o segmento na ausência de um acordo global. O texto assinado, destacam o Ministério da Economia e o Itamaraty, é semelhante ao acordo comercial fechado com o Chile em 2018.

Assinado na quinta-feira (29) em Montevidéu e detalhado hoje (30), o acordo sobre comércio eletrônico do Mercosul, na avaliação do governo brasileiro, aumentará a previsibilidade e a segurança jurídica das transações comerciais digitais dentro do bloco, contribuindo para o aumento da circulação de bens e serviços nos quatro países membros. “Sua conclusão reforça, mais uma vez, o compromisso do Mercosul com a integração comercial e o fortalecimento das condições de competitividade de suas economias”, concluiu a nota conjunta.

 

Cidades de fronteira

Também nesta quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional com o texto do Acordo sobre Localidades Fronteiriças Vinculadas do Mercosul, assinado durante a 55ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em 2019.

O acordo visa fornecer as bases jurídicas de direito internacional para que os governos do Mercosul garantam aos cidadãos das localidades vinculadas dos países participantes o direito de obter documento de trânsito vicinal fronteiriço, que facilita circulação entre os países e confere benefícios nas áreas de estudo, trabalho, saúde e comércio de bens de subsistência.

Os portadores do documento fronteiriço poderão estudar e trabalhar dos dois lados da fronteira. Terão também direito a transitar por canal exclusivo ou prioritário, quando disponível, nos postos de fronteira. O direito de atendimento nos sistemas públicos de saúde fronteiriços poderá ser concedido em condições de reciprocidade e complementaridade.

O acordo também dispõe sobre cooperação entre instituições públicas nessas regiões em áreas como vigilância epidemiológica, segurança pública, combate a delitos transnacionais, defesa civil, formação de docentes, direitos humanos, preservação de patrimônio cultural, mobilidade de artistas e circulação de bens culturais e combate ao tráfico ilícito de referidos bens.

 

 

*Por Wellton Máximo e Pedro Rafael Vilela – Repórteres da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - O preço da gasolina e do diesel será reduzido a partir de amanhã (1º) nas refinarias da Petrobras. A estatal anunciou hoje (30), no Rio de Janeiro, que o litro da gasolina passará de R$ 2,64 para R$ 2,59 (- R$ 0,06 ou -1,9%), enquanto o do diesel cairá de R$ 2,76 para R$ 2,71 (- R$ 0,05 ou -1,8%).

O combustível vendido pelas refinarias da Petrobras é adquirido por distribuidoras e passa também pelos postos revendedores antes de ser vendido ao consumidor final. Até chegar aos veículos, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biodiesel e etanol anidro, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.

Por isso, a estatal afirma que a variação de preços nas refinarias tem influência limitada no preço encontrado pelos motoristas nos postos de revenda.

Os reajustes nos preços de diesel e gasolina são usados pela Petrobras para buscar equilíbrio com o mercado internacional, acompanhando as variações do valor global dos combustíveis e da taxa de câmbio entre o real e o dólar.

A estatal defende que as mudanças nos preços praticados nas refinarias devem ocorrer sem periodicidade definida, acompanhando as condições de mercado e da análise do ambiente externo. Segundo a empresa, "isso possibilita competir de maneira mais eficiente e flexível e evita o repasse imediato da volatilidade externa para os preços internos".

 

 

*Por Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federa conclui hoje (30) o pagamento da primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial 2021. Os beneficiários do Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 0 receberão o benefício nesta sexta-feira.

Os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, por quem recebe pela conta poupança social digital, ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou do Cartão Cidadão. O recebimento dos recursos segue o calendário normal do Bolsa Família, pago nos últimos dez dias úteis de cada mês. A primeira parcela começou a ser depositada no último dia 16.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família - Arte/Agência Brasil

Saques

Também hoje, os trabalhadores autônomos e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro podem sacar a primeira parcela ou transferi-la para uma conta corrente. O dinheiro havia sido depositado na conta poupança social digital em 6 de abril. O benefício, desde então, podia ser movimentado apenas no Caixa Tem.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Quem recebe na poupança social digital, pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele, é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas. A conta é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil.
 



* Colaborou Andreia Verdélio

*Por Wellton Máximo* - Repórter da Agência Brasil

EUA - O Twitter registrou um aumento no número de usuários, mas em volume inferior ao esperado pelo mercado entre janeiro e março, e sua ação caiu nas transações fora do horário de Wall Street.

Os usuários cotidianos ou "monetizáveis" (que viram pelo menos uma publicidade em um dia), situaram-se em 199 milhões no primeiro trimestre - um milhão a menos do que o esperado pelos analistas.

Assim, o título da rede social caiu mais de 9% nas transações eletrônicas fora de hora.

O volume de usuários está, no entanto, 7 milhões acima do trimestre anterior.

O lucro líquido do Twitter no primeiro trimestre foi de 68 milhões de dólares, abaixo dos US$ 114,4 milhões que o mercado esperava.

O faturamento, enquanto isso, foi melhor do que o previsto e se situou em 1,04 bilhão de dólares. Grande parte deste montante (US$ 899 milhões) provém de rendimentos publicitários, que subiram 32% com base no mesmo trimestre do ano passado.

 

 

*Por: AFP

Lojas podem abrir de forma opcional no feriado de 1º. de maio - Dia do Trabalho. Com o horário estendido anunciado pelo Governo do Estado, a partir de segunda-feira (3) comércio volta ao atendimento normal

 

SÃO CARLOS/SP - Após o anúncio do Governo do Estado, feito nesta quarta-feira (28), o Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio) e o Sindicato dos Empregados do Comércio de São Carlos e Região (Sincomerciários), com a participação da Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC), fizeram um ajuste no horário de funcionamento do comércio para o FERIADO DO DIA 1º. DE MAIO – DIA DO TRABALHO, que passa a ser das DAS 9H ÀS 13H, COM PÚBLICO LIMITADO A 25% DA CAPACIDADE.

O anúncio prorrogou a “fase de transição” do Plano São Paulo até o dia 9 de maio, com horário estendido das 6h às 20h para atendimento presencial em comércios e serviços não essenciais, a partir de 1º. de maio. Dessa forma, a partir de segunda-feira (3 de maio), de segunda a sábado, o comércio volta ao horário normal de atendimento com 44 horas semanais de trabalho.

O presidente do Sincomercio São Carlos, Paulo Roberto Gullo, explicou que as entidades receberam sugestões de vários empresários do comércio, indicando a preferência e solicitando o horário das 9h às 13h para o atendimento para o feriado de 1º. de maio – Dia do Trabalho. “Antes não tínhamos a autorização da Prefeitura para fazer esse horário devido as restrições do Plano São Paulo. Porém, agora, com a liberação do atendimento das 6h às 20h poderemos atender ao pedido dos comerciantes. Vale lembrar que a capacidade das lojas continua limitada a 25%, que todos os protocolos sanitários devem ser respeitados e que os estabelecimentos devem evitar e controlar qualquer tipo de aglomeração durante os atendimentos”.

O aditamento atualizado com o novo horário já está publicado nos sites oficiais das entidades: sincomerciosaocarlos.com.br e sincomerciariossc.org.br.

BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais nascidos em dezembro recebem hoje (29) a primeira parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 9 poderão sacar o benefício.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

O saque da primeira parcela foi antecipado em 15 dias. O calendário de retiradas, que iria de 4 de maio a 4 de junho, passou para 30 de abril a 17 de maio.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Calendário de saques do auxílio emergencial - Divulgação/Caixa Econômica Federal

 

Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no fim de março e atualizado há duas semanas.

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

Calendário de pagamentos antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Calendário de pagamentos antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial. - Divulgação/Caixa Econômica Federal

 

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da primeira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 16 e segue até amanhã (30). O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família - Arte/Agência Brasil

 

 

*PorWellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

EUA - A Apple lucrou US$ 23,6 bilhões no 1º trimestre de 2021, de acordo com o balanço divulgado nesta 4ª feira (28.abr.2021) pela empresa (íntegra – 861 kb). O valor aumentou 110% em comparação ao mesmo período de 2020.

A receita cresceu 54%, atingindo US$ 89,58 bilhões. Os ganhos com iPhones avançaram 65,5%, chegando a US$ 47,94 bilhões. A Apple é a empresa com o maior valor de mercado do mundo. Nesta 4ª feira estava cotada a US$ 2,3 trilhões, segundo o YChart.

FACEBOOK LUCRA US$ 9,5 BILHÕES

A alta foi de 94% ante o mesmo período de 2020. A receita registrada foi de US$ 26,18 bilhões –crescimento de 48% no mesmo intervalo. Leia a íntegra (70 kb).

Em relação aos usuários ativos da rede social, a empresa fechou o trimestre com 2,85 bilhões de pessoas cadastradas, o que representa uma alta de 10%.

“Continuaremos a investir agressivamente para entregar experiências novas e significativas para anos que virão, inclusive em áreas mais novas, como realidade aumentada e virtual, comércio e economia do criador”, disse Mark Zuckerberg no documento destinados aos investidores.

 

 

*Por: PODER360

SÃO PAULO/SP - O governo de São Paulo anunciou nesta quarta-feira (28) a prorrogação da fase de transição do Plano SP por mais uma semana, entre 1º e 9 de maio, mas com a ampliação do horário de funcionamento das atividades de comércio e serviços para entre 6h e 20h.

"Obviamente, com a melhora dos indicadores de casos, internações e óbitos, será possível estender o horário de funcionamento dos setores de serviço e de comércio das 6 da manhã até as 20h", disse o governador João Doria (PSDB).

"Damos assim a continuidade gradual e segura de abertura da economia do estado de SP para recuperar empregos e dar oportunidade aos brasileiros do nosso estado, de terem acesso à renda, salário e dignidade em suas vidas", completou.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico de São Paulo, Patrícia Ellen, esse horário ampliado de funcionamento dessas atividades é um "novo voto de confiança para os setores".

"A expansão do horário é significativa. Todos os estabelecimentos comerciais ou serviços podem funcionar das 6h às 20h respeitando todos os protocolos da fase de transição: a capacidade de ocupação de 25% e o toque de recolher, que é um ponto que os especialistas têm defendido muito – quando conseguimos reduzir a circulação da população entre 20h e 5h, conseguimos ter uma redução muito importante da taxa de transmissão que está sendo mantida", explicou a secretária.

Ela ressaltou ainda a importância da manutenção do teletrabalho para atividades administrativas não essenciais e do escalonamento do horário de entrada e saída de atividades do comércio, serviços e indústrias.

MELORA NOS INDICADORES

O coordenador do Centro de contingência da Covid-19 em São Paulo, Paulo Menezes, afirmou que a ampliação do horário de funcionamento é reflexo da evolução dos indicadores no estado.

"Isso foi resultado das medidas muito duras de restrição de atividades por um período extremamente prolongado, mais de seis semanas seguidas de fase vermelha, emergencial e seguida por transição", destacou.

"Gostaria de chamar atenção para alguns números que refletem isso: no pico dessa segunda onda, tínhamos no estado 500 casos novos por 100 mil habitantes a cada 14 dias, na média do estado. Algumas regiões chegavam a apresentar mais de 800 casos novos por 100 mil habitantes em duas semanas. Esse número hoje está em 423, uma redução aproximada de 35% ao longo desse período."

Ele apontou, ainda, uma queda expressiva no número de internações: de 100 a cada 100 mil habitantes em 14 dias para 72 por 100 mil habitantes no mesmo período.

 

 

*Por: Murillo Ferrari, da CNN, em São Paulo

Números da Entidade mostram que setor está evitando contratar e investir em meio às restrições; limitação de funcionamento também tende a aumentar aglomerações

 
SÃO PAULO/SP - Em um contexto adverso para o comércio paulista, com quedas nos empregos, nas vendas e, consequentemente, nos investimentos do setor, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) solicitou, ao Palácio dos Bandeirantes que flexibilize o horário de funcionamento das atividades comerciais quanto ao que está determinado, hoje, pelo Plano São Paulo para a fase de transição. Em reunião, na última semana, com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, os pedidos foram realizados. A Entidade formalizou a solicitação com o envio de um ofício ao governador na terça-feira (27).
 
Para a Federação, limitar a todo o território paulista o atendimento entre 11h e 19h, como está previsto neste momento, tem o efeito contrário do pretendido pelo governo, porque não considera as dinâmicas de cada um dos municípios do Estado e, ainda, tende a aumentar a concentração de pessoas nos corredores comerciais e no transporte público. Assim, a medida mais adequada seria justamente expandir ao máximo o horário de atendimento destas atividades, deixando a cargo das prefeituras, em conjunto com os setores econômicos, a adoção de limites quando forem necessárias.
 
Com isso, o governo estadual conseguirá diminuir os riscos de aglomerações – que pautam as mudanças de fases dentro do Plano São Paulo – e, além disso, favorecerá a recuperação econômica no Estado.
 
Dados da FecomercioSP têm evidenciado a amplitude da atual crise e da necessidade de medidas de amparo aos negócios. Só na capital paulista, por exemplo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) caiu 9% neste mês de abril. O indicador está no seu menor patamar desde setembro do ano passado. Da mesma forma, o Índice de Expansão do Comércio (IEC), que mede a propensão dos comerciantes da cidade a investir, registrou queda de 7,6% neste mês, saindo de 91,6 pontos, em março, para 84,6, agora (também o menor nível em sete meses).
 
No caso do IEC, o desempenho negativo se explica pela forma como as duas variáveis que o compõem retrocederam em abril – período posterior à fase mais rígida do Plano São Paulo, em março. As Expectativas para Contratação de Funcionários (ECF), que diz respeito à empregabilidade do comércio, caiu 8% – de 115,5 para 106,2 pontos agora. O Nível de Investimento (NIE) dessas atividades, por sua vez, retrocedeu 7%: de 67,7 pontos, em março, para 63, em abril. Isso significa sucintamente que o setor não está contratando e, ao mesmo tempo, está entesourando um capital que poderia servir para aquecer novamente a economia paulista.
 
São números assim que justificam, por si só, a necessidade de dar prosseguimento às mudanças solicitadas pela Entidade – que, como se vê, se pautam pela segurança dos consumidores e da sociedade como um todo, assim como pela importante retomada econômica do Estado.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

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