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SÃO CARLOS/SP - Na tarde de hoje, 29, vários pontos de alagamentos foram registrados em São Carlos, após a forte chuva que caiu na cidade.

Região central, pontos da Rua Larga, Avenida São Carlos, Rua Episcopal, Praça Itália e CDHU são os pontos que identificamos, mas podem ter outros pontos na cidade.

Tomem cuidado ao sair do trabalho e/ou de casa para transitar na cidade!

SÃO CARLOS/SP - O CEMEI Prof. Bento Prado De Almeida Ferraz Junior, ficou sem condições de trabalho e de receber os alunos na tarde de ontem, 28, durante a forte chuva que atingiu São Carlos.

Vídeos que foram enviados a nossa reportagem, mostram a situação caótica que funcionários e alunos passam nos dias de chuvas, aliás, podemos dizer que “chove mais dentro da unidade do que do lado de fora”.

A pessoa que gravou flagrou a água caindo por vários cômodos inclusive em corredores, salas de aula e fraldários (onde trocam os bebês). No fraldário muito mofo no teto, ou seja, a infiltração da água da chuva não é de hoje.

De acordo com a funcionária, o problema é antigo e sempre reaparece com as chuvas. "O município já foi comunicado, mas ainda não tem previsão de obras de reparo", lamenta.

Perguntamos a funcionária se o SINDSPAM (Sindicado dos Servidores Públicos e Autárquicos de São Carlos e Dourado), foi informado sobre as condições de trabalho que eles enfrentam quando chove, a mesma não soube responder.

A escola fica localizada na Rua Norberto Peronti, no Jardim Tangara.

SÃO PAULO/SP - O mês de setembro deste ano foi mais frio que a média histórica de São Paulo, de acordo com o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas) da prefeitura. O centro dispõe de dados de temperatura máxima e mínima desde 2004.

Segundo o instituto, a média climatológica histórica de setembro medida da capital paulista é de mínima de 15,2ºC e máxima de 25,9ºC. Neste ano, porém, a média está abaixo. Até segunda-feira (19), a mínima foi de 12,5ºC e a máxima, de 22ºC.

Ou seja, neste período, os termômetros marcaram 2,7ºC abaixo da média mínima e 3,9ºC abaixo da média máxima.

A primavera, que começa nesta quinta-feira (22), deve ser marcada por tempo instável na capital paulista. A previsão é de muitas nuvens, poucas aberturas de sol e pancadas de chuva no período da tarde. Além disso, a temperatura oscila entre 15°C ao amanhecer e 24°C no início da tarde.

Já na sexta-feira (23), as instabilidades se afastam, e o frio ganha força. A previsão é de um início de sexta com muitas nuvens, mas o sol passa a aparecer no fim da manhã. Os termômetros devem marcar uma queda de temperatura entre a tarde e a noite, quando a previsão é de mínima de 10ºC. Já a máxima de 20°C será registrada no meio da tarde.

A frente fria deve continuar no fim de semana na capital paulista. No sábado, a mínima é de 7ºC e os termômetros não devem ultrapassar 20ºC. Já no domingo, a temperatura sobe um pouco, com mínima de 11ºC e máxima de 22ºC. À noite, deve chover.

Agosto frio e julho quente Setembro não foi o único mês com uma média diferente da série histórica. Ainda de acordo com o CGE, o mês de julho e agosto também tiveram dias, em 2022, com temperaturas diferente dos últimos anos.

Pela média histórica, julho tem temperaturas mínimas médias de 12,6ºC e máximas de 22,9ºC. Porém, neste ano, o mês foi mais quente, com médias mínimas de 13,5ºC e máximas de 25,2ºC.

No período, também foram registradas chuvas abaixo da média. O centro destacou que o mês em 2022 igualou a julho de 2018, quando as tardes foram as mais quentes e com as temperaturas máximas mais altas da série histórica do CGE.

As madrugadas foram as mais quentes desde 2010. Em 2009 e 2010, a média da temperatura mínima foi a mais alta de julho de todo o histórico, 14,1°C.

Agosto também registrou temperaturas fora do comum. O mês, que costumava ser de temperaturas mais amenas que julho, inverteu a lógica em 2022. Neste período, a capital registrou média máxima de 22,8ºC e mínima de 12,5ºC, diferente da série histórica, em que a média era de máxima de 24,3ºC e mínima de 13,4ºC.

 

 

FOLHA de S.PAULO

CHICAGO – Os contratos futuros de soja negociados nos EUA subiram 2,7% na quinta-feira, para uma máxima de três meses, com previsões meteorológicas para as principais áreas de cultivo no norte americano indicando chuvas, que podem adicionar mais lentidão ao plantio que já está atrasado, disseram traders.

Os futuros do milho terminaram mais fracos devido à pressão de dados de exportação dos EUA decepcionantes, e o trigo ficou misto.

Os contratos de trigo de primavera se firmaram em meio a outra desaceleração do plantio nas planícies norte-americanas, enquanto os futuros de trigo de inverno diminuíram.

Na Bolsa de Chicago, o contrato mais ativo da soja registrou seu maior ganho percentual diário desde 1º de março, com os traders digerindo o que os atrasos significariam para as perspectivas de colheita em regiões como Dakota do Norte e Minnesota, e o vencimento julho fechou em alta de 45,50 centavos a 17,2650 dólares por bushel.

O contrato de trigo soft vermelho de inverno para julho caiu 5 centavos a 11,4325 dólares por bushel, enquanto o trigo de primavera de julho MGEX ganhou 11,75 centavos para 12,9225 dólares por bushel.

O milho de julho caiu 7,25 centavos a 7,65 dólares por bushel.

 

 

Por Mark Weinraub / REUTERS

(Reportagem adicional de Maytaal Angel em Londres e Rajendra Jadhav em Mumbai)

SÃO CARLOS/SP - Um acidente deixou um motorista com escoriações na tarde de hoje, 05, no cruzamento entre as Rus Totó Leite com Avenida Comendador Alfredo Maffei, em São Carlos.

Segundo informações, o caminhão descia a Rua Totó Leite, quando no cruzamento o mesmo teria avançado a sinalização de parada obrigatória, pois não teria visto o veículo Astra que vinha pela Comendador Alfredo Maffei, ocorrendo a colisão.

PETRÓPOLIS/RJ - Um novo temporal que atingiu Petrópolis, na região serrana fluminense, nesse domingo (20) deixou pelo menos cinco mortos. Uma pessoa foi resgatada com vida pelo Corpo de Bombeiros. Segundo a Defesa Civil Municipal, até o início da madrugada de hoje (21), haviam sido registradas 95 ocorrências, a maior parte deslizamentos.

A nova chuva atingiu a cidade mais de um mês depois do temporal que deixou 233 mortos e quatro desaparecidos, em 15 de fevereiro deste ano.

O local com maior índice de chuva até o início da madrugada de hoje havia sido São Sebastião, onde caíram 415 milímetros de precipitação.

Ainda segundo a Defesa Civil Municipal, mais de 400 pessoas tiveram que sair de suas casas e se deslocar para pontos de apoio nas localidades de Morin, Quitandinha, Amazonas, Vila Felipe, Sargento Boening, São Sebastião, Dr. Thouzet, Alto da Serra, Floresta, Independências e Siméria.

“Foi um dia difícil, principalmente depois das 15h, quando Petrópolis foi novamente vítima de grande chuva. Foram mais de 300 milímetros que atingiram a cidade”, disse o prefeito Rubens Bomtempo, em vídeo publicado em sua rede social nos primeiros minutos de hoje.

 

 

Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

ARARAQUARA/SP - Uma forte chuva caiu sobre a cidade de Araraquara, no final da tarde de quarta-feira (16) e o grande volume de água causou alagamentos momentâneos e engarrafamentos. Na via expressa, um veículo chegou a ser arrastado pela força das águas.

Por volta de 17h, em pouco mais de meia hora de chuva, a Defesa Civil relatou que cerca de 52 milímetros de chuva caíram sobre a cidade. O órgão precisou interditar trechos da Via Expressa e também a Avenida Padre José de Anchieta, fato comunicado em nota nas redes sociais da Prefeitura Municipal.

Na Via Expressa, no cruzamento com a Avenida Domingos Zanin, um veículo GM/Kadett chegou a ser arrastado pela força das águas.

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro editou na quinta-feira (24) uma medida provisória que abre um crédito extraordinário de R$ 479,9 milhões para o Ministério do Desenvolvimento Regional. A medida, que foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União, pretende atender ações da Defesa Civil relacionadas à reconstrução de infraestrutura destruída ou danificada por desastres naturais que geraram o reconhecimento federal da situação de emergência ou estado de calamidade pública.

Se enquadram nessas características os estados de Alagoas, da Bahia, do Espírito Santo, de Goiás, do Maranhão, de Minas Gerais, do Mato Grosso, do Mato Grosso do Sul, do Pará, do Paraná e do Rio de Janeiro.

Segundo o governo federal, os recursos poderão ser utilizados para recuperação de infraestrutura pública, de unidades habitacionais e estradas vicinais, além de reconstrução de pontes e estabilização de encostas.

A União também esclareceu que a abertura do crédito extraordinário não afeta o cumprimento do teto de gastos e nem da meta de resultado primário.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

 

 

PETRÓPOLIS/RJ - O número de mortos em Petrópolis após a tempestade de terça (15) chegou a 104 até as 23h30 desta quarta-feira (16) – ao menos 8 vítimas são crianças. Segundo a Secretaria Estadual de Defesa Civil, 24 pessoas foram resgatadas com vida.

O governador Cláudio Castro (PL) está na cidade da Região Serrana, onde concedeu uma coletiva ao lado do prefeito Rubens Bomtempo e do secretário de Estado de Defesa Civil, Leandro Monteiro.

"Foi a pior chuva desde 1932. Realmente, foram 240 milímetros em coisa de duas horas. Foi uma chuva altamente extraordinária", atualizou o governador.

Segundo Castro, o temporal em Petrópolis uniu 'tragédia histórica' e 'déficit que realmente existe'.

O Corpo de Bombeiros ainda não sabe o número de desaparecidos, mas o cadastro do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), feito até o início desta noite, indica que ao menos 35 pessoas são procuradas (veja os nomes mais abaixo).

Pelo menos 54 casas foram destruídas pelas chuvas que atingiram a região e mais de 370 pessoas foram acolhidas em abrigos improvisados.

Cerca de 400 bombeiros trabalham nas buscas aos desaparecidos. A Polícia Civil do RJ também montou uma força-tarefa na cidade. São cerca de 200 policiais, peritos legistas e criminais, papiloscopistas, técnicos e auxiliares de necropsia, servidores de cartório e de diversas delegacias da Região Serrana.

A Prefeitura decretou estado de calamidade pública e informou que as equipes dos hospitais foram reforçadas para o atendimento às vítimas. Quem tiver parentes desaparecidos deve procurar a delegacia.

SÃO CARLOS/SP - Uma chuva forte em São Carlos derrubou algumas árvores obstruindo estrada e atingindo ponto de ônibus.

Uma árvore caiu em cima de um ponto de ônibus na Praça Coronel Salles, centro da cidade, ninguém se feriu, mas o susto foi grande.

Outras árvores caíram na Estrada Municipal Guilherme Scatena, que vai para represa do 29, e com isso a estrada está parcialmente interditada.

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