SÃO CARLOS/SP - O diretor da Defesa Civil, órgão ligado à Secretaria de Segurança Pública e Mobilidade Urbana, Pedro Caballero, fez um balanço das condições climáticas recentes e alertou para os cuidados necessários diante das chuvas que continuam marcando o verão.
Segundo Caballero, o último fim de semana foi marcado por forte instabilidade. Entre sexta e domingo, o volume de chuva chegou a 100 milímetros, o que equivale a 100 litros de água por metro quadrado. Esse acumulado elevou o índice mensal para 260 milímetros, próximo da média prevista de 290. “Ainda estamos na metade do mês e esperamos pelo menos mais 40 milímetros de chuva”, explicou.
A previsão para os próximos dias mantém o cenário de alternância entre sol, calor e pancadas de chuva. Caballero destacou que, além da precipitação, há possibilidade de descargas atmosféricas e rajadas de vento. “São chuvas de curta duração, mas de alta intensidade, que podem provocar enxurradas. É fundamental que as pessoas não tentem atravessar áreas alagadas e busquem abrigo seguro durante as tempestades”, alertou.
O diretor reforçou que a sexta-feira e o sábado devem ser de tempo firme, sem previsão de chuva. No entanto, o domingo volta a apresentar instabilidade. Ele explicou que esse padrão é típico das chamadas chuvas convectivas, formadas pelo calor acumulado ao longo do dia. “As manhãs tendem a ser estáveis, mas por volta do meio-dia o tempo fecha e a chuva chega. É o comportamento esperado neste verão chuvoso”, disse.
Além das projeções da Defesa Civil, o boletim meteorológico de São Carlos registrou dados importantes. No dia 18 de janeiro, a precipitação foi de 49,2 milímetros. Entre os dias 16 e 19, o acumulado chegou a 100 milímetros. Já no dia 19, entre a meia-noite e as 7 horas da manhã, foram registrados 29,4 milímetros. O total de janeiro até agora é de 260 milímetros, próximo da média histórica de 292,35 milímetros. Apesar da intensidade das chuvas, não houve registro de transtornos na cidade.
Caballero enfatizou a importância da precaução e lembrou que a Prefeitura mantém equipes preparadas para atender a população em situações de emergência. “A Secretaria de Segurança Pública, a Defesa Civil, a Guarda Municipal, os Bombeiros e a Polícia Militar estão à disposição para garantir a proteção da comunidade”, afirmou.
Caballero concluiu reforçando a necessidade de atenção às condições climáticas e de respeito às orientações de segurança. “O mais importante é pensar na proteção. Evitar riscos diante das chuvas e dos raios é essencial para que todos possam seguir suas rotinas com segurança”.
SÃO CARLOS/SP - A chuva forte que atingiu São Carlos na noite de terça-feira (13) trouxe à tona dois aspectos centrais para a gestão urbana do município: a elevada concentração de chuva em poucas horas e a eficácia das intervenções realizadas para conter enchentes em áreas críticas da cidade.
Segundo informações da Defesa Civil, entre 18h45 e 21h36 foram registrados 45,8 milímetros de precipitação, volume suficiente para manter o município em estado de atenção. A média para o mês de janeiro é de 393,20 milímetros.
Mesmo diante desse volume, regiões tradicionalmente vulneráveis a alagamentos, como o centro e o entorno do Cristo, não sofreram os transtornos que eram comuns em anos anteriores. Em situações semelhantes no passado, a quantidade de chuva registrada seria suficiente para provocar enchentes e prejuízos significativos.
A ausência de ocorrências graves é atribuída ao funcionamento dos piscinões e às obras de macrodrenagem executadas na região, que conseguiram conter e escoar a água de forma eficiente. O episódio serviu como um teste prático da infraestrutura implantada, demonstrando avanços no enfrentamento dos impactos das chuvas intensas em São Carlos.
SÃO PAULO/SP - A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu na quinta-feira (6) alerta para a formação de fortes tempestades entre sexta-feira (7) e sábado (8) em razão da atuação de um ciclone extratropical na costa da Região Sudeste. O sistema deve intensificar áreas de instabilidade e provocar chuvas intensas, rajadas de vento e possibilidade de granizo em diferentes regiões do Estado.
Com a combinação de calor pré-frontal, avanço de frente fria e circulação do ciclone extratropical, há condições para tempestades severas, com destaque para granizo isolado, raios frequentes e rajadas de vento extremas, além de microexplosões (downbursts) pontuais.
As rajadas previstas chamam atenção pela intensidade e podem causar danos, sobretudo em áreas urbanas e litorâneas. A previsão indica:
Rajadas acima de 70 km/h já são suficientes para provocar quedas de árvores, destelhamentos e interrupções de energia. Com velocidades acima de 100 km/h, o risco de danos pontuais aumenta de forma significativa, exigindo atenção redobrada dos municípios e da população.
Segundo os meteorologistas da Defesa Civil, as chuvas tendem a ser fortes e rápidas. Os acumulados previstos variam por região:
O cenário pode provocar alagamentos pontuais, enxurradas rápidas e ocorrências relacionadas à instabilidade de encostas, especialmente em áreas de risco previamente mapeadas.
Como a passagem do ciclone extratropical se desloca pelos estados do Sul em direção a São Paulo, as Defesas Civis do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro atuarão de forma integrada. Durante a evolução do sistema, os Centros de Monitoramento dos quatro órgãos compartilharão informações em tempo real para acompanhar o deslocamento do ciclone e seu comportamento em cada estado, aumentando a acurácia das ações preventivas e de resposta.
Para garantir pronta resposta às ocorrências relacionadas às tempestades, todo o Sistema Estadual de Defesa Civil estará em prontidão, e a Defesa Civil mobilizará o Gabinete de Crise no sábado (8) — dia com maior potencial de tempo severo no Estado. Instituições como o Corpo de Bombeiros, ARSESP, ARTESP, Fundo Social, SP Águas, Sabesp e concessionárias de energia e gás estarão reunidas no Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil estadual.
SÃO CARLOS/SP - Em meio a um volume expressivo de chuvas registrado entre os dias 3 e 4 de novembro, São Carlos viu seus sistemas de drenagem urbana colocados à prova. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a cidade acumulou 84,4 mm de precipitação em apenas 24 horas - o maior índice do país no período. O volume representa 53% da média histórica de novembro, que é de 159 mm. Com os eventos de chuva moderada a forte registrados no fim de semana, o acumulado chegou a 150,8 mm em apenas quatro dias, praticamente atingindo a média mensal.
Diante desse cenário, os piscinões construídos pela Prefeitura de São Carlos demonstraram sua relevância na contenção de alagamentos e no controle das águas pluviais. O secretário municipal de Gestão da Cidade e Infraestrutura, Leonardo Lázaro, destaca que “os reservatórios têm cumprido papel essencial na retenção das águas, evitando que bairros historicamente afetados sofram com os impactos das chuvas”.
Um dos destaques foi o piscinão da Travessa 8, na Vila Prado, que possui capacidade de reservação de 50 mil metros cúbicos. Durante os temporais, o equipamento atuou diretamente na contenção das águas que descem da região alta do bairro, evitando transbordamentos e alagamentos em vias críticas.
Outro reservatório estratégico é o piscinão da CDHU, com capacidade de 108 mil metros cúbicos. Atualmente, duas das cinco entradas e saídas de captação estão em operação, recebendo águas do Parque São José e da Avenida Morumbi. Segundo Lázaro, “com a conclusão das obras da concessionária Rumo, o piscinão poderá operar em sua capacidade plena, ampliando ainda mais a proteção para a zona sul da cidade”.
Em fase de escavação, o piscinão do Complexo Viário do Parque da Chaminé será o maior da cidade, com capacidade de 250 mil metros cúbicos. O projeto já está pronto e, segundo o prefeito Netto Donato, representa um avanço estrutural na prevenção de enchentes. “Estamos investindo em infraestrutura resiliente. Esses reservatórios são fundamentais para proteger vidas, patrimônios e garantir que São Carlos esteja preparada para os eventos climáticos extremos que têm se tornado cada vez mais frequentes”, afirmou o prefeito.
Netto Donato endossa que os piscinões fazem parte de um plano integrado de drenagem urbana, que inclui obras de canalização, ampliação de galerias e monitoramento climático. “São obras complexas, que exigem planejamento, recursos e tempo. Mas são absolutamente necessárias para que São Carlos enfrente os desafios das chuvas com mais segurança. Até o último dia do meu mandato, vou trabalhar incansavelmente para ampliar a infraestrutura de drenagem e reduzir os impactos das enchentes na vida da nossa população. Com planejamento e tecnologia, conseguiremos enfrentar as chuvas com mais segurança e eficiência”, concluiu.
SÃO CARLOS/SP - São Carlos enfrentou uma tarde de fortes ventos e chuva nesta segunda-feira (22), que provocaram quedas de árvores, destelhamentos e danos estruturais em diversos pontos da cidade. De acordo com a Defesa Civil, as rajadas chegaram a 75 km/h e o acumulado de chuva atingiu 25,6 mm até as 17h30.
O órgão, em apoio ao Corpo de Bombeiros, registrou a queda de árvores em pelo menos 22 locais, incluindo bairros como Redenção, Vila Prado, Bela Vista, Boa Vista e Jardim Cruzeiro do Sul. Entre os pontos mais afetados estão a Rua Sebastião José Alexandre (Redenção), a Rua Pádua Sales (Vila Prado), a Rua Bento Carlos (Centro) e a Avenida José Pereira Lopes (Boa Vista).
Também foram registrados danos em equipamentos públicos. O Estádio Luís Augusto de Oliveira, o Luisão, teve cabines de imprensa destelhadas e bancos de reservas destruídos. Na CEMEI João Jorge Marmorato, parte do telhado foi arrancado, mas não houve registro de feridos.
Equipes da Prefeitura e da Defesa Civil continuam mobilizadas para remover árvores caídas, liberar vias e oferecer suporte às ocorrências.
SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) informa que por causa do temporal no começo da tarde desta segunda-feira, 22/09, com velocidade dos ventos de 75 km/h, e com volume de chuva de 25.4 mm, de acordo com dados da Defesa Civil são-carlense, houve queda de energia elétrica na Captação do Ribeirão Feijão, responsável, sozinha, pelo abastecimento de água de 27% da cidade.
A produção de 7 poços profundos também ficou comprometida devido a interrupção no fornecimento de energia elétrica, prejudicando o abastecimento dos bairros localizados em extensa parte da região sul de São Carlos, que engloba os bairros Cidade Aracy, Antenor Garcia, Planalto Verde e adjacências, além do Faber (I e III). Também estão atingidas as regiões do Santa Felícia, Vila Nery e Vila Alpes, que estão com redução de pressão considerável
Vale ressaltar, ainda, que o Espraiado, que atende 13% da população de São Carlos, também sofreu uma queda de energia e teve, da mesma forma, queda acentuada na sua captação.
O SAAE reitera que tem feito esforços e tomado medidas, como manobras, por exemplo, para diminuir o impacto desse acidente. E aproveita para esclarecer que o volume da chuva ainda não foi o necessário para trazer de volta o nível satisfatório e/ou ideal de todos os seus 74 reservatórios e, por isso, pede a colaboração de todos os usuários para que mantenham a prática do uso consciente e racional da água.
SÃO PAULO/SP - A Defesa Civil do Estado de São Paulo informa que, durante o período natalino, estão previstas chuvas intensas, especialmente nas regiões do Litoral Norte, Vale do Paraíba, Litoral Sul, capital paulista, Região Metropolitana de São Paulo, Região de Campinas, Sorocaba e Bauru, entre terça-feira (24) e sexta-feira (27).
Na terça-feira (24) e quarta-feira (25), os dias serão marcados pelo Sol entre nuvens, favorecendo a elevação das temperaturas e a sensação de calor em todo o Estado de São Paulo. O aquecimento diurno, combinado com a umidade do ar proveniente do oceano, criará condições para pancadas de chuva isoladas em diversas regiões do território paulista.
Embora os modelos meteorológicos não indiquem previsões de acumulados significativos, é importante destacar que poderão ocorrer temporais, principalmente nas áreas que fazem divisa com Minas Gerais e na faixa leste do Estado.
Durante quinta-feira (26), a previsão é de pancadas de chuva fortes, seguidas por raios e rajadas de vento em todo o território paulista. Isso ocorre devido à passagem de uma frente fria, acompanhada de um corredor de umidade do ar vindo da região Amazônica.
Os modelos meteorológicos indicam condições para acumulados expressivos de chuva e, com o solo já encharcado, recomendamos atenção redobrada em áreas mais vulneráveis, pois há risco de transtornos.
O Gabinete de Crise estará mobilizado ao longo da semana do Natal, para garantir a pronta resposta à população em caso de emergência causada pelas chuvas previstas neste feriado, em todo estado.
Os temporais costumam ter curta duração, no entanto, possuem grande intensidade de chuva e são acompanhados de rajadas de vento e queda de raio. Exatamente por esta condição é que apresentam risco de transtorno, principalmente em centros urbanos, com formação de áreas alagadas e enxurradas. No Litoral é fundamental que os banhistas saiam da praia durante a formação de mau tempo. Os raios podem cair antes do início da chuva.
Durante estes temporais, a Defesa Civil orienta à população a se proteger em locais seguros e evitar transitar por áreas sujeitas a alagamentos. Procure abrigo em uma edificação e opte por não transitar nesses momentos. Uma lâmina com 30 cm de água pode arrastar um carro.
Quem mora em áreas de risco precisa ficar atento às encostas, já que volumes grandes de chuva aumentam a chance de ocorrências de escorregamento de terra. Sinais como surgimento de rachaduras nas paredes do imóvel, postes ou árvores inclinadas e água lamacenta descendo do morro são sinais de um possível deslizamento. Com qualquer uma destas situações a pessoa deve deixar o local e acionar a Defesa Civil.
Antes da chegada dos temporais, o CGE encaminha mensagens de alerta para a população através do SMS 40199. Para se cadastrar basta enviar uma mensagem de texto para o número 40199 e colocar o CEP da localidade de interesse.
SÃO CARLOS/SP - A chuva forte que atingiu a cidade neste sábado (21) causou alagamentos e exigiu rápida resposta de diversos setores da Prefeitura. Até a meia noite do sábado foram 45.4 mm. Na sexta já haviam sido registrados 34.80 mm, segundo a Defesa Civil.
As equipes da secretaria de Serviços Públicos, inclusive da empresa que começou os trabalhos essa semana, do SAAE, de Obras, Guarda Municipal e da própria Defesa Civil agiram para retomar as condições normais nos pontos atingidos. “Temos mais de 50 pessoas atuando desde o sábado à noite, identificando os locais e atuando para a limpeza e também desobstrução de bocas de lobo, que acabaram causando alagamentos”, explica o secretário de Serviços Públicos, Marcelo Targas.
As equipes vão atuar durante todo o domingo, além de manter o alerta para novas chuvas. A Defesa Civil mantém o alerta, mas com previsão de menor intensidade. “É importante que possamos identificar e atuar nos pontos em que houve interrupção da passagem da água para que não tenhamos novos transtornos”, afirma Marcelo Targas.
As equipes também entregaram lonas em uma residência e um ponto comercial que precisaram de atendimento.
Outro ponto importante foi o funcionamento das obras de combate à enchentes realizadas na cidade nos últimos anos. O secretário de Obras Públicas, Leonardo Lázaro Silva destacou o escoamento da água na rotatória do Cristo, até o viaduto da Rumo, o piscinão da Travessa 8, na Vila Prado e as intervenções na área do CDHU. “O conjunto de obras já está garantindo que a cidade tenha cada vez menos transtornos e impacto com alagamentos. O volume alto de água em pouco tempo mostra que com as obras que a Prefeitura já tem planejadas caminhamos para resolver em definitivo as enchentes”, destaca o secretário.
SÃO CARLOS/SP - O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) informa que a chuva registrada nos últimos dias ajudou bastante a melhorar a captação e, consequentemente, a reservação de água na cidade. Nas duas fontes superficiais (Espraiado e Feijão) a situação já é de operação em sua plenitude.
CAPTAÇÃO SUPERFICIAL - No Ribeirão Feijão, responsável por 27% de toda a água que abastece São Carlos, as quatro bombas captam 345 litros por segundo. No Córrego do Espraiado, que atende 11% do abastecimento geral da cidade, as duas bombas captam 165 litros por segundo. Em ambos a operação é considerada normal pelos técnicos do SAAE.
POÇOS PROFUNDOS - Na captação subterrânea, que atende 62% do abastecimento geral de água em São Carlos, a situação também melhorou de forma significativa por causa da chuva. Os 35 poços profundos operam em plena carga. Já os 75 reservatórios estão, em média, com 80% de suas respectivas capacidades. Para citar alguns exemplos, Vila Nery, Santa Felícia, Rui Barbosa e Cidade Aracy registraram, nesta terça-feira, 05/11, de 80 a 95% de suas capacidades totais.
REGISTRO DE CHUVA DEFESA CIVIL – Segundo dados da Defesa Civil de São Carlos, nos últimos cincos dias, entre 01 e 05 de novembro, a soma dos índices de chuva chegou a 75.9 milímetros. Para uma comparação, a previsão de média para o mês é de 216.8 milímetros. O SAAE informa, portanto, que a chuva, a queda da temperatura, a diminuição do consumo e a possibilidade de retorno da captação em sua plenitude no Espraiado, são os principais motivos para o cenário favorável e satisfatório no momento atual.
O presidente do SAAE, Engenheiro Mariel Olmo, comemora esse resgate dos níveis do sistema de abastecimento de água em São Carlos e, ao mesmo tempo, faz um pedido: “Não é porque conseguimos melhorar nossa capacidade de captação, armazenamento e distribuição que podemos esbanjar nesse período. Ainda vale o mesmo alerta para que todos nós façamos o uso consciente e racional, sem desperdício. Essa prática é e será sempre a mais eficaz e duradoura para que possamos enfrentar períodos de crise hídrica, que já fazem parte da agenda global”.
ESPANHA - As fortes tempestades que atingiram a Espanha, especialmente a região de Valência, deixaram pelo menos 51 mortos nessa província, conforme divulgado pelas autoridades locais.
O jornal El País informou que os dados foram confirmados pelo Centro Integrado de Coordenação Operacional do Ministério do Interior. Segundo o comunicado oficial, "Neste momento, o número provisório de mortos é de 51 pessoas. Estamos iniciando o processo de identificação das vítimas."
O presidente da Comunidade Valenciana, Carlos Mazon, anunciou que foi ativado o protocolo de "múltiplas vítimas", usado em situações de desastres naturais, incêndios ou grandes acidentes que resultam em um alto número de vítimas.
Inicialmente, o número de mortes era de 13 pessoas, incluindo quatro crianças. As tempestades afetaram Valência desde a noite de terça-feira, causando chuvas intensas e inundações na região leste da Espanha, informou a Guarda Civil hoje.
Imagens compartilhadas em redes sociais e transmitidas pela televisão mostram vilarejos, estradas, ruas e campos submersos, carros arrastados e bloqueados em rodovias, além de pessoas refugiadas em telhados ou árvores aguardando resgate.
Durante a última noite, a precipitação em Valência foi a mais intensa registrada em 24 horas desde 11 de setembro de 1966, segundo dados oficiais.
A ministra da Defesa, Margarita Robles, afirmou a jornalistas em Madri que a região viveu "um fenômeno sem precedentes." O serviço de emergências da Comunidade Valenciana informou que cerca de 200 pessoas foram resgatadas ao longo da madrugada, mas equipes de proteção civil e militares ainda enfrentam dificuldades para acessar áreas afetadas devido a vias alagadas, destruídas e problemas de infraestrutura.
O coordenador das equipes de emergência, José Miguel Basset, explicou que, com o amanhecer e o reforço de recursos, foi possível iniciar resgates com apoio aéreo, mas que centenas de pessoas seguem presas, inclusive em trechos de duas rodovias, em uma situação que ele descreveu como "extremamente complicada."
Além dos danos à infraestrutura, várias áreas ainda estão sem comunicação e eletricidade, segundo Basset.
O governo espanhol criou uma comissão de crise para monitorar os efeitos das tempestades na costa mediterrânea. O Rei Felipe VI também expressou sua "grande preocupação com as consequências devastadoras" das inundações.
POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL
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