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MONTREAL - A tenista brasileira Luisa Stefani (número 22 do mundo) ganhou no domingo (15) o torneio de duplas femininas do WTA 1000 de Montreal. Jogando ao lado da canadense Gabriela Dabrowski (15ª do mundo), a medalhista de bronze na Olimpíada de Tóquio bateu a eslovena Andreja Klepac e a croata Darija Jurak por 2 sets a 0 (parciais de 6/3 6/4). Esta é a maior conquista da carreira da atleta de 24 anos, já que o WTA 1000 canadense é da série de eventos só menos importantes do que os quatro Grand Slams (Wimbledon, Aberto dos Estados Unidos, Aberto da Austrália e Roland Garros).

A paulistana já tinha duas conquistas, ambas com a americana Hayley Carter, em torneios WTA 250: em Tashkent, no Uzbequistão, em 2019 e Lexington, nos EUA, em agosto de 2020. Pelo troféu, Luisa vai subir três posições no ranking indo ao 19º lugar, sendo a primeira brasileira a entrar no top 20 desde que a tabela da WTA foi criada em 1975.

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A dupla segue na noite deste domingo para Cincinnati, nos Estados Unidos, onde disputa mais um WTA 1000, a partir desta segunda-feira (16). O evento é o último preparatório para o Aberto dos Estados Unidos, a partir do dia 30.

 

 

*Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

CANADÁ - A brasileira Luisa Stefani (número 22 do mundo) e a canadense Gabriela Dabrowski (15ª colocada do ranking) venceram, na tarde desta sexta-feira (13), a belga Elise Mertens (líder do ranking mundial) e a bielorrussa Aryna Sabalenka (4ª colocada) por um duplo 6/2, em apenas 57 minutos, nas quartas de final do WTA 1000 de Montreal (Canadá).

O torneio, que é disputado em piso rápido, só perde em importância para os quatro Grand Slams (Roland Garros, US Open, Aberto da Austrália e Wimbledon). A belga Mertens ganhou em 2021, com Sabalenka, o título do Aberto da Austrália e, ao lado da taiwanesa Su Hsieh, o torneio de Wimbledon. Em 2020, ela ainda ganhou o US Open.

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“Jogo excelente do começo ao fim. Era uma dupla dura e demos conta do recado. Muito feliz com essa vitória. De longe nosso melhor jogo até agora. Entramos bem firmes e agressivas, tanto nos games de saque quanto nos de devolução”, afirmou Luisa após a partida por meio de sua assessoria.

Além do bronze na Olimpíada de Tóquio com Laura Pigossi, Stefani vem de final no WTA 500 de San Jose (Califórnia) na semana passada. Neste sábado (14), ela e a canadense Dabrowski buscarão a vaga na decisão do torneio contra a russa Veronika Kudermetova e a cazaque Elena Rybakina. “Precisamos continuar agressivas e concentradas. Teremos mais um jogo duro pela frente. Eu enfrentei a Kudermetova em Tóquio. E já joguei contra a Rybakina várias vezes”, afirmou.

 

 

*Por: Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

TÓQUIO  - As brasileiras Luisa Stefani e Laura Pigossi conquistaram a medalha de bronze, neste sábado (31), nas duplas femininas de tênis das Olimpíadas de Tóquio. Elas derrotaram as russas Veronika Kudermetova e Elena Vesnina por 2 sets 1.

É a primeira medalha da história do Brasil no tênis em Olimpíadas.

Elas perderam o primeiro set por 6 a 4, se recuperaram e devolveram a mesma parcial no segundo. No tie-break, elas conseguiram uma nova virada. Perdiam por 7 a 2 e, posteriormente, precisaram salvar quatro match points até alcançarem o triunfo por 11 a 9.

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Stefani e Pigossi já haviam atingindo a marca de Fernando Meligeni de Atlanta-96 ao passar para as semifinais olímpicas com a vitória de 2 a 1 sobre as norte-americanas Bethanie Mattek-Sands e Jessica Pegula.

 

 

*Por: FOLHA

TÓQUIO - A tenista Luisa Stefani voltou à quadra nesta quarta-feira (28), após igualar a melhor marca do Brasil na história do tênis olímpico.

Mas na segunda participação do dia, essa ao lado de Marcelo Melo, o Brasil acabou derrotado por 6/3 e 6/4 pela dupla da Sérvia (o melhor do mundo de simples, Novak Djokovic, e Nina Stojanovic), e foi eliminado do torneio de duplas mistas das Olimpíadas de Tóquio.

Mais cedo, Stefani e Laura Pigossi venceram os Estados Unidos, na chave feminina de duplas, e avançaram às semifinais do torneio.

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Assim, pelo menos igualam a performance de Fernando Meligeni, quarto lugar nos Jogos de Atlanta em 1996 o melhor resultado do país na história do tênis em Olimpíadas.

 

 

*Por: FOLHA

JAPÃO - A dupla brasileira de tênis feminino formada por Laura Pigossi e Luisa Stefani se classificou nesta quarta-feira para as semifinais dos Jogos de Tóquio ao derrotar de virada as norte-americanas Jessica Pegula e Bethanie Mattek-Sands por 2 sets a 1, em 1h26min de partida.

 

Com o resultado, a dupla já iguala o melhor resultado do tênis brasileiro na história dos Jogos Olímpicos, que foi a semifinal de Fernando Meligeni em Atlanta 1996.

"Jogamos com alma e coração. Desde o começo estamos falando que queremos trazer a medalha para o Brasil. E não é qualquer medalha, queremos a de ouro. Viemos com uma missão, não importa com quem a gente jogue", afirmou Laura, de acordo com nota do Time Brasil. "Antes de vir para cá, falamos que tínhamos que entrar com autoridade, e não tinha nenhuma adversária que falássemos que não dava para ganhar. O principal é continuar com essa energia e acreditando que vamos conseguir levar essa medalha para casa."

A dupla brasileira não começou bem o jogo e perdeu o primeiro set em 24 minutos. Mas depois veio a reação e, desde o início da segunda parcial, sempre se manteve na dianteira do placar e fechou o jogo no tiebreak.

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"O tênis é assim, temos momentos altos e baixos durante o jogo. Elas estavam jogando muito firme, devolvendo bem, colocando pressão, e nós não estávamos nos encontrando. Isso acontece. Sabia que uma hora teríamos condições de entrar no jogo, e foi o que aconteceu no segundo set", declarou Luisa.

 

 

*Por Staff / REUTERS

JAPÃO - O tenista João Menezes perdeu para o croata Marin Cilic (36º do ranking) na estreia do torneio de simples de tênis na Olimpíada. Na madrugada de sábado (24), no estádio de tênis de Ariake, o campeão dos Jogos Pan-Americanos de Lima foi superado por 2 sets a 1 (6-7 / 7-5 / 7-6) em 3h23min de jogo.

"Esta foi a melhor atuação que tive na vida. Joguei muito bem. Só faltou ganhar. Teve de tudo. Foi impecável o primeiro e o segundo set até o 5/5. Tive 5/4 e saque no segundo, o Cilic tirou quatro pontos incríveis da cartola, jogou muito bem. Depois, o jogo virou um pouquinho. E no 5/0, 0/40, veio a reação. Ele acabou sentindo, experiente, ganhador de Grand Slam, top 40 hoje em dia e sentiu a pressão", explicou Menezes, número 4 do Brasil e 217 do mundo, em depoimento dado à equipe de assessoria de imprensa do atleta.

 Também na disputa de simples, Thiago Monteiro, melhor tenista no ranking da ATP (95º), foi superado pelo alemão Jan-Lennard Struff (48º) por 2 a 0, parciais de 6/3 e 6/4, em 1h16 de jogo. O alemão pega na próxima fase o sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo.

Nas duplas masculinas, Marcelo Melo e Marcelo Demoliner acabaram caindo para a dupla líder do ranking mundial formada pelos croatas Nikola Mektić e Mate Pavić por 2 sets a 0 (7/6 (8-6) e 6/4), em 1h37min, também na madrugada deste neste sábado (24). O mineiro Marcelo Melo ainda participará do torneio das duplas mistas ao lado da paulista Luisa Stefani. As disputas começam no meio da próxima semana.

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 *Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

LONDRES - A tenista número um do mundo, Ash Barty, se tornou a primeira mulher australiana a vencer o título de simples em Wimbledon em 41 anos neste último sábado, ao derrotar a tcheca Karolina Pliskova por 6-3, 6-7(4) e 6-3 na final do Grand Slam disputado na grama.

Barty, de 25 anos, que venceu seu primeiro torneio de Grand Slam em Roland Garros em 2019, imitou com a conquista Evonne Goolagong, de quem é fã e que conquistou um segundo título no All England Club em 1980.

"Espero ter deixado Evonne orgulhosa", disse Barty ainda na quadra durante a apresentação do troféu. "Isso é incrível."

Dez anos depois de vencer o torneio juvenil em Wimbledon quando tinha 15 anos, Barty chegou à final deste sábado com um histórico de cinco vitórias em sete jogos contra Pliskova.

Ela abriu 4-0 no primeiro set contra a tcheca ex-número um do mundo com duas quebras de serviço. Pliskova parecia fora de sintonia contra a australiana, mas conseguiu se recolocar no jogo devolvendo as duas quebras. Entretanto, uma terceira quebra conseguida por Barty deu à australiana o primeiro set.

A australiana manteve o controle no segundo set, quebrando o saque de Pliskova no terceiro game para abrir 3-1, mas Pliskova voltou a se recuperar para empatar em 3-3. Com Barty servindo para o jogo, Pliskova, que havia sofrido uma quebra, devolveu-a imediatamente para forçar o tie-break e então mostrou confiança para empatar a partida.

A australiana conseguiu se recompor e abriu 3-0 no set decisivo com uma quebra no início, que se mostrou o suficiente para vencer a partida e o torneio. Barty converteu seu primeiro match point, quando Pliskova cometeu um erro não forçado em um backhand, o 32º dela no jogo.

A australiana caiu de joelhos e começou a chorar, dizendo mais tarde não se recordar do que aconteceu no match point.

"Ela tirou o melhor de mim hoje", disse Barty. 

 

 

*Por Sudipto Ganguly / REUTERS

LONDRES - O atual campeão de Wimbledon, Novak Djokovic, superou golpes poderosos do canadense Denis Shapovalov para chegar à sua sétima final do torneio de Wimbledon, neste sábado (9) com uma vitória por 7-6 (3), 7-5 e 7-5.

O sérvio de 34 anos foi pressionado em alguns momentos do jogo por seu oponente de 22 anos em uma quadra central nublada. Mas, como quase sempre faz, ele aproveitou suas chances para garantir presença no confronto deste próximo domingo (11) contra o italiano Matteo Berrettini.

 

Décimo cabeça de chave, Shapovalov estava tentando se tornar o segundo canadense a chegar à final de Wimbledon. Mas, apesar de ter mostrado um tênis brilhante, não conseguiu atingir o objetivo.

Ele acertou 40 winners, mas sempre que se encontrava em perigo Djokovic comandou as ações, salvando 10 dos 11 break points que enfrentou e cometendo apenas 15 erros não-forçados, o que deixa o sérvio no caminho de igualar o recorde de Roger Federer e Rafael Nadal com 20 títulos de Grand Slam.

“Não acho que o placar diga o suficiente sobre o desempenho ou a partida”, disse Djokovic em entrevista na quadra.

“Ele sacou para [fechar] o primeiro set e provavelmente era o melhor jogador no segundo set também, teve muitas chances. Vamos vê-lo muito no futuro, ele é um grande jogador”, concluiu o sérvio.

 

 

*Por Martyn Herman / REUTERS

 

LONDRES - O sérvio Novak Djokovic derrotou o chileno Cristian Garín por 6-2, 6-4 e 6-2 na segunda-feira (5) para avançar às quartas de final de Wimbledon, em mais um passo em sua defesa do título na grama de Londres.

O tenista número 1 do mundo, que conquistou os dois últimos títulos no All England Club, fará sua 50ª partida pelo Grand Slam britânico contra o húngaro Marton Fucsovics, que bateu o russo Andrey Rublev, quinto cabeça de chave, por 6-3, 4-6, 4-6, 6-0 e 6-3.

Garín, 17º cabeça de chave, nunca havia enfrentado Djokovic na grama e pouco foi capaz de fazer contra o sérvio.

Djokovic conquistou os primeiros oito pontos da partida e não tirou o pé do acelerador durante 1 hora e 48 minutos de partida, dominando o chileno com seu jogo desde a linha de fundo.

O sérvio perdeu apenas 13 pontos em seu saque e quebrou o serviço do rival cinco vezes para se manter no caminho para o 20º título de Grand Slam, que o colocaria ao lado de Roger Federer e Rafael Nadal entre os maiores vencedores.

Um sexto troféu de Wimbledon no próximo domingo (11) também deixaria o jogador de 34 anos mais perto do Golden Slam, com os Jogos Olímpicos de Tóquio e o US Open sendo disputados em quadras duras ainda este ano.

“O nível de confiança está muito, muito alto, obviamente, após vencer o Aberto da França”, disse Djokovic após a partida. “Estou muito confiante e os meus níveis de energia são muito bons. Estou feliz”, afirmou.

“Portanto, quanto mais o torneio avança, me sinto mais confortável jogando na grama. Estou ansioso para o próximo desafio”, concluiu.

Também nesta segunda, Federer se tornou o homem mais velho na era dos Abertos a chegar às quartas de Wimbledon ao derrotar o italiano Lorenzo Sonego por 7-5, 6-4 e 6-2.

O suíço, que completa 40 anos no mês que vem, estava empatado em 5 a 5 no primeiro set quando uma chuva torrencial mandou os jogadores de volta ao vestiário.

A interrupção de 20 minutos, durante a qual o telhado foi fechado sobre a quadra central, não favoreceu Sonego, que imediatamente cometeu uma dupla falta para perder seu saque.

Esse foi o impulso de que Federer precisava, após ter aproveitado dois de nove break points no primeiro set.

A partir daí o suíço assumiu o controle do jogo e dirigiu-se sem problemas para a vitória. Na próxima rodada o octacampeão no All England Club enfrentará o vencedor do confronto entre o russo Daniil Medvedev e o polonês Hubert Hurkacz.

Em outro jogo do dia, o canadense Denis Shapovalov derrotou o espanhol Roberto Bautista Agut por 6-1, 6-3 e 7-5.

 

 

*Por Pritha Sarkar / REUTERS

ESPANHA - Rafael Nadal anunciou na quinta-feira (17) que desistiu de disputar o torneio de Wimbledon e os Jogos Olímpicos de Tóquio, dizendo que tomou a decisão após consultas com sua equipe em uma tentativa de prolongar sua carreira.

O espanhol de 35 anos disse que a diferença de duas semanas entre o torneio de Roland Garros e o de Wimbledon (que começa em 28 de junho) não é tempo suficiente para que ele se recuperasse de uma temporada exigente na quadra de saibro, onde disputou cinco torneios.

“Decidi não participar do campeonato deste ano em Wimbledon e dos Jogos Olímpicos de Tóquio”, disse o duas vezes campeão de Wimbledon no Twitter.

“Nunca é uma decisão fácil de tomar, mas depois de ouvir o meu corpo e discutir com a minha equipe, entendo que é a decisão certa”.

Nadal, 20 vezes vencedor de torneios de Grand Slam, jogou no Masters de Monte Carlo, Barcelona, Madri e Roma antes do Grand Slam no saibro francês de Roland Garros.

 

 

*Por Simon Jennings e Rohith Nair / REUTERS

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