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Redação

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 Jornalista/Radialista

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CHINA - A economia chinesa mostra uma "dinâmica sólida", apesar do contexto internacional difícil, afirmou o primeiro-ministro Li Qiang, que prometeu apoiar as empresas afetadas pela política 'covid zero' que durou três anos na segunda maior potência do mundo.

O discurso de Li no Fórum Boao, na ilha de Hainan, sul da China, foi sua primeira declaração em uma conferência internacional desde que ele foi designado o número dois do governo no início de março.

"A dinâmica e o estado do crescimento econômico são sólidos", declarou Li diante de dezenas de líderes estrangeiros e personalidades do mundo empresarial.

No ano passado a economia chinesa cresceu 3%, um dos menores níveis em quatro décadas. O governo projeta um avanço de 5% do PIB para 2023.

"A julgar pela situação de março, está melhor que janeiro e fevereiro", afirmou Li, fiel aliado do presidente Xi Jinping.

No discurso, o primeiro-ministro admitiu que a meta de crescimento do atual ano não será fácil de alcançar.

Também afirmou que Pequim se concentrará em evitar grandes riscos financeiros e prometeu um maior apoio estatal ao setor privado, ainda muito afetado pelas rígidas regulamentações nos setores imobiliário, tecnológico e de educação.

"Adotaremos uma série de medidas para expandir o acesso ao mercado", afirmou, sem revelar detalhes.

"Vamos otimizar o ambiente empresarial (...) para que as empresas estatais ousem melhorar seus negócios, as empresas privadas ousem aventurar-se e as empresas estrangeiras ousem investir", completou.

As declarações de Li aconteceram em meio aos temores sobre o setor bancário internacional e a crescente preocupação com os programas de desenvolvimento estimulados pelo endividamento, o que os governos locais chineses tendem a favorecer.

Li também repetiu os apelos de Pequim para evitar o que chamou de "nova Guerra Fria" e resistir ao protecionismo.

A China já se pronunciou contra as sanções que afetam seus aliados tradicionais Rússia, Coreia do Norte e Irã.

 

 

AFP

ÍNDIA - A Índia anunciou na quarta-feira (29) que um dos oito guepardos procedentes da Namíbia deu à luz quatro filhotes, décadas depois de a espécie ter sido declarada extinta, em 1952, neste país.

O ministro do Meio Ambiente, Bhupender Yadav, postou uma foto e um vídeo dos pequenos guepardos no Twitter.

O primeiro-ministro, Narendra Modi, saudou a “notícia maravilhosa”.

De acordo com a imprensa indiana, um segundo guepardo, da Namíbia, dará à luz em breve.

Oito guepardos da Namíbia foram reintroduzidos na Índia no ano passado. No início deste ano, outros 12 guepardos chegaram da África do Sul para aumentar o primeiro contingente.

O anúncio do nascimento dos quatro filhotes acontece poucos dias depois da morte de um dos guepardos da Namíbia no Parque Nacional de Kuno, uma reserva natural situada a 320 quilômetros ao sul de Nova Délhi, vítima de insuficiência renal.

O guepardo asiático foi declarado extinto na Índia em 1952. O marajá Ramanuj Pratap Singh Deo supostamente matou os últimos três espécimes no final dos anos 1940.

O desaparecimento do guepardo na Índia é atribuído principalmente aos caçadores, que cobiçavam a sua preciosa pele coberta de manchas arredondadas, mas também à perda do seu habitat.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

EQUADOR - A Corte Constitucional do Equador abriu caminho na quarta-feira (29) para que o Congresso inicie um julgamento político contra o presidente Guillermo Lasso pelo suposto crime de peculato, em um caso que envolve um cunhado do chefe de Estado e um ex-funcionário do governo.

Com seis votos a favor e três contra, o tribunal decidiu "admitir a acusação de julgamento político relacionada ao suposto crime de peculato contra a presidente", informou a Corte em um comunicado.

Os magistrados rejeitaram acusação que havia sido apresentada pela Assembleia Nacional por suposto crime de concussão.

Depois de avaliar o pedido de julgamento, a Corte Constitucional considerou que o pedido "respeitou os princípios de legitimidade política e do devido processo legal".

O presidente deve apresentar sua defesa durante o processo.

O Congresso, que tem maioria opositora, mas dispersa, voltou a acusar Lasso após a publicação de uma reportagem do site La Posta.

O portal revelou uma suposta estrutura de corrupção para a designação de cargos públicos em empresas estatais montada por Danilo Carrera, cunhado de Lasso, que não ocupou cargos no governo.

O caso também envolve Hernán Luque, ex-representante do presidente na diretoria da Empresa Coordenadora de Empresas Públicas (EMCO), e o empresário Rubén Cherres, próximo a Carrera e que está sendo investigado pelo MP por narcotráfico.

Lasso, que assumiu a presidência em maio de 2021, nega as acusações e acusa o Congresso de tentar "desestabilizar" seu governo impopular.

Apesar de criticar a decisão da corte, o governo afirmou que a respeita.

"Esta decisão, de nenhuma maneira, valida os argumentos apresentados pelo Legislativo contra o presidente”, afirmou a Secretaria-Geral de Comunicação do governo em um comunicado.

Lasso sobreviveu em junho do ano passado a uma tentativa de destituição. Na ocasião, os deputados não conseguiram os votos necessários. Para derrubar um presidente são necessários os votos de 92 dos 137 congressistas (dois terços)

Os parlamentares afirmam que o presidente, de 67 anos, tentou "proteger os vínculos de uma estrutura criminosa nas empresas públicas.

O Executivo alega que o pedido dos deputados tem "muitos erros" e "nunca teve e nunca terá qualquer apoio legal ou político".

Em caso de destituição, Lasso será sucedido pelo vice-presidente Alfredo Borrero.

 

 

AFP

FILIPINAS - Pelo menos 31 pessoas morreram e 230 foram resgatadas após um incêndio em uma balsa no sul das Filipinas, anunciaram as autoridades locais.

A embarcação "Lady Mary Joy 3" viajava da cidade de Zamboanga para a ilha de Jolo, na província de Sulu, quando o incêndio teve início na quarta-feira, 29, à noite. Vários passageiros se jogaram no mar, informou o coordenador de resgate Nixon Alonzo.

"Inicialmente registramos 13 mortes. Depois recebemos informações de mais 18 mortes, o que eleva o balanço a 31", afirmou Jim Salliman, governador da província de Basilan, onde aconteceu a tragédia.

Entre os corpos recuperados, três eram de crianças, incluindo um bebê de seis meses.

As equipes de resgate, que receberam o apoio da Guarda Costeira filipina e de pescadores, salvaram 195 passageiros e 35 tripulantes após o incêndio nas proximidades da ilha Baluk-Baluk, na província de Basilan.

As autoridades também anunciaram um balanço de 14 feridos.

O governador Salliman afirmou que o número de vítimas pode ser ainda maior porque o número de passageiros superava os 205 registrados na lista de embarque da balsa.

"Provavelmente há passageiros que não foram registrados na lista de embarque", disse.

A causa do incêndio não foi determinada até o momento.

Os sobreviventes foram levados para Basilan, onde os feridos receberam atendimento para queimaduras.

Fotos divulgadas pela Guarda Costeira mostram um navio jogando água na balsa em chamas, enquanto funcionários em barcos menores resgatavam os passageiros da água.

As Filipinas, um arquipélago de mais de 7.000 ilhas, têm um sistema de transporte marítimo com muitos problemas, com acidentes frequentes.

 

 

AFP

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