EUA - O lutador de MMA Robert S. Buskey Jr., de 35 anos, foi condenado à prisão perpétua após confessar que deixou a própria filha, de 5 anos, morrer de fome no estado de Nova York, nos Estados Unidos. A sentença prevê o cumprimento mínimo de 27 anos antes de qualquer possibilidade de progressão de pena.
O caso veio à tona em abril de 2024, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma criança encontrada inconsciente em uma residência. No local, os socorristas constataram a morte da menina, identificada como Charlotte, em estado extremo de desnutrição. Durante a ocorrência, os agentes também encontraram um menino de 3 anos mantido preso em uma estrutura improvisada dentro da casa, tipo uma gaiola.
Segundo as autoridades, o imóvel apresentava condições consideradas “deploráveis” e indicava negligência prolongada. De acordo com a People, as investigações apontaram que as crianças viviam confinadas e sem cuidados básicos enquanto o pai passava o tempo usando drogas e jogando videogame.
Em comunicado oficial, o Condado de Schenectady afirmou que Buskey afastou os filhos do convívio com familiares e nunca providenciou matrícula escolar. “O mundo deles se reduziu aos confins da casa deplorável do Sr. Buskey”, diz a nota divulgada pelas autoridades locais.
A autópsia revelou que Charlotte sofria de desnutrição severa e desidratação extrema, com “olhos fundos e sinais claros de abandono”. De acordo com a investigação, a menina era mantida trancada em um quarto que continha apenas um berço portátil, o que a obrigava a permanecer deitada em posição fetal.
Exames toxicológicos indicaram ainda que as duas crianças testaram positivo para cocaína. Durante o julgamento, Buskey admitiu que forneceu drogas ao filho mais novo, o que levou ao acréscimo de dois anos à pena aplicada pelo crime de homicídio.
por Notícias ao Minuto
EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira, 28, que os EUA enviaram uma frota naval de grande porte em direção ao Irã, maior do que a mobilizada na operação contra a Venezuela que resultou na captura de Nicolás Maduro.
Em publicação nas redes sociais, Trump disse que o grupo naval avança “com rapidez, grande poder e determinação” e informou que a operação é liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln. Segundo ele, a força está pronta para cumprir sua missão “rapidamente e, se necessário, com o uso da força”, ao mesmo tempo em que declarou esperar que Teerã aceite negociar.
O presidente norte-americano também mencionou o ataque ocorrido em junho de 2025 e afirmou que, sem um acordo, a resposta dos Estados Unidos poderá ser ainda mais dura desta vez.
As declarações ocorrem no mesmo dia em que o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, criticou as ameaças de Washington e afirmou que qualquer negociação depende do fim das pressões políticas. Em entrevista à televisão estatal do Irã, Araqchi disse que os Estados Unidos precisam abandonar ameaças e exigências consideradas excessivas para que o diálogo avance.
Trump, por sua vez, voltou a admitir a possibilidade de negociações, mas reiterou a ameaça de uma ação militar, citando a repressão a protestos no país persa. De acordo com dados recentes da organização norte-americana Human Rights Activists, mais de 41 mil pessoas foram detidas no Irã e milhares de manifestantes morreram desde o início da repressão.
Entidades de direitos humanos continuam a documentar os abusos, apesar das dificuldades impostas pelo bloqueio da internet determinado por Teerã desde 8 de janeiro. Na quarta-feira, o Irã também executou um homem preso em abril de 2025, acusado de espionagem a serviço de Israel.
por Notícias ao Minuto
EUA - O assassinato de Christine Banfield, ocorrido em fevereiro de 2023, está no centro de um julgamento que expôs detalhes íntimos e perturbadores da relação entre os acusados. A brasileira Juliana Peres Magalhães e o ex-agente do FBI Brendan Banfield são acusados de planejar a morte da esposa dele para manterem um relacionamento amoroso. Nesta semana, durante o julgamento na Virgínia, nos Estados Unidos, promotores apresentaram novas provas, incluindo fotos publicadas pela própria Juliana nas redes sociais antes do crime.
As imagens mostram Juliana e Brendan em momentos de intimidade, como registros em uma banheira, aparentemente nus. Em uma das fotos, datada de 30 de dezembro de 2022, a brasileira cobre o rosto do amante com um emoji e escreve na legenda: “Aí gente, tô muito cu****. Apaixonadinha desde julho do ano passado”. Em outro registro semelhante, também feito em uma banheira, o rosto de Brendan aparece claramente. Não foi informado se as duas imagens foram feitas no mesmo dia.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um dos CEOs da Netflix, Greg Peters, afirmou nesta terça-feira, 20, durante a apresentação de resultados da empresa, que a companhia pretende reformular a interface do aplicativo para celulares.
Segundo o site TechCrunch, Peters disse que a mudança deve ajudar a impulsionar o crescimento da Netflix na próxima década e terá impacto semelhante ao da reformulação feita anteriormente no aplicativo para televisores, alterando a forma como os usuários navegam e consomem conteúdo no celular.
O executivo explicou que a nova interface servirá como base para testes contínuos e aprimoramentos do serviço, permitindo à empresa evoluir sua oferta ao longo do tempo.
Embora não tenha detalhado todas as novidades, Peters adiantou que o aplicativo passará a integrar de forma mais intensa conteúdos em vídeo vertical, formato popularizado por plataformas como TikTok, Instagram e YouTube. Esses vídeos devem trazer trechos de séries e filmes originais da Netflix.
Além disso, os podcasts em vídeo que a plataforma pretende lançar ao longo de 2026 também serão exibidos nesse formato vertical. “Podem nos imaginar trazendo mais vídeos baseados em novos tipos de conteúdo, como podcasts em vídeo”, afirmou Peters.
A expectativa é que a nova interface da Netflix seja disponibilizada para os aplicativos Android e iOS até o fim deste ano.
por Notícias ao Minuto
EUA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (21) que não quer usar a força para tomar a Groenlândia, mas começar negociações imediatas para ter a posse do território autônomo que a Dinamarca diz que não está à venda.
Ele fez a afirmação no seu esperado discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos (Suíça). Ele comentava sua investida sobre a ilha ártica, que novamente chamou de um ativo indispensável parar a segurança dos EUA em caso de um conflito com a Rússia ou a China. "Qualquer guerra seria travada lá", disse.
"Tudo o que eu peço é um pedaço de gelo. É bem menos do que recebemos ao longo dos anos. Nós demos à Otan muito, e não recebemos nada de volta", disse Trump sobre a Otan, aliança militar ocidental criada pelos EUA em 1949, da qual a Dinamarca é membro fundador.
O republicano lembrou que os EUA ocuparam a ilha quando os nazistas tomaram a Dinamarca, em 1940, devolvendo o território a Copenhague ao fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945. "Foi estúpido", disse Trump, dizendo que "a Dinamarca foi ingrata".
Em 1946, a Casa Branca tentou comprar a ilha, mas a proposta foi rejeitada pelos europeus. "Só queremos esse pedaço de gelo. Se vocês aceitarem, vamos gostar. Se não, vamos nos lembrar", afirmou, depois de negar que a ação vise minar a Otan.
por Folhapress
EUA - Nesta quarta-feira (14), a rede de TV norte-americana Fox News revelou que o governo dos Estados Unidos deve suspender os vistos para 75 países, incluindo o Brasil. A informação teria vindo de um memorando do Departamento de Estado enviado a funcionários consulares.
Segundo o documento, a suspensão acontecerá até que o departamento revise as diretrizes de visto vigentes. Os países da lista incluem Rússia, Brasil, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia, Somália e Iêmen.
Em entrevista à Fox News, Tommy Piggot, porta-voz do Departamento de Estado, disse que a medida visa “considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um fardo para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, referindo-se a estrangeiros que poderiam depender do sistema de assistência social e benefícios públicos dos EUA.
No último dia 12, o perfil oficial no X do Departamento de Estado norte-americano comemorou a revogação pelo governo de Donald Trump de 100 mil vistos. Na publicação, o órgão diz que continuará deportando “criminosos para manter a América segura”.
Em novembro de 2025, o departamento já havia enviado comunicado a consulados em todo o mundo determinando regras mais rígidas de avaliação com base na cláusula de “encargo público” da legislação migratória. Na ocasião, os agentes foram orientados a negar vistos a candidatos levando em conta sua saúde (incluindo possibilidade de necessidade de cuidados médicos a longo prazo), idade, domínio do inglês e situação financeira.
De acordo com as normas, quem for mais velho, com sobrepeso ou que tenha histórico de uso de assistência financeira governamental também pode ter pedidos de visto americano negados.
A Embaixada dos EUA no Brasil ou o Itamaraty ainda não se pronunciaram sobre o assunto.
por Rafael Damas
EUA - LeBron James completou 41 anos em 30 de dezembro, mas não sente o peso da idade na NBA. Nas primeiras três partidas de 2026, o astro do Los Angeles Lakers teve atuações de destaque. Marcou 31 e 26 pontos em vitórias sobre o Memphis Grizzlies e, na terça-feira (6), anotou 30 em triunfo diante do New Orleans Pelicans. O bom desempenho chama atenção de torcedores e de companheiros de equipe do experiente ala. Dentre os fãs declarados de LeBron, está Luka Doncic.
– James é uma loucura. Quando eu tiver 41 anos, provavelmente estarei mancando – brincou o esloveno dos Lakers.
Satisfeito com o desempenho em quadra e os elogios recebidos, LeBron era só sorrisos após a vitória sobre os Pelicans. Mas, entre uma brincadeira e outra, o astro também falou sério, ao apontar que a idade pode pesar na sequência de jogos, fazendo com que ele perca compromissos da temporada 2025/2026.
– Disputar partidas seguidas será algo avaliado constantemente. Tenho 41 anos e a maior quantidade de minutos jogados em toda a história da NBA. Olhem minha certidão: 30 de dezembro de 1984. Foi quando nasci – comentou LeBron, em conversa com jornalistas na terça-feira.
Caso o veterano realmente seja desfalque em alguns jogos, os Lakers poderão contar justamente com Doncic. O esloveno de 26 anos vem de cinco partidas seguidas marcando 30 pontos ou mais. Em toda a temporada atual, a média é de 33.5 pontos, além de 8.7 assistências e 7.9 rebotes. Diante dos Pelicans, Luka protagonizou um lance incrível, ao acertar um arremesso da beira da quadra, desequilibrado, com o relógio de posse quase zerado.
Se Doncic rasga elogios a LeBron, o contrário também acontece. O veterano valorizou a capacidade de definição do companheiro e disse, inclusive, que o esloveno deve ser a referência dos Lakers em quadra:
– Doncic faz cestas incríveis o tempo todo. Não há um arremesso que não possa acertar. Sabemos que não é “Luka Magic” por acaso. Ele é o principal nome do time e não precisa adaptar seu jogo a mim. Nós é que devemos descobrir como adaptar nosso jogo a ele – afirmou.
Com a dupla LeBron-Doncic em sintonia, os Lakers fazem boa campanha na temporada 2025/2026 da NBA. A franquia de Los Angeles soma 23 vitórias e 11 derrotas, ocupando a terceira posição na Conferência Oeste.
Por Redação do ge
BRASÍLIA/DF - Políticos da direita brasileira comemoraram no sábado (3) o anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa foram capturados e levados para fora do país caribenho.
"O regime venezuelano é o pilar financeiro, logístico e simbólico do Foro de São Paulo. Com a captura de Maduro vivo, agora Lula, Petro e os demais do Foro de São Paulo terão dias terríveis, anotem. Viva a liberdade", escreveu Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
"Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas", escreveu depois o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho de Bolsonaro.
"O fim de Maduro, o tirano de Caracas. Melhor para Venezuela e para o mundo", afirmou em suas redes sociais o senador Sergio Moro (União-PR).
"Que todos os ditadores da América Latina, sejam presidentes ou juízes, tenham o mesmo destino", escreveu no X o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).
Já o governador Eduardo Leite (PSD-RS) fez uma fala mais ponderada em suas redes sociais e condenou a ação dos EUA na Venezuela.
"O regime ditatorial de Maduro é inadmissível. Viola direitos humanos, sufoca liberdades e impõe sofrimento ao povo venezuelano. No entanto, a violência exercida por uma nação estrangeira contra outra soberana, à margem dos princípios básicos do direito internacional, em especial o de não intervenção, é igualmente inaceitável."
A Venezuela afirmou que sofreu uma "agressão militar" dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.
Segundo comunicado do regime venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou ao estado de emergência nacional e à mobilização das forças de defesa.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) também comemorou a ação. "O que a gente quer é que o Lula possa soltar uma nota dando total apoio a essa ação do Trump. Esse canalha do Maduro tem que ser preso para que a Venezuela possa ser libertada", disse em vídeo publicado no X.
"Acabou o regime ditatorial na Venezuela. A grande notícia do sábado é que, finalmente, o regime esquerdista da Venezuela caiu", afirmou o vice-líder da oposição na Câmara, Mauricio Marcon (PL-RS).
por Folhapress
VENEZUELA - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado que forças norte-americanas realizaram uma operação militar de grande porte contra a Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro foi capturado, junto com a esposa, e levado para fora do país por via aérea. A declaração foi feita por Trump na rede social Truth Social.
Segundo o presidente norte-americano, a ação foi executada em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos. Ele informou ainda que mais detalhes seriam divulgados ao longo do dia e anunciou uma coletiva de imprensa marcada para as 11h (horário local), em Mar-a-Lago, na Flórida.
Durante a madrugada, moradores de Caracas relataram explosões em diferentes pontos da capital venezuelana. Colunas de fumaça foram vistas em várias regiões da cidade, e vídeos divulgados nas redes sociais mostram detonações, além de aeronaves voando em baixa altitude. Houve também registros de interrupção no fornecimento de energia elétrica em alguns bairros.
As explosões começaram pouco depois das 2h, com relatos em áreas próximas à base aérea de La Carlota e em outros pontos da capital.
Antes da manifestação de Trump, o governo venezuelano já havia denunciado o episódio como uma “agressão militar” promovida pelos Estados Unidos. Em comunicado oficial, Caracas afirmou que os ataques atingiram áreas civis e militares da capital, além dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. O texto sustenta que a ação representa uma ameaça à paz regional e internacional.
O governo venezuelano também convocou a mobilização de forças sociais e políticas do país contra o que classificou como ataque imperialista. Segundo o comunicado, Nicolás Maduro decretou estado de comoção externa em todo o território nacional e afirmou que a Venezuela se reserva o direito à legítima defesa, conforme a Carta das Nações Unidas.
De acordo com a emissora americana CBS, parceira da BBC nos Estados Unidos, Trump teria autorizado ataques a diferentes alvos no país, incluindo instalações militares. A ofensiva ocorre em meio ao agravamento das tensões entre Washington e Caracas, após meses de reforço da presença militar dos EUA no Caribe.
Moradores relataram momentos de pânico. A jornalista venezuelana Vanessa Silva afirmou ter visto uma explosão de grandes proporções da janela de casa, descrevendo o impacto como suficiente para fazer o prédio tremer.
Informações: BBC.com
EUA - O número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos na semana encerrada em 20 de dezembro caiu 10 mil, a 214 mil, segundo pesquisa divulgada pelo Departamento do Trabalho na quarta-feira, 24. O número contrariou projeção da FactSet, que esperava alta a 232 mil.
O número de pedidos de auxílio da semana anterior permaneceram inalterados em 224 mil.
Na semana até 13 de dezembro, os pedidos continuados subiram 38 mil em relação ao nível revisado, a 1,923 milhão. A projeção de analistas era de queda a 1,865 milhão. Esse dado é divulgado com uma semana de atraso.
por Estadao Conteudo
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