EUA - A Meta Platforms anunciou nesta segunda-feira (13) que ampliará para mais de US$ 50 bilhões o investimento em seu megacentro de dados em Richland Parish, na Louisiana, nos Estados Unidos. O valor praticamente dobra a estimativa inicial, de US$ 27 bilhões, em mais um movimento das grandes empresas de tecnologia para expandir a infraestrutura dedicada à inteligência artificial (IA).
A companhia também elevou para 5 gigawatts (GW) a capacidade computacional planejada, o que tornará o complexo seu maior data center e um dos maiores investimentos em infraestrutura de IA do mundo.
Segundo a Meta, a expansão do projeto reforçará a capacidade da empresa de atender à crescente demanda por processamento voltado ao desenvolvimento de tecnologias de IA. O complexo começou a ser construído em dezembro de 2024.
A empresa informou ainda que já destinou mais de US$ 1,6 bilhão em contratos a companhias da Louisiana desde o início das obras. Com a ampliação do projeto, mais de US$ 1 bilhão será investido em melhorias de infraestrutura na região, incluindo estradas, sistemas de abastecimento de água e de tratamento de esgoto.
Quando entrar em operação, o data center deverá sustentar mais de mil postos de trabalho.
A Meta destacou que continuará arcando integralmente com os custos de energia, água e demais infraestruturas utilizadas pelo empreendimento. Em março, a companhia fechou um acordo com a Entergy Louisiana para financiar a infraestrutura energética do projeto, incluindo novas usinas movidas a gás natural, baterias de armazenamento em larga escala e melhorias na rede elétrica.
Em comunicado, a vice-presidente de Data Centers da Meta, Rachel Peterson, afirmou que o projeto está gerando “impacto econômico real” na região, ao mesmo tempo que amplia a infraestrutura necessária para sustentar o avanço da IA.
por Estadao Conteudo
EUA - Mais de 3,7 mil pessoas foram diagnosticadas com ciclosporíase nos Estados Unidos até esta terça-feira, 14. Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), a doença intestinal é causada pelo parasita microscópico Cyclospora cayetanensis e provoca diarreia aquosa, com evacuações frequentes e, às vezes, explosivas.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos de Michigan (MDHHS, na sigla em inglês) afirmou, na segunda-feira, 13, que investigações iniciais apontam para alface ou folhas de salada como uma possível fonte do surto, embora outros alimentos não possam ser totalmente descartados. A pasta informou que a apuração continua em andamento e que nenhum produto, produtor ou fornecedor específico foi identificado como origem da contaminação.
Segundo o último balanço divulgado pelo MDHHS, Michigan registrou 3.309 casos de ciclosporíase até a manhã desta terça-feira, com pelo menos 44 internações. A pasta informou que, normalmente, o Estado registra entre 40 e 50 casos da doença por ano.
Já o Departamento de Saúde de Ohio informou que o Estado registrou 397 casos de ciclosporíase até segunda-feira, 13, com pelo menos 46 hospitalizações.
Embora Michigan registre atualmente o maior número de infecções por Cyclospora nos EUA, o CDC afirmou que 31 Estados já confirmaram casos da doença e que vários deles apresentam números acima do habitual, incluindo Nova York, Illinois, Indiana e Kentucky. Desde 2016, o órgão registra uma média de 2,8 mil casos por ano em todo o país.
Este ano está "a caminho de ser o maior já registrado" em casos de ciclosporíase nos EUA, afirmou Caitlin Rivers, epidemiologista da Escola de Saúde Pública Bloomberg da Universidade Johns Hopkins, que acompanha os casos.
Alfaces e misturas de saladas, além de outros produtos frescos, como framboesas, manjericão, coentro, misturas de frutas, ervilhas-tortas e ervilhas-de-quebrar, já foram associados a surtos anteriores de Cyclospora nos EUA.
Em 2020, um surto ligado a saladas embaladas da Fresh Express, que continham alface-americana, repolho roxo e cenoura - o maior da história recente nos EUA, segundo o CDC - deixou 701 pessoas doentes em 14 Estados. O CDC também associou um surto ocorrido na Flórida em 2022 a saladas embaladas, incluindo kits de salada Caesar com alface-romana.
A Cyclospora é um parasita microscópico e esférico que, além de diarreia, pode causar perda de apetite, cólicas, inchaço, náuseas e fadiga. O parasita infecta o intestino e é transmitido pela ingestão de alimentos ou água contaminados. No passado, casos foram associados ao consumo de frutas e vegetais expostos à água de irrigação contaminada com fezes.
Embora complicações graves sejam raras, os sintomas podem persistir por meses se a infecção não for tratada. O CDC recomenda que pessoas com sintomas procurem um profissional de saúde para realizar exames e receber tratamento adequado, que pode incluir o uso de antibióticos.
*Com informações das agências internacionais.
por Estadao Conteudo
IRÃ - As Forças Armadas dos Estados Unidos restabeleceram o bloqueio aos portos iranianos nesta terça-feira após uma nova escalada dos ataques do Irã contra embarcações que tentavam atravessar o estreito de Hormuz.
Antes da retomada do bloqueio, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que realizou uma nova série de bombardeios contra alvos em diferentes regiões do Irã. Durante a madrugada, sirenes de alerta para mísseis voltaram a soar no Bahrein e no Kuwait após novos ataques iranianos, ampliando a tensão na região e fragilizando ainda mais o cessar-fogo.
Poucas horas depois, a imprensa estatal iraniana informou que houve troca de tiros no estreito de Hormuz. Segundo o comandante do Centcom, almirante Brad Cooper, o Irã lançou dezenas de mísseis e drones contra países árabes vizinhos.
"Os Estados Unidos responsabilizam o Irã por agressões injustificadas que continuam colocando vidas inocentes em risco", afirmou o militar.
Atualmente, os EUA mantêm pelo menos 19 navios de guerra no Mar Arábico, entre eles dois porta-aviões e um navio de assalto anfíbio com mais de mil fuzileiros navais a bordo. O Centcom informou ainda que centenas de aeronaves militares estão em operação em diferentes pontos do Oriente Médio.
A retomada dos ataques e a disputa pelo controle do estreito de Hormuz aumentam o temor de uma nova guerra de grandes proporções na região.
Os Estados Unidos haviam imposto um bloqueio à passagem em abril, mas suspenderam a medida em junho, um dia após a assinatura de um acordo provisório que previa 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano e outros temas. As conversas, porém, perderam força à medida que os confrontos voltaram a se intensificar.
Na segunda-feira, ao anunciar o retorno do bloqueio, o presidente Donald Trump chegou a defender a cobrança de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas pelo estreito. Horas depois, porém, desistiu da proposta após pedidos de aliados do Golfo Pérsico.
Segundo Trump, líderes da região ofereceram investimentos bilionários nos Estados Unidos como alternativa à cobrança.
"Prefiro esse acordo a cobrar pedágio, porque não acho que alguém deva pagar para atravessar o estreito", declarou.
A proposta representaria uma mudança significativa na política americana, que historicamente defende a livre navegação na região.
Trump também afirmou, em entrevista à emissora Fox News, que novos ataques ao Irã poderão ocorrer nos próximos dias e que pontes e usinas de energia estão entre os possíveis alvos caso Teerã não retome as negociações.
O acordo temporário previa passagem livre pelo estreito de Hormuz durante 60 dias, mas não definiu regras para o período seguinte. O governo iraniano afirma ter o direito de controlar o tráfego marítimo e cobrar taxas pela utilização da rota, posição rejeitada por Washington.
Em meio ao aumento das tensões, o barril do petróleo Brent chegou a ultrapassar os US$ 87 durante a terça-feira, mas recuou para cerca de US$ 78 após as declarações de Trump.
Enquanto isso, mediadores internacionais, liderados pelo Paquistão, seguem tentando restabelecer o cessar-fogo. Delegações do Líbano e de Israel também voltaram a se reunir em Roma para negociar um acordo com mediação dos Estados Unidos.
Desde o início da guerra, o Hezbollah entrou no conflito em apoio ao Irã e lançou ataques contra Israel, que respondeu com uma ofensiva terrestre no sul do Líbano.
No mês passado, Israel e Líbano anunciaram um acordo preliminar para a retirada das tropas israelenses em troca do desarmamento do Hezbollah, mas a implementação do entendimento permanece travada.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um professor de música de 27 anos é acusado de matar e violentar sexualmente a cunhada em Long Island, nos Estados Unidos, enquanto a esposa estava viajando.
Joseph Horner foi preso após a morte de Victoria Castle, de 25 anos. Os dois moravam na mesma casa, mas em apartamentos separados. A vítima era irmã da mulher do suspeito.
Segundo o NY Post, Horner teria uma obsessão sexual por Victoria havia pelo menos dez anos. O crime teria ocorrido na manhã de segunda-feira, quando a esposa dele estava fora de casa para participar de uma despedida de solteira.
De acordo com a ABC, Joseph teria pedido ajuda à cunhada para mover um piano dentro do apartamento dele. Nesse momento, segundo a investigação, o professor se aproximou por trás da jovem, a imobilizou e a asfixiou.
Ainda conforme as autoridades, Victoria foi violentada sexualmente depois de ficar inconsciente. Após o crime, o próprio Joseph acionou a polícia e relatou o que havia acontecido.
Victoria chegou a ser levada com vida para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Joseph conhecia a vítima desde a época em que iniciou o relacionamento com a esposa. Os três conviviam na mesma propriedade e, aparentemente, mantinham uma boa relação. Na ocasião do casamento da irmã, Victoria chegou a publicar uma mensagem nas redes sociais elogiando o casal.
"Minha irmã, minha companheira de vida, está agora casada com uma das pessoas mais bonitas do mundo", escreveu na época.
Joseph e a irmã de Victoria estavam casados havia três anos. A vítima era estudante de doutorado na Stony Brook University.
O professor foi acusado de homicídio em segundo grau e permanece preso sem direito a fiança. Caso seja condenado, pode pegar até 25 anos de prisão.
por Notícias ao Minuto
JAPÃO - A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.
Em uma coletiva de imprensa, Katayama afirmou que "os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações" sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação econômico Nikkei.
A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: "Os riscos podem estar aumentando, devemos acelerar o trabalho", afirmou.
Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.
A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na última sexta-feira, a uma diretiva de controle de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.
Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.
Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia "alterações" no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um brasileiro apontado pelas autoridades dos Estados Unidos como ex-líder das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) foi preso na Carolina do Norte (EUA) durante uma operação conduzida pelo Serviço de Investigações de Segurança Interna (HSI, na sigla em inglês), braço investigativo do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS). A informação foi divulgada na segunda-feira, 15.
Segundo o DHS, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como "Don", foi detido em 5 de junho na cidade de Mooresville. As autoridades afirmam que ele era alvo de um mandado internacional expedido pelo Brasil pelos crimes de associação criminosa e extorsão. A defesa não foi localizada.
A prisão ocorreu no mesmo dia em que o governo dos Estados Unidos oficializou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi publicada no Diário Oficial americano e assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio.
Na decisão, Rubio afirma que as duas facções representam risco significativo à segurança dos cidadãos americanos e aos interesses nacionais dos Estados Unidos.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, Aquilla já ocupou posições de comando nas duas organizações criminosas, o que conferiu peso adicional à operação realizada pelas autoridades americanas.
De acordo com o comunicado do DHS, agentes do HSI de Greensboro e Charlotte, com apoio de forças policiais locais, abordaram o suspeito durante uma parada de trânsito. Aquilla teria tentado escapar dirigindo, o que provocou uma perseguição que terminou após ele colidir com veículos parados. Em seguida, ainda segundo as autoridades, ele tentou fugir a pé, mas foi capturado.
Durante a operação, os agentes apreenderam celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola 9 mm que estavam no veículo do brasileiro.
As autoridades também afirmam que informações de inteligência indicavam que Aquilla mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto se preparava para deixar os Estados Unidos e seguir para o México. Em depoimento aos investigadores, a mulher teria confirmado que estava sendo mantida contra a própria vontade.
Em nota, o agente especial responsável pelo HSI na Carolina do Norte e na Carolina do Sul, Mark M. Zito, afirmou que a prisão impediu que um suspeito considerado perigoso continuasse representando risco à segurança pública. "Evitamos novos danos a pessoas inocentes nos Estados Unidos e no exterior", afirmou.
Aquilla foi encaminhado para uma prisão do condado de Iredell, onde responde inicialmente a uma acusação estadual de fuga para evitar prisão. O HSI informou ainda que busca apresentar acusações federais por posse ilegal de arma de fogo por estrangeiro e sequestro.
O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) também registrou uma ordem de detenção migratória contra o brasileiro. Segundo o DHS, ele entrou ilegalmente nos Estados Unidos em data e local desconhecidos.
por Estadao Conteudo
IRÃ - O Irã anunciou nesta terça-feira (16) que a guerra com os Estados Unidos e Israel terminou, após o acordo com Washington, reiterando que qualquer ataque israelense e a presença das suas tropas em território libanês constituem uma violação do pacto.
"A guerra terminou oficialmente ontem na segunda-feira em todas as frentes", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, citado pela televisão estatal iraniana IRIB.
Abbas Araghchi adiantou que "qualquer ataque israelense contra o Líbano é uma violação dos entendimentos" alcançados.
"Do nosso ponto de vista, as duas partes deste acordo são os Estados Unidos e Israel, por um lado, e o Irã e o Hezbollah, por outro", sublinhou.
"O fim da guerra no Líbano é parte inseparável [do acordo]", afirmou, reiterando que "a guerra não terminará até que Israel se retire dos territórios libaneses que ocupou", segundo a agência de notícias Mehr.
O ministro iraniano confirmou ainda que na sexta-feira "haverá uma nova rodadade negociações" com os Estados Unidos em Genebra, na Suíça, com o objetivo de "chegar a um acordo final".
"Após três meses de negociações, conseguimos concluir a primeira fase [das conversas]", afirmou Araghchi.
O acordo preliminar prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril e estabelece um quadro de discussões para futuras negociações sobre o acordo nuclear.
Os compromissos garantem a reabertura do estreito de Ormuz e um levantamento progressivo das sanções sobre Teerã.
Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano, em resposta a ataques do grupo radical pró-iraniano Hezbollah, e continua bombardeando o país vizinho apesar do anúncio do acordo mediado pelo Paquistão.
Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas.
por Notícias ao Minuto
EUA - A seleção do Irã poderá entrar nos Estados Unidos na véspera dos jogos na fase de grupos da Copa do Mundo. A informação foi divulgada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla original em inglês) à agência Reuters, nesta terça-feira.
Nos últimos dias, o embaixador do Irã no México, Abolfazl Pasandideh, afirmou que a seleção teria que entrar no país norte-americano no dia dos jogos pela manhã, deixando os Estados Unidos pouco após as partidas. Um porta-voz do DHS negou a alegação.
— Essas declarações são falsas. Graças à generosidade do presidente (Donald) Trump, a seleção iraniana poderá chegar no dia anterior às partidas — disse o porta-voz à Reuters.
Todos os jogos do Irã na fase de grupos serão nos Estados Unidos: os dois primeiros em Los Angeles, contra Nova Zelândia e Bélgica, e o último em Seattle, contra o Egito.
Por causa da demora para a emissão dos vistos - concedidos aos jogadores apenas na última sexta-feira -, a seleção iraniana teve que transferir sua base de treinos.
No planejamento original, a Fifa havia colocado o Irã em um centro de treinamentos em Tucson, no Arizona (EUA). Com os problemas burocráticos, a seleção foi realocada para Tijuana, no México, onde desembarcou no último domingo.
Mesmo com os vistos concedidos para os jogadores, a embaixada do Irã na Turquia acusou os Estados Unidos de tratamento discriminatório, afirmando que membros do estafe técnico não receberam autorizações para ingressar no país.
O Irã está em guerra contra Estados Unidos e Israel desde fevereiro. Os últimos meses foram marcados por ameaça de boicote, problemas para a emissão de vistos e até um artilheiro que ficou fora da convocação.
Por Redação do ge
EUA - Um jovem norte-americano de 20 anos foi encontrado morto nos arredores de Kyoto, neste sábado, cerca de uma semana depois de ter sido dado como desaparecido, no dia 29 de maio.
James “Weston” Higginbotham se separou da família, que estava visitando o Japão, após uma discussão com a mãe sobre o uso da plataforma ChatGPT para planejar a viagem, devido aos recursos que a inteligência artificial (IA) consome, informou a CNN.
“Ele estava usando o ChatGPT demais. O Japão é um país onde tenho tido dificuldade em me orientar. O Weston é muito contra a IA porque, como sabem, ele se interessa por engenharia da sustentabilidade e a IA consome muita água e esgota muitos recursos hídricos”, explicou a mãe do estudante de engenharia da Universidade de Auburn, Nancy Higginbotham, à CBS News.
Na rede social Facebook, a mulher informou que o jovem “foi encontrado sem vida por um grupo voluntário de busca e resgate em uma área montanhosa nos arredores de Kyoto”, neste sábado.
“A dor que sentimos é impossível de descrever em palavras. Somos eternamente gratos pelo tempo que passamos com nosso querido e precioso Weston, mas não conseguimos sequer imaginar como será a vida sem ele”, escreveu.
Nancy, que afirmou que a família compartilhou os detalhes do desaparecimento do filho nas redes sociais e na imprensa na esperança de encontrá-lo, pediu agora “privacidade” para lidar com “essa perda inimaginável”.
“Obrigado pelos pensamentos, orações e apoio. Vamos precisar deles agora mais do que nunca. Vamos te amar para sempre, Weston”, completou.
O jovem decidiu ficar para trás enquanto os pais e o irmão visitavam um templo, segundo a CBS News. O mesmo veículo informou que os pais viram a localização de Weston mudar em um aplicativo e enviaram mensagens, mas não receberam resposta.
O norte-americano foi visto pela última vez saindo de uma estação ferroviária em Kyoto, e seus pais acreditavam que ele estava indo em direção a uma trilha nas proximidades. De fato, Nancy disse à CBS News, na sexta-feira, que temia que Weston estivesse ferido ou perdido.
As buscas envolveram mais de 100 agentes da polícia, além do uso de cães farejadores e helicópteros. No entanto, a família havia recentemente contratado uma equipe de resgate profissional, depois que as autoridades japonesas anunciaram que iriam suspender as operações.
por Notícias ao Minuto Brasil
ALEMANHA - A União Europeia (UE) afirmou na quarta-feira (3) que considera "injustificadas" as novas tarifas propostas pelos Estados Unidos, anunciadas após uma investigação sobre bens supostamente produzidos com trabalho forçado.
Na terça-feira, 2, o escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) informou que pretende impor tarifas adicionais de 10% sobre importações de bens da UE e de outras cinco economias, citando o que classificou como falha em "aplicar de forma efetiva a proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado". Para outras 54 economias, incluindo China e Índia, a alíquota proposta é maior, de 12,5%.
O porta-voz de Comércio da UE, Olof Gill, disse que o bloco analisará cuidadosamente as conclusões da investigação norte-americana e as medidas sugeridas, e que seguirá em diálogo com o governo Trump.
"Ainda assim, a UE considera que tarifas impostas com base nesses fundamentos são injustificadas", afirmou. "Como deixamos claro de forma consistente ao longo desse processo, a UE compartilha plenamente as preocupações dos EUA com o trabalho forçado e continua totalmente comprometida em erradicá-lo das cadeias globais de suprimentos por meio de ações concretas." Fonte: Dow Jones Newswires.
por Estadao Conteudo
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