JAPÃO - A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, solicitou explicações aos Estados Unidos sobre a decisão da empresa norte-americana Anthropic de suspender o acesso aos seus modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados.
Em uma coletiva de imprensa, Katayama afirmou que "os Estados Unidos, o país diretamente envolvido, deveria dar explicações" sobre a referida suspensão, de acordo com declarações recolhidas pelo meio de comunicação econômico Nikkei.
A titular da pasta das Finanças reconheceu os riscos da utilização destes modelos de IA e defendeu a colaboração com as partes envolvidas neste sentido: "Os riscos podem estar aumentando, devemos acelerar o trabalho", afirmou.
Coincidindo com uma visita a Tóquio do CEO da OpenAI, Sam Altman, Katayama revelou também que, durante o dia, se reunirá com executivos da empresa norte-americana e da japonesa Softbank para analisar como abordar os riscos da IA avançada.
A Anthropic atribuiu a sua decisão, anunciada na última sexta-feira, a uma diretiva de controle de exportações da Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, que obriga a impedir o acesso a este novo serviço a pessoas estrangeiras por motivos de segurança nacional.
Segundo a empresa, a ordem para impedir o acesso fora dos Estados Unidos ou por parte de estrangeiros dentro do país chegou na tarde de sexta-feira e, para poder cumprir a diretiva de última hora, a Anthropic optou por cortar todo o acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 a todos os seus clientes.
Durante o fim de semana, a ministra tinha indicado numa publicação no seu perfil na rede social X que não havia "alterações" no que diz respeito aos direitos de utilização concedidos ao Governo japonês e a algumas instituições financeiras, com base num acordo entre o seu gabinete e o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um brasileiro apontado pelas autoridades dos Estados Unidos como ex-líder das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) foi preso na Carolina do Norte (EUA) durante uma operação conduzida pelo Serviço de Investigações de Segurança Interna (HSI, na sigla em inglês), braço investigativo do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS). A informação foi divulgada na segunda-feira, 15.
Segundo o DHS, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como "Don", foi detido em 5 de junho na cidade de Mooresville. As autoridades afirmam que ele era alvo de um mandado internacional expedido pelo Brasil pelos crimes de associação criminosa e extorsão. A defesa não foi localizada.
A prisão ocorreu no mesmo dia em que o governo dos Estados Unidos oficializou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi publicada no Diário Oficial americano e assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio.
Na decisão, Rubio afirma que as duas facções representam risco significativo à segurança dos cidadãos americanos e aos interesses nacionais dos Estados Unidos.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, Aquilla já ocupou posições de comando nas duas organizações criminosas, o que conferiu peso adicional à operação realizada pelas autoridades americanas.
De acordo com o comunicado do DHS, agentes do HSI de Greensboro e Charlotte, com apoio de forças policiais locais, abordaram o suspeito durante uma parada de trânsito. Aquilla teria tentado escapar dirigindo, o que provocou uma perseguição que terminou após ele colidir com veículos parados. Em seguida, ainda segundo as autoridades, ele tentou fugir a pé, mas foi capturado.
Durante a operação, os agentes apreenderam celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola 9 mm que estavam no veículo do brasileiro.
As autoridades também afirmam que informações de inteligência indicavam que Aquilla mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto se preparava para deixar os Estados Unidos e seguir para o México. Em depoimento aos investigadores, a mulher teria confirmado que estava sendo mantida contra a própria vontade.
Em nota, o agente especial responsável pelo HSI na Carolina do Norte e na Carolina do Sul, Mark M. Zito, afirmou que a prisão impediu que um suspeito considerado perigoso continuasse representando risco à segurança pública. "Evitamos novos danos a pessoas inocentes nos Estados Unidos e no exterior", afirmou.
Aquilla foi encaminhado para uma prisão do condado de Iredell, onde responde inicialmente a uma acusação estadual de fuga para evitar prisão. O HSI informou ainda que busca apresentar acusações federais por posse ilegal de arma de fogo por estrangeiro e sequestro.
O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) também registrou uma ordem de detenção migratória contra o brasileiro. Segundo o DHS, ele entrou ilegalmente nos Estados Unidos em data e local desconhecidos.
por Estadao Conteudo
IRÃ - O Irã anunciou nesta terça-feira (16) que a guerra com os Estados Unidos e Israel terminou, após o acordo com Washington, reiterando que qualquer ataque israelense e a presença das suas tropas em território libanês constituem uma violação do pacto.
"A guerra terminou oficialmente ontem na segunda-feira em todas as frentes", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, citado pela televisão estatal iraniana IRIB.
Abbas Araghchi adiantou que "qualquer ataque israelense contra o Líbano é uma violação dos entendimentos" alcançados.
"Do nosso ponto de vista, as duas partes deste acordo são os Estados Unidos e Israel, por um lado, e o Irã e o Hezbollah, por outro", sublinhou.
"O fim da guerra no Líbano é parte inseparável [do acordo]", afirmou, reiterando que "a guerra não terminará até que Israel se retire dos territórios libaneses que ocupou", segundo a agência de notícias Mehr.
O ministro iraniano confirmou ainda que na sexta-feira "haverá uma nova rodadade negociações" com os Estados Unidos em Genebra, na Suíça, com o objetivo de "chegar a um acordo final".
"Após três meses de negociações, conseguimos concluir a primeira fase [das conversas]", afirmou Araghchi.
O acordo preliminar prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril e estabelece um quadro de discussões para futuras negociações sobre o acordo nuclear.
Os compromissos garantem a reabertura do estreito de Ormuz e um levantamento progressivo das sanções sobre Teerã.
Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano, em resposta a ataques do grupo radical pró-iraniano Hezbollah, e continua bombardeando o país vizinho apesar do anúncio do acordo mediado pelo Paquistão.
Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas.
por Notícias ao Minuto
EUA - A seleção do Irã poderá entrar nos Estados Unidos na véspera dos jogos na fase de grupos da Copa do Mundo. A informação foi divulgada pelo Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla original em inglês) à agência Reuters, nesta terça-feira.
Nos últimos dias, o embaixador do Irã no México, Abolfazl Pasandideh, afirmou que a seleção teria que entrar no país norte-americano no dia dos jogos pela manhã, deixando os Estados Unidos pouco após as partidas. Um porta-voz do DHS negou a alegação.
— Essas declarações são falsas. Graças à generosidade do presidente (Donald) Trump, a seleção iraniana poderá chegar no dia anterior às partidas — disse o porta-voz à Reuters.
Todos os jogos do Irã na fase de grupos serão nos Estados Unidos: os dois primeiros em Los Angeles, contra Nova Zelândia e Bélgica, e o último em Seattle, contra o Egito.
Por causa da demora para a emissão dos vistos - concedidos aos jogadores apenas na última sexta-feira -, a seleção iraniana teve que transferir sua base de treinos.
No planejamento original, a Fifa havia colocado o Irã em um centro de treinamentos em Tucson, no Arizona (EUA). Com os problemas burocráticos, a seleção foi realocada para Tijuana, no México, onde desembarcou no último domingo.
Mesmo com os vistos concedidos para os jogadores, a embaixada do Irã na Turquia acusou os Estados Unidos de tratamento discriminatório, afirmando que membros do estafe técnico não receberam autorizações para ingressar no país.
O Irã está em guerra contra Estados Unidos e Israel desde fevereiro. Os últimos meses foram marcados por ameaça de boicote, problemas para a emissão de vistos e até um artilheiro que ficou fora da convocação.
Por Redação do ge
EUA - Um jovem norte-americano de 20 anos foi encontrado morto nos arredores de Kyoto, neste sábado, cerca de uma semana depois de ter sido dado como desaparecido, no dia 29 de maio.
James “Weston” Higginbotham se separou da família, que estava visitando o Japão, após uma discussão com a mãe sobre o uso da plataforma ChatGPT para planejar a viagem, devido aos recursos que a inteligência artificial (IA) consome, informou a CNN.
“Ele estava usando o ChatGPT demais. O Japão é um país onde tenho tido dificuldade em me orientar. O Weston é muito contra a IA porque, como sabem, ele se interessa por engenharia da sustentabilidade e a IA consome muita água e esgota muitos recursos hídricos”, explicou a mãe do estudante de engenharia da Universidade de Auburn, Nancy Higginbotham, à CBS News.
Na rede social Facebook, a mulher informou que o jovem “foi encontrado sem vida por um grupo voluntário de busca e resgate em uma área montanhosa nos arredores de Kyoto”, neste sábado.
“A dor que sentimos é impossível de descrever em palavras. Somos eternamente gratos pelo tempo que passamos com nosso querido e precioso Weston, mas não conseguimos sequer imaginar como será a vida sem ele”, escreveu.
Nancy, que afirmou que a família compartilhou os detalhes do desaparecimento do filho nas redes sociais e na imprensa na esperança de encontrá-lo, pediu agora “privacidade” para lidar com “essa perda inimaginável”.
“Obrigado pelos pensamentos, orações e apoio. Vamos precisar deles agora mais do que nunca. Vamos te amar para sempre, Weston”, completou.
O jovem decidiu ficar para trás enquanto os pais e o irmão visitavam um templo, segundo a CBS News. O mesmo veículo informou que os pais viram a localização de Weston mudar em um aplicativo e enviaram mensagens, mas não receberam resposta.
O norte-americano foi visto pela última vez saindo de uma estação ferroviária em Kyoto, e seus pais acreditavam que ele estava indo em direção a uma trilha nas proximidades. De fato, Nancy disse à CBS News, na sexta-feira, que temia que Weston estivesse ferido ou perdido.
As buscas envolveram mais de 100 agentes da polícia, além do uso de cães farejadores e helicópteros. No entanto, a família havia recentemente contratado uma equipe de resgate profissional, depois que as autoridades japonesas anunciaram que iriam suspender as operações.
por Notícias ao Minuto Brasil
ALEMANHA - A União Europeia (UE) afirmou na quarta-feira (3) que considera "injustificadas" as novas tarifas propostas pelos Estados Unidos, anunciadas após uma investigação sobre bens supostamente produzidos com trabalho forçado.
Na terça-feira, 2, o escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) informou que pretende impor tarifas adicionais de 10% sobre importações de bens da UE e de outras cinco economias, citando o que classificou como falha em "aplicar de forma efetiva a proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado". Para outras 54 economias, incluindo China e Índia, a alíquota proposta é maior, de 12,5%.
O porta-voz de Comércio da UE, Olof Gill, disse que o bloco analisará cuidadosamente as conclusões da investigação norte-americana e as medidas sugeridas, e que seguirá em diálogo com o governo Trump.
"Ainda assim, a UE considera que tarifas impostas com base nesses fundamentos são injustificadas", afirmou. "Como deixamos claro de forma consistente ao longo desse processo, a UE compartilha plenamente as preocupações dos EUA com o trabalho forçado e continua totalmente comprometida em erradicá-lo das cadeias globais de suprimentos por meio de ações concretas." Fonte: Dow Jones Newswires.
por Estadao Conteudo
EUA - A Google anunciou que abrirá sua primeira loja física fora dos Estados Unidos. A unidade será inaugurada ainda no verão de 2026 e ficará localizada em Tóquio, na região de Omotesando, uma das áreas comerciais mais movimentadas da capital japonesa.
Segundo a empresa, o espaço permitirá que os consumidores conheçam e comprem diversos produtos da marca, incluindo smartphones da linha Google Pixel, dispositivos da linha Google Nest, relógios e pulseiras Google Fitbit, além de acessórios oficiais.
A loja também servirá como vitrine para as mais recentes tecnologias de inteligência artificial desenvolvidas pela companhia. Os visitantes poderão testar novas ferramentas e recursos baseados em IA diretamente no local.
Em comunicado, a Google destacou a importância do Japão para a história da empresa. O país foi o primeiro mercado internacional a receber um escritório da companhia fora dos Estados Unidos.
“O Japão foi o ponto de partida da nossa expansão global. Por isso, estamos muito entusiasmados em abrir nossa loja principal em Tóquio como o próximo passo dessa trajetória”, afirmou a empresa.
A companhia acrescentou que o objetivo é oferecer uma experiência mais próxima dos consumidores japoneses, permitindo que eles conheçam os produtos e serviços da marca de forma prática e interativa.
“Estamos ansiosos para explorar as possibilidades que apenas uma loja física pode proporcionar, conhecer nossos clientes pessoalmente e ouvir suas opiniões e sugestões”, destacou a empresa.
A inauguração reforça a estratégia da Google de ampliar sua presença no varejo físico, seguindo um modelo já adotado nos Estados Unidos para promover seus produtos de hardware e serviços de inteligência artificial.
por Notícias ao Minuto
EUA - Quando o presidente Lula visitou Donald Trump, no início de maio, membros do alto escalão do gabinete do republicano, além do vice-presidente, J. D. Vance, estavam presentes. A ausência notável foi do secretário de Estado americano, Marco Rubio, que fazia breve visita de dois dias à Itália e ao Vaticano.
Menos de um mês depois, o chefe da diplomacia americana foi chamado por Lula, na terça-feira (2), de "anti-América Latina". "Eu já disse ao Trump que ele [Rubio] não gosta do Brasil", afirmou o presidente.
O secretário é um dos aliados da família Bolsonaro no governo republicano e se reuniu com o senador Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro na última visita deles a Washington.
Desde o encontro, Rubio foi o responsável por anunciar a decisão dos EUA de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) de organizações terroristas, medida que desagrada ao governo brasileiro e que terá consequências ainda nebulosas.
Também nesta terça, em audiência no Senado americano, o chefe da diplomacia americana excluiu o Brasil do grupo que ele chamou de países amigos dos EUA no continente, colocando-o ao lado de Cuba, Venezuela, Nicarágua e Colômbia.
Rubio é crítico ferrenho de governos e ditaduras de esquerda na América Latina desde antes de entrar na política, em 1999. Quando foi eleito deputado federal, logo se notabilizou pelas críticas a regimes como o de Cuba, de onde partiram seus pais antes de se estabelecer na Flórida.
Sob Trump, o secretário é um dos principais articuladores da ideia de que, no continente, crime organizado, regimes de esquerda e a imigração aos EUA são faces de um mesmo fenômeno: o enfraquecimento da hegemonia americana no hemisfério, possibilitada pelo que chama de negligência de governos anteriores e uma postura agressiva da China.
Não à toa, sua primeira viagem internacional no cargo não foi a aliados tradicionais na Europa ou no Oriente Médio, mas a pequenos países da América Central: Panamá, El Salvador, Costa Rica, Guatemala e República Dominicana.
Todos eles são locais que se veem embaralhados, em alguma medida, na ideia defendida por Rubio e o governo Trump para o continente. O Panamá, por exemplo, foi alvo de pressão que resultou na saída de empresas chinesas de seu canal logo no começo do mandato de Trump; El Salvador, sob Nayib Bukele, é visto como importante aliado no combate a grupos criminosos. Ambos, além dos outros, são a origem de milhares de imigrantes nos EUA.
Na prática, o primeiro alvo da política externa do país sob Rubio foi a Venezuela. Há seis meses, militares americanos invadiram Caracas e capturaram o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, atualmente preso nos EUA.
"Este é o hemisfério Ocidental. É onde vivemos, e não vamos permitir que ele seja base de operações de adversários, competidores e rivais dos EUA", afirmou Rubio em entrevista após a captura do ditador.
Desde então, Caracas vive sob o comando da vice de Maduro, Delcy Rodríguez, mas sob tutela americana -Rubio, por exemplo, anunciou no fim de maio que Delcy visitaria a Índia em junho, antes mesmo de Caracas ou Nova Déli tocarem no assunto.
Depois da Venezuela, o regime de Cuba entrou na mira. Após meses de intensificação do bloqueio à ilha comunista, que aprofundou a crise generalizada no país com novos apagões, falta de medicamentos e esgotamento de combustíveis, os EUA indiciaram o ex-líder cubano Raúl Castro.
Em vídeo dirigido à população cubana, falando um espanhol impecável, Rubio afirmou que os EUA buscavam uma nova relação com Cuba, mas que ela precisava ser "diretamente com o povo cubano, não com a Gaesa", uma referência à empresa ligada ao regime que gerencia mercados inteiros do país.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, por outro lado, tem mantido distância de outros temas importantes para Trump, ainda que também acumule o cargo de Conselheiro de Segurança Nacional -o primeiro a fazer isso, ainda que de forma interina, desde Henry Kissinger na década de 1970.
Rubio não participa, ao menos publicamente, das negociações relativas às guerras no Irã e na Ucrânia. O presidente terceiriza os contatos com interlocutores persas e a mediação entre Kiev e Moscou a seu enviado especial, Steve Witkoff, seu genro, Jared Kushner, e seu vice-presidente, Vance.
"Em geral, é um erro acumular essas funções. Dito isso, não é necessariamente ruim que um Rubio com dois cargos esteja fora dos holofotes agora", afirmou Matthew Waxman, que trabalhou no Departamento de Estado e no Pentágono durante o governo de George W. Bush, ao jornal The New York Times. "Particularmente em um momento em que muita atenção é dada para a diplomacia sensível com o Irã, alguém precisa administrar a política externa no resto do mundo."
Se hoje Rubio é um dos grandes defensores de Trump na arena internacional, nem sempre isso ocorreu. Enquanto era senador, ele enfrentou o republicano nas primárias do partido, quando o chamou de a "pessoa mais vulgar" a se candidatar à Presidência do país.
Com o mandato de Trump chegando ao fim, Rubio tenta, agora, posicionar-se como herdeiro do presidente, embora tenha sido cogitado, e depois preterido, como vice na chapa do republicano.
"Nós temos um presidente que não está brincando. Quando ele diz que vai fazer algo, ele não está brincando. Este é um presidente de ação", afirmou o secretário, sobre Trump, após a captura de Maduro.
por Folhapress
EUA - A polícia do estado de Iowa, nos Estados Unidos, investiga a morte de seis pessoas encontradas com ferimentos causados por disparos de arma de fogo na segunda-feira. O caso também deixou um sétimo morto, apontado pelas autoridades como o autor dos ataques.
De acordo com o jornal The Guardian, policiais foram chamados a uma residência na cidade de Muscatine, onde encontraram quatro vítimas já sem vida.
O principal suspeito foi identificado como Ryan Willis McFarland, de 52 anos. Ele ainda estava vivo quando foi localizado pelas autoridades, mas teria tirado a própria vida ao ser abordado pelos policiais.
Durante as buscas, os agentes encontraram outras duas vítimas em locais diferentes da cidade. Uma delas estava dentro de uma residência, enquanto a outra foi localizada nas proximidades de uma empresa.
Em comunicado, autoridades locais lamentaram a tragédia.
“É com profunda tristeza que compartilhamos as notícias deste episódio devastador que atingiu nossa comunidade e envolveu a família McFarland”, afirmaram.
Segundo o chefe da polícia de Muscatine, Anthony Kies, as primeiras investigações indicam que o crime pode estar relacionado a uma longa disputa familiar.
As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente divulgadas. No entanto, a emissora ABC informou que duas delas eram crianças.
Informações preliminares apontam ainda que uma das vítimas fatais seria Lesa McFarland, esposa do suspeito.
“Hoje não tenho palavras para descrever esse ato de violência e o impacto que ele causou em nossa comunidade”, declarou Anthony Kies.
A polícia segue investigando o caso e pediu a colaboração da população para esclarecer as circunstâncias do crime. As autoridades confirmaram que Ryan McFarland possuía antecedentes criminais, mas não divulgaram detalhes sobre as ocorrências anteriores.
por Notícias ao Minuto
EUA - As mudanças anunciadas recentemente pelo Google para o seu mecanismo de busca não agradaram parte dos usuários, que passaram a procurar alternativas à plataforma da gigante de tecnologia. Entre elas, o DuckDuckGo voltou a ganhar destaque por priorizar a privacidade dos usuários.
Segundo o site Engadget, o aumento nos downloads do aplicativo começou logo após o Google I/O 2026, evento realizado entre os dias 19 e 20 de maio, quando a empresa apresentou novas funções de inteligência artificial que devem transformar a experiência de busca na plataforma.
As mudanças incluem recursos que alteram tanto a aparência do buscador quanto a forma como os resultados são exibidos, com maior integração de respostas geradas por IA.
Após o anúncio, o DuckDuckGo registrou crescimento expressivo no número de instalações nos Estados Unidos. De acordo com a empresa, o aplicativo teve aumento médio de 18,1% nos downloads durante seis dias consecutivos. O pico ocorreu em 25 de maio, quando as instalações cresceram 30,5%. A maior parte dos novos usuários utiliza dispositivos com sistema iOS.
O interesse crescente pelo buscador também foi impulsionado pelas declarações do fundador e CEO da empresa, Gabriel Weinberg, que criticou o Google por implementar recursos de inteligência artificial sem oferecer aos usuários a possibilidade de desativá-los.
“O Google está impondo inteligência artificial sem permitir que as pessoas escolham não usar”, afirmou Weinberg. “Com isso, os resultados estão piorando, e não melhorando. Queremos ser a plataforma que coloca os usuários no controle e permite decidir quanta inteligência artificial desejam utilizar. É por isso que estamos vendo tantas pessoas migrando para o DuckDuckGo nesta semana”, disse.
por Notícias ao Minuto
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