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Radio Sanca Web TV - Sexta, 10 Março 2023

BRASÍLIA/DF - O governo federal lançou nesta sexta-feira (10) a plataforma digital Mãos à Obra, que tem como objetivo mapear obras paralisadas em todo o país que podem receber recursos para serem retomadas. Caberá às próprias prefeituras a tarefa de alimentar a plataforma com informações sobre os projetos. O anúncio foi feito na sexta-feira (10), em evento no Palácio do Planalto, com a presença de prefeitos e entidades de gestores municipais.

"Não é possível você imaginar que esse país pode ser governado de Brasília sem levar em conta a realidade dos municípios e dos estados brasileiros", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Temos, só para vocês terem ideia, mais de 14 mil obras paralisadas. Obras que começaram no meu governo, no governo da Dilma [Rousseff]. Houve uma paralisia. Podem ficar certos que nós vamos retomar todas as obras. Com os Mãos à Obra, vocês vão dizer quais obras na cidade de vocês que precisa ser feita", acrescentou.

Lula fez questão de ressaltar que o governo federal não fará distinção entre gestores municipais de partidos aliados ou da oposição. "As nossas divergências partidárias vão acontecer na época das eleições. O que que quero é que vocês saibam que nós vamos tentar recuperar a civilidade nesse país". Na mesma cerimônia, o presidente anunciou o reajuste de 39% no repasse da merenda escolar.  

As prioridades do Mãos à Obra são equipamentos de saúde, educação, esporte, cultura, além de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Os gestores terão até 10 de abril de 2023 para incluir as informações, informou o governo.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

Publicado em Política

BOGOTÁ – O governo da Colômbia e o grupo guerrilheiro de esquerda ELN deram os primeiros passos em direção a um acordo de cessar-fogo bilateral e temporário, disseram os chefes de suas delegações nas negociações de paz nesta sexta-feira, ao encerrarem seu segundo ciclo de conversas, na Cidade do México.

O ELN é o grupo rebelde mais antigo da Colômbia, e as negociações são a pedra angular dos esforços do presidente Gustavo Petro — ele próprio membro dos agora desmobilizados insurgentes do M-19 — para trazer “paz total” à Colômbia.

Petro se comprometeu a negociar acordos de paz ou de rendição com os rebeldes remanescentes e gangues criminosas, e implementar plenamente um acordo firmado anteriormente com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), assinado em 2016.

“Demos os primeiros passos para firmar um cessar-fogo bilateral, nacional e temporário que criará melhores condições para a mobilização e participação dos colombianos no processo de paz”, disse Pablo Beltrán, do ELN.

A trégua será um grande desafio para o terceiro ciclo de negociações, previsto para ocorrer em Cuba, assim como irá desenvolver um “plano piloto” para a paz e a ampliação da participação nas negociações, disse Otty Patino, chefe da delegação do governo.

Um cessar-fogo marcaria um progresso importante após a confusão sobre o anúncio de Petro no final do ano passado sobre uma suspensão combinada das hostilidades forçar os dois lados a realizar breves discussões de emergência em Caracas.

Na véspera de Ano Novo, Petro anunciou um acordo de cessar-fogo, mas dias depois o ELN disse não concordar com a medida.

 

 

Reportagem de Julia Symmes Cobb / REUTERS 

Publicado em Política

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