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Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho é lembrado neste domingo, 27 de julho

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), registrou a Taxa de Frequência (TF) média de 5,54 de 2023 a 2025. A TF é um indicador utilizado em saúde e segurança do trabalho para mensurar a quantidade de acidentes com afastamento a cada milhão de horas-homens trabalhadas. Esse resultado é mais favorável do que a média do setor hospitalar, estimada em 8,67, segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP).

Essa taxa é um indicador da eficiência das medidas de segurança e saúde ocupacional e pode variar entre diferentes hospitais e setores. Quanto menor a TF, maior o controle e a eficácia na gestão dos riscos ocupacionais. O HU-UFSCar registrou, entre o primeiro semestre de 2023 e o primeiro semestre de 2025, variação entre 2,41 e 9,0 da TF.

"Esses resultados evidenciam o compromisso contínuo do HU-UFSCar com a promoção de um ambiente de trabalho mais seguro, priorizando a saúde, a integridade e o bem-estar de todos os seus trabalhadores", afirma o Chefe da Unidade de Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho, Guilherme Canesin.

Quase 26 mil (25.732) afastamentos de trabalho do tipo acidentário registrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são relativos às atividades de atendimento hospitalar. O número representa 3,84% dos afastamentos do País e fica atrás somente das atividades de transporte rodoviário de carga, com 4,04%, segundo dados divulgados pelo Observatório de Saúde e Segurança do Trabalho, uma ferramenta do Ministério Público do Trabalho. 

Em relação aos afastamentos não acidentários, as atividades de atendimento hospitalar também estão em segundo lugar, com mais de 337 mil (337.510) afastamentos, de 2020 a 2024, registrando 4,38% do total, atrás dos afastamentos da administração pública em geral, com 5,98%. 

Entre os acidentes registrados - com ou sem afastamento -, os casos mais prevalentes no HU-UFSCar foram os causados por materiais perfurocortantes. Por isso está sendo feita uma campanha no Hospital, referenciando a prevenção de acidentes com perfurocortantes com a comunidade interna, orientando quanto ao descarte, uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e o que fazer em caso de acidentes. 

Neste dia 27 de julho é lembrado o Dia Nacional da Prevenção de Acidentes do Trabalho. A data celebra os 53 anos da criação das Portarias nº 3.236 e 3.237, de 27 de julho de 1972, que instituíram o Programa Nacional de Valorização do Trabalhador. A data tem como objetivo reduzir os índices de acidentes, doenças ocupacionais e fatalidades. 

"Essa data simboliza o compromisso com a segurança, a saúde e a vida dos trabalhadores. É uma oportunidade para reforçarmos a importância de ambientes laborais seguros, da prevenção de riscos e da valorização da saúde ocupacional", finalizou Canesin.

Rede Ebserh
O HU-UFSCar faz parte da Rede Ebserh desde outubro de 2014. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais da Saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Medidas incluem atividades como rodas de conversa, oficinas e práticas integrativas

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo conduzido por Tatiane Carolina Martins Machado Rodrigues, servidora do Departamento de Assuntos Comunitários e Estudantis (DeACE) do Campus Lagoa do Sino da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), apresenta contribuições significativas para a promoção da saúde mental de estudantes universitários. O artigo "Implementação de protocolo de organização de serviço para enfrentamento do sofrimento psíquico universitário", publicado recentemente na Revista de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), relata a experiência de elaboração e implementação da segunda versão de um protocolo de organização de serviços voltado ao enfrentamento do sofrimento psíquico no ambiente acadêmico.

O artigo é fruto da tese de doutorado profissional em Enfermagem defendida por Rodrigues, na Universidade Estadual Paulista (Unesp, campus de Botucatu), sob orientação do professor Guilherme Correa Barbosa. O trabalho baseado em princípios da pesquisa-ação envolveu a participação direta de equipes dos departamentos de Saúde e Assistência Estudantil dos quatro campi da UFSCar - São Carlos, Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino - e foi articulado com o apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE) da Universidade.

Segundo Rodrigues, o protocolo foi construído de maneira colaborativa entre fevereiro e outubro de 2023, por meio de oficinas online que reuniram 26 servidores das áreas envolvidas. As atividades foram divididas em três momentos principais: análise da versão anterior do protocolo, seleção das ações em curso e definição das novas estratégias. O processo permitiu a revisão crítica das práticas em andamento e resultou na ampliação e sistematização de ações educativas, terapêuticas e de apoio aos estudantes, realizadas individualmente ou em grupo.

Entre os destaques do protocolo, estão ações voltadas tanto ao acolhimento individual - como escuta qualificada, psicoterapia, atendimentos médicos e orientações sociais - quanto à promoção da saúde em grupos, com atividades como rodas de conversa, oficinas, práticas integrativas (como mindfulness) e incentivo à cultura e ao lazer.

A segunda edição do protocolo também incorporou a participação ativa dos servidores na formulação das propostas, promovendo trocas de experiências entre os profissionais de diferentes campi. "A experiência foi transformadora, pois além de reafirmar o sofrimento psíquico como um problema real, deu voz às equipes na construção das soluções", afirma Rodrigues.

O estudo reforça o papel das universidades na promoção da saúde mental e na criação de ambientes acolhedores e inclusivos. "Mais do que pensar em acesso, é preciso garantir permanência com qualidade e bem-estar. A pesquisa vem somar esforços, na UFSCar, para o fortalecimento de sua política institucional de saúde mental e se destaca como referência em ações articuladas e integradas de enfrentamento ao sofrimento psíquico universitário", completa a autora.

A íntegra do artigo está disponível em https://doi.org/10.5902/2179769287173.

Foco é o Português como segunda língua, além da Libras

 

SÃO CARLOS/SP - Uma publicação inédita da aluna surda Talita Nabas, no Programa de Pós-Graduação em Linguística (PPGL) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), propõe novas estratégias no ensino do Português como segunda língua (PL2). O artigo é fruto de sua pesquisa de mestrado, na qual ela analisou as práticas docentes com base em sua própria experiência em sala de aula.  
"Os surdos têm a Libras [Língua Brasileira de Sinais] como primeira língua, mas o uso do ensino bilíngue para surdos auxilia na compreensão e na aquisição de novos conhecimentos e conceitos em Português e outras áreas do conhecimento. O ensino bilíngue é importante pois garante um acesso igualitário e uma maior equidade na oferta de ensino para o público surdo, uma vez que o ensino de surdos é visto como uma diferença linguística e não como um viés clínico ou deficiente", ressalta a pesquisadora, que atualmente é professora substituta do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, no curso de bacharelado em Tradução e Interpretação em Libras (TILSP).
Nesse contexto, o artigo tem como objetivo principal discutir estratégias de ensino e a aplicabilidade dos Materiais Didáticos Bilíngues para Surdos(as) (MDBS) no ensino de PL2. "Os MDBS são slides bilíngues de ensino de gramática e gêneros textuais do Português ensinados em Libras. Podem ser materiais impressos, scrapbooks (livros de recortes) e outros recursos didáticos", explica Talita Nabas, que desenvolveu a terminologia de MDBS durante a sua pesquisa de mestrado no PPGL, entre 2021 a 2024.  
A pesquisa é de natureza ação-reflexiva, que integra a metodologia da pesquisa-ação, na qual o pesquisador também é ator ativo da pesquisa, refletindo sobre sua própria prática - no caso do professor, o ensino, explica a autora do estudo. "Na prática, a pesquisa aconteceu a partir da minha experiência e vivência na escola bilíngue de surdos em São Paulo, e surgiu da necessidade encontrada na ausência de materiais didáticos voltados para surdos, com metodologias e práticas bilíngues, ou seja, com o uso da Libras como língua de instrução". 

Contrastes entre teoria e prática
No estudo, a mestre em Linguística pela UFSCar - hoje doutoranda pelo mesmo Programa - propõe uma relação contrastiva entre as teorias do ensino de línguas e as práticas pedagógicas voltadas para surdos, contribuindo para um ensino de PL2 mais eficaz e visualmente acessível. 
Segundo ela, há um contraste significativo entre as teorias do ensino e as práticas pedagógicas voltadas para surdos. "Enquanto as teorias defendem a valorização da Libras como primeira língua e o ensino do Português como segunda língua (PL2), na prática ainda predominam metodologias oralistas e materiais pensados para ouvintes. Além disso, a formação de professores raramente contempla as especificidades do ensino bilíngue, o que compromete a mediação pedagógica eficaz", avalia. "As práticas muitas vezes desconsideram o uso de recursos visuais e acessíveis, fundamentais para a aprendizagem do aluno surdo. Também há um descompasso entre os currículos e a avaliação, que ainda seguem modelos padronizados. Isso revela a urgência de políticas que aproximem teoria e prática na educação bilíngue de surdos", completa.

Artigo
O artigo na íntegra, com acesso aberto, é voltado a professores e estudantes das licenciaturas e Linguística, aos alunos dos cursos da Saúde e Educação Especial, e a todos aqueles preocupados com a acessibilidade e a igualdade de oferta de uma educação mais justa e igualitária. 
A publicação "O ensino de Português como segunda língua (PL2) na educação bilíngue para surdos: estratégias e materiais didáticos bilíngues" faz parte da Revista Espaço, periódico do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), e pode ser acessado através do link https://bit.ly/3GDmWnd.
A segunda autora do artigo é Nanci Araujo Bento, professora do Instituto de Letras da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Juntas, as autoras atuam no grupo de pesquisa Entre Vistas, investigando o ensino e aprendizagem de Português para surdos como segunda língua.

Pesquisa de mestrado
O conteúdo do artigo faz parte da pesquisa de mestrado de Talita Nabas, com orientação da professora Camila Höfling, do Departamento de Letras (DL) da UFSCar, que também orienta Nabas no doutorado do PPGL.
A dissertação de mestrado "O letramento visual em materiais didáticos bilíngues para surdos (Libras Língua Portuguesa): escolhas e práticas pedagógicas do professor surdo" está disponível na íntegra no Repositório Institucional da UFSCar (https://bit.ly/4kDXStZ). Mais informações podem ser consultadas com a professora Talita Nabas em seu perfil do Instagram (@talita.nabas) e pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SÃO CARLOS/SP - Uma equipe da UFSCar recebeu menção honrosa na categoria Aplicações para Políticas Públicas do Prêmio MapBiomas, durante o MapBiomas User Summit, no último dia 7 de julho, em São Paulo. O projeto premiado apresenta uma plataforma digital que mapeia cerca de 40 mil hectares com potencial de restauração dentro de unidades de conservação do estado de São Paulo.

A menção honrosa foi concedida ao projeto "Plataforma de Áreas Restauráveis em Unidades de Conservação do Estado de São Paulo", desenvolvido pelos pesquisadores da UFSCar Paulo Guilherme Molin, professor do Centro de Ciências da Natureza (CCN) do Campus Lagoa do Sino, Paulo André Tavares, egresso da Universidade, e Patrick Faria Fernandes, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Uso dos Recursos Renováveis (PPGPUR) do Campus Sorocaba, todos vinculados ao Programa Biota/Fapesp. São também coautores deste trabalho pesquisadores da FIA/USP, da empresa Bioflore e da Fundação Florestal de São Paulo.

A plataforma é uma ferramenta digital que identifica e disponibiliza áreas dentro das unidades de conservação paulistas com potencial para restauração ambiental. Entre os dados apresentados estão: classificação do tipo de área e vegetação existente; uso do solo e declividade; distância de rodovias e viveiros; potencial de regeneração natural e aptidão para restauração ativa.

Foram mapeados cerca de 40 mil hectares com capacidade de restauração em áreas protegidas do Estado. A plataforma funciona como um verdadeiro catálogo aberto que pode ser utilizado por órgãos governamentais, entidades públicas e privadas, e pela sociedade em geral para embasar projetos de restauração socioambiental.

Essa iniciativa se apoia em pesquisas anteriores, como o projeto NewFor - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza, vinculado ao Programa Biota/Fapesp, e ao Centro de Ciência para o Desenvolvimento - Estratégia Mata Atlântica. Juntos, esses estudos contribuíram para a robustez técnica e científica da plataforma, permitindo cruzamento de mais de 90 camadas de dados georreferenciados com base em inteligência artificial e fontes oficiais.

A plataforma é implementada pela Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, e já foi apresentada até na COP 29 da ONU, demonstrando sua relevância em fóruns nacionais e internacionais. Ela está disponível ao público por meio do endereço plataforma.fflorestal.sp.gov.br.

"Este novo reconhecimento ressalta a capacidade da Universidade de transformar ciência e geotecnologia em soluções aplicáveis e impactantes para conservação e políticas públicas no Brasil", destaca Molin.

O Prêmio MapBiomas
Criado pela Rede MapBiomas em parceria com o Instituto Ciência Hoje, o Prêmio MapBiomas chegou à sua sétima edição em 2025 com o objetivo de reconhecer projetos que utilizam os dados MapBiomas para promover soluções inovadoras em conservação ambiental, manejo sustentável, combate às mudanças climáticas e políticas públicas.

"Projetos como este da UFSCar exemplificam a aplicação dos dados MapBiomas para transformação socioambiental em áreas protegidas, estimulando restauração florestal, conectividade ecológica e mitigação de mudanças climáticas no estado de São Paulo", conclui Molin.

Estudo é conduzido entre UFSCar e Universidade de Turim

 

SÃO CARLOS/SP - Os departamentos de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de Turim (UniTo), na Itália, estão conduzindo uma pesquisa que busca avaliar a saúde individual e a qualidade dos relacionamentos afetivo-sexuais de mulheres lésbicas, homens gays e pessoas bissexuais. Para isso, estão convidando esse público para participação, através de um questionário online.

"Em relação à saúde individual, os principais aspectos a serem investigados dizem respeito a como os participantes percebem as emoções e os sentimentos em si mesmos e nas demais pessoas, e como se sentem em relação à própria identidade sexual", define a mestranda Renita de Cássia do Santos Freitas, do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar e responsável pelo trabalho. "Quanto à qualidade dos relacionamentos afetivo-sexuais, buscamos avaliar comportamentos que podem ou não ter ocorridos no último ano ou na última relação, como a divisão de forma justa das contas e o uso de apelidos", completa.

O estudo é desenvolvido sob a supervisão do professor Fabiano Koich Miguel, do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar. A parceria com a UniTo teve início a partir de uma Bolsa Estágio de Pesquisa no Exterior (Bepe), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), concedida a Renita Freitas para estágio na universidade italiana.

Participação
Estão sendo convidadas, para participarem do estudo, pessoas lésbicas, gays e bissexuais com 18 anos ou mais, residentes em qualquer região do Brasil, nos mais diversos modelos, formas e vínculos de se relacionar como, por exemplo, encontros sem compromisso, monogâmicos, não monogâmicos, a distância, relações virtuais ou uniões estáveis. 

Para participar, basta responder ao formulário disponível em https://tinyurl.com/saudepoplgbtqia; o tempo estimado de resposta é de 20 minutos. Todas as informações fornecidas no questionário são sigilosas e utilizadas exclusivamente para fins científicos. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail rcsfreitas@estudante.ufscar.br. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 87223225.4.0000.5504).

Inscrições devem ser feitas até a próxima sexta-feira, 18 de julho

 

SÃO CARLOS/SP - As inscrições para o Exame Nacional de Residência (Enare) seguem até a próxima sexta-feira, dia 18 de julho. São 7.060 vagas (das quais, 153 para reserva militar). A prova está prevista para acontecer no dia 19 de outubro. O Enare é uma iniciativa da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), instituição vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

No Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), vinculado à Rede Ebserh, são ofertadas 43 vagas, tanto para Residência Médica quanto Multiprofissional, em 22 programas. Na Residência Médica, há vagas nas especialidades de Pediatria (quatro), Psiquiatria (quatro), Clínica Médica (quatro) e Medicina de Família e Comunidade (duas). 
Já na Residência Multiprofissional, os programas contemplam diversas áreas da Saúde. No programa de Atenção à Saúde do Adulto e Idoso, há vagas para profissionais de Serviço Social, Enfermagem, Psicologia, Nutrição, Fisioterapia, Farmácia e Terapia Ocupacional (uma vaga para cada profissão). No programa de Saúde Mental, são três vagas para cada uma das seguintes áreas: Psicologia, Terapia Ocupacional, Enfermagem e Serviço Social. Já o programa de Saúde da Família oferece vagas para Terapia Ocupacional (uma), Fisioterapia (uma), Serviço Social (uma), Enfermagem (duas), Nutrição (uma), Psicologia (duas) e Odontologia (duas).

No total, o exame oferece 11.388 vagas de Residências Médica, Uniprofissional e Multiprofissional, com 237 instituições participantes, o que representa aproximadamente 28% a mais de vagas oferecidas comparado com a última edição.  

A edição do Enare deste ano traz novidades: além de instituições públicas, participam instituições privadas com ou sem fins lucrativos que ofertam Programa de Residência Médica e/ou Programa de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde, reconhecidos pelo MEC e que possuam vagas autorizadas com financiamento de bolsas. A lista de instituições participantes, a tabela de vagas e o edital do Enare podem ser acessados em https://bit.ly/40RKzz7.  

O Enare 2025 será constituído por única etapa obrigatória, de caráter eliminatório e classificatório - exame escrito (prova objetiva), que corresponderá a 100% da nota final.  
Outra mudança deste ano é a integração com o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). O Enamed será realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com a Ebserh, e seu resultado poderá ser utilizado no âmbito do Enare para as especialidades médicas de acesso direto. Trata-se de exame obrigatório para todos os estudantes de Medicina concluintes do curso, que poderão optar por utilizar o resultado no Enare para os programas de Residência Médica de acesso direto. 

Profissionais médicos já formados também poderão se inscrever no Enamed, caso tenham interesse em utilizar os resultados no Enare para as especialidades médicas de acesso direto. Para isso, é necessário se inscrever no Exame Nacional de Residência e pagar uma taxa de inscrição, exceto para casos de isenções previstos no edital do candidato.  

Os candidatos que vão concorrer às vagas de Residências Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde, ou às vagas de Residências Médicas de pré-requisito, área de atuação e ano adicional, vão seguir realizando as provas do Enare, como nas edições anteriores.

Candidatos às vagas de Residência Médica de acesso direto realizarão a prova do Enamed. O edital está disponível em https://bit.ly/4kPvZj2.

Rede Ebserh
O HU-UFSCar faz parte da Rede Ebserh desde outubro de 2014. Vinculada ao MEC, a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 45 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo em que apoiam a formação de profissionais da Saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.

Podem participar mulheres entre 18 e 45 anos, que tenham cólica menstrual e que nunca tenham tido contato com eletroestimulação nervosa transcutânea (TENS)

 

SÃO CARLOS/SP - Um projeto de iniciação científica do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está recrutando voluntárias para avaliar quais mecanismos estão envolvidos na analgesia da cólica menstrual via eletroestimulação nervosa transcutânea (TENS). A intenção também é avaliar os mecanismos envolvidos na percepção da dor das mulheres que sofrem com o problema.

A pesquisa é desenvolvida pela graduanda Maria Eduarda Chinotti Batista da Silva, sob orientação de Mariana Arias Ávila Vera, docente do DFisio. De acordo com a graduanda, estudos mostram que pessoas com cólica menstrual podem perder dias de trabalho, diminuir o rendimento acadêmico nas universidades e escolas, além da redução da qualidade do sono e da qualidade de vida. "Diante disso, através da nossa pesquisa, será possível entender melhor como a eletroestimulação atua em mulheres com cólica menstrual, a fim de direcionar o melhor tratamento para essa população", afirma Maria Eduarda da Silva.

O tratamento com eletroestimulação nervosa transcutânea (TENS), proposto no estudo, é um recurso simples e seguro, de baixo custo, além de ser um método não farmacológico para alívio da dor. Outra proposta da pesquisa é avaliar a percepção da dor e, de acordo com a estudante, isso pode "ajudar a entender melhor quais são os mecanismos analgésicos da TENS, além de também verificar se esses mecanismos estão funcionando de maneira correta em mulheres com cólica menstrual". Ela acrescenta que a expectativa, além de abranger muitas mulheres, é difundir os resultados de maneira científica e, também, na prática clínica.

Para realizar o estudo estão sendo convidadas mulheres, entre 18 e 45 anos, que tenham cólica menstrual e que nunca tenham tido contato com TENS. As participantes passarão por uma sessão de TENS, com duração de 50 minutos, na UFSCar. O tratamento é indolor e seguro. As avaliações acontecem de forma presencial no DFisio, área Norte do Campus São Carlos da UFSCar, com duração de 50 minutos, sendo 30 minutos de intervenção. Além do tratamento, também serão realizadas avaliações físicas para entender como funciona o processamento da dor. 

"A contribuição das voluntárias será positiva para os avanços da pesquisa e tratamento para a cólica menstrual, visto que, atualmente, a principal linha de tratamento utilizada são os anticoncepcionais ou medicamentos anti-inflamatórios, e entender melhor e difundir o uso de métodos não farmacológicos é imprescindível para proporcionar uma melhor qualidade de vida para as mulheres com cólica menstrual", conclui a pesquisadora.

Além das avaliações e tratamento gratuito, as voluntárias também receberão uma cartilha com orientações baseadas em evidências para ajudar no manejo da dor. Interessadas em participar devem preencher formulário eletrônico, disponível em bit.ly/colica-menstrual-ufscar. Outras informações podem ser solicitadas pelo WhatsApp (19) 99697-7251 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 62528722.2.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Produção Jr Consultoria, empresa júnior (EJ) formada por estudantes do curso de Engenharia de Produção da UFSCar, foi um dos principais destaques do Impulsione, evento promovido nos dias 31 de maio e 1º de junho, em São José do Rio Preto, pelo Núcleo de Empresas Juniores da região de São Carlos (NuSC). 

Reunindo 64 EJs da região de São Carlos, o encontro teve dois dias de programação com palestras e premiações que reconheceram práticas de excelência no movimento empresa júnior. A Produção Jr foi premiada em quatro categorias: maior faturamento da rede (R$277.100), maior percentual de ações colaborativas (R$39.300 em projetos com outras EJs), maior avanço em relação ao ciclo anterior (que avalia o desempenho dos dois meses anteriores ao evento, comparando o crescimento do faturamento com o ciclo anterior) e campeã da Batalha de Cases - Formação Empreendedora.

Segundo Pedro Rocha Cardoso, Presidente da Produção Jr e estudante do quarto ano de Engenharia de Produção da UFSCar, a Batalha de Cases foi um momento significativo da programação. "A iniciativa acontece sempre em eventos do movimento, na qual duas empresas apresentam o que estão aplicando no dia a dia para todos os participantes. Fomos representados pela Mariana Biondi, Diretora de Recursos Humanos (RH); Gabriella Gorla, Coordenadora de Vendas; e Caique Fussi, assessor de vendas, que apresentaram como a Produção Jr está promovendo uma formação empreendedora para todos os membros, que possuem contato com empresas do mercado e oportunidades de liderarem dentro da empresa", explica.

Para ele, o reconhecimento coletivo reforça a confiança na trajetória da equipe: "Isso nos mostra que estamos no caminho certo, o que nos deixa motivados para o restante do ano."

Aprendizados além da sala de aula
Além das premiações, o evento proporcionou um ambiente de trocas com estudantes de diferentes instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), de Ribeirão Preto, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Araraquara. "Esse contato com outras empresas de cursos e tamanhos diferentes foi muito positivo, pois nos mostra uma diversificação dentro do NuSC", comenta Cardoso.

Para ele, a participação em uma EJ tem efeito direto na formação profissional e pessoal. "A vivência dentro da Produção Jr impactou totalmente minha vida na graduação, pois consegui aplicar aprendizados que via dentro da sala em projetos reais, gerando impacto para o ecossistema de negócios. Além disso, tenho a oportunidade de me conectar com pessoas e empresas, e de liderar uma organização com tanta expressão ainda durante a faculdade", relata o estudante.

O Diretor da EJ defende a importância de atividades extracurriculares para uma formação mais ampla. "Participar de grupos de extensão, por exemplo, é fundamental para aplicar na prática o que aprendemos em teoria. Além disso, é uma oportunidade de desenvolver habilidades essenciais, desde o uso de ferramentas técnicas até a comunicação e o trabalho em equipe, capacidades imprescindíveis para ajudar a construir um Brasil mais empreendedor."

Sobre a Produção Jr
A Produção Jr atua em cinco frentes: Negócios, Produção, Qualidade, Tecnologia e Financeiro. Os projetos têm como foco demandas reais de clientes, com duração média de três a seis meses. As equipes são compostas por três membros e um gerente, que assumem a condução integral das soluções propostas.

O time atual é composto por 37 integrantes, todos estudantes da Engenharia de Produção do Campus São Carlos da UFSCar. Pessoas interessadas em conhecer mais sobre o trabalho da Produção Jr podem acompanhar o perfil no Instagram da empresa júnior.

 

UFSCAR

Primeiro prédio com recursos do Novo PAC e obras voltadas à inclusão, acessibilidade e pós-graduação fortalecem infraestrutura da Universidade

 

SÃO CARLOS/SP - Na última terça-feira, 8 de julho, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realizou a inauguração de quatro obras no Campus São Carlos, resultado de investimentos que somam mais de R$ 4,4 milhões provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) do Governo Federal e de emendas parlamentares da Bancada Paulista e da senadora Mara Gabrilli.

As solenidades reuniram representantes da gestão universitária, membros da comunidade acadêmica e da Fundação de Apoio Institucional ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FAI) da UFSCar, responsável pela execução de uma das obras.

Duas das entregas concentram-se em ações de permanência estudantil, acessibilidade e inclusão: a reforma do Bloco 5 e das calçadas do conjunto da Moradia Estudantil e a adequação de caminhos e estacionamentos acessíveis nas áreas Sul e Norte do Campus. As intervenções receberam, respectivamente, R$ 1.054.252,89 e R$ 739.180,78 em investimentos de emenda parlamentar da Bancada Paulista, complementada por uma emenda da senadora Mara Gabrilli. Ambas foram concluídas em julho deste ano.

Para a Reitora da UFSCar, Ana Beatriz de Oliveira, os investimentos reforçam o compromisso da Universidade com o cuidado cotidiano da comunidade e a inclusão. "Ampliar o conforto das pessoas e garantir infraestrutura digna é também fazer política pública. A moradia estudantil e os caminhos acessíveis são estruturas que promovem equidade, permanência e pertencimento. São obras que cuidam das condições concretas da vida universitária", afirmou.

Outra entrega importante foi o Complexo de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação em Engenharia Mecânica, edifício que integra o Departamento de Engenharia Mecânica (DEMec). Com investimento de R$2.008.553,39, oriundos do Novo PAC, a última etapa da obra, concluída em maio, foi a primeira da UFSCar finalizada com recursos do novo programa federal. O espaço amplia e moderniza a infraestrutura voltada à formação de engenheiros e engenheiras e ao desenvolvimento de projetos acadêmicos e de inovação.

Também foi inaugurada a reforma das instalações do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), vinculado ao Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH), com investimento de R$ 636.246,08, da Bancada Paulista. A iniciativa qualifica as condições de trabalho e pesquisa para docentes, estudantes e técnico-administrativos do Programa.

Durante a cerimônia, a Reitora destacou que as obras, além de fortalecerem a infraestrutura física da Universidade, ampliam a capacidade institucional de produzir conhecimento e transformar realidades. "A entrega dessas obras representa a ampliação concreta das possibilidades de fazer da nossa universidade pública. Fortalecem o ensino, a extensão, a pesquisa e a inovação, que são os pilares da nossa missão institucional. A execução via FAI demonstra como parcerias institucionais são estratégicas para viabilizar projetos que impactam diretamente o cotidiano da comunidade acadêmica", concluiu a Reitora.

Veja como foram as inaugurações no Instagram oficial da UFSCar, em https://www.instagram.com/ufscaroficial.

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa na área da Psicologia da UFSCar está investigando a viabilidade de uma proposta de intervenção coletiva voltada à prevenção secundária - isto é, precoce - da violência em relacionamentos afetivo-sexuais entre homens gays. O objetivo é fortalecer a inteligência emocional, promover relações seguras, horizontais e afirmar positivamente a sexualidade.

"Estudos nacionais e internacionais apresentam que a população jovem lésbica, gay e bissexual apresenta maior risco de experiência de vitimização em violência em relacionamentos afetivo-sexuais comparado com jovens heterossexuais", explica a mestranda Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGPsi) da UFSCar Renita de Cássia dos Santos Freitas, responsável pelo estudo. "Para homens gays, o estresse de minoria tem um impacto importante na forma como lidam com situações de violência nos relacionamentos. Esse estresse adicional acontece por conta de vivências ligadas à orientação sexual, como a expectativa e o medo de rejeição nas situações sociais, a pressão interna e externa para esconder quem se é, o preconceito sofrido no dia a dia e a internalização de forma negativa sobre sua identidade sexual. Nesses casos, pode surgir o que se chama de duplo armário. A primeira dificuldade é assumir publicamente que está em um relacionamento com outro homem. A segunda é falar que está sofrendo violência nesse relacionamento. Esse silêncio pode trazer culpa, vergonha e medo de ser julgado, além de dificultar a busca por ajuda, seja com amigos, família, profissionais de saúde ou apoio jurídico."

Convite para participação
Estão sendo convidados como voluntários da pesquisa homens gays, com 18 anos ou mais, de qualquer região do Brasil, com histórico de violência em relacionamentos afetivo-sexuais - nos mais diversos modelos e formas de se relacionar como, por exemplo, em ficadas sem compromisso, monogâmicos, não monogâmicos, a distância, relações virtuais ou uniões estáveis. A pesquisa oferece psicoeducação principalmente sobre Inteligência Emocional. Para participar, basta responder ao formulário disponível em https://bit.ly/3Gknqyq. Todas as informações fornecidas no questionário são sigilosas e utilizadas exclusivamente para fins científicos.

Importância de espaços psicologicamente seguros
A pesquisadora relata que os estudos em Psicologia demonstram que a participação em espaços seguros, seja individual - como na psicoterapia -  ou coletivos - grupos terapêuticos -  tem diversos benefícios. "Pode auxiliar a fortalecer a inteligência emocional, a partir do aprendizado sobre emoções para que possa reconhecer e nomeá-las em você e no parceiro, além de entender as razões por trás daquele estado emocional para escolher estratégias de regulação adequadas a favor da manutenção e equilíbrio do relacionamento", indica. 

Outro benefício é a possibilidade de "aprender habilidades de relacionamento importantes, como a resolução de conflitos para comunicar incômodos e desconfortos de forma em que os sentimentos e necessidades de ambos sejam respeitados e levados em consideração". Outro efeito benéfico, completa a pesquisadora, "diz respeito a aumentar o autoconhecimento e com isso respeitar seus limites, vontades, desejos, bem como compreender as influências que o contexto social tem na forma de moldar como nos relacionamos para encontrar possibilidades que fazem sentido para as pessoas envolvidas a partir de seus interesses conjuntos". Esse processo pode, ainda, "disponibilizar informações importantes na busca de auxílio jurídico especializado como nas situações de violação de direitos".

Sobre o estudo
O trabalho "Prevenção da violência no namoro em homens gays" tem orientação do professor Fabiano Koich Miguel e coorientação da professora Sabrina Mazo D?Affonseca, ambos do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, e conta com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Dúvidas podem ser esclarecidas com Renita Freitas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 72094223.0.0000.5504).

 

 

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