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SÃO CARLOS/SP - Com o tema Políticas Públicas Educacionais Municipais: reflexões sobre o Plano Municipal de Educação (2015-2025), a Secretaria Municipal de Educação (SME) abre nesta terça-feira (10/10), às 18h30, no SINDSPAM, a Pré-Conferência Municipal de Educação.
O tema de abertura da série de reuniões e debates será a Educação Infantil e o objetivo é analisar o Plano Municipal de Educação verificando a execução das metas estabelecidas e possíveis ações estratégicas para realizá-las.
A atividade reúne os profissionais da Educação de São Carlos, universidades e colegiados do município, visando exercer a gestão democrática da educação e a promoção de políticas públicas em que resultem em uma educação de qualidade, contribuindo também para as discussões que serão realizadas na 2ª Conferência Intermunicipal que acontece de 26 a 28 de outubro no Salesianos São Carlos.
As Pré-Conferências de Educação seguem no dia (17/10), às 18h30, no CEMEI Vicente de Paula da Rocha Keppe, com o tema Gestão Democrática e Financiamento da Educação; no dia (19/10), às 18h30, na EMEB Antonio Stella Moruzzi, com o tema Formação dos Profissionais da Educação; (20/10), às 18h30, no CEMEI Cônego Manoel Tobias, com o tema Direitos Humanos; (21/10), às 8h30, na EMEB Maria Ermantina C. Tarpani, com o tema Educação Ambiental e simultaneamente  no CEMEI Octávio de Moura, com o tema Escola de Ensino Integral; no dia (24/10) às 18h30, no CEMEI Julien Fauvel, com o tema Ensino Médio e Ensino Profissionalizante e simultaneamente na EMEB Ulysses Picolo, com o tema  Ensino Fundamental I do 1º ao 5º ano e Ensino Fundamental II do 6º ao 9º ano e EJA.
As inscrições podem ser feitas no site da Prefeitura de São Carlos www.saocarlos.sp.gov.br.

Marcia Cominetti, docente no Departamento de Gerontologia da UFSCar, comenta suas formas de manifestação e como combatê-las, em artigo

 

SÃO CARLOS/SP - Idadismo, etarismo ou ageísmo: termos que significam a mesma coisa, se referindo a estereótipos, preconceitos e discriminações direcionadas às pessoas, apenas com base na sua idade. Eles podem ser manifestados, na sociedade, de diversas formas, e têm consequências graves para a saúde, o bem-estar e os direitos humanos.
Mas quais atitudes se configuram como idadismo? E como combatê-las, inclusive, com pequenas mudanças cotidianas?
Estas reflexões estão no artigo mensal de Marcia Regina Cominetti, docente no Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), para a coluna "EnvelheCiência", uma parceria com o Instituto da Cultura Científica (ICC) da Instituição. A iniciativa visa divulgar informações - baseadas em evidências científicas - sobre o processo de envelhecimento, tornando assim o conhecimento e as descobertas importantes da área disponíveis para um público mais amplo.
Na publicação do mês - "Idadismo: já ouviu falar?" -, a pesquisadora aponta as principais manifestações de idadismo, motivos pelos quais devem ser eliminados, e iniciativas, já existentes, nessa direção.
O artigo está disponível para leitura no site do ICC (https://www.icc.ufscar.br/pt-br/projetos/sementes-da-cultura-cientifica/coluna-envelheciencia/idadismo-ja-ouviu-falar).
Mais informações sobre o projeto EnvelheCiência estão disponíveis em https://www.icc.ufscar.br/pt-br/projetos/sementes-da-cultura-cientifica/coluna-envelheciencia.
Atividades serão online e presencial

 

SÃO CARLOS/SP - Acontece nos dias 9, 16, 23 e 30 de outubro a 9ª edição do Ciclo de Palestras do Núcleo de Formação de Professores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), cujo objetivo é fomentar debates e reflexões sobre a docência e a cultura escolar e proporcionar encontros com especialistas sobre temáticas demandadas pela Educação Básica.
O tema da Edição de 2023 é "A Educação de Jovens e Adultos em foco" e seu público-alvo são professores da Educação Básica, estudantes dos cursos de licenciatura, pós-graduandos e demais profissionais da educação.
Essa edição está sendo construída com o Centro de Formação dos Profissionais da Educação de São Carlos (CeFPE) e pesquisadores de diferentes departamentos da UFSCar. O evento contará com atividades online e presenciais. 
As inscrições podem ser feitas neste formulário eletrônico (https://forms.gle/W9SpvS4abaWv18SLA). Mais informações no site do Núcleo, em https://www.nfp.ufscar.br.

SOROCABA/SP - No último dia 4 de outubro, foi inaugurada, no Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a exposição "Bamo Proseá? Cotidiano e Cultura Caipira entre Retratos e Afetos", uma oportunidade de mergulhar na riqueza desse universo tão pleno de significado.
Com o intuito de dar visibilidade às tradições da cultura caipira, a exposição de fotos e objetos apresenta um pouco da vida no campo: a musicalidade, a religiosidade, as benzeduras, as lendas, a culinária, o trabalho e a boa prosa. Além disso, seão retratados os saberes e sabores da culinária caipira, ressaltando a importância dos ingredientes mais saudáveis, e a convivência com a natureza.
Por meio de fotografias, objetos e uma programação recheada de atividades interativas, os visitantes tem a chance de se conectar com a identidade caipira e compreender como essa cultura desempenha um papel fundamental na formação da nossa sociedade.
A exposição ficará em cartaz para visitação até o dia 1/11.

SÃO CARLOS/SP - Com o objetivo de celebrar a riqueza da cultura popular, suas histórias, personagens, ritmos e brincadeiras, a Secretaria Municipal de Educação (SME) realiza neste sábado (07/10), das 9h às 13h, na Fundação Educacional São Carlos (FESC), localizada na rua São Sebastião, nº 2.828, na Vila Nery, a 2ª edição do Dia do Folclore.
O evento havia sido agendado para o dia 26 de agosto, porém foi cancelado devido às chuvas que atingiram a cidade e agora será realizado com atividades da cultura popular através de 20 oficinas que serão ministradas pela rede municipal de ensino com a participação de 600 profissionais da educação. Na área externa, as barracas da Economia Solidária estarão atendendo ao público.
Entre as atividades serão ofertadas oficinas de exposição e confecção de pipas, contação de causos, dança e música maracatu, catira, cacuriá, samba de coco, congada e forró, oficinas educativas e brinquedos folclóricos.
A programação terá abertura às 9h com a apresentação da Banda da APAE, apresentação Gira Bonito com o Girafulô, às 10h, o espetáculo Bumba meu Boi com a CIA Éter, às 11h, Maracatu com Rochedo de Ouro, às 11h30 e oficina de ritmos da Cultura Popular Brasileira tombados como patrimônio histórico imaterial às 12h20.
O evento tem como parceiros o Tiro de Guerra, CDCC, FESC, Fundação Pró-Memória e o importante apoio das secretarias municipais de Serviços Públicos, Transporte e Trânsito e da Guarda Municipal para garantir a segurança e fluxo de trânsito.
“Como é a abertura do mês das crianças serão incluídos os brinquedos infláveis e decoração que converse tanto com a cultura popular e o folclore quanto com o Dia das Crianças. As atividades são gratuitas e visam a divulgação e o conhecimento das diversas manifestações da cultura popular brasileira abordando todas as regiões e movimentos do folclore englobando o Dia das Crianças”, detalho Juliana Tessarin, chefe da seção de projetos especiais da SME.
O Dia Municipal do Folclore foi instituído no calendário oficial do município pela Lei Municipal nº 20.832/2022, de autoria do vereador Robertinho Mori. O objetivo do evento é valorizar as manifestações próprias da Cultura Popular Brasileira, reconhecer e festejar a riqueza do folclore brasileiro com suas lendas, mitos, brinquedos e brincadeiras.
A 2ª edição do Dia Municipal do Folclore segue os princípios do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular vinculado ao IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), reconhecendo o folclore como sinônimo de movimento e troca, reconhecendo-o como um saber científico.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta, que é secretário da Comissão de Educação do Legislativo (biênio 2021-2022 e 2023-2024) tem pautado também seu mandato na educação. Ele destinou recursos, através de emenda parlamentar, para diversas unidades escolares municipais. Após visitar todas as escolas municipais e detectar as principais carências, o parlamentar encaminhou recurso para as necessidades mais urgentes.

Bruno Zancheta pontuou: “Como professor, sei da importância e o caráter transformador que a educação tem. Precisamos olhar com mais carinho para nossas escolas municipais e assim oferecer uma melhor estrutura para alunos, servidores e professores”.

“Visitei todas as nossas escolas municipais e na maioria das unidades há problemas recorrentes como a manutenção do telhado, pintura da unidade e melhorias nas áreas de recreação. Realizei a destinação de recursos para poder auxiliar nessa melhora estrutural. A educação é a mola propulsora de toda e qualquer sociedade”, finalizou o vereador.

Estudo da UFSCar, em parceria internacional, acompanhou mais 1,7 mil participantes por 12 anos

 

SÃO CARLOS/SP - Um estudo realizado por pesquisadores dos Departamentos de Gerontologia (DGero) e de Fisioterapia (DFisio) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) identificou que os fatores que aumentam o risco de fragilidade na velhice são diferentes entre homens e mulheres. Os resultados levantados podem apoiar a elaboração de programas de intervenção diversificados direcionados às especificidades de cada grupo.
A pesquisa é fruto da tese de doutorado de Dayane Capra de Oliveira, orientada por Tiago da Silva Alexandre, docente do Departamento de Gerontologia, coordenador do Grupo de Pesquisa em Epidemiologia e Envelhecimento (GEPEN) e do International Collaboration of Longitudinal Studies of Ageing (InterCoLAging), um consórcio de estudos longitudinais que contempla o Estudo ELSA (English Longitudinal Study of Ageing), que acompanha o processo de envelhecimento na Inglaterra. O estudo foi feito em parceria com a University College London (Londres, Inglaterra) e teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
A fragilidade é uma síndrome clínica que aumenta o risco de pessoas idosas apresentarem desfechos negativos como perda funcional, quedas, hospitalização, institucionalização precoce e óbito. O processo de fragilização é complexo e ocorre por um desequilíbrio de múltiplos sistemas fisiológicos, bem como por doenças crônicas não controladas. De acordo com os pesquisadores, a explicação do mecanismo que gera a fragilidade não é simples e passa por diferenças de sexo envolvendo aspectos biológicos, genéticos, hormonais, socioeconômicos, comportamentais, clínicos e socioculturais, aos quais homens e mulheres estão distintamente expostos ao longo da vida e que podem culminar em diferentes processos de vulnerabilidade biológica, psicológica e social. "Parte dessa complexidade pode ser justificada pelas diferenças dos papéis sociais e acesso a recursos ao longo da vida, implicando por exemplo, uma maior exposição masculina a atividades ocupacionais insalubres, escolhas alimentares menos saudáveis e maior consumo de álcool e tabaco, levando a uma maior propensão a doenças letais como o acidente vascular encefálico, o infarto do miocárdio e o câncer, diminuindo, assim, a expectativa de vida masculina", explica Tiago Alexandre.
Já as mulheres apresentam maior atividade inflamatória do que os homens e a gordura abdominal que se acumula após a menopausa pode contribuir para doenças crônicas mais incapacitantes como obesidade, baixa força muscular e osteoartrite. Apesar disso, "as mulheres são mais sensíveis às mudanças físicas do corpo, relatam mais problemas de saúde, têm maior acesso aos cuidados e recebem diagnósticos de doenças mais precoces", complementa o orientador do estudo. 

Pesquisa e levantamentos
Para realizar o projeto, foram incluídos 1.747 participantes com 60 anos ou mais, provenientes do Estudo ELSA e sem fragilidade no início do estudo. Esses indivíduos foram acompanhados de quatro em quatro anos durante doze anos, de 2004 a 2016.
Os autores verificaram que, entre os homens, a osteoporose, o baixo peso, a doença cardíaca, morar com uma ou mais pessoas e ter a percepção da audição avaliada como ruim aumentaram o risco de fragilidade. Enquanto que, nas mulheres, o risco foi maior com o aumento do fibrinogênio (simples marcador de doença cardiovascular), diabetes controlada, acidente vascular encefálico e a percepção da visão regular. Um outro achado desse estudo apontou que homens e mulheres com sobrepeso apresentaram menor risco de fragilidade do que os indivíduos com peso normal. "Isso acontece porque o baixo peso é um dos fatores que indica fragilidade", explicam os pesquisadores. 
É válido ressaltar que as mulheres apresentam, antes da menopausa, um depósito de gordura menos inflamatório, mas que, durante o período sem a proteção dos hormônios femininos, essa gordura passa a ser mais inflamatória e pode contribuir para doenças capazes de gerar maior prejuízo funcional. Nos homens, esse processo é diferente e o acúmulo de gordura abdominal, ou seja, de maior atividade inflamatória predispõe a um pior perfil metabólico. "Essas particularidades entre os sexos têm impacto na ocorrência de doenças como o diabetes, doença cardíaca e acidente vascular encefálico e, quando presentes, elevam o risco da síndrome", explica Capra.
As diferenças socioculturais também ajudam a entender essas associações. Por exemplo, homens apresentam maior perda auditiva do que as mulheres devido à maior exposição a ruídos e a produtos químicos em ambientes de trabalho, levando ao isolamento social, favorecendo a depressão e, consequentemente, a fragilidade.
Somados a isso, o fato de conviverem com uma ou mais pessoas pode contribuir para que os homens sejam menos ativos socialmente e mais vulneráveis à dependência física para a realização das atividades do cotidiano, diferentes das mulheres que apresentam maior nível de participação social, redes sociais mais amplas e procuram mais apoio socioemocional.
Por fim, verificou-se que a idade avançada (70-79 anos e 80 anos mais), baixa escolaridade, percepção da visão ruim, presença de sintomas depressivos, doença articular, diabetes descontrolada, proteína C-reativa elevada (um simples marcador de processo inflamatório) e estilo de vida sedentário foram associados ao aumento do risco da fragilidade tanto em homens como em mulheres.
De acordo com os pesquisadores, poucos estudos vêm explorando tais diferenças e como influenciam fortemente no processo de fragilidade entre os sexos, separadamente. "Portanto, os resultados desse estudo podem ser utilizados para subsidiar programas de intervenções multimodais direcionados exclusivamente para homens e mulheres", aponta a pesquisadora. Em homens, por exemplo, a prevenção de doenças cardíacas e osteoporose podem ser realizadas pela educação permanente de hábitos comportamentais saudáveis, avaliação médica periódica do sistema sensorial auditivo, estimulação de atividades sociais autônomas e a adequação alimentar para indivíduos com baixo peso. Nas mulheres, o manejo precoce e contínuo das doenças cardiovasculares e metabólicas e o acompanhamento das alterações visuais podem prevenir, retardar ou atenuar a instalação da fragilidade.
A pesquisa foi publicada na Archives of Gerontology and Geriatrics e a íntegra pode ser acessada neste link (https://encurtador.com.br/bRW24).

Bate-papos serão realizados na unidade, a partir das 19h30 e é gratuito

 

SÃO CARLOS/SP - Nos dias 4 e 6 de outubro, o Senac São Carlos realiza dois eventos voltados para as mulheres no rádio: Roda de conversa: “Elas, no rádio” e Lugar de mulher é no rádio! Os bate-papos acontecem na unidade, das 19h30 às 21h e é gratuito. É necessário fazer inscrição no link.

O evento que ocorre em diversas unidades do Senac, tem como objetivo homenagear todas as mulheres que trabalham e amam esse espaço. O bate-papo será com várias radialistas de São Carlos.

“As mulheres sempre tiveram um papel fundamental no rádio desde os primórdios. Hoje são a maioria de ouvintes no Brasil e representa uma parcela significativa dos profissionais na área. Elas atuam em diversas funções como apresentadoras, produtoras, técnica, jornalistas e repórteres. Este evento tem como objetivo discutir a importância da mulher na mídia radiofônica, assim contribuindo e inspirando outras mulheres a seguirem carreira na área”, comenta Luiz Fernando Dias Ventura, docente da área de comunicação e artes do Senac São Carlos.

4/10 – Roda de conversa: “Elas, no rádio”

O evento será mediado por alunas do Senac São Carlos locutoras/comunicadoras, e tem como objetivo discutir o papel das mulheres no rádio, as principais dificuldades e desafios enfrentados na área e as perspectivas para o futuro. Participarão da roda de conversa coordenadoras, locutoras, sonoplastas, atendentes, operadoras de comercial, apresentadoras e jornalistas da cidade de São Carlos e região.

 

Radialistas convidadas:

Manu Casemiro: Emmanuele Casemiro, mas mais conhecida como Manu Casemiro, formada em Publicidade e Propaganda pela Unicep. Iniciou a carreira em 2019, na POP FM. Em 2021 a emissora se afilou a Jovem Pan e hoje ela assume o cargo de marketing, mas já ficou atuou como operadora administrativa.

Kelly Mary: Radialista, locutora formada pelo Senac São Carlos. Trabalha no rádio há 29 anos sendo 27 anos na Rádio DBC FM.

Ana Luiza Vergilio: Auxiliar de estúdio da rádio clube de São Carlos desde 2021. Formada em locução setor radialista pelo Senac São Carlos.

Eliana Casa Nova: Formanda em Publicidade Propaganda pela Universidade Unicesmar, trabalha com produção áudio, visual, atua em rádio a 29 anos na área de locução.

Alessandra Kuba: Jornalista com quase 20 anos de experiência, passando por diversas áreas do jornalismo. Atualmente ocupa o cargo de Supervisora de Jornalismo na Rádio UFSCar, onde também atua como produtora, repórter e apresentadora.

Kelly Oliveira: Formada Rádio Locução pelo Senac São Carlos. Graduando Marketing Digital na Unip. Durante 8 anos trabalhou como assistente e comunicadora na Rádio Clube FM São Carlos. Passou pela rádio Intersom no ano de 2021 e hoje atua como locutora na rádio Nativa FM São Carlos, no Tarde Nativa.

Ana Beatriz Martins de Souza: Graduada em Imagem e Som pela UFSCar, com ênfase de estudo em som, atualmente estuda sonoplastia no Senac São Carlos, e atua como operadora de áudio na EPTV Central, afiliada da TV Globo no interior do estado.

Marina Jayme de Melo Cardinali: Formada em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Empresária do ramo de comunicação, sócia proprietária da Rádio Nativa de São Carlos e Pirassununga. Também da concessão da atual Rede Aleluia.

Eliana Regina Pedro: Eliana Pedreks formada pelo curso Radialista - Setor Locução no Senac São Carlos. Hoje é comunicadora da Rádio RCA FM no bairro Cidade Aracy.

Lilian Marilena Keppe Rossi: Radialista na Rádio São Carlos, trabalhou como locutora e apresentadora de programas variados e do jornal diário da Rádio São Carlos, de 1968 até 2012.

Rayane de Fátima Faccini Moreno: Rayane é estudante do curso Radialista Setor Locução e Sonoplastia no Senac São Carlos.

 

6/10: Lugar de mulher é do Rádio!

A mulher pode ocupar o lugar que ela quiser! E nesse bate-papo iremos conversar sobre a importância da mulher no rádio, o quanto a qualificação pode ajudá-la na carreira e nos resultados.

Palestrante

Tatá Lima: Locutora desde 1996. Começou na Intersom FM de São Carlos. Trabalhou na Massa FM de Curitiba com o Ratinho, na Ótima FM de São José dos Campos com Celso Portiolli, rádio Morada do Sol de Araraquara e teve a experiência de trabalhar no AM em São Joaquim da Barra. Está no Grupo Bandeirantes de Comunicação desde 2010 quando foi contratada pela Nativa FM. Atualmente é líder de audiência na Band FM SP onde está desde 2019.

 

Serviço:

Evento: Mulheres no Rádio

Endereço: Rua Episcopal, 700 – Centro – São Carlos/SP

Data: 4 e 6/10 – 19h30

Local: Senac São Carlos

Entrada: gratuita

Informações: https://eventos.sp.senac.br/evento/a-mulher-no-radio/

Estão sendo oferecidas vagas nos cursos de mestrado, doutorado e doutorado direto

 

SÃO CARLOS/SP - Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de mestrado, doutorado e doutorado direto do Programa Interinstitucional de Pós-Graduação em Estatística (PIPGEs), realização conjunta do Departamento de Estatística (DEs) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, campus de São Carlos.
São oferecidas, no total, 30 vagas para mestrado e 10 para o doutorado direto, destinadas a quem completar a graduação e realizar a colação de grau até a data de matrícula no Programa. Quanto ao doutorado, há 15 vagas, oportunidade que é voltada a candidatos que já possuem o título de mestre. Em todos os casos, há reservas de vagas para quem se autodeclarar preto ou pardo, para indígenas e para pessoas com deficiência. 
Para participar da seleção, basta acessar o site do Programa (www.icmc.usp.br/pos-graduacao/pipges/ingresso), onde estão disponíveis os editais e links para as inscrições. No caso do mestrado, quem deseja iniciar as atividades ainda neste segundo semestre de 2023 (fluxo 1 do cronograma do edital), deve se candidatar a uma das cinco vagas disponíveis até hoje, dia 29 de setembro. Já para ingressar no mestrado no primeiro semestre do próximo ano (fluxo 2 do cronograma do edital), as inscrições para as 25 vagas oferecidas estarão abertas de 2 de outubro a 11 de novembro. No caso do doutorado e do doutorado direto, é possível se inscrever até 30 de outubro, com o início das atividades previsto para o primeiro semestre do próximo ano.
Criado em 2013, o PIPGEs oferece várias linhas de pesquisa, entre elas aprendizado de máquina, probabilidade e processos estocásticos, modelos de regressão e inferência estatística. O principal objetivo é a formação de pesquisadores com atuação direta na modelagem, descrição e estimação de fenômenos aleatórios, assim como sua aplicação na indústria, na medicina e na biologia, entre outras áreas. Além disso, o Programa estimula o ambiente científico promovendo seminários regulares de pesquisa e, anualmente, realiza o Programa de Verão em Estatística e o Workshop de Métodos Probabilísticos e Estatísticos.
Editais e demais informações no site do Programa (www.icmc.usp.br/pos-graduacao/pipges/ingresso).
Evento será sediado pela Universidade Federal de Santa Catarina, com apoio da UFSCar

 

SÃO CARLOS/SP - Entre os dias 3 e 10 de outubro, o Brasil será sede do Encontro Anual do AtlantECO -  projeto de pesquisa científica financiado pelo Programa Horizon 2020 (H2020) da União Europeia. O evento é organizado pela instituição anfitriã, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e conta com o apoio de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A atividade vai reunir pesquisadores que integram o AtlantECO em todo o mundo, incluindo a União Europeia, África e Brasil. 
A programação do evento consta de reuniões, sessão de pôsteres, atualizações sobre temáticas transversais do projeto, sessões plenárias sobre o progresso do AtlantECO e ações ainda a serem realizadas. Também haverá atividade conjunta com o projeto Mission Atlantic, incluindo discussões científicas sobre o que já foi efetuado. Além disso, serão realizadas visitas locais a aquicultores e pescadores e momentos para vivência social entre os participantes. A atividade é voltada aos pesquisadores do projeto e a convidados para programação específica, não sendo aberta ao público geral.
A última edição do Encontro Anual foi realizada em 2022, na Cidade do Cabo, na África do Sul, e foi importante para a equipe de pesquisadores do projeto discutir avanços do AtlantECO. "Como são três continentes diretamente envolvidos no projeto - Europa, América e África -, essa rotatividade na realização do encontro anual é importante para assegurar que todos os participantes se sintam abraçados pelo projeto, atuando de forma igualitária em seu desenvolvimento e execução", aponta Andrea Green Koettker, pós-doutoranda da UFSC e integrante do AtlantECO.
Ela acrescenta que, por se tratar de um projeto interdisciplinar e colaborativo, os encontros presenciais são fundamentais para que a equipe do AtlantECO tenha um maior entrosamento e possa discutir de forma mais eficaz os principais resultados obtidos e os próximos passos a serem desenvolvidos no projeto como um todo.
Pesquisadores da UFSCar participam na organização do evento, diretamente na coordenação das atividades dos jovens pesquisadores. Integrantes do Laboratório de Biodiversidade e Processos Microbianos (LMPB) da UFSCar vão apresentar os seus trabalhos e participar das discussões científicas. Ainda dentro da programação, também será apresentado o primeiro episódio da série de animação "Max e sua turma em: Descobrindo o mar", produzida pela parceria entre a equipe do AtlantECO vinculada à UFSCar e o Instituto da Cultura Científica (ICC) da Universidade. A série é direcionada ao público infantil e apresentará informações sobre os serviços ecossistêmicos que o mar oferece, o excesso de resíduos plásticos no oceano e a importância desse bioma para a temperatura do Planeta. O primeiro episódio, "O mar que a gente respira", vai apresentar alguns microrganismos que vivem no oceano - fitoplâncton e zooplâncton - e ações como fotossíntese e captura de carbono que eles realizam, contribuindo muito para o meio ambiente. Além dos personagens do fundo do mar, a série traz sempre um bate-papo com pesquisadores que abordam conceitos e explicações de forma acessível para as crianças espectadoras. Serão três episódios que ficarão disponíveis na Internet, para acesso gratuito, e poderão servir como material de apoio para professores e escolas trabalharem as temáticas com crianças do Ensino Fundamental.

AtlantECO
Financiado pela União Europeia, este projeto de pesquisa internacional tem como objetivo analisar as regiões marinhas e a conexão entre seus ecossistemas ao longo do Oceano Atlântico - na extensão Norte-Sul e nos limites continentais, entre as costas brasileira e africana. A partir disso, a expectativa é gerar dados para desenvolver modelos que levem em consideração os processos dinâmicos do ambiente marinho. Além de cenários climáticos futuros, esses modelos ajudarão a prever a migração de espécies, a capacidade do oceano de capturar e armazenar o gás carbônico atmosférico, o transporte e riscos de poluentes, como plásticos e nutrientes, e o equilíbrio entre a saúde do ecossistema e as atividades humanas.
O Projeto é desenvolvido em parceria com 13 países, sendo 11 da União Europeia, Brasil e África do Sul. Dentre as instituições brasileiras que atuam no projeto estão a UFSC, UFSCar, Universidade de São Paulo (USP), diferentes instituições de Pernambuco e as universidades federais da Bahia (UFBA) e do Rio Grande (FURG).
Os grandes pilares de pesquisa e divulgação científica do AtlantECO são microbioma, microplásticos e plastisfera, circulação oceânica e suas interações. Há uma lacuna de conhecimento sobre como essas questões afetam a biodiversidade, os ecossistemas, a sensibilidade às mudanças climáticas e o potencial de uma exploração social e econômica sustentável dos recursos naturais do Atlântico. Por meio das pesquisas realizadas nas águas em diferentes partes do mundo, o projeto vai levantar dados que poderão auxiliar novos estudos e estratégias de conservação e preservação do microbioma marinho.
De maneira global, os trabalhos de campo para a coleta de amostras estão sendo realizados a bordo de seis embarcações nacionais e internacionais projetadas para expedições científicas oceanográficas. No Atlântico Sul, o Veleiro ECO, da UFSC, e o Veleiro Tara, da Fundação Tara Ocean, já fizeram coletas ao longo das costas brasileira e africana. Neste ano, novas expedições serão feitas pelos rios São Francisco e Buranhém. Além da pesquisa, o projeto prevê vários eventos voltados para a conscientização ambiental, ciência cidadã, promoção da Cultura Oceânica e, no caso do Brasil, a importância da Amazônia Azul. Mais informações podem ser acessadas no Instagram do projeto (@eu.atlanteco).

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