IBATÉ/SP - Com 63,58% dos votos válidos, o prefeito José Luiz Parella (PSDB) – ao lado da vice-prefeita Ivani do Cruzado (PSDB) – foi escolhido pela população para seguir governando os destinos da cidade de Ibaté, por mais quatro anos.
O candidato Ci Guaraty (PTB) ficou em segundo com 21,86% dos votos válidos, seguido pelo Professor Hícaro (PT), que obteve 14,56%. Os votos Brancos somaram 4,46% e os Nulos mais 7,43% dos eleitores. O total de abstenção foi de 26,43%.
Feliz com a vitória e por ter vencido em todas as urnas eleitorais, Zé Parrella destacou que sua quarta eleição se deve ao trabalho que vem realizando. "Estou muito agradecido. Se o povo me elegeu quatro vezes é porque estou fazendo um trabalho muito bom e eles estão aprovando", afirmou.
O prefeito reeleito ressaltou que desde a sua primeira eleição, assumiu um compromisso de devolver a dignidade e o respeito à população ibateense. "A partir do momento que você dá dignidade e respeito ao povo, você dá tudo. Eu trabalho em prol do povo, não pra mim e nem pra minha família. Eu vejo o que precisa para o povo e as coisas que vão precisando fazer, a gente vai fazendo e, graças a DEUS, tem dinheiro para tudo", declarou.
Zé Parrella enfatizou que não engana a população. "Tudo o que a gente vem fazendo até hoje, é com recursos próprios. Eu não engano o povo e sou muito realista. Quando tem que falar não, falo não! Quando dá pra falar sim, falo sim! E tem dado certo", comentou.
Questionado sobre o segredo de ser imbatível nas urnas, o tucano relatou que tem que ter transparência e trabalhar em prol da população, em especial, dos menos favorecidos. "O segredo é a honestidade e a transparência. A partir do momento que você vem imbuído, com o coração aberto, limpo e transparente, você se elege quatro vezes ou até mais. Desde 2005 pra cá, não perdemos nenhuma eleição. Fui eleito em 2005, reeleito em 2008, elegemos nosso sucessor em 2012, depois na eleição suplementar de 2013, voltei em 2016 e agora fui reeleito neste domingo", afirmou.
O prefeito ressaltou também que se sente muito feliz e agradecido pelo reconhecimento do povo. "Graças a Deus, é um reconhecimento que tenho do povo de Ibaté. Fico muito agradecido e vamos seguir trabalhando. Muito obrigado a todos. Eu sou o Zé Parrella", finaliza.
BRASÍLIA/DF - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, informou há pouco que a totalização dos votos do primeiro turno das eleições foi finalizada às 23h55. Barroso reiterou que o atraso de três horas na divulgação dos resultados ocorreu devido a uma falha em um computador.
Segundo o ministro, não houve qualquer risco para integridade do sistema e à segurança do sigilo dos votos, porque o problema ocorreu somente na divulgação. Os dados dos tribunais regionais eleitorais foram recebidos normalmente.
“Lamento o atraso ocorrido. Ele decorreu, provavelmente, do aumento das medidas de segurança que nós trouxemos para o sistema e de uma possível falha em um dos processadores. A demora não compromete a integridade do sistema, menos ainda uma demora de menos de três horas”, garantiu.
O presidente do TSE também afirmou que a centralização da totalização (soma) de votos no TSE foi uma recomendação da Polícia Federal (PF). Mais cedo, Barroso disse que não teve simpatia pela mudança, que foi realizada durante a gestão da ex-presidente, ministra Rosa Weber. Nas eleições anteriores, a totalização era realizada pela Justiça Eleitoral nos estados.
“Foi uma decisão técnica decorrente de uma recomendação da Polícia Federal. Embora, eu tenha dito que não tinha simpatia pela medida, eu também a teria tomado se tivesse sido sob minha gestão, porque era a recomendação técnica de um relatório minucioso da PF a esse respeito”, explicou.
Abstenção
Durante a coletiva de imprensa, Barroso informou que os índices de abstenção do eleitorado no primeiro turno foram inferiores a 25%, número um pouco superior em relação às eleições de 2018.
“Queria cumprimentar o eleitorado brasileiro, que compareceu em massa, apesar das circunstâncias. Nós tivemos a preocupação de dar máxima segurança à saúde de todos”.
*Por André Richter – Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - Após 100% dos votos apurados em São Carlos, acompanhe como ficou a nova composição da Câmara Municipal 2021 à 2024.
| Candidato | Votos | % de votos válidos |
| Djalma Nery (PSOL) | 3.106 |
2,82% |
| Elton Carvalho (Republicanos) | 2.381 | 2,16% |
| Malabim (PTB) 1.963 | 1.963 | 1,78% |
| Rodson (PSDB) | 1.894 | 1,72% |
| Lucão Fernandes (MDB) | 1.870 | 1,70% |
| Roselei Françoso (MDB) | 1.682 | 1,53% |
| Gustavo Pozzi (PL) | 1.660 | 1,51% |
| Paraná Filho (PSL) | 1.646 | 1,49% |
| Cidinha do Oncológico (PP) | 1.585 |
1,44% |
| Ubirajara Teixeira (PSD) | 1.353 | 1,23% |
| Marquinho Amaral (PSDB) | 1.344 | 1,22% |
| Professor Azuaite França (Cidadania) | 1.308 | 1,19% |
| Raquel Auxiliadora (PT) | 1.292 |
1,17% |
| Sergio Rocha (PTB) | 1.291 | 1,17% |
| Robertinho Mori (PSL) | 1.290 | 1,17% |
| Andre Rebello (DEM) | 1.275 | 1,16% |
| Professora Neusa (Cidadania) | 1.187 |
1,08% |
| Bruno Zancheta (PL) | 1.066 | 0,97% |
| Dimitri Sean (PDT) | 913 | 0,83% |
| Tiago Parelli (PP) | 880 |
0,80% |
| Dé Alvim (Solidariedade) 844 0,77% |
MUNDO - O segundo homem no comando da Al Qaeda, acusado de ajudar a planejar o bombardeio de duas embaixadas dos Estados Unidos na África, em 1998, foi morto no Irã, em agosto último, por agentes israelenses atuando a mando dos Estados Unidos, segundo o jornal New York Times, citando fontes de autoridades dos serviços de inteligência.
Abdullah Ahmed Abdullah, cujo nome de guerra era Abu Muhammad al-Masri, foi assassinado a tiros por dois homens em uma moto nas ruas de Teerã, em 7 de agosto, segundo a reportagem, publicada no dia 13.
O assassinato de Masri, que era visto como um provável sucessor do atual líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri, foi mantido em segredo até agora, disse o jornal.
Não ficou claro qual foi o papel, ou até mesmo se houve um, dos Estados Unidos na morte do militante nascido no Egito, afirmou a reportagem. Autoridades norte-americanas rastreavam Masri e outros agentes da Al Qaeda no Irã há anos, disse a matéria do jornal americano.
A Al Qaeda não anunciou sua morte, autoridades iranianas estão acobertando-a e nenhum governo reivindicou responsabilidade pela ação em público, afirmou a publicação.
O Irã negou a reportagem, dizendo que não havia “terroristas” da Al Qaeda em suas terras.
Uma autoridade norte-americana, conversando com a agência de notícias Reuters sob condição de anonimato, se recusou a confirmar detalhes da reportagem ou a dizer se houve qualquer envolvimento dos Estados Unidos. O Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca não respondeu imediatamente ao pedido por um comentário. O gabinete do primeiro-ministro de Israel afirmou que não comentaria a reportagem.
*Por Matt Spetalnick e Mark Hosenball - da Agência Reuters
BRASÍLIA/DF - Os 147,9 milhões de eleitores aptos a votar neste domingo (15) para prefeito e vereador deverão preocupar-se com o protocolo sanitário, levando máscaras e mantendo distância de pelo menos um metro de outras pessoas, disse ontem (14) o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso. Em pronunciamento transmitido a noite, ele garantiu a segurança sanitária da votação e pediu que a população não deixe de comparecer às urnas.
“Vote com segurança. A Justiça Eleitoral tomou as medidas necessárias para garantir a saúde de todos. Faça a sua parte. Use máscara. É obrigatório. E ela protege você e os outros. Se possível, leve sua própria caneta. E mantenha distância de ao menos um metro das outras pessoas”, declarou o ministro, em cadeia nacional de rádio e televisão.
No pronunciamento, Barroso lembrou que as eleições municipais se refletem diretamente na vida dos cidadãos, ressaltando a importância da escolha de cada eleitor.
Encontro com a história
“Não falte a esse encontro com a história. Lembre-se: ninguém vive na União ou nos estados. As pessoas vivem nas cidades, onde são tomadas algumas das principais decisões que afetam a sua vida, como educação fundamental, saúde básica e saneamento”, afirmou.
O ministro pediu que os eleitores votem com consciência, buscando o máximo de informações possíveis sobre os candidatos, independentemente das preferências partidárias.
“Vote consciente. Selecione com cuidado o seu candidato. Ainda há tempo. Se informe acerca de sua seriedade e credibilidade. Na democracia, não existe nós e eles. Eles são aqueles que nós colocamos lá”, acrescentou.
Segundo Barroso, o voto representa a principal ferramenta para definir os rumos da cidade de cada eleitor e do Brasil. Ele conclamou que a população compareça às seções eleitorais, enaltecendo a democracia para fazer um país maior e melhor. “Não deixe de votar. Era triste e feio o tempo em que não tínhamos esse direito. A sua cidade e o Brasil terão a cara de quem comparecer às urnas. Para exigir, é preciso participar. Seu voto tem poder. Faça a diferença”, disse.
*Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
MUNDO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que nunca decretará um lockdown nacional para conter o coronavírus, mas disse que “o tempo dirá” se outro governo tomará posse em janeiro e o fará, no mais próximo que chegou até o momento de reconhecer que o presidente eleito Joe Biden pode sucedê-lo.
Em seu primeiro discurso público desde que Biden foi declarado vencedor no sábado, Trump disse que espera que uma vacina contra o coronavírus esteja disponível para toda população do país em abril, em meio a uma nova onda de infecções pela doença letal que tem levado as contagens diárias a números recordes.
Em declarações no jardim da Casa Branca, Trump também pareceu reconhecer pela primeira vez a possibilidade de um futuro governo Biden, embora não tenha admitido até o momento a derrota e de não ter citado o rival democrata pelo nome.
“Idealmente, não iremos para um lockdown. Eu não irei, este governo não irá para um lockdown”, disse. “Esperançosamente, o que quer que aconteça no futuro -- quem sabe qual será o governo. Acho que o tempo dirá”, acrescentou.
Desde a eleição de 3 de novembro, Trump tem persistido com acusações infundadas de fraude eleitoral generalizada. Mas, embora continue a fazer tais afirmações no Twitter, ele não as repetiu em seus comentários públicos na sexta-feira.
A última vez que Trump havia falado em público --na sala de entrevistas da Casa Branca dois dias após a eleição-- ele disse, sem evidências, que, se fossem contados apenas os “votos legais”, ele “ganharia facilmente” a eleição.
Biden solidificou sua vitória sobre Trump nesta sexta-feira, depois de confirmada sua vitória no Estado da Geórgia, deixando Trump com poucas esperanças de reverter o resultado por meio de contestações judiciais e recontagens.
Trump também disse que espera uma autorização de uso de emergência para a vacina da Pfizer “extremamente em breve”. A Pfizer espera relatar os dados de segurança exigidos pelas autoridades sanitárias dos Estados Unidos na próxima semana, e pode então solicitar uma autorização de uso de emergência.
Trump fez os comentários depois de receber uma atualização sobre a operação lançada por seu governo para apoiar o desenvolvimento de uma vacina.
As críticas à resposta do governo ao vírus, que matou mais de 235 mil norte-americanos, tornaram-se um grito de guerra para os democratas antes das eleições de 3 de novembro.
*Por: Steve Holland / REUTERS
Reportagem adicional de Caroline Humer e David Morgan
MUNDO - O novo presidente da Bolívia, Luis Arce, agiu rapidamente para restaurar os laços com o Irã e a Venezuela, recebendo as credenciais de embaixadores dos dois países na quarta-feira (11), apenas três dias depois que seu partido socialista retomou o poder.
Em comunicado, o governo boliviano informou que quer "restabelecer as relações diplomáticas prejudicadas pelo governo anterior", liderado pela presidente interina conservadora, Jeanine Ánez.
No Twitter, Arce disse que estava restaurando as relações bilaterais com a Venezuela para fortalecer os laços estratégicos para o bem dos povos.
Ele afirmou que o mesmo está sendo feito com o Irã e que "eles são sempre bem-vindos à Bolívia. Continuaremos a fortalecer projetos comuns".
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, compareceu à cerimônia de posse de Arce, em La Paz, no domingo (8), como parte de uma viagem às nações latino-americanas de esquerda, que incluiu Venezuela e Cuba.
A Venezuela e o Irã foram aliados-chave do ex-presidente boliviano e aliado de Arce, Evo Morales, que assumiu o cargo como o primeiro presidente indígena do país em 2006 e renunciou, sob pressão, por causa das disputadas eleições no ano passado.
Na segunda-feira (9), Morales voltou à Bolívia, do exílio na Argentina, e foi homenageado, nessa quarta-feira, em uma cerimônia em Chimore, cidade de sua província natal de Chapare, região central de cultivo de coca.
*Por Daniel Ramos e Aislinn Laing - Repórteres da Reuters
BRASÍLIA/DF - A propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão dos candidatos que concorrem nas eleições municipais deste ano termina nesta quinta-feira (12). Hoje é também o último dia para a realização de debates no rádio e na televisão.
Do total de tempo da propaganda eleitoral gratuita em rádio e TV, 90% são divididos entre os candidatos de modo proporcional à representatividade de seus partidos na Câmara dos Deputados. Apenas 10% são divididos igualmente entre os candidatos.
Na sexta-feira (13) termina o prazo para a divulgação paga, na imprensa escrita, de propaganda eleitoral e a reprodução, na internet, de jornal impresso com propaganda eleitoral relativa ao primeiro turno.
No sábado (14) será o último dia para a propaganda eleitoral por alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8h e as 22h. Também terminam, às 22h, a distribuição de material gráfico, as caminhadas, carreatas ou passeatas, acompanhadas ou não por carro de som ou minitrio.
Primeiro Turno
No próximo domingo (15), quase 148 milhões de eleitores poderão votar em 26 unidades da Federação. Os eleitores escolherão vereadores, prefeitos e vice-prefeitos. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há 19.342 candidatos a prefeito, 19.711 concorrentes ao cargo de vice-prefeito e 518.308 pessoas disputando uma vaga de vereador. Este ano, não haverá pleito no Distrito Federal nem em Fernando de Noronha.
Em decorrência da pandemia de covid-19, o horário de votação foi estendido e será realizado das 7h às 17h (horário local). O horário das 7h às 10h é preferencial para maiores de 60 anos. Os demais eleitores não serão proibidos de votar nesse horário, mas devem, se possível, comparecer a partir das 10h, respeitando a preferência.
Também em virtude da pandemia, o uso de máscaras é obrigatório. Sem ela, o eleitor não poderá votar. Caso seja necessário, o mesário pode pedir que o eleitor se afaste e abaixe a máscara para conferir a foto na identidade.
Entre os protocolos de segurança está a exigência do distanciamento mínimo de 1 metro. Não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara.
O TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação.
Proibições
No dia da votação, a legislação eleitoral proíbe a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos. Também são vedados, até o término do horário de votação, com ou sem utilização de veículos: aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado ou instrumentos de propaganda; caracterização de manifestação coletiva e/ou ruidosa; abordagem, aliciamento, utilização de métodos de persuasão ou convencimento; e distribuição de camisetas.
A legislação proíbe ainda: o uso de alto-falantes, amplificadores de som, comícios, carreatas e qualquer veículo com jingles; a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna; o derrame de santinhos e outros impressos no local de votação ou nas vias próximas, ainda que realizado na véspera da eleição; e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdo na internet, podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente.
Resultados
Neste ano, o TSE disponibilizou dois aplicativos visando a garantir mais transparência ao processo eleitoral. Por meio do app Resultados, qualquer pessoa pode acompanhar e obter os resultados das eleições em sua cidade a partir dos votos já apurados. Além dos aplicativos, os resultados podem ser acessados pelo site do tribunal.
Outro aplicativo, o Boletim na Mão, disponibilizará uma cópia digital dos resultados das seções eleitorais, possibilitando que o eleitor seja uma espécie de fiscal das ações durante o pleito. De acordo com a Corte eleitoral, após o encerramento da votação, a urna imprime um relatório que contém o total de votos recebidos pelos candidatos e outras informações da seção. Esse relatório é chamado de Boletim de Urna (BU), cujo QRcode pode ser lido pelo aplicativo Boletim na Mão, que guardará a imagem no próprio dispositivo móvel.
Para fazer a leitura da imagem (QRcode) impressa no Boletim de Urna, não é preciso conexão com a internet. A conexão será exigida apenas no momento de visualizar o primeiro conteúdo do boletim lido. Pelo aplicativo, o cidadão pode obter cópia de quantos boletins queira, bastando que realize a captura do código impresso nos BUs das seções eleitorais.
Os dois aplicativos podem ser instalados gratuitamente em qualquer dispositivo móvel (smartphone ou tablet), basta acessar as lojas Google Play e App Store.
*Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil
BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro disse na 3ª feira (10) que alguns políticos populistas querem a descoberta da vacina “a toque de caixa“. A declaração foi feita na 2ª live da série de transmissões realizadas pelo presidente Jair Bolsonaro para apoiar postulantes a prefeitos e vereadores.
“A gente pede a Deus que seja encontrada uma vacina eficaz e não como alguns populistas querem, uma vacina a toque de caixa para obrigar todo mundo a tomar vacina“, declarou.
Bolsonaro voltou a dizer que, quando uma eventual vacina em teste contra a covid-19 for aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a aplicação não será obrigatória. “Quem não tomar está colocando em risco a vida dele e não a de outros. E deixar bem claro, quem não toma vacina não vai transmitir o vírus para quem toma”, disse.
O chefe do Executivo iniciou na 2ª feira (9.nov) a sequência de transmissões no Facebook, quando recebeu Delegada Patrícia (Podemos), candidata à Prefeitura de Recife. Nesta 3ª, foi a vez de Coronel Menezes (Patriota), a quem Bolsonaro apoia na capital do Amazonas. “Eu tenho uma aceitação enorme em Manaus, fui muito bem votado no 2º turno”, disse.
“Acho que interfiro 5%, 6% ou 4% na quantidade de votos. Estou colaborando com alguns”, disse o presidente.
Na live, o presidente reforçou o apoio a Celso Russomano (Republicanos), candidato à Prefeitura de São Paulo. Mas disse que, se “o outro [candidato]” ganhar, pode contar com a “boa vontade” do governo federal. “Está bastante disputada a 2ª vaga para o 2º turno”, afirmou.
Pesquisa realizada pelo Ibope e divulgada nesta 2ª feira (9.out.2020) mostra que o prefeito Bruno Covas (PSDB) ampliou a vantagem e se isolou na liderança.
À frente na corrida eleitoral para Prefeitura de São Paulo, o tucano está com 32% das intenções de voto. Guilherme Boulos (PSOL) está com 13% das intenções de voto. Ele divide a 2ª colocação com Celso Russomanno (Republicanos) e Márcio França (PSB), que têm 12% e 10%, respectivamente.
FUNDO PARTIDÁRIO
O presidente Jair Bolsonaro disse que os candidatos que apoia nas eleições municipais não utilizam fundo partidário. “Vou começar a cobrar hein, cara? Se bem que esse pessoal aqui não tem fundo partidário. Se tivesse fundo partidário, podia cobrar. Não tem, pô. Só continuo ajudando pobre”, disse, brincando.
Levantamento feito pelo Poder360, com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), aponta que ao menos 10 candidatos a prefeito e vereador apoiados pelo chefe do Executivo registraram uso de recursos públicos dos fundos Eleitoral ou Partidário para financiamento de suas campanhas.
Segundo o TSE, o candidato a Prefeitura de Fortaleza Capitão Wagner (Pros), apoiado pelo mandatário, recebeu R$100 mil do fundo partidário.
*Por: MURILO FAGUNDES / PODER360
MUNDO - Tropas de paz da Rússia foram enviadas ao enclave montanhoso de Nagorno-Karabakh nessa terça-feira (10), parte de um acordo de cessar-fogo firmado para encerrar seis semanas de combates intensos entre o Azerbaijão e forças armênias étnicas.
Conforme o acordo, o Azerbaijão manterá os ganhos territoriais obtidos nos combates, incluindo Shusha, segunda maior cidade do enclave e que os armênios chamam de Shushi. As forças armênias étnicas devem ceder o controle de uma série de outros territórios até 1º de dezembro.
O Ministério da Defesa da Armênia disse que as ações militares foram suspensas e que a calma foi restaurada no território separatista, que é reconhecido internacionalmente como parte do Azerbaijão, mas povoado e, até recentemente, totalmente comandado por armênios étnicos.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que o acordo deveria abrir caminho para um pacto político duradouro, após um conflito que já matou milhares, deslocou muitos e ameaçou mergulhar a região como um todo em uma guerra.
A Turquia, membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e principal apoiadora e fornecedora de armas do Azerbaijão, disse que o acordo garantiu ganhos importantes para seu aliado, e seu ministro das Relações Exteriores, Mevlut Cavusoglu, comemorou o feito como um "sucesso sagrado".
O cessar-fogo provocou comemorações em Baku, a capital do Azerbaijão, onde carros e ônibus tocaram buzinas e pessoas vibraram e acenaram com a Bandeira Nacional.
"Este comunicado [de cessar-fogo] tem significado histórico e constituiu a capitulação da Armênia. Este comunicado põe fim à ocupação de anos", disse o presidente azeri, Ilham Aliyev.
Alguns azeris lamentaram que os combates tenham terminado antes de seu país controlar toda a área de Nagorno-Karabakh e desconfiaram da chegada das tropas de paz da Rússia, que dominaram a região nos tempos soviéticos.
"Estávamos prestes a recuperar toda Nagorno-Karabakh", disse Kiamala Aliyeva, de 52 anos. "O acordo é muito vago, não confio na Armênia e confio ainda menos na Rússia."
O líder de Nagorno-Karabakh, Arayik Harutyunyan, afirmou que não havia opção além de concluir um acordo de paz, por causa do risco de perder todo o enclave para o Azerbaijão. O primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, disse que concluiu o acordo de paz sob pressão de seu próprio Exército.
*Por Andrew Osborn, Nvard Hovhannisyan e Nailia Bagirova* - Repórteres da Reuters
*Reportagem adicional de Margarita Antidze, Vladimir Soldatkin, John Irish, Elisabeth Pineau e Tuvvan Gumruku
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.