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MUNDO - A Alemanha imporá lockdown emergencial de um mês, que inclui o fechamento de restaurantes, academias de ginástica e teatros para reverter um pico de casos de coronavírus que pode sobrecarregar os hospitais, disse a chanceler Angela Merkel, na quarta-feira (28).

"Precisamos agir agora", disse Meekel, acrescentando que a disparada recente no número de infecções gerou apoio político e público a novas medidas duras para reduzir os contatos sociais e conter surtos.

A partir de 2 de novembro, reuniões particulares serão limitadas a dez pessoas de, no máximo, duas casas. Restaurantes, bares, teatros, cinemas, piscinas e academias de ginástica serão fechadas, e shows serão cancelados.

Competições esportivas profissionais só poderão ser realizadas sem espectadores. As pessoas serão exortadas a não viajar por razões que não sejam essenciais, e pernoites em hotéis só estarão disponíveis para viagens de negócios.

Escolas e creches permanecerão abertos, assim como lojas, contanto que respeitem o distanciamento social e regras de higiene. As normas de âmbito nacional substituem uma colcha de retalhos confusa de medidas regionais.

Para tornar as medidas mais palatáveis, especialmente para empresas menores, a Alemanha oferecerá ajuda financeira para aqueles que forem prejudicados pela novas restrições.

Conforme um novo pacote de ajuda equivalente a US$ 11,82 bilhões, empresas com até 50 funcionários receberão no mês de novembro 75% da sua renda do mesmo período do ano anterior.

Além disso, trabalhadores autônomos, como artistas e assistentes de palco, terão acesso a empréstimos de emergência, e o governo ampliará um programa de liquidação existente para dar às pequenas empresas com menos de dez funcionários acesso a empréstimos muito baratos.

Maior economia da Europa, a Alemanha foi amplamente elogiada por manter as taxas de infecção e mortes abaixo das de muitos de seus vizinhos na primeira fase da crise, mas agora está no meio de uma segunda onda, como a maior parte do continente.

Os casos aumentaram em 14.964 e chegaram a 464.239 nas últimas 24 horas, disse o Instituto Robert Koch, a agência de doenças infecciosas alemã, nesta quarta-feira. As mortes aumentaram em 85 e chegaram a 10.183, intensificando o temor em relação ao sistema de saúde depois que Merkel alertou que ele pode chegar a um ponto de ruptura se as infecções continuarem a disparar.

 

 

*Por Sabine Siebold e Andreas Rinke - Repórteres da Agência Reuters

Médicos Sem Fronteiras atendeu sete casos confirmados no último mês no centro de tratamento instalado no campo, que abriga 76 mil refugiados sírios.

 

MUNDO - Um mês depois que a primeira pessoa testou positivo para COVID-19 no campo de refugiados de Zaatari, na Jordânia, a organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) recebeu, ao todo, sete pacientes no seu centro de tratamento para a doença, localizado no território.

Os 30 leitos administrados por MSF, em colaboração com o Ministério da Saúde da Jordânia, autoridades locais, o ACNUR e outras organizações que atuam no campo, oferece atendimento médico a pessoas com sintomas leves ou moderados da doença. Os pacientes em estado grave são encaminhados para hospitais designados pelo Ministério da Saúde do país.

A Jordânia registrou o primeiro caso confirmado de COVID-19 em março deste ano, e o governo reagiu rapidamente implementando medidas preventivas estritas para conter a propagação do vírus. As ações incluíam paralisação completa de terra, mar e aeroportos, bem como restrição de circulação por algumas semanas e toques de recolher estendidos. Ainda assim, o abrandamento gradual das medidas das restrições sanitárias em junho ocasionou o aumento de casos confirmados em todo o país, chegando à província de Mafraq, onde o acampamento de Zaatari está localizado.

Monitoramos a situação de saúde das pessoas em Zaatari desde março, já que um surto em um acampamento pode se espalhar rapidamente”, disse Gemma Dominguez, chefe da missão de MSF na Jordânia. “Em um campo de refugiados densamente povoado, pode ser muito difícil para as pessoas seguirem medidas preventivas simples, como lavar as mãos, usar uma máscara e se distanciar fisicamente.

Estabelecido em 2012, o campo de refugiados de Zaatari situado perto da fronteira norte da Jordânia com a Síria, agora é o lar de cerca de 76 mil refugiados sírios que deixaram o próprio país por causa dos conflitos e em busca de segurança nos territórios vizinhos.

O surgimento do novo coronavírus no campo de Zaatari e as consequentes restrições postas em prática no início da pandemia - para limitar os contágios - adicionaram outra camada de dificuldade para os refugiados que vivem longe em situação de vulnerabilidade longe de casa já há anos. As restrições de trânsito de pessoas e os toques de recolher forçaram o fechamento do comércio e afetaram o trabalho de grande parte das pessoas, agravando situação de renda e subsistência de muitas famílias.

As pessoas no acampamento também demonstraram preocupação em contrair o novo coronavírus e o impacto inevitável que ele pode ter na vida de milhares de pessoas.

Algumas pessoas que apresentam sintomas semelhantes aos do COVID-19 não falam sobre seus sintomas e preferem permanecer em silêncio”, disse Ahmed Sabah, médico de MSF em Zaatari. “As pessoas têm medo de serem colocadas em quarentena e de serem separadas de suas famílias. Imagine uma mãe com quatro filhos perguntando sobre o paradeiro de seus filhos se ela fosse colocada em quarentena; ‘O que vai acontecer com meus filhos e quem vai cuidar deles se formos separados por causa deste vírus?’, Uma delas me disse. ”

Majd, um paciente sírio de 23 anos que mora no campo de Zaatari, teve febre persistente e uma tontura sem causa aparente por muitos dias, o que o levou ao centro de MSF para tratamento médico. Ele permanece na instalação enquanto aguarda o resultado do teste de COVID-19.

Estou no hospital de MSF há dois dias. Eu não tusso e não estou com o nariz escorrendo, era apenas uma febre persistente que agora passou. Agora, ainda estou esperando o resultado do meu teste; se for negativo, poderei ir para casa, mas se não for, teria que ficar aqui e receber atendimento médico. Se meu teste der positivo, é algo que está além do meu controle, mas Deus vai me ajudar, não estou preocupado”, contou Majd.

 

MSF na Jordânia

 

MSF trabalha na Jordânia desde 2006, onde administra um hospital de cirurgia reconstrutiva em na capital Amã e duas clínicas, na província de Irbid, para refugiados sírios e jordanianos em situação de vulnerabilidade e em tratamento para doenças crônicas. Todas as instalações médicas de MSF mantêm medidas rígidas de prevenção e controle de infecções para proteger os pacientes e a equipe.

Em 2020, equipes de MSF forneceram 13.517 consultas médicas e distribuíram medicamentos para doenças crônicas a mais de 5 mil pacientes, tanto refugiados sírios quanto jordanianos em situação de vulnerabilidade, enquanto a equipe de visitas domiciliares realizou 1.654 visitas. Em Amã, MSF continua admitindo pacientes de toda a região em seu hospital de cirurgia reconstrutiva. MSF também fez doações e ofereceu treinamento para a Jordan Medical Association.

 

Sobre Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.

IBATÉ/SP - Segundo relatório diário da situação da Covid-19 em Ibaté, divulgado pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, até às 13h da quarta-feira (28), o município não registrava nenhum caso ativo da doença, com 24 pessoas aguardando resultado de exame, sendo que apenas uma internada.

Dos 402 casos positivos, 397 já estão recuperados e foram registradas cinco mortes pela doença no município. Ao todo Ibaté teve 2653 notificações até o momento, sendo que 2227 foram negativas para Covid-19.

Exame é realizado somente por agendamento e resultado é enviado ao paciente em até dois dias úteis

 

JAÚ/SP - O Hospital Amaral Carvalho (HAC) disponibiliza o serviço de testagem para COVID-19 (Coronavírus) no sistema drive thru para atendimentos particulares. Os exames são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 10h e das 13h30 às 15h15, a partir de agendamento pelo telefone (14) 3602-1190.

São oferecidos dois tipos de teste: RT-PCR e sorológico. O teste de RT-PCR é considerado o "padrão ouro" e detecta o Coronavírus para confirmação da doença. As amostras são coletadas por meio de swabs de nasofaringe e orofaringe. O resultado fica disponível em até dois dias úteis.

Já o exame sorológico avalia se o paciente já teve contato com o vírus e apresenta anticorpos IgG para a COVID-19. Nesta modalidade, a previsão é de um dia útil para o resultado.

A testagem ocorre no estacionamento do HAC, localizado no cruzamento das ruas Victor Burjato com a das Palmeiras, próximo à entrada do Centro de Apoio ao Paciente (CAP).

A coleta será realizada sem o paciente sair do carro e dura no máximo 20 minutos. Não é necessário pedido médico, apenas agendamento.

 

Serviço

Testagem drive thru para COVID-19

De segunda a sexta-feira das 8h às 10h e das 13h30 às 15h15

Agendamento pelo telefone: (14) 3602-1190

Vigilância Sanitária continua realizando ações de orientação nos estabelecimentos comerciais e de serviços do município

 

IBATÉ/SP - A equipe da Vigilância Sanitária de Ibaté continua realizando, regularmente, ações nos estabelecimentos comerciais e de serviços do município, orientando sobre os protocolos sanitários que devem ser seguidos na Fase Amarela do Plano São Paulo para o Enfrentamento à Covid-19, na qual está o município. A fixação de cartaz padronizado pelo Governo do Estado e a obrigatoriedade e o uso correto de máscara de proteção facial, que deve sempre cobrir a boca e o nariz, são algumas das orientações da equipe.

Com o Decreto Estadual 64.959, de 4 de maio de 2020 (resolução SS 96, de 29 de junho de 2020) o uso de máscara de proteção facial se tornou e continua sendo obrigatório em todo o Estado de São Paulo em áreas comuns (ruas, espaços de lazer ao ar livre, mercados, lojas, bares, farmácias e locais de trabalho); no transporte público ou compartilhado (ônibus, táxi e carros de app) e em áreas comuns de prédios e condomínios (corredores e elevadores).

O coordenador da Vigilância Sanitária de Ibaté, Márcio Alexandre Mangili, lembrou que o cumprimento das medidas deve continuar. "Apesar de Ibaté estar com uma maior flexibilização no horário das atividades, que passou de oito para dez horas de atividades diárias contínuas ou intercaladas, é importante destacar que algumas medidas sanitárias são permanentes e essenciais. Disponibilizar álcool em gel 70% para funcionários e clientes, especialmente na entrada; orientar o distanciamento social se houver filas; respeitar o limite da capacidade do espaço; exigir o uso máscara de proteção facial corretamente e ter fixado cartaz  sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras, continuam sendo ações necessárias".

O cartaz deve ser o padronizado pelo Governo do Estado e para os estabelecimentos que não tiverem essa informação, fixada em local visível na entrada da loja, a multa prevista é de R$1.389,50. O cartaz deve ser impresso colorido e está disponível para download no link https://www.saopaulo.sp.gov.br/wpcontent/uploads/2020/07/placaA4_vertical_usodemascara.pdf (site saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/mascaras/ ) ou no site da Prefeitura de Ibaté https://www.ibate.sp.gov.br/

Cinco casos ativos: 1,25%

Segundo relatório semanal da situação da Covid-19 em Ibaté, divulgado pela Vigilância Epidemiológica e pelo Gabinete de Prevenção e Monitoramento do Coronavírus de Ibaté, até o sábado (24), dos 401 casos positivos no município, 391 já estavam recuperados, o que representa 97,51%, e apenas cinco casos estavam ativos, ou seja, 1,25%, três casos a menos em relação ao relatório da última semana, quando havia oito casos ativos (2,05%). Nas últimas oito semanas epidemiológicas, desde início de setembro, o relatório mostra uma diminuição gradual no número de casos em Ibaté.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta segunda-feira (26/10) os números da COVID-19 no município.

São Carlos contabiliza neste momento 3.421 casos positivos para COVID-19 (22 resultados positivos foram divulgados entre sábado e hoje), com 52 óbitos confirmados e 86 descartados.

Dos 3.421 casos positivos, 3.162 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 256 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 192 receberam alta hospitalar e 49 positivos internados foram a óbito. 3.272 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 14.068 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (82 resultados negativos foram divulgados entre sábado e hoje).

Estão internadas neste momento 30 pessoas, sendo 13 adultos na enfermaria (7 positivos, 2 suspeitos e 4 negativos). Na UTI adulto estão internadas 12 pessoas (10 positivos e 2 suspeitos). Na enfermaria 4 crianças estão internadas, 1 com suspeita da doença e 3 com resultado negativo para COVID-19. Na UTI pediátrica 1 criança está internada também com suspeita da doença. Sete pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 42,9% (12 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS).

 

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 17.906 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 16.739 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.167 ainda continuam em isolamento domiciliar.

A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre - mesmo que referida -, calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos), sendo que 10.575 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 8.263 tiveram resultado negativo para COVID-19, 2.193 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 119 aguardam resultado de exame.

O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

MUNDO - A Itália registrou um novo recorde de casos diários de coronavírus, de 19.644, neste sábado, com o governo considerando mais restrições, incluindo o fechamento antecipado de bares e restaurantes, para conter a nova onda da pandemia.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte afirmou que quer evitar um novo lockdown geral, como o do começo deste ano, mas várias regiões impuseram toques de recolher noturnos, e o governo central deve anunciar mais medidas em breve.

Conte prometeu neste sábado acelerar o auxílio a negócios sofrendo com a crise, mas afirmou que as próximas semanas serão muito complexas. “Não podemos baixar a guarda”, acrescentou.

Segundo o rascunho do decreto, academias e piscinas públicas podem ser fechadas, e bares e restaurantes devem encerrar os trabalhos a partir das 18h. Também desencoraja as pessoas viajarem para fora dos distritos onde moram.

Como muitas outras autoridades ao redor da Europa, o governo italiano desesperadamente não quer fechar a economia completamente, mas está diante de uma crescente irritação da população em relação a novas restrições que estão sendo impostas para limitar reuniões em público.

 

 

*Por: James Mackenzie / REUTERS

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quinta-feira (22/10) os números da COVID-19 no município.

São Carlos contabiliza neste momento 3.374 casos positivos para COVID-19 (23 resultados positivos foram divulgados hoje), com 51 óbitos confirmados e 86 descartados.

Dos 3.374 casos positivos, 3.111 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 254 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 187 receberam alta hospitalar e 48 positivos internados foram a óbito. 3.226 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 13.930 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (93 resultados negativos foram divulgados hoje).

Estão internadas neste momento 34 pessoas, sendo 15 adultos na enfermaria (9 positivos, 3 suspeitos e 3 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (13 positivos e 2 suspeitos). Na enfermaria 4 crianças estão internadas, 1 com resultado positivo para COVID-19, 1 com suspeita da doença e 2 com resultado negativo. Na UTI pediátrica nenhuma criança está internada neste momento. Três pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 42,9% (12 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS).

 

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 17.508 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 16.421 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 1.087 ainda continuam em isolamento domiciliar.

A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre - mesmo que referida -, calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos), sendo que 10.347 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 8.128 tiveram resultado negativo para COVID-19, 2.162 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 57 aguardam resultado de exame.

O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

BRASÍLIA/DF - O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) morreu na noite de quarta-feira vítima de Covid-19, informou a conta do parlamentar no Twitter, tornando-se o primeiro congressista vítima da doença causada pelo novo coronavírus.

“Comunicamos que nesta noite (dia 21 de outubro) o Senhor Jesus recolheu para si nosso amado irmão, senador Arolde de Oliveira. Falecido vítima de Covid e como consequência a falência dos órgãos”, informou o Twitter dele.

Em nota, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que “com profunda tristeza” recebeu a notícia da morte de Arolde por complicações decorrentes do Covid-19.

“Infelizmente, mais um brasileiro perdeu a vida por consequência desse vírus que já ceifou mais de 150 mil pessoas do nosso País”, afirmou.

 

 

*Por: Ricardo Brito / REUTERS

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro afirmou hoje (21) que o governo federal não comprará a vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. De acordo com ele, antes de ser disponibilizada para a população, a vacina deverá ser “comprovada cientificamente” pelo Ministério da Saúde e certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O povo brasileiro não será cobaia de ninguém. Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem”, escreveu Bolsonaro em publicação nas redes sociais.

Ontem (21), após reunião virtual com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da CoronaVac, com o objetivo de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Segundo o ministério, o processo de aquisição ocorreria somente após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Anvisa. Para auxiliar na produção da vacina, a pasta já havia anunciado o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan.

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos e, segundo Instituto Butantan, ela é uma vacina segura, ou seja, não apresenta efeitos colaterais graves. Ao todo, os testes serão realizados em 13 mil voluntários e a expectativa é que sejam finalizados até dezembro.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.
Ministério da Saúde

Já em pronunciamento na manhã de hoje, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, informou que “houve uma interpretação equivocada da fala do ministro da Saúde” e não houve qualquer compromisso com o governo do estado de São Paulo no sentido de aquisição de vacina contra a covid-19. “Tratou-se de um protocolo de intenção entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan, sem caráter vinculante, por se tratar de um grande parceiro do Ministério da Saúde na produção de vacinas para o Programa Nacional de Imunizações [PNI]."

Franco esclareceu que é “mais uma inciativa para tentar proporcionar vacina segura e eficaz para a nossa população, neste caso como uma vacina brasileira” e se estiver disponível antes da vacina da AztraZeneca/Oxford ou da Covax. “Não há intenção de compra de vacinas chinesas”, ressaltou.

O secretário reforçou que qualquer vacina depende de análise técnica e aprovação da Anvisa, pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) do Sistema Único de Saúde (SUS). Franco reafirmou que quando qualquer vacina estiver disponível, certificada pela Anvisa e adquirida pelo Ministério da Saúde, ela será oferecida aos brasileiros por meio do PNI e, “no que depender desta pasta, não será obrigatória”.

Matéria atualizada às 12h20 para complemento de informações

Edição: Maria Claudia

Publicado em 21/10/2020 - 10:47 Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil - Brasília
Atualizado em 21/10/2020 - 12:20

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