SÃO CARLOS/SP - A Fundação Educacional São Carlos (FESC), em parceria com o Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), levou informação e orientação sobre saúde articular para a comunidade com a realização da palestra "Dores no Joelho: Prevenção e Cuidados". O evento foi realizado nos dois campi da instituição, no Campus 1, na Vila Nery, e no Campus 2, na Vila Prado, garantindo acesso a alunos, colaboradores e moradores de diferentes regiões da cidade.
Com destaque na promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida, os encontros reuniram especialistas e acadêmicos da área de fisioterapia, que detalharam os principais fatores responsáveis por dores e desconfortos nos joelhos, entre eles desgaste natural, sobrecarga, postura inadequada, falta de fortalecimento muscular e hábitos que comprometem a saúde das articulações ao longo do tempo.
Os participantes puderam conferir estratégias práticas de prevenção, exercícios de fortalecimento e mobilidade, além de orientações sobre alimentação, peso corporal e atividades que ajudam a preservar a independência funcional e a disposição no dia a dia. O momento também foi dedicado a responder dúvidas individuais, com atenção personalizada de profissionais e estudantes da área.
Durante a ação, foi apresentado o trabalho desenvolvido pela UFSCar no atendimento e na pesquisa clínica voltada a pessoas com dores no joelho e diagnóstico de artrose, também conhecida como osteoartrite. Por meio do Departamento de Fisioterapia, a universidade oferece acompanhamento gratuito, com métodos modernos e baseados em evidências científicas, integrando ensino, pesquisa e extensão em benefício da população de São Carlos e região.
“A iniciativa estabelece a força da parceria entre FESC e UFSCar, unindo duas instituições de referência no município para levar conhecimento científico até a comunidade. O objetivo é não apenas orientar sobre como evitar problemas, mas também mostrar que existem caminhos de cuidado e tratamento acessíveis, que podem transformar a rotina e a saúde das pessoas”, disse o presidente da FESC, Eduardo Cotrim.
EUA - Uma mãe que teve o filho de apenas 18 meses declarado morto após um afogamento revelou detalhes do momento em que descobriu que a criança ainda estava viva, cerca de cinco horas depois de ter sido levada ao necrotério de um hospital no Arizona, nos Estados Unidos.
O caso aconteceu em 8 de fevereiro deste ano, mas voltou a ganhar repercussão após Alexus Fiordilino conceder uma entrevista à emissora KNXV, afiliada da ABC News, na quarta-feira (21).
O pequeno Vincent foi encontrado inconsciente na piscina da casa da família e levado ao Centro Médico Mercy Gilbert, na cidade de Gilbert.
Segundo a mãe, durante a despedida, ela chegou a acreditar que o filho ainda estava respirando. No entanto, o médico responsável pelo atendimento, Aryan Toosi, teria explicado que os movimentos eram apenas os últimos suspiros da criança e que novas tentativas de reanimação poderiam prolongar seu sofrimento.
"Como mãe, você não quer ouvir isso. Eu não queria que ele sofresse. Parecia que tinham feito tudo o que podiam", contou Alexus.
O médico declarou a morte de Vincent às 18h20, no horário local, naquele domingo, dia da realização do Super Bowl.
Bebê foi encontrado vivo horas depois no necrotério
Cerca de cinco horas após a declaração de óbito, enquanto Alexus e o marido, Angelo, prestavam depoimento às autoridades, um detetive comunicou uma descoberta inesperada.
Um funcionário do Instituto Médico Legal do Condado de Maricopa, que havia ido ao hospital buscar o corpo da criança, percebeu que Vincent ainda apresentava sinais de vida.
"Meu marido e eu gritamos de alívio. Louvamos ao Senhor. Choramos. Passar de ouvir que ele tinha morrido para descobrir que não tinha é uma sensação inexplicável", relatou a mãe.
Apesar do alívio, Alexus questiona o fato de o menino ter permanecido durante horas sem receber atendimento médico.
"Ele ficou sozinho durante cinco horas e meia. Como alguém pode fazer isso com um bebê?", desabafou.
Criança sofreu lesão cerebral grave
Vincent sobreviveu, mas sofreu uma lesão cerebral grave e permanente, segundo informações divulgadas pelos advogados da família.
O menino recebeu alta hospitalar em abril, mas continua apresentando comprometimentos neurológicos significativos.
De acordo com os representantes legais dos pais, a criança não consegue andar sozinha e ainda não recuperou a capacidade de falar.
A família questiona a conduta do médico responsável por declarar o óbito e sustenta que o período em que Vincent permaneceu no necrotério teria contribuído de maneira significativa para o agravamento de suas lesões.
Os advogados argumentam que os danos provocados pela ausência de atendimento durante aquelas horas podem ter sido ainda maiores do que os decorrentes do afogamento.
Os pais pretendem entrar com uma ação judicial contra os responsáveis pelo atendimento médico.
Médico e hospital se pronunciam
Em comunicado enviado à ABC News na quinta-feira (22), um advogado de Aryan Toosi afirmou que o profissional lamenta a situação enfrentada pela criança e seus familiares.
"Os pensamentos do médico estão com o jovem paciente e sua família", declarou, acrescentando que Toosi deseja que Vincent continue se recuperando.
O representante afirmou ainda que o compromisso do médico com a qualidade do atendimento sempre esteve relacionado à intenção de proporcionar segurança, conforto e recuperação aos pacientes.
"Devido ao processo judicial pendente e às leis de privacidade dos pacientes, não podemos comentar os detalhes do atendimento prestado neste momento", explicou.
A Dignity Health, responsável pela administração do hospital, também se manifestou.
A instituição classificou o episódio como uma situação comovente, mas afirmou que não poderia divulgar informações sobre o caso por questões de privacidade.
"A segurança dos pacientes e a prestação de cuidados excepcionais são nossas maiores prioridades", declarou a empresa.
Polícia não encontrou indícios de crime por parte dos profissionais
O Departamento de Polícia de Gilbert informou que a investigação não identificou evidências de conduta criminosa por parte dos profissionais de saúde envolvidos.
Por esse motivo, nenhuma acusação criminal foi apresentada contra os funcionários do hospital.
"Este caso está agora sendo encaminhado à Procuradoria-Geral para análise", informou um porta-voz da polícia.
Inicialmente, as autoridades também haviam recomendado que os pais fossem acusados de maus-tratos infantis por suposta negligência relacionada ao afogamento.
Entretanto, a Procuradoria do Condado de Maricopa decidiu não apresentar acusações.
Segundo os promotores, a residência possuía diversas fechaduras de segurança para crianças e outras medidas de proteção.
Vários adultos estavam presentes na casa no momento do incidente, e todos acreditavam que outra pessoa estava supervisionando Vincent.
A investigação também não encontrou provas de que os pais apresentassem sinais evidentes de incapacidade para cuidar da criança, embora ambos tenham admitido o consumo de maconha naquela manhã.
NOTÍCIAS AO MINUTO
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde realiza neste sábado (24/10) um mutirão de ultrassom transvaginal na Unidade Básica de Saúde (UBS) do Santa Felícia, em São Carlos. Foram agendados 60 exames para mulheres que já passaram por consulta médica na atenção básica e receberam a solicitação do procedimento.
A iniciativa integra a modalidade de Oferta de Cuidado Integrado (OCI), que reúne exame e consulta médica em um único atendimento. Após o ultrassom, as pacientes serão avaliadas por um ginecologista no mesmo dia, agilizando a análise dos resultados e a definição da conduta médica.
Segundo a diretora do Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), Lindiamara Soares, a estratégia busca reduzir o tempo de espera e garantir mais agilidade e continuidade no atendimento às mulheres.
O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, destaca que este é o segundo mutirão realizado nesse formato. “A Oferta de Cuidado Integrado agiliza o atendimento ao reunir exame e consulta médica no mesmo dia. Com isso, reduzimos etapas e facilitamos a definição da conduta e dos encaminhamentos necessários, garantindo mais resolutividade à assistência”, afirmou.
O primeiro mutirão nesse modelo foi realizado em setembro, na UBS São José, também com 60 vagas. Na ocasião, 44 mulheres compareceram para realizar o exame, enquanto 16 pacientes não compareceram.
SÃO CARLOS/SP - O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, esteve nesta quinta-feira (22) na Santa Casa de São Carlos para uma visita institucional, que reuniu autoridades municipais e regionais, representantes da instituição e convidados.
Ele foi recebido pelo provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, e pela coordenadora do Grupo de Voluntárias da Maternidade, Nilce Morillas. No auditório da instituição, o provedor e Alckmin fizeram seus pronunciamentos. Ao final, o vice-presidente recebeu das mãos de Antonio Valério um certificado de reconhecimento. A homenagem também destacou a relação de Alckmin com o hospital, onde recebeu o título de Irmão Benemérito em 13 de abril de 2013.
Durante a agenda, o provedor agradeceu ao vice-presidente pela visita e ressaltou a importância do apoio do Governo Federal para o fortalecimento da assistência à saúde, com destaque para a destinação de um acelerador linear para o tratamento oncológico.
“Receber o vice-presidente Geraldo Alckmin é motivo de satisfação para a Santa Casa de São Carlos. Além de ser Irmão Benemérito da nossa instituição, ele conhece a importância do trabalho que realizamos e o papel da Santa Casa para a saúde de toda a região. Reforço aqui nosso agradecimento ao Governo Federal pela destinação do acelerador linear, um equipamento fundamental para o tratamento oncológico e que contribuirá para ampliar a assistência aos pacientes. Esse apoio é muito importante para fortalecer o atendimento oferecido à população”, afirmou o provedor Antonio Valério Morillas Junior.
O vice-presidente também destacou a estrutura da instituição e sua contribuição para a assistência à saúde em São Carlos e nos municípios vizinhos.
“Quero parabenizar a Santa Casa de São Carlos pelos seus 135 anos de história e pelo excelente serviço prestado à população. É uma instituição sem fins lucrativos que desempenha um papel fundamental para São Carlos e toda a região, oferecendo atendimento e assistência à saúde. Uma estrutura como esta demonstra a importância das Santas Casas para o sistema de saúde brasileiro e para o cuidado com as pessoas”, declarou Geraldo Alckmin.
Também estiveram presentes o diretor técnico da Santa Casa, Dr. Flávio Guimarães; o vice-provedor, Aldomiro Pedrino; os ex-prefeitos de São Carlos Newton Lima e Oswaldo Barba; o ex-prefeito de Araraquara Marcelo Barbieri; o prefeito de Matão, Cido Ferrari; e o diretor-geral da Unicep, Marcelo Lourenço, mesários, entre outras autoridades e convidados.
São Carlos foi a única cidade não capital a receber o programa, que reuniu 40 profissionais durante 22 meses
SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos concluiu, em outubro, as atividades presenciais de duas especializações do Hospital Sírio-Libanês voltadas à formação de profissionais que atuam na preceptoria e na gestão de programas de residência em saúde. Ao longo de 22 meses, a formação reuniu 40 profissionais de diferentes instituições do município.
São Carlos foi a única cidade fora das capitais a receber o programa, realizado simultaneamente em todo o país, com mais de 800 participantes. A iniciativa foi desenvolvida pelo Hospital Sírio-Libanês em parceria com o Ministério da Saúde.
As especializações foram oferecidas em Preceptoria no SUS (PSUS) e Gestão de Programas de Residência em Saúde do SUS (GPRS). Na Santa Casa, as turmas reuniram profissionais da própria instituição, do Hospital Universitário, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Secretaria Municipal de Saúde.
As formações integram o projeto Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (DGPSUS), vinculado ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS).
Durante a formação, os participantes desenvolveram seis projetos de intervenção a partir de situações vivenciadas nos serviços de saúde. As propostas foram voltadas à formação dos profissionais que acompanham os residentes e à gestão dos programas de residência.
Conhecimento aplicado aos serviços de saúde
Para o gerente do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Santa Casa, André Mascaro, que também participou da especialização em gestão, um dos principais resultados está na possibilidade de aplicar o conhecimento adquirido no trabalho.
“O maior legado não está apenas nos certificados ou nos trabalhos apresentados, mas no conhecimento que cada profissional leva consigo e poderá aplicar em sua realidade. Quando qualificamos quem acompanha os residentes e quem toma decisões na gestão da saúde, contribuímos para melhorar os processos de trabalho, fortalecer o SUS e capacitar profissionais para cuidar das pessoas”, destaca Mascaro.
A realização das especializações também está relacionada à atuação da Santa Casa na formação de profissionais de saúde. Em maio deste ano, a instituição recebeu a certificação como Hospital de Ensino, reconhecimento de sua participação nas atividades de ensino e assistência.
O provedor da Santa Casa de São Carlos, Antonio Valério Morillas Junior, destacou a participação da instituição no programa nacional e agradeceu ao Hospital Sírio-Libanês, ao Ministério da Saúde e às facilitadoras responsáveis pela formação. Ele também relacionou a iniciativa à recente certificação da Santa Casa como Hospital de Ensino.
“Para nós, é motivo de muito orgulho ver a Santa Casa de São Carlos participando de uma iniciativa nacional dessa dimensão e sendo a única cidade não capital a receber essa formação. Quero agradecer especialmente às doutoras Nara e Salma, que conduziram esse trabalho com dedicação, compromisso e sensibilidade ao longo de todo esse período”, afirma o provedor.
Encerramento e homenagens
As atividades presenciais foram concluídas entre os dias 7 e 9 de outubro. No último encontro, realizado no Auditório Alois Partel, a Santa Casa promoveu uma cerimônia de reconhecimento às pessoas e equipes que contribuíram para a realização das especializações.
A homenagem foi uma iniciativa das facilitadoras Nara Selaimen Gaertner Azeredo e Salma Regina Rodrigues Balista, que acompanharam os participantes durante a formação e orientaram o desenvolvimento dos projetos de intervenção.
Foram homenageadas as equipes do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP), da Limpeza e Higienização, do Serviço de Nutrição e Dietética (SND) e da Tecnologia da Informação (TI), responsáveis pelo apoio à organização dos encontros presenciais e remotos.
As facilitadoras também prestaram homenagem ao provedor Antonio Valério Morillas Junior, à coordenadora do grupo de voluntárias da Maternidade Dona Francisca Cintra Silva da Santa Casa, Nilce Morillas, e a André Mascaro, responsável pela articulação para trazer as especializações a São Carlos.
O encerramento nacional do programa está previsto para novembro, em formato remoto, com a participação das turmas de todo o país e a apresentação dos trabalhos de conclusão.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, sedia de terça-feira (20/10) a quinta-feira (22/10), no Ambulatório Materno-Infantil, uma capacitação regional para inserção do Implanon, método contraceptivo de longa duração. O treinamento reúne médicos de São Carlos e de outros 14 municípios e é promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a farmacêutica Organon, com participação da Secretaria Estadual de Saúde, a pedido da Diretoria Regional de Saúde (DRS III) de Araraquara.
Durante os três dias, a previsão é atender 54 mulheres, com a participação de seis médicos por dia e a realização de, no mínimo, três procedimentos por profissional. A capacitação combina atividades teóricas e práticas e tem como objetivo preparar os profissionais para a oferta do método nos municípios participantes, conforme a organização e os critérios de cada rede municipal de saúde.
Além de São Carlos, participam médicos de Ibaté, Ribeirão Bonito, Américo Brasiliense, Dourado, Boa Esperança do Sul, Trabiju, Gavião Peixoto, Rincão, Itápolis, Cândido Rodrigues, Santa Lúcia, Santa Ernestina, Nova Europa e Tabatinga.
A escolha de São Carlos para sediar a atividade considera a estrutura do Ambulatório Materno-Infantil, que oferece condições para as etapas teóricas e práticas, além da localização estratégica, que facilita o deslocamento dos profissionais da região.
Segundo a articuladora da Saúde Materna de São Carlos, Camila de Oliveira Elias, o município foi selecionado por contar com espaço adequado para receber os médicos e apoiar a qualificação regional. Já a articuladora da Saúde da Mulher da DRS III de Araraquara, Débora Elaine Santos da Silva, destacou a disponibilidade do município em colaborar com a iniciativa e a facilidade de acesso para as equipes participantes.
O Implanon é um implante contraceptivo colocado sob a pele, com eficácia por até três anos. A indicação deve ser feita após avaliação e orientação de um profissional de saúde.
A capacitação integra as ações de ampliação do acesso aos métodos contraceptivos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo a disponibilização dos implantes e a formação dos profissionais habilitados para realizar o procedimento. A oferta à população será organizada por cada município, considerando a quantidade de dispositivos recebidos e as necessidades locais.
“Receber essa capacitação em São Carlos fortalece a qualificação dos nossos profissionais e amplia a preparação da rede pública para oferecer métodos contraceptivos de longa duração. É uma iniciativa importante para promover o planejamento reprodutivo e ampliar o acesso das mulheres à informação e aos cuidados de saúde”, avalia o secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha.
As mulheres interessadas devem procurar a unidade de saúde de referência para receber orientações sobre os métodos contraceptivos disponíveis e verificar a opção mais adequada às suas necessidades.
SÃO PAULO/SP - A hipertensão atinge 28,3% de crianças e adolescentes até 18 anos no Brasil. A pré-hipertensão alcança 11,6% dos indivíduos nessa faixa etária. Os dados são da pesquisa Brasil Coração Saudável da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
A hipertensão é mais frequente nos meninos de 15 a 18 anos (40,7%) e nos de menos de 7 anos (39,1%).
Entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, foram pesquisadas 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas dos seguintes estados:
O cardiologista Álvaro Avezum, membro da SBC e coordenador do projeto Coração Saudável, acredita que a redução da prática de atividade física, associada a uma alimentação inadequada e a hábitos de vida que favorecem o aumento do estresse, contribua diretamente para a elevação do risco cardiovascular, incluindo o desenvolvimento de obesidade e hipertensão arterial sistêmica.
“Esses fatores, quando combinados, podem comprometer a saúde cardiovascular e aumentar a incidência de doenças cardiovasculares.”
Segundo a pesquisa, uma em cada três crianças e adolescentes analisados tem excesso de peso: 19,5% sobrepeso e 13,6%, obesidade.
O sobrepeso é maior nas meninas de 11 a 14 anos (24,0%), e a obesidade, nos meninos de 7 a 10 anos (17,1%).
Com obesidade, quase metade tem hipertensão (48,4%). Quanto maior o peso, maior a proporção de hipertensão, chegando a 60,5% nos obesos de 15 a 18 anos.
Outro dado da pesquisa mostra que 59% ficam mais de três horas por dia em frente de telas e 66% fazem apenas de uma a duas horas de atividade física por semana, sendo que 93% praticam exercício na escola. Celular (86%) e TV (80%) são as telas mais usadas.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos conquistou, pelo segundo ano consecutivo, o primeiro lugar no Prêmio de Boas Práticas de RH, promovido pelo Sindicato das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (SINDHOSFIL-SP). A premiação da 8ª edição foi realizada durante o 10º ConSINDHOSFIL – Congresso Estadual do SINDHOSFIL-SP, em Águas de Lindóia.
Neste ano, a instituição foi representada pelas jornalistas Karine Teixeira e Geovana Alves, do Departamento de Comunicação Corporativa, que apresentaram o case “Estruturação da Comunicação Corporativa como Ferramenta Estratégica de Apoio à Gestão de Pessoas em Hospital Filantrópico”.
O trabalho demonstrou como a comunicação corporativa pode contribuir para a gestão de pessoas, fortalecer a comunicação interna e apoiar as ações de endomarketing, utilizando ferramentas acessíveis e soluções de baixo custo para ampliar o alcance das informações e facilitar o trabalho das equipes.
Para Karine Teixeira, coordenadora de Comunicação da Santa Casa, a conquista reforça a importância do trabalho desenvolvido pela instituição e pela equipe. “Tenho muito orgulho de representar a Santa Casa de São Carlos, uma instituição que valoriza o conhecimento, incentiva o desenvolvimento profissional e oferece condições para que seus colaboradores cresçam e contribuam cada vez mais com o hospital. Esse prêmio mostra que o trabalho que desenvolvemos na Comunicação tem impacto na rotina da instituição e pode contribuir diretamente para a gestão de pessoas. É uma conquista construída em equipe, que me deixa muito feliz”, afirma.
O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, também parabenizou as profissionais pela conquista e destacou a importância da iniciativa do SINDHOSFIL-SP. “Parabenizo a Karine e a Geovana pelo trabalho e pela conquista, que demonstra a dedicação das nossas equipes e a importância de investir em soluções que contribuam para o desenvolvimento da instituição. Também parabenizo o SINDHOSFIL-SP pela realização do congresso e pela valorização de iniciativas que compartilham experiências, incentivam a troca de conhecimento e apresentam caminhos para aprimorar a gestão dos hospitais filantrópicos. A troca de experiências entre as instituições é fundamental para o nosso crescimento”, destaca.
Além da apresentação do trabalho premiado, colaboradores da Santa Casa participaram da programação do congresso, que contou com palestras, mesas-redondas e fóruns voltados à gestão hospitalar e ao desenvolvimento de pessoas. O gerente de Gestão de Pessoas da instituição, Samir Rodrigues, também integrou a comissão científica do evento, contribuindo para a construção da programação.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos reforçou o alerta para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da sífilis durante o Outubro Verde. Os dados da Vigilância em Saúde mostram que a infecção segue como desafio para a saúde pública do município: foram 417 casos de sífilis adquirida em 2025, aumento de 21,9% em relação a 2024, e 282 registros em 2026, até 6 de outubro.
Entre as gestantes, foram 111 casos no ano passado, queda de cerca de 9,0% frente aos 122 de 2024. Já a sífilis congênita, transmitida da mãe para o bebê, chegou a 22 casos neste ano, número que supera o total de 2025, quando foram contabilizados 21. A Secretaria ressalta que os dados de 2026 são parciais e não devem ser comparados diretamente com os de anos completos.
A pasta orienta a população a procurar uma Unidade de Saúde para fazer o teste, especialmente após situação de exposição ou diante de qualquer sinal ou sintoma. “O diagnóstico e o tratamento são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e o uso de preservativo segue como uma das principais formas de prevenção. Para as gestantes, o acompanhamento pré-natal e a realização dos testes são considerados fundamentais para proteger a mãe e o bebê”, disse a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide.
Como parte da programação, a Secretaria realiza, nos dias 20, 21 e 22 de outubro, das 13h30 às 16h, a oficina temática “Manejo de caso de sífilis: o que preciso saber?”, no Auditório do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A atividade é uma parceria com a universidade e a Fapesp e é voltada a profissionais de saúde da rede, de maternidades e de hospitais.
SÃO CARLOS/SP - As Unidades de Saúde da Família (USFs) Antenor Garcia e Zigomar Spaziani Filho, localizadas no bairro Antenor Garcia, realizaram na tarde de quinta-feira (15/10) uma Festa das Crianças com atividades de lazer, orientações de saúde e integração com as famílias. A iniciativa foi organizada pelo Departamento de Gestão do Cuidado Ambulatorial (DGCA), da Secretaria Municipal de Saúde.
O evento reuniu profissionais das duas unidades, crianças e familiares, além de residentes e estudantes da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A programação incluiu orientações sobre saúde infantil, atividades de saúde bucal e esclarecimentos sobre a importância da vacinação, com incentivo à atualização das cadernetas vacinais.
Além das ações educativas, as crianças participaram de atividades recreativas com brinquedos infláveis e distribuição de algodão-doce, cachorro-quente e refrigerantes. As atrações foram viabilizadas por meio de doações de comerciantes, parceiros e lideranças locais, com o envolvimento da comunidade na organização.
Para a diretora do DGCA, Lindiamara Soares, a iniciativa fortalece o vínculo entre os serviços de saúde e a população, aproximando as equipes das famílias de maneira acolhedora e descontraída.
“Ações como essa são importantes dentro das unidades, pois reforçam o vínculo com a população. Ao realizar o evento em formato de festa, com brinquedos, atividades lúdicas e dinâmicas, criamos um espaço de promoção da saúde em que a criança se sente acolhida e tem a oportunidade de conhecer os profissionais para além dos jalecos e dos atendimentos”, destacou.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.