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Neurocientista luso-brasileiro, membro da Federação Européia de neurociência, Fabiano de Abreu alerta para o perigo que estamos correndo mediante a saúde mental 

 

SÃO PAULO/SP - Que a covid-19 poderia trazer consequências além da própria doença já todos esperávamos. A conjetura socioeconômica alterou por conta de todas as restrições e os longos períodos de confinamento fizeram os seus estragos. Já no início da pandemia o neurocientista Fabiano de Abreu alertou para as consequências que ela traria para a saúde mental e, nove meses depois ele reforça o alerta.

"Neste momento começamos a sentir as consequências a médio prazo e haverá muita gente que não saberá lidar com a realidade. No mês passado, no Japão, suicidaram-se mais pessoas do que aquelas que morreram durante todo o ano por covid-19.", alerta o cientista.

Este padrão encontrado no Japão pode alargar-se a outros países uma vez que todos estão a receber um impacto muito semelhante.

"O aumento dos suicídios deu-se especialmente entre as camadas mais jovens da população e, as mulheres foram o grupo crescente. Socialmente sabemos que infelizmente estes serão os grupos que mais depressa perdem a sua estabilidade econômica e de empregabilidade durante uma crise.", explica Abreu.

O neurocientista relembra ainda que o Japão devia ser tomado como um alerta.

"Toda essa atmosfera negativa mexe com os mensageiros neuronais que estabilizam e nos equilibram emocionalmente. Quando não cuidados, levam a problemas que podem chegar à depressão. O suicídio, como alguns dizem, não é um ato covarde e sim uma falta de razão mediante ao "bloqueio" de informações de regiões do cérebro. Essa doença mundial, que interfere na saúde mental, precisa ser vista de forma urgente ou perderemos mais vidas do que qualquer pandemia vista até hoje.", explica.

Segundo Fabiano de Abreu, "o Japão foi até branco nas suas medidas restritivas quando comparado a outros países europeus ou americanos, portanto, devemos esperar aumentos noutros lugares do mundo. Infelizmente o Japão não é caso único mas os dados boa países asiáticos são mais divulgados quando se trata deste tema."

Em jeito de conclusão Abreu destaca que " infelizmente ainda não damos a importância merecida à saúde mental das populações. Principalmente em situações como aquela que vivemos em que muitos mais transtornos podem surgir.”.

Fabiano de Abreu é precursor no estudo do comportamento humano e a inteligência com relação ao uso da internet. Também tem artigos científicos publicados em revistas científicas internacionais sobre a fadiga, doenças mentais da atualidade, inteligência e terapia. 

Referência: https://www.dn.pt/mundo/japao-mais-suicidios-num-mes-do-que-mortes-por-covid-19-em-todo-o-ano-13089581.html

 

Biografia / Formações 

Fabiano de Abreu Rodrigues

Doutor e Mestre em Psicologia da Saúde pela Université Libre des Sciences de L'Homme de Paris

Doutor e Mestre em Ciências da Saúde com ênfase em Psicologia e Neurociência pela Emil Brunner World University

Mestre em Psicanálise Freudiana e Lacaniana pelo Instituto e Faculdade Gaio

Especialização em Propriedades Elétricas dos Neurônios em Harvard

Especialização em Nutrição Clínica pela TrainingHouse

Pós Graduação em Neuropsicologia pela Cognos

Pós Graduação em Neurociência pela Faveni

 

Neurocientista, Neuropsicólogo, Psicólogo, Psicanalista, Jornalista e Filósofo - integrante da SPN - Sociedade Portuguesa de Neurociências – 814, da SBNEC - Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento – 6028488 e da FENS - Federation of European Neuroscience Societies - PT 30079. 

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A sobrecarga de atendimentos se deve à falta de regulação da saúde no município. 70% dos pacientes poderiam ter sido atendidos nas UPAs, UBs e AME, mas foram encaminhados ao hospital

 

SÃO CARLOS/SP - Os 30 leitos disponíveis no Pronto-Socorro da Santa Casa voltaram a ficar lotados nesta quarta-feira (2). E mais de 20 pacientes tiveram que esperar por uma vaga em macas no hospital.

“Nos últimos dias, a gente tem visto um fluxo de pacientes bastante grande, tanto dos pacientes que dão entrada no hospital através do Pronto-Atendimento quanto daqueles que são trazidos pelo SAMU ou por ambulâncias das outras cinco cidades da região atendidas pela Santa Casa. E grande parte desses pacientes, poderia ter sido atendida na UPA, em uma Unidade Básica de Saúde ou no AME, mas acaba vindo para Santa Casa, tomando lugar de quem precisa de uma atendimento mais complexo”, afirma o gerente médico da Santa Casa, Roberto Muniz Junior.

O Pronto-Socorro da Santa Casa conta com 7 macas na Sala Amarela para os casos de emergência, 3 macas na Sala Vermelha para os casos de urgência e 20 macas e poltronas para aqueles pacientes que estão aguardando internação ou que ficam em observação depois de tomarem algum medicamento. Além da falta de organização do fluxo de saúde do município, a pandemia é outro agravante.

“Devido à COVID-19, pacientes com doenças graves, como insuficiência cardíaca, câncer, infartos, têm procurado por atendimento, por conta do agravamento dessas doenças, o que contribui para o aumento da nossa demanda”, explica o gerente médico.

Além da espera por atendimento, uma das consequências dessa lotação, é a retenção de ambulâncias no hospital. Há uma semana, três ambulâncias do SAMU ficaram retidas na Santa Casa, porque não havia macas disponíveis para acomodar os pacientes e, assim, liberar as macas de transporte.

“Como a porta do hospital não é referenciada, os pacientes chegam “sem aviso”. A Santa Casa não tem outra opção a não ser reter as macas do SAMU ou da ambulância que está transportando o paciente para a Santa Casa, até conseguir um leito para acomodar adequadamente o paciente. E isso prejudica a todos. Prejudica a Santa Casa, prejudica o serviço do SAMU, que está fazendo o transporte do paciente e fica com uma maca retida e prejudica a população, que precisa do atendimento.

Segundo o diretor técnico da Santa Casa, Vitor Marim, não adianta ampliar leitos ou comprar macas, se não houver a regulação do fluxo da saúde no município. “Ampliar leitos ou comprar macas demanda um espaço físico e a contratação de mais profissionais. Se houver uma organização do fluxo de atendimento na cidade, encaminhando os pacientes com demandas menos urgentes para as unidades básicas de saúde e UPAs e os casos mais complexos para a Santa Casa, a capacidade instalada do hospital seria suficiente para absorver as demandas do município e os recursos destinados à saúde seriam mais bem geridos”, explica.

Para ajudar nessa reestruturação, a Santa Casa equipou as UPAs com aparelhos de Raio-X. Além disso, a Instituição tem fornecido exames laboratoriais, que são coletados nas UPAs e analisados na Santa Casa, com apoio do serviço de motoboys que leva e traz esses exames.

Em outubro, dos 16 mil pacientes atendidos nas UPAs, apenas 30 foram submetidos a esses exames. Em novembro, dos quase 18 mil pacientes, apenas 260 fizeram os exames.

“Nós disponibilizamos motoboys 24 horas, para que todos os pacientes possam passar por atendimento médico adequado.  Mas se a gente pensar nesses dois meses em que a Santa Casa tem oferecido esse serviço, com recursos repassados pela Prefeitura, apenas 0,8% dos pacientes têm sido submetido a exames. Ou seja, a Secretaria de Saúde desembolsa recursos para tentar melhorar o atendimento nas UPAs e mesmo assim esse paciente é encaminhado para a Santa Casa. Um indicador da falta de regulação dos atendimentos em saúde no município”.

Segunda edição de estudo sobre o perfil do turista mostra radiografia do consumidor atual de viagens de países latino-americanos, com importantes alertas para destinos, bem como para meios de transporte e de hospedagem

 

SÃO PAULO/SP - A Interamerican Network e o Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realizaram, de 26 de outubro a 9 de novembro de 2020, a segunda edição da pesquisa O Novo Viajante, a fim de entender como a pandemia de covid-19 afetou e mudou os perfis e os hábitos dos viajantes latino-americanos, além de captar informações sobre o novo cenário dos consumidores de viagens. A sondagem foi realizada com 833 respondentes no Brasil, no México, na Colômbia, no Chile, na Argentina, no Peru e outros.
 
Na primeira edição da pesquisa, realizada em junho de 2020, 46% dos respondentes dos países pesquisados declararam que planejam fazer uma viagem ainda em 2020. Como estamos próximos ao fim do ano e a pandemia se estende, o índice caiu, agora, para 23%. A opção mais escolhida (26%) foi a de viajar somente quando houver uma vacina amplamente disponível. No entanto, há um bom equilíbrio ainda entre pessoas que se sentirão seguras em viajar somente no primeiro (21%) ou no segundo (22%) semestre de 2021.
 
“A maior preocupação dos viajantes continua sendo com lugares que tenham políticas de segurança sanitária, saúde e higienização. Lugares que não sejam muito cheios foi uma nova opção que incluímos no questionário, que acabou recebendo a segunda melhor colocação, à frente de ‘flexibilidade caso os planos necessitem ser mudados’, que aparecia em segundo lugar em junho”, comenta Danielle Roman, presidente e CEO da Interamerican, que aplicou a pesquisa nos seis países. Preço continua sendo uma equação importante no processo de escolha do destino, ao contrário de lugares que ofereçam bom atendimento hospitalar, que figurou, novamente, em último lugar. Tal fato é confirmado quando se pergunta sobre os cuidados extras que as pessoas passarão a ter para viajar sob as novas circunstâncias: as opções que privilegiam efetivos protocolos de segurança e higiene foram as duas mais escolhidas.
 
Outro hábito famoso parece ter sido duramente atingido pela pandemia: resolver tudo na última hora – 27% dos entrevistados disseram pretender resolver a viagem com, pelo menos, seis meses de antecedência. No cômputo geral, três meses de antecedência foi a segunda opção mais votada (21%). “Um e dois meses de antecedência apareceram logo atrás, e é importante que estes números sejam considerados, dada a característica instável da pandemia”, alerta Danielle.
 
Organizar a viagem sozinho, diretamente com hotéis, companhias aéreas, entre outros, segue sendo a opção mais escolhida na América Latina (58%) – aumento de 13 pontos porcentuais em relação a junho. Na média do continente, agentes de viagens foram a segunda opção mais votada (28%), muito à frente das OTAs (Operadoras de Turismo Online), com 7%, margem que foi alargada ainda mais em comparação à primeira pesquisa. Quando perguntados em quais circunstâncias comprariam com agentes de viagens, 45% disseram que para adquirir pacotes completos, com hotel, passagens, passeios e atrações; resposta que cai para 19% quando o caso for comprar em uma OTA.
 
Pode-se confirmar este hábito solitário de se organizar sozinho na pergunta sobre quem mais inspira o viajante na hora de escolher um destino. Ainda que a recomendação dos amigos continue sendo a principal inspiração (24%), a diferença é pequena para a opção “Eu procuro na internet” (23%), porcentagens quase idênticas à da pesquisa de junho. Dicas dos agentes de viagens perderam terreno em comparação a junho: a opção passou de terceiro para quinto lugar. Ganharam relevância, desta vez, o Instagram e as dicas de influenciadores ou blogueiros de viagem. Em seguida, vêm publicidade, quase empatada com dicas de jornalistas especializados, e Facebook e YouTube na sequência.
 
Sobre o tipo de viagem mais desejada, destinos dentro do próprio país continuam em primeiro lugar, ainda que tenham passado de 60%, em junho, para 47%, em outubro. Europa continua em segundo lugar, mas crescendo de 14% para 21%, talvez por uma certa aceitação desta nova maneira de viajar. Destinos que foram riscados do mapa em decorrência da pandemia, segundo as respostas, são, na sua maioria, na Europa e nos Estados Unidos.
 
A praia segue sendo o destino preferido, ainda que tenha caído três pontos porcentuais. Viagens culturais e de ecoturismo ou contemplação vêm logo em seguida, como na pesquisa de junho. Um novo dado agregado a esta segunda edição da pesquisa foi a companhia preferida para a viagem: a família está bem à frente (48,38%), seguida por par romântico (29,05%), amigos (14,77%) e sozinho (7,8%).
 
“Os hábitos de consumo dos turistas também foram medidos, e outro lugar-comum parece ter caído por terra: além de transporte, hospedagem e alimentação, o que as pessoas menos dizem consumir nos destinos, inclusive no Brasil, são compras (18,85%) e vida noturna (9,37%)”, revela Danielle. “Atrações turísticas e culturais (30,46%), atrações na natureza (22,72%) e serviços do setor, como traslados e guias turísticos (18,85%) ocupam os primeiros lugares”, diz.
 
Olhando para o futuro, quando perguntados sobre o impacto da pandemia nas viagens, apenas os brasileiros acreditam que as mudanças serão poucas e não muito significativas (53,94%). No total, a maioria dos turistas da América Latina acredita que as viagens serão totalmente diferentes (53,78%).
 
Análise dos resultados no Brasil
No Brasil, o índice de pessoas que diz querer viajar, ainda em 2020, foi o mais alto em toda a América Latina, com 34%. Entretanto, 53% ficam preocupados se os destinos escolhidos têm políticas de segurança sanitária e se não são lugares que atraiam aglomerações. Além disso, 21% disseram se preocupar com flexibilidade, caso haja necessidade de alteração de planos de viagem.
 
“Estes números iniciais já indicam claramente as estratégias que os empresários do turismo devem traçar na retomada das viagens. A comunicação precisa ser clara, com informações em sites oficiais e parceiros, além das mídias sociais, de como está a situação da região em relação ao covid-19 e às medidas que a cidade e a empresa estão tomando de proteção, bem como as condições de cancelamento e remarcação”, afirma Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP. “Não é o momento de deixar estes pontos nas ‘letras miúdas’, escondidas nos sites, pois estas variáveis estão sendo fundamentais na decisão de reservar viagem completa, transportes (aéreo, rodoviário, locação de veículos) e meios de hospedagem”, complementa a especialista.
 
Para endossar a estratégia, 35% dos entrevistados disseram ter cuidados extras, como reservar em meios de hospedagem com efetivos protocolos de segurança sanitária, ao passo que 25% afirmaram o mesmo para meios de transporte. E 17% priorizarão viagens com carro próprio, na linha do que tem se configurado como tendência: o turismo de proximidade.
 
As viagens estão sendo programadas, em sua maior parte, com seis meses ou mais de antecedência (28%). Para uma parcela menor, a programação é iniciada três meses antes de viajar (22%). Para a opção “entre um e dois meses”, o porcentual foi de 37%. “Esses números merecem uma ponderação, pois os que decidem por viagens na véspera, diante de um cenário de pandemia, são os que vão para destinos mais próximos – por exemplo, famílias paulistanas que decidem ir ao litoral ou ao interior para passar um feriado. Quem programa com mais antecedência são aqueles que fazem buscas de passagens aéreas com preços mais baixos, que reservam hospedagem após longas pesquisas na internet, etc.”, comenta Mariana.
 
Dada a restrição da entrada de brasileiros nos Estados Unidos e na Europa, 51% dos entrevistados responderam que desejam viajar pelo Brasil. Muitos turistas estão aproveitando para conhecer lugares que não tinham em mente antes da pandemia. “É um gancho que os empresários podem utilizar na comunicação, com incentivos a conhecer locais novos dentro do próprio país, ajudando na recuperação do turismo nacional”, destaca Mariana. Para 23%, há um desejo de viajar para a Europa, seguido de 9% para destinos na América do Sul, onde gradativamente as fronteiras estão se reabrindo.
 
O destino preferido dos brasileiros é a praia, conforme responderam 35% – mais que o dobro da segunda e da terceira opções mais escolhidas, tecnicamente empatadas: o turismo cultural, com 16,62%, e o ecoturismo, com 16,03%. “Várias pesquisas divulgadas ao longo da pandemia, pelos sites de buscas de passagens e de agências de viagens, mostraram que o Nordeste é o destino mais procurado. São inúmeras as opções de praias, desde as mais isoladas no litoral sul baiano até as que ficam em capitais (como Maceió), para que o turista decida conforme o gosto e, sobretudo, o bolso”, diz Danielle Roman.
 
Outro ponto interessante da sondagem foi que 70% disseram pretender organizar os detalhes da viagem sozinhos, diretamente com hotéis e empresas aéreas. Apenas 19% optam por agentes de viagens tradicionais e 6% se orientam pelas OTAs, as agências online. No entanto, é importante ponderar que muitos acreditam estarem comprando pela internet de maneira isolada, sem saber que, na verdade, estão utilizando uma agência online.
 
Tanto que 43% dizem que farão compras pela internet apenas para acomodação e 31% para o pacote de meios de hospedagem e avião. Os que utilizarão esses sites apenas para compra das passagens aéreas são 13%. Os casos nos quais o consumidor realizaria a compra por meio de uma agência de viagem seria na compra de pacotes completos (hotel, avião, passeios, atrações, etc.) para 36%, e o combo de hospedagem e aéreo, para 30%.
 
“Assim, é importante, neste momento de pandemia, as agências se comunicarem com os consumidores e mostrarem a importância dos seus serviços, uma vez que podem oferecer hotéis, transportes e seguros, reduzindo a chance de surgirem problemas exatamente no momento mais esperado do ano: a hora de viajar”, diz Mariana. “Até mesmo porque a maioria dos entrevistados (44%) disse preferir viajar com a família. E quanto mais pessoas viajando juntas, principalmente com crianças, maior o desejo de evitar erros numa viagem”, finaliza. Para 30%, a preferência é fazer com o par romântico, e 15%, com amigos.
 
Logo, a comunicação clara e a digitalização dos negócios são essenciais para continuar no mercado de turismo. Isso porque, para 27%, a busca na internet é o que mais inspira na escolha do próximo destino. Na sequência, 21% preferem recomendação de amigos, 15% seguem o Instagram e 13% optam pelas dicas de influenciadores ou blogs de viagem.
 
Haverá muita mudança no perfil do viajante no pós-pandemia. Embora 53% disseram acreditar que teremos apenas algumas mudanças, mas não muito significativas, 43% responderam que as viagens serão totalmente diferentes depois da pandemia. “E aqui cabe a atenção do empresário ao fato de que essas mudanças não serão necessariamente no perfil de compra do turista (de hotel para pousada, de campo para praia, etc.), até porque os números mostram que, no geral, não deverá ter muitas alterações do gênero. O diferente será na preocupação com protocolos sanitários do destino (cidade, hospedagem, transporte, etc.) e nas condições de compra (remarcação e cancelamento). Por isso, a palavra ‘comunicação’ é o grande destaque neste momento”, finaliza Mariana.
 
Por fim, não se pode esquecer que o Brasil é um país com 8 mil quilômetros de praias. Os milhares de negócios, de todos os portes, dependentes deste grande atrativo turístico, podem usar a experiência, nos próximos meses, para fidelizar clientes e abrir novos mercados, garantindo demanda com promoções para os períodos de baixa ocupação. É o momento ideal para fazer uma boa gestão de preços – atraindo um público mais propenso a escolher períodos de baixa temporada – e já ampliar a previsão de receita para o próximo ano.
 
Tenha acesso completo aos resultados e gráficos neste link.
 
Sobre a pesquisa
O questionário foi aplicado de 26 de outubro a 9 de novembro de 2020, gerando 833 respostas completas, na maioria, de mulheres (65,43%). As origens dos respondentes foram: Brasil (40,58%), México (29,65%), Colômbia (17,05%), Chile (5,40%), Argentina (5,04%), Peru (0,72%) e outros (1,56%). Faixas etárias: de 45 a 54 anos (28,57%), de 35 a 44 anos (26,05%), de 25 a 34 anos (23,17%), de 55 a 64 anos (12,12%), de 65 anos ou mais (5,16%) e de 18 a 24 anos (4,92%).
 
Sobre a Interamerican Network
Fundada em São Paulo, em 1984, e com bases na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México, a Interamerican Network é a agência de comunicação líder na América Latina dedicada exclusivamente a clientes da indústria do turismo. Com soluções estratégicas, criativas e integradas em relações públicas, marketing e digital para destinos turísticos, hotéis e resorts, parques temáticos, centros de compras, companhias aéreas, aeroportos e produtos turísticos em geral, oferece planejamento e atendimento personalizado para cada cliente. A Interamerican Network faz parte de alianças globais, sendo braço da Travel Consul na América do Sul e da APG Airlines no Brasil.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, além de desenvolver soluções, elaborar pesquisas e disponibilizar conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do PIB brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

O índice da última semana supera as médias registradas no ápice da pandemia

 

SÃO CARLOS/SP - A média móvel de casos de COVID-19 em São Carlos vem subindo desde o último feriado prolongado, segundo análise feita pelo Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência em Saúde (SCIRAS) da Santa Casa.

De 9 de março a 13 de julho, a média móvel de São Carlos foi aumentando paulatinamente até chegar ao índice 30 (o que significa 30 novos casos de COVID-19 registrados, em média, por dia).  De agosto a 26 de outubro, a média móvel oscilou entre 12 e 30. No dia 2 de novembro, o índice caiu para 3 (por conta do feriado prolongado, não foram feitos testes). De lá para cá, a média móvel disparou, chegando a 32 no dia 29 de novembro.

“Os números começaram a subir logo depois do feriado prolongado de Finados e aniversário de São Carlos, provavelmente porque muita gente viajou ou passou a folga em lugares com aglomeração. E a gente sente os reflexos disso agora. Assim como em outras cidades do interior e também na capital paulista, onde já houve aumento das internações. Então, não é hora de relaxar e sim de reforçar as medidas de segurança, como uso de máscara, higiene das mãos e distanciamento social”, explica a infectologista e coordenadora do SCIRAS/Santa Casa, Carolina Toniolo Zenatti.

Na Santa Casa, a taxa de ocupação dos leitos de UTI COVID vinha se mantendo entre 15 e 30% desde 12 de outubro. Mas na última semana, chegou a 51%. De 21 a 28 de outubro, foram registrados 5 óbitos.

Apesar disso, a taxa de letalidade da Santa Casa é 18%. Isso quer dizer que em cada 10 pacientes diagnosticados com COVID-19 que recebem tratamento no hospital, menos de 2 faleceram. O que contribuiu para que São Carlos se tornasse o município com menor número de mortes no Estado, segundo o último levantamento da Comissão de Estudos Epidemiológicos para enfrentamento da Covid-19 da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

“Nós contamos hoje com 14 leitos de UTI e 14 leitos de enfermaria na ALA COVID. Além de 24 leitos que montamos recentemente numa nova ala que, numa eventual necessidade, também podem ser usados. Também contamos com uma equipe altamente capacitada formada por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, que trabalham incansavelmente para garantir o melhor atendimento aos nossos pacientes. A baixa letalidade é resultado disso”, afirma o gerente médico da Santa Casa, Roberto Muniz Júnior.

Mas o gerente médico da Santa Casa reforça que a população também precisa fazer parte dessa força-tarefa contra a COVID-19. “Temos estrutura e profissionais qualificados, mas é preciso que a população também colabore e faça a sua parte. Diferentemente de outros lugares do país, aqui em São Carlos não faltaram leitos para atendimento. Mas a população também ajudou respeitando as medidas de segurança e de isolamento social. E essa parceria precisa continuar acontecendo”, reforça.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta quarta-feira (02/12) mais uma morte por COVID-19 no município, totalizando neste momento 61 óbitos.
Trata-se de uma mulher de 87 anos, internada em 29/11 com resultado positivo para COVID-19 e óbito ocorrido nesta quarta (02/12).
Uma mulher de 77 anos, da cidade de Dourado, internada em hospital de São Carlos desde 13/11 também morreu nesta quarta (02/12). Como estabelece o protocolo do Ministério da Saúde o óbito será contabilizado para a cidade de origem da paciente.
São Carlos contabiliza neste momento 4.454 casos positivos para COVID-19 (62 resultados positivos foram divulgados hoje), com 61 óbitos confirmados e 92 descartados.
Dos 4.454 casos positivos, 4.123 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 328 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 252 receberam alta hospitalar e 58 positivos internados foram a óbito. 4.171 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 17.056 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (114 resultados negativos foram divulgados hoje).
Estão internadas neste momento 42 pessoas, sendo 24 adultos na enfermaria (11 positivos, 6 suspeitos e 7 negativos). Na UTI adulto estão internadas 15 pessoas (13 positivos, 1 suspeito e 1 negativo). Na enfermaria 2 crianças estão internadas com resultado negativo para COVID-19. Na UTI pediátrica 1 criança está internada com suspeita da doença. Oito pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 46,4% (13 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS). Na enfermaria/SUS estão internadas 16 pessoas. Na rede particular 10 pessoas estão internadas na enfermaria e 3 na UTI.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 23.461 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 20.871 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 2.590 ainda continuam em isolamento domiciliar.
A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre - mesmo que referida -, calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos), sendo que 14.119 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 11.213 tiveram resultado negativo para COVID-19, 2.849 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 280 aguardam resultado de exame.
O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

MUNDO - Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio estimam que os custos das medidas para o combate à Covid-19 na Olimpíada remarcada para o ano que vem ficarão em torno de 100 bilhões de ienes (960 milhões de dólares), noticiou a Kyodo News nesta última segunda-feira.

Um dia antes, a mídia japonesa relatou que os custos totais do adiamento dos Jogos por um ano seriam de cerca de 200 bilhões de ienes.

Quando instado a comentar a reportagem da Kyodo, um porta-voz dos organizadores disse à Reuters que um anúncio será feito em um relatório provisório após conversas entre a Tóquio-2020, o governo metropolitano de Tóquio e o governo japonês na quarta-feira.

O último orçamento oficial fornecido pelo comitê organizador em dezembro de 2019, meses antes de o evento ser adiado devido à pandemia de Covid-19, foi de 12,6 bilhões de dólares.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) disse que espera pagar 800 milhões de dólares de custos adicionais resultantes do atraso, mas os organizadores japoneses não apresentaram uma cifra específica.

O comitê organizador da Tóquio-2020 deve anunciar oficialmente um orçamento ajustado antes do final do ano.

 

 

*Por Jack Tarrant / REUTERS

MUNDO - A Rússia anunciou na 2ª feira (30.nov) que começou a vacinar a população com a Sputnik V. A oferta do imunizante tem início antes mesmo da conclusão dos testes da vacina.

Atualmente, a testagem está em andamento em países como Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos, Venezuela e Índia.

De acordo com o governo russo, no entanto, o 1º lote do imunizante já foi entregue ao Hospital Central de Domodedovo, na capital Moscou, onde a vacina começou a ser oferecida na semana passada.

De acordo com o hospital, os interessados em serem vacinados devem fazer registro em plataforma do governo com antecedência. As vacinas não são oferecidas a quem já foi diagnosticado com covid-19.

Para receber a vacina, os cidadãos precisam levar exames médicos e documentos de identificação.

A Rússia foi o 1º país no mundo a registrar uma vacina contra covid-19, em 11 de agosto. A aprovação aconteceu antes do início dos testes em larga escala, que começaram em setembro.

No Brasil, os Estados do Paraná e da Bahia têm acordos coma Rússia para a encomenda de doses e produção da Sputnik V no país.

Até o momento, contudo, o laboratório Nikolai Gamaleya, responsável pela vacina, não formalizou pedido de testes ou registro da vacina na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

 

EFICÁCIA

De acordo com o laboratório, em anúncio feito em 24 de novembro, a Suptnik V teve eficácia “acima de 95%” após a 2ª dose ser ministrada em voluntários.

O anúncio foi feito em comunicado publicado pelo laboratório e assinado conjuntamente com o Ministério da Saúde da Rússia e o Fundo Russo de Investimento Direto, que financia o desenvolvimento da vacina. Eis a íntegra, em inglês (754 KB).

 

PREVISÃO DE INÍCIO DA VACINAÇÃO NO MUNDO

Em 5 países, aimunização deve começar ainda em 2020. Eis a previsão de início da vacinação pelo mundo:

© Fornecido por Poder360

 

 

 

*Por: Paulo Motoryn / PODER360

Atividades foram suspensas no início da quarentena pelo Governo do Estado. Mulheres seguem precisando dos exames para o diagnóstico de câncer de mama e outras doenças.

 

SÃO PAULO/SP - A deputada estadual Leticia Aguiar (PSL-SP) fez uma indicação ao Governo do Estado de São Paulo, cobrando o retorno das atividades do programa “Mulheres de Peito”, que utiliza as Carretas da Mamografia itinerantes para atender mulheres gratuitamente em todo o estado.

As carretas oferecem mamografias grátis e sem necessidade de pedido médico para mulheres entre 50 e 69 anos de idade. Pacientes fora dessa faixa etária também podem ser atendidas, desde que apresentem solicitação médica que pode ter sido emitida tanto pela rede pública quanto particular.

serviço está parado há mais de oito meses, devido à quarentena realizada para minimizar os impactos do Coronavírus no Estado de São Paulo. Porém, muitas mulheres estão necessitando dos exames e não possuem condições de realizá-los na rede particular de saúde.

“A saúde não pode esperar. Cada dia de espera sem o diagnóstico correto pode ser fatal. Não podemos deixar as mulheres do estado de São Paulo desamparadas durante o período de quarentena. Entendemos que o programa Mulheres de Peito PRECISA ser retomado, urgentemente, para garantir o diagnóstico e o tratamento adequados das mulheres que necessitam do atendimento do Estado”, disse a deputada Leticia Aguiar.

Até o momento, o Governador João Doria não divulgou uma data para retomada das atividades das Carretas da Mamografia. Não há previsão para divulgação de um novo cronograma com o itinerário das carretas.

Sobre o programa Mulheres de Peito

Os exames são realizados de segunda à sexta-feira, das 9h à 18h, e aos sábados, das 9h às 13h, exceto feriados. Caso sejam detectadas alterações no exame ou suspeitas de câncer, a paciente será encaminhada a um serviço de referência do SUS para fazer exames complementares, acompanhamento ou tratamento, conforme as particularidades de cada caso.

O programa tem oito carretas. Cada unidade tem 15 metros de comprimento, 4,1 metros de altura e, quando abertas, 4,9 metros de largura. Contam com mamógrafo, ultrassom, conversor de imagens analógicas em digitais, impressoras, antenas de satélite, computadores, mobiliários e sanitários, além de uma equipe multidisciplinar. Funcionam em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (Fidi).

O “Mulheres de Peito” também oferece agendamento por callcenter (0800-779-0000), disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Neste caso, os exames são agendados em unidades de saúde fixas do SUS.

A deputada estadual Leticia Aguiar solicitou ao Governo do Estado o envio da Carreta da Mamografia para os seguintes municípios: 

Mauá, Carapicuíba, Tambaú, Votorantim, Arujá, Ituverava, Novo Horizonte, Pradópolis, Orlândia, Pontal, Jaboticabal, Pitangueiras, Brodowski, Nuporanga, Morro Agudo, Monte Azul Paulista, Monte Alto, Mococa, Luís Antônio, Jardinópolis, Ipuã, Guatapará, Guariba, Guará, Guaíra, Dumont, Cravinhos, Altinópolis, Barrinha, Batatais, Cajuru, Cássia dos Coqueiros, Aparecida, Arapeí, Areias, Bananal, Caçapava, Cachoeira Paulista, Campos do Jordão, Canas, Caraguatatuba, Cruzeiro, Cunha, Guaratinguetá, Igaratá, Jacareí, Jambeiro, Lagoinha, Lavrinhas, Ilhabela, Lorena, Monteiro Lobato, Natividade da Serra, Paraibuna, Pindamonhangaba, Piquete, Potim, Queluz, Redenção da Serra, Roseira, Santa Branca, Santo Antônio do Pinhal, São Bento do Sapucaí, São José do Barreiro, São José dos Campos, São Luís do Paraitinga, Silveiras, São Sebastião, Taubaté ,Tremembé, Ubatuba, Taiuba, Serrana, Serra Azul, São Simão, São Joaquim da Barra, Santo Antônio da Alegria, Santa Cruz da Esperança, Santa Rita do Passa Quatro, Santa Rosa de Viterbo e Sales Oliveira.

SÃO CARLOS/SP - A Vigilância Epidemiológica de São Carlos confirma nesta segunda-feira (30/11) mais uma morte por COVID-19 no município, totalizando neste momento 60 óbitos.

 

Trata-se de um homem de 76 anos, internado em 27/10 e óbito suspeito em 29/11. O exame foi divulgado nesta segunda-feira com resultado positivo para COVID-19.
São Carlos contabiliza neste momento 4.300 casos positivos para COVID-19 (68 resultados positivos foram divulgados hoje), com 60 óbitos confirmados e 92 descartados.
Dos 4.300 casos positivos, 3.970 pessoas apresentaram síndrome gripal e não foram internadas, 3 óbitos sem internação, 327 pessoas precisaram de internação devido a COVID-19, 252 receberam alta hospitalar e 57 positivos internados foram a óbito. 4.075 pessoas já se recuperaram totalmente da doença. 16.698 casos suspeitos já foram descartados para o novo coronavírus (230 resultados negativos foram liberados hoje).
Estão internadas neste momento 44 pessoas, sendo 23 adultos na enfermaria (10 positivos, 8 suspeitos e 5 negativos). Na UTI adulto estão internadas 16 pessoas (13 positivos, 2 suspeitos e 1 negativo). Na enfermaria 4 crianças estão internadas, todas com suspeita da doença. Na UTI pediátrica 1 criança está internada também com suspeita da doença. Sete pacientes de outros municípios estão internados em São Carlos. A taxa de ocupação dos leitos especiais para COVID-19 de UTI/SUS está hoje em 50% (14 pessoas estão internadas em leitos de UTI/SUS). Na enfermaria/SUS estão internadas 19 pessoas. Na rede particular 8 pessoas estão internadas na enfermaria e 3 na UTI.

NOTIFICAÇÕES – Já passaram pelo sistema de notificação de Síndrome Gripal do município 23.139 pessoas desde o dia 21 de março, sendo que 20.504 pessoas já cumpriram o período de isolamento de 14 dias e 2.635 ainda continuam em isolamento domiciliar.
A Prefeitura de São Carlos está fazendo testes do tipo PCR em pessoas que passam em atendimento nos serviços públicos de saúde com Síndrome Gripal (quadro respiratório agudo, caracterizado por pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre - mesmo que referida -, calafrios ou dor de garganta ou dor de cabeça ou tosse ou coriza ou distúrbios olfativos ou distúrbios gustativos), sendo que 13.888 pessoas já realizaram coleta de exames, sendo que 10.855 tiveram resultado negativo para COVID-19, 2.736 apresentaram resultado positivo (esses resultados já estão contabilizados no total de casos). 297 aguardam resultado de exame.
O boletim emitido diariamente pela Vigilância Epidemiológica de São Carlos contabiliza as notificações das unidades de saúde da Prefeitura, Hospital Universitário (HU), Santa Casa, rede particular e planos de saúde.

Outro detalhe que chama a atenção é que São Carlos está em 18º entre os 62 municípios onde mais cresce o número de contamidanos pelo COVID-19, veja na foto abaixo.

SÃO CARLOS/SP - O Centro de Atendimento a Infecções Crônicas da Prefeitura de São Carlos “Ana Cláudia Lucato Cianflone” (CAIC) realiza durante essa semana, como parte da programação da Campanha Fique Sabendo, testes rápidos de HIV/AIDS e Sífilis.

Os testes podem ser realizados nesta terça (1º/12) e na quarta (2/12) das 8h às 16h, na sede do CAIC, localizado na rua 7 de Setembro, nº 2.277, no centro. Na USF Guanabara, localizada na rua Rio Araguaia, nº 750, os testes poderão ser realizados nesta terça (1º/12), das 8h às 16h. Já na UBS da Vila Nery (rua da Imprensa, nº 410 e na unidade do Jockey Clube (rua Rio Araguaia, nº 750) os testes estarão disponíveis na quinta-feira (3/12). Na Vila Nery das 8h às 15h30 e no Jockey das 8h às 12h. Na Unidade Básica do Cidade Aracy os testes poderão ser feitos de terça (1º/12) até sexta (4/12), das 8h às 16h.

De acordo com Cíntia Martins Ruggiero, enfermeira coordenadora do Programa Municipal IST/AIDS, a ação faz parte do programa estadual para a intensificação da testagem junto às populações mais expostas às infecções sexualmente transmissíveis e também em comemoração ao Dia Mundial de Combate a AIDS, celebrado em 1.º de dezembro.

“O objetivo da ação é levar o alerta da doença e a importância do diagnóstico precoce que faz toda a diferença no prognóstico do paciente, evitando o desenvolvimento das doenças oportunistas, a transmissão de novos casos e a transmissão vertical (mãe para o filho), tanto de HIV como de Sífilis”, finaliza a enfermeira do CAIC.

Em São Carlos 1.000 pessoas estão em tratamento de HIV no Centro de Atendimento a Infecções Crônicas. De janeiro a novembro desse ano foram registrados 73 novos casos. De Sífilis Adquirida foram notificados 53 casos, 19 de Sífilis Congênita e 39 de Sífilis em Gestantes.

O CAIC São Carlos é um centro municipal de atendimento a doenças e agravos de notificação compulsória e tratamento contínuo e trabalha em consonância com os programas nacionais e estaduais realizando a busca ativa, prestando assistência e divulgando indicadores que permitem a formulação de políticas e programas voltados ao diagnóstico precoce e tratamento imediato às pessoas portadoras de HIV, Sífilis, Hepatites Virais B, E e C, Tuberculose e Hanseníase.

A unidade faz testes rápidos tanto para Hepatite B e C como para HIV e Sífilis durante o ano todo e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Outras informações sobre os testes podem obtidas pelo telefone (16) 3419-8240.

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