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SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos passou a realizar a coleta dos exames solicitados pelos ambulatórios de Ortopedia e de Especialidades 1 diretamente em seu próprio laboratório. A mudança visa agilizar o atendimento, otimizar o fluxo interno e oferecer maior comodidade aos pacientes.

Após a consulta, o paciente será encaminhado ao pós-consulta, onde a equipe organizará a coleta imediata ou fará o agendamento, caso seja necessário algum tipo de preparo prévio.

Por enquanto, os exames solicitados pelo ambulatório de Especialidades 2 (SAIBE e ACEG) continuarão sendo encaminhados para a rede. Os exames seguem sendo solicitados normalmente, na forma habitual (SADT).

Segundo a coordenação do ambulatório, essa integração entre os setores traz mais eficiência ao processo e reduz o tempo de espera entre a solicitação e a realização dos exames. “Com a coleta sendo feita no próprio hospital, conseguimos acompanhar o fluxo de forma mais próxima, garantir maior agilidade e oferecer uma experiência mais organizada ao paciente. Nossa expectativa é ampliar gradativamente essa dinâmica para outras unidades, de acordo com a capacidade operacional e os ajustes necessários”, destaca a coordenadora de Enfermagem dos Ambulatórios, Janaína Veroneze de Almeida.

Para o provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, a iniciativa reforça o compromisso da instituição com o atendimento humanizado e eficiente: “Essa mudança demonstra nosso esforço em oferecer um atendimento cada vez mais ágil e integrado, garantindo conforto e segurança aos pacientes. A coleta interna de exames é mais um passo nesse sentido e, futuramente, esperamos expandir esse modelo para outras unidades”.

SÃO CARLOS/SP - O tradicional Bazar das Voluntárias da Santa Casa de São Carlos, realizado há 25 anos, acontece neste ano de 02 a 05 de dezembro, das 9h às 17h, na Rua Paulino Botelho de Abreu Sampaio, n° 793, ao lado do hospital. A ação é realizada anualmente pelo grupo de voluntárias que, ao longo de todo o ano, dedica tempo e talento para confeccionar peças artesanais que serão vendidas em prol da instituição.

O bazar reúne uma grande variedade de produtos feitos à mão, como toalhas de lavabo, rosto e banho, bate-mãos, porta-prendedores, jogos americanos bordados e itens com temática natalina. Cada peça carrega um toque especial, resultado da dedicação e do cuidado das voluntárias.

Os preços começam a partir de R$ 15, tornando o evento acessível para todos os bolsos. Todo o valor arrecadado será destinado integralmente à Santa Casa de São Carlos, contribuindo para a manutenção dos serviços prestados a mais de 400 mil pessoas de São Carlos e de outras cinco cidades da região: Descalvado, Dourado, Porto Ferreira, Ibaté e Ribeirão Bonito.

Para a coordenadora do Grupo de Voluntárias, Mariângela Pucci Toledo, o bazar representa muito mais do que uma ação beneficente. “Cada peça que produzimos leva um pouco de nós: nosso tempo, nossa dedicação e nosso carinho pela Santa Casa. Ver a comunidade participar, apoiar e reconhecer esse trabalho é o que nos motiva todos os anos. Convidamos todos a visitarem o bazar e contribuírem com essa causa tão importante.”

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, destaca a importância desse gesto solidário para a instituição. “As voluntárias desempenham um papel essencial no fortalecimento da Santa Casa. O bazar é uma demonstração de amor e compromisso com a saúde da nossa população. Agradecemos profundamente esse trabalho incansável e convidamos a comunidade a prestigiar o evento, que faz diferença direta na vida de milhares de pessoas.”

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, promove nesta sexta-feira (28/11), das 8h às 15h30, no auditório do Paço Municipal, o Simpósio HIV – Fique Sabendo 2025, que tem como tema “Informação que Transforma, Prevenção que Salva”.

O encontro é direcionado a profissionais da saúde e estudantes de São Carlos e região, reunindo especialistas renomados. Entre os palestrantes confirmados estão o infectologista Dr. Paulo Abrão, da Escola Paulista de Medicina e presidente da Sociedade Paulista de Infectologia; Dra. Carolina Toniolo; Dra. Sigrid Sousa Santos; Dr. Daniel Litardi e Dr. Leonardo Pozzi e a ativista Silvia Almeida.

A iniciativa reforça a importância da testagem rápida, do diagnóstico precoce e do cuidado integral na prevenção do HIV e de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Durante a campanha, diversos pontos da cidade oferecem testes rápidos gratuitos e sigilosos, como na USP I e II, na UFSCar, na Unidade de Simulação e Saúde (USS), além do atendimento contínuo no Centro de Atendimento de Infecções Crônicas (CAIC), nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Unidades de Saúde da Família (USFs).

Os atendimentos são realizados por equipes capacitadas, garantindo acolhimento, privacidade e orientações adequadas. A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o diagnóstico precoce é fundamental para o início oportuno do tratamento, contribuindo para a interrupção da cadeia de transmissão.

A supervisora do CAIC, enfermeira Cíntia Ruggiero, destaca que a campanha Fique Sabendo tem ações ao longo de todo o mês. “Iniciamos a programação no dia 18 de novembro, na UFSCar, distribuindo kits de prevenção no Pré-Tusca, contendo autotestes, preservativos, gel e material educativo, além da oferta de PrEP. No dia 25, realizamos testes rápidos de HIV e sífilis na Fundação Casa. Já no dia 5 de dezembro, estaremos com a equipe no Centro de Simulação da UFSCar, das 8h às 15h”, explicou.

Para a diretora Denise Martins Gomide, a testagem rápida é fundamental. “A importância desses testes está na possibilidade de diagnóstico ágil e precoce de infecções como HIV, sífilis e hepatites B e C, permitindo o início imediato do tratamento, melhorando a qualidade de vida e contribuindo para a redução da transmissão”, afirmou.

“O Simpósio HIV – Fique Sabendo reforça o compromisso de São Carlos com a promoção da saúde, a prevenção e o cuidado integral. Nossa missão é garantir informação de qualidade, ampliar o acesso à testagem e fortalecer as estratégias de enfrentamento ao HIV e às demais ISTs. Diagnosticar cedo salva vidas e impede novas transmissões. Por isso, trabalhamos para que a população tenha acompanhamento acolhedor, seguro e contínuo em todas as unidades da rede municipal. Agradeço aos profissionais, parceiros e instituições que se unem a nós neste esforço coletivo. Saúde pública se faz com responsabilidade, conhecimento e, sobretudo, com cuidado às pessoas”, afirma Leandro Pilha, secretário de Saúde.

O evento conta com apoio institucional da Unimed São Carlos e da Santa Casa. Em virtude do Simpósio HIV – Fique Sabendo 2025 nesta sexta (28) não haverá atendimento ao público no CAIC. Todos os pacientes já foram avisados e reagendados.

EUA - A rotina da família McRae, do Oregon, nos Estados Unidos, mudou completamente no mês passado, quando mãe e filho receberam diagnósticos de câncer no mesmo dia.

Jake McRae conta que, até então, levava uma vida tranquila ao lado da esposa e dos três filhos. O susto começou quando Jamon, de apenas quatro anos, passou a reclamar de fortes dores de cabeça. O que parecia algo simples foi se agravando até que a família descobriu que o menino tinha um tumor no cérebro. Ele passou por uma cirurgia que durou mais de dez horas. Semanas depois veio o resultado final da biópsia: o tumor era maligno e agressivo.

Agora, Jamon deve enfrentar uma segunda cirurgia, seis semanas de radioterapia diária e meses de quimioterapia. Ele também faz terapias para reaprender a andar e falar.

Mas o choque não terminou aí. No mesmo dia em que receberam o diagnóstico do filho, Britney McRae, mãe das crianças, também recebeu notícias difíceis. Ela havia marcado uma consulta médica e descobriu que tinha neoplasia trofoblástica gestacional, uma condição rara associada a uma gravidez molar completa — situação em que, em vez de uma placenta, formam-se tumores devido a alterações genéticas. Britney iniciou o tratamento com quimioterapia.

Jake relata a impotência diante da situação: “Sinto que não posso fazer nada por eles. Essa é a pior parte”.

A família criou uma página de arrecadação para ajudar nos custos do tratamento de ambos e para apoiar Jake, que agora cuida sozinho das duas filhas mais velhas. No texto, os irmãos de Britney contam que “em apenas 24 horas, Britney e seu filho de 4 anos foram diagnosticados com câncer” e destacam que a casa, antes cheia de alegria, vive hoje um cenário inimaginável.

 

 

 por Notícias ao Minuto

SÃO PAULO/SP - A Butantan-DV, vacina da dengue do Instituto Butantan, órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, foi aprovada na quarta-feira (26) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizada na população brasileira de 12 a 59 anos. Com o parecer favorável, o Estado de São Paulo fez história e saiu à frente como pioneiro no imunizante, que é o primeiro contra dengue em dose única no mundo. A vacina deverá ser incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI). O início da vacinação e a faixa etária de aplicação ainda serão definidas pelo Ministério da Saúde.

“A gente vem sofrendo muito com a dengue nos últimos anos e temos que celebrar a vacina brasileira. Por ser de dose única, vai nos ajudar muito na imunização, na cobertura vacinal. É a vitória da ciência, é a vitória da inovação, é a vitória do Butantan”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas durante o evento que oficializou a aprovação nesta quarta-feira na sede do instituto, na capital.

O Instituto Butantan já havia dado início à produção do imunizante em seu parque industrial, tendo mais de um milhão de doses prontas para serem disponibilizadas ao PNI. Além disso, o Butantan fechou uma parceria internacional com a empresa chinesa WuXi para aumentar a produção. O acordo permitirá ampliar a capacidade de fornecimento para entregar aproximadamente 30 milhões de doses no segundo semestre de 2026.

“É um feito histórico para a ciência e a saúde do Brasil. Uma doença que nos aflige há décadas agora poderá ser enfrentada com uma arma muito poderosa: a vacina em dose única do Instituto Butantan. Um desenvolvimento feito por cientistas, trabalhadores e voluntários brasileiros que poderá salvar vidas por todo o país”, afirmou o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás.

Para o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva, o imunizante é um dos maiores avanços científicos das últimas décadas. “A produção da vacina da dengue em território paulista demonstra nossa capacidade de liderar o desenvolvimento de biotecnologias estratégicas para o país, reduzindo a dependência de importações e assegurando autonomia na proteção da nossa população”, disse.

Em 2024, o Brasil registrou 6,5 milhões de casos prováveis de dengue – quatro vezes mais do que em 2023, de acordo com o Ministério da Saúde. Em 2025, até meados de novembro, foram notificados 1,6 milhão de casos prováveis. Desde o começo dos anos 2000, mais de 20 milhões de brasileiros já foram acometidos pela doença.

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante anúncio da nova vacina contra dengue, ao lado da secretária da Saúde em exercício, Priscilla Perdicaris, e do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás Foto: Divulgação/Governo de SP

Ensaios e resultados

A aprovação da vacina é sustentada pelos resultados de cinco anos de acompanhamento dos voluntários do ensaio clínico de fase 3 encaminhados à Anvisa. No público de 12 a 59 anos, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral, 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme e 100% de eficácia contra hospitalizações por dengue. O estudo, conduzido entre 2016 e 2024, avaliou a Butantan-DV em mais de 16 mil voluntários residentes de 14 estados brasileiros. Resultados anteriores do acompanhamento de dois e 3,7 anos foram publicados no The New England Journal of Medicine e na The Lancet Infectious Diseases, respectivamente.

Composto pelos quatro sorotipos do vírus da dengue, o imunizante se mostrou seguro e eficaz tanto em pessoas com infecção prévia como naquelas que nunca tiveram contato com o patógeno. A maioria das reações foi leve a moderada, sendo as principais dor e vermelhidão no local da injeção, dor de cabeça e fadiga. Eventos adversos sérios relacionados à vacina foram raros e todas as pessoas se recuperaram.

A vacina da dengue do Instituto Butantan é a primeira que pode ser aplicada em apenas uma dose no mundo, o que tem potencial de facilitar a adesão do público e a logística da campanha. Os benefícios da dose única foram descritos em um relatório publicado por pesquisadores do Reino Unido na Human Vaccines & Immunotherapeutics, em 2018. O estudo apontou que programas de imunização com menos doses estão associados a uma melhor cobertura vacinal e enfrentamento da doença.

“A produção da vacina da dengue em dose única pelo Instituto Butantan consolida São Paulo como referência nacional em biotecnologia. Este avanço, sustentado por evidências robustas e alta capacidade industrial, reforça a autonomia científica do Estado e assegura a proteção da população brasileira”, afirma a secretária de Estado da Saúde em exercício, Priscilla Perdicaris.

Outros públicos

O Instituto Butantan pretende ampliar a faixa etária de vacinação tanto para o público pediátrico quanto para aqueles acima de 60 anos. Para isso, já recebeu aprovação da Anvisa para avaliar a vacina da dengue na população de 60 a 79 anos. Se os resultados da pesquisa forem satisfatórios, será possível solicitar à agência reguladora a inclusão desse grupo nas recomendações do imunizante. Além disso, mais dados deverão ser coletados para avaliar a possível inclusão das crianças de 2 a 11 anos nas recomendações da vacina. Os estudos clínicos realizados já comprovaram que a vacina é segura nesta faixa etária.

 

GOverno de SP

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que, nesta terça-feira (25/11), os veículos equipados com mamógrafos, conhecidos como “Mama Móvel”, estarão nos bairros Cruzeiro do Sul e São Carlos VIII para a realização gratuita de exames de mamografia.

A faixa etária recomendada para o exame é de 40 a 74 anos. Mulheres abaixo dessa idade devem comprovar histórico familiar de câncer de mama, conforme prevê a legislação vigente.
O serviço teve início nesta segunda-feira (24/11), atendendo usuárias do SUS em Água Vermelha, na Vila Isabel (região da CDHU) e no Botafogo, onde os veículos foram posicionados ao lado das unidades de saúde. Em Água Vermelha foram disponibilizados 70 exames; na Vila Isabel e no Botafogo, 30 em cada local.

A contratação do serviço foi viabilizada por meio de emenda parlamentar da vereadora Cidinha do Oncológico, no valor de R$ 60 mil. Ao todo, 440 mamografias deverão ser realizadas até o dia 27 de novembro.

O secretário municipal de Saúde, Leandro Pilha, acompanhou o início dos atendimentos na Unidade de Saúde da Família (USF) de Água Vermelha e destacou que as unidades estão avisando e agendando as pacientes que têm indicação para o exame. “Também estamos trabalhando com a demanda espontânea. Basta procurar uma UBS ou USF, solicitar a guia e fazer o agendamento. Dependendo do caso, a mamografia pode ser realizada no mesmo dia”, afirmou. Ele lembrou ainda que, se o resultado apresentar alterações, a paciente será encaminhada ao serviço de referência do SUS para diagnóstico complementar ou início do tratamento.

Os resultados das mamografias realizadas no Mama Móvel serão entregues em até 20 dias, diretamente na unidade onde o veículo esteve estacionado ou na unidade de referência mais próxima.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que pacientes que já possuem exames agendados no Hospital Universitário, AME ou Santa Casa devem manter seus compromissos.

Confira a programação do Mama Móvel até 27 de novembro:

UNIDADE MÓVEL 01

DIA 25/11- UBS CRUZEIRO DO SUL
Horário dos exames: 8h às 15h
Previsão: realização de 70 exames (10 por hora)

DIA 26/11 - UBS ARACY 
Horário dos exames: 8h às 15h
Previsão: realização de 70 exames (10 por hora)

UNIDADE MÓVEL 02

25/11 - USF SÃO CARLOS 8
Horário dos exames: 8h às 10h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora)
 
25/11 - UBS SÃO JOSÉ
Horário dos exames: 13h às 15h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora)

26/11- USF SANTA ANGELINA/USF ARNON DE MELO
Horário dos exames: 8h às 10h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora)

26/11- USF ROMEU TORTORELLI
Horário dos exames: 13h às 15h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora)

27/11- USF ANTENOR GARCIA
Horário dos exames: 8h às 10h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora)

27/11- USF ZAVAGLIA
Horário dos exames: 13h às 15h
Previsão: realização de 30 exames (10 por hora).

SÃO CARLOS/SP - Depois de enfrentar um dos períodos mais críticos da dengue em sua história recente, São Carlos começa a perceber uma trégua. O novo boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (24) mostra que os casos positivos vêm caindo de forma consistente ao longo das últimas três semanas — um sinal de que as ações intensificadas no território começam a surtir efeito.

De setembro a novembro, o município registrou 94 casos positivos, número bem inferior aos 184 contabilizados no período anterior. A redução ocorre após meses de transmissão acelerada: entre março e maio, a cidade viveu o pico da epidemia, concentrando 17.809 dos 20.233 casos positivos de 2025, além de 22 das 23 mortes confirmadas até agora.

Ao todo, 29.711 suspeitas de dengue foram notificadas neste ano, das quais 9.458 foram descartadas. O boletim atualizado também retoma um caso fatal ocorrido em junho, mas confirmado apenas agora: um idoso de 81 anos, morador do Boa Vista, com comorbidades. O município ainda investiga um óbito e já descartou 26 mortes suspeitas.

Outras arboviroses também foram monitoradas ao longo do ano. Chikungunya teve 609 notificações e 5 confirmações, enquanto os 542 casos suspeitos de Zika foram totalmente descartados. A cidade ainda registrou três notificações de Febre Amarela, sendo duas negativas e um óbito confirmado.

Embora o cenário atual seja mais favorável, as equipes de saúde alertam que o período chuvoso exige atenção redobrada. O combate ao Aedes aegypti — vetor comum das quatro doenças — continua sendo fundamental para impedir que novos surtos coloquem a cidade novamente em alerta.

SÃO CARLOS/SP - A Santa Casa de São Carlos realizou, nesta sexta-feira (21), a 11ª captação de órgãos de 2025. O número já supera o registrado no ano passado, quando foram feitas 10 captações. A doação foi autorizada pela família após a confirmação de morte encefálica causada por Acidente Vascular Cerebral (AVC) em uma paciente de 42 anos.

A ação foi conduzida pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) e resultou na captação de córneas, rins e ossos em um trabalho conjunto entre a equipe da Santa Casa e profissionais do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

O coordenador de Enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e membro da CIHDOTT, Tiago Clezer, explicou que orientar a família com clareza é essencial.
“Conversar sobre cada etapa, com calma e transparência, faz diferença nesses momentos”, afirmou.

Dados do Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, desta sexta-feira (21), indicam que mais de 47,9 mil pessoas aguardam por um transplante no país. Segundo Tiago Clezer, quem deseja ser doador deve informar a família em vida, para que a vontade seja respeitada.

O provedor da Santa Casa, Antonio Valério Morillas Junior, agradeceu à família pela autorização.
“A Santa Casa realiza esse trabalho com muita seriedade, respeito e responsabilidade. Agradecemos à família pela confiança e por esse gesto de generosidade, que representa esperança para quem aguarda por um transplante”, afirmou.

SÃO PAULO/SP - Quase uma em cada três mulheres – cerca de 840 milhões em todo o mundo – já sofreu algum episódio de violência doméstica ou sexual ao longo da vida. O dado, divulgado na quarta-feira (19) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), praticamente não mudou desde o ano 2000.

Apenas nos últimos 12 meses, 316 milhões de mulheres – 11% delas com 15 anos ou mais – foram vítimas de violência física ou sexual praticada pelo parceiro. “O progresso na redução da violência por parceiro íntimo tem sido dolorosamente lento, com uma queda anual de apenas 0,2% nas últimas duas décadas”, destacou a OMS.

Pela primeira vez, o relatório inclui estimativas nacionais e regionais de violência sexual praticada por alguém que não seja o parceiro. É o caso de 263 milhões de mulheres com 15 anos ou mais. “Um número que, segundo especialistas, é significativamente subnotificado devido ao estigma e ao medo”, alertou a OMS.

“A violência contra mulheres é uma das injustiças mais antigas e disseminadas da humanidade e, ainda assim, uma das menos combatidas”, avaliou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“Nenhuma sociedade pode se considerar justa, segura ou saudável enquanto metade de sua população vive com medo”, completou, ao citar que acabar com a violência sexual contra mulheres não é apenas uma questão política, mas de dignidade, igualdade e direitos humanos.

“Por trás de cada estatística, há uma mulher ou menina cuja vida foi alterada para sempre. Empoderar mulheres e meninas não é opcional, é um pré-requisito para a paz, o desenvolvimento e a saúde. Um mundo mais seguro para as mulheres é um mundo melhor para todos”, concluiu Tedros.

Riscos

A OMS alerta que mulheres vítimas de violência enfrentam gestações indesejadas, maior risco de contrair infecções sexualmente transmissíveis e depressão. “Os serviços de saúde sexual e reprodutiva são um importante ponto de entrada para que as sobreviventes recebam o atendimento de alta qualidade de que precisam”.

O relatório destaca ainda que a violência contra mulheres começa cedo, e os riscos persistem ao longo da vida. Ao longo dos últimos 12 meses, 12,5 milhões de adolescentes com idade entre 15 e 19 anos (16% do total) sofreram violência física e/ou sexual praticada pelo parceiro.

“Embora a violência ocorra em todos os países, mulheres em países menos desenvolvidos, afetados por conflitos e vulneráveis ​​às mudanças climáticas são afetadas de forma desproporcional”, ressaltou a OMS.

A Oceania, por exemplo, com exceção da Austrália e da Nova Zelândia, registrou uma taxa de prevalência de 38% de violência praticada por parceiro ao longo do último ano – mais de três vezes a média global, de 11%.

Apelo à ação

Segundo o relatório, mais países coletam dados para fundamentar políticas públicas de combate à violência contra a mulher, mas ainda existem lacunas significativas – sobretudo em relação à violência sexual praticada por pessoas que não são parceiros íntimos, e a grupos marginalizados como mulheres indígenas, migrantes e com deficiência.

Para acelerar o progresso global e gerar mudanças significativas na vida de mulheres e meninas afetadas pela violência, o documento apela para ações governamentais decisivas e financiamento com o objetivo de:

  • Ampliar programas de prevenção baseados em evidências;
  • Fortalecer serviços de saúde, jurídicos e sociais centrados nas sobreviventes;
  • Investir em sistemas de dados para monitorar o progresso e alcançar grupos mais vulneráveis;
  • Garantir a aplicação de leis e políticas que empoderem mulheres e meninas.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Cobertura vacinal em São Carlos está abaixo da meta e Vigilância em Saúde reforça importância da imunização

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde emitiu um alerta para o reforço das medidas de prevenção contra a COVID-19, após registrar crescimento de casos nas últimas semanas de outubro. No período, foram confirmados 229 casos positivos e um óbito, de uma mulher de 82 anos com comorbidades.

Segundo o Departamento de Vigilância em Saúde, as oscilações de temperatura, o aumento da permanência em ambientes fechados, a redução da imunidade ao longo do tempo e o surgimento de novas variantes favorecem a transmissão do vírus, mesmo entre pessoas já imunizadas. A recomendação é que todos os grupos elegíveis mantenham seu esquema vacinal atualizado, conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

A Secretaria reforça que as vacinas disponíveis são eficazes contra as variantes em circulação e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. No entanto, a cobertura vacinal do município está abaixo da meta de 90% estipulada pelo Ministério da Saúde. Entre crianças de 5 anos, apenas 30,8% completaram as três doses recomendadas; no público acima de 12 anos, o índice é de 29,47%.

O esquema vacinal recomendado é o seguinte: 
- Crianças de 6 meses a menores de 5 anos, esquema de três doses da Pfizer (Comirnaty), com intervalo de quatro semanas entre a 1ª e 2ª doses e oito semanas entre a 2ª e 3ª;
- Idosos: uma dose a cada seis meses.
- Gestantes: uma dose por gestação, em qualquer período.
- Vacinação para grupos especiais (a partir de 5 anos): recebem uma dose anual pessoas em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, puérperas, trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência permanente ou comorbidades, pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional, trabalhadores dos Correios, adolescentes e jovens em medidas socioeducativas, pessoas em situação de rua, imunocomprometidos. Para imunocomprometidos, o esquema primário é de três doses (intervalos de 4 e 8 semanas) e a vacinação periódica é de uma dose a cada seis meses. População geral de 5 a 59 anos sem vacinação prévia, recebe dose única.

Denise Martins Gomide, diretora de Vigilância em Saúde, orienta para que pessoas com sintomas de síndrome gripal procurem as unidades de saúde para realização do teste rápido e avaliação clínica. “A síndrome gripal pode incluir febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza e alterações no olfato ou paladar e as principais medidas de prevenção envolvem vacinação em dia, higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, evitar tocar o rosto com as mãos sujas, etiqueta respiratória ao tossir ou espirrar, evitar contato próximo com pessoas doentes, permanecer em casa em caso de sintomas, uso de máscaras, principalmente em situações de tosse, coriza ou em locais fechados”, orienta a diretora.

“A saúde pública é um esforço coletivo. Contamos com a colaboração da população para reduzir a circulação do vírus e proteger especialmente os mais vulneráveis. Vacinar-se é um ato de responsabilidade individual e de cuidado com toda a comunidade. Seguimos trabalhando, monitorando os dados e ampliando ações de prevenção, mas a participação de cada cidadão faz toda a diferença neste momento”, ressalta Leandro Pilha, secretário de Saúde.

A vacina contra a COVID-19 está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.

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