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BRASÍLIA/DF - O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou para 16 de fevereiro o prazo de adesão de postos interessados em aplicar as provas da primeira edição de 2026 do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras).

O Celpe-Bras é o exame brasileiro oficial para certificar proficiência em português como língua estrangeira. A prova avalia a competência e o desempenho do falante no uso da língua, com um exame gramatical e observação da comunicação de forma eficaz.

A solicitação de adesão ao Celpe-Bras 2026/1 deve ser realizada no Sistema Celpe-Bras pelos postos interessados.

São exemplos destes locais: instituições de educação superior, representações diplomáticas, missões consulares, centros e institutos culturais, bem como outras instituições interessadas na promoção e na difusão da língua portuguesa.

Na primeira edição do ano passado, o exame foi realizado em 33 países, distribuído em 46 postos no Brasil e 64 no exterior.

 

Aplicação

A parte escrita da prova do Celpe-Bras deve ser realizada em até três horas e é composta por quatro tarefas de produção textual que abrangem mais de um componente ou habilidade de uso da língua portuguesa.

Já a parte oral consiste em uma interação presencial, face a face, entre o participante, o avaliador-interlocutor e o avaliador-observador, com duração de 20 minutos.

A proficiência é avaliada a partir do desempenho do participante nas duas partes.

Celpe-Bras

O Celpe-Bras é aceito em universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação e, também, por empresas brasileiras. O exame ainda é admitido em processos de validação de diplomas de profissionais estrangeiros que pretendem trabalhar no país.

O prazo de validade do exame e o nível de fluência na língua portuguesa exigido para determinada função são determinados pelas instituições que o exigem. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação deu início, nesta terça-feira (03/02), ao Projeto Férias, que acontece até o dia10 de fevereiro em 53 escolas da Rede Municipal de São Carlos. A iniciativa reúne cerca de 1.600 alunos dos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) e aproximadamente 230 estudantes das Escolas Municipais de Ensino Básico (EMEBs).

O projeto tem como eixo principal a ludicidade, oferecendo oficinas culturais, jogos, brincadeiras, rodas de conversa e atividades alinhadas à Base Nacional Comum Curricular. A proposta é garantir acolhimento às crianças e jovens durante o período de recesso escolar, proporcionando momentos de aprendizado e lazer.

O secretário de Educação, Lucas Leão, destacou a importância da ação para as famílias da cidade. “O Projeto Férias é um acolhimento fundamental, principalmente para os pais que precisam trabalhar e não têm com quem deixar os filhos. Nossa preocupação é oferecer um espaço seguro, com atividades educativas e recreativas, garantindo tranquilidade às famílias e bem-estar às crianças”, afirmou.

As aulas da Rede Municipal de Educação estão previstas para começar no dia 12 de fevereiro, e as equipes seguem realizando manutenções nas unidades escolares para receber os alunos com segurança e qualidade.

SÃO CARLOS/SP - A Capes divulgou o resultado preliminar do Edital nº 13/2025 do Programa Redes para Internacionalização Institucional - Capes Global.edu. Entre as propostas recomendadas está a Rede Sinapse - Saberes e Territórios Interconectados para a Internacionalização Sustentável da Pós-Graduação, coordenada pela UFSCar. Ao todo, o edital contemplou 23 projetos, organizados em redes compostas por uma instituição coordenadora e universidades associadas, distribuídas em diferentes regiões do país e estruturadas em torno de temas estratégicos.

A Rede Sinapse reúne seis instituições públicas de ensino superior localizadas em quatro regiões brasileiras (Norte, Nordeste, Sul e Sudeste). Além da UFSCar, integram a Rede a Universidade Federal do Cariri (UFCA), a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA).

"A recomendação da Rede Sinapse no Edital Capes Global é um marco para a UFSCar. Após o sucesso do Programa Capes-PrInt, quando demos passos importantes na internacionalização de nossa pós-graduação, viemos propor uma rede de instituições nacionais para uma atuação articulada em nível internacional. E, nesta direção, assumimos a coordenação de esforços voltados à pesquisa e formação em níveis internacionais, bem como a partilha de experiências com instituições parceiras que se identificam com a trajetória da UFSCar e de seus programas de pós-graduação", destaca Rodrigo Constante Martins, Pró-Reitor de Pós-Graduação da UFSCar.

"A composição da Rede expressa o compromisso com a diversidade territorial, a densidade científica e a equidade na internacionalização da pós-graduação, ao articular instituições situadas majoritariamente em territórios interioranos ou não metropolitanos e conectá-las a redes globais de produção de conhecimento. E estas redes contemplam o Norte e o Sul globais", complementa o Pró-Reitor. 

A proposta da Rede Sinapse está estruturada em três temas estratégicos: Inovação, desenvolvimento e soberania tecnológica, com foco em cidades inteligentes, energias limpas e materiais estratégicos; Saúde, Tecnologia e Meio ambiente, voltada a soluções inovadoras para a reabilitação física e mental em contextos globais; e Educação inclusiva e cidadania global, dedicada a desafios e estratégias para a justiça social e ambiental. Todos os temas contam com programas de pós-graduação de excelência internacional da UFSCar. Ao todo, estão envolvidos na iniciativa 77 programas de pós-graduação. As instituições participantes atuarão de forma complementar nos três eixos, combinando densidade científica consolidada e inserção estratégica em contextos sociais e ambientais diversos.

"A coordenação de uma rede nacional no Capes Global.edu coloca a UFSCar em uma posição estratégica na articulação de parcerias, agendas de pesquisa e ações de internacionalização da pós-graduação. Esse resultado reconhece a capacidade institucional da Universidade de liderar projetos cooperativos de grande porte, com diversidade regional e temática, e amplia as condições para consolidar conexões internacionais de forma estruturada e sustentável", reforça Ana Beatriz de Oliveira, Reitora da UFSCar.

Dados detalhados sobre a Rede Sinapse estão disponíveis no site da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (ProPG) da UFSCar, em https://www.propg.ufscar.br/pt-br/capes-global.edu.

Sobre o Capes Global.edu
O Capes Global.edu é um programa voltado à formação de redes temáticas de cooperação acadêmico-científica entre instituições brasileiras, com o objetivo de fortalecer a internacionalização da pós-graduação. A iniciativa busca integrar instituições com diferentes níveis de internacionalização, promovendo a colaboração científica entre universidades brasileiras e parceiras internacionais. 

O programa prevê investimento de R$ 350 milhões por ano, com apoio a bolsas no Brasil e no exterior, missões de trabalho internacionais, participação em eventos científicos e ações institucionais de cooperação acadêmica. O resultado divulgado é preliminar e está sujeito a recursos, conforme cronograma estabelecido pela Capes. A divulgação do resultado final está prevista pela Capes para a partir de 27 de fevereiro, com início das atividades estimado para o mesmo ano, com duração de até cinco anos. 

Mais informações podem ser obtidas no site da Capes.

SÃO PAULO/SP - Arte, cultura, cidadania e desenvolvimento humano. O GURI é o programa de educação musical da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura, que engloba tudo isso. Em 30 anos de história, já transformou a vida de mais de 1 milhão de crianças, adolescentes e jovens em todo o estado. Muitas famílias e comunidades também foram beneficiadas.

A partir de 9 de fevereiro, estão abertas as matrículas 2026. Ao todo, são mais de 120 mil vagas para os cursos gratuitos de música, distribuídas nos 634 polos de ensino espalhados pela capital, região metropolitana, interior e litoral do estado. Um crescimento de 20% comparado com o ano passado e de 59% em relação à 2022, quando eram 398 polos. Em quatro anos, o GURI aumentou em 74% o número de vagas.

O GURI é a porta de entrada para quem quer aprender a cantar e tocar um instrumento, e quem está interessado em iniciar os estudos, a hora é agora. Não exige ter conhecimento musical prévio e nem o instrumento em casa. No GURI, os alunos têm todo o suporte em sala de aula. E o que é melhor, não paga nada para se matricular e nem para estudar. É tudo gratuito.

As aulas já começam em fevereiro, mas as inscrições podem ser feitas até 13 de março. Basta comparecer a um polo de ensino com os documentos pessoais do estudante e do responsável (confira a lista abaixo), escolher o curso e se matricular.

“O GURI é uma grande potência de transformação. Essas 120 mil novas vagas refletem o quanto essa política pública é fundamental e gera impacto para toda a população do estado de São Paulo. Cultura, educação e desenvolvimento humano caminhando juntos, por meio do GURI ”, destaca Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

De acordo com Paulo Zuben, Diretor Artístico-Pedagógico da Santa Marcelina Cultura, o GURI tem por missão formar pessoas para a vida e a sociedade, por meio da educação musical. “No GURI, os estudantes desenvolvem outras habilidades que vão muito além das necessidades do fazer musical. Seja nas aulas de canto ou instrumento, a metodologia de ensino coletivo potencializa nos jovens o trabalho em grupo. O fazer em conjunto. Desenvolve a escuta. O GURI é uma oportunidade não só de aprender música, mas também de melhorar de vida”, comenta.

Para executar suas atividades, o GURI conta com o apoio e a parceria de empresas e pessoas que acreditam no poder transformador da arte e da cultura.

 

Ampliação

A reestruturação estratégica da rede de polos abertos proporcionará, a partir deste ano, educação musical a mais jovens de todas as regiões do Estado. A nova organização dos polos em quatro modalidades, denominados Harmonia, Polifonia, Acordes e Melodia, visa aprimorar o atendimento e oferecer uma experiência artística completa aos estudantes.

 

InscriçãoPara realizar a matrícula é necessário comparecer ao polo de ensino do GURI que deseja estudar, na companhia de um responsável, e apresentar a certidão de nascimento ou RG (original e cópia) do aluno, da aluna; um comprovante de matrícula escolar ou declaração de frequência escolar; e uma foto 3x4 recente. O responsável também deve apresentar o RG (original e cópia) e um comprovante de endereço para consulta.

 

Quem pode participar

Crianças a partir dos 6 anos de idade já podem se matricular. Para estudar no GURI, não é necessário ter conhecimento musical e nem ter o instrumento em casa. O GURI oferece cursos regulares de iniciação musical (de 6 a 9 anos) e curso sequencial (10 a 18 anos), que ensina a cantar ou a tocar um instrumento de forma fundamentada e consistente. Nesta modalidade, as alunas e os alunos podem optar por uma dentre as diversas opções de instrumento, a depender da oferta de cada polo de ensino.

 

Cursos

São diversas disciplinas musicais oferecidas e as opções variam de acordo com cada polo de ensino. Em instrumentos, há cursos de violão, bateria, guitarra, contrabaixo elétrico, acordeão, cavaquinho, bandolim, viola caipira, violão de 7 cordas e muito mais, como piano, teclado e percussão. Há também cursos dos instrumentos que compõem uma orquestra, como violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta doce, flauta transversal, clarinete, saxofone, oboé, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio, percussão e por aí vai. A lista é extensa. Além das tradicionais aulas de instrumento, o GURI também oferece aulas de canto coral e teoria musical, além da organização das práticas de conjunto de acordo com cada tipo de instrumento.

SÃO PAULO/SP - Os 3,1 milhões de estudantes das mais de 5.000 unidades estaduais de São Paulo retornam às salas de aula nesta segunda-feira (2). Para o ano letivo de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) organizou uma série de mudanças e ajustes com foco na melhoria da aprendizagem dos alunos, incluindo expansão de vagas do Ensino Médio Técnico, início das atividades das escolas cívico-militares e ampliação do projeto de tutoria e recomposição de aprendizagem a classes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

“Começamos mais um ano letivo com a continuidade de projetos exitosos da pasta como os programas Provão Paulista, Prontos pro Mundo e Alfabetiza Juntos SP. Ao mesmo tempo, planejamos ajustes e novidades que devem impactar positivamente no aprendizado e no avanço dos índices educacionais de nossos estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio”, afirma o secretário da Educação de São Paulo, Renato Feder.

Confira algumas das iniciativas:

Ensino Médio Técnico: mais vagas e mais estágios

Neste ano, a soma de alunos na educação profissional chegará a 231 mil matrículas em 2.212 escolas em todo o Estado — em 2023, eram 35 mil vagas. Outra novidade é a ampliação do número de cursos. A partir de agora, são 11 opções: os novos eletrônica e meio ambiente, além de administração, agronegócio, ciência de dados, desenvolvimento de sistemas, enfermagem, farmácia, hospedagem, logística e vendas. Há ainda outras 60 formações ofertadas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-SP).

Em São Paulo, estudantes matriculados na 2ª e 3ª série do itinerário formativo técnico do Ensino Médio também participam do Programa BEEM (Bolsa Estágio Ensino Médio). A Seduc-SP fechou o ano de 2025 com 10 mil estudantes contratados por empresas parceiras. Os estagiários recebem bolsas mensais de até R$ 851,46, de acordo com o curso. A expectativa é que sejam abertas mais 30 mil oportunidades até o segundo semestre.

100 unidades do programa Escola Cívico-Militar (ECM)

Após três rodadas de consulta pública com toda comunidade escolar (estudantes, responsáveis, diretores, professores e funcionários), 100 unidades dão início ao modelo Escola Cívico-Militar (ECM). As escolas do programa ofertam vagas no Ensino Fundamental e Médio e estão distribuídas em 89 municípios.

As unidades selecionadas seguirão as diretrizes do Currículo Paulista e a gestão escolar terá apoio de monitores e monitores-chefes na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.

Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo.

Tutoria e recomposição de aprendizagem

Para recompor a aprendizagem em língua portuguesa e matemática, a Seduc-SP vai expandir o programa de tutoria para alunos do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental. Enquanto para as classes dos anos iniciais (1º ao 5º ano) o foco é o apoio à alfabetização e ao letramento matemático, nos anos finais a atenção é para estudantes com alta defasagem nas duas disciplinas — componentes estruturantes da educação básica. Do 6º ao 9º ano, o número de escolas participantes vai aumentar de 2.800 para 3.400 em toda rede.

São selecionados para o projeto docentes tutores com experiência em alfabetização e letramento. Em colaboração com os professores regentes de turma, serão definidos os estudantes que participarão das aulas após resultados no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), Prova Paulista e avaliações de sondagem. A proposta é identificar dificuldades específicas e níveis de aprendizagem em cada uma das duas disciplinas. As aulas com tutores são ofertadas no mesmo turno em que o estudante está matriculado.

Para o Ensino Médio, professores de orientação de estudos (língua portuguesa e matemática) têm o apoio de estagiários do programa Aluno Monitor do BEEM. Em 2025, mais de sete mil estudantes da 3ª série foram selecionados e atuaram como monitores dos próprios colegas de turma com dificuldades nas disciplinas. Os candidatos devem ter registrado, obrigatoriamente, frequência escolar superior a 85% no último ano letivo. Para a classificação geral são consideradas as notas do Saresp e o desempenho na entrevista com a banca examinadora da escola. Neste ano, alunos da 1ª à 3ª série podem concorrer a uma vaga. A seleção para 2026 está prevista para começar no dia 9 de fevereiro.

Alfabetiza Juntos: próximos da meta

A rede estadual de São Paulo dá início ao novo ano letivo mais próxima de alcançar a meta de 90% dos estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental alfabetizados aos sete anos de idade. A última edição da Avaliação de Fluência Leitora, aplicada no fim de 2025 e divulgada em janeiro, mostra que 76% dos participantes — estudantes das escolas estaduais e das 645 prefeituras paulistas — têm leitura adequada (fluentes e iniciantes) para a idade.

Na comparação com o primeiro ano da iniciativa, em 2023, as redes públicas avançaram em 50% a quantidade de crianças leitoras. Na época eram 220 mil nos melhores níveis de aprendizado, enquanto agora são 330,5 mil considerados alunos leitores. Por outro lado, no mesmo período, o número de estudantes nos níveis mais críticos de pré-leitura caiu de 26% para 7%.

A Avaliação da Fluência Leitora faz parte do Alfabetiza Juntos, programa do governo de São Paulo em colaboração com os municípios paulistas. Em 2025, de maneira inédita, estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental de todas as 645 cidades participaram das provas, uma no primeiro bimestre e outra ao fim do quarto bimestre. Além dos testes de mensuração do nível de leitura e das provas do Saresp, o Alfabetiza inclui um conjunto de ações de apoio para o cumprimento das metas de alfabetização, como material didático, acesso à plataforma Elefante Letrado e Matific e formação de professores.

Equipe gestora ampliada

A partir deste ano, as escolas da rede estadual de São Paulo passarão a ter o número de gestores diretamente vinculado ao total de alunos atendidos. Quanto maior o porte da unidade, maior será o quadro de direção e coordenação pedagógica. Com a mudança, escolas com até 200 estudantes terão a garantia de um quadro composto por, no mínimo, um diretor, um coordenador pedagógico (CGP) e um gerente de organização escolar (GOE).

Na faixa entre 201 e 500 alunos, a pasta prevê o reforço da equipe com um vice-diretor. A partir de 501 matrículas, o número de gestores cresce progressivamente. Outra mudança é em relação ao número de agentes de organização escolar (AOE). Todas as escolas terão, no mínimo, dois AOEs.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação está concluindo os preparativos nas 62 escolas da rede municipal para o início do ano letivo, marcado para o dia 12 de fevereiro. As unidades estão recebendo serviços de limpeza geral, troca de extintores, capinação dos pátios e áreas do entorno, dedetização, substituição da areia dos playgrounds e manutenção estrutural.

Entre as ações realizadas, sete escolas tiveram as caixas d’água substituídas, além de reparos em telhados — com troca total da estrutura e das telhas quando necessário. Também estão sendo executados pequenos reparos em diversas unidades, como substituição de pisos, reforma de sanitários, troca de portas, sifões, torneiras e vasos sanitários, além de pintura interna e externa.

A Secretaria realiza uma operação de vistoria completa nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), com o objetivo de garantir um início de aulas tranquilo para cerca de 1.300 professores e mais de 16 mil alunos da rede.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, os trabalhos ocorrem simultaneamente em várias frentes. “Na área de dedetização, todas as unidades já foram atendidas, assim como a troca da areia dos playgrounds. Também concluímos a substituição das caixas-d’água de amianto em sete escolas que ainda utilizavam esse tipo de reservatório”, explicou.

Segundo o secretário, as melhorias estruturais fazem parte de um planejamento contínuo. “Finalizamos recentemente as obras nos telhados das escolas Amélia Botta e Ruth Bloem Souto. As intervenções já começaram na escola Bento Prado e, na sequência, seguirão para a escola Renato Jensen”, destacou.

Lucas Leão também informou que as obras na escola Ulysses Picolo estão em fase final. “Além da substituição das caixas-d’água de amianto, estamos realizando a limpeza de todos os reservatórios das unidades escolares, garantindo mais segurança e qualidade para alunos e profissionais da educação”, concluiu.

As aulas na rede municipal de ensino de São Carlos terão início no próximo dia 12 de fevereiro.

SÃO CARLOS/SP - O resultado da Avaliação de Fluência Leitora divulgado pelo Governo do Estado de São Paulo no dia 21 de janeiro trouxe boas notícias para a Rede Municipal de Educação de São Carlos. Os dados mostram que os estudantes avançaram de forma significativa no processo de alfabetização em 2025.

Na avaliação diagnóstica de entrada, o índice de fluência leitora era de 4,5, com 41% dos alunos identificados como leitores. Ao final do período, o índice subiu para 6,6, alcançando 77% dos estudantes. No total, 1.142 crianças foram avaliadas, o que corresponde a uma taxa de participação de 97,4%.

O secretário municipal de Educação, Lucas Leão, destacou que os números revelam o esforço coletivo das escolas e da gestão. “Quando começamos o ano com apenas 41% dos alunos leitores, sabíamos que o desafio era grande. Encerrar o ciclo com 77% mostra que as estratégias adotadas deram resultado e que estamos no caminho certo para garantir a alfabetização plena na idade adequada”, afirmou.

Entre as medidas que contribuíram para o avanço, estão a doação de 125 aparelhos celulares às unidades escolares, fruto de parceria com a Receita Federal, que ampliou a eficiência no diagnóstico e na aplicação da avaliação. Também houve a contratação de nove professores temporários para reforçar o trabalho em regiões específicas, além da formação continuada dos docentes em programas como o Alfabetiza Juntos SP.

Lucas Leão ressaltou que o compromisso da rede é permanente. “Os resultados são motivo de orgulho, mas também de responsabilidade. Precisamos manter o foco e continuar investindo em práticas que garantam que nenhuma criança fique para trás”, disse.

O prefeito Netto Donato também comentou os resultados e ressaltou o impacto para o futuro da cidade. “A alfabetização é a base de tudo. Ver que nossas crianças estão avançando na leitura é motivo de orgulho e mostra que São Carlos está investindo no que realmente importa: a educação. Esse é um compromisso que vamos manter e ampliar”, afirmou.

Destaque nacional em educação étnico-racial, município reafirma compromisso com políticas públicas inclusivas e respeito aos direitos humanos


ARARAQUARA/SP - A Secretaria Municipal da Educação de Araraquara deu início à execução dos Protocolos Antibullying e Antirracista na rede municipal de ensino. Os protocolos integram o Projeto Político-Pedagógico da secretaria e colaboram com a estruturação de uma política pública unificada de proteção, cuidado e enfrentamento das violências no ambiente escolar. Os documentos estabelecem diretrizes de orientação e intervenção articuladas, visando oferecer suporte à rede, à comunidade estudantil e às famílias. As ações de prevenção, identificação, acolhimento, encaminhamento e acompanhamento de situações de bullying, cyberbullying, racismo e outras violências reafirmam o compromisso institucional com a promoção da equidade e a garantia de direitos.

Os protocolos têm em comum a proposta de atuação baseada na escuta qualificada, no sigilo, no respeito e na proteção das vítimas, evitando revitimização, exposição indevida ou negligência. Em vez de abordagens punitivas, o eixo central dos documentos está na prevenção permanente, por meio da formação continuada de profissionais da educação, de ações pedagógicas e campanhas educativas, do registro das ocorrências, do exercício de valores como respeito, empatia, equidade e justiça social e do fortalecimento da cultura de paz e da convivência ética. "No caso do racismo, a prevenção se materializa especialmente pela Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER); no caso do bullying, pelo desenvolvimento de habilidades socioemocionais e práticas restaurativas", explicam as Profas. Dras. Tatiane Pereira de Souza e Thaís Angeli, Coordenadora Técnica de Programas Educacionais Étnico-Raciais e Assessora de Políticas Educacionais da Secretaria da Educação, respectivamente. 

A violência escolar compreendida como um problema coletivo exige respostas intersetoriais, baseadas na gestão democrática, no protagonismo estudantil, no envolvimento das famílias e na articulação com a rede de proteção (saúde, assistência social, Conselho Tutelar e Ministério Público). "Araraquara não tolera nenhuma forma de violência, discriminação ou preconceito em suas escolas. Mais do que normativas, os protocolos representam um compromisso ético, pedagógico e político com a formação integral dos estudantes, a valorização da diversidade e a construção cotidiana de uma educação pública baseada no cuidado, na justiça e no respeito", afirma Fernando Diana, secretário municipal da Educação.

Os instrumentos se ancoram na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e em legislações nacionais recentes, reforçando que toda forma de violência, discriminação e preconceito viola direitos fundamentais e demanda atuação imediata do poder público. Tais desafios impulsionaram a criação de procedimentos, fluxos e mecanismos eficazes para o enfrentamento e o adequado tratamento das ocorrências na rede pública de ensino.

BRASÍLIA/DF - As inscrições gratuitas para a seleção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) estarão abertas de 3 a 6 de fevereiro, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do Fies.

Nesta edição, o Ministério da Educação (MEC) ofertará mais de 112 mil vagas para financiamento da educação superior em instituições particulares em todo o ano de 2026.

Para o primeiro semestre, o MEC disponibilizará 67.301 vagas. Já para o segundo semestre, serão 44.867 vagas.

Informações sobre o processo seletivo estão no edital do primeiro semestre do Fies, publicado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (22).

Entre as regras de seleção, os inscritos devem ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010, ter obtido média aritmética das notas nas cinco provas do exame igual ou superior a 450 pontos e não ter zerado a prova de redação. Ainda é necessário ter renda bruta familiar mensal por pessoa de até três salários mínimos (R$ 4.863).

 

Classificação

A classificação no processo seletivo do Fies será de acordo com a ordem decrescente das notas obtidas pelos candidatos no Enem, por tipo de vaga, grupo de preferência e modalidade de concorrência. E respeitará a seguinte ordem de prioridade:

  •      candidatos que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil;
  •      candidatos que não tenham concluído o ensino superior, tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado;
  •      candidatos que já tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil;
  •      candidatos que já tenham concluído o ensino superior, tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil e o tenham quitado.

Resultado

O Fies tem chamada única e lista de espera. O resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado em 19 de fevereiro.

O candidato será pré-selecionado em apenas uma de suas opções de curso.

Os estudantes pré-selecionados deverão acessar o Fies Seleção para complementar sua inscrição entre os dias 20 e 24 de fevereiro.

Fies

O Fies é o programa federal que concede financiamento a estudantes de baixa renda de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas. Anualmente, o programa gerido pelo MEC tem dois processos seletivos regulares, um por semestre letivo. E também processos seletivos para vagas remanescentes, que ocorrem após os processos regulares, com o objetivo de preencher vagas eventualmente não ocupadas.

Outras informações podem ser acessadas no site do MEC.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), cuja gestão é realizada pela ACORDE, iniciará, a partir do mês de fevereiro, turmas de alfabetização de adultos na Fazenda Pinhal, em São Carlos.

A iniciativa atenderá inicialmente funcionários da fazenda e também estará aberta a moradores de áreas rurais próximas que desejem aprender a ler e escrever ou retomar os estudos.

Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Educação ou a coordenação da Fazenda Pinhal para obter informações e realizar a inscrição.

De acordo com a chefe da Seção da Educação de Jovens e Adultos (EJA), professora doutora Maria Alice Zacharias, a oferta da alfabetização em territórios rurais é fundamental para garantir o direito à educação ao longo da vida. “Essa ação amplia o acesso à alfabetização e fortalece o vínculo com a EJA formal, assegurando a continuidade dos estudos para jovens, adultos e idosos”, destacou.

Para o secretário municipal de Educação, Lucas Leão, as parcerias são estratégicas para ampliar o atendimento na Educação de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas. “São Carlos segue avançando com ações que asseguram o acesso à EJA. Essa iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento e o aumento futuro das matrículas da Escola Municipal de Educação de Jovens e Adultos Austero Majerona”, afirmou.

A ação integra a Política Municipal de Alfabetização de Pessoas Jovens, Adultas e Idosas e está articulada à continuidade dos estudos na EMEJA Austero Majerona. Por meio da união entre poder público, educação popular e instituições locais, o município segue ampliando o acesso à escolarização em diferentes territórios, reafirmando o compromisso com o direito à educação de qualidade para todos, ao longo da vida.

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