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Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade Sexual lança livro sobre atividades que se configuram como espaço para discussões acadêmicas e lutas políticas

 

SÃO CARLOS/SP - "Eu não posso respirar." A frase dita por Eric Garner, em 2014, e George Floyd, em 2020, enquanto eram estrangulados até a morte por policiais brancos nos Estados Unidos, tornou-se o brado de protestos contra a brutalidade policial e o racismo no mundo todo. A violência, o preconceito e a discriminação, no entanto, impedem outros corpos, além dos negros, de respirar - literal e simbolicamente, como evidenciam as pesquisas realizadas há mais de 10 anos no Núcleo de Estudos de Gênero e Diversidade Sexual (NEGDS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), situado no Campus Sorocaba da Instituição.

No marco do Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, celebrado anualmente em 17 de maio, Viviane Melo de Mendonça, docente do Departamento de Ciências Humanas e Educação (DCHE-So) da UFSCar e coordenadora do NEGDS, conta que, atualmente, o Núcleo desenvolve projeto de pesquisa que objetiva compreender justamente como a respiração pode se constituir como um tema de estudo para as Ciências Humanas e Sociais e, particularmente, para os estudos da condição humana, foco e do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Condição Humana (PPGECH), que Mendonça também coordena.

"Em nossas análises, detectamos que a respiração - ou a falta dela, o sufocamento, a ideia do 'eu não posso respirar' - é afetada por vivências e se relaciona com questões sociais, raciais e políticas. Que corpo é esse que não pode respirar?", situa Mendonça, para abordar a abrangência da temática. "Há o movimento que ficou mais famoso mundialmente, o 'Black Lives Matter' ('Vidas Negras Importam'), que traz a ideia de que o fato de pessoas negras não poderem respirar é algo físico, que provoca morte física. Porém, ao entrarmos nas questões da homofobia, de transfobia e bifobia, essa mesma ideia está presente, no dia a dia, há muito tempo", analisa.

O projeto, intitulado "Quais corpos podem respirar? Estudos de gênero, diferenças e sexualidades", é uma pesquisa teórica, respaldada principalmente nas teorias feministas identificadas com as perspectivas decolonial e (neo)materialistas. A primeira, decolonial, traz o conceito de emancipação de povos subalternizados pelo reconhecimento de suas culturas, política e ideologia próprias. Já as perspectivas (neo)materialistas trazem o olhar para a questão do corpo situado em determinado espaço no mundo, e como a localização desse corpo traz afetos e efeitos físicos.

A pesquisadora explica que trabalha com a perspectiva de que não há separação entre corpo, mente, natureza e cultura; o corpo é situado e interage produzindo efeitos ou afetações materiais. "Em uma metáfora, convivemos atualmente com um sufocamento que envolve os âmbitos social, econômico e político, mas que também faz um paralelo com o corpo físico. Para esse estudo, trazemos a indissociabilidade de categorias como gênero, raça/etnia, classe, idade, sexualidade e regionalidade - ou seja, elementos que constituem a condição humana e que fazem toda a diferença ao definir, na atual sociedade, quais corpos podem ou não respirar."

As pesquisas realizadas pelo grupo constatam que alguns corpos não podem viver na sociedade simplesmente por serem quem são, pelo modo como são: pelo jeito de andar, falar, pela roupa que vestem, por seus desejos sexuais ou por quem amam. "Vidas são interrompidas por romperem com uma heteronormatividade, que impõe que a pessoa tem de ser heterossexual, cis (adequada ao gênero designado ao nascer), baseada numa suposta natureza. Essa heteronormatividade mata corpos, impede que eles respirem ou vivam, sufocando-os e provocando sofrimento psíquico e físico", afirma a pesquisadora.

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NEGDS

Esta e outras pesquisas realizadas no NEGDS desde 2011 objetivam produzir e divulgar conhecimentos nas áreas de gênero, estudos feministas e das sexualidades a partir da premissa de que esses estudos se constituem como prática acadêmica política, transformadora e necessariamente interdisciplinar.
Mendonça afirma que o conhecimento é ferramenta essencial para lutar por direitos e combater atitudes e sentimentos discriminatórios e preconceituosos. "Autoras como Gloria Anzaldúa e Bell Hooks nos trazem inspiração a esses estudos. Hooks diz: 'cheguei à teoria porque estava machucada'. Essa frase guia a perspectiva na qual trabalhamos no NEGDS, de estudar conceitos para entender as nossas dores, conhecer as das outras pessoas, nos situarmos no mundo e termos a consciência de que aprofundar esse conhecimento é um ato político e de resistência", defende a docente.

As pesquisas, no entanto, não são subjetivistas. "Elas existem para transcendermos e para pensarmos na possibilidade de usar o conhecimento como transformador do mundo em um lugar mais digno e livre, onde não só a comunidade LGBTQIA+, mas também as mulheres e as pessoas negras possam, portanto, respirar."

A atuação do NEGDS, além do ensino e da pesquisa, é forte na extensão universitária, por meio de parcerias na comunidade da cidade de Sorocaba, com a realização de debates e reflexões que surgem com base nas demandas da própria comunidade. "Não dá para restringir o conhecimento ao ambiente universitário. A proposta é circulá-lo, também, em espaços abertos pela cidade", conta, relatando que os eventos têm a participação não só de pesquisadores e estudantes, mas também de militantes e demais pessoas interessadas na temática.

É o caso do Nós Diversos (https://www.facebook.com/nosdiversos), projeto existente há cinco anos, em uma parceria com a Associação Transgêneros de Sorocaba (ATS), o Sesc Sorocaba, o Coletivo Mandala e estudantes de diversos cursos da UFSCar. A iniciativa fomenta, mensalmente, discussões relacionadas aos estudos de gêneros e sexualidades.

"Ele passou a ser um ponto de encontro, principalmente de jovens LGBTQIA+, trazendo a eles um lugar de fala e de expressão, no qual podem ouvir, se encontrar e encontrar resistência diante do momento conservador que estamos vivendo", reforça Mendonça. Na pandemia, as discussões seguem acontecendo virtualmente.

E-book

Com o intuito de celebrar seus 10 anos de existência, o NEGDS lançou, no dia 14 de maio, no X Congresso Internacional de Diversidade Sexual, Étnico-racial e de Gênero (http://congressoabeh.com.br), o e-book "Estudos de gênero, diferenças e sexualidades", pela Editora Navegando, que traz um compilado das pesquisas, ensaios e memórias do grupo desde 2011.

Organizada por Mendonça e por Kelen Leite, também docente do DCHE-So, a obra se divide em duas partes - "Memórias, afetos e pesquisas realizadas" e "Ensaios, reflexões, afetos e utopias..." - e trata da potência das diferenças, dos afetos e das memórias nos discursos de gênero e sexualidades.
A publicação pode ser baixada gratuitamente em https://www.editoranavegando.com/livro-estudos-de-genero.

Pesquisa da UFSCar estuda a temática e convida voluntários de todo o País para avaliações e intervenções gratuitas

 

SÃO CARLOS/SP - Estudos recentes mostram que a dor lombar crônica (DLC) é experimentada por 70 a 80% dos adultos em algum momento da vida, sendo que cerca de 23,5% da população mundial apresenta esse tipo de dor. No Brasil, estatísticas revelam uma variação entre 4,2% e 25% dos indivíduos com o problema, mas a falta de estudos epidemiológicos não permite aferir valores que reflitam o real impacto dessa dor entre a população. Nesse cenário, uma pesquisa realizada no Laboratório do Estudo da Dor e Funcionalidade no Envelhecimento (Ladorfe), do Departamento de Gerontologia (DGero) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), aborda a dor lombar crônica inespecífica (DLCI) em idosos utilizando, também, abordagens do pilates e da Educação em Neurociência da Dor (END).
O trabalho é realizado pela graduanda em Gerontologia da UFSCar Maria Júlia da Cruz Souza, sob orientação de Karina Gramani Say, docente do DGero e coordenadora do Ladorfe, e tem financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A pesquisa vai avaliar a influência da END, associada ao método pilates, no entendimento, na intensidade e no enfrentamento da DLCI em pacientes idosos, com uso ou não de abordagens educativas.   

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Dor lombar
A DLC ocorre na região lombar inferior e pode irradiar para as pernas, com duração maior do que três meses. É considerada inespecífica quando a causa da dor não está relacionada à alteração estrutural, lesão óssea ou articular, escoliose ou lordose acentuada. De acordo com Karina Say, ter dor lombar na velhice faz com que muitos idosos tenham dificuldade em realizar as Atividades Básicas de Vida diária com o seu autocuidado como vestir-se, tomar banho, e Instrumentais de Vida Diária como fazer compras, ir ao supermercado.
A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) aponta que esse tipo de dor pode aumentar o declínio da capacidade funcional, diminuindo o desempenho da realização das atividades e aumentando a dependência dos idosos. "Além de afetar os domínios físicos da saúde, tem impacto também nos domínios psicológicos e sociais sendo fator de risco para ansiedade, depressão e isolamento social", complementa a docente da UFSCar. 

Educação em Dor e Pilates
A Educação em Neurociência da Dor (END) consiste, em linhas gerais, em ensinar o paciente a compreender o processo fisiológico da dor e encará-la como um mecanismo de sobrevivência cujo propósito é proteger o corpo. Além disso, implica mostrar que a dor também está no cérebro e não é apenas uma sensação física. Em relação ao pilates, a orientadora do estudo relata que "já há evidência na literatura que o repouso não beneficia quem tem dor crônica e que o melhor tratamento para a dor lombar é o exercício físico, é se manter ativo e, entre eles, o pilates tem ótimos resultados no controle da dor e na recuperação da função da coluna, pois atua no movimento corporal, flexibilidade, força muscular e postura", considera Say. 
No entanto, a docente aponta que apenas focar na parte física não será suficiente para controlar a dor, por isso o tratamento baseia-se em identificar os fatores específicos do paciente em relação à sua dor e utilizar as informações coletadas a fim de proporcionar mudanças em seus pensamentos e crenças. "É nesse sentido que a Educação em Neurociência da Dor torna-se uma parte fundamental no tratamento dos indivíduos com dor crônica. Os melhores tratamentos hoje são de END e exercícios para pessoas com dor lombar", garante Karina Say. 

Voluntários
Estão sendo convidados voluntários, homens ou mulheres, entre 60 e 75 anos de idades, de qualquer região do País, com dor lombar crônica há pelo menos seis meses. O projeto contemplará os participantes com avaliações iniciais e finais, três sessões de Educação em Neurociências da Dor, 12 sessões de pilates e, também, o uso de uma cartilha e de um aplicativo para orientações. Em virtude da pandemia, todas as atividades serão realizadas de forma online e os voluntários precisam ter acesso à Internet.
As atividades começaram neste mês de maio, mas os interessados ainda podem se inscrever no projeto por meio do preenchimento deste formulário (https://bit.ly/3y2hUr0), que leva cerca de 15 minutos. Outras informações podem ser solicitadas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 26350719.0.0000.5504).

Interessados devem se inscrever até 4 de junho

 

SÃO CARLOS/SP - O Programa de Pós-Graduação em Física (PPGF) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe inscrições, até 4 de junho, em processo seletivo para bolsas de mestrado e doutorado, para implementação no segundo semestre de 2021. O processo é destinado tanto a estudantes já regularmente matriculados no Programa e ainda sem bolsa quanto a novos candidatos.

O edital com cronograma, procedimentos e documentação necessária, dentre outras informações, deve ser consultado no site do PPGF (www.ppgf.ufscar.br). Dentre outras exigências para concorrer, consta a realização do Exame Unificado de Pós-Graduações em Física (EUF). 

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Para inscrição, os candidatos devem enviar uma cópia eletrônica de todos os documentos indicados no edital, na forma de anexo, atendendo às orientações previstas no mesmo documento.

Pessoas interessadas em cursar disciplinas como aluno especial no PPGF no segundo semestre de 2021 devem participar de processo seletivo de ingresso, conforme instruções do edital. Nesse caso, as inscrições devem ser feitas até 21 de maio. Mais informações no site do Programa (www.ppgf.ufscar.br).

SÃO PAULO/SP - O Projeto Guri maior programa sociocultural brasileiro, mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – se adaptou à realidade digital imposta pela pandemia do novo coronavírus e, hoje, já ultrapassou a marca de 125 mil atividades online. Agora, sem deixar de oferecer recursos para o aprendizado virtual, 32 polos de ensino do interior e litoral de São Paulo seguem as diretrizes do Plano SP e retornam às atividades presenciais. 

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A coordenação do polo entrará em contato com as famílias dos alunos e alunas que retornarão neste momento. Os responsáveis e os Guris serão orientados a respeito de todos os protocolos de segurança. O retorno presencial ocorrerá de acordo não apenas com o Plano SP do Governo do Estado, mas também seguindo as deliberações das prefeituras de cada município. 

Para Isabelle Gonçalves, gerente do Projeto Guri na região de Itapeva, é muito importante os alunos e alunas terem a possibilidade de voltar a viver a experiência das aulas nos polos, especialmente por contarem com equipes preparadas para acolher os Guris com segurança. “Todos os colaboradores já foram orientados e capacitados em relação aos protocolos, familiares também estão sendo orientados. O retorno é parcial e progressivo, iniciando apenas com alguns cursos e turmas que serão monitorados constantemente pelas equipes regionais”, destaca a gestora.

Gerido pela organização social Sustenidos (no interior e litoral de São Paulo, além da Fundação CASA), o Projeto Guri adota as medidas de combate ao coronavírus recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) e ainda complementa a segurança com medidas de prevenção pensadas especificamente para o contexto do ensino musical. As aulas de coral e sopro, por exemplo, são realizadas tendo como cuidado um distanciamento de três metros entre Guris e educadores; enquanto as outras modalidades só precisam de dois metros de afastamento entre as pessoas.

Confira a relação de polos onde a retomada presencial está em curso ou será adotada em breve, bem como as datas previstas para o processo:

Regional Sorocaba 

Polo Itu
Telefone: (11) 4850-7992
Funcionamento do polo: quartas e sextas, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Praça Doutor Gaspar Ricardo, 73, Liberdade - Itu/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio
 

Polo Itatinga
Telefone: (14) 3848-2022
Funcionamento do polo: quartas e sextas, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Dr. José Tieghi, 92, Centro - Itatinga/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio
 

Polo São Manuel
Telefone: (14) 3841-4800
Funcionamento do polo: terças e quintas, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Epitácio Pessoa, 1100, Centro - São Manuel/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

 

Polo São Roque
Telefone: (11) 4784-3076
Funcionamento do polo: segundas e quartas, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Aracaí, 250, Centro - São Roque/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio
 

Polo Pilar do Sul
Telefone: (15) 3278-3676
Funcionamento do polo: quartas e sextas, das 13h00 às 17h00
Endereço do polo: Rua Major Euzébio de Moraes Cunha, 297, Centro - Pilar do Sul/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Polo São Miguel Arcanjo
Telefone: (15) 3279-4436
Funcionamento do polo: terças e quintas, das 08h00 às 11:00 e das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Marechal Castelo Branco, 650, Centro - São Miguel Arcanjo/SP
Data de retorno presencial: 1 de junho

Regional São José dos Campos

Polo Campos do Jordão
Telefone: (12) 3664-5441
Funcionamento do polo: terças e quintas, 09:00 - 11:00 e 13:30 - 17:30
Endereço do polo: José Benedito Bicudo, 75, Vila Paulista, CEP:12460-000, Campos do Jordão/SP
Data de retorno presencial: 12 de maio 

Polo Natividade da Serra
Telefone: (12) 3677-1123
Funcionamento do polo: terças e quintas, 13:15 - 17:15
Endereço do polo: Avenida Treze De Agosto, 235, Centro, CEP:12180-000, Natividade da Serra/SP
Data de retorno presencial: 12 de maio 

Polo Cachoeira Paulista
Telefone: (12) 3101-4319
Funcionamento do polo: terças e quintas, 13:30 - 17:30
Endereço do polo: Rua Benedito Oliveira, s/nº, Vila Cacarro, CEP:12630-000, Cachoeira Paulista/SP
Data de retorno presencial: 12 de maio 

Polo Ilhabela
Telefone: (12) 3895-8215
Funcionamento do polo: segundas e quartas, 14:00 - 18:00
Endereço do polo: Rua Ernesto De Oliveira, 996, Barra Velha, CEP 11630-000, SP, CEP:12502-070, Ilhabela/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio 

Regional São Carlos

Polo Macatuba
Telefone: (14) 3268-1821
Funcionamento do polo: Segundas e Quartas - 8h às 11h e 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Avenida Coronel Virgílio Rocha, 5-25, Macatuba - São Paulo
Data de retorno presencial: 12 de maio 

Polo Santa Cruz das Palmeiras
Telefone: (16) 3416-3759
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: R. Dr. Amaral, 133 - Santa Cruz das Palmeiras/SP
Data de retorno presencial: 13 de maio 

Polo Santa Gertrudes
Telefone: (19) 3545-1274
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Av. Padre Querino Volani, 17, Centro, CEP:13510-000, Santa Gertrudes - SP
Data de retorno presencial: 13 de maio 

Polo Regional Jaú
Telefone: (16) 3602-4780
Funcionamento do polo: Segunda a Sexta - 8h às 11h e 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Tenente Lopes, 350, Jaú - São Paulo
Data de retorno presencial: 17 de maio 

Polo Dois Córregos
Telefone: (14) 3652-3334
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 8h às 11h e 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Avenida Helcy Bueno Faulin, 550, Dois Córregos - São Paulo
Data de retorno presencial: 18 de maio 

Polo Rincão
Telefone: (16) 3395-2016
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua João Batista Corse, S/N, Rincão - SP
Data de retorno presencial: 18 de maio 

Polo São Sebastião da Grama
Telefone: (19) 3646-1936
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Vereador José Vasconcellos dos Reis, 460, São Sebastião da Grama - SP
Data de retorno presencial: 18 de maio 

Polo Tabatinga
Telefone: (16) 3385-3161
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Antônio Caldeira Dantas, 645, Tabatinga - SP
Data de retorno presencial: 18 de maio 

Polo Vargem Grande do Sul
Telefone: (19) 3641-5441
Funcionamento do polo: Segundas à Sextas - 8h às 11h e 13h30 às 18h
Endereço do polo: Rua Prudente de Moraes, 685, Vargem Grande do Sul - SP
Data de retorno presencial: 18 de maio 

Polo Barra Bonita
Telefone: (14) 3641-5235
Funcionamento do polo: Terças e Quintas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: R. Salvador de Toledo, 931, Centro - Barra Bonita/SP
Data de retorno presencial: 20 de maio

Regional São José do Rio Preto

Polo Icém
Telefone: (17) 3282-2989
Funcionamento do polo: segundas e quartas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Capitão Jonas Francisco Alves, s/n, Icém - SP
Data de retorno presencial: 10 de maio

Polo Potirendaba
Telefone: (17) 3827-9273
Funcionamento do polo: segundas e quartas - 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Dom Pedro II, 631, Potirendaba - SP
Data de retorno presencial: 10 de maio

Polo Ouroeste
Telefone: (17) 99726-7928
Funcionamento do polo: terças e sextas, das 08h00 às 11h00 e das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Borba Gato, 1181, Centro - Ouroeste/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Regional Marília

Polo Lins
Telefone: (14) 3522-6253
Funcionamento do polo: terças e quintas-feiras, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Aureliano Resende De Andrade, 100, Vila Guararapes – Lins/SP
Data de retorno presencial: 4 de maio

Polo Promissão
Telefone: (14) 3541-1556
Funcionamento do polo: quartas e sextas, das 8h às 11h, e terças e quintas, das 13h30 às 17h30 
Endereço do polo: Avenida Francisco Gimenes, 1044 – Promissão/SP
Data de retorno presencial: 10 de maio

Polo Herculândia
Telefone: (14) 3486-1206
Funcionamento do polo: segundas e quartas-feiras, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Quinze de Novembro, 331, Centro – Herculândia/ SP
Data de retorno presencial: 31 de maio

Regional Presidente Prudente

Polo Adamantina
Telefone: (18) 3522-2263
Funcionamento do polo: terças e quintas-feiras, das 09h às 11h e das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Hermenegildo Romanini, 360, Centro – Adamantina/SP
Data de retorno presencial: 25 de maio

Regional Ribeirão Preto

Polo São Joaquim da Barra
Telefone: (16) 3818-2067
Funcionamento do polo: terças e quintas-feiras, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Rio de Janeiro, 930, Alto  – São Joaquim da Barra/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Regional Itapeva

Polo Regional Itapeva
Telefone: (15) 3521-8168
Funcionamento do polo: segunda a sexta-feira, das 08h00 às 11h30 e das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Adil Bernadino, 522, Vila São José – Itapeva/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Polo Buri
Telefone: (15) 3533-1295
Funcionamento do polo: segundas e quartas-feiras, das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Vereador Valdemar Lopes De Oliveira, S/N, São José – Buri/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Polo Piraju
Telefone: (14) 3351-1361
Funcionamento do polo: quartas e sextas-feiras, das 08h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30
Endereço do polo: Rua Vicente Laino, 416, Centro – Piraju/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Polo Sarutaiá
Telefone: (14) 3387-1597
Funcionamento do polo: segundas e quartas-feiras, das 13h00 às 17h00
Endereço do polo: Rua Joaquim Franco De Godoy, 489, Centro – Sarutaiá/SP
Data de retorno presencial: 17 de maio

Patrocinadores e apoiadores do Projeto Guri – Sustenidos: CTG Brasil; WestRock; Bayer; Novelis; Arteris; CSN; EMS; Grupo Maringá; NovAmérica Agrícola; Capuani do Brasil; Pinheiro Neto; VALGROUP; Raízen; BTP; Caterpillar; Cipatex; Faber-Castell; Supermercados Rondon; CNH Capital; Instituto 3M; Louis Vuitton; Mercedes-Benz; Petrom – Petroquímica Mogi das Cruzes; Castelo Alimentos; Enel; Pirelli.

Patrocinador Musicou – Sustenidos: CTG Brasil; Grupo Maringá; SulAmérica.

Patrocinador Som na Estrada – Sustenidos: Supermercados Tauste; Sky; Glovis; Supermercados Rondon.

Patrocinador Imagine Brazil e Ethno Brazil – Sustenidos: Sky e Supermercados Tauste.

Patrocinadores Institucionais da Sustenidos: Microsoft e VISA.

Sobre o Projeto Guri: mantido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, o Projeto Guri é o maior programa sociocultural brasileiro e oferece, nos períodos de contraturno escolar, cursos de iniciação musical, luteria, canto coral, tecnologia em música, instrumentos de cordas dedilhadas, cordas friccionadas, sopros, teclados e percussão, para crianças e adolescentes entre 6 e 18 anos (até 21 anos no curso de luteria, nos Grupos de Referência e nos polos da Fundação CASA). Cerca de 50 mil alunos são atendidos por ano, em quase 400 polos de ensino, distribuídos por todo o estado de São Paulo. Os mais de 330 polos localizados no interior e litoral, incluindo os polos da Fundação CASA, são administrados pela Sustenidos, enquanto o controle dos polos da capital paulista e Grande São Paulo fica por conta de outra organização social. A gestão compartilhada do Projeto Guri atende a uma resolução da Secretaria que regulamenta parcerias entre o governo e pessoas jurídicas de direito privado para ações na área cultural. Desde seu início, em 1995, o Projeto já atendeu mais de 850 mil jovens na Grande São Paulo, interior e litoral.

Sobre a Sustenidos: Eleita a Melhor ONG de Cultura de 2018, a Sustenidos é a organização responsável pelos programas Projeto GuriSom na EstradaMusicou e MOVE (Musicians and Organizers Volunteer Exchange); pelos festivais Ethno Brazil e Imagine Brazil; e pelo Conservatório Dramático e Musical de Tatuí. No Projeto Guri desde 2004, é responsável pela gestão do programa de ensino musical no litoral e no interior do Estado de São Paulo, incluindo os polos da Fundação CASA. Além do Governo de São Paulo, a Sustenidos conta com o apoio de prefeituras, organizações sociais, empresas e pessoas físicas. Instituições interessadas em investir na Sustenidos, contribuindo para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, têm suporte fiscal da Lei Federal de Incentivo à Cultura e do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FUMCAD). Pessoas físicas também podem ajudar. Saiba como contribuir: www.sustenidos.org.br/pessoa-fisica/

Capacitação ofertada pela UFSCar recebe inscrições até o mês de junho

 

SÃO CARLOS/SP - Trabalhar o emocional de jovens e crianças nunca foi tão necessário, inclusive dentro da sala de aula. Para auxiliar educadores no desenvolvimento de aspectos psicológicos e sociais no processo de ensino-aprendizagem, estão abertas as inscrições para a segunda turma do Curso de Atualização "Competências socioemocionais docentes e currículo escolar: diálogos entre teoria e práticas", oferecido online pelo Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação (DCNME) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Identificar as próprias emoções e a dos outros, saber lidar com frustrações e resolver problemas, evitar os impactos de sentimentos negativos e ter uma atitude positiva em relação à vida são algumas das chamadas competências socioemocionais. Ganhando cada vez mais espaço na educação infantil, essas habilidades auxiliam tanto no desenvolvimento profissional, fazendo com que o conhecimento ensinado seja absorvido de maneira mais eficiente, quanto na evolução pessoal.

Segundo o professor Estéfano Vizconde Veraszto, docente do DCNME da UFSCar e coordenador do Curso de Atualização, a evolução da tecnologia digital acelerou a comunicação, mudou a maneira de consumo da informação e reconfigurou os mais diferentes setores da sociedade. Porém, a maioria das escolas brasileiras não conseguiu acompanhar todas essas mudanças no mesmo ritmo. "De forma geral, a educação tradicional tem privilegiado o desenvolvimento do pensamento lógico e de habilidades cognitivas relacionadas a conteúdos como a matemática e o letramento", relata.

Dessa forma, características importantes para a formação de qualquer pessoa têm sido colocadas em segundo plano. Para o especialista, o grande desafio para a educação no século XXI tem sido manter o ensino de conteúdos históricos, valorizando a formação técnica, ao mesmo tempo em que se busca inserir essas competências e habilidades para a formação de um ser transformador na sociedade. "Precisamos preparar crianças e jovens para se tornarem indivíduos críticos, criativos, que consigam se relacionar consigo mesmo e com os outros de forma respeitosa, ao mesmo tempo que adquirem conhecimento. A formação de qualquer pessoa deve ser pautada não apenas no viés intelectual, mas precisa levar em conta também a moral e a ética. Os profissionais precisam se atualizar", explica o especialista.

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"Quem aprende a gerenciar as emoções ainda na infância e a identificar seus pontos fortes se torna um adulto melhor preparado para os desafios da vida", ressalta Estéfano. No Curso de Atualização "Competências socioemocionais docentes e currículo escolar: diálogos entre teoria e práticas", ofertado pela UFSCar, são abordados desde fundamentos teóricos até ferramentas práticas, passando por currículo escolar, plano de ensino - presencial, híbrido e a distância, gestão do tempo, avaliações e legislação.

As aulas ainda contam com espaços para discussões sobre o tema e relatos de experiências. Com atividades semanais em plataformas digitais, os alunos podem estudar de acordo com seus horários disponíveis. No total, são 96 horas. Os interessados podem se inscrever até o dia 21 de junho. Mais informações, como valor de investimento, em www.bit.ly/competenciasturma2.

BRASÍLIA/DF - Uma portaria publicada na 4ª feira (12) com as metas do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) não inclui a aplicação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) em 2021.

A portaria é assinada pelo presidente do Inep, Danilo Dupas Ribeiro e traça um planejamento das atividades a serem realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2021. 

O documento até cita o “planejamento e preparação técnica” para o Enem 2021, mas não fala em aplicação. Segundo a portaria, os objetivos foram elaborados a partir da análise do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) deste ano.

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Há outras provas entre as metas com a descrição de “exames realizados”. Eis a lista:

  • Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes);
  • Celpe-Bras (Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros); e
  • Encceja (Exame Nacional de Competências de Jovens e Adultos).

Em nota enviado ao site G1, o Inep garantiu a realização do exame no 2º semestre. O órgão não explicou, no entanto, porque o Enem não consta entre as metas. Nos anos anteriores, a prova aparecia nos objetivos anuais do Inep.

“O Ministério da Educação e o Inep (Instiuto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) trabalham para realizar o Enem em 2021. O edital referente aos pedidos de isenção da taxa de inscrição já foi inclusive publicado. O sistema será aberto para solicitações de isenção na próxima semana, em 17 de maio”, afirmou o Inep.

O Poder360 procurou o Ministério da Educação e o Inep para verificar por qual motivo o Enem não aparece entre as metas anuais. Até a publicação desta reportagem, não houve retorno.

 

 

*Por: Poder360

SÃO CARLOS/SP - Com o intuito de oferecer apoio e buscar uma compreensão mais abrangente da saúde mental de estudantes universitários, pesquisadores das áreas de Computação, Medicina e Psicologia da UFSCar iniciaram projeto de pesquisa que mescla diferentes áreas do conhecimento e tecnologias para apoio ao diagnóstico e tratamento de pessoas com possível perfil depressivo. A iniciativa, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), utiliza Processamento de Língua Natural (PLN) para análise de textos publicados em redes sociais, articulado à computação vestível, na forma de relógios com sensores de sinais fisiológicos. O objetivo é contribuir para identificação precoce e intervenção rápida em casos de possíveis transtornos de saúde mental.

A primeira etapa da iniciativa, cuja duração prevista é de dois anos, envolve a criação de um modelo computacional apelidado de Amigo Virtual Especializado (Amive). O Amive terá um perfil em rede social, cujos amigos serão estudantes universitários participantes da pesquisa. A partir da definição de um conjunto de palavras e expressões indicadoras de um possível perfil depressivo (PPD), o Amive será capaz de processar os textos publicados pelos estudantes na rede, usando PLN, uma forma de aprendizado de máquina.

"Estamos neste momento, com os pesquisadores da área da Saúde que integram o projeto, justamente identificando que palavras e expressões são estas", conta Vânia Paula de Almeida Neris, docente do Departamento de Computação (DC) responsável pela iniciativa. Além dela, compõem a equipe os docentes da UFSCar Helena de Medeiros Caseli, também do DC; Jair Borges Barbosa Neto, do Departamento de Medicina (DMed); e Taís Bleicher, do Departamento de Psicologia (DPsi). Outras participantes são Heloisa Cristina Figueiredo Frizzo, do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), e Vivian Genaro Motti, do Departamento de Ciência da Informação e Tecnologia da George Mason University, nos Estados Unidos.

À análise textual das postagens serão combinadas escalas de avaliação psicométrica, que realizam rastreio para sintomas depressivos e avaliam a qualidade de vida, e também a coleta de sinais fisiológicos, a ser realizada por relógios com sensores. Neris destaca, no entanto, que o intuito não é fechar um diagnóstico, mas sim permitir a identificação de possível perfil depressivo, para disponibilizar precocemente intervenções que possam, aí sim, servir de apoio ao diagnóstico e ao tratamento daquela pessoa e indicar a procura de ajuda, quando necessária.

 

Análise textual

"O desafio é capturar o conhecimento humano e fazer uma máquina reproduzi-lo; ou seja, passar para o modelo computacional os indícios que nós detectamos em palavras e textos que aparentam estados mentais negativos, depressivos, de angústia, de algum tipo de problema. Comumente, detectamos palavras e expressões mais fáceis, como 'morte', 'cansaço', 'não consigo'; mas, às vezes, são mensagens com palavras e entonações não tão explícitas em relação a um problema, mas que trazem uma mensagem com sentimentos que aparentam ansiedade, angústia ou depressão", pontua Caseli, ao falar sobre o Processamento de Língua Natural.

A partir dessas palavras e expressões, é possível criar algoritmos e, por meio do aprendizado de máquina, um modelo computacional capaz de identificar uma determinada mensagem como indicadora de um sintoma específico, uma segunda mensagem de outro, e assim por diante, em um modelo treinado que será colocado no Amive para identificação de mensagens consideradas próprias de possível perfil depressivo.

Após a primeira fase, o Amive conseguirá, além de captar sinais para a detecção de PPDs, produzir postagens automáticas em modo privado, na tentativa de ajudar o indivíduo a identificar o perfil depressivo e buscar ajuda. Aqui serão testados diferentes tipos de conteúdo, inclusive em linguagens diversas (texto, vídeo, foto).

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Sensores

Além disso, será inserida a combinação com o uso de tecnologia vestível, considerada pelos responsáveis o maior diferencial do projeto, uma vez que o monitoramento por meio de sensores permite acompanhar a pessoa em tempo integral, trazendo resultados objetivos. O sensor será um relógio inteligente, que analisará sinais fisiológicos considerados, pela área da Saúde, indicadores importantes como sinais de depressão, estresse e ansiedade, coletando dados como batimentos cardíacos e outras medidas captadas por acelerômetro e giroscópio.

"Já existem pesquisas que usam a análise de texto para identificar PPD. Porém, os usuários podem alterar o texto propositalmente com o intuito de gerar o impacto social desejado. Por isso, o diferencial do projeto é justamente mesclar essa análise com as demais avaliações, agregando essas outras fontes de dados na tentativa de sermos mais precisos na identificação dos possíveis perfis depressivos", detalha Neris.

Assim, os dados serão analisados e integrados com os das redes sociais. "Por exemplo: somente pelo batimento cardíaco fica difícil entendermos qual é o estado emocional da pessoa; no entanto, se atrelarmos a variabilidade no nível de batimento cardíaco com demais itens - como agitação, pela detecção de que está indo de um lado para outro; quantidade de postagens; teor e horários das mensagens, dentre outros -, podemos ter a indicação de que aquela pessoa pode estar ansiosa ou estressada. Ou seja, os dados atrelados conseguem indicar de forma mais precisa o tipo de comportamento", complementa Motti.

Com essas informações, é possível entender como a pessoa está se sentindo num exato momento e reconhecer estratégias que possam ajudá-la. "Se ela está se sentindo ansiosa ou estressada, é possível dar uma pausa nos estudos naquele momento, tomar um ar ou beber uma água, para se sentir melhor. Muitas vezes, interromper uma atividade em determinada situação traz tranquilidade e melhora a produtividade", exemplifica a pesquisadora.

Com base nos resultados, o grupo de pesquisadores espera, portanto, conseguir enviar estratégias e informações diretas aos usuários, aumentando a sua capacidade e a habilidade de entender o que está acontecendo em determinado momento e quando deve procurar ajuda.

"Sabemos que as situações de estresse, ansiedade e depressão são comuns na população acadêmica e têm um custo alto. O estudante comumente não tem acesso ao sistema de saúde, por ser custoso, ou pode ter vergonha de procurar auxílio. Ao mesmo tempo, ele tem acesso à tecnologia. Se conseguirmos fornecer subsídios nesse sentido, nossa expectativa é fazer com que o estudante possa procurar ajuda quando necessária, e que receba intervenções e tratamento o mais rápido possível. A ideia é evitar que o problema tenha consequências maiores e mais críticas no futuro", resume Motti.

Um outro diferencial da abordagem proposta é a obtenção de dados de maneira contínua. "A máquina não para. É capaz de avaliar, em tempo integral, tanto os sinais fisiológicos, como o conjunto de postagens - de ontem, hoje, em qualquer horário. Com uma equipe de humanos, isso não acontece, porque o usuário não tem o profissional ao lado o tempo inteiro. Nesse sentido, a solução computacional pode ajudar no cenário de uma maneira que complemente o apoio da equipe de saúde", reforça Neris.

Por fim, a docente da UFSCar destaca a importância de uma equipe multidisciplinar para a execução de projeto com alto grau de ineditismo. "Por ter várias frentes de investigação, que passam desde o processamento da postagem, até a utilização dos sensores e interpretações de dados médicos, indo até a frequência e o tipo de intervenção, nós precisamos de várias especialidades. Nosso time tem essa soma de competências. Os problemas atuais são tão complexos que buscar a multidisciplinaridade se torna essencial. Cada etapa será investigada, e não há soluções prontas. É algo novo no Brasil", registra.

Pesquisadores interessados em integrar a equipe do projeto podem, inclusive, entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

*Por: Adriana Arruda /UFSCAR

SÃO CARLOS/SP - Na quarta-feira, dia 12 de maio, às 19 horas, acontece o webinar de lançamento do MBI Agro, ofertado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Será uma conversa entre diversos professores do curso com o público, sobre inovação e agronegócio, durante a qual também serão abordadas as características do MBI Agro e respondidas perguntas sobre o tema e o curso. As inscrições estão disponíveis em http://bit.ly/MBI-Agro-Live-1, onde há detalhes a respeito dos participantes e do acesso ao evento.

O MBI Agro será realizado integralmente online e visa a capacitar e instrumentalizar os participantes nos temas referentes à gestão estratégica e gestão da inovação, com foco no agronegócio; além de identificar e discutir os principais desafios para a gestão estratégica da inovação nas organizações do agronegócio; conhecer o sistema de inovação e as políticas públicas relacionadas ao tema; e preparar o profissional para atuar em projetos inter e multidisciplinares, assim como desenvolver sua capacidade de liderança em ações de inovação com foco no agronegócio. As informações completas sobre conteúdo programático, cronograma, aulas e inscrições podem ser conferidas neste documento (https://bit.ly/3aMv4i8). A coordenação do MBI Agro está no Campus Araras da UFSCar.

SÃO CARLOS/SP - A UFSCar publicou a relação de candidatos convocados na terceira chamada do processo seletivo para o curso de Pedagogia EaD.

Os candidatos convocados devem requerer a matrícula, enviando toda a documentação solicitada no formulário online, no período de 7 de maio até as 23h59 do dia 10 de maio. Candidatos dos grupos de reserva de vagas devem encaminhar a documentação de análise socioeconômica (Grupos 1, 1D, 2 e 2D) e a autodeclaração de raça/cor (Grupos 1, 1D, 3 e 3D). O não requerimento de matrícula dentro do prazo previsto acarreta a exclusão do candidato do processo seletivo.

Nesta seleção, foram ofertadas, inicialmente, 150 vagas para o curso de Pedagogia EaD, das quais 50% destinadas a candidatos que cursaram todo o Ensino Médio em instituição pública de ensino, com reserva de vagas para quem se autodeclara preto, pardo ou indígena, para pessoas com deficiência e para quem possui renda de até 1,5 salário mínimo.

Outras informações podem ser obtidas por meio de contato com a Coordenadoria de Ingresso na Graduação (CIG), da UFSCar, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Confira:
Edital que regulamenta o ingresso no curso de Pedagogia EaD;
Convocação para a 3ª chamada do processo seletivo do curso de Pedagogia EaD.

SÃO CARLOS/SP - Como uma pessoa se sente ao receber o diagnóstico de Covid-19? Para responder perguntas como essa, uma pesquisa da UFSCar pretende compreender a dinâmica psicossocial de pessoas infectadas e suspeitas de infecção por Covid-19. A pesquisa é desenvolvida sob a perspectiva de que a falta de atenção à saúde mental pode interferir na qualidade da adesão aos cuidados demandados pela infecção. O projeto busca voluntários para uma entrevista.

"A dinâmica psicossocial perpassa desde a vivência subjetiva até as relações interpessoais e consiste na interação entre os aspectos psíquicos e sociais de um sujeito em relação a um fenômeno, neste caso, a infecção ou a suspeita de infecção por Covid-19", detalha Raiane Silva Sousa, estudante do curso de graduação em Psicologia da UFSCar. "A hipótese do estudo é que as pessoas infectadas ou com suspeita de infecção serão impactadas psicossocialmente a partir do diagnóstico de Covid-19", completa ela.

O trabalho intitulado "Dinâmica psicossocial de pessoas infectadas e suspeitas de infecção por Covid-19" é uma Iniciação Científica voluntária, vinculada ao Núcleo de Pesquisas e Estudos Psicossociais de São Carlos, da UFSCar, e tem orientação de Taís Bleicher, professora do Departamento de Psicologia (DPsi) da Universidade, e coorientação do psicólogo e mestre Diego Mendonça Viana, que atua no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Prefeitura de Umirim (CE).

 

Como participar

Para a coleta de dados, pode participar qualquer pessoa com mais de 18 anos completos, que teve infecção ou sinais de infecção por Covid-19. Serão realizadas entrevistas em grupo, online e ao vivo, pela plataforma Google Meet. A entrevista, que será gravada, terá cerca de 1h30 de duração. Se necessário, os participantes poderão ser convidados para outras conversas referentes à mesma pesquisa, de acordo com a disponibilidade e interesse.

Os interessados devem preencher este formulário. A participação é voluntária e o sigilo será preservado em futuras publicações. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 31785420.1.0000.5504).

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