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SÃO CARLOS/SP - Os professores da Rede Pública Municipal estão realizando na tarde desta quinta-feira (3) um buzinaço com mais de 200 carros, em frente a Secretária de Educação de São Carlos.

Foi colocada uma coroa de flores, em alusão a um falecimento e também foram colocadas mensagem como: Luto pela educação de São Carlos, Desvalorização dos Profissionais da Educação, Desvalorização dos Profissionais da Educação Especial, Atribuição Justa para Todos, entre outras mensagens

O objetivo deste buzinaço é mostrar em forma de protesto, que os professores da Rede Pública Municipal merecem respeito e querem diálogo, uma vez que a decisão de fechar as 48 salas de aula partiu da Secretária e não foi aberto espaço para que os professores pudessem opinar sobre tal decisão, apenas foram comunicados do fato.

Outro ponto que os professores querem discutir com a Secretária é com relação a informação que circula de que irão modificar o tempo das aulas, passando para 60 minutos, o que irá impactar na vida dos professores P3, desta forma ele querem que a Secretaria abra um diálogo com os servidores públicos da área da educação para que possam juntos chegar a um denominador comum.

A Rádio Sanca através do Repórter Maicon Ernesto acompanha este protesto e irá trazer as informações sobre o desfecho dessa história assim que tudo for resolvido.

SÃO CARLOS/SP - Na tarde de ontem, quarta-feira (2) aconteceu uma reunião com todos os diretores de todas as escolas municipais, na Secretaria Municipal de Educação, onde foram informados de que seriam fechadas 48 salas em diversas escolas e o motivo deste fechamento, seria a falta de alunos.

Os professores da rede pública municipal ficaram enfurecidos com a notícia e estão organizando um buzinaço para esta quinta-feira (3) em frente a Secretaria de Educação, às 15h, e a concentração dos professores será realizada às 14h30 no estacionamento do SINDSPAM (Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos e Dourado).

Outra situação que enfurece os professores é que circula a informação de que irão modificar o tempo das aulas, passando para 60 minutos, o que irá impactar na vida dos professores P3.

A Secretária de Educação se manifestou sobre o caso, e afirmou que a maioria das salas afetadas são as dos bebês e que isso poderá ocorrer se em até março de 2021 as salas não estiverem com alunos matriculados, e segundo a Secretária, o motivo da baixa procura seria a indefinição do retorno as aulas presenciais no ano que vem.

Com informações do Site São Carlos Dia e Noite

BRASÍLIA/DF - Os representantes de universidades privadas preencheram mais da metade da agenda de encontros com o ministro da Educação, Milton Ribeiro, com dirigentes do ensino superior aos longos dos 4 primeiros meses dele à frente do cargo.

Sua gestão começou em 16 de julho – mas ele ficou afastado quase 10 dias para tratar-se de covid-19– e até 25 de novembro, foram 32 encontros com emissários de empresas de ensino particular e 25 com representantes de universidades públicas. Onze das reuniões envolviam faculdades ligadas a instituições religiosas. Ribeiro é pastor.

Dos 3 ministros que passaram no Ministério da Educação na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido), ele é o único que se encontrou com mais representantes de instituições de ensino superior privadas do que públicas. A comparação foi feita com os 4 primeiros meses de gestão de cada ministro.

O aumento de dirigentes de entidades particulares não foi à toa. A pandemia e as propostas de reforma tributária do governo preocupam as entidades, que passaram a se movimentar nos bastidores. O principal destino foi o MEC. Além da pasta, o Ministério da Economia, a Presidência da República e parlamentares também estão sendo procurados.

 

Pautas

Os dirigentes de entidades públicas são contra a reforma tributária.  Se aprovada, eles relatam que aumentará a tributação do ensino superior para até 12% por causa da CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços), que deve ser a substituta dos atuais Pis e Cofins. Atualmente pagam, em média, 3,75%.

Segundo o diretor-executivo da Abmes (Associação Brasileira das Mantenedoras do Ensino Superior), Sólon Caldas, essa mudança, caso seja aplicada, irá tornar as mensalidades mais caras.

Outro ponto é o Prouni. A reforma altera a base de cálculo e retira 2 impostos. Atualmente, contam IR, Contribuição Social, PIS e Cofins. Ficarão apenas os 2 primeiros, já que os outros foram unificados e não foram incluídos no cálculo do programa. O temor é que, somado à crise financeira que atingiu o país, o número de alunos caia. A isso, também há a expectativa de perda de alunos, decorrente de eventual aumento nas mensalidades.

Os representantes também pedem a criação do Fies emergencial. Em 2014, foram 730 mil estudantes. Em 2020, apenas 40.000. Com a crise, entidades temem fechar as portas.

Também teve destaque nas reuniões com o ministro o tema das aulas remotas. A portaria 544, que permitiu a modalidade, vence em 31 de dezembro junto ao decreto da calamidade. Foi prorrogada. Mas os reitores pedem mais clareza sobre o processo. Na captação de alunos, relatam, faculdades se dizem rendidas ao não ter como responder sobre como será o procedimento em 2021.

Faculdades e universidades interessadas em abrir as portas ou ampliar cursos têm ido com parlamentares ao encontro de Milton Ribeiro. Em 11 de novembro, Pastor Eurico (Patriotas-PE) encontrou o ministro com pessoas que pretendem abrir uma faculdade.

Por último, pedem que a educação seja transforma numa atividade essencial atividade essencial para poderem continuar funcionando.

“Por que levamos para o MEC? Porque precisamos do apoio dele para convencer o governo que essa reforma tributária é péssima para o setor, que desonera o governo em R$ 225 bilhões”, diz Sólon Caldas, que esteve com o ministro em 28 de agosto.

 

INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS

Foram basicamente 2 motivos que levaram ao aumento dos encontros com representantes. A origem de pastor do ministro e o fato de que aquelas que, além de confessionais, são filantrópicas, terão aumento na tributação com a reforma tributária. Hoje, as filantrópicas não pagam PIS e Cofins.

“Com a reforma, terão de pagar 12%”, diz Sólon Caldas.

Para o ex-ministro da Educação Cristovam Buarque, Milton Ribeiro tem comportamento corporativo ao dedicar 20% da sua agenda de encontros a universidades confessionais.

“Acho que é corporativismo de receber a sua turma. Você não é ministro para continuar seu doutorado”, disse ao referir-se à tese de Ribeiro, que aborda o calvinismo na educação brasileira.

 

INSTITUIÇÕES PÚBLICAS

Por outro lado, o presidente do Conif (Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica), Jadir Pela, disse que não tem conseguido agenda com o ministro. Entre as pautas estaria entender o plano do governo sobre a educação profissional, Orçamento e nomeação de reitores.

Jadir explicou que quando o ministro assumiu houve uma reunião virtual. Naquele momento, foi solicitada uma agenda presencial, mas ainda não obteve retorno.

“Falou na conversa inicial que seria o ministro do diálogo, mas isso não tem acontecido. A impressão é de que as instituições públicas não são prioridade. Estamos jogados à própria sorte”, disse.

O ex-ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que teve a maior parte das suas agendas com representantes do ensino privado, contou ao Poder360 que tinha como meta alterar a forma como os reitores são escolhidos nas instituições públicas. Atualmente, a escolha é resultado de uma lista tríplice de funcionários da entidade. Ele queria adotar modelo semelhante ao do ITA, que faz chamada pública para o cargo.

“Procurei os reitores e parlamentares. Foram bastante receptivos. Minha ideia era que as universidades públicas fizessem parte e melhorassem os locais onde estão instaladas. Houve simpatia. Mas pelo jeito o processo parou“, contou ao Poder360.

O MEC foi procurado com mais de 24 horas de antecedência à publicação destas informações para dizer o que a pasta pretende fazer a respeito dos pedidos das entidades privadas. O Poder360 não recebeu resposta.

 

 

*Por: Guilherme Waltenberg / PODER360

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda (SMTER) promoveu na noite da última segunda-feira (30/11), de forma virtual, a entrega dos certificados aos alunos da segunda turma do curso de Analista de Redes Sociais, realizado somente pela internet através da Plataforma ZOOM, no período de 05 de outubro a 25 de novembro.
O secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, Walcinyr Bragatto, afirmou que a qualificação profissional oferecida “atinge excelentes resultados, inclusive muitos que se formaram já conseguiram oportunidades de trabalho e alguns com atividades próprias. É uma satisfação para nós”, ressaltou Bragatto.
Ministrado pela professora Karina Olívio de Souza o curso teve carga horária de 50 horas e ofereceu 20 oportunidades de qualificação online totalmente gratuita.
Segundo o aluno Mário Humberto Ferreira dos Santos, o curso é um grande acerto da SMTER, resultado do zelo e competência do corpo técnico e sensibilidade do secretário Bragatto em atender essa demanda de qualificação profissional.
O aluno Paulo de Souza Oliveira agradeceu a professora pela dedicação, empenho e profissionalismo na condução das aulas. “Estou certo que ainda teremos muitas oportunidades de ampliar nossos conhecimentos. Nosso reconhecimento a sua incansável vontade de nos encorajar e encarar a realidade com força e preparo”, disse ele.
Osni José Rapelli destacou que “ao longo do curso, percebeu, que a professora era especial. “Realmente sempre preocupada, respondendo todas as perguntas, fornecendo um feedback e sempre com uma mensagem de incentivo em cada passo, isso fez com que sempre tivesse ânimo para retornar para a próxima aula. Foram superados o medo, o desespero e surgiu a confiança para começar a entender como o processo funcionava e ver a possibilidade de fazer a diferença junto às redes sociais, com consciência e capacidade”.
Victória Pavão Duarte ressalta que foi muito prejudicada pela quarentena, pois era freelance na área de eventos. “Decidi fazer o curso e consegui ampliar minha clientela com vendas de produtos cosméticos. Foi um sucesso, após as aulas, as pessoas voltaram a aparecer, voltei a me conectar com as clientes”.
A aluna Cristina Jesus Santos explicou que o curso ensinou ela utilizar as ferramentas do WhatsApp e do Facebook de maneira adequada e eficiente. “O curso nos mostrou que somos nós que nos limitamos, e nos ajudou a quebrar essas barreiras com muita didática, carinho e educação”.
Ruttiman Castillo Amado, esclarece que “foi uma grande oportunidade de aprendizado, esclarecimento de dúvidas e contribuição significativa para alcançar nossos objetivos”.
“O curso de analista de redes sociais foi realmente excelente. A iniciativa é maravilhosa”, finalizou Marta Silvia Fargetti.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a USP (Universidade do Estado de São Paulo), campus São Carlos, lança nesta quinta-feira (03/12), às 10h, no auditório da Fundação Educacional São Carlos (FESC), localizado na rua São Sebastião, 2.828, na Vila Nery, o Projeto “Educação Para Todos”. O objetivo do Projeto é ampliar o acesso dos estudantes às atividades pedagógicas não presenciais com a transmissão de videoaulas de reforço agora em dezembro pelo canal aberto da TV Educativa de São Carlos (TVE) e pelos canais fechados (TV a cabo) da USP, da Câmara Municipal e da TV Ônix. Inicialmente foram gravadas dez aulas para cada área do conhecimento, contemplando os estudantes do ensino fundamental I (1º ano aos 5º anos) e estudantes do ensino fundamental II e EJA (6º ao 9º ano). As aulas remotas na rede municipal de ensino serão transmitidas até 23 de dezembro.
O projeto será lançado pelo professor Vanderlei Salvador Bagnato, pesquisador e atual diretor do IFSC/USP, o Instituto de Física e pela secretária municipal de Educação, Cilmara Seneme Ruy.

Evento será online nos dias 3 e 4 de dezembro, aberto a todas as pessoas interessadas

 

SÃO CARLOS/SP - Nesta semana, nos dias 3 e 4 de dezembro, acontece a "VII Jornada de Estudos em Gerontologia - estratégias de promoção do envelhecimento ativo", realizada pelo Observatório do Envelhecimento Ativo, programa de extensão da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O evento é online, gratuito e aberto a todas as pessoas interessadas. O tema central dessa edição será "Desafios do envelhecer em tempos de pandemia" e contará com convidados da própria UFSCar e de outras instituições.
Além de ser um espaço de reflexão e disseminação da cultura acadêmica sobre o processo de envelhecimento ativo, a Jornada propõe, no contexto da pandemia de Covid-19, o diálogo entre diferentes públicos sobre as estratégias de promoção dos processos de envelhecimento ativo e saudável, em áreas como trabalho, tecnologia, esporte, arte, cultura e lazer, dentre outras. 

Programação
Todas as atividades serão transmitidas pelo YouTube, a partir das 9 horas, com intervenções artísticas. No dia 3 de dezembro, as palestras começam às 9h15 e as apresentações "Conselhos de direitos das pessoas idosas" e "Desafios do cuidado à saúde em tempos de pandemia" poderão ser acompanhadas neste link (https://bit.ly/2V5NNNi). Já palestra "Universidades sênior em tempos de pandemia" acontece neste link (https://bit.ly/3q51wlO), a partir das 17 horas.
No dia 4, as palestras "Impactos da Covid-19 na população idosa" e "Estratégia Brasil Amigo da pessoa idosa" estarão disponíveis neste link (https://bit.ly/33jPn2J), a partir das 9h30, e a roda de conversa "Contribuições dos bacharéis em Gerontologia para os tempos de pandemia" poderá ser acessada aqui (https://bit.ly/3mbblMr), às 17 horas. A programação completa e os palestrantes estão no site do evento (https://jornadageronto.wixsite.com/7edicao).
Não há necessidade de inscrições prévias e a organização disponibilizará link para confirmação de presença e emissão de certificado em cada atividade.
A promoção do evento conta com o apoio do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Gerontologia Social (NIEPGS/CNPq), do Departamento de Gerontologia (DGero), da Secretaria Geral de Educação a Distância (SEaD) e da Pró Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.

Publicadas pela EdUFSCar, obras podem ser adquiridas no site da Editora

 

SÃO CARLOS/SP - Passados pouco mais de dois séculos do surgimento do presidencialismo nos Estados Unidos, o sistema é hoje um modelo que se disseminou em várias democracias vigentes no mundo. Uma das principais preocupações dos "pais fundadores", dentro desse sistema, é garantir uma relação de autonomia e equilíbrio do poder a partir da sua descentralização entre o Executivo e o Legislativo. Por isso, as relações entre esses poderes se tornou e, ainda é, uma importante agenda de pesquisa na Ciência Política mundial.
De forma a contribuir com a discussão teórica e metodológica sobre este tema, a partir de pesquisas que tratam de aspectos ainda pouco explorados ou fenômenos recentes na conjuntura política brasileira, a cientista política e professora do Departamento de Ciências Sociais (DCSo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Simone Diniz organizou dois livros que acabam de ser lançados pela Editora da UFSCar (EdUFSCar).
O primeiro, intitulado "Atuação Parlamentar - Ensaios sobre atividades legislativas na Câmara dos Deputados", foi organizado juntamente com Pedro Floriano, docente do DCSo, e é resultado de trabalhos de pesquisa e aulas conduzidas por eles em disciplinas da graduação em Ciências Sociais e da pós-graduação em Ciência Política na Universidade.
"Passamos sei meses relendo a principal literatura sobre o comportamento legislativo e a Câmara Federal no País e desafiamos os estudantes a transpor aquelas reflexões com temáticas vigentes a partir de um arcabouço empírico. Para tanto, fizemos uma parceria com o projeto 'SigaLei', que nos forneceu os dados que trabalhamos nos capítulos, e estimulamos os discentes a refletirem e escreverem sobre essas temáticas", explicou Diniz. 
Para Floriano, a publicação demonstra como a sala de aula pode ser um lugar de aprendizado e experiência. "Além de conhecerem a literatura, os estudantes aprenderam sobre escrita acadêmica e os passos da pesquisa, permitindo uma formação enriquecedora que agora, por meio deste livro, poderá ser dividida com os leitores e pesquisadores interessados", afirma.
O segundo livro, denominado "O Sistema Presidencialista - Perspectivas analíticas nos EUA e no Brasil", foi organizado por Diniz juntamente com a professora Gleidylucy Oliveira, do DCSo, e buscou cobrir de forma didática uma outra ponta desse processo: as reflexões sobre o presidencialismo.
O livro transita entre os debates do caso típico norte-americano e como ele chega até a América Latina. "Entendemos que esse é um momento crucial para revisitarmos a literatura canônica sobre o poder presidencial e seus limites, e como essas abordagens que nascem no contexto norte-americano são transpostas para a realidade brasileira. Além disso, sugerimos novas temáticas para tratar o presidencialismo no Brasil a partir da literatura internacional, como a análise dos conteúdos das agendas presidenciais, de seus discursos e a questão orçamentária", aponta Diniz. O livro contou com a contribuição, em dois capítulos, dos pesquisadores Gabriel Casalecchi e Carolina Justo, também do DCSo.
Para Oliveira, "foi um trabalho coletivo, entre professores, pesquisadores e estudantes, que agora, em forma de livro, pode transpor as paredes da sala de aula e chegar em vários espaços de discussão e de ação política. Esse é o nosso papel enquanto cientistas e docentes: fazer circular o conhecimento e refletir sobre questões práticas do nosso cotidiano."
Os livros podem ser adquiridos no site da EdUFSCar (www.edufscar.com.br).

Evento ocorrerá de forma online, de 2 a 4 de dezembro

 

SÃO CARLOS/SP - De 2 a 4 de dezembro, o Centro de Culturas Indígenas (CCI) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza a VI Semana dos Estudantes Indígenas, em edição online e com o tema "Os reflexos da pandemia por Covid-19 no contexto da Educação e Saúde dos povos indígenas". O objetivo é promover o intercâmbio cultural junto à comunidade acadêmica da UFSCar (docentes, alunos e técnico-administrativos) e a comunidade de São Carlos, de forma a permitir trocas de ideias e de experiências que possam difundir - seja através do debate, das manifestações culturais, das informações apresentadas e das temáticas discutidas - valores da imensa e diversificada cultura dos povos indígenas do Brasil.
Ao longo dos dias, a Semana traz palestras sobre acessibilidade e dificuldades do estudante indígena; questões de gênero na educação indígena; o ensino da língua materna na modalidade a distância; vivências acadêmicas durante a pandemia e expectativas na saúde indígena; cenário pandêmico e as contribuições para as comunidades indígenas; saber científico e tradicional; vivência e experiências da área indígena em tempos de isolamento social; entre outros temas. A programação completa está disponível no Facebook (facebook.com/ufscarcci).
As atividades são gratuitas, abertas a todas as pessoas interessadas e as inscrições devem ser feitas por meio deste formulário online (https://bit.ly/3o2v01X). Haverá emissão de certificado aos participantes. As palestras ocorrem a partir das 18h30 e serão transmitidas pela página do CCI no Facebook (facebook.com/ufscarcci), onde constam mais informações sobre a iniciativa. A VI Semana dos Estudantes Indígenas da UFSCar conta com o apoio da Coordenadoria de Acompanhamento Acadêmico e Pedagógico para Estudantes, da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da Instituição.

São 10 os pesquisadores da UFSCar incluídos em lista resultante de análise de citações

 

SÃO CARLOS/SP - Pesquisadores da Universidade de Stanford (EUA) publicaram recentemente no periódico Plos Biology os resultados de um estudo que buscou identificar os cientistas mais influentes do mundo. A lista elaborada resulta da aplicação de um indicador composto de citações, que articula um conjunto de parâmetros buscando evitar vieses e, também, equalizar diferenças entre as áreas de conhecimento.

A lista de cientistas mais influentes ao longo de toda a sua carreira tem 161.441 nomes, sendo 100 mil em um ranking contínuo englobando todas as áreas, e os demais de pesquisadores que figuram entre os 2% mais influentes em seus campos. Deste total, 853 são brasileiros. Além da análise considerando a totalidade da carreira, também foi elaborada lista específica para o ano de 2019.

Na lista geral, ou seja, que considera as contribuições ao longo de toda a carreira, figuram cinco pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sendo dois vinculados ao Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa), dois ao Departamento de Química (DQ) e um ao Departamento de Genética e Evolução (DGE).
Dois destes pesquisadores figuram entre os 100 mil mais influentes em todas as áreas do conhecimento, ambos do DEMa: Edgar Dutra Zanotto, hoje Professor Sênior no Departamento, na posição 36.240, e Rinaldo Gregório, aposentado em 2015 e não mais atuante na UFSCar, na posição 88.539.

Os demais figuram entre os destaques, em relação às citações ao longo da carreira, pelo critério dos 2% mais influentes em seu campo: Edson Roberto Leite, do DQ, Luiz Antônio Carlos Bertollo, Professor Sênior no DGE, e Orlando Fatibello-Filho, também do DQ.

Já na classificação específica para o ano de 2019, são nove os pesquisadores da UFSCar incluídos.

Entre os 100 mil mais influentes voltam a aparecer Zanotto (posição 16.829), Gregório (26.439) e Fatibello-Filho (92.470). Elson Longo, Professor Sênior no DQ, aparece na posição 273.504 quando considerada sua produção vinculada à UFSCar, mas sobe para a posição 74.939 por sua produção anterior, quando esteve vinculado à Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Além destes, também está entre os 100 mil mais influentes em 2019 Moacir Godinho Filho, do Departamento de Engenharia de Produção (DEP), na posição 91.680.

E, entre os 2% mais influentes em seus campos estão Leite; Cristiane Sanchez Farinas, pesquisadora da Embrapa Instrumentação que atua nos programas de pós-graduação em Engenharia Química e em Biotecnologia da UFSCar; Gustavo Garcia Rigolin, docente do Departamento de Física (DF); e Vadim Viviani, do Departamento de Física, Química e Matemática (DFQM).

A pesquisa foi realizada a partir da base de dados Scopus. Alguns dos parâmetros utilizados na construção do indicador composto foram as citações, autocitações, número total de artigos publicados, coautoria, dentre outros. Os resultados estão descritos no artigo intitulado "Updated science-wide author databases of standardized citation indicators".

Projeto de Pesquisa AtlantECO envolve 13 países e tem financiamento da União Europeia

 

SÃO CARLOS/SP - O Laboratório de Biodiversidade e Processos Microbianos (LMPB) do Departamento de Hidrobiologia (DHb) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) é uma das 36 organizações de 13 países diferentes que participam do projeto internacional AtlantECO (www.atlanteco.eu), que irá estudar os efeitos de mudanças climáticas no microbioma do Oceano Atlântico. O projeto de pesquisa tem financiamento da União Europeia (programa H2020) para explorar o Oceano Atlântico de polo a polo.
O projeto irá mapear conhecimentos novos e existentes sobre os organismos microscópicos que habitam os rios, as águas costeiras, o oceano aberto, os sedimentos marinhos e a atmosfera, bem como aqueles encontrados no lixo plástico. Esses "microbiomas" sustentam a vida na Terra e fornecem serviços ecossistêmicos à sociedade. Inspirado por pesquisas médicas que combinam abordagens genéticas, de imagem e ambientais de próxima geração, o AtlantECO desenvolverá ferramentas de diagnóstico e métricas para avaliar e prever mudanças na saúde do Oceano Atlântico. Inicialmente, o projeto tem vigência de 2020 a 2024 mas, devido à pandemia, contará com um ano adicional, até 2025.
"O LMPB da UFSCar fará a coordenação das campanhas oceanográficas realizadas no Brasil, o sequenciamento de DNA e manutenção de banco de amostras do Atlântico Sul, e levantamento de dados já existentes para compilar a maior base de dados do Atlântico, assim como participar no tratamento bioinformático de todos esses dados", explica o professor do DHb e coordenador do Laboratório, Hugo Miguel Preto de Morais Sarmento.
Este enorme esforço de pesquisa foi implementado através da Declaração de Belém, assinada em julho de 2017 pela União Europeia, Brasil e África do Sul, com o objetivo de preencher lacunas de conhecimento entre as regiões amplamente estudadas do Atlântico Norte e as ainda pouco estudadas do Atlântico Sul. Cinco estudos de caso desenvolvidos em conjunto com as partes interessadas locais em torno da bacia do Atlântico demonstrarão o valor dos resultados do AtlantECO para a economia azul e a sociedade, abordando, por exemplo, a detecção precoce de ameaças prejudiciais em locais de aquicultura, o impacto da mineração na costa de Microbiomas da África Austral e a saúde dos ecossistemas costeiros, os impactos das mudanças climáticas nas cadeias de valor da pesca e a resposta dos microbiomas à perfuração offshore e extração de combustível fóssil na costa do Brasil.
O trabalho de campo do AtlantECO será realizado a bordo de vários navios oceanográficos nacionais e veleiros projetados para expedições científicas. As escalas serão organizadas com as comunidades locais e partes interessadas em torno da bacia do Atlântico, envolvendo-se em campanhas de divulgação, ciência cidadã e conscientização, entregando um programa de capacitação em larga escala para profissionais e estudantes.
O projeto determinará como as regiões marinhas e seus ecossistemas estão conectados ao longo e através do Oceano Atlântico, desenvolvendo modelos que levam em consideração processos dinâmicos, como grandes plumas de rios e circulação oceânica. Juntamente com cenários climáticos futuros, esses modelos ajudarão a prever a migração de espécies, a capacidade do oceano de capturar e armazenar dióxido de carbono atmosférico, o transporte de poluentes e riscos como plásticos e nutrientes e o equilíbrio entre a saúde do ecossistema e as atividades humanas.
Para saber mais sobre o AtlantECO, acesse www.atlanteco.eu. Informações sobre o Laboratório de Biodiversidade e Processos Microbianos (LMPB) estão disponíveis em www.lmpb.ufscar.br.

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