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SÃO CARLOS/SP - A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prof.ª Dalila Galli recebeu, no início de outubro, uma atividade do projeto “Ações Afirmativas: Abraçando as Diferenças”, desenvolvido em parceria pelas secretarias municipais de Desenvolvimento Social e Cidadania e de Educação. A iniciativa busca ampliar o acesso dos estudantes a informações sobre direitos humanos, igualdade, respeito às diferenças e convivência democrática.

O projeto promove ações educativas e formativas nas unidades escolares, contribuindo para a formação cidadã de crianças, adolescentes e jovens. Por meio do diálogo e da informação, as atividades incentivam o respeito à diversidade, a valorização da dignidade humana e a prevenção de diferentes formas de discriminação, violência e violação de direitos.

A proposta também estimula o protagonismo dos estudantes e a participação social, reconhecendo a escola como um espaço essencial para a construção de valores e para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária.

Para a secretária adjunta de Cidadania, Ana Paula Vaz Panhoca, o projeto é uma importante ferramenta de conscientização e transformação social. “Acreditamos que a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva começa pela educação. Ao levarmos para o ambiente escolar reflexões sobre direitos humanos, estamos contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, empáticos e comprometidos com o respeito às diferenças”, afirmou.

A parceria entre as duas secretarias reforça o compromisso do município com a promoção dos direitos humanos e aproxima as políticas públicas da comunidade escolar, fortalecendo valores como respeito, igualdade, cidadania, inclusão e dignidade humana.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos realizou, na quinta-feira (8/10), a segunda aula aberta do ciclo formativo para a construção do Currículo Municipal. O encontro abordou o financiamento da Educação e a importância do planejamento dos recursos públicos para garantir a implementação das diretrizes pedagógicas na Rede Municipal de Ensino.

A atividade foi conduzida pela secretária adjunta de Educação, Rafaela Marchetti, que discutiu a relação entre o financiamento educacional e a elaboração do currículo, considerando as condições materiais, estruturais e financeiras necessárias para colocar em prática os objetivos de aprendizagem nas unidades escolares.

O debate destacou que a construção curricular vai além da definição de conteúdos e metodologias, exigindo também o planejamento dos recursos necessários para assegurar condições adequadas de ensino e aprendizagem.

“A construção do Currículo Municipal exige diálogo, planejamento e responsabilidade com a educação pública. Discutir o financiamento é fundamental para que as diretrizes pedagógicas estejam alinhadas às condições reais da nossa rede e às necessidades de cada unidade escolar. Queremos um currículo que respeite a realidade do município e, ao mesmo tempo, esteja comprometido com a qualidade da educação e o desenvolvimento dos nossos estudantes”, destacou o vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Roselei Françoso.

O ciclo formativo faz parte do processo de construção coletiva do Currículo Municipal, que busca adequar as diretrizes educacionais à realidade de São Carlos, considerando as experiências dos profissionais da rede e as especificidades das unidades escolares, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e as demais normas vigentes.

BRASÍLIA/DF - Saber interpretar textos é tão importante quanto conhecer os conteúdos na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, que faz parte do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para 8 de novembro.

Uma das formas de se preparar é resolver questões de edições anteriores, prestando atenção nos comandos e nos contextos que envolvem os assuntos. O professor Eduardo Calbucci explica que as habilidades avaliadas em Linguagens seguem um histórico consolidado.

"O Enem tem uma matriz de referência que é a mesma desde 2009. Então, a prova tem um grau de previsibilidade bastante grande”. 

“A primeira orientação que a gente dá aos alunos é estudar provas anteriores. As habilidades que estão sendo exigidas pelo Enem são as mesmas há 16, 17 anos."

O professor Eli Carlos Guimarães define que a espinha dorsal da prova é a leitura e a interpretação de texto.

"Todo ano, mais de um terço das questões exige análise de gêneros textuais, como charge, artigo de opinião, resenha, canções, postagens digitais, além de variação linguística e funções da linguagem. O texto muda, mas a habilidade cobrada é totalmente previsível".

Como lidar com os textos durante a prova

Para o estudante Pedro Augusto Rocha Rodrigues, de 18 anos, o grande volume de leitura nas questões é um dos desafios da avaliação.

"Como sempre, o Enem tem muito texto, uma coisa muito bruta para ser processada, digerida. Se você não entende o comando, não tem como você resolver a questão de uma forma adequada".

O professor Eli concorda com o Pedro e detalha que a melhor estratégia para a prova é ler primeiro o comando da questão, que fica abaixo do texto. 

“Sabendo exatamente o que a banca está pedindo, você vai para o texto com um olhar focado na informação correta. Dessa forma, você economiza tempo e evita releituras desnecessárias."

Na reta final, o professor recomenda revisar funções da linguagem, variação linguística e coesão textual, com foco em conectores, como "contudo", "portanto" e "embora", entendendo como as palavras se articulam para construir o sentido do texto. 

O que cai em Literatura?

O mais importante é compreender as relações entre o contexto histórico, as ideias de uma época e as características das obras literárias, os temas. O professor exemplifica que o contexto do modernismo brasileiro e da Semana da Arte Moderna de 22 ajuda a entender a busca por novas formas de expressão que marcaram a época.

Entre os conteúdos e autores que merecem revisão, Eli destaca:

"Modernismo, principalmente a primeira e segunda fases, com Drummond, Graciliano Ramos, Cecília Meirelles, o realismo de Machado de Assis e o romantismo. Também ficar atento à literatura contemporânea, porque ela dá voz a pautas sociais, como as obras de Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus e a literatura indígena".

Língua estrangeira

No Inglês, é preciso ir além da leitura tradicional de textos, como explica o professor Tiago Gentil.

"O Enem tende a empregar não somente textos e interpretação, mas a relação entre imagens, diagramas, situações do dia a dia e documentos. Não é se ater somente ao vocabulário, à gramática, mas se atentar a contextos, à mensagem global do que está sendo dito".

Segundo Gentil, poemas em Inglês têm aparecido nas edições mais recentes do exame.

Em Espanhol, um dos cuidados é com os falsos cognatos: palavras parecidas nos dois idiomas, mas com significados diferentes. Esse é o alerta do professor Júlio Manuel Sanchez Tello.

"Por exemplo: para nós, falantes da língua espanhola, algo esquisito é algo requintado, é algo saboroso, é algo delicioso. Não o esquisito de raro, de raridade e rareza como seria na língua portuguesa".

O professor comenta que a estrutura da prova de Espanhol costuma incluir dois ou três textos em espanhol e cinco questões em português, fundamentalmente para interpretação. 

“Gramática pura aparece pouquíssimo. Sinônimos e antônimos aparecem dentro do contexto do próprio texto. A sintaxe é raríssima."

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Universidade Aberta reúne atividades nesta terça e quarta-feira, em São Carlos, com informações sobre profissões, ingresso no ensino superior e assistência estudantil

 

SÃO CARLOS/SP - Estudantes e moradores de São Carlos e região têm a oportunidade de conhecer de perto a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) a partir desta terça-feira (13), quando começa a edição 2026 do Universidade Aberta. O evento será realizado também na quarta-feira (14), das 9h às 17h, na área de exposições da Biblioteca Comunitária, no campus da instituição.

A proposta é apresentar o cotidiano universitário a quem está se preparando para escolher uma carreira ou pretende ingressar no ensino superior. A programação contempla especialmente alunos do Ensino Médio, de cursinhos e dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, de escolas públicas e privadas.

Nos estandes, os visitantes terão contato com representantes dos cursos presenciais de graduação do Campus São Carlos. Docentes, estudantes e servidores técnico-administrativos poderão explicar as características das formações, as áreas de atuação e as experiências oferecidas pela vida acadêmica.

O evento também reunirá representantes dos demais campi da UFSCar e do Instituto Federal de São Paulo. A Coordenadoria de Ingresso na Graduação terá um espaço para orientar o público sobre as formas de acesso à Universidade.

A programação inclui ainda informações sobre permanência estudantil. A Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis apresentará iniciativas de apoio aos alunos, como bolsas, auxílios financeiros e moradia destinada a estudantes de baixa renda.

Atividades vão além da apresentação dos cursos

Palestras e apresentações serão realizadas em três auditórios durante o evento. Outra opção para os participantes será um passeio de trenzinho pelo campus, que permitirá conhecer alguns dos espaços da Universidade.

O cadastro antecipado de escolas já foi encerrado, mas isso não impede a participação de outros interessados. A UFSCar informa que o evento é aberto à comunidade e que o público pode comparecer sozinho, com amigos ou familiares, sem a necessidade de participar nos dois dias.

A iniciativa busca oferecer informações que ajudem os jovens a tomar decisões sobre o futuro acadêmico e profissional, mostrando não apenas os cursos disponíveis, mas também a estrutura e os serviços de apoio oferecidos pela instituição.

Os horários e detalhes das atividades podem ser consultados no portal visite.ufscar.br. Dúvidas também podem ser encaminhadas ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos iniciou nesta quarta-feira (7/10) o projeto “Caçadores de Mosquito”, que utiliza o teatro para conscientizar crianças sobre a prevenção à dengue, zika e chikungunya. A primeira apresentação desta edição foi realizada no CEMEI Olívia Carvalho, em parceria entre as secretarias municipais de Saúde e Educação e a Trupe Tópatu.

Ao todo, estão previstas 72 apresentações em Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs). Por meio de personagens, brincadeiras e situações do cotidiano, o espetáculo ensina as crianças a identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti e a importância de eliminar recipientes que acumulam água parada.

A proposta é estimular hábitos preventivos desde a infância e ampliar o alcance das orientações, incentivando os alunos a compartilhar o que aprendem com familiares e a comunidade.

A diretora do CEMEI Olívia Carvalho, Daiane Zuffo, destacou a importância da abordagem lúdica. Segundo ela, além de facilitar a aprendizagem, a iniciativa incentiva as crianças a reconhecer situações de risco e comunicar aos adultos quando identificarem possíveis focos do mosquito.

Para a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, a integração entre arte, saúde e educação contribui para tornar a prevenção mais próxima da realidade dos estudantes. “A criança é um agente multiplicador na família. O conhecimento adquirido na escola pode chegar aos pais, avós e outros familiares, ajudando a eliminar criadouros e reduzir a incidência da dengue no município”, ressaltou.

A Secretaria Municipal de Saúde também reforça a importância de manter quintais e demais ambientes livres de recipientes que possam acumular água. A população deve colaborar com as ações de vistoria e orientação, permitindo o acesso dos agentes de saúde e de controle de endemias aos locais a serem inspecionados.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Educação, vem ampliando as ações de formação continuada dos profissionais da Rede Municipal de Ensino como parte da política de valorização dos servidores e de qualificação da educação pública. Dentro dessa estratégia, 163 professores da Fase 6 participaram da formação “Educação Infantil em diálogo: reflexões sobre infâncias e práticas pedagógicas”.

Realizada em quatro encontros, nos dias 10 e 31 de agosto e 21 e 28 de setembro, no Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a atividade teve oito horas de duração e foi conduzida por Alessandra Guerra da Silva Oliveira e Gabriela Maria Fornaciari.

A proposta foi promover momentos de estudo, diálogo e reflexão sobre diferentes dimensões da realidade educativa na Educação Infantil, considerando o cotidiano escolar, o protagonismo compartilhado, a ludicidade, as brincadeiras, a leitura e a relação entre escola, família e comunidade. O objetivo foi contribuir para a organização de práticas pedagógicas significativas e comprometidas com as experiências, as aprendizagens e os direitos das crianças.

A formação integrou o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) e abordou temas diretamente relacionados ao cotidiano das unidades escolares, como currículo, protagonismo infantil, interações, brincadeiras, leitura, diferentes linguagens e a relação entre escola, família e comunidade.

Para o secretário de Educação, Roselei Françoso, investir na formação dos professores significa fortalecer as condições para que os profissionais aprimorem suas práticas e ampliem a qualidade das experiências oferecidas às crianças. “Os encontros também possibilitaram a troca de experiências e a reflexão coletiva sobre a organização dos espaços, tempos e propostas pedagógicas”.

A iniciativa reforça a política municipal de formação permanente, que busca aproximar estudos e práticas e oferecer aos profissionais ferramentas para atender às diferentes necessidades das crianças, respeitando seus direitos, experiências e processos de aprendizagem.

BRASÍLIA/DF - Alunas do ensino médio e professoras de escolas públicas estaduais de todo o Brasil podem se inscrever, até o próximo dia 26 de outubro, para conhecer os maiores laboratórios e espaços de desenvolvimento científico e tecnológico do país.

A oportunidade faz parte do Programa Futuras Cientistas, vinculado ao Ministério de Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI), que deu início nesta semana às inscrições ao projeto Imersão Científica 2027.

A participação é gratuita e são oferecidas 470 vagas.

Como participar

As inscrições devem ser realizadas pela internet. A candidata deverá apresentar:

  • documentos de identificação;
  • dados de contato;
  • boletim escolar (se aluna);
  • diploma de graduação em licenciatura (se professora);
  • comprovante de residência;
  • termos de autorização previstos pelo edital;
  • Currículo Lattes.

É possível se candidatar a um dos 114 projetos de trabalho, com opções em todas as regiões do país.

Entre eles, há 20 projetos remotos, disponíveis para participantes de diversos estados.

Dúvidas podem ser esclarecidas por e-mail para o seguinte endereço: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Distribuição das vagas

Das 470 vagas, 320 são para estudantes do 2º ano do ensino médio regular e das modalidades médio integral, semi-integral e técnico, desde que sejam das redes públicas de ensino estaduais.

As demais 150 vagas são destinadas a professoras também da rede pública estadual.

O edital estabelece reservas de vagas para ações afirmativas: 30% (141 vagas) para candidatas pretas, pardas, indígenas ou quilombolas; 5% (24 vagas) para pessoas com deficiência; e 5% (24 vagas) para mulheres transexuais, travestis e intersexo.

O programa tem como objetivo principal estimular a equidade de gênero, incentivando a formação de mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

Quando será a imersão

As selecionadas participarão da Imersão Científica de 4 a 29 de janeiro de 2027. Ao todo, serão 80 horas de atividades, ao longo de 20 dias úteis.

Segundo o Programa Futuras Cientistas, “as participantes vivenciarão a rotina da pesquisa científica sob a tutoria dos pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento da ciência no Brasil nos dias de hoje”.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pagará um auxílio financeiro de R$ 300 às participantes que efetivamente iniciarem as atividades.

As que estiverem na modalidade remota receberão também um kit de participação com todo o material suplementar para a realização dos experimentos em casa.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Projeto “Caçadores de Mosquito” terá 72 apresentações para orientar crianças sobre os cuidados contra o Aedes aegypti

 

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Departamento de Vigilância em Saúde e da Unidade de Controle de Zoonoses e Endemias, promove pelo segundo ano consecutivo o projeto teatral “Caçadores de Mosquito”, em parceria com a Trupe Tópatu. A iniciativa utiliza o teatro como ferramenta de educação e mobilização no combate ao mosquito

Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Ao todo, serão realizadas 72 apresentações em Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs), em ação desenvolvida em parceria com a Secretaria Municipal de Educação.

De forma lúdica e divertida, o espetáculo apresenta personagens, histórias, brincadeiras e situações do cotidiano para ensinar as crianças a identificar possíveis criadouros do mosquito e reforçar a importância de eliminar recipientes que possam acumular água.

A proposta é transformar os estudantes em aliados nas ações de prevenção, levando para casa os conhecimentos adquiridos e ajudando a mobilizar familiares e a comunidade. A iniciativa também aproxima as ações de Vigilância em Saúde do ambiente escolar e amplia o trabalho de conscientização sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito.

“Mais do que transmitir informações, queremos estimular as crianças a se tornarem agentes de prevenção e multiplicadoras de conhecimento, levando as orientações aprendidas para suas famílias e comunidades”, destacou a diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide.
A Secretaria de Saúde reforça ainda a importância de manter quintais e demais ambientes limpos, sem recipientes que possam acumular água, além de permitir o acesso dos agentes de saúde e de controle de endemias durante as ações de vistoria e orientação.
Nesta semana, a Trupe Topetou estará nas seguintes unidades da rede municipal:

07 de outubro (quarta-feira)
8h – CEMEI Olívia Carvalho
10h – CEMEI Dário Rodrigues

08 de outubro (quinta-feira)
8h – CEMEI Julien Fauvel
10h – CEMEI Osmar Stanley de Martini
14h – CEMEI Helena Dornfeld
15h – CEMEI Osmar Stanley de Martini

09 de outubro (sexta-feira)
8h - CEMEI Dep. Vicente Botta
10h - CEMEI Santo Piccin
14h - CEMEI Dep. Vicente Botta
15h - CEMEI Santo Piccin.

SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação de São Carlos iniciou nesta semana a formação “Introdução ao Sistema Braille: Conhecer, Ler e Escrever”, voltada aos professores de Educação Especial da Rede Municipal de Ensino. A capacitação é realizada pelo Departamento de Formação Continuada Docente e Profissional (CeFEP), em parceria com o Departamento de Educação Inclusiva, no Museu de Ciências Professor Mário Tolentino.

Com carga horária de 18 horas, a formação tem caráter teórico-prático e aborda leitura e escrita em Braille, utilização da máquina de escrever Braille, deficiência visual, cegueira e baixa visão, inclusão e Atendimento Educacional Especializado (AEE), além de estratégias pedagógicas para o atendimento de estudantes com deficiência visual.

Ministrado pela professora Ivone Ribeiro de Camargo, o curso também apresenta a estrutura da cela Braille, o alfabeto, números, pontuação e sinais básicos, além da produção de registros e materiais pedagógicos acessíveis.

Os próximos encontros presenciais serão realizados nos dias 5, 19 e 26 de outubro, das 18h15 às 19h50, com complementação por meio de atividades remotas.

A iniciativa integra o programa de formação continuada da Secretaria Municipal de Educação e busca ampliar a preparação dos profissionais para o uso do Sistema Braille e para o desenvolvimento de práticas pedagógicas acessíveis, contribuindo para o atendimento educacional e a inclusão de estudantes com deficiência visual na rede municipal.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Fórum Municipal de Educação (FME) e o Conselho Municipal de Educação (CME), realizou, na noite de quarta-feira (30/09), no CEMEI Professor Paulo Freire, mais uma Pré-Conferência de Educação Infantil para discutir propostas que irão subsidiar a elaboração do novo Plano Municipal de Educação (PME).

O encontro reuniu profissionais da educação, gestores escolares, mães de alunos, representantes das secretarias municipais, conselheiros, integrantes do Comitê de Lutas pela Educação Infantil e membros do FME, além de representantes das instituições responsáveis pela organização do processo.

A mesa de abertura contou com a participação da secretária adjunta de Educação, Rafaela Marchetti; do presidente do CME, Abel José da Silva; da coordenadora do FME, Flávia Camila Gomes; da professora doutora Gisele Magalhães Modé, do Departamento de Educação da UFSCar; e de Viviane Patrícia Colloca Araujo, chefe da Seção de Educação Infantil.

Entre os principais temas debatidos estiveram o acesso e a qualidade da Educação Infantil, as condições estruturais das unidades, a valorização e as condições de trabalho dos profissionais, o financiamento da educação e a relação entre família e escola.

Os participantes também destacaram a importância do trabalho intersetorial, com a integração entre diferentes áreas do poder público para atender as crianças de forma integral. A necessidade de garantir condições para práticas inclusivas e para o enfrentamento às diferentes formas de violência também esteve entre os assuntos discutidos.

Outro ponto abordado foi a revisão da Meta 1 do atual Plano Municipal de Educação, considerando que ela ainda não foi integralmente atingida. As discussões também reforçaram a necessidade de que o novo documento estabeleça mecanismos que permitam transformar as metas e estratégias previstas em ações efetivas na rede municipal.

As Pré-Conferências fazem parte de um processo participativo de construção do novo PME, que terá vigência de dez anos. As contribuições apresentadas pelos diferentes segmentos da comunidade escolar serão utilizadas na definição dos objetivos, metas e estratégias que irão orientar a política educacional de São Carlos no período.

A próxima Pré-Conferência de Educação Infantil será realizada nesta quinta-feira (01/10), das 18h30 às 20h30, no CEMEI Octávio de Moura, na Rua Francisco Marigo, nº 940, Jardim Cruzeiro do Sul, com participação voltada à Área Sul do município.

A iniciativa é organizada pela Secretaria Municipal de Educação, FME e CME, que incentivam a participação da comunidade nas discussões e na apresentação de propostas para o novo Plano Municipal de Educação.

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