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Contas em atraso diminuem, mas lares com menor renda ainda são os mais afetados

 

SÃO PAULO/SP - A inadimplência das famílias paulistanas atingiu o menor nível desde janeiro de 2022. Dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apontam que o porcentual de lares com contas em atraso passou de 21,9%, no mês de maio, para 20,8%, em junho — o que, em números absolutos, representa 40,3 mil famílias inadimplentes a menos.

 Por outro lado, as famílias de menor renda, ou seja, que recebem até dez salários mínimos, são as que enfrentam mais dificuldades em relação à inadimplência. Prova disso é que 24,1% dessas famílias estão com contas em atraso, enquanto só 12,6% das que recebem acima de dez salários mínimos estão com dívidas — praticamente o dobro. Ainda assim, ambas registraram queda em relação ao mês anterior.

De acordo com a FecomercioSP, esse resultado pode ser explicado pela queda da inflação, que tem aliviado o bolso dos paulistanos. Além disso, o mercado de trabalho aquecido também contribui para a quitação das dívidas e abre espaço para o consumo. Não é à toa que 19,6% dos lares afirmaram que pretendem contrair algum tipo de crédito ou financiamento nos próximos três meses — o maior porcentual desde setembro de 2019 —, enquanto 90% declararam que a finalidade será consumo e compras.

Se, por um lado, a queda na inflação estimula o consumo, é compreensível que os compromissos com crédito aumentem. Apesar do endividamento registrar uma queda em comparação ao mês anterior, ainda segue em patamar elevado (71,3%). O resultado, no entanto, é importante para a economia, principalmente em razão do barateamento do crédito, o que gera confiança das famílias, encorajadas pela maior segurança no emprego e na renda.

Além do líder invicto cartão de crédito (86,1%), que ainda é o fator que mais contribui para a dívida familiar, destacam-se, justamente, o crédito pessoal (13,9%) e o financiamento de imóveis (13,7%), que cresceram em relação ao mesmo período do ano passado — o que comprova o impacto da redução dos juros sobre a realização do sonho de comprar a casa própria. Essas despesas, a longo prazo, impactam diretamente o tempo de comprometimento da dívida, que também cresceu, atingindo 7,6 meses em junho, acima do registrado no ano passado. Um resultado que, nesse caso, pode ser considerado positivo para a economia, já que mostra que os consumidores estão lidando melhor com as finanças.

De acordo com a Federação, o cenário é promissor para os empresários, visto que o fortalecimento no poder de compra deverá estimular as vendas no Comércio e nos Serviços, trazendo bons resultados para a economia da cidade neste meio de ano.

 

Nota metodológica 

PEIC 

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é apurada mensalmente pela FecomercioSP desde fevereiro de 2004. São entrevistados aproximadamente 2,2 mil consumidores na capital paulista. Em 2010, houve uma reestruturação do questionário para compor a pesquisa nacional da Confederação Nacional do Comércio (CNC), e, por isso, a atual série deve ser comparada a partir de 2010.O objetivo da PEIC é diagnosticar os níveis tanto de endividamento quanto de inadimplência do consumidor. O endividamento é quando a família possui alguma dívida. Inadimplência é quando a dívida está em atraso. A pesquisa permite o acompanhamento dos principais tipos de dívida, do nível de comprometimento do comprador com as despesas e da percepção deste em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos, além de ter o detalhamento das informações por faixa de renda de dois grupos: renda inferior e acima dos dez salários mínimos.

SÃO CARLOS/SP - Os Grupos AD e Capitânia/Genesis associados e parceiros investidores, adquiriram recentemente 50% de participação no Shopping Iguatemi São Carlos, em um movimento estratégico de expansão. O Grupo AD, presente nas cinco regiões do país, conta com 43 empreendimentos em seu portfólio, sendo alguns administrados e outros investidos, tanto nas capitais quanto em cidades do interior. Com 33 anos, o Grupo AD atua no planejamento, comercialização e gestão do segmento de shopping centers.

A partir dessa aquisição, a Rede Iguatemi deixa de ser coproprietária do Shopping Iguatemi São Carlos, sendo que, após um período de transição de três meses, a administração do empreendimento será assumida pelo Grupo AD, e o acordo de uso da marca “Iguatemi” poderá se estender pelo prazo de até 18 meses.

A Sobloco Construtora S.A., responsável pela realização global do Plano Urbanístico do Parque Faber e sócia fundadora do Shopping Iguatemi São Carlos, permanece com sua participação acionária inalterada. A empresa, presente no município de São Carlos há mais de 50 anos, mantém sua disposição em continuar investindo na cidade, bem como em futuras expansões do próprio shopping, agora em parceria com o Grupo AD.

O Shopping Iguatemi São Carlos possui 22.075 m² de ABL total, foi inaugurado em 29 de setembro de 1997, está localizado no Passeio dos Flamboyants, número 200, e possui 90 lojas, 5 lojas âncoras (Renner, Riachuelo, C&A e Pernambucanas), Cobasi, 14 operações de alimentação, restaurantes Mousse Cake e Outback – a inaugurar em julho –, cinema, parque de entretenimento, supermercado Pão de Açúcar, 915 vagas de estacionamento, além de operações de conveniência e serviços, sendo uma referência para toda a região.

De acordo com Helcio Povoa, CEO do Grupo AD, “o compromisso do Grupo AD e seus parceiros investidores em diversificar a atuação e fortalecer a presença no mercado, visa contribuir para o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua”.
A expansão estratégica fortalece a presença no interior do Estado de São Paulo – onde o Grupo AD já atua em 12 shoppings –, demonstrando sua capacidade de inovar e agregar valor aos empreendimentos.

ALEMANHA - O índice europeu de ações encerrou quase estável nesta quinta-feira, com a continuação do movimento de venda de ações de empresas de chips, enquanto investidores digeriram a mais recente decisão de juros pelo Banco Central Europeu (BCE).

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou com oscilação negativa de 0,08%, a 514,41 pontos, acumulando quatro sessões no vermelho.

O BCE manteve o juro inalterado, conforme esperado, mas disse que a reunião de setembro está "totalmente aberta", conforme reduziu sua avaliação sobre as perspectivas econômicas da zona do euro e previu que a inflação continuará a cair.

"O que (a presidente do BCE) Christine Lagarde está tentando fazer é ganhar um pouco de tempo... o mercado de trabalho ainda continua bastante forte e isso permite que o BCE aproveite esse tempo", disse Aneeka Gupta, diretora de pesquisa macroeconômica da WisdomTree.

"Em vez de dar essa orientação firme para setembro, o BCE continua a depender bastante dos dados, principalmente para permitir manter todas as opções em aberto."

Os rendimentos de títulos de governo em todo o continente recuaram, enquanto o euro caía 0,2% em relação ao dólar. [GVD/EUR]

O índice que reúne ações de empresas de tecnologia ampliou perdas para uma quarta sessão e fechou em baixa de 1,8%. Ações de companhias do setor de semicondutores como ASML, ASM International e BE Semiconductor ficaram entre as de pior desempenho.

As ações de companhias vinculadas à indústria de microprocessadores ficaram sob pressão em todo o mundo na quarta-feira, após a mídia informar que os Estados Unidos disseram a seus aliados que estão considerando usar restrições comerciais mais severas contra o avanço da China no setor.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,21%, a 8.204,89 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 0,45%, a 18.354,76 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,21%, a 7.586,55 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,43%, a 34.529,13 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,38%, a 11.147,50 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 0,34%, a 6.789,09 pontos.

 

 

Por Shristi Achar A e Pranav Kashyap e Shashwat Chauhan / REUTERS

SÃO PAULO/SP - O Ministério da Agricultura confirmou, em nota nesta quinta, 17, que foi detectado um foco da doença Newcastle (DNC) em um estabelecimento comercial de avicultura de corte em Anta Gorda, no Rio Grande do Sul.

O ministério informou que o diagnóstico positivo foi recebido às 16h do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como laboratório de referência internacional para o diagnóstico da DNC. De acordo com a pasta, a doença de Newcastle é uma doença viral que afeta aves domésticas e silvestres e causa sinais respiratórios seguidos por manifestações nervosas.

Segundo o ministério, a investigação da doença foi conduzida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, a qual encaminhou as amostras para a análise laboratorial no LFDA. "O Mapa esclarece que o estabelecimento avícola foi imediatamente interditado, incluindo suspensão de movimentação das aves, a partir do primeiro atendimento pela secretaria", disse a pasta na nota.

O Ministério afirmou também que vai aplicar, juntamente com o órgão estadual, os procedimentos de erradicação do foco. Esse protocolo é previsto no "Plano de Contingência de Influenza Aviária e doença de Newcastle". O protocolo prevê o abate sanitário e a eliminação de todas as aves e desinfecção do local. "Também será realizada investigação complementar em raio de 10 km ao redor da área de ocorrência do foco, além de outras medidas que forem necessárias conforme avaliação epidemiológica", acrescentou a pasta.

Por fim, o Ministério esclarece que o consumo de produtos avícolas inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) "permanece seguro e sem contraindicações".

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

BRASÍLIA/DF - O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) teve, em 2023, lucro recorde de R$ 23,4 bilhões, quase o dobro dos R$ 12,1 bilhões registrados no ano passado. O Conselho Curador do Fundo aprovou na terça-feira,16 de julho, o balanço do FGTS no ano passado.

No próximo dia 6, o Conselho Curador reúne-se novamente para definir a parcela do lucro a ser repartida entre os trabalhadores. Em 2023 e 2022, 99% do lucro foi distribuído aos cotistas. Em 2021, 96% do resultado positivo foi partilhado.

Do lucro total, R$ 16,8 bilhões decorrem do lucro recorrente do FGTS, resultante de aplicações do fundo em títulos públicos e em investimentos em habitação, saneamento, infraestrutura e saúde. Os R$ 6,6 restantes decorrem da restruturação do fundo que financia a reconstrução do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. O acordo foi assinado em agosto do ano passado para dar prosseguimento às obras na região portuária, que se estendem desde 2010.

A Caixa Econômica Federal tem até 31 de agosto para creditar a parcela dos lucros do FGTS repartida entre os cotistas. O dinheiro é distribuído proporcionalmente ao saldo em cada conta em nome do trabalhador em 31 de dezembro do ano anterior.

Pela legislação, o FGTS rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR). Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Fundo deverá ter correção mínima pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mas a correção não é retroativa sobre o estoque das contas e só vale a partir da publicação do resultado do julgamento.

Se o resultado da distribuição do lucro por trabalhador e do rendimento de 3% ao ano mais a TR ficar menor que a inflação, o Conselho Curador é obrigado a definir uma forma de compensação para que a correção alcance o IPCA. O rendimento definitivo do FGTS em 2023 só será conhecido após a distribuição dos lucros.

 

Como consultar o saldo

O trabalhador pode verificar o saldo do FGTS por meio do aplicativo FGTS, disponível para os telefones com sistema Android e iOS. Quem não puder fazer a consulta pela internet deve ir a qualquer agência da Caixa pedir o extrato no balcão de atendimento.

O banco também envia o extrato do FGTS em papel a cada dois meses, no endereço cadastrado. Quem mudou de residência deve procurar uma agência da Caixa ou ligar para o número 0800-726-0101 e informar o novo endereço.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - Diretores, conselheiros e funcionários do Sicoob Crediacisc se reuniram durante os dias 4, 5 e 6 de julho para realizar o planejamento estratégico 2024-2026. Nascida há 18 anos com 30 pessoas, a cooperativa de crédito está com três unidades em São Carlos, em Ribeirão Bonito e Dourado.

"Já se tornou um hábito da nossa cooperativa realizar o planejamento. Iniciamos em 2016 e nunca mais deixamos de fazer", explica a presidente do Conselho de Administração, Lídia Maria Mendes Lima. "Claro que vamos aprimorando a cada nova etapa sempre com o intuito de crescer nossa base cooperada de forma bastante consolidada", esclarece.

O foco do trabalho de planejamento foi direcionado à missão da cooperativa, que é o de conectar pessoas para promover justiça financeira e prosperidade. "Formamos uma cooperativa de crédito há 18 anos a partir da inciativa de 30 pessoas e hoje já ultrapassamos os 2,5 mil cooperados", salienta Lídia.

De acordo com as orientações da reunião, entre os objetivos específicos da cooperativa de crédito está a expansão da base cooperada, a ampliação da oferta de produtos e serviços financeiros, a educação financeira e a melhoria contínua da eficiência operacional.

Já com relação às metas, a reunião de planejamento trabalhou com o conceito de "metas atingíveis". "No final de 2022 tínhamos 1,9 mil cooperados, em 2023 já eram 2,6 mil, nossa meta para o final de 2024 é de 3,5 mil", detalha a presidente.

O planejamento apontou ainda como oportunidades a possibilidade de renovação do quadro pela atração de jovens cooperados e a potencialização da marca Sicoob Crediacisc, uma vez que devido à fragmentação do marketing Sicoob existe uma comunicação deficitária.

Entre os pontos positivos do Sicoob Crediacisc estão sua capacidade funcional bastante positiva, diretoria local presente, proximidade entre funcionários, dirigentes e cooperados, excelente relação social e ações comunitárias sociais relevantes.

SÃO PAULO/SP - A economia brasileira teve crescimento de 0,3% na passagem de maio para abril, impulsionada pelo consumo interno aquecido. Na comparação com maio de 2023, houve expansão de 1,3%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 2,4%. Os dados fazem parte do Monitor do PIB, divulgado na terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O levantamento funciona como uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país em um determinado período.

A coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, destacou que o consumo das famílias foi um dos motores da atividade econômica em maio.

“O crescimento da economia em maio, na comparação com abril, teve forte influência do desempenho do consumo das famílias, que registrou a maior alta do ano neste mês. Os investimentos também cresceram nesse período. Esses fatos revelam uma demanda interna aquecida.”

No entanto, segundo a economista, a capacidade produtiva do país não demonstra a mesma força da demanda interna. “Dentre as três grandes atividades econômicas, apenas a agropecuária teve crescimento, enquanto a indústria e o setor de serviços se mostraram estáveis.”

Na economia, quando a procura por bens e serviços é maior que a oferta, ocorre a pressão inflacionária. No entanto, a coordenadora afirmou à Agência Brasil que o descasamento de maio, “a princípio, foi um acontecimento pontual”.

“É mais um alerta do que um fato. Caso esse padrão persista ao longo dos próximos meses, aí sim haverá indícios de uma pressão da demanda sobre a capacidade produtiva, que terá tudo para pressionar a inflação”, disse.

 

Comportamentos

O estudo da FGV traz análise de indicadores que formam o PIB. O estudo é feito no intervalo trimestral, para melhor compreensão da trajetória dos dados e evitar “pontos fora da curva”.

No trimestre móvel terminado em maio, o consumo das famílias cresceu 4,6% em relação ao mesmo período de 2023, com maior influência do consumo de serviços e de produtos não duráveis.

No entanto, o levantamento destaca que o resultado, apesar de positivo, marca o fim de uma trajetória ascendente iniciada no começo do ano, ou seja, é uma expansão menor que o de meses anteriores.

Em relação à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) - indicador que reflete o nível de investimento, como aquisição de máquinas e equipamentos, foi registrado um avanço de 4,5% no trimestre móvel em comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

A taxa de investimento da economia brasileira em maio ficou em 18%, pouco acima da taxa média desde 2000 (17,9%).

As exportações cresceram 3,2%, resultado que, apesar de positivo, assinala “forte redução do ritmo de crescimento das exportações”. No trimestre encerrado em abril a expansão foi de 8,5%. A venda de produtos agropecuários para outros países ficou negativa e funcionou como um freio das exportações.

As importações cresceram 10,3%. As compras de produtos importados não contribuem para o aumento do PIB e, de certa forma, impedem maior crescimento da economia brasileira, uma vez que bens e serviços que poderiam ser produzidos no país são supridos por outros países.

A FGV estima o PIB brasileiro de maio em R$ 4,528 trilhões.

 

PIB oficial

A prévia da FGV se aproxima do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que aponta crescimento de 0,25% em maio.

Os números oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, o IBGE anunciou que a economia brasileira cresceu 2,5% no primeiro trimestre do ano.

 O resultado do segundo trimestre será conhecido no dia 3 de setembro.

 

Por Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - A grande maioria dos brasileiros (78%) tem conta em banco, patamar acima de outros países da América Latina, mostra uma pesquisa do Mercado Pago apresentada na segunda-feira (15). Um dado que chamou atenção nas conclusões da pesquisa é que um em cada três brasileiros (32%) diz que abriu sua primeira conta para fazer ou receber um Pix.

"Tivemos uma grande surpresa, que mostra o impacto da evolução da tecnologia, da agenda do Banco Central", comentou o vice-presidente de Banco Digital do Mercado Pago no Brasil, Ignacio Estivariz, em entrevista à imprensa para apresentar a pesquisa.

Em jovens, de 18 a 24 anos, 50% dizem que abrem uma conta por causa do Pix, disse o executivo. Também em pessoas com menor inclusão financeira, como um vendedor ambulante, a motivação para abrir conta para receber ou fazer Pix é alta. Outra justificativa principal para abrir uma conta em banco é para receber salários.

A pesquisa apresentada nesta segunda-feira, chamada "Da Cédula ao Drex: a evolução do real em 30 anos", foi realizada pelo Mercado Pago em parceria com o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (IBPAD), em comemoração aos 30 anos do Real. O levantamento foi feito com 2004 pessoas entrevistadas em todo o País.

 

Plano Real

 

Sobre o Plano Real, 38% das pessoas lembram de quando a moeda mudou para o real, 30% não lembram, mas já ouviram falar e 32% não lembram.

A partir da implementação do plano, em 1994, 77% das pessoas afirmam que tiveram mais acesso a serviços e produtos financeiros. Contudo, atualmente, um em cada três brasileiros ainda não se sente devidamente incluído no sistema financeiro. Já 66% se dizem incluídos.

Sobre investimentos, 37% das pessoas responderam que fazem algum tipo de aplicação, enquanto 67% não investem. E a justificativa da maioria das razões de não investir é porque não sobra dinheiro.

 

 

POR ESTADAO CONTEUDO

EUA - As ações da Apple subiram 2,5% e atingiram um recorde nesta segunda-feira, após o Morgan Stanley elevar seu preço-alvo para as ações da fabricante do iPhone e designar o papel como "melhor escolha", citando os esforços da empresa em inteligência artificial (IA) como um impulso para as vendas de dispositivos.

Em um movimento visto como uma tentativa de se igualar ao Google, da Alphabet, e à OpenAI, apoiada pela Microsoft, a fabricante do iPad revelou no mês passado o Apple Intelligence, atraindo clientes a atualizarem seus dispositivos para usar a nova tecnologia.

As ações da Apple, que já sobem quase 20% no ano, avançaram para 236,30 dólares, dando à empresa um valor de mercado de 3,62 trilhões de dólares, o maior do mundo.

"O Apple Intelligence é um claro catalisador para aumentar as remessas de iPhones e iPads", disseram analistas do Morgan Stanley.

A nova tecnologia é compatível com apenas 8% dos dispositivos iPhone e iPad, e a Apple tem 1,3 bilhão de unidades de smartphones atualmente em uso pelos clientes, disseram os analistas, acrescentando que a empresa pode vender quase 500 milhões de iPhones nos próximos dois anos.

O Morgan Stanley, que antes esperava que a Apple vendesse entre 230 milhões e 235 milhões de iPhones anualmente nos próximos dois anos, elevou seu preço-alvo para as ações da empresa de 216 dólares para 273 dólares.

O papel tem recomendação média de "compra", com um preço-alvo mediano de 217 dólares, e tem superado o desempenho do índice S&P 500 no ano, segundo dados da LSEG.

 

 

Reportagem de Akash Sriram em Bengaluru / REUTERS

BRASÍLIA/DF - Cerca de 4,24 milhões de trabalhadores com carteira assinada nascidos em setembro e outubro podem sacar, a partir desta segunda-feira (15), o valor do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) em 2024. A quantia está disponível no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital e no Portal Gov.br.

Ao todo, o governo liberará R$ 4,52 bilhões, dos quais R$ 3,9 bilhões para o PIS e R$ 620 milhões para o Pasep. Aprovado no fim do ano passado, o calendário de liberações segue o mês de nascimento do trabalhador, no caso do PIS, ou o número final de inscrição do Pasep. Os pagamentos ocorrem de 15 de fevereiro a 15 de agosto.

Neste mês, o pagamento continua a ser antecipado aos trabalhadores do Rio Grande do Sul nascidos de setembro a dezembro que regularizaram a situação após 15 de maio. Serão beneficiados 5.426 trabalhadores com recursos de cerca de R$ 5,67 milhões. Em maio e junho, cerca de 760 mil trabalhadores do estado, afetado pelas enchentes do fim de abril e do mês de maio, tiveram o pagamento antecipado.

Neste ano, cerca de R$ 27 bilhões poderão ser sacados. Segundo o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), o abono salarial de 2024 será pago a 24,87 milhões de trabalhadores em todo o país. Desse total, 21,98 milhões trabalham na iniciativa privada e receberão o abono do PIS e 2,89 milhões de servidores públicos, empregados de estatais e militares têm direito ao Pasep.

O PIS é pago pela Caixa Econômica Federal; e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Como ocorre tradicionalmente, os pagamentos serão divididos em seis lotes, baseados no mês de nascimento, no caso do PIS, e no número final de inscrição, no caso do Pasep. Os saques começam nas datas de liberação dos lotes e acabam em 27 de dezembro de 2024. Após esse prazo, será necessário aguardar convocação especial do Ministério do Trabalho e Previdência.

arte saque pis

arte saque pis - Arte/Agência Brasil

 

arte saque pasep

arte saque pasep - Arte/Agência Brasil

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS/Pasep há, pelo menos, cinco anos, e que tenha trabalhado formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base considerado para a apuração, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2022. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 117,67, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo cheio, de R$ 1.412.

Pagamento

Trabalhadores da iniciativa privada com conta corrente ou poupança na Caixa receberão o crédito automaticamente no banco, de acordo com o mês de seu nascimento.

Os demais beneficiários receberão os valores por meio da poupança social digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem. Caso não seja possível a abertura da conta digital, o saque poderá ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha nos terminais de autoatendimento, unidades lotéricas, Caixa Aqui ou agências, também de acordo com o calendário de pagamento escalonado por mês de nascimento.

O pagamento do abono do Pasep ocorre por meio de crédito em conta para quem é correntista ou tem poupança no Banco do Brasil. O trabalhador que não é correntista do BB pode efetuar a transferência via TED para conta de sua titularidade nos terminais de autoatendimento, no portal www.bb.com.br/pasep ou no guichê de caixa das agências, mediante apresentação de documento oficial de identidade.

Até 2020, o abono salarial do ano anterior era pago de julho do ano corrente a junho do ano seguinte. No início de 2021, o Codefat atendeu a recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU) e passou a depositar o dinheiro somente dois anos após o trabalho com carteira assinada.

arte abono salarial

Edição: Nádia Franco

 

 

Por Welton Máximo – Repórter da Agência Brasil

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