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SÃO PAULO/SP - O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em cinco Estados na semana entre 16 e 22 de novembro. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol tinha paridade de 70,18% ante a gasolina no período, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes Estados: Mato Grosso (69,89%); Mato Grosso do Sul (66,78%); Paraná (68,68%), Pernambuco (69,38%) e São Paulo (68,60%).

 

 

 por Estadao Conteudo

EUA - Um homem de 33 anos ganhou US$ 1 milhão na loteria depois de outro cliente ter 'descartado' o bilhete premiado.

O homem, que preferiu não se identificar, ganhou o prêmio máximo de um jogo de raspadinha chamado "Blazing Suits". A informação foi divulgada pela Loteria de Michigan, nos Estados Unidos.

Havia um bilhete de Blazing Suits deixado de lado no balcão que outra pessoa decidiu não comprar, então eu comprei. Quando raspei o bilhete, não conseguia acreditar: era o ganhador de 1 milhão de dólares! Nunca imaginei que ganharia um prêmio tão grande na loteria, então isso é realmente uma bênção

O bilhete premiado foi comprado em Detroit. O vencedor escolheu receber o valor à vista de aproximadamente US$ 693 mil (após impostos), em vez de receber parcelas anuais.

Ele pretende guardar e aplicar o dinheiro, segundo a Loteria. "Ganhar é uma sensação incrível, mas também gera muita pressão, porque a mente começa a pensar em todas as coisas diferentes que dá para fazer com essa quantia", disse o milionário anônimo.

COMO FUNCIONA O JOGO DO PRÊMIO

No Blazing Suits, lançado em junho, cada bilhete de US$ 10 dá chance de prêmios de US$ 10 até US$ 1 milhão. Os jogadores já ganharam mais de US$ 14 milhões com esse jogo, segundo informou a Loteria de Michigan. Ainda restam mais de US$ 32 milhões em prêmios, incluindo dois máximos de US$ 1 milhão e 15 de US$ 2.000.

 

 

por Folhapress

Informativo Econômico destaca melhora na confiança do consumidor, expansão do emprego formal e fortalecimento do mercado local; especialistas da ACISC avaliam impactos no fim de ano

 

SÃO CARLOS/SP - O Informativo Econômico ACISC, divulgado nesta quarta-feira (26), apresenta um panorama preliminar do comportamento do consumo em São Carlos no fechamento de 2025. O levantamento aponta sinais positivos para o comércio local, impulsionados pela ampliação do emprego formal, pela melhora da renda e pelo aumento da confiança do consumidor.

Com base no modelo econômico tradicional — no qual a demanda agregada é composta por consumo, investimento, gasto público e saldo externo — o relatório destaca que o consumo e o gasto público permanecem variáveis estáveis, influenciando de maneira mais previsível a atividade econômica local nos meses de novembro e dezembro. Neste período, o consumo das famílias se torna o principal motor da economia.

As importações do município, conforme ressalta o informativo, são majoritariamente de insumos e componentes utilizados pela indústria local, o que reflete o dinamismo do parque produtivo e seu impacto na geração de negócios. Já do lado do consumidor, fatores como sensação de segurança, mobilidade urbana e ambiente comercial amigável são decisivos para estimular a circulação e o consumo.

O índice de confiança, segundo dados do IPC Maps 2025, também reforça o cenário favorável. “As famílias brasileiras deverão gastar cerca de R$ 8,2 trilhões ao longo deste ano... representando um aumento real de 3,01% em relação a 2024”, aponta o estudo.

O relatório da ACISC destaca ainda que o emprego formal em São Carlos cresceu: o município passou de 89.067 vínculos em setembro de 2024 para 90.823 contratos formais em setembro de 2025, ampliando a massa salarial e fortalecendo o poder de compra da população. Os pedidos de seguro-desemprego tiveram leve alta de 5%, mas o percentual de beneficiários sobre o total de empregados se manteve estável, em 3%, indicando equilíbrio no mercado de trabalho.

Para a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, o fechamento de 2025 é marcado por um ambiente favorável ao comércio local.
“O consumidor de São Carlos está mais confiante e voltando a circular com segurança. Esse clima positivo, somado ao aumento do emprego, cria condições ideais para um final de ano movimentado. O comércio já sente essa mudança e está preparado para atender essa demanda crescente”, afirmou.

O economista do Núcleo Econômico da ACISC, Elton Casagrande, reforça que os indicadores confirmam uma tendência de avanço gradual, porém consistente. “O crescimento do emprego formal e da massa salarial exerce impacto direto no consumo. Mesmo com pequenas oscilações no seguro-desemprego, o mercado de trabalho permanece sólido. Isso garante estabilidade e estimula as famílias a planejarem e retomarem seus gastos, especialmente no último bimestre do ano”, analisou.

Segundo o economista, o comportamento das importações e exportações do município também confirma o dinamismo industrial, que segue como um dos pilares da economia local.

Com um fim de ano economicamente mais robusto e consumidores mais confiantes, a expectativa da ACISC é de que o Natal e o início de 2026 consolidem o ciclo de retomada e crescimento nas vendas do comércio são-carlense.

SÃO PAULO/SP - O maior salário fixo pago a um profissional no Brasil é de R$ 100 mil por mês, apontou o levantamento Guia Salarial 2026 da consultoria de recursos humanos Michael Page. Cinco cargos pagam esse valor no Brasil, sendo quatro no setor da saúde e um no varejo.

No setor da saúde, ganha R$ 100 mil quem trabalha como superintendente/diretor médico em empresas de saúde; líder de unidade de negócios em empresas de dispositivos médicos; gerente geral em empresa de dispositivos médicos e líder de Unidade de Negócios em indústria farmacêutica.

Já o varejo oferece salário fixo equivalente a R$ 100 mil reais ao mês para o cargo de gerente geral de operações. Entre os dez primeiros cargos com melhores remunerações, aparecem também empregos em setores como vendas, bancário e tecnologia da informação.

O levantamento analisou 548 posições em 15 áreas e ouviu mais de 7 mil profissionais. O valor não inclui a análise de bônus e remuneração variável. Os setores avaliados foram agronegócio, bancos e serviços financeiros, construção civil, energia, engenharia e manufatura, finanças e impostos, jurídico, marketing, recursos humanos, saúde, seguros, supply chain, tecnologia, varejo e vendas.

Ano que vem

O estudo também questionou as empresas sobre as perspectivas para os salários 2026. A Michael Page apontou que as companhias devem ser cautelosas, com 45% não concedendo reajustes salariais além do obrigatório.

Há um descompasso entre as empresas e os trabalhadores: 59% dos profissionais não tiveram aumento no último ano e só 28% dizem ter acesso real a capacitação, enquanto 60% das organizações afirmam oferecer programas de desenvolvimento.

Para trabalhar a atração de talentos, além dos salários, as empresas precisam se preocupar também com flexibilidade e oportunidades para o desenvolvimento da carreira. 73% das empresas ouvidas declararam que estão enfrentando dificuldades na contratação por falta de profissionais qualificados.

"O desafio é construir pacotes de benefícios que realmente façam a diferença para os colaboradores, fortalecendo a competitividade para atrair e reter profissionais que farão a diferença", diz Ricardo Basaglia, CEO da Michael Page no Brasil e colunista do Estadão. Para 55% dos candidatos, saúde, alimentação e capacitação contam tanto quanto remuneração.

Os entrevistados apontam como grandes desafios na contratação de novos talentos a alta rotatividade ou falta de engajamento (61%), além de expectativas salariais acima do orçamento disponível (58%). No estudo, os autores avaliam que "os fatores estão interligados: profissionais com qualificações específicas têm maior poder de barganha, o que eleva o turnover e pressiona os salários".

Em relação ao regime de trabalho presencial, híbrido ou home office, os dados indicam que o modelo presencial integral permanece como o mais comum e voltou a crescer, sendo utilizado por 42% das corporações, contra 36% no estudo anterior. O formato híbrido, embora ainda bastante representativo, apresentou variações: sua adoção entre empresas caiu de 50% para 44%, enquanto entre profissionais cresceu de 37% para 40%, ambos com variações de escala.

 

 

por Estadao Conteudo

BRASÍLIA/DF - O Brasil registrou, em 2024, os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica iniciada em 1995, segundo nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo foi divulgado nesta terça-feira (25) a partir de dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao longo de 30 anos, a renda domiciliar per capita cresceu cerca de 70%, o coeficiente de Gini (índice que mede concentração de renda) caiu quase 18% e a taxa de extrema pobreza recuou de 25% para menos de 5%.

O progresso foi irregular, concentrado entre 2003 e 2014, e retomado com força entre 2021 e 2024. Após um ciclo prolongado de crises entre 2014 e 2021 — marcado por recessão, lenta recuperação e forte impacto da pandemia — a renda per capita atingiu seu menor patamar em uma década. A trajetória mudou a partir de 2021: em três anos seguidos, a renda média cresceu mais de 25% em termos reais, maior avanço desde o Plano Real, acompanhado de queda expressiva na desigualdade. 

“Os resultados mostram que é possível reduzir intensamente a pobreza e a desigualdade, mas que esses movimentos também podem ser interrompidos ou mesmo revertidos por vários fatores. E que é importante combinar diferentes meios para alcançar esses objetivos fundamentais do país”, destacou Marcos Dantas Hecksher, autor do estudo ao lado de Pedro Herculano Souza.

Os pesquisadores atribuem a melhora recente ao aquecimento do mercado de trabalho e à expansão das transferências de renda, ambos responsáveis por quase metade da redução da desigualdade e da queda da extrema pobreza entre 2021 e 2024. Programas como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada, Auxílio Brasil e Auxílio Emergencial se mostraram mais efetivos após 2020.

No entanto, o efeito das transferências perdeu força em 2023 e 2024 com o fim do ciclo de expansão, enquanto o mercado de trabalho manteve forte influência sobre os indicadores sociais.

“As desigualdades precisam ser combatidas por meio de todas as políticas públicas. Não apenas por melhor direcionamento de gastos sociais aos mais pobres, mas também por uma distribuição mais justa dos impostos. É importante promover a produtividade do trabalho dos mais pobres e, ao mesmo tempo, reduzir a fatia dos recursos públicos que precisa ser destinada ao pagamento de juros da dívida pública aos mais ricos”, diz Hecksher.

Em 2024, o país registrou os menores níveis de pobreza da série. Ainda assim, 4,8% da população vivia abaixo da linha de extrema pobreza (US$ 3 por dia) e 26,8% abaixo da linha de pobreza (US$ 8,30 por dia). Mais de 60% da redução da extrema pobreza entre 2021 e 2024 decorreu da melhora distributiva, segundo a decomposição apresentada pelo estudo.

A nota técnica aponta que o avanço observado no pós-pandemia tende a perder ritmo com o encerramento da expansão das políticas assistenciais, tornando o mercado de trabalho ainda mais determinante nos próximos anos. Os autores alertam que pesquisas domiciliares tendem a subestimar rendimentos muito altos e parte das transferências sociais, o que exige cautela na leitura dos resultados.

O documento conclui que o período recente marca uma mudança estrutural importante: depois de anos de estagnação ou retrocesso, os indicadores de renda, desigualdade e pobreza voltaram a melhorar ao mesmo tempo e de forma acelerada.

 

 

 

 por Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Por dois anos seguidos, caiu a proporção de pessoas que trabalhavam em casa, o chamado home office. Em 2024, eram quase 6,6 milhões de pessoas que realizavam as atividades profissionais onde moravam. Em 2022, esse número superava 6,7 milhões.

Em termos de proporção, a redução foi de 8,4% para 7,9% dos trabalhadores. O ponto de inflexão foi em 2023, quando 6,61 milhões estavam trabalhando em casa (8,2% do total).

A constatação - que representa uma inversão na tendência crescente que tinha sido acentuada pela pandemia de covid-19 - faz parte de uma edição especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira (19), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O estudo traz dados anuais desde 2012, exceto de 2020 e 2021, por causa da pandemia de covid-19 que inviabilizou a coleta de dados.

As proporções apontadas pelo IBGE se referem ao universo de 82,9 milhões de trabalhadores em 2024. Por critério do instituto, esse conjunto exclui empregados no setor público e trabalho doméstico.

Efeito pandemia

Segundo o analista da pesquisa, William Kratochwill, a classificação trabalho no domicílio de residência vale também para pessoas adeptas do coworking (escritórios compartilhados).

“As pessoas falam: ‘eu trabalho de casa’, mas não necessariamente ela vai trabalhar em casa, ela pode escolher ir a um coworking”, pondera.

O levantamento mostra que as mulheres eram a maioria em home office. Elas somavam 61,6% dos trabalhadores nessa condição.

Observando o total de trabalhadores por sexo, 13% das mulheres estavam em home office. Entre os homens, a parcela era de 4,9%.

O pesquisador do IBGE afirma que o trabalho no domicílio de residência “claramente deu uma arrancada depois da pandemia”.

Em 2012, a parcela das pessoas nessa condição era de 3,6%. Em 2019, figurava em 5,8%, alcançando o ponto mais alto em 2022 (8,4%), antes de regredir nos dois últimos anos.

“Mas ainda está em um nível superior ao que tínhamos antes do período pandêmico e das novas tecnologias”, assegura Kratochwill.

Insatisfação

A diminuição do home office é um movimento que tem causado insatisfação em algumas empresas. No começo deste mês, o Nubank, um dos maiores bancos do país, anunciou regressão gradual no trabalho de casa.

A insatisfação terminou com a demissão de 12 funcionários, de acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Em março, funcionários da Petrobras fizeram uma paralisação contra a diminuição do teletrabalho, entre outros motivos. 

Veja a parcela de pessoas de acordo com o local de trabalho:

- estabelecimento do próprio empreendimento: 59,4%

- local designado pelo empregador, patrão ou freguês: 14,2%

- fazenda, sítio, granja, chácara etc.: 8,6%

- domicílio de residência: 7,9%

- veículo automotor: 4,9%

- via ou área pública: 2,2%

- estabelecimento de outro empreendimento: 1,6%

- domicílio do empregador, patrão, sócio ou freguês: 0,9%

- outro local: 0,2%

Um detalhe é que os trabalhadores que realizam atividade no veículo automotor passaram de 3,7% em 2012 para 4,9% em 2024. Para Kratochwill, esse cenário reflete o surgimento de serviços de aplicativo como Uber e 99.

“Com certeza há um impacto do transporte de passageiros”, diz. “Mas não se pode desconsiderar essa nova onda de food truck (venda de comida em veículos). Cada um, um pouquinho favorece para isso”, acrescenta.

Na categoria trabalho no veículo, as mulheres são apenas 5,4% do total de trabalhadores.

De todos os homens do universo da pesquisa, 7,5% trabalham no veículo. Entre as mulheres a parcela é de 0,7%.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Em 2026, companhia vai estrear operações de passageiros em Uberaba, Juiz de Fora, Caldas Novas, Campina Grande, Cidade do Cabo, Bruxelas e Amsterdã
 

SÃO PAULO/SP – A LATAM anuncia uma expansão histórica da sua malha aérea, reforçando sua posição como o principal conector do Brasil com o mundo. Em 2026, a companhia chegará à marca de 63 aeroportos brasileiros atendidos com a abertura de operações em Uberaba (MG), Juiz de Fora (MG), Caldas Novas (GO) e Campina Grande (PB). No mercado internacional, passará a atender um total de 28 destinos diretos a partir do Brasil com a estreia de operações para Cidade do Cabo (África do Sul), Bruxelas (Bélgica) e Amsterdã (Holanda). As passagens aéreas para os novos voos estarão disponíveis ainda esta semana em latam.com e demais canais de vendas.

O foco na eficiência e no cliente frequente é o que nos permite seguir investindo com muito critério em mercados sustentáveis. As novas rotas que estamos anunciando passaram por análise responsável e fazem sentido tanto para a demanda real por viagens quanto para nossa estratégia de negócio”, afirma Jerome Cadier, CEO da LATAM Brasil.
 

INVESTIMENTO DOMÉSTICO
 

A nova rota Guarulhos–Uberaba estreia em 5 de janeiro, com três voos semanais. Em maio, entram em operação Guarulhos–Juiz de Fora e Brasília–Campina Grande, ambas com voos diários. Já em junho, a LATAM iniciará Guarulhos–Caldas Novas, também com voos diários, fortalecendo a conectividade com destinos turísticos e de negócios no interior do Brasil. As novas rotas serão operadas com aeronaves da família Airbus A320.
 

INVESTIMENTO INTERNACIONAL
 

Em abril de 2026, sempre a partir do Aeroporto de Guarulhos, a LATAM passará a operar a rota São Paulo–Amsterdã, com três voos semanais. Em junho, será inaugurada a rota São Paulo–Bruxelas, conectando o Brasil diretamente à capital da União Europeia, também com três voos por semana. Já em setembro, lançará São Paulo–Cidade do Cabo, na África do Sul, com três voos semanais. Atualmente, a LATAM já voa regularmente de São Paulo para Joanesburgo, capital do país. As novas rotas serão operadas com aeronaves Boeing 787.
 

MOMENTO HISTÓRICO DA LATAM
 

Desde 2021, a LATAM ampliou a sua presença no Brasil de 44 para 59 aeroportos, consolidando-se como a aérea que mais investe na aviação nacional nos últimos anos. No mercado internacional, mantém a liderança com voos próprios do país para 90 destinos no exterior (sendo 24 diretos). Nenhuma outra empresa aérea conecta o Brasil com o mundo com tantas opções de voos e destinos.
 

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a LATAM lidera os mercados doméstico e internacional do Brasil desde 2021 e, pelo segundo ano consecutivo, é a preferida dos viajantes corporativos, segundo a Abracorp (Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas).

SÃO PAULO/SP - A Caixa Econômica Federal antecipa o calendário de pagamentos do Bolsa Família em dezembro. Os depósitos referentes ao último mês do ano começarão no dia 10 e seguirão até o dia 23. A antecipação acontece porque não haverá atendimento bancário nos feriados de 25 de dezembro e 1° de janeiro segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

No dia 24, os bancos terão horário reduzido, das 9h às 11h. Já nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro os bancos funcionam normalmente onde não houver feriado estadual. O dia 30 de dezembro será o último dia de expediente.

Têm direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal por pessoa de até R$ 218. Os valores serão creditados conforme o último dígito do NIS (Número de Identificação Social).
*
VEJA DATAS DOS PAGAMENTOS DE DEZEMBRO:

Final do NIS - Data de pagamento
1 - 10 de dezembro
2 - 11 de dezembro
3 - 12 de dezembro
4 - 15 de dezembro
5 - 16 de dezembro
6 - 17 de dezembro
7 - 18 de dezembro
8 - 19 de dezembro
9 - 22 de dezembro
0 - 23 de dezembro

De acordo com o MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), o programa beneficia cerca de 48,59 milhões de pessoas, com um valor médio de R$ 683,28 por família.

Famílias residentes em cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública recebem os valores no primeiro dia do calendário, independentemente do dígito final do NIS.

COMO ACESSAR AO BENEFÍCIO?

Os recursos do programa são disponibilizados por meio do aplicativo Caixa Tem. Os beneficiários podem realizar saques em caixas eletrônicos, agências da Caixa, lotéricas e postos de atendimento Caixa Aqui, utilizando o Cartão Cidadão ou o cartão do Bolsa Família.

É fundamental que as famílias mantenham seus dados cadastrais atualizados no CadÚnico para não terem o benefício bloqueado. A atualização deve ser feita pelo responsável familiar em um Cras (Centro de Referência de Assistência Social) ou em outros postos de atendimento do Cadastro Único.

VALORES E BENEFÍCIOS EXTRAS:

No governo Lula, o valor mínimo do Bolsa Família foi estabelecido em R$ 600 por família. A composição do benefício pode incluir valores adicionais conforme o perfil familiar:

- Renda de Cidadania: R$ 142 por integrante da família;
- Complemento: Garante o piso de R$ 600 para famílias que não o atingiriam valor mínimo com os outros benefícios;
- Primeira Infância: R$ 150 para cada criança de zero a seis anos;
- Benefício Familiar: R$ 50 para cada criança de 7 a 12 anos, adolescente de 12 a 18 anos e para gestantes;
- Familiar Nutriz: R$ 50 para famílias com bebês de zero a seis meses.

Regras para continuar recebendo o auxílio

As famílias devem cumprir uma série de contrapartidas nas áreas de saúde e educação:
- Gestantes: fazer e acompanhar o pré-natal;
- Crianças até sete anos: manter o calendário de vacinação em dia e ter o estado nutricional monitorado;
- Crianças de quatro e cinco anos: ter frequência escolar mínima de 60%;
- Estudantes de seis a 18 anos: garantir frequência escolar de pelo menos 75%;
- Famílias: Devem informar a condição de beneficiárias do programa no ato da matrícula escolar e da vacinação.

 

 

por Folhapress

SÃO PAULO/SP - O parcelamento se consolidou como um dos principais instrumentos de organização financeira do brasileiro. De acordo com pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, 56% dos consumidores afirmam que utilizam o parcelamento como estratégia para manter as contas em dia, enquanto 61% dizem que essa modalidade traz uma sensação de controle sobre o orçamento.

Além disso, 55% dos entrevistados afirmam que o parcelamento é o que permite o acesso a produtos e serviços que não conseguiriam pagar à vista, o que reforça o papel dessa prática como um importante democratizador do consumo no país.
 

Entretanto, o levantamento ainda alerta: 12% dos entrevistados reconhecem que se endividaram por desorganização financeira e, 3% afirmam que tiveram seus nomes negativados em razão do descontrole no parcelamento, apontando a importância de um uso consciente da modalidade.
 

“Parcelar no Brasil vai muito além de uma forma de pagamento. Por estar há tanto tempo enraizado na nossa cultura, já é parte da estratégia de organização financeira de muitos brasileiros”, explica Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira. “Entretanto, ter crédito para parcelar pode ser encarado como um aliado, desde que seja planejado e entendido como parte da renda, e não uma extensão dela.”
 

No Estado de São Paulo, mais de 782 mil acordos já foram realizados em apenas duas semanas de Feirão Limpa Nome. Destes, mais de 204 mil de forma parcelada. Além disso, mais de 136 mil consumidores do Estado já fecharam acordos por até R$ 100.

 

Parcelamento pode ser aliado na quitação de dívidas
 

Segundo a pesquisa, 62% dos entrevistados consideram o parcelamento uma alternativa viável para quitar dívidas, e 61% também afirmam que proporciona a sensação de controle ao negociar os débitos em aberto — a percepção de que será possível colocar as contas em ordem.
 

Valores acessíveis das parcelas, que cabem no bolso do consumidor, é o principal motivo que o levaria a optar pelo parcelamento da dívida, apontado por 42% dos entrevistados. Na sequência, aparece a facilidade de limpar o nome após o pagamento da primeira parcela (37%).
 

Segundo Patricia, esses dados reforçam que o parcelamento é visto como uma ponte entre o endividamento e a reorganização financeira, especialmente quando associado a práticas de planejamento e a condições favoráveis ao consumidor.
 

“Quando bem utilizado, o parcelamento pode ser um recurso saudável para retomar o controle das finanças, desde que avalie as condições, o número de parcelas e o impacto no orçamento mensal. O problema não está no parcelar, mas em fazer isso sem planejamento”, completa.
 

Com parcelas a partir de R$9,90, o Feirão Serasa Limpa Nome reúne mais de 1,6 mil empresas parceiras entre os diversos segmentos e descontos de até 99% nos débitos. Desde o início, em 03 de novembro até o dia 16, já foram fechados mais de 738.662 acordos parcelados no principal mutirão de negociação de dívidas do país.
 

Os consumidores podem acessar oportunidades disponíveis a partir dos canais oficiais da empresa e negociar com descontos de forma online e presencial:

  • Site: Link
  • App Serasa no Google Play e App Store
  • Whatsapp: Número oficial (11) 99575-2096
  • Agências Correios de todo o Brasil sem a cobrança de taxa

 

Para conferir dicas práticas de como parcelar suas contas com responsabilidade e sem retornar ao endividamento, acesse Guia de Parcelamento Consciente da SerasaLink

Oportunidade oferece descontos de até 100% em juros e multas e permite parcelamentos de até 240 meses.

SÃO CARLOS/SP - Foi publicada, na quinta-feira, 13 de novembro, a Lei nº 23.790, que institui o Programa de Renegociação de Débitos Não Tributários (PRD) junto ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE). A iniciativa permite que usuários regularizem dívidas relacionadas aos serviços de água e esgoto já inscritas em dívida ativa, estejam elas judicializadas ou não.

Poderão renegociar seus débitos contribuintes em geral (pessoas físicas e jurídicas), beneficiários da tarifa social cadastrados no SAAE e usuários com débitos de maior valor, iguais ou superiores a R$ 1 milhão. “O programa oferece descontos de até 100% em juros e multas, além de diversas condições de parcelamento. O nosso objetivo é facilitar a regularização e dar condições reais para que todos possam colocar suas contas em dia”, afirma o presidente do SAAE, Derike Contri.

PARCELAS - Contribuintes em geral poderão parcelar seus débitos em até 24 vezes, com descontos significativos sobre juros e multas. As parcelas mínimas serão de R$ 74,04 para pessoas físicas e R$ 185,10 para pessoas jurídicas.Beneficiários da tarifa social terão acesso a parcelamentos em até 240 vezes, com parcelas mínimas a partir de R$ 37,02. Já contribuintes com débitos de maior monta também poderão parcelar em até 240 meses.

DESCONTOS 
Para contribuintes em geral:

•    Pagamento à vista: 100% de desconto em juros e multas.
•    Parcelamento em até 12 meses: 70% de desconto.
•    Parcelamento em até 24 meses: 50% de desconto.

Para beneficiários da tarifa social:
•    Pagamento à vista: 100% de desconto.
•    Parcelamento em até 120 meses: descontos progressivos, conforme o número de parcelas.
•    Parcelamento de 121 a 240 meses: sem desconto.
Para contribuintes com débitos de maior monta:
•    Parcelamento em até 120 meses: 30% de desconto.
•    Parcelamento de 121 a 240 meses: sem desconto.

RECISÃO DO ACORDO - O atraso de três parcelas consecutivas ou seis alternadas resulta na rescisão automática do parcelamento, com perda de todos os benefícios concedidos e reativação imediata da cobrança administrativa ou judicial.
As dívidas renegociadas no último PRD só poderão entrar no novo programa na modalidade pagamento à vista, exceto para contribuintes com débitos de maior monta, conforme previsto na lei. Para os demais casos, será necessário solicitar o cancelamento formal dos parcelamentos anteriores para aderir às novas condições.
COMO ADERIR AO PRD?  O prazo para adesão ao PRD vai até 10 de dezembro. Para participar, os interessados devem procurar um dos postos de atendimento presenciais do SAAE, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e estar com o cadastro atualizado. Não será exigida apresentação de garantias ou bens como requisito para adesão.

PONTOS DE ATENDIMENTO PRESENCIAL DO SAAE 
•    Centro: Rua Sete de Setembro, 2.152
•    Vila Prado: Rua Bernardino de Campos, 636
•    Cidade Aracy: Rua Lucy Serillo, 155
•    Santa Eudóxia: Rua Cristóvão Martinelli, 22
•    Santa Felícia: Rua Francisco Possa, 1.450

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